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Ele foi um [[Infante da Espanha]], neto do rei [[Filipe V da Espanha]]. O primeiro filho var\u00e3o de [[Carlos III de Espanha]] e [[Maria Am\u00e1lia da Sax\u00f4nia]], ele foi exclu\u00eddo da sucess\u00e3o \u00e0 coroa espanhola por sofrer de atraso mental.[http://www.genealogics.org/getperson.php?personID=I00000786&tree=LEO Infante Dom Felipe, Duque de Cal\u00e1bria] Quando o seu pai se tornou rei de Espanha em 1759, Filipe continuou a viver em N\u00e1poles, onde ficou at\u00e9 morrer de var\u00edola aos trinta anos de idade.\n\n== Herdeiro aparente ==\n\nFilipe nasceu no Pal\u00e1cio de Portici, no Reino de N\u00e1poles, sendo o sexto filho e primeiro var\u00e3o do rei [[Carlos III de Espanha|Carlos VII de N\u00e1poles]] e da sua esposa, a princesa [[Maria Am\u00e1lia da Sax\u00f4nia|Maria Am\u00e1lia da Sax\u00f3nia]]. O seu nascimento foi uma ocasi\u00e3o feliz, uma vez que os seus pais tinham tido apenas meninas at\u00e9 ao seu nascimento, tr\u00eas das quais tinham morrido ainda beb\u00e9s. O pr\u00edncipe recebeu os nomes de Filipe Ant\u00f3nio Gennaro Pascoal Francisco de Paula. O seu primeiro nome era uma homenagem ao seu av\u00f4, o rei [[Filipe V de Espanha]], que tinha morrido a 9 de Julho de 1746. Os seus padrinhos foram os seus tios paternos, o rei [[Fernando VI de Espanha]] e a infanta [[Maria B\u00e1rbara de Bragan\u00e7a, Rainha de Espanha|B\u00e1rbara de Portugal]].Rubio, ''Reinas de Espa\u00f1a'', p. 263 Como era herdeiro aparente do seu pai, Filipe recebeu o t\u00edtulo de duque da [[Calabria]], uma honra que era atribu\u00edda na altura ao herdeiro do reino de N\u00e1poles. Apesar de ter nascido com um bom peso e rosado, tornou-se rapidamente evidente que havia algo de errado nele. As suas amas de leite tiveram de ser trocadas v\u00e1rias vezes, uma vez que a crian\u00e7a sofria de ataques epil\u00e9pticos. \u00c0 media que foi crescendo, confirmou-se que sofria de defici\u00eancias, principalmente no seu rosco peculiar.Rubio, ''Reinas de Espa\u00f1a'', p. 264 De acordo com um observador, o pr\u00edncipe sofria de \"''uma cabe\u00e7a muito pesada, que faz com que seja sombrio e mal-humorado''\". Acton, ''The Bourbons of Naples'', p. 69\n\nEm 1754, o embaixador da Sardenha relatou que \"''o pr\u00edncipe real n\u00e3o parece estar de boa sa\u00fade''\" acrescentando que \"''h\u00e1 algo nos seus olhos que n\u00e3o est\u00e1 em harmonia com o resto das fei\u00e7\u00f5es. Foi-me assegurado que tem sete anos de idade e ainda n\u00e3o fala e que mal consegue pronunciar uma palavra''.\"Acton, ''The Bourbons of Naples'', p. 71. No entanto, os seus pais tentaram esconder as suas defici\u00eancias do p\u00fablico e de si mesmos, aparecendo com o filho na corte como se nada se passasse. At\u00e9 aos sete anos de idade, Filipe foi criado juntamente com as irm\u00e3s e irm\u00e3os mais novos por uma governanta. Em 1755, passou a ser educado, juntamente com o irm\u00e3o [[Carlos IV de Espanha|Carlos]], pelo pr\u00edncipe de San Nicandro.\n\n== Exclus\u00e3o da linha de sucess\u00e3o ==\n\nQuando o seu tio, o rei [[Fernando VI de Espanha]], morreu a 10 de Agosto de 1759, os pais de Filipe viram-se obrigados a confrontar o estado de sa\u00fade do seu filho. Uma vez que Carlos III tinha de partir para Espanha para assumir o trono, tinha de abdicar dos tronos de N\u00e1poles e da Sic\u00edlia a favor de um dos seus filhos. Um comit\u00e9 composto por altos oficiais magistrais e seis m\u00e9dicos examinou o estado mental do pr\u00edncipe, que tinha doze anos na altura, para determinar se ele tinha capacidade para reinar. O pr\u00edncipe foi observado atentamente durante duas semanas e, ap\u00f3s esse per\u00edodo, o comit\u00e9 declarou que o seu estado mental o tornava incapaz de governar. Assim, Filipe foi exclu\u00eddo devido \u00e0s suas incapacidades mentais. Os seus irm\u00e3os mais novos, Carlos e [[Fernando I das Duas Sic\u00edlias|Fernando]], substitu\u00edram-no nas linhas de sucess\u00e3o. Filipe permaneceu em N\u00e1poles, escondido da corte de N\u00e1poles, entre o [[Museu de Capodimonte|Pal\u00e1cio de Capodimonte]] e do rec\u00e9m-constru\u00eddo [[Pal\u00e1cio de Caserta]]. O seu irm\u00e3o Fernando visitava-o com frequ\u00eancia e tratava-o com afecto.Acton, ''The Bourbons of Naples'', p. 118\n\n\"''Raramente algu\u00e9m o v\u00ea'',\" escreveu Samuel Sharp, \"''mas o concelho de reg\u00eancia acha por bem exibi-lo algumas vezes por ano, nomeadamente quando o rei se retira de N\u00e1poles para Portici e de Portici para N\u00e1poles. Quando a fam\u00edlia estava na minha cidade, aproveitei a oportunidade para me entreter com o espect\u00e1culo (...). A administra\u00e7\u00e3o age com cautela, expondo-o ao olhar p\u00fablico de vez em quando ao p\u00fablico, uma vez que basta v\u00ea-lo para compreender o motivo pelo qual foi condenado ao idiotismo e deserdado h\u00e1 alguns anos. A corte estava de luto, mas ele estava t\u00e3o bem vestido como seria poss\u00edvel para um jovem de luto e o cabelo estava bem penteado e empoado. No entanto, apesar de todas estas vantagens, bastou-me olhar para ele apenas uma vez para ficar convencido de que a mente dele n\u00e3o possui qualquer capacidade. Possui aquele revirar de olhos sonhador, muito particular dos idiotas e beb\u00e9s rec\u00e9m-nascidos que, por n\u00e3o estarem dotados de pensamento e reflex\u00e3o, n\u00e3o conseguem centrar a sua aten\u00e7\u00e3o num ponto em particular. Existem alguns charlat\u00e3es desonestos e m\u00e9dicos patetas que afirmam que n\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel encontrar uma cura e que \u00e9 poss\u00edvel devolver-lhe o bom senso (...) Mas, tanto quando sei, o pr\u00edncipe vive uma esp\u00e9cie de vida animal feliz. Come e bebe com grande prazer, n\u00e3o est\u00e1 sujeito a problemas de natureza emocional e desfruta de divertimentos infantis como qualquer crian\u00e7a de colo''\". Acton, ''The Bourbons of Naples'', p. 119 \n\n== \u00daltimos anos ==\n\nDe acordo com Hamilton, Filipe era \"''tratado com certas defer\u00eancias, estando sempre acompanhado de camareiros ao seu servi\u00e7o que o vigiavam com grande aten\u00e7\u00e3o, uma vez que, de outra forma, ele acabaria por cometer milhares de excessos. Era dada especial aten\u00e7\u00e3o para que o pr\u00edncipe n\u00e3o tivesse contacto com o sexo oposto, para o qual mostrava maior queda, mas acabaria por ser imposs\u00edvel impedi-lo de tentar emancipar-se nesta \u00e1rea. Eludiu muitas vezes a vigil\u00e2ncia dos seus cuidadores e, quando observava senhoras a passar pelo pal\u00e1cio, atacava-as com a mesma impetuosidade que [[P\u00e3 (mitologia)|P\u00e3]] ou os [[S\u00e1tiro (mitologia)|S\u00e1tiros]] s\u00e3o descritos por [[Ov\u00eddeo]] quando perseguiam as Ninfas e com iguais inten\u00e7\u00f5es. Houve mais do que uma dama da corte que foi salva no momento cr\u00edtico dos seus abra\u00e7os. Havia certos dias do ano em que ele tinha permiss\u00e3o para presidir a uma esp\u00e9cie de Corte, quando os embaixadores estrangeiros o visitavam nos seus aposentos para o cumprimentar. Aquilo com o qual mais se divertia era levantar as m\u00e3os perante os criados, cerca de quinze ou dezasseis, enquanto estes lhe colocavam as luvas, uma maior do a outra.''\"Acton, ''The Bourbons of Naples'', p. 186\n\nEm Setembro de 1777, o infante Filipe adoeceu de [[var\u00edola]].Acton, ''The Bourbons of Naples'', p. 185 Temendo o cont\u00e1gio, o rei e rainha fugiram para [[Caserta]]. Filipe faleceu no Pal\u00e1cio de Portici, em N\u00e1poles, aos trinta anos de idade. Encontra-se enterrado na [[Bas\u00edlica de Santa Clara (N\u00e1poles)|Bas\u00edlica de Santa Clara]] em N\u00e1poles.\n\n== Genealogia ==\n{| class=\"wikitable\"\n|+'''Os antepassados de Filipe de Cal\u00e1bria em tr\u00eas gera\u00e7\u00f5es'''[http://www.thepeerage.com/p10578.htm#i105776 The Peerage], consultado a 29 de Dezembro de 2014\n|-\n|-\n| rowspan=\"8\" align=\"center\"| '''Filipe de Cal\u00e1bria'''\n| rowspan=\"4\" align=\"center\"| '''Pai:'''
[[Carlos III de Espanha]]\n| rowspan=\"2\" align=\"center\"| '''Av\u00f4 paterno:'''
[[Filipe V de Espanha]]\n| align=\"center\"| '''Bisav\u00f4 paterno:'''
[[Lu\u00eds, o grande delfim de Fran\u00e7a]]\n|-\n| align=\"center\"| '''Bisav\u00f3 paterna:'''
[[Maria Ana Vit\u00f3ria de Baviera]]\n|-\n| rowspan=\"2\" align=\"center\"| '''Av\u00f3 paterna:'''
[[Isabel Farn\u00e9sio]]\n| align=\"center\"| '''Bisav\u00f4 paterno:'''
[[Eduardo, Pr\u00edncipe herdeiro de Parma]]\n|-\n| align=\"center\"| '''Bisav\u00f3 paterna:'''
[[Doroteia Sofia de Neuburgo]]\n|-\n| rowspan=\"4\" align=\"center\"| '''M\u00e3e:'''
[[Maria Am\u00e1lia da Sax\u00f4nia]]\n| rowspan=\"2\" align=\"center\"| '''Av\u00f4 materno:'''
[[Augusto III da Pol\u00f4nia]]\n| align=\"center\"| '''Bisav\u00f4 materno:'''
[[Augusto II da Pol\u00f4nia]]\n|-\n| align=\"center\"| '''Bisav\u00f3 materna:'''
[[Cristiana Everadina de Brandemburgo-Bayreuth]]\n|-\n| rowspan=\"2\" align=\"center\"| '''Av\u00f3 materna:'''
[[Maria Josefa da \u00c1ustria (1699-1757)|Maria Josefa da \u00c1ustria]]\n| align=\"center\"| '''Bisav\u00f4 materno:'''
[[Jos\u00e9 I, Sacro Imperador Romano-Germ\u00e2nico]]\n|-\n| align=\"center\"| '''Bisav\u00f3 materna:'''
[[Guilhermina Am\u00e1lia de Brunsvique-Luneburgo]]\n|}\n\n== Bibliografia ==\n\n* Acton, Harold. ''The Bourbons of Naples (1734-1825)''. Prion books limited, London, 1989 (publicado pela primeira vez em 1957). ISBN 1-85375-291-6\n* Rubio, Maria Jos\u00e9. ''Reinas de Espa\u00f1a''. La Esfera de los Libros, Madrid, 2009. ISBN 978-84-9734-804-1\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{Tradu\u00e7\u00e3o/ref|en|Infante Philip, Duke of Calabria|619484566}}\n\n[[Categoria:Casa de Bourbon]]\n[[Categoria:Infantes da Espanha]]\n[[Categoria:Duques da Cal\u00e1bria]]\n[[Categoria:Herdeiros que nunca subiram ao trono]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria da Sic\u00edlia]]\n[[Categoria:Cavaleiros da Ordem do Tos\u00e3o de Ouro]]\n[[Categoria:Mortes por var\u00edola]]\n[[Categoria:Nobres portadores de defici\u00eancia]]\n[[Categoria:Sepultados na Bas\u00edlica de Santa Clara (N\u00e1poles)]]"}]},"5916051":{"pageid":5916051,"ns":0,"title":"Albatine","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento/Om\u00e3|\n|nome = Albatine\n|outro_nome = Al-Batin\n|latd = 22 \n|latm = 30\n|longd = 59\n|longm = 06 \n|prov\u00edncia = [[Sudeste (prov\u00edncia)|Sudeste]]\n|vilaiete = [[Alcamil e Aluafi (vilaiete)|Alcamil e Aluafi]]\n|\u00e1rea_total_km2 = 1.6\n|popula\u00e7\u00e3o_em = 2010\n|popula\u00e7\u00e3o_total = 112\n}}\n'''Albatine''' ({{langx|ar|\u0627\u0644\u0628\u0627\u0637\u0646\t||''Al-Batin''}}) \u00e9 uma localidade da [[subdivis\u00f5es do Om\u00e3|prov\u00edncia]] [[Sudeste (prov\u00edncia)|Sudeste]] e do [[lista de vilaietes do Om\u00e3|vilaiete]] de [[Alcamil e Aluafi (vilaiete)|Alcamil e Aluafi]], no [[Om\u00e3]]. Segundo censo de 2010, havia 112 residentes, 16 for\u00e2neos e 96 omanis. Compreende \u00e1rea de 1,6 quil\u00f4metros quadrados.{{sfn|CP|2018}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n\n* {{Citar web|ref={{harvid|CP|2018}}|ano=2018|url=https://www.citypopulation.de/php/oman-sharqiyahsouth.php?cityid=080240380|t\u00edtulo=OMAN: Ash Sharqiyah South Governorate - Al-Batin}}\n\n{{Sudeste (Om\u00e3)}}\n{{Portal3|Om\u00e3|Geografia}}\n\n[[Categoria:Localidades de Alcamil e Aluafi (vilaiete)]]"}]},"271420":{"pageid":271420,"ns":0,"title":"Uridina","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=agosto de 2020}}\n{{chembox new\n| Watchedfields = changed\n| verifiedrevid = 266158044\n|ImageFile=U chemical structure.png\n|ImageSize=150px\n|IUPACName=uridine\n|OtherNames=\n|Section1= {{Chembox Identifiers\n| CASNo=58-96-8\n| CASNo_Ref = {{cascite}}\n| PubChem=\n| SMILES=O=C1NC(=O)N(C=C1)[C@@H]2O[C@H](CO)[C@@H](O)[C@H]2O\n| MeSHName=Uridine\n }}\n|Section2= {{Chembox Properties\n| C=9|H=12|N=2|O=6\n| MolarMass=244.20\n| Appearance=\n| Density=\n| MeltingPt=\n| BoilingPt=\n| Solubility=\n }}\n|Section3= {{Chembox Hazards\n| MainHazards=\n| FlashPt=\n| Autoignition=\n }}\n}}\n'''Uridina''' \u00e9 uma mol\u00e9cula formada quando um [[uracilo]] \u00e9 ligado a um anel de [[ribose]] (tamb\u00e9m conhecido como [[ribofuranose]]) por uma liga\u00e7\u00e3o \u03b2-N1-[[liga\u00e7\u00e3o glicos\u00eddica|glicos\u00eddica]], formando um [[nucleos\u00eddeo]].\n\nSe uma [[uracila]] \u00e9 ligada a um anel de [[desoxirribose]], ent\u00e3o o resultado \u00e9 conhecido como uma [[desoxiuridina]].\n\n{{esbo\u00e7o-bioqu\u00edmica}}\n{{\u00e1cidos nucleicos}}\n\n[[Categoria:Nucleos\u00eddeos]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:3s4eskrp1.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Question book.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:U chemical structure.png"}]},"47934":{"pageid":47934,"ns":0,"title":"Demagogia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Pol\u00edtica}}\n'''Demagogia''' \u00e9 um termo de origem grega que significa \"arte ou poder de conduzir o povo\". \u00c9 uma forma de atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica na qual existe um claro interesse em manipular ou agradar a massa popular, incluindo promessas que muito provavelmente n\u00e3o ser\u00e3o realizadas, visando apenas \u00e0 conquista do poder pol\u00edtico e ou outras vantagens correlacionadas.[http://www.significados.com.br/demagogia/ Significado de Demagogia, Significados.com.br]\n\n\u00c9 a [[estrat\u00e9gia]] de condu\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-ideol\u00f3gica, valendo-se da utiliza\u00e7\u00e3o de argumentos apelativos, emocionais ou irracionais, em vez de [[argumentos]] [[racionais]]{{citar web|url=http://www.oxforddictionaries.com/us/definition/english/demagogue|t\u00edtulo=Demagogue|acessodata=22 de janeiro de 2014|autor=Oxford Dictionaires}} para proveito pr\u00f3prio.\n\nEm geral, a demagogia est\u00e1 relacionada \u00e0 negativa da delibera\u00e7\u00e3o racional fazendo uso de uma das falhas da [[democracia]], qual seja, manipular a maioria pelo uso de aparentes argumentos de [[senso comum]] entremeados com [[disjun\u00e7\u00e3o|disjun\u00e7\u00f5es]] [[fal\u00e1cia|falaciosas]], pr\u00e1tica esta que remonta j\u00e1 \u00e0 [[Gr\u00e9cia antiga]], muito embora sem conota\u00e7\u00e3o negativa a princ\u00edpio. {{citar livro|autor=OSTWALD, Martin.|t\u00edtulo=From Popular Sovereignty to the Sovereignty of Law.|ano=1986|editora=University of California Press|local=San Francisco|p\u00e1gina=201|ISBN= 0520067983}}\n\n\u00c9 no entanto, uma palavra que foi tamb\u00e9m usada contrariamente ao seu termo expl\u00edcito, usada por radicais e como radicalismo contra os Republicanos.''Come\u00e7aram a prender-se aos milhares, por simples suspeitas, os republicanos.'' ''Uma horda impune e an\u00f3nima fazia pelas ruas persegui\u00e7\u00f5es a cavalo marinho e a tiro. Homens, os mais respeitados e categorizados, foram enxovalhados e brutalizados por uma escumalha mercen\u00e1ria, sob as ordens e a protec\u00e7\u00e3o de muitas autoridades. A isto se chamou:-combate \u00e0 demagogia.''{{Citar livro|sobrenome=Cortes\u00e3o|nome=Jaime|t\u00edtulo= Mem\u00f3rias da Grande Guerra 1916-1919-3\u00aa Edi\u00e7\u00e3o|editora=Renascen\u00e7a Portuguesa|ano=1919|p\u00e1gina=217}} Uma dessas pessoas, v\u00edtimas desta brutalidade viria a ser Jaime cortes\u00e3o, Republicano, combatente na primeira guerra mundial, que ainda em convalescen\u00e7a e retornado da frente da guerra, seria detido e ido \u00e1s grades. Escreveria da penitenci\u00e1ria aos 26 de Outubro de 1918, perguntando incr\u00e9dulo perante a subvers\u00e3o a que tinha sido sujeito, finalizando com: \"''\u00c9 esta a M\u00e3e-P\u00e1tria?! Amigo Grat\u00edssimo.''\"{{Citar livro|sobrenome=Cortes\u00e3o|nome=Jaime|t\u00edtulo= Mem\u00f3rias da Grande Guerra 1916-1919-3\u00aa Edi\u00e7\u00e3o|editora=Renascen\u00e7a Portuguesa|ano=1919|p\u00e1gina=220}} \u00c9 uma palavra que envolve por isso, muita cautela no uso da mesma, facilmente subvertida aos interesses dos que a usam.\n== Hist\u00f3ria ==\nOrigina-se do termo grego \u03b4\u03b7\u03bc\u03b1\u03b3\u03c9\u03b3\u03af\u03b1 (''d\u0113mag\u014fg\u00ed\u0101''/d\u025b\u02d0m\u00e4gog\u00ed\u02d0.\u00e4\u02d0/), que, por sua vez, comp\u00f5e-se de \u03b4\u1fc6\u03bc\u03bf\u03c2 (d\u0113mos=\"povo, popula\u00e7\u00e3o\") +\u1f04\u03b3\u03c9\u03b3\u03bf\u03c2 (ag\u014dgos=\"liderar, lideran\u00e7a\"), que, na Gr\u00e9cia e Roma antigas referiam-se ao orador que falava em nome da popula\u00e7\u00e3o menos afortunada.{{citar web|url=http://www.oxforddictionaries.com/us/definition/american_english/demagogue?q=demagogue|t\u00edtulo=Demagogue|acessodata=22 de janeiro de 2014|autor=Oxford Dictionaires}}\n\nDe fato, os demagogos gregos defendiam as classes mais pobres, em geral fazendo uso de viol\u00eancia e outros artif\u00edcios apelativos, sem restri\u00e7\u00f5es de ordem comum, alegando o benef\u00edcio de suas pr\u00f3prias a\u00e7\u00f5es na defesa de direitos da maioria, justificando-se como tal uma oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 aristocracia conjuntural. {{citar livro|autor=SIGNER, M.|t\u00edtulo=\"Defining the Demagogue\". Demagogue: The Fight to Save Democracy from Its Worst Enemies.|ano=2009|editora=Macmillan|p\u00e1gina=32-38|ISBN= 0230606245}}\n\nNo livro \"''[[A Pol\u00edtica]]''\", [[Arist\u00f3teles]] aponta a demagogia como a corrup\u00e7\u00e3o da democracia assim como a tirania correspondia \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o da monarquia.[http://www.significados.com.br/demagogia/ Significado de Demagogia, Significados.com.br]\n\nPosteriormente, na [[Idade M\u00e9dia]] e [[Renascentismo]], o conceito vai adquirindo outras conota\u00e7\u00f5es, \u00e0 medida que o Estado vai sendo consolidado, n\u00e3o raro fazendo uso dessas estrat\u00e9gias como forma de manipula\u00e7\u00e3o de massas. [[Maquiavel]] discute que o [[Estado]] \u00e9 a \u00fanica organiza\u00e7\u00e3o cuja a\u00e7\u00e3o mobiliza todos, visto que disp\u00f5e de todos os meios e bens materiais de gest\u00e3o e coa\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 um meio de [[coopta\u00e7\u00e3o]] e [[coer\u00e7\u00e3o]] que age sobre a [[sociedade]] e os [[indiv\u00edduo]]s. Desta forma, instrumentalizar-se-ia o ato de manipula\u00e7\u00e3o de massas que serviriam a um prop\u00f3sito.{{citar livro|autor=MAQUIAVEL, N.|t\u00edtulo=\"O Pr\u00edncipe\": Com coment\u00e1rios de Napole\u00e3o Bonaparte|ano=2003|editora=Elsevier Editora Ltd.|edi\u00e7\u00e3o=7\u00aa|p\u00e1gina=33-92|ISBN= 8535213023}}\n\nO ateniense [[Cl\u00e9on]] ficou conhecido como not\u00f3rio demagogo por causa de tr\u00eas eventos descritos por Arist\u00f3fanes e Tuc\u00eddides.{{citar livro|autor=GRANT, M.|t\u00edtulo=Ancient Historians|ano=1994|editora=Barnes & Noble Publishing|p\u00e1gina=98|p\u00e1ginas=110-111|ISBN= 1-56619-599-3}}{{citar livro|autor=ARISTOPHANES|t\u00edtulo=The knights|ano=1902|editora=Sparklesoup LLC|p\u00e1gina=5-6|ISBN= 1597486973}}\n\nPrimeiramente, ap\u00f3s a fracassada revolta em [[Mitilene]], Cl\u00e9on persuadiu os atenienses para realizar o abate de todos os homens da cidade, n\u00e3o apenas dos prisioneiros, assim como a realizar a venda das esposas e filhos como escravos. No dia seguinte, por\u00e9m, os atenienses revogaram esse ato. Em segundo lugar, depois de Atenas ter derrotado completamente a frota do Peloponeso, Esparta apenas poderia pedir a paz em quaisquer termos que fossem. Cl\u00e9on, por\u00e9m, persuadiu os atenienses a rejeitar a oferta de paz. Em terceiro, Cl\u00e9on lan\u00e7ou provoca\u00e7\u00f5es aos generais atenienses, chamando-os de covardes e alegando poder levar a efeito a guerra contra a Esfact\u00e9ria mesmo sem conhecimento militar.{{citar livro|autor=GRANT, M.|t\u00edtulo=Ancient Historians|ano=1994|editora=Barnes & Noble Publishing|p\u00e1gina=98|p\u00e1ginas=110-111|ISBN= 1-56619-599-3}}{{citar livro|autor=ARISTOPHANES|t\u00edtulo=The knights|ano=1902|editora=Sparklesoup LLC|p\u00e1gina=5-6|ISBN= 1597486973}}\n\nAlcib\u00edades \u00e9 outro exemplo de demagogo. Ele convenceu o povo de Atenas para tentar conquistar a Sic\u00edlia durante a [[Guerra do Peloponeso]], com resultados desastrosos. Liderou a assembl\u00e9ia ateniense, utilizando-se de artif\u00edcios que lhe permitiram tornar-se comandante.{{citar livro|autor=VERDEGEM|t\u00edtulo=Plutarch's Life of Alcibiades: Story, Text and Moralism. Plutarchea Hypomnemata Series.|ano=2010|editora=Leuven University Press|p\u00e1ginas=220-290|ISBN=9058677605}}\n\nNos tempos atuais, refere-se \u00e0 demagogia de determinadas correntes pol\u00edticas,Michael Grant, Ancient Historians, p. 98, pp. 110\u2013111. Barnes & Noble Publishing (1994). ISBN 1-56619-599-3 quase sempre como ofensiva de car\u00e1ter pessoal. Por\u00e9m, se bem seja poss\u00edvel caracterizar o [[populismo]] direitista ou at\u00e9 mesmo o esquerdismo como correntes de cunho demag\u00f3gico, esta \u00e9 uma pr\u00e1tica que est\u00e1 afeita ao ato pol\u00edtico atual, sendo, praticamente, inerente ao ato pol\u00edtico ocidental.{{citar livro|autor=BARRET|t\u00edtulo=Plutarch's Life of Alcibiades: Story, Text and Moralism. Plutarchea Hypomnemata Series.|ano=1991|editora= SUNY Press|p\u00e1ginas=107-108|ISBN=0791404838}}{{citar livro|autor=FARHAT|t\u00edtulo=Dicion\u00e1rio Parlamentar e Pol\u00edtico:O processo pol\u00edtico e legislativo no Brasil.|ano=1996|editora=Funda\u00e7\u00e3o Petr\u00f3polis - Companhia Melhoramentos|p\u00e1gina=238|ISBN=8506022959}}{{citar livro|autor=BORON |numero-autores=et al|t\u00edtulo=Teoria e Filosofia Pol\u00edtica: A Recupera\u00e7\u00e3o dos Cl\u00e1ssicos no Debate Latino-Americano\n|ano=2004|editora=EdUSP|p\u00e1ginas=150-178|ISBN=853140813X}}\n\nAlguns autores de ci\u00eancias pol\u00edticas chegam a citar novos conceitos, como [[demagogia digital]], indo al\u00e9m do puro significado conotativo do termo. PONS refere tamb\u00e9m que \u00e9 importante n\u00e3o confundir o conceito de [[ret\u00f3rica]], [[fal\u00e1cia]] e '''demagogia'''.{{citar web|url=https://www.marcialpons.es/static/pdf/TEORIA_POLITICA2013.pdf|t\u00edtulo=Teoria Politica - Nuova Serie - Annali III|acessodata=23 de janeiro de 2014|autor=PONS, M.|publicado=Bovero Ed.|arquivourl=https://web.archive.org/web/20140203134936/https://www.marcialpons.es/static/pdf/TEORIA_POLITICA2013.pdf|arquivodata=2014-02-03|urlmorta=yes}}\n\n== Vis\u00e3o aristot\u00e9lica ==\nPara [[Arist\u00f3teles]], o que hoje denominamos '''demagogia''', ele chamava [[democracia]], pois tinha para si a profunda corrup\u00e7\u00e3o do governo popular no tempo que escreveu. E o que denominamos [[democracia]], ele designava como [[politia]]. \u00c0 [[monarquia]] denominava [[realeza]] e \u00e0 [[tirania]], chamava [[despotia]].{{citar livro|autor=AZAMBUJA|t\u00edtulo=Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Ci\u00eancia Pol\u00edtica\n|ano=1973|editora=Globo Livros|p\u00e1gina=234|ISBN= 8525045748}}\n\nEle aponta que a demagogia seria para a [[democracia]] o que a [[tirania]] seria para a [[monarquia]], explicando como poss\u00edvel dismorfia do ato altru\u00edsta da [[pol\u00edtica]] para uma posi\u00e7\u00e3o centrada em interesses pessoais ou grupais de forma isolada e n\u00e3o em conjunto, fazendo uso da lisonja e da orat\u00f3ria torcida e falaciosa. Por\u00e9m, mesmo neste contexto, n\u00e3o se aponta como necessariamente negativa ou enganosa.{{citar livro|autor=ARIST\u00d3TELES|t\u00edtulo=\"A Pol\u00edtica\"|ano=2008|editora=Hemus|p\u00e1gina=12-72|ISBN= 8528905659}}\n\nDe fato, \u00e9 comum na popula\u00e7\u00e3o em geral, discutir-se esse tipo de tem\u00e1tica com o uso de conceitos de senso comum, mas, no contexto da obra de Arist\u00f3teles, que inspirou toda a produ\u00e7\u00e3o posterior, a pol\u00edtica seria \"intimamente unida \u00e0 [[moral]], sendo fim \u00faltimo do Estado a [[virtude]], isto \u00e9, a forma\u00e7\u00e3o moral dos cidad\u00e3os e o conjunto dos meios necess\u00e1rios para isso\". O Estado seria, portanto, \"''um organismo moral, condi\u00e7\u00e3o e complemento da atividade moral individual e fundamento primeiro da suprema [[atividade contemplativa]]''\".\nA Pol\u00edtica, contudo, seria \"''distinta da Moral, porquanto esta teria como objetivo o indiv\u00edduo, aquela a [[coletividade]].\nA [[\u00e9tica]] \u00e9 a [[doutrina]] de [[moral individual]], a [[pol\u00edtica]] \u00e9 a doutrina da [[moral social]]. Desta ci\u00eancia trata Arist\u00f3teles precisamente na Pol\u00edtica. O estado, ent\u00e3o, \u00e9 superior ao indiv\u00edduo, porquanto a coletividade \u00e9 superior ao indiv\u00edduo, o bem comum superior ao bem particular. Unicamente no estado efetua-se a satisfa\u00e7\u00e3o de todas as necessidades, pois o homem, sendo naturalmente [[animal social]], pol\u00edtico, n\u00e3o pode realizar a sua perfei\u00e7\u00e3o sem a sociedade do estado''.\"\n\nQuanto \u00e0 forma exterior do estado, Arist\u00f3teles distingue tr\u00eas principais:\n* a [[monarquia]], que \u00e9 o governo de um s\u00f3, cujo car\u00e1ter e valor est\u00e3o na unidade, e cuja degenera\u00e7\u00e3o \u00e9 a [[tirania]];\n* a [[aristocracia]], que \u00e9 o governo de poucos, cujo car\u00e1ter e valor est\u00e3o na qualidade, e cuja degenera\u00e7\u00e3o \u00e9 a [[oligarquia]];\n* a [[democracia]], que \u00e9 o governo de muitos, cujo car\u00e1ter e valor est\u00e3o na liberdade, e cuja degenera\u00e7\u00e3o \u00e9 a '''demagogia'''.\n\nAs prefer\u00eancias de Arist\u00f3teles v\u00e3o para uma forma de rep\u00fablica democr\u00e1tico-intelectual, a forma de governo cl\u00e1ssica da Gr\u00e9cia, particularmente de Atenas.{{citar web|url=http://www.pucsp.br/pos/cesima/schenberg/alunos/paulosergio/politica.html|t\u00edtulo=Arist\u00f3teles - Pol\u00edtica|acessodata=22 de janeiro de 2014|autor=PUC|publicado=Tese de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o/N\u00e3o publicada}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Demagogo]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{wikiquote|Demagogia}}\n\n{{Portal3|Pol\u00edtica}}\n\n[[Categoria:Poder pol\u00edtico]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:A coloured voting box.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Vote.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Wikiquote-logo.svg"}]},"3032535":{"pageid":3032535,"ns":0,"title":"(34706) 2001 OP83","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Asteroide\n|numero = 34706\n|nome = 2001 OP83\n|imagem =\n|data_descoberta = 27 de julho de 2001\n|descobridor = [[Near-Earth Asteroid Tracking|NEAT]]\n|homenagem =\n|categoria = [[Cintura de asteroides|asteroide da cintura principal]]\n|semieixo_maior = 2.2524254\n|perelio =\n|afelio =\n|excentricidade = 0.38323060\n|T_orb_dia =\n|T_orb_ano =\n|V_orb_media =\n|inclinacao = 8.69434\n|anomalia_media = 117.5467500\n|arg_periastro = 41.83057\n|long_no_asc = 66.65713\n|dimens\u00e3o =\n|massa =\n|densidade =\n|gravidade =\n|V_escape =\n|T_rotacao =\n|distancia_sol =\n|classe_espectro =\n|magnitude_abs = 14,70\n|albedo =\n|temp_media_C =\n|satelites =\n}}\n'''2001 OP83''' (asteroide 34706) \u00e9 um [[Cintura de asteroides|asteroide da cintura principal]]. Possui uma [[excentricidade orbital|excentricidade]] de 0.38323060 e uma [[inclina\u00e7\u00e3o]] de 8.69434\u00ba.{{citar web|url=http://ssd.jpl.nasa.gov/sbdb.cgi?sstr=34706|t\u00edtulo=34706 2001 OP83|autor=|data=|publicado=NASA|acessodata=23 de dezembro de 2013|l\u00edngua=en}}\n\nEste [[asteroide]] foi descoberto no dia 27 de julho de 2001 por [[Near-Earth Asteroid Tracking|NEAT]] em [[Observat\u00f3rio Palomar|Palomar]].\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n{{portal|Astronomia}}\n* [[Lista de asteroides]]\n* [[Cintura de asteroides|Asteroide da cintura principal]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{LinksAsteroide|34706}}\n\n\n\n{{Esbo\u00e7o-asteroide}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{DEFAULTSORT:34706 2001 Op83}}\n[[Categoria:Asteroides da cintura principal]]\n[[Categoria:Objetos astron\u00f4micos descobertos em 2001]]"}]},"1341302":{"pageid":1341302,"ns":0,"title":"Acropogon aoupiniensis","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem notas|data=agosto de 2020}}\n{{Info/Taxonomia\n |cor = lightgreen\n |imagem =\n |imagem_legenda = \n |nome = ''Acropogon aoupiniensis''\n |estado = VU\n |reino = [[Plantae]]\n |filo = [[Tracheophyta]]\n |classe = [[Magnoliopsida]]\n |ordem = [[Malvales]]\n |fam\u00edlia = [[Sterculiaceae]]\n |g\u00e9nero = ''[[Acropogon]]''\n |esp\u00e9cie = '''''A. aoupiniensis'''''\n |binomial = ''Acropogon aoupiniensis''\n |binomial_autoridade = Morat\n |sin\u00f3nimos = \n}}\n'''''Acropogon aoupiniensis''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[Angiosperma|angiosp\u00e9rmica]] da fam\u00edlia [[Sterculiaceae]].\n\nApenas pode ser encontrada na seguinte regi\u00e3o: [[Nova Caled\u00f3nia]].\n\n== Refer\u00eancias ==\n* {{en}} Jaffr\u00e9, T. ''et al.'' 1998. [http://apiv3.iucnredlist.org/api/v3/website/Acropogon%20aoupiniensis Acropogon aoupiniensis]. [http://www.iucnredlist.org 2006 IUCN Red List of Threatened Species.] Dados de [[10 de Julho]] de [[2007]].\n\n{{Esbo\u00e7o-malvales}}\n{{Portal3|Bot\u00e2nica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Acropogon Aoupiniensis}}\n[[Categoria:Acropogon]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:2006 08 10 Hollyhock.JPG"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app demo.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Falta imagem aves.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Gxermo2.svg"}]},"3253820":{"pageid":3253820,"ns":0,"title":"Santa \u00c1gueda dos G\u00f3ticos (diaconia)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/T\u00edtulo cardinal\u00edcio\n|imagem=Monti - s Agata dei Goti ingresso su via Mazzarino 1000112.JPG\n|largura=240px\n|legenda=[[Bas\u00edlica de Sant'Agata dei Goti]]\n|nome=Santa \u00c1gueda dos G\u00f3ticos\n|prohacvice= sim\n|titular=[[Raymond Leo Burke]]\n|criado= [[s\u00e9culo VIII]]\n|bras\u00e3o= Coat of arms of Raymond Leo Burke.svg\n|informa\u00e7\u00e3o=Criado pelo [[Papa Le\u00e3o III]]\n|ch=1a02\n}}\n'''Santa \u00c1gueda dos G\u00f3ticos''' ou '''Santa \u00c1gueda dos Godos''' (em [[latim]], ''Sancta Agathae in Urbe'') \u00e9 uma [[t\u00edtulo cardinal\u00edcio|diaconia]] institu\u00edda no [[s\u00e9culo VIII]], pelo [[Papa Le\u00e3o III]], com o nome de '''Santa \u00c1gueda na Diaconia''' (ou ''do Cavalo de M\u00e1rmore'', ''in Equo Marmoreo'', por causa de sua proximidade com uma est\u00e1tua equestre de [[J\u00falio C\u00e9sar]]) ou '''Santa \u00c1gueda do Sub\u00farbio'''.The Cardinals of the Holy Roman Church\n\nA igreja a que o t\u00edtulo \u00e9 dedicado, [[Santa \u00c1gueda dos Godos]], tem origem antiga. Durante a ocupa\u00e7\u00e3o dos [[godos]] no [[s\u00e9culo VI]], era dedicado ao culto ariano, e a partir desse momento, ele era conhecido como Santa \u00c1gueda dos Godos. Quando a Igreja caiu em ru\u00ednas, na primeira metade do [[s\u00e9culo XVI]], o cardeal foi transferido para a igreja diaconal de Santa \u00c1gueda em [[Suburra]] (no Sub\u00farbio). Durante o pontificado do [[Papa Pio XI]] o t\u00edtulo manteve-se na igreja de Suburra, mas foi rebatizado para Santa \u00c1gueda dos Godos.GCatholic\n\n==Titulares protetores==\n{{Dividir em colunas}}\n* Giovanni (circa [[1030]] ou [[1025]]-[[1036]])\n* Oderisio (ou Oderisius), [[O.S.B.]] ([[1059]]-[[1088]])\n* Oderisio dei Conti di Sangro, O.S.B. (1112-1122)\n* Vitale Savelli ([[1130]]?-?)\n* Oderisio ([[1131]]-[[1137]]), [[pseudocardeal]] do [[Antipapa]] [[Antipapa Anacleto II|Anacleto II]]\n* [[Papa Bonif\u00e1cio VIII|Benedetto Caetani]], ''[[in commendam]]'' ''[[pro illa vice]]'' ([[1291]] - [[1294]])\n* Bernard de Garves (ou Jarre) ([[1310]]-[[1316]]) \n* Galeotto Tarlati di Petramala ([[1378]]-[[1388]])\n* Louis de Bar ([[1397]]-[[1409]]), pseudocardeal do [[Antipapa Bento XIII]]\n* [[Bartolom\u00e9 Mart\u00ed]] ([[1496]]-[[1500]])\n* [[Ludovico Podocathor]], t\u00edtulo ''[[pro illa vice]]'' (1500-[[1504]]) \n* [[Gabriele de' Gabrielli]], ''[[in commendam]]'' (1505-[[1507]])\n* Vacante (1507-[[1517]])\n* [[Ercole Rangone]] (1517-[[1527]])\n* [[Pirro Gonzaga]] ([[1528]]-[[1529]])\n* [[Francesco Pisani]] (1529-[[1545]])\n* [[Tiberio Crispo]] (1545-[[1551]]); t\u00edtulo ''[[pro illa vice]]'' (1551-[[1562]])\n* [[Fulvio Giulio della Corgna]], [[O.S.Io.Hieros.]], t\u00edtulo ''[[pro illa vice]]'' (1562-[[1565]]) \n* [[Giovanni Michele Saraceni]], t\u00edtulo ''[[pro illa vice]]'' (1565) \n* [[Giovanni Battista Cicala]], t\u00edtulo ''[[pro illa vice]]'' (1565-[[1568]]) \n* [[Tolomeo Gallio]] (1568-[[1587]])\n* [[Girolamo Mattei]] (1587)\n* [[Benedetto Giustiniani]] (1587-[[1589]])\n* [[Frederico Borromeu]] (1589-[[1591]])\n* [[Carlos de Lorena-Vaud\u00e9mont|Carlos III de Lorena-Vaud\u00e9mont]] (1591-[[1607]])\n* [[Luigi Capponi]] ([[1608]]-[[1620]])\n* [[Marco Antonio Gozzadini]], t\u00edtulo ''[[pro illa vice]]'' ([[1623]])\n* [[Ottavio Ridolfi]], t\u00edtulo ''[[pro illa vice]]'' (1623-[[1624]])\n* [[Francesco Barberini (1597-1679)|Francesco Barberini, Sr.]] (1624-[[1632]])\n* [[Antonio Barberini]] (1632-[[1642]])\n* [[Giulio Gabrielli]] (1642-[[1655]])\n* [[Giovanni Stefano Donghi]] (1655-[[1669]])\n* [[Friedrich von Hesse-Darmstadt]] ([[1670]]-[[1682]])\n* [[Girolamo Casanate]] (1682-[[1686]])\n* [[Felice Rospigliosi]] (1686-[[1688]])\n* [[Benedetto Pamphilj]] (1688-[[1693]])\n* [[Carlo Bichi]] (1693-[[1718]])\n* [[Lorenzo Altieri]] (1718-[[1730]])\n* [[Carlo Colonna]] (1730-[[1739]])\n* [[Carlo Maria Marini]] (1739-[[1741]])\n* [[Alessandro Albani]] (1741-[[1743]])\n* [[Agapito Mosca]] (1743-[[1760]])\n* [[Girolamo Colonna di Sciarra]] (1760-[[1763]])\n* [[Prospero Colonna di Sciarra]] (1763-[[1765]])\n* [[Luigi Maria Torregiani]] (1765-[[1777]])\n* [[Domenico Orsini d'Aragona]] (1777-[[1779]])\n* [[Andrea Negroni]] (1779-[[1789]])\n* [[Raniero Finocchietti]] (1789-[[1793]])\n* [[Ludovico Flangini Giovanelli]] ([[1794]]-[[1800]])\n* [[Ercole Consalvi]] (1800-[[1817]])\n* [[Agostino Rivarola]] (1817-[[1826]])\n* [[Juan Francisco Marco y Catal\u00e1n]] ([[1829]]-[[1841]])\n* [[Giacomo Antonelli]] ([[1847]]-[[1868]]); ''in commendam'' (1868-[[1876]])\n* [[Fr\u00e9d\u00e9ric de Falloux du Coudray]] ([[1877]]-[[1879]])\n* [[Giuseppe Pecci]], [[S.J.]] (1879-[[1890]])\n* Vacante (1890-[[1894]])\n* [[Andreas Steinhuber]], S.J. (1894-[[1907]])\n* [[Gaetano Bisleti]] ([[1911]]-[[1928]]); t\u00edtulo ''[[pro illa vice]]'' (1928-[[1937]])\n* [[Konrad von Preysing Lichtenegg-Moos]], t\u00edtulo ''[[pro illa vice]]'' ([[1946]]-[[1950]])\n* [[John Francis D'Alton]], t\u00edtulo ''[[pro illa vice]]'' ([[1953]]-[[1963]])\n* [[Enrico Dante]] ([[1965]]-[[1967]]) \n* [[Silvio Oddi|Silvio Angelo Pio Oddi]] ([[1969]]-[[1979]]); t\u00edtulo ''[[pro illa vice]]'' (1979-[[2001]])\n* [[Tom\u00e1\u0161 \u0160pidl\u00edk]], S.J. ([[2003]]-[[2010]])\n* [[Raymond Leo Burke]] (2010-[[2021]]); t\u00edtulo ''[[pro hac vice]]'' (desde 2021)\n{{Dividir em colunas fim}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*{{link|en|2=http://www.gcatholic.org/churches/cardinal/100.htm|3=GCatholic}}\n*{{link|en|2=http://www.catholic-hierarchy.org/diocese/d1a02.html|3=Catholic Hierarchy}}\n*{{link|en|2=http://cardinals.fiu.edu/deaconries-1.htm#Suburra|3=The Cardinals of the Holy Roman Church}}\n\n{{Portal3|Catolicismo}}\n{{controle de autoridade}}\n{{DEFAULTSORT:Agueda Goticos}}\n[[Categoria:T\u00edtulos cardinal\u00edcios]]"}]},"5788585":{"pageid":5788585,"ns":0,"title":"Lewis Dunk","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Futebolista\n|nome = Lewis Dunk\n|nomecompleto = Lewis Dunk\n|imagem = Lewis Dunk.jpg\n|imagem_tamanho = 200px\n|datadenascimento = {{dni|21|11|1991}}\n|cidadenatal = [[Brighton]]\n|paisnatal = [[Reino Unido]]\n|altura = 1,92\n|peso = \n|p\u00e9 = [[Destro]]\n|apelido = \n|site = \n|actualclube = {{ENGb}} {{Futebol Brighton & Hove Albion}}\n|clubenumero = 5\n|posi\u00e7\u00e3o = [[Defensor]]\n|atividade = \n|patrocinadores = \n|jovemanos = \u20132010\n|jovemclubes = {{Futebol Brighton & Hove Albion}}\n|ano = 2010\u2013
2013\n|clubes = {{Futebol Brighton & Hove Albion}}
{{Seta fut}} [[Bristol City Football Club|Bristol City]] {{Emp fut}}\n|jogos(golos) = {{0|0}}270 {{0|000}}(16)
{{0|000}}3 {{0|0000}}(0)\n|anoselecao = 2018\u2013\n|selecaonacional = [[Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol|Inglaterra]]\n|partidasselecao = {{0|000}}1 {{0|0000}}(0)\n|pcupdate = \n|tupdate = 13 de janeiro de 2021\n|ntupdate = 15 de novembro de 2018\n|medalhas = \n}}\n'''Lewis Dunk''' ([[Brighton]], [[21 de novembro]] de [[1991]]) \u00e9 um futebolista profissional [[Ingleses|ingl\u00eas]] que atua como defensor.\n\n== Carreira ==\nLewis Dunk come\u00e7ou a carreira no {{Futebol Brighton & Hove Albion}}.{{citar web|URL=http://www.soccerbase.com/players/player.sd?player_id=54394|t\u00edtulo=Perfil na Soccerbase|autor=|data=|publicado=|acessodata=3 de fevereiro de 2017}} \n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Elenco Brighton & Hove Albion F.C.}}\n{{Portal3|Futebol|Reino Unido}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Dunk, Lewis}}\n[[Categoria:Naturais de Brighton]]\n[[Categoria:Futebolistas da Inglaterra]]\n[[Categoria:Futebolistas do Brighton & Hove Albion Football Club]]\n[[Categoria:Futebolistas do Bristol City Football Club]]\n[[Categoria:Jogadores da Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol]]"}]},"6304895":{"pageid":6304895,"ns":0,"title":"Processo de democratiza\u00e7\u00e3o do Esporte Clube Bahia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"O '''Processo de democratiza\u00e7\u00e3o do Esporte Clube Bahia''' foi um per\u00edodo compreendido principalmente entre 6 de [[dezembro]] de [[2011]], data da primeira interven\u00e7\u00e3o judicial no clube, e [[7 de setembro]] de [[2013]], data da elei\u00e7\u00e3o do primeiro presidente escolhido pelo voto dos torcedores, [[Fernando Roth Schmidt|Fernando Schimidt]].\n\n== Primeira interven\u00e7\u00e3o ==\n[[Ficheiro:F\u00f3rum Ruy Barbosa.jpg|miniaturadaimagem|F\u00f3rum Ruy Barbosa, do TJ-Ba, palco de diversos confrontos entre situa\u00e7\u00e3o e oposi\u00e7\u00e3o]]\nNo dia 5 de dezembro de 2011, o [[advogado]] Pedro Barach\u00edsio Lisboa ajuizou a\u00e7\u00e3o assinada pelo s\u00f3cio Jorge Maia. No dia seguinte veio o primeiro pedido de interven\u00e7\u00e3o judicial no clube, contra o ent\u00e3o presidente [[Marcelo de Oliveira Guimar\u00e3es Filho|Marcelo Guimar\u00e3es Filho]]. O pedido foi feito no momento em que Guimar\u00e3es Filho tentava \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o ao cargo. At\u00e9 ent\u00e3o, o presidente do EC Bahia era escolhido por vota\u00e7\u00e3o do conselho deliberativo do clube, formado por 300 s\u00f3cios, escolhidos, em sua maioria, pelo pr\u00f3prio presidente da institui\u00e7\u00e3o, e cujo banco de informa\u00e7\u00f5es era considerado \"problem\u00e1tico\", existindo ainda dificuldade em provar quem de fato era s\u00f3cio adimplente ou n\u00e3o.{{citar livro|t\u00edtulo=Um Grito de Liberdade|ultimo=Varela|primeiro=Fernanda|editora=Faculdade Social da Bahia|ano=2015|local=Salvador|p\u00e1gina=|p\u00e1ginas=24-28}}\n\nA primeira interven\u00e7\u00e3o ao clube foi expedida pelo juiz Paulo Albiani, da 28\u00aa vara c\u00edvil de Salvador, e nomeava o advogado e professor da [[Universidade Federal da Bahia]], Carlos R\u00e1tis, como interventor no time. Contudo, a primeira interven\u00e7\u00e3o durou poucas horas. Na noite do dia 7 de dezembro, a defesa de Marcelo Guimar\u00e3es Filho recorreu e conseguiu suspender a decis\u00e3o interventiva. Nos dias seguintes, Guimar\u00e3es Filho seria reeleito presidente do clube e tomaria posse para seu segundo mandato.{{citar livro|t\u00edtulo=Um Grito de Liberdade|ultimo=Varela|primeiro=Fernanda|editora=Faculdade Social da Bahia|ano=2015|local=Salvador|p\u00e1gina=|p\u00e1ginas=29-33}}\n\n== Segunda Interven\u00e7\u00e3o ==\nEm mar\u00e7o de 2012 se deu uma nova controv\u00e9rsia. Ap\u00f3s press\u00e3o da torcida por mais transpar\u00eancia e profissionalismo, o clube divulgou o nome de seus conselheiros. At\u00e9 ent\u00e3o, n\u00e3o havia uma lista p\u00fablica que indicasse quem eram essas pessoas. Na lista constavam muitos nomes de pessoas ligadas ao presidente reeleito e a antigas gest\u00f5es, ao mesmo tempo que omitia nomes tradicionais da oposi\u00e7\u00e3o, o que levantava d\u00favidas sobre a possibilidade de um conselho assim servir como instrumento fiscalizador.{{citar livro|t\u00edtulo=Um Grito de Liberdade|ultimo=Varela|primeiro=Fernanda|editora=Faculdade Social da Bahia|ano=2015|local=Salvador|p\u00e1gina=|p\u00e1ginas=40-42}}\n\nA impressa local repercutiu a quest\u00e3o, e no dia 13 de mar\u00e7o, dias antes de um cl\u00e1ssico [[Ba-Vi]], foi decretada a segunda interven\u00e7\u00e3o no Esporte Clube Bahia, sendo novamente o advogado Carlos R\u00e1tis o interventor. Entretanto, assim como na primeira ocasi\u00e3o, a segunda interven\u00e7\u00e3o judicial n\u00e3o durou muito, e ao fim do quarto dia Guimar\u00e3es Filho retornaria ao comando do time, a tempo de ver, em 18 de mar\u00e7o, o Bahia ser derrotado para seu rival, o [[Esporte Clube Vit\u00f3ria|EC Vit\u00f3ria]], por 3x2.{{citar livro|t\u00edtulo=Um Grito de Liberdade|ultimo=Varela|primeiro=Fernanda|editora=Faculdade Social da Bahia|ano=2015|local=Salvador|p\u00e1gina=|p\u00e1ginas=43-45}} As coisas permaneceriam sem muitas mudan\u00e7as no time at\u00e9 o ano seguinte.\n\n== O \"5x1\" ==\n[[Ficheiro:Arena Fonte Nova External View.jpg|miniaturadaimagem|Arena Fonte Nova, onde o Bahia costuma mandar seus jogos]]\nCom um in\u00edcio de temporada ruim em 2013, o Bahia fez um novo cl\u00e1ssico Ba-Vi, pelo [[Campeonato Baiano de Futebol|Campeonato Baiano]], na esperan\u00e7a de que pudesse retornar de volta aos trilhos. Al\u00e9m do cl\u00e1ssico mais importante do futebol baiano, seria tamb\u00e9m a partida de reinaugura\u00e7\u00e3o da [[Arena Fonte Nova]], ap\u00f3s reforma para [[Copa do Mundo FIFA de 2014|Copa do Mundo de 2014]]. Pouco mais de 37 mil torcedores estavam na Arena, para ver o Bahia ser derrotado por 5x1 para seu grande rival. A goleada reacendeu a insatisfa\u00e7\u00e3o da torcida com o time e, principalmente, com a dire\u00e7\u00e3o.{{citar livro|t\u00edtulo=Um Grito de Liberdade|ultimo=Varela|primeiro=Fernanda|editora=Faculdade Social da Bahia|ano=2015|local=Salvador|p\u00e1gina=50|p\u00e1ginas=}}\n\nO descontentamento deu origem a alguns movimentos de torcedores, incluindo o Bahia da Torcida, liderado pelo publicit\u00e1rio Sid\u00f4nio Palmeira, e energia a outros j\u00e1 existentes, como a Nova Ordem Tricolor. A organiza\u00e7\u00e3o da torcida atraiu o apoio de nomes como o prefeito de Salvador [[Ant\u00f4nio Carlos Magalh\u00e3es Neto|ACM Neto]], o governador [[Rui Costa (pol\u00edtico)|Rui Costa]], o jornalista [[Juca Kfouri]], o \u00eddolo tricolor [[Raimundo Nonato Tavares da Silva|Bob\u00f4]] e diversas outras personalidades relevantes. A press\u00e3o por uma nova interven\u00e7\u00e3o era grande, e um novo julgamento foi marcado. Para sua defesa, Guimar\u00e3es Filho contratou o criminalista [[Ant\u00f4nio Carlos de Almeida Castro]], conhecido como \"Kakay\", que conseguiu adiar a audi\u00eancia de 11 de junho para 9 de julho.{{citar livro|t\u00edtulo=Um Grito de Liberdade|ultimo=Varela|primeiro=Fernanda|editora=Faculdade Social da Bahia|ano=2015|local=Salvador|p\u00e1gina=|p\u00e1ginas=51-62}}\n\n== Terceira Interven\u00e7\u00e3o ==\nNo dia 9 de julho de 2013, por unanimidade, o [[Tribunal de Justi\u00e7a do Estado da Bahia|Tribunal de Justi\u00e7a da Bahia]] decidiu pela volta da interven\u00e7\u00e3o no clube. O presidente Marcelo Guimar\u00e3es Filho, assim como o conselho do time, foi dissolvido e R\u00e1tis, outra vez, assumiria como interventor no clube. No processo de reorganiza\u00e7\u00e3o foi encontrada a lista de s\u00f3cios do time, que contava com cerca de 17 mil nomes, contudo muitos estavam inadimplentes ou falecidos. Foi feito um processo de ajuste no cadastramento do s\u00f3cios, que chegou ao resultado final de cerca 1300 membros, sendo apenas cerca de 300 s\u00f3cios pagantes. Dias depois o clube fez uma campanha de filia\u00e7\u00e3o, que contou com ades\u00e3o da torcida, atingindo em 24 horas cerca de 10 mil novos s\u00f3cios.{{citar livro|t\u00edtulo=Um Grito de Liberdade|ultimo=Varela|primeiro=Fernanda|editora=Faculdade Social da Bahia|ano=2015|local=Salvador|p\u00e1gina=74|p\u00e1ginas=}}\n\nO processo de interven\u00e7\u00e3o continuou, e, em agosto, apontou a exist\u00eancia de poss\u00edveis irregularidades na folha de pagamento do EC Bahia: membros do conselho apareciam como recebedores de sal\u00e1rio, o que violava o estatuto. No dia 17 de agosto foi convocada assembleia de s\u00f3cios com o objetivo de alterar o estatuto do time. Em \"''Um Grito de Liberdade\"'' a jornalista Fernanda Varela cita os principais pontos{{citar livro|t\u00edtulo=Um Grito de Liberdade|ultimo=Varela|primeiro=Fernanda|editora=Faculdade Social da Bahia|ano=2015|local=Salvador|p\u00e1gina=83|p\u00e1ginas=}}:\n\n* Ficha limpa: ningu\u00e9m poderia ser candidato \u00e0 presid\u00eancia ou a cargo de conselheiro se possu\u00edsse condena\u00e7\u00e3o judicial;\n* Elei\u00e7\u00e3o direta: s\u00f3cios elegem diretamente o presidente, que teria de se dedicar integralmente ao cargo e sal\u00e1rio estipulado pelo Conselho Deliberativo;\n* Redu\u00e7\u00e3o do Conselho: de 300 para 100 componentes, e sua elei\u00e7\u00e3o seria proporcional aos votos recebidos por cada chapa;\n* Maioridade eleitoral: a idade m\u00ednima para votar seria reduzida de 18 para 16 anos. A idade m\u00ednima para associa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m seria reduzida de 18 para zero ano;\n* Mandato-tamp\u00e3o: o presidente eleito durante a interven\u00e7\u00e3o comandaria o clube at\u00e9 dezembro de 2014 e n\u00e3o poderia se reeleger.\n\nA altera\u00e7\u00e3o foi aceita por cerca de 99% dos votantes. Em seguida foi anunciada a data da primeira elei\u00e7\u00e3o para presidente do clube: 7 de setembro do mesmo ano. Com suporte do [[Tribunal Regional Eleitoral da Bahia|TRE]], as elei\u00e7\u00f5es aconteceram sem grandes imprevistos. Ao final, com cerca de 2/3 dos votos e 72 dos 100 conselheiros , Fernando Schimidt foi eleito presidente do Esporte Clube Bahia.{{citar livro|t\u00edtulo=Um Grito de Liberdade|ultimo=Varela|primeiro=Fernanda|editora=Faculdade Social da Bahia|ano=2015|local=Salvador|p\u00e1gina=|p\u00e1ginas=88-94}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n\n* [[Esporte Clube Bahia]]\n* [[Marcelo de Oliveira Guimar\u00e3es Filho|Marcelo Guimar\u00e3es Filho]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n* [https://www.esporteclubebahia.com.br/ Site do EC Bahia]\n* [https://twitter.com/ECBahia EC Bahia no Twitter]\n* [https://www.correio24horas.com.br/fileadmin/acervo/correio24horas/Esporte/LIVRO_UM_GRITO_DE_LIBERDADE_-BAHIA_-_FERNANDA_VARELA__miolo.pdf Livro \"Um Grito de Liberdade\"]\n{{Refer\u00eancias|col=3}}\n{{Portal3|Futebol|Bahia}}\n{{Esporte Clube Bahia}}\n\n[[Categoria:Esporte Clube Bahia]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria do futebol do Brasil]]\n[[Categoria:2013 no futebol]]\n[[Categoria:Futebol de 2013 no Brasil]]"}]}}}}