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Uso de cheques no Brasil cai 93%

O uso de cheques saiu 23% em 2021 e 93,4% no acumulado desde 1995, de acordo com levantamento da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). Como é de se esperar, o avanço da tecnologia foi o...

27/01/2022
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Trocar de contador sem dor de cabeça é possível

Trocar de contador é um direito de todo empreendedor. No entanto, a dificuldade de encontrar profissionais que estejam à altura do que o cliente precisa faz com que anos se passem sem que essa...

14/01/2022
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Microempresas e MEI têm até fevereiro para renegociar

As empresas que optam pelo Simples Nacional e os microempreendedores individuais (MEI) têm até 25 de fevereiro para renegociar débitos inscritos em dívida da União. Dessa maneira, é possível...

12/01/2022
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Planejamento sucessório usando a holding: Entenda a importância

No Brasil, ainda não é comum que as famílias planejem a sucessão de seus bens. Não é costume realizar o planejamento sucessório já que existe certo desconforto em discutir um assunto que...

20/12/2021
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This format is deprecated, and in the future the new format will always be used."}},"query":{"pages":{"3070960":{"pageid":3070960,"ns":0,"title":"Emmanuel de Roug\u00e9","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Olivier-Charles-Camille-Emmanuel de Roug\u00e9''' ([[Paris]], [[11 de abril]] de [[1811]] - [[Sarthe]], [[27 de dezembro]] de [[1872]]) foi um [[egipt\u00f3logo]]{{Citar web |url=http://www.egyptologues.net/chaire/historique/historique.htm |titulo=egyptologues.net |acessodata=2020-12-28 |website=www.egyptologues.net}} e [[fil\u00f3logo]] franc\u00eas, e membro da Casa de Roug\u00e9 com o t\u00edtulo de [[visconde]].\n\n== Vida ==\nEra filho de Augustin Charles Camille de Roug\u00e9, quinto conde de Roug\u00e9, conde de Plessis-Belli\u00e8re, marqu\u00eas de [[Fa\u00ff-l\u00e8s-Nemours|Fay]], e de Ad\u00e9la\u00efde Charlotte Colombe de La Porte de Riantz ([[1790]] - [[1852]]). Era membro da [[Ordem Nacional da Legi\u00e3o de Honra|Legi\u00e3o de honra]], membro do [[Institut de France]], membro da [[Acad\u00e9mie des Sciences|Acad\u00e9mie des sciences]] e da [[Acad\u00e9mie des Inscriptions et Belles-Lettres]] ([[1853]]), conservador do museu eg\u00edpcio do [[Museu do Louvre |Louvre]] ([[1849]]), senador, Conselheiro do Estado ([[1854]]) e professor de [[arqueologia]] eg\u00edpcia no [[Coll\u00e8ge de France]] ([[1864]]). Escreveu v\u00e1rios livros sobre a [[hist\u00f3ria do Egito]].{{Citar livro |url=http://archive.org/details/noticebiographi00unkngoog |t\u00edtulo=Notice biographique du Vicomte Emmanuel de Rouge |ultimo=Gaston Maspero |lingua=French}}\n\n== Principais publica\u00e7\u00f5es ==\n* ''M\u00e9moire sur l'inscription du tombeau d'Ahm\u00e8s, chef des nautoniers'', (1851);\n* ''Le Po\u00e8me de Pentaour'', (1861);\n* ''Rituel fun\u00e9raire des anciens \u00e9gyptiens'', (1861-1863);\n* ''Recherches sur les monuments qu'on peut attribuer aux six premi\u00e8res dynasties de Man\u00e9thon'', (1865);\n* ''Chrestomathie \u00e9gyptienne, ou Choix de textes \u00e9gyptiens transcrits, traduits et accompagn\u00e9s d'un commentaire perp\u00e9tuel et pr\u00e9c\u00e9d\u00e9s d'un abr\u00e9g\u00e9 grammatical'', (1867-1876);\n* ''Inscriptions hi\u00e9roglyphiques copi\u00e9es en \u00c9gypte pendant la mission scientifique de M. le Vte Emmanuel de Roug\u00e9, publi\u00e9es par M. le Vte Jacques de Roug\u00e9'', (4 volumes, 1877-1879);\n* ''\u0152uvres diverses'', (6 volumes, 1907-1918); Alguns volumes est\u00e3o dispon\u00edveis on-line: [http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k55545j.pdf vol. 1] [http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k55546w.pdf vol. 3] [http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k555477.pdf vol. 5] [http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k55548k.pdf vol. 6]\n\n== Refer\u00eancias ==\n{{controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Rouge, Emmanuel de}}\n[[Categoria:Egipt\u00f3logos da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Naturais de Paris]]"}]},"2163692":{"pageid":2163692,"ns":0,"title":"Epis\u00f3dio da \u00e1gua em seis dias","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:Paulo de Frontin.JPG|thumb|direita|Busto de Paulo de Frontin na [[Cinel\u00e2ndia]], cidade do Rio de Janeiro.]]\nO '''epis\u00f3dio da \u00e1gua em seis dias''' ocorreu no final do [[Segundo reinado]] no [[Brasil]], no ver\u00e3o de [[1888]]. Eram dias de calor insuport\u00e1vel na cidade do [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], ent\u00e3o capital do Imp\u00e9rio, com os [[term\u00f4metro]]s registrando 42 \u00b0C a popula\u00e7\u00e3o sofria com o abastecimento irregular dos [[chafariz]]es.\n\n==Hist\u00f3ria==\nOs com\u00edcios e passeatas eram frequentes e as cr\u00edticas encontravam voz na imprensa principalmente atrav\u00e9s dos artigos de [[Rui Barbosa]] no [[Di\u00e1rio de Not\u00edcias (Rio de Janeiro)|Di\u00e1rio de Not\u00edcias]]. Pressionado, o Imperador [[Pedro II do Brasil|D. Pedro II]] ordenou a realiza\u00e7\u00e3o de um concurso p\u00fablico para a escolha de um escrit\u00f3rio de engenharia que realizasse novas obras de [[canaliza\u00e7\u00e3o (hidr\u00e1ulica)|canaliza\u00e7\u00e3o]].\n\nO projeto vencedor, dos engenheiros [[Paulo de Frontin]], [[Raimundo Teixeira Belfort Roxo|Belfort Roxo]] e dos alunos da [[Escola Polit\u00e9cnica do Rio de Janeiro]] foi dimensionado para ser realizado em seis dias, ao inv\u00e9s dos seis meses prometidos pelos empreiteiros ao Governo Central, e a um custo bem menor. Na ocasi\u00e3o Paulo de Frontin contava com 29 anos de idade apenas e era considerado muito novo para tal desafio pelos colegas mais velhos.\n\nApesar das press\u00f5es pol\u00edticas e amea\u00e7as de agress\u00e3o f\u00edsica, o projeto foi realizado no prazo prometido. A \u00e1gua das cachoeiras do [[Rio Tingu\u00e1]], na Serra do Com\u00e9rcio, na [[Baixada Fluminense]], chegou \u00e0 Represa do Barrel\u00e3o, na cidade do Rio, canalizada em tubula\u00e7\u00e3o assentada \u00e0 margem da linha da Estrada de Ferro Rio d\u00b4Ouro. O volume di\u00e1rio era de 16 milh\u00f5es de litros.\nEste sistema de abastecimento foi posteriormente ampliado e abasteceu durante muito tempo a Capital. Com o Plano Diretor de Abastecimento de \u00c1gua da Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro (PDA -RMRJ), elaborado pelo Eng. Jorge Paes Rios, para a [[Companhia Estadual de \u00c1guas e Esgotos do Rio de Janeiro|CEDAE]], estas capta\u00e7\u00f5es foram destinadas apenas ao abastecimento da [[Baixada Fluminense]] devido a sua enorme expans\u00e3o demogr\u00e1fica. O engenheiro Paulo de Frontin foi declarado Patrono do Engenharia Brasileira.[http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/03/05/artigo-saiba-quem-foi-engenheiro-belford-roxo-754698372.asp O Globo] P\u00e1ginas acessada em [[6 de mar\u00e7o]] de [[2009]].\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* {{Link||2=http://veja.abril.com.br/historia/republica/cidades-seca-rio.shtml|3=A \u00e1gua em seis dias, Revista Veja.}}\n\n{{esbo\u00e7o-hist\u00f3riabr}}\n{{T\u00f3picos sobre o Imp\u00e9rio do Brasil}}\n\n[[Categoria:Hist\u00f3ria do Imp\u00e9rio do Brasil]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria do Rio de Janeiro (estado)]]\n[[Categoria:1888 no Brasil]]"}]},"171369":{"pageid":171369,"ns":0,"title":"Steampunk","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:Steamtop.jpg|thumb|300px|Um [[computador pessoal]] em estilo steampunk.]]\n'''''Steampunk''''' tamb\u00e9m conhecido como '''''Vapor Punk''''' ou '''Tecnavapor''' (abrevia\u00e7\u00e3o de ''Tecnologia a Vapor'') \u00e9 um subg\u00eanero da [[fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica]], ou [[fic\u00e7\u00e3o especulativa]], que ganhou fama no final dos [[D\u00e9cada de 1980|anos 1980]] e in\u00edcio dos [[D\u00e9cada de 1990|anos 1990]]. Trata-se de obras ambientadas no passado, no qual os paradigmas tecnol\u00f3gicos modernos ocorreram mais cedo do que na [[Hist\u00f3ria]] real (ou em um universo com caracter\u00edsticas similares), mas foram obtidos por meio da [[ci\u00eancia]] j\u00e1 dispon\u00edvel naquela \u00e9poca - como, por exemplo, computadores de madeira e avi\u00f5es movidos a vapor. \u00c9 um estilo normalmente associado ao futurista ''[[cyberpunk]]'' e, assim como este, tem uma base de f\u00e3s semelhante, mas distinta.{{citar web|t\u00edtulo=Defini\u00e7\u00e3o de ''steampunk''|publicado=Oxford University Press|acessodata=6 de outubro de 2012|url=http://oxforddictionaries.com/definition/english/steampunk}}Elizabeth Guffey and Kate C Lemay, \"Retrofuturism and Steampunk,\" The Oxford Handbook to Science Fiction, Oxford University Press, 2014, p. 439.\n\nEnquanto a fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica moderna \u00e9 inspirada nas viagens espaciais e no contato extraterrestre, o estilo Steampunk \u00e9 marcado pelo uso de uma tecnologia mais robusta como m\u00e1quinas a vapor, fabrica\u00e7\u00f5es em madeira, cobre e bronze, e o amplo uso de engrenagens; como se fosse uma explos\u00e3o tecnol\u00f3gica pr\u00e9-digital. No entanto a maquinaria utilizada \u00e9 frequentemente at\u00e9 mais avan\u00e7ada que a de hoje em dia. Por outras palavras, o steampunk \u00e9 maquinaria do passado, no entanto mais avan\u00e7ada. Ambienta-se no cen\u00e1rio da [[Revolu\u00e7\u00e3o Industrial]] e com personagens trajados com indument\u00e1ria [[vitoriana]].\n\nO g\u00eanero ''steampunk'' pode ser explicado de maneira muito simples, comparando-o a literatura que lhe deu origem. Baseado num universo de fic\u00e7\u00e3o cientifica criado por autores consagrados como [[J\u00falio Verne]] no fim do s\u00e9culo XIX, ele mostra uma realidade esp\u00e1cio-temporal na qual a tecnologia mec\u00e2nica a vapor teria evolu\u00eddo at\u00e9 n\u00edveis imposs\u00edveis (ou pelo menos improv\u00e1veis), com autom\u00f3veis, avi\u00f5es e at\u00e9 mesmo rob\u00f4s movidos a vapor j\u00e1 naquela \u00e9poca.{{citar jornal|t\u00edtulo=Steampunk artists meld Victorian era, science fiction|obra=Duluth News Tribune|data=1 de janeiro de 2012|url=https://secure.forumcomm.com/?publisher_ID=36&article_id=218702&CFID=310156968&CFTOKEN=53867445|acessodata=6 de mar\u00e7o de 2012|cita\u00e7\u00e3o=\u201cIt\u2019s the stuff Jules Verne used to write about, looking at it from the hindsight of the 21st century,\u201d}}\n[[Imagem:Bttf-locomotive.jpg|thumb|A Locomotiva de [[Back to the Future III|De Volta para o Futuro III]].]]\n[[Imagem:Steampunk-falksen.jpg|thumb|Imagem ''steampunk'' de G. D. Falksen..]]\n\n== Origem ==\nApesar de v\u00e1rias obras agora consideradas como fundadoras do g\u00eanero terem sido publicadas nos [[D\u00e9cada de 1960|anos 1960]] e [[D\u00e9cada de 1970|1970]], o termo \"''steampunk''\" se originou no final dos anos 1980 como uma variante de \"''[[cyberpunk]]''\". As hist\u00f3rias do \"''steampunk''\" [[prot\u00f3tipo|protot\u00edpico]] eram essencialmente contos ''cyberpunk'' ambientados no passado, usando tecnologia da era do [[vapor]] em vez da ub\u00edqua [[cibern\u00e9tica]] do ''cyberpunk'', mas mantendo as atitudes \"[[punk]]istas\" dessas hist\u00f3rias em rela\u00e7\u00e3o a figuras de autoridade e \u00e0 natureza humana. Originalmente, como o ''cyberpunk'', o ''steampunk'' foi tipicamente [[distopia|dist\u00f3pico]], geralmente com temas de ''[[film noir|noir]]'' e [[pulp|fic\u00e7\u00e3o pulp]], como uma variante do ''cyberpunk''. \u00c0 medida que o g\u00eanero se desenvolveu veio a adotar mais um apelo [[utopia|ut\u00f3pico]] das sensibilidades dos romances de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do [[s\u00e9culo XIX]].\n\nA fic\u00e7\u00e3o ''steampunk'' se foca mais sobre a tecnologia real, te\u00f3rica ou cinem\u00e1tica da [[era vitoriana]] (1837-1901), inclusive [[motor a vapor|motores a vapor]], aparelhos [[mec\u00e2nica|mec\u00e2nico]]s, e a [[M\u00e1quina diferencial]]. Apesar de muitas obras ''steampunk'' serem ambientadas em cen\u00e1rios vitorianos, o g\u00eanero tem se expandido at\u00e9 para cen\u00e1rios [[Idade M\u00e9dia|medievais]] e geralmente passeia pelos dom\u00ednios do [[Terror (g\u00eanero)|terror]] e da [[Fantasia (g\u00eanero)|fantasia]]. V\u00e1rias [[sociedade secreta|sociedades secretas]] e [[teoria conspirat\u00f3ria|teorias conspirat\u00f3rias]] s\u00e3o geralmente apresentadas, e alguns ''steampunks'' incluem elementos significativos de fantasia. Al\u00e9m disso, h\u00e1 frequentemente influ\u00eancias [[H. P. Lovecraft|lovecraftianas]], [[Ocultismo|ocultistas]] e [[Literatura g\u00f3tica|g\u00f3ticas]]. O romance [[The Difference Engine]] de [[William Gibson]] e [[Bruce Sterling]] \u00e9 creditado frequentemente como o principal divulgador do steampunk.\n\n== ''Steampunk'' primitivo ==\n[[Ficheiro:Science fiction city.jpg|thumb|220px|left|Vers\u00e3o futurista de Paris por Camille Flammarion, 1911]]\n\nAs origens do steampunk remontam \u00e0s obras pioneiras de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de [[J\u00falio Verne]], Albert Robida, [[H.G. Wells]], [[Mark Twain]] e [[Mary Shelley]], entre outros. Cada um destes autores escreveu obras apresentando tecnologia avan\u00e7ada e ambientada no s\u00e9culo XIX ou in\u00edcio do s\u00e9culo XX. Apesar de estes livros poderem ser classificados como ''steampunk'' hoje em dia, isto n\u00e3o \u00e9 um r\u00f3tulo exatamente correto, j\u00e1 que eles eram, na \u00e9poca de sua publica\u00e7\u00e3o, ambientados na \u00e9poca contempor\u00e2nea (com exce\u00e7\u00e3o de ''Um Ianque de Connecticut na Corte do Rei Artur'', de Twain).\n\nUma influ\u00eancia adicional na cria\u00e7\u00e3o de ''steampunks'' s\u00e3o os contos [[Edisonade]] de Edward S. Ellis, Luis Senarens e outros, em que seus personagens Johnny Brainerd, Frank Reade, Jr, Tom Edison, Jr e Jack Wright usavam ve\u00edculos tecnologicamente avan\u00e7ados movidos a vapor em aventuras atrav\u00e9s dos Estados Unidos e do mundo. Al\u00e9m de fornecer a escritores posteriores os primeiros exemplos de cria\u00e7\u00f5es de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica usando a for\u00e7a do vapor, estas hist\u00f3rias tiveram uma influ\u00eancia direta no tema do [[\"boy inventor\"]] (garoto inventor), um subg\u00eanero de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica personificado por [[Tom Swift]] (e repetido por [[Steamboy]], [[Girl Genius]] e outros).\n\nUma origem plaus\u00edvel para o [[ethos]] ''steampunk'' dentro um contexto de m\u00eddia deve ser o filme original mudo ''[[Le Voyage dans la Lune|Viagem \u00e0 Lua]]'', de [[Georges M\u00e9li\u00e8s]], que retrata uma viagem \u00e0 lua, usando as tecnologias da \u00e9poca (especificamente, usando um grande canh\u00e3o para ejetar um 'foguete' no espa\u00e7o).\n\n== M\u00eddia, arte e entretenimento ==\n\n=== Na m\u00fasica ===\n\n\nA m\u00fasica steampunk \u00e9 marcada por um estilo ecl\u00e9tico, com destaque para o g\u00f3tico da era vitoriana, synth-pop, m\u00fasica de cabar\u00e9s, orquestral e at\u00e9 vozes sintetizadas para torn\u00e1-lo um estilo distinto de suas influ\u00eancias. Outro aspecto marcante \u00e9 o figurino dos m\u00fasicos, a ambienta\u00e7\u00e3o do palco e a customiza\u00e7\u00e3o dos instrumentos usados que situam a m\u00fasica steampunk dentro de seu apelo sonoro e visual.\n\n=== Na literatura ===\n\n* [[The Warlord of the Air]] (1971), por [[Michael Moorcock]]\n* [[The Difference Engine|A M\u00e1quina Diferencial]] (1990), escrito por [[William Gibson]] e [[Bruce Sterling]]\n* ''Airborn'' (2004), escrito por [[Kenneth Oppel]]\n* ''Leviathan'' (2009), escrito por [[Scott Westerfeld]]\n* S\u00e9rie [[As Pe\u00e7as Infernais]] (2010 - 2013), por [[Cassandra Clare]]\n\n=== Nos jogos ===\n\n* [[Arcanum: Of Steamworks and Magick Obscura]]\n* [[Final Fantasy VI]]\n* [[Thief (s\u00e9rie)]]\n* S\u00e9rie [[BioShock]]\n* S\u00e9rie [[Dishonored]]\n* [[Guns of Icarus Online]]\n* [[They Are Billions]]\n* [[Frostpunk]]\n*[[League of Legends]]\n* S\u00e9rie [[Fallout]]\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Dieselpunk]]\n* [[Hist\u00f3ria alternativa]]\n* [[Retrofuturismo]]\n* [[Ucronia]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n;Bibliografia\n* ERLICH, Richard D.; DUNN, Thomas P. '''Clockwork worlds'''. 1983. ISBN 0-313-23026-9\n* SLUSSER, George; SHIPPEY, Tom. '''Fiction 2000: cyberpunk and the future of narrative'''. 1992. ISBN 0-8203-1425-0\n* LANDON, Brooks. '''Science fiction after 1900'''. 2002. ISBN 0-415-93888-0\n* ALKON, Paul K.. '''Science fiction before 1900'''. 1994. ISBN 0-8057-0952-5\n* SUVIN, Darko. '''Victorian science fiction in the UK'''. 1983. ISBN 0-8161-8435-6\n* WESTFAHL, Gary; SLUSSER, George; LEIBY, David. '''Worlds enough and time'''. 2002. ISBN 0-313-31706-2\n* Campbell, Jean (2009) Steampunk Style Jewelry, pg. 76\n\n{{Portal3|FC}}\n\n{{Fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica}}\n{{Fic\u00e7\u00e3o especulativa}}\n{{G\u00eaneros da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica}}\n{{t\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n\n[[Categoria:Steampunk| ]]\n[[Categoria:Temas da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica]]\n[[Categoria:Estilo retr\u00f4]]"}]},"1679716":{"pageid":1679716,"ns":0,"title":"Francisco Torrinha","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem imagem-biografia}}\n{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Francisco Forte de Faria Torrinha''' [[Ordem Militar de Sant'Iago da Espada|ComSE]] ([[Joane]], [[Vila Nova de Famalic\u00e3o|Famalic\u00e3o]], [[1 de Maio]] de [[1879]] \u2013 [[Porto]], [[16 de Outubro]] de [[1955]]) foi um [[Filologia|fil\u00f3logo]] e professor portugu\u00eas.\n\n== Biografia ==\nFrancisco Torrinha nasceu a 1 de Maio de 1879, em Joane, no concelho de Vila Nova de Famalic\u00e3o, [[distrito de Braga]].{{citar web |url=http://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?P_pagina=1004242 |t\u00edtulo=Docentes e Estudantes da Primeira Faculdade de Letras da Universidade do Porto : Francisco Forte de Faria Torrinha |autor=Universidade Digital / Gest\u00e3o de Informa\u00e7\u00e3o, 2008 |data=2011-03-14 |publicado= Universidade do Porto |acessodata=2014-06-09 }}\n\nFez o curso liceal em [[Braga]] e formou-se em [[teologia]], na Faculdade de Teologia da [[Universidade de Coimbra]]. Depois de uma passagem como professor pelo liceu de [[\u00c9vora]] de 1903 a 1913, foi colocado no liceu D. Manuel II, no [[Porto]] (actual [[Escola Secund\u00e1ria Rodrigues de Freitas]]). A\u00ed exerceu o seu cargo de professor durante 36 anos.\n\nEnsinou na primeira [[Faculdade de Letras da Universidade do Porto|Faculdade de Letras do Porto]]. Tamb\u00e9m dirigiu a Escola Industrial Faria Guimar\u00e3es. Para al\u00e9m destes cargos que exerceu, dedicou a sua vida a estudar gram\u00e1tica, tendo publicado v\u00e1rios estudos.\n\nRecebeu um convite para professor catedr\u00e1tico de Filologia Cl\u00e1ssica na [[Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra]], mas teve de declinar o convite por raz\u00f5es de sa\u00fade.\n\nFoi autor de dicion\u00e1rios Portugu\u00eas-Latim e Latim-Portugu\u00eas, bem como do famoso ''Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa''.\n\nNo ano da sua aposenta\u00e7\u00e3o, 1949, foi feito Comendador da [[Ordem Militar de Sant'Iago da Espada]], a 16 de Maio.{{citar web |url=http://www.ordens.presidencia.pt/?idc=153 |t\u00edtulo=Cidad\u00e3os Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas|data=|publicado=Presid\u00eancia da Rep\u00fablica Portuguesa |acessodata=2014-06-09 |notas=Resultado da busca de \"Francisco Torrinha\".}}\n\nA sua \u00faltima obra, um novo dicion\u00e1rio, ficou inacabada.\n\nFrancisco Torrinha morreu a 16 de Outubro de 1955 no Porto.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n;Bibliografia\n*[[Grande Enciclop\u00e9dia Portuguesa e Brasileira]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[http://sigarra.up.pt/up/web_base.gera_pagina?P_pagina=1004242 Francisco Torrinha, Docente da Primeira Faculdade de Letras da Universidade do Porto]\n\n{{Portal3|Educa\u00e7\u00e3o|Porto|Biografia}}\n{{esbo\u00e7o-biografia}}\n{{NF|1879|1955|Francisco Torrinha}}\n\n[[Categoria:Naturais de Vila Nova de Famalic\u00e3o]]\n[[Categoria:Alumni da Universidade de Coimbra]]\n[[Categoria:Professores da Universidade do Porto]]\n[[Categoria:Fil\u00f3logos de Portugal]]\n[[Categoria:Comendadores da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada]]"}]},"142664":{"pageid":142664,"ns":0,"title":"Santed","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento/Espanha|mun\n|nome = Santed\n|cod_ine_sufixo =239\n|cod_ine_prefixo =50\n|predef_popula\u00e7\u00e3o =Popula\u00e7\u00e3o de Arag\u00e3o\n|popula\u00e7\u00e3o_notas ={{Popula\u00e7\u00e3o de Arag\u00e3o|REF=s}}\n|mapa_alfinete1 =Arag\u00e3o\n|mapa_alfinete_legenda1 =Localiza\u00e7\u00e3o de Santed em Arag\u00e3o\n|mapa_alfinete_tamanho1 =180\n|prov\u00edncia = [[Sarago\u00e7a (prov\u00edncia)|Sarago\u00e7a]]\n|comun_aut = [[Arag\u00e3o]]\n|imagem =\n|bandeira = Bandera de Santed.svg\n|bras\u00e3o = Escudo de Santed.svg\n|\u00e1rea = 17.79\n|coord_t\u00edtulo =s\n|latd= |latm= |lats=\n|longd= |longm= |longs=\n|gent\u00edlico = santense\n}}\n'''Santed''' \u00e9 um [[Munic\u00edpios da Espanha|munic\u00edpio]] da [[Espanha]] na [[Prov\u00edncias da Espanha|prov\u00edncia]] de [[Sarago\u00e7a (prov\u00edncia)|Sarago\u00e7a]], [[Comunidades aut\u00f3nomas da Espanha|comunidade aut\u00f3noma]] de [[Arag\u00e3o]]. Tem {{fmtn|17.79|[[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]}} de \u00e1rea e em {{Popula\u00e7\u00e3o de Arag\u00e3o|TXT=a\u00f1o}} tinha {{POB-Arag\u00e3o|50239}} habitantes ({{Densidade populacional de Arag\u00e3o|50239|17.79}}).\n\n==Demografia==\n{{Evolu\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica\n|t\u00edtulo= Varia\u00e7\u00e3o [[demografia|demogr\u00e1fica]] do munic\u00edpio entre 1991 e 2004|cor_ano= #C0C0C0\n|ano1=1991 |ano2=1996 |ano3=2001 |ano4=2004\n|pop1=84 |pop2=83 |pop3=72 |pop4=75\n}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n\n{{Espanha/Arag\u00e3o/Sarago\u00e7a}}\n{{Portal3|Arag\u00e3o|Espanha}}\n{{esbo\u00e7o-munic\u00edpios-es}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios de Sarago\u00e7a (prov\u00edncia)]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios por nome de Arag\u00e3o]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Espanha por nome]]\n[[Categoria:Localidades de Sarago\u00e7a (prov\u00edncia)]]\n[[Categoria:Localidades de Arag\u00e3o]]\n[[Categoria:Localidades da Espanha]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bandera de Santed.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app demo.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Escudo d'a probinzia de Zaragoza.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Escudo de Santed.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Espa\u00f1aLoc.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Aragon.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Spain.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Zaragoza province (with coat of arms).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Map pointer.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Santed, Zaragoza, Espa\u00f1a, 2015-09-29, JD 23.jpg"}]},"1415023":{"pageid":1415023,"ns":0,"title":"Haskell (Oklahoma)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade dos EUA|\n|nome = Haskell\n|imagem = \n|imagem_legenda = \n|estado = Oklahoma\n|condado = [[Condado de Muskogee (Oklahoma)|Condado de Muskogee]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 1779\n|data_pop = 2006\n|\u00e1rea = 5.6\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 0.0\n|latG = 35\n|latM = 49\n|latS = 11\n|latP = N\n|lonG = 95\n|lonM = 40\n|lonS = 37\n|lonP = W\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = 175\n|c\u00f3digoFIPS = 32900\n|tipo = cidade \n|mapa_detalhado = \n|data_funda\u00e7\u00e3o = \n|incorpora\u00e7\u00e3o = \n|web = \n}}\n\n'''Haskell''' \u00e9 uma cidade localizada no [[Estados dos Estados Unidos da Am\u00e9rica|estado]] [[Estados Unidos da Am\u00e9rica|norte-americano]] de [[Oklahoma]], no [[Condado de Muskogee (Oklahoma)|Condado de Muskogee]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] norte-americano de 2000, a sua popula\u00e7\u00e3o era de 1765 [[habitante]]s.{{Citar web |url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |titulo=U.S. Census Bureau. Census 2000 Summary File 1 |acessodata=2007-10-30 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |arquivodata=2010-01-11 |urlmorta=yes }}\nEm 2006, foi estimada uma popula\u00e7\u00e3o de 1779,[http://www.census.gov/popest/datasets.html U.S. Census Bureau. Estimativa da popula\u00e7\u00e3o (julho de 2006)] um aumento de 14 (0.8%).\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de\n5,6 [[km\u00b2]], dos quais 5,6 km\u00b2 cobertos por terra e 0,0 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]]. Haskell localiza-se a aproximadamente 175[http://geonames.usgs.gov/domestic/download_data.htm U.S. Board on Geographic Names. Topical Gazetteers Populated Places. Gr\u00e1ficos do banco de dados de altitudes dos Estados Unidos da Am\u00e9rica] m acima do [[N\u00edvel m\u00e9dio das \u00e1guas do mar|n\u00edvel do mar]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[raio]] de 20 km ao redor de Haskell.\n
\n[[Ficheiro:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Ficheiro:Map pointer black.svg|20px|Haskell]]'''Haskell'''}}\n{{Image label|x=0.547|y=0.926|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|6px|Localidade com 274 habitantes (2000).]] [[Boynton (Oklahoma)|Boynton]] (19 km)}}\n{{Image label|x=0.532|y=0.142|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|16px|Localidade com 7139 habitantes (2000).]] [[Coweta (Oklahoma)|Coweta]] (16 km)}}\n{{Image label|x=0.815|y=0.381|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|8px|Localidade com 574 habitantes (2000).]] [[Porter (Oklahoma)|Porter]] (15 km)}}\n{{Image label|x=0.681|y=0.328|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|6px|Localidade com 153 habitantes (2000).]] [[Redbird (Oklahoma)|Redbird]] (11 km)}}\n{{Image label|x=0.766|y=0.643|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|6px|Localidade com 349 habitantes (2000).]] [[Taft (Oklahoma)|Taft]] (13 km)}}\n

\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Haskell|Oklahoma}}\n\n{{Portal3|Estados Unidos}}\n\n[[Categoria:Cidades de Oklahoma]]"}]},"397535":{"pageid":397535,"ns":0,"title":"Cyclanthera","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| nome = Cyclanthera\n| cor = lightgreen\n| imagem = Cyclanthera brachystachya Fructus.jpg\n| imagem_legenda = ''Cyclanthera brachystachya''\n| reino = [[Plantae]]\n| divis\u00e3o = [[Magnoliophyta]]\n| classe = [[Magnoliopsida]]\n| ordem = [[Cucurbitales]]\n| fam\u00edlia = [[Cucurbitaceae]]\n| g\u00e9nero = '''''Cyclanthera'''''\n| g\u00e9nero_autoridade = [[Heinrich Adolph Schrader|Schrad.]]\n| subdivis\u00e3o_nome = [[Esp\u00e9cie]]s\n| subdivis\u00e3o =
''Ver texto''
\n}}\n'''''Cyclanthera''''' \u00e9 um [[g\u00e9nero (biologia)|g\u00e9nero]] [[bot\u00e2nica|bot\u00e2nico]] pertencente \u00e0 [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Cucurbitaceae]].\n==Esp\u00e9cies==\n{|\n|\n*''[[Cyclanthera biglandulifera]]\n*''[[Cyclanthera boliviensis]]\n*''[[Cyclanthera brachybotrys]]\n*''[[Cyclanthera brachystachya]]\n*''[[Cyclanthera cordifolia]]\n*''[[Cyclanthera dissecta]]\n*''[[Cyclanthera donnell-smithii]]\n*''[[Cyclanthera elegans]]\n*''[[Cyclanthera hystrix]]\n*''[[Cyclanthera integrifoliola]]\n*''[[Cyclanthera langaei]]\n*''[[Cyclanthera leptostachya]]\n*''[[Cyclanthera leptostachyoides]]\n*''[[Cyclanthera mathewsii]]\n*''[[Cyclanthera micrantha]]\n*''[[Cyclanthera microcarpa]]\n*''[[Cyclanthera montanus]]\n*''[[Cyclanthera monticola]]\n| width=20 |\n|\n*''[[Cyclanthera multifoliola]]\n*''[[Cyclanthera naudiniana]]\n*''[[Cyclanthera parviflora]]\n*''[[Cyclanthera pedata]]'', o chucho-de-vento, tamb\u00e9m conhecido pelos nomes de ''maxixe-peruano, boga-boga, cayo, taiu\u00e1-de-comer, maxixe-ingl\u00eas'' e ''maxixe-do-reino'' {{citar web | titulo=Manual de hortali\u00e7as n\u00e3o convencionais | data=2010 | url=http://pt.scribd.com/doc/76646875/12/CHUCHU-DE-VENTO-Cyclanthera-pedata-L-Schrad | acessodata=7 de Outubro de 2012 | publicado=Bras\u00edlia: Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento}} '''[[:es:Cyclanthera pedata|(es)]]'''\n*''[[Cyclanthera phyllantha]]\n*''[[Cyclanthera pringlei]]\n*''[[Cyclanthera quinquelobata]]\n*''[[Cyclanthera ribiflora]]\n*''[[Cyclanthera rusbyi]]\n*''[[Cyclanthera steyermarkii]]\n*''[[Cyclanthera subinermis]]\n*''[[Cyclanthera tamnifolia]]\n*''[[Cyclanthera tamnoides]]\n*''[[Cyclanthera tenuifolia]]\n*''[[Cyclanthera tenuisepala]]\n*''[[Cyclanthera tomentosa]]\n*''[[Cyclanthera trianaei]]\n'' \n|}\n==Refer\u00eancias==\n\n{{esbo\u00e7o-ros\u00eddea}}\n\n[[Categoria:Cucurbitaceae]]\n[[Categoria:G\u00e9neros de plantas]]"}]},"2231018":{"pageid":2231018,"ns":0,"title":"Coluna de Nelson","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{coor title dms|51|30|27.8|N|0|7|40.7|W}}\n{{Info/Estrutura alta\n| nome= Coluna de Nelson\n| imagem= Lord Nelson, Nelson's Column.JPG\n| legenda=Est\u00e1tua do Almirante Nelson no topo da coluna.\n| localiza\u00e7\u00e3o= [[Trafalgar Square]], [[Londres]], [[Reino Unido]]\n| coordenadas = \n| status=Completa\n| pedra_fundamental= 1838\n| per\u00edodo_constru\u00e7\u00e3o= 1840-1843\n| uso= [[Monumento]]\n| telhado = \n| arquiteto= William Railton\n}}\nA '''Coluna de Nelson''' (em [[L\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]]: ''Nelson's Column'') \u00e9 um [[monumento]] em homenagem ao [[Horatio Nelson|Almirante Horatio Nelson]], um dos proeminentes comandantes durante as [[Guerras Napole\u00f4nicas]]. Localiza-se no centro da [[Trafalgar Square]], uma das mais famosas pra\u00e7as de [[Londres]] e que leva o nome da [[Batalha de Trafalgar|Batalha]] que o vitimou. \n\nProjetada por [[William Railton]], a coluna foi constru\u00edda entre [[1840]] e [[1843]]. \u00c9 uma [[ordem cor\u00edntia|coluna cor\u00edntia]][http://books.google.co.uk/books?id=H7TlAAAAMAAJ&printsec=frontcover&dq=art+journal+1839#v=onepage&q&f=false ''The Selected Design for the Nelson Testimonial'']. ''The Art Union 1'': 100. 1839, p. 100 feita a partir de [[granito]] de [[Dartmoor]]. No topo da coluna encontra-se a est\u00e1tua de Horatio Nelson em arenito. E na base est\u00e3o quatro le\u00f5es de bronze, colocados em [[1867]].White, Colin (2002), ''The Nelson Encyclopaedia''. Londres. Chatham Publishing. Lionel Leventhal Limited, p. 178 [https://en.wikipedia.org/wiki/Special:BookSources/1-86176-253-4 ISBN 1-86176-253-4]\n\n== Hist\u00f3ria ==\nEm fevereiro de 1838, foi criado um comit\u00ea com o objetivo de construir um monumento para o [[Horatio Nelson|Almirante Horatio Nelson]], her\u00f3i brit\u00e2nico das [[Guerras Napole\u00f4nicas]]. O [[Governo do Reino Unido|Governo]] cedeu uma \u00e1rea na [[Trafalgar Square]], no centro de [[Londres]] e em frente \u00e0 rec\u00e9m-inaugurada [[National Gallery]]. No ano seguinte, 1839, foi organizado um concurso para eleger o projeto para o monumento. O vencedor foi o arquiteto [[William Railton]] com seu projeto simples por\u00e9m requintado de uma coluna cor\u00edntia encimada por uma est\u00e1tua de Nelson. O segundo colocado foi [[Edward Hodges Baily]] com o projeto de um [[obelisco]] rodeado de esculturas. \n\nAs cr\u00edticas \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o da competi\u00e7\u00e3o levaram a uma repeti\u00e7\u00e3o de todo o processo. Railton revisou partes de seu projeto original e saiu campe\u00e3o novamente, contudo com a condi\u00e7\u00e3o de que [[Edward Hodges Baily]] projetasse a est\u00e1tua. O projeto original consistia em uma coluna de 62 metros de altura (incluindo a base e a est\u00e1tua), por\u00e9m foi reduzido para 52 metros por quest\u00f5es de estabilidade. A base da coluna seria de arenito, sendo este substitu\u00eddo por [[granito]] pouco antes da constru\u00e7\u00e3o. \n\nEm julho de [[1840]], inciaram-se as escava\u00e7\u00f5es para a funda\u00e7\u00e3o da coluna. Em setembro do mesmo ano, numa cerim\u00f4nia privada, a pedra fundamental foi assentada por [[Charles Davison Scott]], secret\u00e1rio honor\u00e1rio do comit\u00ea e filho do secret\u00e1rio particular de Horatio Nelson - [[John Scott]]. A constru\u00e7\u00e3o seguiu a ritmo lento desde as funda\u00e7\u00f5es at\u00e9 a prepara\u00e7\u00e3o para a coloca\u00e7\u00e3o da est\u00e1tua, que decorreu em [[1843]]. \n\nEm [[1844]], o comit\u00ea do monumento passou por problemas financeiros e decidiu por uma campanha de arrecada\u00e7\u00e3o de fundos, tendo obtido apenas 20.485 libras em doa\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e do Governo. Al\u00e9m disso, por controv\u00e9rsias quanto a localiza\u00e7\u00e3o do monumento no centro da pra\u00e7a, a instala\u00e7\u00e3o das esculturas da base foram adiadas at\u00e9 o ano de [[1849]], quando a escultura de John Edward Carew da morte de Nelson foi colocada na dire\u00e7\u00e3o de [[Whitehall]]. Em seguida, foi a vez de William F. Woodington e sua vers\u00e3o da [[Batalha do Nilo]]. \n\nA est\u00e1tua de 5 metros de altura no topo da coluna foi esculpida por Edward Hodges Baily em arenito de [[Craigleith]], doado pelo Duque de Buccleuch, antigo presidente do comit\u00ea para o monumento. O capitel cor\u00edntio \u00e9 feito do bronze recuperado do HMS ''Royal George''. Em [[1867]], foram adicionados os le\u00f5es de bronze \u00e0 base da coluna.\n\n== Galeria ==\n\nCmglee Nelson Column statue Olympics.jpg|Est\u00e1tua de Nelson decorada para as [[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2012|Olimp\u00edadas de 2012]].\nColumna de Nelson, Plaza de Trafalgar, Londres, Inglaterra, 2014-08-07, DD 038.JPG|Topo da Coluna de Nelson.\nNelson's Column - geograph.org.uk - 1146987.jpg|Coluna de Nelson \u00e0 dist\u00e2ncia. \nBronze lion and church spire, Trafalgar Square - geograph.org.uk - 1600280.jpg|Um dos le\u00f5es de bronze na base da Coluna.\n\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{-}}\n\n{{esbo\u00e7o-arquitectura}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Coluna Nelson}}\n[[Categoria:Monumentos de Londres]]\n[[Categoria:Batalha de Trafalgar]]\n[[Categoria:Trafalgar Square]]\n[[Categoria:Constru\u00e7\u00f5es de Westminster]]"}]},"4553376":{"pageid":4553376,"ns":0,"title":"The Agitator","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais notas|data=junho de 2021}}\n{{info/Filme/Wikidata}}\n'''''The Agitator''''' \u00e9 um [[filme brit\u00e2nico]] de 1945, do g\u00eanero [[drama (cinema)|drama]], dirigido por [[John Harlow]], com roteiro de [[Edward Dryhurst]] baseado no romance ''Peter Pettenger'', de [[William Riley]].{{citar web|URL=https://www2.bfi.org.uk/films-tv-people/4ce2b6a536d48|t\u00edtulo=''The Agitator'' (1945)|autor=|data=|publicado=[[British Film Institute]]|acessodata=15/6/2021}}\n\n==Sinopse==\nJovem mec\u00e2nico se revolta por acreditar que seu pai fora n\u00e3o recebera o pagamento justo por uma inven\u00e7\u00e3o.\n\n==Elenco==\n{{elenco|*[[William Hartnell]] ... Peter Pettinger\n*[[Mary Morris]] ... Lettie Shackleton\n*[[John Laurie]] ... Tom Tetley\n*[[Moore Marriott]] ... Ben Duckett\n*[[J.H. Roberts]] ... Sr. Ambler\n*[[George Carney]] ... Bill Shackleton\n*[[Frederick Leister]] ... Mark Overend\n*[[Joss Ambler]] ... Charles Sheridan\n*[[Elliott Mason]] ... Sra. Pettinger\n*[[Cathleen Nesbitt]] ... Sra. Montrose\n*[[Joyce Heron]] ... Helen Montrose\n*[[Edward Rigby]] ... Charlie Branfield\n*Philip Godfrey ... Bert Roberts\n*[[Moira Lister]] ... Joan Shackleton\n*[[Beatrice Varley]] ... Sra. Shackleton\n*[[Cyril Smith]] ... Dunham\n*Howard Douglas ... Taylor\n*[[Lloyd Pearson]] ... Derek Cunlyffe\n*[[Edgar Driver]] ... Smith\n*[[Bransby Williams]] ... l\u00edder do grupo}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-filme-uk}}\n{{portal3|cinema|socialismo|uk}}\n{{normdaten}}\n\n{{Sem infocaixa|1=Filme}}\n{{DEFAULTSORT:Agitator 1945}}\n[[Categoria:Filmes baseados em romances de autores do Reino Unido]]\n[[Categoria:Filmes dirigidos por John Harlow]]\n[[Categoria:Filmes do Reino Unido de 1945]]\n[[Categoria:Filmes de drama do Reino Unido]]\n[[Categoria:Filmes sobre movimentos trabalhistas]]\n[[Categoria:Filmes em preto e branco]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua inglesa da d\u00e9cada de 1940]]"}]},"801250":{"pageid":801250,"ns":0,"title":"C\u00f3rrego Lajeado","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=maio de 2019}}\n{{Info/Rio}}\nO '''c\u00f3rrego Lajeado''' \u00e9 um corpo d\u2019\u00e1gua situado no munic\u00edpio de [[Tr\u00eas Lagoas]], no leste do [[estado]] de [[Mato Grosso do Sul]], [[Brasil]].\n\n{{Hidrografia do Brasil}}\n{{esbo\u00e7o-hidrografiabr}}\n{{controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:C\u00f3rregos de Mato Grosso do Sul|Lajeado, C\u00f3rrego]]\n[[Categoria:Geografia de Tr\u00eas Lagoas]]"}]}}}}