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Correção anual de limites e faixas de receita do Simples Nacional é aprovada

Recentemente, a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 319/16, que determina a correção anual de limites e faixas de receita bruta...

23/11/2021
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Visitantes que contactaram as \u00e1reas protegidas.\n | ano_visitantes =2017\n | gestao =\n}}\nO '''Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros''' \u00e9 uma [[\u00e1rea protegida]] e tem por objectivo a protec\u00e7\u00e3o dos aspectos naturais assim como a defesa do patrim\u00f3nio arquitect\u00f3nico existente na [[Serra de Aire]] e na [[Serra dos Candeeiros]]; possui uma \u00e1rea de {{fmtn|38900}} [[hectare]]s.\nMarcando a fronteira entre as prov\u00edncias da [[Beira Litoral]], do [[Ribatejo]] e da [[Estremadura]] (sub-regi\u00e3o do [[Oeste (sub-regi\u00e3o)|Oeste]]), abrange os [[munic\u00edpio]]s de [[Alcoba\u00e7a (Portugal)|Alcoba\u00e7a]] e [[Porto de M\u00f3s]] (no [[distrito de Leiria]]) e [[Alcanena]], [[Rio Maior]], [[Santar\u00e9m (Portugal)|Santar\u00e9m]], [[Torres Novas]] e [[Our\u00e9m (Portugal)|Our\u00e9m]] (no [[distrito de Santar\u00e9m]]).\n\n== Geografia ==\nO parque est\u00e1 enquadrado no [[Maci\u00e7o Calc\u00e1rio Estremenho]], abrangendo as duas serras que lhe d\u00e3o o nome e ainda o planalto de Santo Ant\u00f3nio e o planalto de S\u00e3o Mamede. Pode dizer-se que o parque abrange 4 unidades morfol\u00f3gicas de altitude:\n# [[Planalto de Santo Ant\u00f3nio]] (a sul e centro)\n# [[Serra dos Candeeiros]] (a oeste)\n# [[Planalto de S\u00e3o Mamede]] (a norte)\n# [[Serra de Aire]] (a leste)\n\nDerivado das movimenta\u00e7\u00f5es tect\u00f3nicas e da modela\u00e7\u00e3o do terreno, estas unidades encontram-se delimitadas por unidades geol\u00f3gicas resultantes da forma\u00e7\u00e3o de falhas: depress\u00e3o de Alvados, polje de Mira-Minde e depress\u00e3o da Mendiga.\n\n== Clima ==\nA \u00e1rea abrangida pelo parque encontra-se numa situa\u00e7\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o entre influ\u00eancias mediterr\u00e2neas e atl\u00e2nticas. Por ano, o n\u00famero de horas de sol descoberto \u00e9 de cerca de 2350 a 2600 horas. O valor mensal de insola\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser tr\u00eas vezes maior no Ver\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o aos meses de Inverno.\n\nNo que diz respeito \u00e0 ocorr\u00eancia de precipita\u00e7\u00e3o anual, esta varia entre 900 [[Mil\u00edmetro|mm]] e 1300 mm. Durante cerca de dois a tr\u00eas meses do ano, poder\u00e3o ocorrer [[geada]]s, normalmente entre o fim do Outono e o fim do Inverno.\n\n== Geologia ==\n[[Imagem:Polje inundado 02.jpg|thumb|right|220px|Polje de Mira-[[Minde]] inundado.]]\n[[Imagem:Grutas de Mira Daire4.jpg|thumb|right|220px|As [[Grutas de Mira de Aire]].]]\nA rocha \u00e9 um elemento sempre presente na paisagem do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros que ocupa mais de dois ter\u00e7os do Maci\u00e7o Calc\u00e1rio Estremenho (no Maci\u00e7o Calc\u00e1rio Mesoz\u00f3ico) que \u00e9 a mais importante zona calc\u00e1ria de Portugal.\n\nAo longo do tempo, atrav\u00e9s de processos geomorfol\u00f3gicos, os elementos naturais foram modelando a rocha, sobretudo de origem calc\u00e1ria, dando origem a mais de mil e quinhentas grutas. \u00c0 superf\u00edcie, outros elementos geol\u00f3gicos de relevo s\u00e3o os [[algar (geomorfologia)|algare]]s, os campos de [[lapi\u00e1s]], as [[dolina]]s, as [[uvala]]s e os [[polje]]s. O Maci\u00e7o, como qualquer forma\u00e7\u00e3o montanhosa, teve origem nos movimentos tect\u00f3nicos da [[crosta terrestre]] que, ap\u00f3s milhares de anos de movimenta\u00e7\u00f5es das [[placa tect\u00f3nica|placas continentais]] e oce\u00e2nicas, emergiu da superf\u00edcie.\n\n* Poljes:\n** [[Polje de Minde]]\n** Polje de Alvados\n** Polje de Mendiga\n* Dolinas:\n** Dolinas de Arrimal\n\nUma grande parte das estruturas geol\u00f3gicas existentes teve a sua origem no [[Jur\u00e1ssico M\u00e9dio]]. Outras, de g\u00e9nese mais recente, s\u00e3o constitu\u00eddas por materiais detr\u00edticos e sedimentares. \u00c9 de referir ainda a presen\u00e7a de [[terra rossa]], sobretudo em zonas de depress\u00e3o.\n\nPossui ainda das poucas [[salina]]s de origem n\u00e3o marinha existentes em Portugal. De especial relevo as salinas da Fonte da Bica, localizadas em [[Rio Maior]].\n[[Imagem:Centro Ciencia Viva Alviela.jpg|thumb|direita|250px| Centro Ci\u00eancia Viva do Alviela - CARSOSC\u00d3PIO.]]\n\n=== Recursos h\u00eddricos ===\nA [[\u00e1gua]], pouco vis\u00edvel \u00e0 superf\u00edcie, abunda no subsolo, fazendo desta zona um dos maiores, ou mesmo o maior reservat\u00f3rio subterr\u00e2neo de \u00e1gua doce do pa\u00eds; este reservat\u00f3rio que vai de [[Rio Maior]] at\u00e9 [[Porto de M\u00f3s]] e conta com cerca de sessenta e cinco mil hectares, \u00e9 alimentado principalmente pela [[chuva]] que, infiltrando-se rapidamente no subsolo, forma ribeiras subterr\u00e2neas, restituindo depois o excedente \u00e0 superf\u00edcie, formando uma nascente [[carso|c\u00e1rsica]] como \u00e9 o caso das nascente dos Olhos de \u00c1gua do [[Alviela]], a mais importante de todas e alvo de capta\u00e7\u00e3o por parte da [[Empresa Portuguesa de \u00c1guas Livres|EPAL]] para fornecimento de \u00e1gua a [[Lisboa]] desde [[1880]].\n\n== Biodiversidade ==\n=== Fauna ===\n==== Mam\u00edferos ====\nDevido \u00e0 exist\u00eancia de grande quantidade de grutas e outro tipo de cavidades rochosas, n\u00e3o \u00e9 de estranhar que existam no parque algumas esp\u00e9cies de morcegos. Cabe salientar a presen\u00e7a das seguintes:\n* [[Miniopterus schreibersii|Morcego-de-peluche]] ''Miniopterus schreibersii''\n* [[Myotis emarginatus|Morcego-lanudo]] ''Myotis emarginatus'' - (\u00fanico local de reprodu\u00e7\u00e3o no pa\u00eds)\n* [[Rhinolophus euryale|Morcego-de-ferradura-mediterr\u00e2nico]] ''Rhinolophus euryale''\n\nAs esp\u00e9cies de morcego permitem a subsist\u00eancia de uma fauna espec\u00edfica nas cavidades rochosas em que se refugiam. S\u00e3o eles que fornecem alimento (em forma de mat\u00e9ria org\u00e2nica: fezes e outros) a esta fauna cavern\u00edcola (crust\u00e1ceos, aracn\u00eddeos e v\u00e1rios tipos de vermes).\n\nPara al\u00e9m das diversas esp\u00e9cies de morcegos, podem tamb\u00e9m observar-se as seguintes esp\u00e9cies de mam\u00edferos:\n* [[Gineta|Geneta]] ''Genetta genetta''\n* [[Raposa]] ''Vulpes vulpes''\n* [[Javali]] ''Sus scrofa''\n* [[Texugo]] ''Meles meles''\n* [[Sacarrabos]] ''Herpestes ichneumon''\n* [[Gato bravo]] ''Felis silvestris''\n* [[oryctolagus cuniculus|Coelho bravo]] (''Oryctolagus cuniculus'').\nApesar de relativamente raro na regi\u00e3o, o [[Cor\u00e7a|Cor\u00e7o]] ''Capreolus capreolus'' pode ser encontrado em algumas \u00e1reas do parque.\n\n==== Aves ====\nDerivado da heterogeneidade dos ''habitats'' existentes no parque, n\u00e3o \u00e9 de estranhar a exist\u00eancia de uma diversidade de aves que se encontram adaptadas a condi\u00e7\u00f5es particulares.\n* [[Gralha-de-bico-vermelho]] ''Pyrrhocorax pyrrhocorax'', que nidifica somente nas in\u00fameras cavidades rochosas existentes no parque. Esta esp\u00e9cie tamb\u00e9m est\u00e1 dependente da exist\u00eancia de sistemas agro-pastoris, cada vez mais raros devido ao abandono progressivo das pr\u00e1ticas agr\u00edcolas.\n* [[Bufo-real]] ''Bubo bubo''\n* [[Buteo buteo|\u00c1guia de asa redonda]] ''Buteo buteo''\n* [[\u00c1guia de Bonelli]] ''Hieraaetus fasciatus''\n* [[\u00c1guia-cobreira|\u00c1guia cobreira]] ''Circaetus gallicus''\n* [[Corvo]] ''Corvus corax''\n* [[Gavi\u00e3o-da-europa|Gavi\u00e3o]] ''Accipiter nisus''\n* [[Peneireiro-vulgar|Peneireiro]] ''Falco tinnunculus''\n* [[Coruja das torres]] ''Tyto alba''\n* [[Hieraaetus pennatus|\u00c1guia Cal\u00e7ada]] ''Hieraaetus pennatus''\n* [[\u00d3gea]] ''Falco subbuteo''\n* [[strix aluco|Coruja do mato]] ''Strix aluco''\n* [[Mocho galego]] ''Athene noctua''\n* [[Gralha-de-bico-vermelho]]'' Pyrrhocorax pyrrhocorax''\n\n==== R\u00e9pteis ====\n* Fura-mato ou cobra-de-pernas-trid\u00e1ctila ''[[Chalcides chalcides]]''\n* [[Vipera latastei|V\u00edbora-cornuda]] ''Vipera latastei'' (presente em habitats rochosos)\n\nNos ambientes aqu\u00e1ticos ocorrem ainda duas esp\u00e9cies de cobras-de-\u00e1gua:\n* [[Cobra-de-\u00e1gua-de-colar]] ''Natrix natrix''\n* [[Cobra-de-\u00e1gua-viperina]] ''Natrix maura''\n\n==== Anf\u00edbios ====\nO parque alberga uma quantidade apreci\u00e1vel de esp\u00e9cies de anf\u00edbios (cerca de treze), que dependem da exist\u00eancia de charcos tempor\u00e1rios e de lagoas (ex.: Lagoa de Alvados) para a sua reprodu\u00e7\u00e3o.\nAlgumas das esp\u00e9cies de anf\u00edbios existentes no parque s\u00e3o:\n* [[Salamandra-de-fogo]] ''Salamandra salamandra''\n* [[Salamandra-de-costelas-salientes]] ''Pleurodeles waltl''\n* [[Trit\u00e3o-marmoreado]] ''Triturus marmoratus''\n* [[Sapo-de-unha-negra]] ''Pelobates cultripes''\n\nA grande diversidade biol\u00f3gica \u00e9 sustentada pela exist\u00eancia de uma heterogeneidade de ''habitats''. Os principais s\u00e3o os ''habitats'' aqu\u00e1ticos, rochosos e os arrelvados calc\u00edcolas.\n\n==== Insectos e outros invertebrados ====\n[[Ficheiro:Fauna local.JPG|thumb]]\nEste parque constitui um dos melhores locais em Portugal onde se podem observar muitas esp\u00e9cies de insectos associados a zonas calc\u00e1rias e ''habitats'' [[calc\u00edcolas]] pela sua extens\u00e3o e diversidade de locais. Assim, est\u00e3o reconhecidas mais de 300 esp\u00e9cies de borboletas ([[Lepidoptera]]) entre as quais a rara [[Branca-Portuguesa]] ''(Euchloe tagis)'' cuja popula\u00e7\u00e3o aqui \u00e9 a mais a Norte em Portugal; a ''Cupido lorquinii'' e a ''Crocallis auberti''.\n\n==== Fauna cavern\u00edcola ====\nA grande particularidade deste Parque Natural, prende-se com o facto de albergar esp\u00e9cies end\u00e9micas de vida subterr\u00e2nea. Estes animais denominados [[trogl\u00f3bios]], vivem exclusivamente no ecossistema subterr\u00e2neo, composto pelas grutas e fissuras ao longo dos calc\u00e1rios. Conhecem-se tr\u00eas esp\u00e9cies de escaravelhos cavern\u00edcolas do g\u00e9nero ''Trechus'': ''Trechus machadoi'', ''[[Trechus gamae]]'' e ''[[Trechus lunai]]'', end\u00e9micas da zona calc\u00e1ria inclu\u00edda no Parque Natural das Serras d'Aire e Candeeiros. \u00c9 tamb\u00e9m de salientar, que este \u00e9 o \u00fanico local do mundo habitado pela aranha cavern\u00edcola ''Nesticus lusitanicus''.{{citar web |url= http://scholarcommons.usf.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1022&context=ijs&sei-redir=1#search=%22subterranean%20fauna%20portugal%22|liga\u00e7\u00e3o inativa= |t\u00edtulo= The subterranean fauna of a biodiversity hotspot - Portugal: and overview and its conservation |acessodata= 09-07-2011|autor= Reboleira |numero-autores=et al.|cita\u00e7\u00e3o= International Journal of Speleology}}\n\n=== Flora ===\nMais de seiscentas esp\u00e9cies vegetais podem ser encontradas no parque \u2014 o que representa cerca de um quinto do total das esp\u00e9cies em Portugal \u2014 e muitas delas n\u00e3o se encontram em mais nenhum local (s\u00e3o [[endemismo]]s). Para al\u00e9m de 25 esp\u00e9cies diferentes de [[orqu\u00eddea]]s, podem encontrar-se o [[narciso]], o [[alecrim]], a [[pimenteira]], o [[carvalho]] ou a [[azinheira]], entre muitas outras. A maior parte da superf\u00edcie do Parque \u00e9 ocupado por matagais, muitos deles considerados na [[Rede Natura 2000]] como um tipo de ''habitat'' priorit\u00e1rio e exemplos \u00fanicos no mundo. Ao longo dos tempos, o coberto florestal original foi sendo substitu\u00eddo por outros tipos de vegeta\u00e7\u00e3o. Actualmente ainda existem rel\u00edquias do coberto vegetal primitivo, sobretudo sob a forma de carvalhais constitu\u00eddos por [[carvalho-portugu\u00eas|carvalho-cerquinho]] (''Quercus faginea'').\n\nA zona do parque est\u00e1 sujeita, com menor ou maior intensidade, a fogos florestais. Muitas das esp\u00e9cies bot\u00e2nicas existentes est\u00e3o dotadas de caracter\u00edsticas que lhes permitem sobreviver mais adequadamente ao fogos. Algumas delas, como \u00e9 o caso das orqu\u00eddeas, t\u00eam a sua flora\u00e7\u00e3o estimulada quando ocorre este tipo de evento.\n\n
'''Alguma da flora caracter\u00edstica do parque'''
\n\nFicheiro:Quercus ilex rotundifolia.jpg|
Azinheira\nFicheiro:Quercus faginea.jpg|
Carvalho-portugu\u00eas\nFicheiro:Rosemary bush.jpg|
Alecrim\n\n\n== Patrim\u00f3nio ==\n=== Pegadas de dinoss\u00e1uros ===\n[[Imagem:Vista da pedreira.JPG|thumb|130px|Vista da pedreira]]\n{{Artigo principal|Monumento Natural das Pegadas de Dinoss\u00e1uros da Serra de Aire}}\nO Monumento Natural das Pegadas de Dinoss\u00e1uros da Serra de Aire, mais conhecido apenas por Pegadas da Serra de Aire foi criado em 1996. Situa-se na [[Serra de Aire]], no concelho de Our\u00e9m e ocupa uma \u00e1rea de cerca de 20 [[hectare]]s.\n\nAntes de terem sido descobertas as pegadas, em [[4 de Julho|2 de Julho]] de [[1994]], por Ricardo Matos da Silva, Jo\u00e3o Pedro Falc\u00e3o e Jo\u00e3o Carvalho, funcionava a\u00ed uma [[pedreira (geologia)|pedreira]] (''Pedreira do Galinha''). Realizaram-se depois alguns estudos que culminaram na classifica\u00e7\u00e3o como Monumento Natural.\n\nPossui 20 trilhos de [[saur\u00f3podes]], com uma idade de 175 milh\u00f5es de anos. S\u00e3o os trilhos de saur\u00f3podes maiores, mais antigos e dos mais n\u00edtidos que se conhecem.\n\n== Polje de Mira-Minde ==\n[[Ficheiro:Mira D'Aire.JPG|thumb|Gruta de Mira D'Aire, Serra de Aire, Portugal]]\nO Polje de Minde foi inclu\u00eddo Lista das Terras H\u00famidas de Import\u00e2ncia Internacional, em [[2 de dezembro]] de [[2005]], na no \u00e2mbito da [[Conven\u00e7\u00e3o de Ramsar]].{{Citar web|t\u00edtulo=The List of Wetlands of International Importance |url=http://www.ramsar.org/sitelist.pdf |acessodata=2008-12-19 |l\u00edngua=ingl\u00eas}} Trata-se de uma depress\u00e3o c\u00e1rsica que, nos anos de maior pluviosidade, fica inundada durante v\u00e1rios meses.\n\n=== Cavidades c\u00e1rsicas ===\nNa \u00e1rea do '''Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros''' est\u00e3o inventariadas mais de 1500 cavidades,''25 anos - Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros'', ICN - Parque Natural das Serras de Aires e Candeeiros ISBN 972-775-136-9 resultantes da infiltra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua atrav\u00e9s de [[falha geol\u00f3gica|falhas]] e [[diaclase]]s e consequente ac\u00e7\u00e3o de [[meteoriza\u00e7\u00e3o]] qu\u00edmica sobre a rocha calc\u00e1ria. Deste processo resulta uma vasta e complexa rede de cursos de \u00e1gua subterr\u00e2neos que vai abrindo galerias de desenvolvimento horizontal ([[gruta]]s) e de desenvolvimento vertical ([[algar]]es). A \u00e1gua que circula nestas galerias, acaba por depositar o calc\u00e1rio que precipita, originando uma variedade de [[espeleotema]]s que se traduzem em formas de grande beleza como [[estalactite]]s, [[estalagmite]]s, colunas e mantos calc\u00edticos.\n\n=== Cisternas ===\nDevido \u00e0 natureza calc\u00e1ria do solo, os [[po\u00e7o]]s n\u00e3o eram uma op\u00e7\u00e3o; essa dificuldade obrigou as popula\u00e7\u00f5es a inventar outras formas de reter as \u00e1guas pluviais. As cisternas eram constru\u00eddas nas reentr\u00e2ncias das rochas ou em pequenos algares, dada a sua impermeabilidade; nas habita\u00e7\u00f5es, a chuva era recolhida dos telhados e transportada para as cisternas atrav\u00e9s de [[caleira]]s.\n\n== Estruturas de apoio ==\n=== Centros de interpreta\u00e7\u00e3o ===\nTendo em vista o estudo cient\u00edfico e a constitui\u00e7\u00e3o de p\u00f3los de lazer, o Parque instituiu a figura do \"Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o\":\n\n* Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o Subterr\u00e2neo da Gruta do Almonda: localiza-se no Cabe\u00e7o das Pias (Torres Novas)\n* Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o Subterr\u00e2neo da Gruta Algar do Pena: o Algar do Pena foi acidentalmente descoberto aquando de actividades de extrac\u00e7\u00e3o de pedra; tem actualmente a maior cavidade sala conhecida no pa\u00eds.\n* Antigo Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o das Nascentes do Alviela, agora [[Centro Ci\u00eancia Viva do Alviela - Carsosc\u00f3pio]].\n\n== Cronologia ==\nSegue-se uma cronologia relativa a alguns enquadramentos legais que afectam o parque:\n* Cria\u00e7\u00e3o do parque a 4 de Maio de 1979 pelo Decreto-Lei N\u00ba 118/79 [https://web.archive.org/web/20070930184128/http://dre.pt/pdfgratisa5/1979/05/10200.pdf]\n* Aprova\u00e7\u00e3o do Plano de Ordenamento e do Regulamento do PNSAC a 12 de Janeiro de 1988 pela Portaria N\u00ba 21/88 [http://www.diramb.gov.pt/data/basedoc/TXT_LN_1376_2_0001.htm]\n* Regulamento de Constru\u00e7\u00f5es, aprovado no Conselho Geral do Parque a 20 de Junho de 1990: tem como objectivo a gest\u00e3o e controlo do espa\u00e7o constru\u00eddo.\n* Resolu\u00e7\u00e3o do Conselho de Ministros n\u00ba 76/00, de 5 de Julho: cria\u00e7\u00e3o do S\u00edtio \"Serras de Aire e Candeeiros\" (para integra\u00e7\u00e3o como S\u00edtio de Interesse Comunit\u00e1rio na rede Natura 2000) [http://www.diramb.gov.pt/mainframes.htm].\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Pegadas da Serra de Aire]] ou Monumento Natural das Pegadas de Dinoss\u00e1urios da Serra de Aire.\n* [[Centro Ci\u00eancia Viva do Alviela - Carsosc\u00f3pio]]\n* [[Gruta da Nascente do Almonda]]\n* [[Lapa dos pocilg\u00f5es]]\n* [[Gruta dos Moinhos Velhos]]\n* [[Barrenta]], aldeia situada no parque.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n* ''Guia das \u00e1reas protegidas pr\u00f3ximas de Lisboa'', Instituto de Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza ISBN 972-8402-54-0\n* ''25 anos - Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros'', ICN - Parque Natural das Serras de Aires e Candeeiros ISBN 972-775-136-9\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{commonscat|Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros}}\n* [http://www.pegadasdedinossaurios.org P\u00e1gina oficial do Monumento Natural das pegadas de dinoss\u00e1urios]\n* [http://www.alviela.cienciaviva.pt P\u00e1gina Oficial do Centro Ci\u00eancia Viva do Alviela - CARSOSC\u00d3PIO]\n* [http://www.avesnest.com/spc/area_view/7255/ Parque natural das serras de Aire e Candeeiros, lista de esp\u00e9cies (fenologia, estatuto de conserva\u00e7\u00e3o, abund\u00e2ncia)]\n* {{Link||2=http://www.avesdeportugal.info/sitaire.html |3=Observa\u00e7\u00e3o de aves na serra d'Aire}}\n\n{{\u00c1reas protegidas pt}}\n\n{{DEFAULTSORT:Parque Natural Serras Aire Candeeiros}}\n[[Categoria:Parques naturais de Portugal|Serras Aire]]\n[[Categoria:Alcoba\u00e7a (Portugal)]]\n[[Categoria:Porto de M\u00f3s]]\n[[Categoria:Alcanena]]\n[[Categoria:Rio Maior]]\n[[Categoria:Santar\u00e9m (Portugal)]]\n[[Categoria:Torres Novas]]\n[[Categoria:Our\u00e9m (Portugal)]]\n[[Categoria:Funda\u00e7\u00f5es em Portugal em 1979]]\n[[Categoria:S\u00edtios de Import\u00e2ncia Comunit\u00e1ria em Portugal]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Aires e Candeeiros.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Centro Ciencia Viva Alviela.jpg"}]},"510957":{"pageid":510957,"ns":0,"title":"BMW S\u00e9rie 7 (E32)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais notas|data=julho de 2021}}\n{{Info/Autom\u00f3vel\n| nome = BMW S\u00e9rie 7 (E32)\n| imagem = BMW E32 arriving Schaffen-Diest 2018.jpg\n| imagem-tamanho = 280px\n| construtor = [[BMW]]\n| aka = \n| produ\u00e7\u00e3o = [[1986]] \u2014 [[1994]]
311.068 produzidas\n| antecessor = [[BMW S\u00e9rie 7 (E23)]]\n| sucessor = [[BMW S\u00e9rie 7 (E38)]]\n| classe = \n| tipo de carro\u00e7aria = \n| layout = \n| motor = \n| caixa de velocidades = \n| dist\u00e2ncia entre os eixos = 2,833 - 2,947 mm\n| comprimento = 4,910 - 5,024 mm\n| largura = 1,845 mm\n| altura = 1,400 - 1,435 mm\n| peso = 1,720 - 1,930 kg\n| consumo de combust\u00edvel = \n| capacidade do dep\u00f3sito(l) = \n| modelos relacionados = \n| modelos similares = \n| desenhador = \n}}\nO '''E32''' foi a segunda gera\u00e7\u00e3o da [[BMW S\u00e9rie 7|S\u00e9rie 7]] da [[BMW]].{{citar web | url = http://bestcars.uol.com.br/bc/informe-se/noticias/bmw-serie-7-completa-40-anos-veja-seu-historico/ | obra = Best Cars Web Site | titulo = BMW S\u00e9rie 7 completa 40 anos: veja seu hist\u00f3rico | data = 15 de maio de 2017 | primeiro1 = Fabr\u00edcio | ultimo1 = Samah\u00e1 }}\n\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[BMW S\u00e9rie 7 (E23)]]\n* [[BMW S\u00e9rie 7 (E38)]]\n* [[BMW S\u00e9rie 7 (E65/E66/E67/E68)]]\n* [[BMW S\u00e9rie 7 (F01)]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://bestcars.uol.com.br/classicos/bmw7-1.htm Best Cars Web Site. S\u00e9rie 7: os topos-de-linha esbanjam luxo e inova\u00e7\u00e3o]\n* [http://bestcars.uol.com.br/bc/informe-se/passado/historia-bmw-serie7-e23-e32-e38-e65-e66-f01-f04-g11-g12/ Best Cars. BMW S\u00e9rie 7, topo em classe e tecnologia h\u00e1 40 anos]\n\n{{Commonscat|BMW E32}}\n{{BMW}}\n{{Esbo\u00e7o-autom\u00f3vel}}\n\n[[Categoria:Ve\u00edculos da BMW|S\u00e9rie 7 (E32)]]"}]},"417563":{"pageid":417563,"ns":0,"title":"Fuchsia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Desambigexplicada2|a planta|a cor|Magenta}}\n{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome =''Fuchsia''
brincos-de-princesa\n| imagem = Fuchsia magellanica.jpg\n| imagem_legenda=''[[Fuchsia magellanica]]'' (ramos com flores (acima) e bagas (abaixo).\n| imagem_largura=250px\n| reino = [[Plantae]]\n| divis\u00e3o = [[Magnoliophyta]]\n| classe = [[Magnoliopsida]]\n| subclasse = [[Rosidae]]\n| ordem = [[Myrtales]]\n| fam\u00edlia = [[Onagraceae]]\n| g\u00e9nero = '''''Fuchsia'''''\n| g\u00e9nero_autoridade = [[Carolus Linnaeus|L.]]\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o = 107 esp\u00e9cies (ver texto).\n| sin\u00f3nimos = \n*''Brebissonia'' [[Spach]], ''Ann. Sci. Nat., Bot.'' s\u00e9r. 2, 4: 175. 1835.\n*''Ellobium'' [[Lilja]], ''Linnaea'' 15: 262. 1841.\n*''Encliandra'' [[Zucc.]], ''Abh. Math.-Phys. Cl. K\u00f6nigl. Bayer. Akad. Wiss.'' 2: 335. 1837.\n*''Kierschlegeria'' Spach, ''Hist. Nat. Veg.'' 4: 403. 1835.\n*''Lyciopsis'' Spach, ''Ann. Sci. Nat., Bot.'' s\u00e9r. 2, 4: 176. 1835.\n*''Myrinia'' Lilja, ''Fl. Sverig. Suppl.'' 1. 25. 1840.\n*''Nahusia'' [[Schneev.]], ''Icon. Pl. Rar. (Schneevoogt)'' 21. 1792.\n*''Quelusia'' Vand., ''Fl. Lusit. Bras. Spec.'' 23. 1788.\n*''Schufia'' Spach, ''Hist. Nat. Veg.'' 4: 411. 1835.\n*''Spachia'' Lilja, ''Tidning f\u00f6r tr\u00e4dg\u00e5rdssk\u00f6tsel och allm\u00e4n wextkultur'', 62. 1840 ex Linnaea. 15. 262. 1841.\n*''Skinnera'' J.R. Forst. & G. Forst., ''Char. Gen. Pl.'' 29. 1775.\n*''Thilcum'' Molina, ''Sag. Stor. Nat. Chili'', ed. 2. 146. 1810.\n}}\n'''''Fuchsia''''' \u00e9 um [[G\u00e9nero (biologia)|g\u00e9nero]] de [[planta]]s com flor pertencente \u00e0 [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Onagraceae]], da [[Ordem (biologia)|ordem]] [[Myrtales]], que agrupa 107 [[esp\u00e9cie]]s validamente descritas, maioritariamente [[arbusto]]s, com [[distribui\u00e7\u00e3o natural]] nas [[Am\u00e9ricas]] e na [[Oce\u00e2nia]]. Devido \u00e0 forma vistosa das suas flores pendentes, muitas das esp\u00e9cies deste g\u00e9nero s\u00e3o conhecidas pelo [[nome comum]] de ''brincos-de-princesa''. V\u00e1rias esp\u00e9cies deste g\u00e9nero, e seus [[cultivar]]es [[h\u00edbrido]]s s\u00e3o utilizadas como [[planta ornamental]], estando algumas [[naturaliza\u00e7\u00e3o (biologia)|naturalizadas]] em diversas regi\u00f5es de [[clima subtropical]].\n\n== Distribui\u00e7\u00e3o e taxonomia==\nA grande maioria das esp\u00e9cies do g\u00e9nero ''Fuchsia'' tem [[distribui\u00e7\u00e3o natural]] limitada \u00e0 [[Am\u00e9rica do Sul]], com poucas esp\u00e9cies com distribui\u00e7\u00e3o na [[Am\u00e9rica Central]] e no [[M\u00e9xico]] e um outro grupo na [[Nova Zel\u00e2ndia]] e [[Tahiti]]. Uma esp\u00e9cie, ''[[Fuchsia magellanica]]'', \u00e9 origin\u00e1ria do da [[Arquip\u00e9lago da Terra do Fogo|Tierra del Fuego]] na zona temperada fria do [[Hemisf\u00e9rio Sul]], mas as restantes s\u00e3o origin\u00e1rias de regi\u00f5es [[clima tropical|tropicais]] ou [[clima subtropical|subtropicais]].\n\nAs esp\u00e9cies de ''Fuchsia'' s\u00e3o [[arbusto]]s ([[microfaner\u00f3fito]]s) de 0,2\u20134 m de altura, mas uma esp\u00e9cie da [[Nova Zel\u00e2ndia]], conhecida pelo nome comum de \"''[[kotukutuku]]''\" (''[[Fuchsia excorticata]]''), desvia-se do padr\u00e3o do g\u00e9nero e \u00e9 uma [[\u00e1rvore]] que atinge 12\u201315 m de altura.\n\nO g\u00e9nero foi descrito por [[Carlos Lineu|Lineu]] e publicado em ''[[Species Plantarum]]'' 2: 1191. 1753.{{citar web |url=http://www.tropicos.org/Name/40011249 |t\u00edtulo= ''Fuchsia''|acessodata=3 de abril de 2014 |obra= Tropicos.org. [[Missouri Botanical Garden]]}} O [[nome gen\u00e9rico]] ''Fuchsia'' tem como [[etimologia]] o apelido do [[bot\u00e2nico]] [[Leonhart Fuchs]] (1501-1566), a quem foi dedicado.\n== Descri\u00e7\u00e3o==\nAs [[folha]]s de ''Fuchsia'' s\u00e3o [[Folha oposta|opostas]], inseridas em grupos de 3-5, [[lanceolada]]s simples , embora normalmente apresentem margens serradas (inteiras em algumas esp\u00e9cies), com 1\u201325 cm de comprimento. As plantas podem ser tanto de [[folha caduca]] como de [[folha perene]], dependendo das esp\u00e9cies.\n\nA [[flor]]es s\u00e3o em geral vistosas, com diversos matizes ou cores, variando desde [[C\u00e1lice (bot\u00e2nica)|c\u00e1lice]]s brancos a [[magenta]] intenso (da\u00ed o nome de \u201cf\u00facsia\u201d dado \u00e0 colora\u00e7\u00e3o [[magenta]]). As [[flor]]es s\u00e3o em geral pendentes, com [[ped\u00fanculo]]s longos que as fazem orientar para baixo. O c\u00e1lice \u00e9 cil\u00edndrico, com quatro l\u00f3bulos e [[corola]] de quatro [[p\u00e9tala]]s. A maioria tem a forma de decorativos [[brinco]]s (da\u00ed o [[nome comum]] destas plantas), que florescem com profus\u00e3o no ver\u00e3o e no outono, ou, no caso das esp\u00e9cies tropicais, durante todo o ano. Apresentam quatro [[s\u00e9pala]]s longas e estreitas, e quatro [[p\u00e9tala]]s curtas e largas.\n\nEm muitas esp\u00e9cies as s\u00e9palas s\u00e3o de colora\u00e7\u00e3o vermelho brilhante, e as p\u00e9talas de colora\u00e7\u00e3o p\u00farpura (combina\u00e7\u00e3o de cores que atrai os [[colibri]]s que as [[Poliniza\u00e7\u00e3o|polinizam]]), mas as cores podem variar de branco a vermelho-escuro, azul-p\u00farpura e laranja. Algumas poucas esp\u00e9cies apresentam colora\u00e7\u00e3o em tons de amarelo.\n\nO [[fruto]] \u00e9 uma [[baga]] pequena (5\u201325 mm), cil\u00edndrica, com colora\u00e7\u00e3o vermelho-verdoso escuro a vermelho intenso quando madura, comest\u00edvel. As [[semente]]s s\u00e3o pequenas e numerosas.\n\n== Cultivo ==\nDiversas esp\u00e9cies do g\u00e9nero ''Fuchsia'' s\u00e3o cultivadas como [[Planta ornamental|plantas ornamentais]], sendo arbustos de jardim muito populares, As esp\u00e9cies mais resistentes ao frio, como ''[[Fuchsia magellanica]]'', podem ser cultivadas ao ar livre em climas como o das [[Ilhas Brit\u00e2nicas]] (onde aquela esp\u00e9cie se encontra naturalizada na [[Irlanda]] e no sudoeste da [[Gr\u00e3 Bretanha]]), mas a maioria dos [[cultivar]]es mais populares s\u00e3o plantas que necessitam de ser recolhidas em [[estufa]] durante o inverno.\n\nOs [[cultivar]]es mais correntes s\u00e3o [[H\u00edbrido (biologia)|h\u00edbridos]], dos quais h\u00e1 milhares, propagados por [[estaca]]s, dado que as sementes n\u00e3o permitem propagar as mesmas caracter\u00edsticas da planta original. Estima-se que existem mais de 12 000 cultivares de ''Fuchsia'' em uso, sendo alguns de grande import\u00e2ncia comercial.\n\n== Esp\u00e9cies ==\nO g\u00e9nero abrange 107 esp\u00e9cies validamente descritas, maioritariamente oriundas da [[Am\u00e9rica do Sul]] e da [[Am\u00e9rica Central]]. Um pequeno n\u00famero de esp\u00e9cies tem origem na ilha [[Hispaniola]] (duas esp\u00e9cies), na [[Nova Zel\u00e2ndia]] (tr\u00eas esp\u00e9cies) e no [[Taiti]] (um esp\u00e9cie). Dada a grande [[biodiversidade]] e plasticidade morfol\u00f3gica deste g\u00e9nero e a facilidade de [[hibridiza\u00e7\u00e3o]] entre as suas esp\u00e9cies, o n\u00famero de esp\u00e9cies consideradas como v\u00e1lidas tem variado muito, criando uma vasta sinon\u00edmia. Estas mesmas causas levaram a que o g\u00e9neros tenha sido circunscrito de diversas formas, criando tamb\u00e9m uma rica sinon\u00edmia em termos de [[nome gen\u00e9rico|nomes gen\u00e9ricos]].\n\n[[Philip A. Munz]], na sua obra de 1943 intitulada \"A revision of the genus ''Fuchsia'' (Onagraceae)\",Philip A. Munz, \"A revision of the genus ''Fuchsia'' (Onagraceae)\". ''Proceedings of the California Academy of Sciences'', vol. 25 (1943), series 4, pp. 1-138. classificou as esp\u00e9cies de ''Fuchsia'' em sete [[Sec\u00e7\u00e3o (biologia)|sec\u00e7\u00f5es]] com 100 esp\u00e9cies. Mais recentemente, publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, especialmente as dos bot\u00e2nicos [[Dennis Eugene Breedlove|Dennis E. Breedlove]], da [[University of California]], e Paul E. Berry, da [[University of Michigan]], reconheceram 108 esp\u00e9cies e 122 ''[[T\u00e1xon|taxa]]'', organizados em doze sec\u00e7\u00f5es.Dennis Eugene Breedlove, ''The Systematics of Fuchsia Section Encliandra (Onagraceae)''. Publications in botany, volume 53. University of California Press, Berkeley, Calif., 1968.Berry, P. E. 1982. \"The systematics and evolution of ''Fuchsia'' sect. ''Fuchsia'' (Onagraceae)\". Annals of the Missouri Botanical Garden 69: 1\u2013198.Berry, P. E. 1989. \"A systematic revision of ''Fuchsia'' sect. ''Quelusia'' (Onagraceae)\". ''Annals of the Missouri Botanical Garden'' 76: 532\u2013584.Berry, P. E. 1985. \"The systematics of the apetalous fuchsias of South America, ''Fuchsia'' sect. ''Hemsleyella'' (Onagraceae)\". ''Annals of the Missouri Botanical Garden'' 72: 213\u2013251.\n\nNa Nova Zel\u00e2ndia e Tahiti, a sec\u00e7\u00e3o ''Skinnera'' passou a incluir apenas tr\u00eas esp\u00e9cies, dado que ''[[Fuchsia \u00d7 colensoi|F. \u00d7 colensoi]]'' foi identificada como um h\u00edbrido de ocorr\u00eancia natural entre ''[[Fuchsia excorticata|F. excorticata]]'' e ''[[Fuchsia perscandens|F. perscandens]]''. Tamb\u00e9m ''[[Fuchsia procumbens|F. procumbens]]'' foi colocada na sua pr\u00f3pria sec\u00e7\u00e3o, ''Procumbentes''. Foram criadas duas novas sec\u00e7\u00f5es, ''Pachyrrhiza'' e ''Verrucosa'', cada uma delas com apenas uma esp\u00e9cie.{{citar web | url=http://botany.si.edu/onagraceae/result.cfm?myFrom=tree&genus=Fuchsia | t\u00edtulo=Revis\u00e3o do g\u00e9nero ''Fuchsia'' }}. A base de dados ''[[The Plant List]]'', um empreendimento cooperativo que agrupa diversas reputadas institui\u00e7\u00f5es de investiga\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica para manter uma lista actualizada das esp\u00e9cies validamente descritas, lista como aceites as esp\u00e9cies de ''Fuchsia'' abaixo.{{citar web|t\u00edtulo=The Plant List \u2013 Fuchsia|url=http://www.theplantlist.org/tpl/search?q=fuchsia|acessodata=20 de junho de 2013}}\n\nA vasta maioria dos h\u00edbridos de jardim descende de apenas algumas esp\u00e9cies parentais.{{citar livro|autor =A. G. Puttock |t\u00edtulo=Lovely Fuchsias |publicado=Gifford |local=London |ano=1959}}\n=== Sec\u00e7\u00e3o 1: ''Ellobium'' ===\nM\u00e9xico e Costa Rica. Esta sec\u00e7\u00e3o cont\u00e9m as seguintes esp\u00e9cies:\n*''[[Fuchsia decidua]]''\n*''[[Fuchsia fulgens]]''\n*''[[Fuchsia splendens]]''\n**''F. splendens'' var. ''splendens''\n**''F. splendens'' var. ''cordifolia''\n\n=== Sec\u00e7\u00e3o 2: ''Encliandra'' ===\nM\u00e9xico ao Panam\u00e1. As flores das seis esp\u00e9cies desta sec\u00e7\u00e3o apresentam p\u00e9talas aplainadas e estames curtos, retroflexos no tubo floral. Os frutos cont\u00eam poucas sementes.\n\n{{Div col|cols=3}}\n*''[[Fuchsia cyclindracea]]''\n*''[[Fuchsia encliandra]]''\n**''Fuchsia encliandra'' subsp. ''encliandra''\n**''Fuchsia encliandra'' subsp. ''microphyloides''\n**''Fuchsia encliandra'' subsp. ''tetradactyla''\n*''[[Fuchsia microphylla]]''\n**''Fuchsia microphylla'' subsp. ''aprica''\n**''Fuchsia microphylla'' subsp. ''chiapensis''\n**''Fuchsia microphylla'' subsp. ''hemsleyana''\n**''Fuchsia microphylla'' subsp. ''hidalgensis''\n**''Fuchsia microphylla'' subsp. ''microphylla''\n**''Fuchsia microphylla'' subsp. ''quercertorum''\n*''[[Fuchsia obconica]]''\n*''[[Fuchsia ravenii]]''\n*''[[Fuchsia thymifolia]]''\n**''Fuchsia thymifolia'' subsp. ''minimiflora''\n**''Fuchsia thymifolia'' subsp. ''thymiflora''\n*[[Fuchsia \u00d7 bacillaris|''Fuchsia'' \u00d7 ''bacillaris'']]''Fuchsia'' \u00d7 ''bacillaris'' \u00e9 um h\u00edbrido de ocorr\u00eancia natural entre ''F. microphylla'' ssp. ''microphylla'' e ''F. thymifolia'' ssp. ''thymifolia''.\n{{Div col end}}\n\n=== Sec\u00e7\u00e3o 3: ''Fuchsia'' ===\n[[Ficheiro:Fuchsia boliviana 3.jpg|thumb|253px|''[[Fuchsia boliviana]]'']]\nNorte da Argentina at\u00e9 \u00e0 Col\u00f4mbia e Venezuela. Hispaniola. Com 64 esp\u00e9cies correntemente reconhecidas, a Sect. ''Fuchsia'' (sin. ''Eufuchsia'') \u00e9 a mais numerosa do g\u00e9nero.Berry, P. E. (1982). The systematics and evolution of ''Fuchsia'' Sect. ''Fuchsia'' (Onagraceae). ''Annals of the Missouri Botanical Garden'' 69(1) 1\u2013199. As flores apresentam simetria perfeita, com p\u00e9talas convolutas. Os estames s\u00e3o erecto e podem ou n\u00e3o estender-se para al\u00e9m da corola; os estames opostos \u00e0s p\u00e9talas s\u00e3o mais curtos. Os frutos apresentam numerosas sementes.\n\n{{Div col|cols=4}}\n*''[[Fuchsia abrupta]]''\n*''[[Fuchsia ampliata]]''\n*''[[Fuchsia andrei]]''\n*''[[Fuchsia aquaviridis]]''\n*''[[Fuchsia austromontana]]''\n*''[[Fuchsia ayavacensis]]''\n*''[[Fuchsia boliviana]]''\n**''F. boliviana'' var. ''boliviana''\n**''F. boliviana'' var. ''luxurians''\n*''[[Fuchsia campii]]''Berry, P. E. (1995). Two new species of ''Fuchsia'' section ''Fuchsia'' (Onagraceae) from southern Ecuador. ''Novon: A Journal for Botanical Nomenclature'' 5(4) 318\u201322, f. 2.\n*''[[Fuchsia canescens]]''\n*''[[Fuchsia caucana]]''\n*''[[Fuchsia ceracea]]''\n*''[[Fuchsia cinerea]]''\n*''[[Fuchsia cochabambana]]''\n*''[[Fuchsia confertifolia]]''\n*''[[Fuchsia coriacifolia]]''Berry, P. E. (1988). Nomenclatural changes in the genus ''Fuchsia''. ''Annals of the Missouri Botanical Garden'' 75(3) 1150.\n*''[[Fuchsia corollata]]''\n*''[[Fuchsia corymbiflora]]''\n*''[[Fuchsia crassistipula]]''\n*''[[Fuchsia cuatrecasaii]]''\n*''[[Fuchsia decussata]]''\n*''[[Fuchsia denticulata]]''\n*''[[Fuchsia dependens]]''\n*''[[Fuchsia ferreyrae]]''\n*''[[Fuchsia fontinalis]]''\n*''[[Fuchsia furfuracea]]''\n*''[[Fuchsia gehrigeri]]''\n*''[[Fuchsia glaberrima]]''\n*''[[Fuchsia harlingii]]''\n*''[[Fuchsia hartwegii]]''\n*''[[Fuchsia hirtella]]''\n*''[[Fuchsia hypoleuca]]''\n*''[[Fuchsia lehmannii]]''\n*''[[Fuchsia llewelynii]]''\n*''[[Fuchsia loxensis]]''\n*''[[Fuchsia macrophylla]]''\n*''[[Fuchsia macropetala]]''\n*''[[Fuchsia macrostigma]]''\n*''[[Fuchsia magdalenae]]''\n*''[[Fuchsia mathewsii]]''\n*''[[Fuchsia nigricans]]''\n*''[[Fuchsia orientalis]]''\n*''[[Fuchsia ovalis]]''\n*''[[Fuchsia pallescens]]''\n*''[[Fuchsia petiolaris]]''\n*''[[Fuchsia pilosa]]''\n*''[[Fuchsia polyantha]]''\n*''[[Fuchsia pringsheimii]]''\n*''[[Fuchsia putamayensis]]''\n*''[[Fuchsia regia]]''\n*''[[Fuchsia rivularis]]''\n**''Fuchsia rivularis'' subsp. ''pubescens''\n**''Fuchsia rivularis'' subsp. ''rivularis''\n*''[[Fuchsia sanctae-rosae]]''\n*''[[Fuchsia sanmartina]]''\n*''[[Fuchsia scabriuscula]]''\n*''[[Fuchsia scherffiana]]''\n*''[[Fuchsia sessifolia]]''\n*''[[Fuchsia simplicicaulis]]''\n*''[[Fuchsia steyermarkii]]''\n*''[[Fuchsia summa]]''\n*''[[Fuchsia sylvatica]]''\n*''[[Fuchsia tincta]]''\n*''[[Fuchsia triphylla]]''\n*''[[Fuchsia vargasiana]]''\n*''[[Fuchsia venusta]]''\n*''[[Fuchsia vulcanica]]''\n*''[[Fuchsia wurdackii]]''\n{{Div col end}}\n\n=== Sec\u00e7\u00e3o 4: ''Hemsleyella'' ===\nVenezuela \u00e0 Bol\u00edvia. As 15 esp\u00e9cies desta sec\u00e7\u00e3o caracterizam-se por nect\u00e1rios fundidos com a base do tubo floral e p\u00e9talas total ou parcialmente ausentes.\n\n{{Div col|cols=3}}\n*''[[Fuchsia apetala]]''\n*''[[Fuchsia cestroides]]''\n*''[[Fuchsia chloroloba]]''\n*''[[Fuchsia garleppiana]]'\n*''[[Fuchsia huanucoensis]]''\n*''[[Fuchsia inflata]]''\n*''[[Fuchsia insignis]]''\n*''[[Fuchsia juntasensis]]''\n*''[[Fuchsia membranaceae]]''\n*''[[Fuchsia mezae]]''\n*''[[Fuchsia nana]]''\n*''[[Fuchsia pilaloensis]]''\n*''[[Fuchsia salicifolia]]''\n*''[[Fuchsia tilletiana]]''\n*''[[Fuchsia tunariensis]]''\n{{Div col end}}\n\n=== Sec\u00e7\u00e3o 5: ''Jimenezia'' ===\nPanam\u00e1 e Costa Rica.\n\n*''[[Fuchsia jimenezii]]''\n\n=== Section 6: ''Kierschlegeria'' ===\nRegi\u00e3o costeira central do Chile. Esta sec\u00e7\u00e3o \u00e9 constitu\u00edda por uma \u00fanica esp\u00e9cie com [[pedicelo]]s axilares pendulosos. As folhas s\u00e3o esparsas. As s\u00e9palas s\u00e3o reflexas e ligeiramente mais curtas que o tubo floral.\n\n*''[[Fuchsia lycioides]]''\n\n=== Sec\u00e7\u00e3o 7: ''Pachyrrhiza'' ===\nPeru.\n\n*''[[Fuchsia pachyrrhiza]]''Berry, P. E., et al. (1988). ''Fuchsia pachyrrhiza'' (Onagraceae), a tuberous new species and section of ''Fuchsia'' from western Peru. ''Systematic Botany'' 13(4) 483-92.\n\n=== Sec\u00e7\u00e3o 8: ''Procumbentes'' ===\nNova Zel\u00e2ndia.\n*''[[Fuchsia procumbens]]''\n\n=== Sec\u00e7\u00e3o 9: ''Quelusia'' ===\n[[Ficheiro:Fuchsia regia - blossom (aka).jpg|thumb|253px|''[[Fuchsia regia]]'']]\nSul da Argentina e do Chile, sueste do Brasil. As 9 esp\u00e9cies desta sec\u00e7\u00e3o t\u00eam o [[nect\u00e1rio]] fundido \u00e0 base do tubo floral, ou [[hipanto]]. O hipanto \u00e9 cil\u00edndrico e geralmente mais longo que as s\u00e9palas. Os estames s\u00e3o longos e saem para al\u00e9m da corola.\n\n{{Div col|cols= 3}}\n*''[[Fuchsia alpestris]]''\n*''[[Fuchsia bracelinae]]''\n*''[[Fuchsia brevilobis]]''\n*''[[Fuchsia campos-portoi]]''\n*''[[Fuchsia coccinea]]''\n*''[[Fuchsia glazioviana]]''\n*''[[Fuchsia hatschbachii]]''\n*''[[Fuchsia magellanica]]''\n*''[[Fuchsia regia]]''\n**''Fuchsia regia'' subsp. ''regia''\n**''Fuchsia regia'' subsp. ''reitzii''\n**''Fuchsia regia'' subsp. ''serrae''\n{{Div col end}}\n\n=== Sec\u00e7\u00e3o 10: ''Schufia'' ===\nM\u00e9xico ao Panam\u00e1. As esp\u00e9cies desta sec\u00e7\u00e3o apresentam flores erectas, em [[pan\u00edcula]]s do tipo [[corimbo]].\n\n*''[[Fuchsia arborescens]]''\n*''[[Fuchsia paniculata]]''\n**''Fuchsia paniculata'' subsp. ''mixensis''\n**''Fuchsia paniculata'' subsp. ''paniculata''\n\n=== Sec\u00e7\u00e3o 11: ''Skinnera'' ===\nNova Zel\u00e2ndia e Tahiti. As tr\u00eas esp\u00e9cies extantes apresentam um tubo floral com um espessamento acima do ov\u00e1rio. As s\u00e9palas encurvam-se sobre si mesmas e as p\u00e9talas s\u00e3o pequenas ou quase ausentes. Foi descrita uma nova esp\u00e9cie [[f\u00f3ssil]] do [[Mioceno]] da Nova Zel\u00e2ndia em Outubro de 2013.\n\n*\u2020''[[Fuchsia antiqua]]''{{citar web | url=http://www.amjbot.org/content/100/10/2052.abstract | t\u00edtulo=Fuchsia antiqua }}.\n*''[[Fuchsia cyrtandroides]]''\n*''[[Fuchsia excorticata]]''\n*''[[Fuchsia perscandens]]''\n*''[[Fuchsia \u00d7 colensoi]]'' - um h\u00edbrido natural\n\n=== Sec\u00e7\u00e3o 12: ''Verrucosa'' ===\nVenezuela e Col\u00f4mbia.\n\n*''[[Fuchsia verrucosa]]''\n\n{{Refer\u00eancias|Notas}}\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commonscat|Fuchsia}}\n{{commons|Fuchsia}}\n{{Wikispecies|Fuchsia}}\n* [http://www.chilebosque.cl/shrb/flyci.html Fotos de ''Fuchsia lycioides'' (Chile)]\n* [http://www.chilebosque.cl/shrb/fmage.html Fotos de ''Fuchsia magellanica'' (Chile)]\n* [http://thebfs.org.uk/ The British Fuchsia Society]\n* [http://www.americanfuchsiasociety.org/ American Fuchsia Society]\n* [http://www.fuchsiamagic.com/fuchsias/fuchsias.htm Fuchsia Photos]\n* [http://blog.babyplants.co.uk/all-about-fuchsias/ Fuchsia Care Guide]\n* [http://www.rhs.org.uk/advice/profile?PID=579 RHS Fuchsia Growing Advice]\n\n{{Bases de dados taxon\u00f3micos}}\n\n[[Categoria:Plantas ornamentais]]\n[[Categoria:Onagraceae]]\n[[Categoria:Fuchsia|!]]\n[[Categoria:G\u00e9neros de plantas]]"}]},"3913210":{"pageid":3913210,"ns":0,"title":"Diuris emarginata","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{t\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Diuris emarginata''\n| imagem =\n| dom\u00ednio = [[Eukaryota]]\n| reino = [[Plantae]]\n| divis\u00e3o = [[Magnoliophyta]]\n| classe = [[Liliopsida]]\n| ordem = [[Asparagales]]\n| fam\u00edlia = [[Orchidaceae]]\n| subfam\u00edlia = [[Orchidoideae]]\n| tribo = [[Diurideae]]\n| subtribo = [[Diuridinae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Diuris]]''\n| esp\u00e9cie = ''D. emarginata''\n| binomial = ''Diuris emarginata''\n| binomial_autoridade = [[R.Br.]] [[1810]]\n}}\n'''''Diuris emarginata''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie (biologia)|esp\u00e9cie]] [[ge\u00f3fita]] pertencente \u00e0 [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] das [[orqu\u00eddea]]s, ou Orchidaceae, [[end\u00eamica]] da [[Austr\u00e1lia]], onde ocorre no estado da [[Austr\u00e1lia Ocidental]].R. Govaerts et al (2009). '''World Checklist of Orchidaceae.''' The Board of Trustees of the Royal Botanic Gardens, Kew.{{link|en|2=http://www.kew.org/wcsp|3=Publicado na Internet}} Habitam \u00e1reas abertas de clima marcadamente sazonal, de modo que esta esp\u00e9cie t\u00eam per\u00edodos diferentes de crescimento, flora\u00e7\u00e3o e dorm\u00eancia.\n\nS\u00e3o plantas herb\u00e1ceas perenes que podem ser reconhecidas facilmente pela apar\u00eancia de suas [[flor]]es cujas p\u00e9talas s\u00e3o grandes e voltadas para cima como se fossem as orelhas de um burro. T\u00eam um par de [[tub\u00e9rculo]]s despidos, carnosos, e ra\u00edzes filamentosas. Seus caules s\u00e3o muito curtos, eretos, e d\u00e3o origem a [[folha]]s basais, longas e estreitas, de margens inteiras, que se confundem com capim. A[[infloresc\u00eancia]] \u00e9 [[racemosa]], com flores ressupinadas com segmentos livres; [[p\u00e9tala]]s com istmo basal, [[s\u00e9pala]]dorsal tombada sobre a coluna, mais curta e larga que as laterais, estas paralelas atr\u00e1s do [[labelo]]; labelo tri-lobulado, com os lobos laterais inicialmente ao lado da coluna e ent\u00e3o explanados; Coluna curta, apoda, com asas laterais estreitas, fundidas na base e paralelas \u00e0 coluna; [[Antera]] bi-locular dorsal ereta com duas [[pol\u00ednia]]s brancas clavadas aderidas ao [[visc\u00eddio]] e rostelo praticamente livre. S\u00e3o polinizadas por pequenas [[abelha]]s, que tamb\u00e9m polinizam as flores da fam\u00edlia [[Fabaceae]], uma vez que suas flores imitam as flores desta fam\u00edlia. Ocasionalmente podem ser polinizadas por [[mosca]]s e [[besouro]]s. Seus [[fruto]]s s\u00e3o capsulares, de paredes finas, contendo entre 30 e 500 [[semente]]s min\u00fasculas.Jones, David: (2001) '''Diuris''' em A. M. Pridgeon et al eds., Genera Orchidacearum, vol. 2, Orchidoideae part 1. Oxford University Press, Oxford, UK ISBN 0198507100. \n\nEsta esp\u00e9cie pertence a um grupo de esp\u00e9cies caracterizado por ter flores normalmente alaranjadas a amarelas com p\u00e9talas eretas, lobo intermedi\u00e1rio do labelo grande, plano mas com margens curvadas, lobos laterais de tamanhos vari\u00e1veis, calo com duas carenas dentro de uma mancha marrom ret\u00e2ngular.David L. Jones (2006). ''Diuris'' in ''Native Orchids of Australia'': 118-138. Reed Natural History Australia (Publ.) ISBN 9781877069123\n\n\n== Publica\u00e7\u00e3o e sin\u00f4nimos ==\n*'''''Diuris emarginata''''' R.Br., Prodr. Fl. Nov. Holl.: 316 (1810). \n\nSin\u00f4nimos homot\u00edpicos: \n\n*''Diuris setacea'' var.''emarginata'' (R.Br.) Domin, J. Linn. Soc., Bot. 41: 248 (1912). \n\nVariedades: \n\n*'''var. ''emarginata'''''. \n\n*'''var. ''pauciflora''''' (R.Br.) A.S.George, Nuytsia 1: 178 (1971). \n\nSin\u00f4nimos homot\u00edpicos: \n\n*''Diuris pauciflora'' R.Br., Prodr. Fl. Nov. Holl.: 316 (1810).\n\n\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n\n{{Diuris}}\n\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n*[[Lista de g\u00eaneros de Orchidaceae]]\n\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{WCSP|09|fevereiro|2013}}\n{{MBG|09|fevereiro|2013}}\n{{IPNI2|2013|2013|09 de fevereiro}}\n\n \n{{esbo\u00e7o-orqu\u00eddea}}\n\n[[Categoria:Diuris|emarginata]]\n[[Categoria:Plantas descritas em 1810]]"}]},"6240876":{"pageid":6240876,"ns":0,"title":"Journal of Religious History","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"O '''''Journal of Religious History''''' \u00e9 um peri\u00f3dico acad\u00eamico internacional [[Revis\u00e3o por pares|revisado por pares]], publicado por Wiley-Blackwell em nome da Associa\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3ria Religiosa. Abrange o trabalho atual na hist\u00f3ria das religi\u00f5es. Tamb\u00e9m examina a rela\u00e7\u00e3o das religi\u00f5es com outros aspectos da experi\u00eancia humana.{{Citar web|url=http://onlinelibrary.wiley.com/journal/10.1111/(ISSN)1467-9809/homepage/ProductInformation.html|titulo=Journal of Religious History - Overview|publica\u00e7\u00e3o=Wiley Online Library|doi=10.1111/(ISSN)1467-9809}} \n\n== Abstra\u00e7\u00e3o e indexa\u00e7\u00e3o ==\nA revista \u00e9 abstra\u00edda e indexada pela Academic Search Elite, FRANCIS, America: History & Life, Australian Public Affairs and Information Service, [[Arts and Humanities Citation Index|\u00cdndice de Cita\u00e7\u00e3o em Artes e Humanidades]], ATLA Religion Database, Bano de Dados de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da CSA, Banco de Dados de Ci\u00eancias e Gest\u00e3o Ambiental da CSA, Current Contents/ Artes e Humanidades, Ecology Abstratcs, Historical Abstracts, InfoTrac, ProQuest e Sociological Abstracts.{{Citar web|url=http://onlinelibrary.wiley.com/journal/10.1111/(ISSN)1467-9809/homepage/ProductInformation.html|titulo=Journal of Religious History - Overview|publica\u00e7\u00e3o=Wiley Online Library|doi=10.1111/(ISSN)1467-9809}}{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Website oficial|1=http://www.blackwellpublishing.com/journal.asp?ref=0022-4227}} \n* [http://www.therha.com.au/ Associa\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3ria Religiosa] \n[[Categoria:Revistas cient\u00edficas em ingl\u00eas]]\n[[Categoria:Publica\u00e7\u00f5es fundadas em 1960]]\n[[Categoria:Revistas cient\u00edficas]]\n{{t\u00edtulo em it\u00e1lico}}"}]},"140496":{"pageid":140496,"ns":0,"title":"Olmeda de la Cuesta","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento/Espanha|\n|nome = Olmeda de la Cuesta\n|nome_es = Olmeda de la Cuesta\n|num = 140\n|prov\u00edncia = [[Prov\u00edncia de Cuenca|Cuenca]] \n|comun_aut = [[Castilla-La Mancha]] \n|imagem = \n|bandeira = \n|bras\u00e3o = \n|funda\u00e7\u00e3o = \n|\u00e1rea = 23.12\n|altitude = \n|popula\u00e7\u00e3o = 29\n|censo = 2004\n|densidade = 1,82\n|latG = | latM = | latS = | latP =\n|lonG = | lonM = | lonS = | lonP =\n|alcaide = \n|alcaide_ano= \n|gent\u00edlico = \n|cp = \n|website = \n}}\n'''Olmeda de la Cuesta''' \u00e9 um munic\u00edpio da [[Espanha]] na [[Prov\u00edncias da Espanha|prov\u00edncia]] de [[Prov\u00edncia de Cuenca|Cuenca]], [[Comunidades aut\u00f3nomas da Espanha|comunidade aut\u00f3noma]] de [[Castilla-La Mancha]], de \u00e1rea 23,12 [[quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]] com popula\u00e7\u00e3o de 29 habitantes ([[2004|2017]]) e [[densidade populacional]] de 1,3 hab/km\u00b2.{{citar web|URL=http://www.ine.es/jaxi/menu.do?type=pcaxis&path=%2Ft20%2Fe260%2Fa2011%2F&file=pcaxis&N=&L=0|t\u00edtulo=Censo 2011|autor=|data=|publicado=[[Instituto Nacional de Estat\u00edstica (Espanha)]]|acessodata=|arquivourl=https://web.archive.org/web/20120215081451/http://www.ine.es/jaxi/menu.do?type=pcaxis&path=%2Ft20%2Fe260%2Fa2011%2F&file=pcaxis&N=&L=0|arquivodata=2012-02-15|urlmorta=yes}}\n\n== Demografia ==\n{{Evolu\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica\n|t\u00edtulo= Varia\u00e7\u00e3o [[demografia|demogr\u00e1fica]] do munic\u00edpio entre [[1991]] e [[2004]]\n|cor_ano= #C0C0C0\n|ano1 = 1991 |ano2 = 1996 |ano3 = 2001 |ano4 = 2004 \n|pop1 = 54 |pop2 = 54 |pop3 = 39 |pop4 = 42 \n|ano5=2017|pop5=29}}\n\n{{Espanha/Castilla-La Mancha/Cuenca}}\n\n{{esbo\u00e7o-munic\u00edpios-es}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios de Cuenca (prov\u00edncia)|Olmeda de la Cuesta]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Espanha por nome]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios por nome de Castela-Mancha]]\n[[Categoria:Localidades de Castela-Mancha]]\n[[Categoria:Localidades de Cuenca (prov\u00edncia)]]\n[[Categoria:Localidades da Espanha]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app demo.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Escudo de la Provincia de Cuenca.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Espa\u00f1aLoc.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag Cuenca Province.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Castile-La Mancha.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Spain.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Map pointer.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Olmeda de la Cuesta, Cuenca, Espa\u00f1a, 2017-01-03, DD 105.jpg"}]},"6714527":{"pageid":6714527,"ns":0,"title":"Rosalina Tuyuc","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Multitag|wkf|fref|p1=bio|p2=pol|data=outubro de 2021}}\n{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Rosalina Tuyuc Vel\u00e1squez''' ([[Chimaltenango (Guatemala)|Chimaltenango]], [[1956]]) \u00e9 uma [[Ativismo|ativista]] dos [[direitos humanos]] da [[Guatemala]]. Ela foi eleita deputada do [[ Congresso da Rep\u00fablica da Guatemala|Congresso]] em [[1995]], eleita da lista nacional da Frente Democr\u00e1tica da Nova Guatemala e atuou como vice-presidente do Congresso durante esse per\u00edodo. Tuyuc \u00e9 um Kaqchikel maia.\n\nEm junho de 1982, o Ex\u00e9rcito da Guatemala sequestrou e assassinou seu pai, Francisco Tuyuc. Tr\u00eas anos depois, em 24 de maio de 1985, seu marido sofreu o mesmo destino.https://www.unwomen.org/es/news/stories/2020/10/from-where-i-stand-rosalina-tuyuc-velasquez Em 1988, ela fundou a Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Vi\u00favas da Guatemala (conhecida pela sigla CONAVIGUA, que significa, originalmente Coordinadora Nacional de Viudas de Guatemala), que se tornou uma das principais organiza\u00e7\u00f5es de direitos humanos da Guatemala.https://www.americasquarterly.org/aq-author/rosalina-tuyuc-velasquez/\n\nEm 1994, Tuyuc foi condecorada pela Ordre National de la L\u00e9gion d'honneur francesa por suas atividades humanit\u00e1rias. Em 6 de julho de 2004, o Presidente \u00d3scar Berger a designou para presidir a Comiss\u00e3o Nacional de Repara\u00e7\u00f5es (Comisi\u00f3n Nacional de Resarcimiento). Em 2011, ela criticou publicamente a Comiss\u00e3o por n\u00e3o tratar adequadamente os danos causados \u200b\u200bpela guerra.\n\nA Funda\u00e7\u00e3o para a Paz Niwano do [[Jap\u00e3o]] concedeu o Pr\u00eamio Niwano para a Paz de 2012 a Tuyuc \"em reconhecimento por seu trabalho extraordin\u00e1rio e obstinado pela paz como uma corajosa ativista e l\u00edder dos direitos humanos\".https://www.prnewswire.com/news-releases/ativista-guatemalteca-de-direitos-humanos-rosalina-tuyuc-recebe-o-29o-premio-niwano-da-paz-151059795.html\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Biografias|Mulheres|Direitos humanos|Guatemala}}\n{{Controle de autoridade}}\n{{esbo\u00e7o-biografia}}\n\n{{NF|1956||Tuyuc Velasquez, Rosalina}}\n[[Categoria:Ativistas da Guatemala]]\n[[Categoria:Mulheres da Guatemala na pol\u00edtica]]"}]},"638111":{"pageid":638111,"ns":0,"title":"Catarina (nome)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data= Agosto de 2019}}\n{{Info/Nome\n|derivados=\n|imagem=Catherine_II_by_F.Rokotov_after_Roslin_(c.1770,_Hermitage).jpg\n|legenda= [[Catarina, a Grande]], uma das not\u00f3rias pessoas de nome '''Catarina'''.\n|g\u00eanero= Feminino\n|significado= \n|regi\u00e3o= \n|origem= \n|relativos= Katharine, Katherine, Catharine, Kathryn, Katharina, Catharina, Catalina, Caterina, Kathy, Katie, Kate, Kat, Cate, Cat\n|popularidade= \n}}\n'''Catarina''' \u00e9 um [[prenome]] ou nome pr\u00f3prio da [[onom\u00e1stica]] da [[l\u00edngua portuguesa]] de [[etimologia]] desconhecida. Alguns eruditos t\u00eam colocado a hip\u00f3tese de o nome estar relacionado com [[Hecat\u00e9]], uma deusa pag\u00e3 da magia e do encantamento. Outros associam o nome com o adjectivo grego ''katharos'' que significa \"puro, casto\".{{citar web |ultimo=Origem da Palavra |primeiro= |url=http://origemdapalavra.com.br/palavras/catarina/ |titulo=Catarina |data=16 de fevereiro de 2011 |acessodata=28 de novembro de 2017 |publicado= |arquivourl=https://web.archive.org/web/20180525062728/http://origemdapalavra.com.br/palavras/catarina/ |arquivodata=25 de maio de 2018}}\n\nNo portugu\u00eas medieval, o nome era usualmente grafado como Caterina o que teria levado o poeta [[Cam\u00f5es]] a inventar o anagrama [[Nat\u00e9rcia]] parta ocultar a verdadeira destinat\u00e1ria dos seus poemas de amor.\n\nA vers\u00e3o masculina deste prenome, apesar de menos comum, \u00e9 '''Catarino'''.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Variantes ==\n\n[[Castelhano|L\u00edngua castelhana]]: Catalina\n\n[[L\u00edngua francesa]]: Catherine\n\n[[L\u00edngua galega]]: Catarina, Catuxa\n\n[[l\u00edngua inglesa|Ingl\u00eas]]: Katherine ou Catherine\n\n[[L\u00edngua italiana]]: Catalina, Caterina\n\n[[L\u00edngua russa]]: Yekaterina, Ekaterina, Katya\n\nOutros variantes do nome s\u00e3o: Caitlin, Cathleen, Kathryn, Kaitlin, Katrina, C\u00e1tia, Carina, Karina, etc.\n\n{{Esbo\u00e7o-nome}}\n[[Categoria:Prenomes]]"}]},"6899017":{"pageid":6899017,"ns":0,"title":"Regi\u00e3o Geogr\u00e1fica Imediata de Par\u00e1 de Minas","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"A '''Regi\u00e3o Geogr\u00e1fica Imediata de [[Par\u00e1 de Minas]]''' \u00e9 uma das 70 regi\u00f5es geogr\u00e1ficas imediatas do Estado de Minas Gerais, uma das seis regi\u00f5es geogr\u00e1ficas imediatas que comp\u00f5em a [[Regi\u00e3o Geogr\u00e1fica Intermedi\u00e1ria de Divin\u00f3polis]] e uma das 509 regi\u00f5es geogr\u00e1ficas imediatas do Brasil, criadas pelo IBGE em 2017.\n\n\u00c9 composta por 7 munic\u00edpios.\n\nTem uma popula\u00e7\u00e3o estimada pelo IBGE para 1.\u00ba de julho de 2017 de 139 707 habitantes e \u00e1rea total de 2 241,239 km\u00b2.{{citar web|url=https://www.ibge.gov.br/geociencias/cartas-e-mapas/redes-geograficas/15778-divisoes-regionais-do-brasil.html|titulo=}}\n\n== Refer\u00eancias ==\n[[Categoria:Regi\u00f5es geogr\u00e1ficas imediatas de Minas Gerais]]"}]},"354624":{"pageid":354624,"ns":0,"title":"Patrice de Mac-Mahon","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais fontes|data=julho de 2019}}{{Info/Pol\u00edtico\n |nome = O Duque de Magenta\n |nome_comp = Marie Esme Patrice Maurice de Mac-Mahon\n |imagem = PatriceMacMahon.jpg\n |imagem-tamanho = 250px\n |legenda = \n |t\u00edtulo = [[Lista de presidentes da Fran\u00e7a|3\u00ba]] [[Presidente da Fran\u00e7a]] \n |mandato = {{dtlink|24|5|1873}}
a {{dtlink|30|1|1879}}\n |vice_t\u00edtulo = {{nowrap|Primeiro-ministro}}\n |vice = {{collapsible list|title=Lista|titlestyle=font-weight:normal;font-size:12px;background:transparent;text-align:left|[[Albert, Duque de Broglie|O Duque de Broglie]] {{small|(1873\u20131874)}}
[[Ernest Courtot de Cissey|Ernest de Cissey]] {{small|(1874\u20131875)}}
[[Louis Buffet]] {{small|(1875\u20131876)}}
[[Jules Dufaure]] {{small|(1876)}}
[[Jules Simon]] {{small|(1876\u20131877)}}
[[Albert, Duque de Broglie|O Duque de Broglie]] {{small|(1877)}}
[[Ga\u00ebtan de Rochebou\u00ebt]] {{small|(1877)}}
[[Jules Dufaure]] {{small|(1877\u20131879)}} }}\n |antecessor = [[Adolphe Thiers]]\n |sucessor = [[Jules Gr\u00e9vy]]\n |t\u00edtulo2 = [[Lista de copr\u00edncipes de Andorra|Co-Pr\u00edncipe de Andorra]]\n |mandato2 = {{dtlink|24|5|1873}}
a {{dtlink|30|1|1879}}\n |vice_t\u00edtulo2 = Co-Pr\u00edncipe\n |vice2 = Josep Caixal i Estrad\u00e9\n |antes2 = [[Adolphe Thiers]]
Josep Caixal i Estrad\u00e9\n |depois2 = [[Jules Gr\u00e9vy]]
Salvador Casa\u00f1as y Pag\u00e9s\n |t\u00edtulo3 = Governador-Geral da Arg\u00e9lia\n |mandato3 = {{dtlink|1|9|1864}}
a {{dtlink|27|7|1870}}\n |vice_t\u00edtulo3 = Monarca\n |vice3 = [[Napole\u00e3o III de Fran\u00e7a|Napole\u00e3o III]]\n |antes3 = \u00c9douard de Martimprey\n |depois3 = Louis Durrieu\n |t\u00edtulo4 = [[Senado da Fran\u00e7a|Senador da Fran\u00e7a]]\n |mandato4 = {{dtlink|24|6|1864}}
a {{dtlink|4|9|1870}}\n |vice_t\u00edtulo4 = {{nowrap|Nomeador por}}\n |vice4 = [[Napole\u00e3o III de Fran\u00e7a|Napole\u00e3o III]]\n |nascimento_data = {{dni|13|6|1808|si}}\n |nascimento_local = [[Sully (Sa\u00f4ne-et-Loire)|Sully]], [[Borgonha]], {{flagicon image|Flag of France.svg}} [[Primeiro Imp\u00e9rio Franc\u00eas|Fran\u00e7a]]\n |morte_data = {{nowrap|{{morte|17|10|1893|13|6|1808}}}}\n |morte_local = [[Montcresson]], [[Orlean\u00eas]],
{{flagicon image|Flag of France.svg}} [[Terceira Rep\u00fablica Francesa|Fran\u00e7a]]\n |alma_mater = [[Escola Militar Especial de Saint-Cyr|Escola Especial Imperial Militar de Saint-Cyr]]\n |c\u00f4njuge-tipo = Esposa\n |c\u00f4njuge = [[\u00c9lisabeth Mac-Mahon|Elisabeth de Castries]] {{small|(1854\u20131893)}}\n |partido = Direita miscel\u00e2nea {{small|([[Legitimismo|Legitimista]])}} \n |profiss\u00e3o = [[Igreja Cat\u00f3lica|Catolicismo]]\n |ramo = [[Ex\u00e9rcito de Terra Franc\u00eas]]\n |anos_de_servi\u00e7o = 1827\u20131873\n |gradua\u00e7\u00e3o = [[Marechal de Fran\u00e7a|Marechal]]\n |batalhas = [[Conquista francesa da Arg\u00e9lia|Conquista da Arg\u00e9lia]]
[[Guerra da Crimeia]]
[[Segunda Guerra de Independ\u00eancia Italiana|Guerra Franco-Austr\u00edaca]]
[[Guerra Franco-Prussiana]]\n |condecora\u00e7\u00f5es = [[Ordem Nacional da Legi\u00e3o de Honra|Legi\u00e3o de Honra]]
[[Medalha Militar (Fran\u00e7a)|Medalha Militar]]\n}}\n'''Marie Esme Patrice Maurice, Conde de Mac-Mahon, Duque de Magenta''' ([[Sully (Sa\u00f4ne-et-Loire)|Sully]], {{dtlink|13|6|1808}} \u2013 [[Montcresson]], {{dtlink|17|10|1893}}) foi um militar e pol\u00edtico franc\u00eas que alcan\u00e7ou a patente de [[Marechal de Fran\u00e7a|Marechal]] e foi o [[Presidente da Fran\u00e7a]] de 1873 at\u00e9 1879 na [[Terceira Rep\u00fablica Francesa]].{{Citar web|titulo=Marie-Edme-Patrice-Maurice, count de Mac-Mahon {{!}} president of France|url=https://www.britannica.com/biography/Marie-Edme-Patrice-Maurice-comte-de-Mac-Mahon-duc-de-Magenta|obra=Encyclopedia Britannica|acessodata=2019-07-28|lingua=en}}{{Citar web|titulo=Patrice de Mac Mahon|url=https://www.elysee.fr/patrice-de-mac-mahon|obra=elysee.fr|acessodata=2019-07-28|lingua=fr}}\n\n== Carreira ==\nSai de [[Saint-Cyr]] ([[1827]]) e participa nas campanhas da [[Arg\u00e9lia]]. Legitimista por natureza, serve lealmente os diferentes regimes, distinguindo-se durante as guerras [[Guerra da Crim\u00e9ia|da Crim\u00e9ia]] ([[Batalha de Malakoff|tomada de Malakoff]] - [[8 de Setembro]] de [[1855]]) e [[Segunda Guerra de Independ\u00eancia Italiana|da It\u00e1lia]] ([[Batalha de Magenta|vit\u00f3ria de Magenta]]). Ap\u00f3s a vit\u00f3ria de Magenta ([[4 de Junho]] de [[1859]]), recebe a patente de [[marechal]] e o t\u00edtulo de [[duque]].\n\nFoi governador-geral da [[Arg\u00e9lia]] de [[1864]] a [[1870]], onde foi encarregado de aplicar a pol\u00edtica do \"reino \u00e1rabe\". Na [[Guerra franco-prussiana|guerra de 1870]], foi colocado \u00e0 cabe\u00e7a do primeiro corpo da armada do [[Reno]], tendo sido esmagado pela superioridade num\u00e9rica das for\u00e7as inimigas em [[Wissembourg]] ([[4 de Agosto]]) e em [[Froeschwiller]] ([[6 de Agosto]]). Ap\u00f3s ter organizado o seu ex\u00e9rcito, o governo imp\u00f5e-lhe que v\u00e1 em socorro de [[Fran\u00e7ois Achille Bazaine|Bazaine]], sendo cercado em [[Batalha de Sedan|Sedan]] ([[1 de Setembro]]), onde foi ferido e feito prisioneiro. Mac-Mahon acaba por ser libertado a pedido de [[Louis Adolphe Thiers|Thiers]], que lhe confia o ex\u00e9rcito de [[Versalhes]] contra a [[Comuna de Paris|Comuna]].\n\nApesar de monarquista, aceitou a [[presid\u00eancia da Rep\u00fablica]] ([[1873]]), esperando que as condi\u00e7\u00f5es para a Restaura\u00e7\u00e3o fossem realizadas. As elei\u00e7\u00f5es de [[20 de Fevereiro]] de [[1876]] elegeram uma maioria republicana, tendo Mac-Mahon aceite os presidentes do Conselho eleitos. A Assembleia \u00e9 dissolvida em [[25 de Junho]] de [[1877]] e o governo prepara novas elei\u00e7\u00f5es. Estas d\u00e3o a maioria ao republicanos (Outubro de [[1877]]). O marechal acaba por renunciar em [[1879]] devido a problemas com o governo.\n\nA Constitui\u00e7\u00e3o de 1875, tr\u00eas leis org\u00e2nicas adotadas nesse ano, restringiu a influ\u00eancia do Presidente em assuntos internos, embora a mantivesse em temas exteriores. Seus atos deviam ser subscritos por um membro do gabinete.\n\nEnquanto presidente de Fran\u00e7a, Mac-Mahon decidiu em 24 de julho de [[1875]] a favor de [[Portugal]] numa disputa com a [[Gr\u00e3-Bretanha]] relativamente \u00e0 posse da regi\u00e3o sul de [[Mo\u00e7ambique]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Commons|Patrice de Mac-Mahon}}\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o|\n|t\u00edtulo = [[Anexo:Lista de presidentes de Fran\u00e7a|Presidente da Fran\u00e7a]]\n|anos = ''[[1873]] - [[1879]]''\n|antes = [[Adolphe Thiers]]\n|depois = [[Jules Gr\u00e9vy]]\n}}\n{{Termina caixa}}\n\n{{Presidentes da Fran\u00e7a}}\n\n{{Portal3|Fran\u00e7a}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Mac-Mahon, Patrice}}\n[[Categoria:Pol\u00edticos da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Marechais da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Presidentes da Fran\u00e7a]]"}]}}}}