/blog/category/empreendedorismo/category/sem categoria/

 (11) 3340.6655     (11) 95636.4873     contato@pigatti.com.br      Cliente      Processos   
    
  
pigatti
Contabilidade    Informações    Pigatti Contabilidade    Sem categoria   

Correção anual de limites e faixas de receita do Simples Nacional é aprovada

Recentemente, a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 319/16, que determina a correção anual de limites e faixas de receita bruta...

23/11/2021
+ continue lendo

Leia também sobre

Consultoria
Contabilidade
Curiosidades
Dicas
Dúvidas
Empreendedorismo
Informações
Médicos
Pessoas
Pigatti Contabilidade
Sem categoria
Tributário



{"continue":{"imcontinue":"324335|Question_book.svg","grncontinue":"0.684208207224|0.684208207224|0|0","continue":"grncontinue||revisions"},"warnings":{"main":{"*":"Subscribe to the mediawiki-api-announce mailing list at for notice of API deprecations and breaking changes. Use [[Special:ApiFeatureUsage]] to see usage of deprecated features by your application."},"revisions":{"*":"Because \"rvslots\" was not specified, a legacy format has been used for the output. This format is deprecated, and in the future the new format will always be used."}},"query":{"pages":{"4368144":{"pageid":4368144,"ns":0,"title":"Dessonoriza\u00e7\u00e3o final","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"A '''dessonoriza\u00e7\u00e3o final''' \u00e9 um fen\u00f4meno em que [[Consoante oclusiva|consoantes oclusivas]] que se mostram sonoras, seja na ortografia ou em outras forma\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas, tornam-se surdas no fim da palavra.\n\n==Ocorr\u00eancia==\n\nO fen\u00f4meno \u00e9 observado de forma geral em [[l\u00edngua catal\u00e3|catal\u00e3o]], [[l\u00edngua dinamarquesa|dinamarqu\u00eas]], [[romanche]], [[l\u00edngua arm\u00e9nia|armeno]], [[l\u00edngua georgiana|georgiano]], [[occitano]], [[l\u00edngua turca|turco]], [[l\u00edngua holandesa|holand\u00eas]] e quase todas as [[l\u00ednguas eslavas]], com a exce\u00e7\u00e3o do [[l\u00edngua ucraniana|ucraniano]] e de algumas varia\u00e7\u00f5es do [[l\u00edngua servo-croata|servo-croata]].\n\n\u00c9 observado como uma caracter\u00edstica de [[dialeto]]s de menor prest\u00edgio no servo-croata, no [[l\u00edngua \u00e1rabe|\u00e1rabe]] e no [[i\u00eddiche]]. Em [[l\u00edngua alem\u00e3|alem\u00e3o]], pelo contr\u00e1rio, a aus\u00eancia do fen\u00f4meno marca dialetos de menor prest\u00edgio. Dentre l\u00ednguas mortas, pode-se mencionar o [[franc\u00eas antigo]], o [[l\u00edngua anglo-sax\u00e3|anglo-sax\u00e3o]] e o [[l\u00edngua g\u00f3tica|g\u00f3tico]].\n\n===L\u00ednguas germ\u00e2nicas===\n\nComum entre as l\u00ednguas germ\u00e2nicas, o fen\u00f4meno parece ter tido origem na [[l\u00edngua fr\u00e2ncica]], B. Mees, [http://books.google.nl/books?id=W91nBn0l96wC&pg=PA23&source=gbs_toc_r&cad=0_0 ''The Bergakker inscription and the beginnings of Dutch''], in: Amsterdamer beitr\u00e4ge zur \u00e4lteren Germanistik: Band 56- 2002, edited by Erika Langbroek, Annelies Roeleveld, Paula Vermeyden, Arend Quak, Published by Rodopi, 2002, ISBN 90-420-1579-9, ISBN 978-90-420-1579-1 o que poderia inclusive ter influenciado a ocorr\u00eancia do fen\u00f4meno em [[l\u00ednguas galo-rom\u00e2nicas]]. Alguns exemplos em [[l\u00edngua alem\u00e3|alem\u00e3o]] incluem:\n\n{| class=\"wikitable\"\n! colspan=3 | Nouns !! colspan=3 | Verbs\n|-\n! Singular !! Tradu\u00e7\u00e3o !! Plural !! Imperativo !! Tradu\u00e7\u00e3o !! Infinitivo\n|-\n| ''Bad'' {{IPA|[ba\u02d0t]}} || banho || ''B\u00e4der'' {{IPA|[\u02c8b\u025b\u02d0d\u0250]}} || ''red!'' {{IPA|[\u0281e\u02d0t]}} || fala! || ''falar'' {{IPA|[\u02c8\u0281e\u02d0dn\u0329]}}\n|-\n| ''Maus'' {{IPA|[ma\u028a\u032fs]}} || rato || ''M\u00e4use'' {{IPA|[\u02c8m\u0254\u028f\u032fz\u0259]}} || ''lies!'' {{IPA|[li\u02d0s]}} || l\u00ea! || ''lesen'' {{IPA|[\u02c8le\u02d0zn\u0329]}}\n|-\n| ''Raub'' {{IPA|[\u0281a\u028a\u032fp]}} || roubo || ''Raube'' {{IPA|[\u02c8\u0281a\u028a\u032fb\u0259]}} || ''reib!'' {{IPA|[\u0281a\u026a\u032fp]}} || esfrega! || ''reiben'' {{IPA|[\u02c8\u0281a\u026a\u032fbn\u0329]}}\n|-\n| ''Zug'' {{IPA|[t\u0361su\u02d0k]}} || trem || ''Z\u00fcge'' {{IPA|[\u02c8t\u0361sy\u02d0\u0261\u0259]}} || ''sag!'' {{IPA|[za\u02d0k]}} || diz! || ''sagen'' {{IPA|[\u02c8za\u02d0\u0261n\u0329]}}\n|}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Fonologia]]\n[[Categoria:Lingu\u00edstica hist\u00f3rica]]\n[[Categoria:Metaplasmos]]"}]},"1827173":{"pageid":1827173,"ns":0,"title":"Arte olmeca","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais notas|data=agosto de 2020}}\n{{Civiliza\u00e7\u00e3o olmeca}}\nA '''arte olmeca''' caracteriza-se por uma grande mestria na [[escultura]] e [[cinzel]]agem, a qual n\u00e3o foi excedida por nenhuma outra [[Pr\u00e9-colombiano|civiliza\u00e7\u00e3o pr\u00e9-colombiana]]. Esta mestria \u00e9 vis\u00edvel tanto na arte colossal como na arte miniatural.\n\nOs artistas [[olmecas]] produziam a sua arte em [[argila]], [[rocha|pedra]] (sobretudo [[basalto]], [[andesito]], [[jade]] e [[obsidiana]]) e [[madeira]] e ainda na forma de [[pintura rupestre|pinturas rupestres]]. A cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica desta civiliza\u00e7\u00e3o obriga \u00e0 distin\u00e7\u00e3o entre a arte monumental ou colossal e a arte menor ou arte mobili\u00e1ria.\n\nA cultura olmeca, que existiu entre [[1200 a.C.|1200]] e [[500 a.C.]], foi a primeira das grandes civiliza\u00e7\u00f5es mesoamericanas, e entre estas a primeira a desenvolver um [[sistema de escrita olmeca|sistema de escrita]] e um [[calend\u00e1rio]]. Mas foi sem qualquer d\u00favida a sua arte excepcional, tanto pela sua riqueza iconogr\u00e1fica como pelas suas qualidades t\u00e9cnicas, que tornou-se uma refer\u00eancia e uma heran\u00e7a para todas as culturas mesoamericanas posteriores. Deste modo a [[escrita maia]] vai apropriar-se do primeiro sistema gl\u00edfico elaborado pelos artistas olmecas. Os [[toltecas]], [[zapotecas]], [[astecas]] e todas as outras civiliza\u00e7\u00f5es da Mesoam\u00e9rica acabar\u00e3o tamb\u00e9m elas por usar a cultura olmeca como refer\u00eancia em muitos outros dom\u00ednios, sejam eles art\u00edsticos, t\u00e9cnicos, religiosos ou intelectuais.\n\n== Historiografia ==\n[[Imagem:Map Olmec sites.png|left|350px|thumb|Mapa mostrando alguns s\u00edtios [[olmecas]].]]\n{{artigo principal|[[Olmecas]]}}\nA arte olmeca permaneceu desconhecida at\u00e9 1862, ano da descoberta fortuita da primeira cabe\u00e7a colossal em Hueyapan ([[Veracruz]]) efetuada por Jos\u00e9 Mar\u00eda Melgar y Serrano. Ser\u00e1 necess\u00e1rio esperar at\u00e9 [[1925]] para que sejam descobertos outros [[meg\u00e1lito]]s olmecas. Os especialistas [[Frans Blom]], arque\u00f3logo, e [[Oliver La Farge]], etn\u00f3grafo, exploram a costa do [[golfo do M\u00e9xico]] e o sudeste do [[M\u00e9xico]]. As suas primeiras descobertas de obras olmecas s\u00e3o incorretamente confundidas com obras [[Civiliza\u00e7\u00e3o maia|maias]]. O arque\u00f3logo Hermann Beyer, nos anos trinta, d\u00e1 o nome \"olmeca\" a esta nova civiliza\u00e7\u00e3o. A cultura e arte olmecas s\u00e3o ent\u00e3o definidas e o termo \u00e9 oficializado em 1942 pelos olmec\u00f3logos para designar a [[civiliza\u00e7\u00e3o]]-m\u00e3e da [[Mesoam\u00e9rica]], cujos centros mais importantes conhecidos s\u00e3o [[La Venta]], [[San Lorenzo (M\u00e9xico)|San lorenzo Tenochtitl\u00e1n]], [[Laguna de los Cerros]], [[Tres Zapotes]] e [[Cerro de las Mesas]], nos atuais estados mexicanos de [[Tabasco]] e [[Veracruz]], e ainda [[Tlacozotitlan]] e [[Abaj Takalik]] situados em [[Guerrero]] e na [[Guatemala]], respetivamente. Em seguida, [[Alfonso Caso]] e [[Miguel Covarrubias]], definem os tra\u00e7os culturais da [[Mesoam\u00e9rica]] e o arque\u00f3logo estadunidense [[Matthew Stirling]] coloca em evid\u00eancia os s\u00edtios chave da costa do golfo que ser\u00e3o objeto de escava\u00e7\u00f5es que revelam importantes descobertas art\u00edsticas olmecas.\n\n[[Imagem:Mexico.Tab.LaVenta.01.jpg||thumb|right|250px| \u00ab La Abuelita \u00bb (\u00ab av\u00f3zinha \u00bb) conhecida como Monumento 5 de [[La Venta]].]]\nA fim de compreender bem a emerg\u00eancia da arte olmeca, \u00e9 preciso especificar que esta civiliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 na origem de um estilo art\u00edstico e de uma [[iconografia]] que integra-se na [[Arte olmeca#Cronologias|cronologia]]Os especialistas nem sempre est\u00e3o de acordo sobre a cronologia da Mesoam\u00e9rica. Entre as v\u00e1rias propostas existentes, as mais representativas s\u00e3o as de Willey & Phillips ou de C. Duverger. abaixo entre 1200 e 500 a.C., no [[Cronologia da Mesoam\u00e9rica|per\u00edodo pr\u00e9-cl\u00e1ssico]] (ou \u00c9poca I segundo a cronologia mais recente de [[Christian Duverger]] estabelecida em 1999).\n\nAs primeiras escava\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas em s\u00edtios olmecas revelaram pr\u00e1ticas rituais em ossos humanos. Foram constatadas mutila\u00e7\u00f5es [[dente|dent\u00e1rias]] e deforma\u00e7\u00f5es [[Cr\u00e2nio|cranianas]]. Estas pr\u00e1ticas, ainda que chocantes nos tempos de hoje, tinham um grande simbolismo e podem ser observadas em certas esculturas, sobretudo em [[jade]], representa\u00e7\u00f5ea art\u00edsticas dos seus usos e costumes. No que toca \u00e0 escrita e apesar das controv\u00e9rsias que tal tema levanta entre os especialistas, pode afirmar-se atualmente, ap\u00f3s a descoberta do [[bloco de Cascajal]], que existia um sistema de escrita entre os olmecas desde 1200 a.C.. O bloco de Cascajal revela toda a sua import\u00e2ncia, tratando-se do mais antiga escrita descoberta na Am\u00e9rica. A apari\u00e7\u00e3o de uma escrita olmeca (ideogramas e pictogramas) evoca consequentemente uma linguagem mais do que uma simples ornamenta\u00e7\u00e3o.Trata-se certamente duma \"linguagem de sinais\"Magni, 2003, pp. 114 \u00e0 144 relevada sobretudo do dom\u00ednio religioso e do campo sociopol\u00edtico. A ideia de uma escrita baseada apenas na forma dos ideogramas dever\u00e1 portanto ser exclu\u00edda.\n\nA arte olmeca \u00e9 portadora de todos esses sinais que podem ser encontrados em primeiro lugar nos objetos em terracota e mais tarde em outros suportes, tais como a [[pedra]]. De acordo com a escola francesa promovida por [[Christine Niederberger]] e retomada nomeadamente por Caterina Magni, a cultura olmeca \u00e9 um conjunto multi\u00e9tnico e plurilingu\u00edstico, concretamente, a sua presen\u00e7a \u00e9 atestada em n\u00edveis de ocupa\u00e7\u00e3o antigos na costa do golfo do M\u00e9xico, no [[vale do M\u00e9xico]] e ao longo da costa pac\u00edfica dos estados de Guerrero, Oaxaca e Chiapas, mas sobretudo para al\u00e9m das fronteiras mexicanas, at\u00e9 ao sul da [[Costa Rica]]. Outros especialistas, como [[Michael D. Coe]] e Gareth Lowe, ligam os olmecas \u00e0s fam\u00edlias [[L\u00ednguas maias|lingu\u00edsticas maia]] e [[L\u00ednguas mixe-zoqueanas|mixe-zoque]] respetivamente; Gareth Lowe faz refer\u00eancia \u00e0 [[l\u00edngua popoluca]], do grupo macromaia mixe-zoque, falada pelos habitantes da costa do golfo.\n\n== Arquitetura, materiais e t\u00e9cnicas ==\n[[Imagem:Juxtlahuaca Ruler (M Lachniet).jpg|right|250px|thumb|Pintura n\u00ba 1, [[Juxtlahuaca]].]]A arquitetura olmeca \u00e9 monumental e integra o ambiente. A pir\u00e2mide \u00e9 uma alus\u00e3o \u00e0 montanha. Pela sua dimens\u00e3o imponente e pela sua altura, ela representa a constru\u00e7\u00e3o principal do centro cerimonial e tornar-se-\u00e1 uma constante arquitet\u00f3nica na [[Mesoam\u00e9rica]]. Ainda assim, a arquitetura dos maiores s\u00edtios olmecas, como La Venta ou San Lorenzo, considerados como exemplos do urbanismo mais bem conseguido do [[Cronologia da Mesoam\u00e9rica|pr\u00e9-cl\u00e1ssico]], manifesta-se atrav\u00e9s de constru\u00e7\u00f5es em terra batida. Ao planeamento rigoroso e \u00e0 arquitetura grandiosa, caracterizada pela pir\u00e2mide c\u00f3nica de La Venta (com 30 metros de altura), pelo s\u00edtio de [[San Lorenzo (M\u00e9xico)|San Lorenzo]] e ao campo de [[Jogo de bola mesoamericano|jogo de bola]], associam-se uma arte monumental e a presen\u00e7a de uma sistema de [[drenagem]] imponente. Tais caracter\u00edsticas v\u00e3o prefigurar os s\u00edtios mesoamericanos tardios.\n\nOs artistas olmecas distinguem-se tamb\u00e9m pelos seus trabalhos em argila, pedra e madeira. Por outro lado, a descoberta de pinturas rupestres como as de [[Juxtlahuaca]], mostram a heterogeneidade das suas produ\u00e7\u00f5es. Uma abordagem esquem\u00e1tica da cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica leva \u00e0 distin\u00e7\u00e3o entre a arte monumental e a arte menor:\n* A arte menor olmeca engloba todos os objetos ditos de pequenas dimens\u00f5es, feitos em pedra, [[terracota]], em volume, em alto ou baixo-relevo, incisos ou excisos. Esta arte menor inclui as [[figura]]s, os machados votivos, as m\u00e1scaras, os recipientes, os colares de contas e os pendentes.\n* A arte monumental olmeca designa as obras de grande dimens\u00e3o. Inclui-se nesta categoria a [[escultura de vulto]], em alto e baixo-relevo, eventualmente gravada ou pintada. As [[Cabe\u00e7a colossal olmeca|cabe\u00e7as colossais]], as [[est\u00e1tua]]s, os [[altar]]es, as [[estela]]s, lajes, [[petroglifo]]s e [[mosaico]]s s\u00e3o representa\u00e7\u00f5es maiores da arte olmeca. Os olmecas n\u00e3o conheciam a [[metalurgia]] e as suas ferramentas eram de pedra, ainda que os especialistasCoe & Diehl, 1980, p. 296 sejam c\u00e9pticos quanto ao uso de ferramentas de pedra para esculpir [[basalto]]. Um investigadorAgrinier, 1984 pensa que os artefactos minerais ferrosos, descobertos em grande quantidade em v\u00e1rios s\u00edtios olmecas, assemelham-se a pequenos martelos enquanto um outro investigadorMagni, 2003, p. 87 descreve o funcionamento destes artefactos e como seriam utilizados no trabalhar da pedra.\n\n== As figuras olmecas ==\n\n[[Iconografia|Iconograficamente]], a figura humana constitui o tema principal da arte olmeca. Se algumas cenas da arte olmeca refletem manifestamente o \"pensamento m\u00edtico\", outras descrevem sem ambiguidade ritos e algumas remetem simultaneamente para o mito e rito, ou colocam-se na charneira do dom\u00ednio [[Mitologia|mitol\u00f3gico]] e o campo cerimonial. Podemos definir tr\u00eas grandes categorias, caracterizadas por uma express\u00e3o figurativa ou codificada:\n\n* as representa\u00e7\u00f5es de natureza m\u00edtica, que na maioria das vezes n\u00e3o s\u00e3o mais que uma sequ\u00eancia de uma narrativa mitol\u00f3gica mais vasta, podendo ser qualificadas como [[Mitografia|mitogr\u00e1ficas]].\n* as representa\u00e7\u00f5es de natureza ritual, que tratam de transcrever de modo fragment\u00e1rio a realidade de um rito cerimonial.\n* a arte \"s\u00f3cio-hist\u00f3rica\", que pode utilizar elementos do [[mito]] para simbolizar ou legitimar um poder ou uma posi\u00e7\u00e3o social.\n\nA iconografia olmeca \u00e9 extremamente rica, \u00e0 vista dos detalhes abundantes que aparecem em numerosas esculturas. Os especialistas analisam cada parte duma obra a fim de compreenderem o seu sentido geral. Apercebemo-nos, considerando a multitude de pe\u00e7as arqueol\u00f3gicas at\u00e9 hoje encontradas, que a [[representa\u00e7\u00e3o humana|figura humana]] \u00e9 o tema principal da arte olmeca. Beatriz de La FuenteCatalogue d\u2019\u0153uvres monumentales, 1973 cataloga 206 pe\u00e7as, 110 das quais representam personagens [[antropom\u00f3rfico]]s. Em terceiro lugar encontram-se as obras animalistas, enquanto as figuras h\u00edbridas ocupam o segundo lugar nesta cataloga\u00e7\u00e3o, e entre estas predominam as do [[jaguar-homem]].\n\nTal distin\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas est\u00e9tica, antes de mais nada trata-se de compreender que esta \u00e9 uma arte religiosa na qual a imag\u00e9tica olmeca mostra estados de graus diversos da rela\u00e7\u00e3o entre o homem e o animal.\n\nA arte olmeca obedece a regras precisas que permitem classificar as figuras animais segundo tr\u00eas caracter\u00edsticas: felinas, reptilianas e felino-reptilianas. De igual modo, as figuras antropom\u00f3rficas em figuras femininas, figuras masculinas (as mais raras) e as figuras assexuadas (as mais numerosas).\n\n===A figura h\u00edbrida===\n{{artigo principal|[[Jaguar-homem olmeca]]}}\n[[Imagem:Olmec stone were-jaguar face.jpg|thumb|right|150px|A figura h\u00edbrida: o [[jaguar-homem]].]][[Imagem:Olmec Bird jug.jpg|thumb|right|150px|A figura zoomorfa: a \u00e1guia.]]\nA imag\u00e9tica olmeca pressup\u00f5e v\u00e1rios graus na rela\u00e7\u00e3o homem-animal. Caterina Magni elaborou um quadroEste quadro pode ser lido da seguinte forma: primeira situa\u00e7\u00e3o dita de extremos que concerne a alian\u00e7a, o parentesco e o antagonismo e segunda situa\u00e7\u00e3o dita de intermedi\u00e1rios que agrupa a identifica\u00e7\u00e3o, a metamorfose, a troca de apar\u00eancia por meio do disfarce. Magni, 2003, pp. 284 e 285. que permite compreender as diferentes situa\u00e7\u00f5es ou evolu\u00e7\u00f5es do homem ao animal e do animal ao homem. Tais manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas sugerem uma explora\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica da rela\u00e7\u00e3o homem-jaguar e da sua rec\u00edproca jaguar-homem. Nesta \u00f3tica, a imagem do [[jaguar-homem]] ([http://research.famsi.org/portfolio_hires.php?search=*olmec*&image=3282&display=8&rowstart=32 imagem]), onde os tra\u00e7os antropom\u00f3rficos e zoom\u00f3rficos misturam-se de um modo inteligente, \u00e9 o melhor exemplo de figura h\u00edbrida.\n\n===A figura zoom\u00f3rfica===\nNuma arte impregnada de animalidade, \u00e9 surpreendente constatar a raridade das representa\u00e7\u00f5es puramente [[animalismo|animalistas]]. Tamb\u00e9m aqui o lugar de honra \u00e9 ocupado por um felino. Seguem-se os outros grandes predadores como a [[serpente]] e a [[\u00e1guia]]. As presas ([[veado-vermelho|veados]], [[macaco]]s e outros pequenos mam\u00edferos) s\u00e3o minorit\u00e1rios, em compara\u00e7\u00e3o com os carn\u00edvoros. Al\u00e9m das representa\u00e7\u00f5es zoom\u00f3rficas naturalistas, observa-se a propens\u00e3o para a hibridiza\u00e7\u00e3o das formas. A criatura comp\u00f3sita ou \"fant\u00e1stica\" \u00e9 uma imagem de s\u00edntese criada pela combina\u00e7\u00e3o de formas e/ou atributos chave, em n\u00famero vari\u00e1vel, emprestados a diferentes esp\u00e9cies animais existentes; uma agrega\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica e intelectual que esconde uma forte l\u00f3gica interna regida por regras precisas.\n\nNa arte olmeca, podemos classificar as criaturas comp\u00f3sitas em tr\u00eas categorias: os animais de car\u00e1cter felino ([http://research.famsi.org/portfolio_hires.php?search=*olmec*&image=3116&display=8&rowstart=24 imagem]), os animais de car\u00e1cter reptiliano e os animas com car\u00e1cter felino-reptiliano ([http://www.iub.edu/~iuam/online_modules/wielgus/middle_america/middle_america72.html imagem]).\n\n===A figura antropom\u00f3rfica===\nNesta categoria distinguem-se as figuras femininas ([https://web.archive.org/web/20060301195726/http://aal.ucsd.edu/reserves/vis126an/midterm/tlat2.jpg imagem]), as figuras masculinas ([https://web.archive.org/web/20060301195945/http://aal.ucsd.edu/reserves/vis126an/midterm/207264.jpg imagem]) e as personagens assexuadas ([https://web.archive.org/web/20070305182309/http://aal.ucsd.edu/reserves/vis126an/midterm/207255.jpg imagem]).\n* As figuras femininas s\u00e3o recorrentes na \u00e9poca pr\u00e9-cl\u00e1ssica. Modeladas em argila, apresentam ind\u00edcios do que parece ser um [[seio|peito]] e mais raramente do sexo. Na arte lapid\u00e1ria tardia, menor e monumental, as figuras femininas s\u00e3o menos comuns. Ainda assim, a imagem da mulher continua presente, mas de forma metaf\u00f3rica, cristalizada na imagem da [[gruta]] e da falha tect\u00f3nicaMagni, 2003, pp. 150 a 180; as entranhas terrestres eram compar\u00e1veis ao [[aparelho reprodutor feminino]]. Al\u00e9m disso, a arte olmeca cont\u00e9m todo um corpo de obras de arte, datadas de [[1000 a.C.|1000]] a [[800 a.C.]], nas quais o homem tem uma atitude maternal como por exemplo no tema da apresenta\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a, onde a figura masculina traz sobre os joelhos um beb\u00e9 jaguar ([https://web.archive.org/web/20060301200046/http://aal.ucsd.edu/reserves/vis126an/midterm/208240.jpg imagem]). \u00c9 oportuno reconhecer nesta aparente lacuna, uma transfer\u00eancia da imagem que se opera em termos simb\u00f3licos ([https://web.archive.org/web/20060301200444/http://aal.ucsd.edu/reserves/vis126an/midterm/214486.jpg imagem]).\n* As figuras masculinas, pelos menos aquelas que s\u00e3o reconhec\u00edveis de modo inequ\u00edvoco, s\u00e3o raras.\n* As figuras assexuadas, na sua maioria, parecem respeitar conven\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas e por vezes ideol\u00f3gicas. A aus\u00eancia not\u00f3ria de seios adicionada \u00e0 corpul\u00eancia e tra\u00e7os faciais aparentemente masculinos, lembram os homens. Certas estatuetas assexuadas possuem mesmo uma [[barba]] e envergam um [[tapa-sexo]] ([https://web.archive.org/web/20060301195701/http://aal.ucsd.edu/reserves/vis126an/midterm/97445.jpg imagem]).\n\n==A conce\u00e7\u00e3o da arte==\n===O ato mutilat\u00f3rio===\nOs olmecas, \u00e0 semelhan\u00e7a de outras culturas meso-americanas mais tardias, d\u00e3o testemunho de uma pr\u00e1tica de destrui\u00e7\u00e3o e mutila\u00e7\u00e3o material das obras que aparenta tratar-se de um ato deliberado. Por vezes, tal pr\u00e1tica \u00e9 acompanhada do enterramento das pe\u00e7as: cerca de [[900 a.C.]] deu-se o abandono de [[San Lorenzo (M\u00e9xico)|San Lorenzo]], os seus monumentos foram mutilados e desfigurados, e depois enterrados ritualmente em longas filas nas plataformas. Este costume \u00e9 antigo e geograficamente difuso, estendendo-se a outros s\u00edtios: [[La Venta]], [[Laguna de los Cerros]], [[El Manat\u00ed]] e [[Chalcatzingo]].\n\nFoi sobretudo a arte monumental aquela que foi objeto de destrui\u00e7\u00e3o (estelas, altares, baixos-relevos, cabe\u00e7as colossais, etc.). Os m\u00e9todos utilizados s\u00e3o variados. Por um lado, as pe\u00e7as foram partidas em dois ou mais fragmentos, como \u00e9 o caso de certas estelas. Outros monolitos, como os altares, sofreram danos de extens\u00e3o vari\u00e1vel. A parte danificada pode limitar-se \u00e0s arestas do bloco paralelip\u00eddico ou abranger partes completas, sobretudo a face. As pe\u00e7as talhadas em ''ronde-bosse'', ef\u00edgies antropom\u00f3rficas, zoom\u00f3rficas ou h\u00edbridas, foram decapitadas. \u00c9 assinal\u00e1vel tamb\u00e9m a destrui\u00e7\u00e3o de certos elementos arquitet\u00f3nicos, como as colunas. Por outro lado, a oblitera\u00e7\u00e3o, na qual as pe\u00e7as foram destru\u00eddas por meio de perfura\u00e7\u00f5es mais ou menos profundas. Estas s\u00e3o feitas quer por martelagem das superf\u00edcies, ou por sulcos com diferentes formas. A face e as costas das cabe\u00e7as colossais foram degradadas por meio de sulcos circulares, em n\u00famero vari\u00e1vel. Concentradas ou distribu\u00eddas sobre uma superf\u00edcie, tais depress\u00f5es afetam as obras em graus diferentes. Nichos retangulares, semelhantes a bacias, eram por vezes meticulosamente entalhados. Em algumas pe\u00e7as de San Lorenzo, El Manat\u00ed ou La Venta, observa-se uma s\u00e9rie de estrias.\n\n\u00c9 essencial sublinhar a variedade de mutila\u00e7\u00f5es utilizadas pelos olmecas. O cuidado e exatid\u00e3o de tais marcas, sugerem que elas seriam obra de m\u00e3os h\u00e1beis, provavelmente de artistas ou artes\u00e3os e que ter\u00e3o sido infligidas utilizando ferramentas de pedra, sem recorrer \u00e0s t\u00e9cnicas de destrui\u00e7\u00e3o pelo [[fogo]].\n\nUma t\u00e3o grande variedade de pr\u00e1ticas pressup\u00f5e uma diferencia\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica. Com efeito, cada tipo de destrui\u00e7\u00e3o reveste-se provavelmente de uma significa\u00e7\u00e3o particular. David GroveDavid Grove, 1973 prop\u00f5e tr\u00eas hip\u00f3teses interpretativas:\n* O ato de mutila\u00e7\u00e3o \u00e9 um ato ritual ligado ao calend\u00e1rio, como o ser\u00e1 muito mais tarde a Festa do Fogo Novo no M\u00e9xico Central.\n* O ato de mutila\u00e7\u00e3o ocorre num momento de mudan\u00e7a de governo din\u00e1stico.\n* O ato de mutila\u00e7\u00e3o produz-se no momento da morte de um chefe. Os monumentos que representam ou que se associam simbolicamente ao dignit\u00e1rio s\u00e3o destru\u00eddos e depois enterrados.\n\n===O ato da reciclagem===\nExiste uma liga\u00e7\u00e3o estreita entre a pr\u00e1tica de destrui\u00e7\u00e3o e aquela da reciclagem de monumentos em pedra. Segundo os [[arque\u00f3logo]]s, esses dois dom\u00ednios s\u00e3o por vezes objeto de uma am\u00e1lgama. A pr\u00e1tica da reciclagem \u00e9 tamb\u00e9m um ato deliberado que implica obrigatoriamente a destrui\u00e7\u00e3o da obra. Mas, tal modifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o constitui um fim em si mesma. Trata-se antes de uma etapa interm\u00e9dia num longo processo de trabalho que visa preparar a pe\u00e7a para a sua reutiliza\u00e7\u00e3o. A pr\u00e1tica da reciclagem das obras, menores e monumentais, est\u00e1 bem demonstrada. Inclui por vezes modifica\u00e7\u00f5es, mais ou menos importantes.\n\nPodemos distinguir tr\u00eas casos:\n\n[[Imagem:La Venta Offering 4 (Jami Dwyer).jpg|thumb|right|250px|Oferenda 4 de [[La Venta]]]]\n* Em primeiro lugar, o caso das obras de arte modificadas pelos olmecas. Entre a arte mobili\u00e1ria, um exemplo conhecido \u00e9 o da oferenda 4 de [[La Venta]]. Trata-se de uma cena ritual composta por seis machados enterrados no solo como se fossem [[estela]]s em miniatura (quatro de entre elas apresentam desenhos incisos) e por dezasseis estatuetas dispostas em [[semic\u00edrculo]]. Entre as seis \"estelas\", duas formam um s\u00f3 objeto: um machado petaloide gravado, cujas perfura\u00e7\u00f5es indicam que deve ser considerada segundo o sentido do seu comprimento e que na verdade constitui um pendente ou peitoral. Tal pr\u00e1tica \u00e9 recorrente na arte monumental. \u00c9 esse o caso, por exemplo, de antigos altares-tronos reesculpidos em forma de cabe\u00e7as colossaisJames B. Porter, 1989. O processo inverso, visando a transforma\u00e7\u00e3o de uma cabe\u00e7a colossal em altarGraham, 1977, foi notado no s\u00edtio de [[Abaj Takalik]] na [[Guatemala]]. Tal uso foi tamb\u00e9m demonstrado pelos resultados das escava\u00e7\u00f5es de [[San Lorenzo (M\u00e9xico)|San Lorenzo]], dirigidas por Ann Cyphers. Foram descobertas oficinas de reciclagem de monumentos em pedra; parece que a sua atividade era controlada, social e fisicamente, pela elite, como sugerido pela localiza\u00e7\u00e3o de uma oficina em San Lorenzo, pr\u00f3xima do ''Palacio Rojo'', resid\u00eancia dos governantes. Ann CyphersAnn Cyphers, 1997 explica esta pr\u00e1tica atrav\u00e9s de uma preocupa\u00e7\u00e3o de parcim\u00f3nia e uma vontade de n\u00e3o desperdi\u00e7ar um material considerado ex\u00f3tico. O [[basalto]], proveniente do maci\u00e7o montanhoso de [[Montes Tuxtlas|Los Tuxtlas]] em [[Veracruz]], pressup\u00f5e um transporte de longa dist\u00e2ncia e por consequ\u00eancia, um significativo disp\u00eandio de energia ([https://web.archive.org/web/20060301195833/http://aal.ucsd.edu/reserves/vis126an/midterm/206453.jpg imagem]). Podemos aqui recuperar componentes simb\u00f3licos, que t\u00eam um papel preponderante no pensamento [[Mesoam\u00e9rica|mesoamericano]]. Segundo uma perce\u00e7\u00e3o c\u00edclica do tempo, o ato de reciclar pode ser considerado sob a \u00f3tica dos [[rito]]s de regenera\u00e7\u00e3o regidos pelo princ\u00edpio morte-renascimento. A inuma\u00e7\u00e3o de obras de arte, tal como a sua mutila\u00e7\u00e3o, inserem-se nessa mesma \u00f3tica. Desse modo, as liga\u00e7\u00f5es sem\u00e2nticas entre o ato de reciclagem por um lado, e pr\u00e1ticas de destrui\u00e7\u00e3o-inuma\u00e7\u00e3o por outro, s\u00e3o refor\u00e7adas. \n* Em segundo lugar, existem casos de obras de arte modificadas por outras culturas. Trata-se de modifica\u00e7\u00f5es igualmente atribu\u00edveis \u00e0s culturas mesoamericanas tardias. Por exemplo, os objetos olmecas reutilizados pelos [[Civiliza\u00e7\u00e3o maia|maias]].\n* Por fim, em terceiro lugar, temos os casos de reciclagem de obras sem modifica\u00e7\u00e3o. A reintrodu\u00e7\u00e3o dos materiais no circuito verificou-se at\u00e9 ao final do [[Cronologia da Mesoam\u00e9rica|per\u00edodo p\u00f3s-cl\u00e1ssico]]. Assim, pe\u00e7as olmecas s\u00e3o encontradas em s\u00edtios de culturas tardias. Na origem desta pr\u00e1tica, para al\u00e9m da atra\u00e7\u00e3o pelas antiguidades, \u00e9 necess\u00e1rio sublinhar a preocupa\u00e7\u00e3o constante dos [[astecas]] em estabelecer uma filia\u00e7\u00e3o com as culturas que os precederam.\n\n===O ato do sepultamento===\nA elabora\u00e7\u00e3o de artefactos olmecas pode ser acompanhada por um ato de enterramento. Est\u00e3o descritos dois processosMagni, 2003, p. 242. No primeiro deles, as obras de arte s\u00e3o enterradas intactas, no segundo as pe\u00e7as s\u00e3o destru\u00eddas antes de serem sepultadas. Nos dois casos, os argumentos racionais n\u00e3o s\u00e3o suficientes para explicar tal comportamento marcado pela sacralidade. O caso mais espetacular \u00e9 o das ofertas maci\u00e7as de [[La Venta]], dentre as quais os [[mosaico]]s s\u00e3o os melhores testemunhos. A pr\u00e1tica do sepultamento demonstra a vontade de afastar da arte qualquer aspeto humano. Os materiais constitutivos n\u00e3o se encontram em La Venta ([[argila]], [[basalto]]) e t\u00e3o pouco na Costa do Golfo ([[jade]], [[nefrite]], [[serpentina (silicato)|serpentina]]...). \u00c9 portanto extraordin\u00e1rio que se tenha consagrado t\u00e3o grande esfor\u00e7o a procurar, transportar e talhar uma quantidade t\u00e3o importante de materiais, incluindo pedras preciosas, para finalmente enterr\u00e1-los. Este ato deliberado responde a preocupa\u00e7\u00f5es religiosas profundas. Pode ser interpretado como uma oferenda dirigida \u00e0 M\u00e3e Terra nutridora, uma troca entre o homem e os seus progenitoresMagni, 2003, p. 243. A pr\u00e1tica do enterramento n\u00e3o se limita \u00e0s oferendas maci\u00e7asSoustelle, 1979, p. 48. Ela inclui, como o testemunham os esconderijos, a arte mobili\u00e1ria. Este facto \u00e9 particularmente evidente em La Venta, onde \u00e9 assinal\u00e1vel a import\u00e2ncia de uma linha central caraterizada por uma grande concentra\u00e7\u00e3o de oferendas de monumentos e de sepulturas.\n\nOs olmecas foram assim os iniciadores duma pr\u00e1tica encontrada mais tarde na Mesoam\u00e9rica, notavelmente entre os maias: aquela de enterrar objecos preciosos pr\u00f3ximo de monumentos, ao p\u00e9 de muros, debaixo de escadarias, etc.\n\n==Escrita e arte==\n[[Imagem:Estela C de Tres Zapotes.jpg|thumb|right|200px|Estela C de [[Tres Zapotes]]]]\nA escrita olmeca n\u00e3o \u00e9 uma arte no sentido pr\u00f3prio do termo, mas torna-se necess\u00e1rio desenvolver este assunto para compreender a [[linguagem]] dos sinais que \u00e9 uma forma de [[escrita]] art\u00edstica que esconde um pensamento derivado sobretudo do dom\u00ednio religioso e do campo sociopol\u00edticoMagni, 2003, p. 115. T\u00eam existido bastantes especula\u00e7\u00f5es sobre o facto de os olmecas terem sido a primeira cultura do continente [[Am\u00e9rica|americano]] a criar o algarismo [[zero]]. O [[Calend\u00e1rio maia|calend\u00e1rio de contagem longa]] utilizado pelos [[Civiliza\u00e7\u00e3o maia|maias]] \u00e9 um sistema de numera\u00e7\u00e3o escrita de [[Sistema vigesimal|base vinte]] utilizado para anotar as datas contabilizadas em ''tun'' (ano de 360 dias). Este sistema de numera\u00e7\u00e3o caracter\u00edstico apresenta-se sob a forma de dois tipos de glifos: o ponto-barra e o cefalom\u00f3rfico. Cada um deles inclui um algarismo chamado ''zero de posi\u00e7\u00e3o''. Mas o calend\u00e1rio de contagem longa apareceu bem antes da civiliza\u00e7\u00e3o maia. Segundo [[Richard Diehl]]Richard A. Diehl, 2004, p. 186, sup\u00f5e-se que a utiliza\u00e7\u00e3o do zero tenha sido uma inven\u00e7\u00e3o olmeca. Com efeito, v\u00e1rias datas em contagem longa foram encontradas em s\u00edtios olmecas. No entanto, e ainda que a civiliza\u00e7\u00e3o olmeca tenha desaparecido cerca de [[500 a.C.]], v\u00e1rios s\u00e9culos antes do surgimento do calend\u00e1rio de contagem longa maia, alguns especialistas pensam que o zero n\u00e3o \u00e9 uma inven\u00e7\u00e3o olmeca.\n\nEm [[1939]], o arque\u00f3logo [[Matthew Stirling]] descobriu em [[Tres Zapotes]] a parte inferior de uma estela designada estela C, feita em [[basalto]]. Uma das faces mostra um [[jaguar-homem]] e a outra o mais antigo exemplar do calend\u00e1rio de contagem longa maia. A data traduzida a partir da estela corresponde aos n\u00fameros 7.16.6.16.18. No nosso calend\u00e1rio atual tais n\u00fameros correspondem aproximadamente ao dia 3 de Setembro de 32 a.C. Existiu uma certa pol\u00e9mica acerca desta data, pois faltava-lhe um ''baktun'' (per\u00edodo de 20 ''baktunob'') que Stirling havia interpretado como sendo o n\u00famero 7. A pol\u00e9mica chegou ao fim em 1969, ano em que foi encontrada a parte superior da estela C. Matthew Stirling tinha raz\u00e3o ao propor que o n\u00famero em falta era o 7. Por\u00e9m, uma outra estela encontrada em [[Chiapa de Corzo]], com a data 7.16.3.2.13, \u00e9 mais antiga que a estela C, e foi datada de 36 a.C. A import\u00e2ncia destas estelas gravadas p\u00f3s-olmecas demonstra a sobreviv\u00eancia de uma cultura e de uma arte em benef\u00edcio de outras civiliza\u00e7\u00f5es.\n\n== An\u00e1lise das obras ==\n=== As figuras ===\n[[Imagem:Las Bocas Olmec baby-face figurine (Bookgrrrl).jpg|thumb|right|150px|Escultura \"cara-de-beb\u00e9\" [[terracota]].\u00a9 Aimee W.]][[Imagem:Olmecfigurine.JPG|thumb|right| 150px|\u201c Jaguar-homem \u201d, machado olmeca em [[jade]]]][[Imagem:Olmec Fetal Figurine AMNH.jpg|thumb|right| 150px|Feto humano olmeca em [[jade]]]]As figuras olmecas apresentam um certo n\u00famero de arqu\u00e9tipos. V\u00e1rias dessas obras podem n\u00e3o ter sido produzidas diretamente pelos olmecas. Existem ainda bastantes falsifica\u00e7\u00f5es em circula\u00e7\u00e3o que vencem a vigil\u00e2ncia dos coleccionadores, pois os motivos das figuras olmecas s\u00e3o facilmente identific\u00e1veis e reproduz\u00edveis. Tais obras agrupam n\u00e3o s\u00f3 as figuras em [[terracota]], as mais numerosas, mas tamb\u00e9m [[jade]], [[serpentina (silicato)|serpentina]], [[basalto]], e outras [[pedra]]s e minerais.\n\n====''Cara-de-beb\u00e9''====\nUma das representa\u00e7\u00f5es mais conhecidas da arte olmeca s\u00e3o as figuras de ''cara-de-beb\u00e9'' ([https://web.archive.org/web/20070927023206/http://docentes.uacj.mx/marmijo/images/olmecas/olmeca58.gif Foto]). Estas pequenas figuras de cer\u00e2mica oca s\u00e3o facilmente reconhecidas pelos corpos rechonchudos com rosto de beb\u00e9, olhos inclinados e l\u00e1bios com comissuras orientadas para baixo. A express\u00e3o facial destas ''caras-de-beb\u00e9'' \u00e9 sempre muito particular e caracter\u00edstica.\n\n====Figuras de jade====\nUm outro tipo de figura aparece nas representa\u00e7\u00f5es em jade. Trata-de de imagens de homens que se t\u00eam de p\u00e9. T\u00eam os membros estreitos e alongados com uma [[cabe\u00e7a]] oval e calva que sofreu [[deforma\u00e7\u00e3o craniana]]([https://web.archive.org/web/20080410123857/http://www.doaks.org/PCWebSite/Slide%20sets/V%20Olmec/V%20HTML%20pages/B-14-OJ.html Foto]). A [[boca]], tal como no motivo ''cara-de-beb\u00e9'', \u00e9 inclinada para baixo. Trata-se de um motivo recorrente na arte olmeca. Pode tamb\u00e9m observar-se em algumas figuras uma combina\u00e7\u00e3o do corpo rechonchudo da ''cara-de-beb\u00e9'' e da cabe\u00e7a alongada. Um dos exemplos mais conhecidos deste tipo de figuras em jade \u00e9 a oferenda 4 de La Venta ([https://web.archive.org/web/20070305142609/http://aal.ucsd.edu/reserves/vis126an/midterm/97437.jpg Foto]). Estas figuras foram ritualmente enterradas numa cavidade profunda e estreita, e cobertas com tr\u00eas camadas de [[argila]]. Foram encontradas na mesma posi\u00e7\u00e3o em que podem ser vistas atualmente ([http://www.imagesofanthropology.com/images/g.Olmec_figures_from_La_Venta_Mexico_.jpg Foto]). A oferenda 4 \u00e9 constitu\u00edda por dezasseis figuras masculinas colocadas em semic\u00edrculo em frente de seis machados de jade. Duas destas figuras s\u00e3o de jade, treze de serpentina, e uma de granito avermelhado. Esta \u00faltima est\u00e1 colocada com os machados, voltada para as outras personagens. Pode tamb\u00e9m salientar-se que \u00e0 direita da figura avermelhada, v\u00e1rias personagens de jade parecem estar de acordo com ela pelas suas atitudes laterais. Todas estas figuras possuem as caracter\u00edsticas cl\u00e1ssicas das figuras olmecas: cabe\u00e7as ovais e calvas, membros delgados e longos, aus\u00eancia de [[\u00f3rg\u00e3o genital|\u00f3rg\u00e3os genitais]]. \u00c9 necess\u00e1rio precisar que a apar\u00eancia masculina distingue-se por estar vestida com uma faixa de tecido em redor da cintura e ancas. As [[orelha]]s t\u00eam pequenas perfura\u00e7\u00f5es como para a coloca\u00e7\u00e3o de brincos. As suas pernas s\u00e3o ligeiramente dobradas. Estamos portanto na esfera religiosa. Os especialistas afirmam que as caracter\u00edsticas comuns \u00e0s figuras e m\u00e1scaras olmecas s\u00e3o na verdade tra\u00e7os felinos, em particular do [[jaguar]]. Em consequ\u00eancia estas representa\u00e7\u00f5es art\u00edsticas demonstram at\u00e9 que ponto s\u00e3o importantes as rela\u00e7\u00f5es jaguar-homem e homem-jaguar na cultura olmeca. Assim, pode falar-se da imagem do [[jaguar-homem]], figura m\u00edtica e maior da arte olmeca, na qual os tra\u00e7os antropom\u00f3rficos e zoom\u00f3rficos se unem para formar uma criatura h\u00edbrida.\n\n====O jaguar-homem====\nO [[jaguar-homem]] \u00e9 um motivo recorrente na arte olmeca. Trata-se de uma transforma\u00e7\u00e3o humana em jaguar. Muitas vezes esculpidos nos mais variados suportes e entalhados nos machados de jade, estas figuras representando o jaguar-homem mostram uma variedade de modelos e de sujeitos maior que a das figuras ''cara-de-beb\u00e9'' ou das figuras masculinas de jade com deforma\u00e7\u00e3o craniana. Existem v\u00e1rias figuras de jaguar-homem em que o sujeito parece estar numa etapa da transforma\u00e7\u00e3o ([https://web.archive.org/web/20071126030315/http://www.doaks.org/PCWebSite/Slide%20sets/V%20Olmec/V%20HTML%20pages/B-603-77-OS.html?46,62 Foto], [https://web.archive.org/web/20060301195827/http://aal.ucsd.edu/reserves/vis126an/midterm/206451.jpg Foto]). Trata-se de um tema demasiado vasto e complexo para ser descrito de modo geral. Seria necess\u00e1rio efetuar uma an\u00e1lise precisa de cada obra para descrever a transforma\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m do jaguar-homem, muitas outras figuras mostram a transforma\u00e7\u00e3o humana e animal, em particular do homem e [[\u00e1guia]].\n\n====Fetos humanos====\nV\u00e1rias figuras parecem representar fetos humanos ([http://research.famsi.org/portfolio_hires.php?search=olmec&image=6145b&display=8&rowstart=96 Foto]).\n\n====Hist\u00f3ria====\nAs figuras ''cara-de-beb\u00e9'' t\u00eam sido encontradas em todos os s\u00edtios que sofreram influ\u00eancia [[olmeca]]Scott, 2000, p. 268.. As figuras de jade representando homens foram encontradas em sepulturas de [[Tlatilco]]. A oferenda 4 foi encontrada em La Venta. Foram os arque\u00f3logos que mais tarde decidiram desiign\u00e1-la assim.\n\n====Hip\u00f3teses====\n* Designadas ''cara-de-beb\u00e9'' e encontradas em locais precisos, pode dizer-se que estas figuras tinham um papel especial no seio da cultura olmeca. Mas o que elas representavam \u00e9 ainda controverso entre os especialistas.\n* Para a oferenda 4, abundam interpreta\u00e7\u00f5es. Esta forma\u00e7\u00e3o t\u00e3o particular em arco de c\u00edrculo \u00e9 muito provavelmente um conselho. Parece admiss\u00edvel que as quinze figuras em jade escutam a figura em granito avermelhado. Os machados formam o contexto. A personagem central poderia ser un iniciado ou um deus.\n* Para os jaguares-homens, ou de modo mais geral para as transforma\u00e7\u00f5es das figuras animal e humana, conv\u00e9m dizer que essas figuras que descrevem esta transforma\u00e7\u00e3o s\u00e3o para alguns especialistas a representa\u00e7\u00e3o de homens com m\u00e1scaras e vestes de animais.\n* A figura do feto \u00e9 uma escultura naturalista. Estas representa\u00e7\u00f5es podem estar ligadas ao [[infantic\u00eddio]] e ao sacrif\u00edcio de crian\u00e7as de tenra idadeTate et Bendersky, 1999.\n\n=== As cabe\u00e7as colossais ===\nNo esp\u00edrito do p\u00fablico em geral, as cabe\u00e7as colossais s\u00e3o associadas \u00e0 civiliza\u00e7\u00e3o olmeca como as pir\u00e2mides eg\u00edpcias \u00e0 civiliza\u00e7\u00e3o dos fara\u00f3s. S\u00e3o como que a imagem de marca, o elemento mais espetacular, e o que mais teorias fantasistas tem suscitado.\n\nConv\u00e9m distinguir as cabe\u00e7as colossais do [[golfo do M\u00e9xico]] daquelas menos conhecidas da costa do Pac\u00edfico. Dentro daquilo que se designa [[\u00e1rea nuclear olmeca]], est\u00e3o inventariadas exactamente dezassete cabe\u00e7as colossais, esculpidas em blocos de basaltoDe la Fuente, 1984, pp. 85 \u00e0 317 :\n\n* dez provenientes do s\u00edtio de [[San Lorenzo (M\u00e9xico)|San Lorenzo]]\n* quatro de [[La Venta]]\n* duas de [[Tres Zapotes]]\n* uma de La Cobata.\n\nA \u00faltima cabe\u00e7a colossal foi descoberta em San Lorenzo em 1994, por uma equipa mexicana dirigida por [[Ann Cyphers]].\n\n==== Descri\u00e7\u00e3o ====\n[[Imagem:Cabeza Colosal n\u00ba1 del Museo Xalapa.jpg|thumb|right|200px|Cabe\u00e7a colossal n\u00b0 1 de [[San Lorenzo (M\u00e9xico)|San Lorenzo]]]]\nEstas esculturas monumentais s\u00e3o qualificadas como \u00abcolossais\u00bb devido \u00e0 sua altura (de 1,45 at\u00e9 3,40 m) e ao seu peso (at\u00e9 50 toneladas). Por outro lado, t\u00eam todas um ar de fam\u00edlia, ainda que se possa considerar \u00e0 parte a de La Cobata, a maior de todas, que os olmec\u00f3logos interpretam como sendo a ef\u00edgie dum morto. Segundo Caterina MagniMagni, 2003, pp. 151 \u00e0 158 trata-se antes de um monumento inacabado.\nAs dezassete cabe\u00e7as colossais possuem todas um [[nariz]] achatado e [[l\u00e1bios]] grossos, o que leva a que a sua apar\u00eancia seja qualificada como \u00ab[[negroide]]\u00bb. O rosto quadrado com [[olho]]s amendoados possui maxilares poderosos, sugerindo que o corpo ausente deveria ser forte. Todas t\u00eam um \u00abcapacete\u00bb. Cada um desses toucados \u00e9 individualizado, ainda que todos eles tenham um aspeto algo semelhante. A express\u00e3o de cada rosto \u00e9 igualmente individualizada: severa, triste, sorridente... sendo estes adjetivos fruto de aprecia\u00e7\u00f5es meramente subjetivas. Numa das cabe\u00e7as de San Lorenzo s\u00e3o tamb\u00e9m vis\u00edveis vest\u00edgios de estuque e de pintura vermelha.\n\n==== Hist\u00f3ria ====\n[[Ficheiro:Olmeca head in Villahermosa.jpg|miniaturadaimagem|200x200px|Cabe\u00e7a colossal n.\u00b0 1 de [[La Venta]]]]\nAs descobertas estendem-se ao longo de quase 150 anos. O monumento A de [[Tres Zapotes]] foi a primeira cabe\u00e7a colossal a ser descoberta, em 1862 por J.M. Melgar y Serrano. Melgar y Serrano n\u00e3o podia, naturalmente, saber que se tratava de uma obra olmeca, dado que esta civiliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi reconhecidda como tal at\u00e9 aos anos 30 do s\u00e9culo XX. Para ele a cabe\u00e7a possui uma apar\u00eancia \u00ab[[et\u00edope]]\u00bb, nada mais nada menos que a primeira de numerosas tentativas de atribuir \u00e0s cabe\u00e7as colossais uma origem [[africana]]. A \u00faltima a ser descoberta at\u00e9 \u00e0 data foi a cabe\u00e7a n\u00b0 10 de San Lorenzo por Ann Cyphers em 1994. As tr\u00eas cabe\u00e7as de Tres Zapotes foram deslocadas para adornar locais p\u00fablicos.\n\nExceptuando um pequeno n\u00famero de elementos comprovados, como \u00e9 frequente em olmecologia, a grande parte da literatura sobre as cabe\u00e7as colossais consiste em hip\u00f3teses sobre as quais o grau de consenso \u00e9 vari\u00e1vel. O [[basalto]] em que foram esculpidas n\u00e3o \u00e9 um material local. O utilizado nas cabe\u00e7as de Tres Zapotes e de La Cobata prov\u00e9m do Cerro El Vigia; o das cabe\u00e7as de San Lorenzo do Cerro Cintepec e o das cabe\u00e7as de La Venta do maci\u00e7o de Tuxtla. O facto de a cabe\u00e7a at\u00edpica de La Cobata ter sido encontrada pr\u00f3ximo do local de extra\u00e7\u00e3o no Cerro El Vigia aponta fortemente em favor da tese de C. Magni de que se trata de um monumento inacabadoMagni, 2003, p. 157. Quanto \u00e0s restantes cabe\u00e7as, o seu peso levanta o problema do seu transporte sobre uma grande dist\u00e2ncia. Podemos pensar, mesmo n\u00e3o dispondo de provas concretas, que os olmecas tiraram partido da densa rede hidrogr\u00e1fica da costa do Golfo (como a do [[Rio Coatzacoalcos|Coatzacoalcos]], entre outras) para as transportar sobre [[jangada]]s at\u00e9 aos seus destinos ([https://web.archive.org/web/20060301195833/http://aal.ucsd.edu/reserves/vis126an/midterm/206453.jpg foto]). Tal como no [[Antigo Egipto]], estes trabalhos sup\u00f5em a mobiliza\u00e7\u00e3o de uma m\u00e3o-de-obra importante, sob a dire\u00e7\u00e3o de uma elite local.\n\nConv\u00e9m fazer uma nota de ordem metodol\u00f3gica: o conjunto de cabe\u00e7as colossais \u00e9 extremamente reduzido, apenas 17. Podemos assim questionar-nos se estaremos em presen\u00e7a de uma amostragem representativa deste tipo de monumentos.\n\n===Hip\u00f3teses===\n[[Imagem:Olmec2.jpg|thumb|right|200px|Cabe\u00e7a colossal n\u00b02 de [[La Venta]].]]\nUma das hip\u00f3teses avan\u00e7ada foi de que se tratava de jogadores de bola. O seu toucado poderia sugeri-lo. O [[Jogo de bola mesoamericano|jogo de bola]] \u00e9 um fen\u00f3meno omnipresente na Mesoam\u00e9rica. Poder-se-ia mesmo pensar que se tratava de jogadores de bola decapitados. A cabe\u00e7a de La Cobata, cujos olhos parecem cerrados est\u00e1 na origem desta hip\u00f3tese, refutada de modo convincente por Cateina Magni. A hip\u00f3tese mais corrente na atualidade \u00e9 a de que se trata de retratos, sem d\u00favida de dirigentes olmecas. A individualidade not\u00e1vel de cada cabe\u00e7a, vis\u00edvel nos tra\u00e7os do rosto ou do toucado, apoia esta teoria. O facto de duas das cabe\u00e7as de San Lorenzo terem sido indubitavelmente feitas por reciclagem de altares/tronos \u00e9 desconcertante e pode levar a pensar que o mesmo se ter\u00e1 passado com muitas outras cabe\u00e7asJames B. Porter. Tal situa\u00e7\u00e3o conduz \u00e0 reconsidera\u00e7\u00e3o no seu todo do fen\u00f3meno da \u00abmutila\u00e7\u00e3o\u00bb dos monumentos olmecas. Uma hip\u00f3tese bastante disseminada justifica-o com uma invas\u00e3o ou uma revolu\u00e7\u00e3oMichael D. Coe, 1985, p. 91. Os tronos mutilados seriam monumentos em vias de serem reciclados em cabe\u00e7as colossais. A descoberta recente de uma oficina de reciclagem em San Lorenzo aponta nesse sentido.\nSeria a cabe\u00e7a esculpida durante a vida do indiv\u00edduo ou ap\u00f3s a sua morte? Tr\u00eas das cabe\u00e7as de La Venta formavam uma fila, situada a norte do complexo C, que parece ser a parte \u00abfuner\u00e1ria\u00bb do s\u00edtio. David C. Grove pensa que se trata de retratos de \u00abantepassados\u00bb, se bem que em San lorenzo o contexto arqueol\u00f3gico \u00e9 menos claro que em La Venta.\n\n===Os altares===\nOs '''altares''' s\u00e3o monolitos de forma paralelip\u00eddica que relatam cenas figurativas. A complexidade das cenas conduz o espetador \u00e0 esfera religiosa. Os altares de La Venta, segundo Rebecca Gonz\u00e1lez LauckGonz\u00e1lez Lauck, p. 800, s\u00e3o exemplos de transmiss\u00f5es ideol\u00f3gicas de uma grande for\u00e7a.\n\nOs altares descobertos s\u00e3o verdadeiramente numerosos: os altares 2, 3, 4, 5, 6 e 7 de La venta, os altares 14 e 20 de San lorenzo, e o altar 5 de [[Laguna de los Cerros]].\n[[Imagem:Map La Venta-fr.png|thumb|left|350 px|Planta de [[La Venta]]. S\u00edtio arqueol\u00f3gico olmeca datado de 1200 a 400 a.C.Data\u00e7\u00f5es reavaliadas por Rebecca Gonz\u00e1lez Lauck, ''La zona del Golfo en el Preclasico : la etapa olmeca'', 1994, p. 288.]]\n\n====Descri\u00e7\u00e3o====\nOs altares s\u00e3o blocos de basalto. \u00c9 conveniente descrever certos altares (os altares 4 e 5) como os mais complexos nas suas iconografias. Outros, como o altar 7 de La Venta, que tem uma forma arredondada, distinguem-se daqueles dois outros pelo seu mau estado de conserva\u00e7\u00e3o. O altar 4 e o altar 5 foram encontrados em La Venta. T\u00eam aproximadamente 2 metros de altura e entre 4 e 5 metros de comprimento. A representa\u00e7\u00e3o em cada um dos altares \u00e9 sensivelmente id\u00eantica, tratando-se de um tema recorrente, o do nicho ou [[caverna]] simbolizados geralmente por uma bordadura em torno de um personagem que representa uma figura masculina. Minuciosamente esculpidas, as figuras encontram-se em primeiro plano, prestes a surgir de uma cavidade.\n\nA figura do altar 4 encontra-se no interior do pseudo-nicho ou caverna e tem, em ambas as m\u00e3os, uma corda que est\u00e1 enrolada em redor da base do altar. O personagem est\u00e1 sentado, de pernas cruzadas e usa um capacete que representa uma cabe\u00e7a de \u00e1guia. Os lados esquerdo e direito do altar 4 mostram indiv\u00edduos atados \u00e0 corda da figura principal. Infelizmente, um dos lados est\u00e1 mais erodido que o outro. S\u00e3o tamb\u00e9m dignas de nota as representa\u00e7\u00f5es acima da figura do altar 4, com tra\u00e7os felinos, de crocodilos, uma boca aberta e de sinais distintivamente felinos como o corte em forma de V, o l\u00e1bio superior levantado, os caninos aparentes e outros motivos complexos como o motivo em escada ou as diagonais paralelasMagni, 2003, p. 136. Por outro lado, sobre o altar 5, n\u00e3o se trata da representa\u00e7\u00e3o humana ou animal, mas de um personagem que carrega uma crian\u00e7a nos bra\u00e7os, crian\u00e7a esta com apar\u00eancia felina. O lado esquerdo das paredes do altar 5 mostram indiv\u00edduos com beb\u00e9s com aspeto de jaguares. Como no altar 4, uma das paredes do altar 5 foi completamente desfigurada. Por fim, pode ver-se no altar 5 que a figura central emergindo duma caverna ou dum nicho tem na cabe\u00e7a um chap\u00e9u peculiar.\n\n==== Hist\u00f3ria ====\n[[Imagem:Laventaniche.jpg||thumb|right|200px|ALtar n\u00b04 de [[La Venta]]]]\nO altar 4 foi descoberto em [[La Venta]] em 1925 por Blom e Lafarge. Permanece uma obra-prima da arte olmeca que representa uma cena magistral da cren\u00e7a olmeca, mostrando o homem a sair da Terra por um nicho ou caverna. Tal como o altar 5, encontra-se depositado no museu de La Venta em Villahermosa.\n\n====Hip\u00f3teses====\nO consenso geral atual \u00e9 o de dizer que s\u00e3o tronos sobre os quais as regras iconogr\u00e1ficas olmeca foram gravadas ou esculpidas durante rituais ou cerim\u00f3nias religiosas importantes. Muitos investigadores interpretaram a figura principal do altar 4 como um ser que deseja entrar em contacto com os seus antepassadosAdams, p. 69. Quanto \u00e0s personagens laterais, de cada lado do altar 4, alguns pensam que s\u00e3o figuras menores relativamente ao conjunto da obra, representando cativos atados. O altar 5 \u00e9 semelhante, no tamanho e conce\u00e7\u00e3o, ao altar 4, mas a figura central tem um beb\u00e9-jaguar. Tratar-se-ia, segundo algumas hip\u00f3teses avan\u00e7adas por especialistas, de uma interpreta\u00e7\u00e3o m\u00edtica da crian\u00e7a animalizada como uma oferenda \u00e0 Terra e tamb\u00e9m como s\u00edmbolo de autoridade.\n\n== Cronologias ==\n
\n{|| align=\"center\" border=\"1\" cellpadding=\"5\" class=\"wikitable\" |\n|+ '''Quadro cronol\u00f3gico de [[Christian Duverger|DUVERGER]]'''Christian Duverger, ''La M\u00e9so-Am\u00e9rique'', Flammarion, 1999\n|-\n|Etapas\n|Data\u00e7\u00f5es\n|Caracter\u00edsticas\n|-\n|''Ca\u00e7adores-coletores''\n|Chegada do homem ca. 7000 a.C.\n|\n|-\n|''Paleossedent\u00e1rios''\n|7000 a 1200 a.C.\n|\n|-\n|'''''\u00c9poca I'''''\n|'''1200 a 500 a.C.'''\n|'''Horizonte unificador olmeca'''\n|-\n|''\u00c9poca II''\n|500 a.C. - 200\n|[[Povos maias|\u201cFlorescimentos regionais\u201d]]\n|-\n|''\u00c9poca III''\n|200 - 800\n|[[Teotihuacan|Mesoam\u00e9rica bipolarizada]]\n|-\n|''\u00c9poca IV''\n|800 - 1300\n|Horizonte unificador [[tolteca]]\n|-\n|''\u00c9poca V''\n|1300 - 1519\n|Horizonte unificador [[mexica]]\n|-\n|}\n\n{|| align=\"center\" border=\"1\" cellpadding=\"5\" class=\"wikitable\" |\n|+ '''Quadro cronol\u00f3gico de WILLEY & PHILLIPS'''Willey & Phillips, ''Method and Theory in American Archaeology'', University of Chicago Press, 1958\n|-\n|Etapas\n|Data\u00e7\u00f5es\n|-\n|''L\u00edtico''\n|desde a cehgada do homem at\u00e9 8000 - 7000 a.C.\n|-\n|''Arcaico''\n|de 8000 - 7000 a.C. at\u00e9 2500 a.C.\n|-\n|'''''Pr\u00e9-cl\u00e1ssico'''''\n|'''de 2500 a.C. at\u00e9 300\n|-\n|''Cl\u00e1ssico''\n|de 300 at\u00e9 900\n|-\n|''P\u00f3s-cl\u00e1ssico''\n|900 at\u00e9 \u00e0 [[conquista do M\u00e9xico]] (1519)\n|-\n|}\n\n{{clear}}\n
\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n=== Artigos relacionados ===\n* '''''Arte da Mesoam\u00e9rica''''' :\n** [[Arte pr\u00e9-colombiana]]\n* '''''Por civiliza\u00e7\u00e3o''''' :\n** [[Astecas]]\n** [[Civiliza\u00e7\u00e3o maia]]\n** [[Mixtecas]]\n** [[Olmecas]]\n** [[Tarascos]]\n** [[Teotihuac\u00e1n]]\n** [[Toltecas]]\n** [[Totonacas]]\n** [[Zapotecas]]\n* '''''Por s\u00edtio arqueol\u00f3gico''''' :\n** [[La Venta]]\n** [[San Lorenzo (M\u00e9xico)|San Lorenzo]]\n** [[Tres Zapotes]]\n* '''''Escrita''''' :\n** [[Bloco de Cascajal]]\n** [[Pictograma]]\n** [[Ideograma]]\n\n=== Liga\u00e7\u00f5es externas ===\n* '''''Figuras''''' :\n** {{es}} [https://web.archive.org/web/20070927023206/http://docentes.uacj.mx/marmijo/images/olmecas/olmeca58.gif Cara-de-beb\u00e9]\n** {{en}} [https://web.archive.org/web/20070305142609/http://aal.ucsd.edu/reserves/vis126an/midterm/97437.jpg Figuras em jade]\n** {{en}} [http://research.famsi.org/portfolio_hires.php?search=olmec&image=8360&display=8&rowstart=152 Figura em jade com motivos gravados]\n** {{en}} [http://research.famsi.org/portfolio_hires.php?search=olmec&image=6145b&display=8&rowstart=96 Feto]\n** {{en}} [http://www.mesoweb.com/pari/publications/news_archive/30/olmec_sculpture.html Desenhos de fetos olmecas]\n* '''''Jaguar''''' :\n** {{en}} [http://instructional1.calstatela.edu/bevans/Art446-01-Olmec/WebPage-Full.00030.html Jaguar de Chalcatzingo]\n* '''''Cabe\u00e7as colossais''''' :\n** {{en}} [http://www.latinamericanstudies.org/olmec-colossal-heads-1.htm Cabe\u00e7as colossais]\n* '''''Museus''''' :\n** {{es}} [http://www.xalapa.net/antropologia/default.htm Museu de Antropologia de Xalapa, Veracruz, M\u00e9xico]\n** {{es}} [http://www.secver.gob.mx/cultura/recorrido/museo/olmeca.html Museu de Antropologia de Xalapa, Veracruz, M\u00e9xico. Visita virtual]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1=data=junho de 2019 }}\n** {{es}} [https://web.archive.org/web/20070120102553/http://www.mna.inah.gob.mx/muse1/mna/muse1/muna/mna_esp/main.html Museu Nacional de Antropologia, Cidade do M\u00e9xico, M\u00e9xico]\n** {{es}} [http://www.liceus.com/cgi-bin/gui/03/1262.asp Museu Barbier-Mueller de Arte Pr\u00e9-colombiana, Barcelona]\n\n=== Bibliografia ===\n\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Olmec Jaguars and Olmec Kings|autor=Michael D. Coe|editor=Dumbarton Oaks|local=Washington D.C.|ano=1972}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=In the Land of the Olmec|autor=Michael D. Coe & Richard Diehl|editor=University of Texas Press|local=Austin|ano=1980}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Les premiers mexicains|autor=Michael D. Coe|editor=Armand Colin|ano=1985}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=The Olmecs: America\u2019s First Civilization|autor=Richard A. Diehl|editor=Thames & Hudson|ano=2005|isbn=0500285039|p\u00e1ginas=208}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=La M\u00e9so-Am\u00e9rique|autor=Christian Duverger|editor=Flammarion|ano=1999|isbn=2080122533|p\u00e1ginas=478}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Escultura Monumental Olmeca : cat\u00e1logo|autor=Beatriz de la Fuente|editor=Instituto de Investigaciones Est\u00e9ticas (UNAM)|local=Mexico|ano=1973}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Las cabezas colosales olmecas|autor=Beatriz de la Fuente|editor=F.C.E|ano=1975}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Los Hombres de Piedra, Escultura olmeca|autor=Beatriz de la Fuente|editor=UNAM|ano=1984|isbn=9688372609|p\u00e1ginas=390}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Archaeology of Ancient Mexico and Central America|autor=Rebecca Gonzalez-Lauck|editor=Taylor & Francis|local=Londres|ano=2001}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Les Olm\u00e8ques. Des origines au mythe|autor=Caterina Magni|editor=[[\u00c9ditions du Seuil|Seuil]]|ano=2003|isbn=2020549913|p\u00e1ginas=432}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Olmec Colossal heads as recarved thrones: \u00abmutilation\u00bb, evolution and recarving|autor=James B. Porter|editor=RES 17/18:23-29|ano=1989}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Prehistoric Mesoamerica|autor=Adams Richard E W|editor=University of Oklahoma Press|local=Norman (Oklahoma)|ano=1991}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Figurines, Terracotta|autor=Sue Scott|editor=Taylor & Francis|ano=2000}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Les Olm\u00e8ques|autor=Jacques Soustelle|editor=Arthaud|ano=1992|isbn=2700302680}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=New Light on the Olmec|autor=George E. Stuart|editor=em ''National Geographic''|data=novembro de 1993|p\u00e1ginas=88-115}}.\n* {{Citar livro|t\u00edtulo=Olmec Sculptures of the Human Fetus|autor=Carolyn Tate and Gordon Bendersky|editora=Perspectives in Biology and Medicine|local=Spring|ano=1999}}.\n\n{{refer\u00eancias|Notas}}\n\n[[Categoria:Arte da Mesoam\u00e9rica]]\n[[Categoria:Olmecas]]"}]},"1325651":{"pageid":1325651,"ns":0,"title":"Eyre Coote","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Ficheiro:Sir Eyre Coote (born 1762).jpg|thumb|Eyre Coote]]\n'''Eyre Coote''', ([[1762]] - [[1823]]) foi um [[militar]] [[Reino Unido da Gr\u00e3-Bretanha e Irlanda|brit\u00e2nico]].\n\nServiu na Inglaterra e Irlanda quando do [[Bloqueio Continental]], pela [[Fran\u00e7a]]. Ainda serviria nos [[Pa\u00edses Baixos]], [[Egito]] e por pouco tempo foi [[Governador-geral]] da [[Jamaica]] quando, acredita-se, possa ter sido um ancestral de [[Colin Powell]]{{carece de fontes|data=Dezembro de 2008}}.\n\nFoi um dos que, por motivos pol\u00edticos, tiveram sua [[Ordem do Banho]] revogada. Faleceu antes do restabelecimento da sua Ordem.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*{{en}} http://www.clements.umich.edu/clempage.html\n*{{en}} http://www.stephenwoodresearch.com/port/coo01.htm\n\n{{NF|1762|1823|Coote, Eyre}}\n[[Categoria:Generais do Reino Unido]]\n[[Categoria:Militares do Reino Unido]]\n[[Categoria:Cavaleiros da Ordem do Banho]]"}]},"324335":{"pageid":324335,"ns":0,"title":"O Quarto do Mist\u00e9rio","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{sem fontes|arte=sim|data=Abril de 2012}}\n{{Info/Livro\n |nome = O quarto do mist\u00e9rio\n |t\u00edtulo-pt=\n |t\u00edtulo-br=\n |imagem =\n |lan\u00e7amento= [[1995]]\n |idioma = portugu\u00eas\n |g\u00eanero = contos e cr\u00f4nicas\n |autor = [[Rubem Alves]]\n |editora= [http://www.papirus.com.br/ Papirus]\n |personagens=\n |isbn = 8530803566\n |origem = {{BRA}}\n}}\n'''''O quarto do mist\u00e9rio''''' \u00e9 um [[livro]] da autoria do [[escritor]] e [[psican\u00e1lise|psicanalista]] [[brasil]]eiro [[Rubem Alves]].\n\n{{Rubem Alves}}\n\n{{Portal3|Literatura}}\n\n[[Categoria:Livros de Rubem Alves]]\n[[Categoria:Livros de 1995]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Brazil.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Open book 01.png"}]},"5687801":{"pageid":5687801,"ns":0,"title":"Red Hot Chilli Pipers","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Ficheiro:FIL 2008 - Red hot chili pippers 1.JPG|miniaturadaimagem|Integrantes da Red Hit Chilli Pipers em um dos seus shows ]]\n'''Red Hot Chilli Pipers''' \u00e9 uma banda de rock escocesa, conhecida por tocar m\u00fasicas com [[gaita de fole]]. O nome da banda \u00e9 um [[Paranom\u00e1sia|trocadilho]] com o nome da banda de rock [[Red Hot Chili Peppers]], utilizando a palavra \"''pipers''\" (gaiteiros, em ingl\u00eas) ao inv\u00e9s de \"''peppers''\" (pimenta, em ingl\u00eas).[https://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/casal-vai-a-belfast-para-ver-red-hot-mas-descobre-que-comprou-ingresso-para-show-de-gaita-de-foles.ghtml g1.globo.com/] ''Casal vai a Belfast ver [[Red Hot Chili Peppers]], mas descobre que comprou ingresso para show de gaita de foles''\n\nFormada em 2004, a banda foi a vencedora do programa de talentos da BBC [[When Will I Be Famous?]], em 2007.{{citation |url=http://entertainment.timesonline.co.uk/tol/arts_and_entertainment/music/article4026407.ece |data=31 de maio de 2008 |t\u00edtulo=Bagrock with the Red Hot Chilli Pipers: it's a total blast |peri\u00f3dico=[[The Times]] |autor =Gavin Cumine}}\n\nO quarto \u00e1lbum da banda, ''Music for the Kilted Generation'' (uma [[Paranom\u00e1sia|trocadilho]] ao \u00e1lbum [[Music for the Jilted Generation]], da banda [[The Prodigy]]), atingiu a posi\u00e7\u00e3o n\u00famero 2 da parada musical \"US Amazon Chart\".{{citar jornal|url= http://www.dailyrecord.co.uk/entertainment/music/music-news/red-hot-chilli-pipers-no2-1229729 |t\u00edtulo=Red Hot Chilli Pipers No2 in US chart \u2013 Daily Record |primeiro =David |\u00faltimo =Taylor |obra=[[Daily Record (Scotland)|Daily Record]] |data=7 de agosto de 2012}}\n\nO grupo aparece na trilha-sonora do filme ''[[How to Train Your Dragon 2|Como Treinar o Seu Drag\u00e3o 2]].''[http://www.cineworld.co.uk/blog/Composer-John-Powell-talks-How-To-Train-Your-Dragon-2 Composer John Powell talks How To Train Your Dragon 2]\n\n== Discografia ==\n* 2005 \u2013 ''[[The Red Hot Chilli Pipers]]''\n* 2007 \u2013 ''[[Bagrock to the Masses]]''\n* 2008 \u2013 ''[[Blast Live]]'' (DVD) {{certifica\u00e7\u00e3o|platina|3}}[http://www.bicoastalproductions.com/NewActsMARedHotChilliPipers.html bicoastalproductions.com/] ''The Red Hot Chilli Pipers''\n* 2010 \u2013 ''[[Music for the Kilted Generation]]''\n* 2012 \u2013 ''[[Braveheart (\u00e1lbum de Red Hot Chilli Pipers)|Braveheart]]''\n* 2013 \u2013 ''[[Breathe (can\u00e7\u00e3o de Red Hot Chilli Pipers)]]''\n* 2014 \u2013 ''[[Live at the Lake 2014]]''\n* 2016 \u2013 ''[[Octane]]''\n\n==Pr\u00eamios e Indica\u00e7\u00f5es==\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n! Ano !! Pr\u00eamio !! Categoria !! Resultado !! Ref.\n|-\n| 2007\n|rowspan=\"2\"| Scots Trad Music Awards || Scottish Live Act of the Year ||{{won}}\n|rowspan=\"2\"|[https://www.breweryarts.co.uk/event/red-hot-chilli-pipers/ breweryarts.co.uk/] ''Music: Red Hot Chilli Pipers''\n|-\n| 2010 || Scottish Live Act of the Year ||{{won}}\n|}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Bandas formadas em 2004]]\n[[Categoria:Bandas da Esc\u00f3cia]]"}]},"5217460":{"pageid":5217460,"ns":0,"title":"Trof\u00e9u Ant\u00f3nio Pratas","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"O '''Trof\u00e9u Ant\u00f3nio Pratas''' \u00e9 uma competi\u00e7\u00e3o de [[Basquetebol]] organizada pela Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Basquetebol.\n\n==Finais==\n{| class=\"wikitable\" style=\"font-size: 90%; text-align: center; width: 100%;\"\n|-\n!rowspan=\"2\" width=\"10%\"|\u00c9poca\n!rowspan=\"2\" width=\"18%\"|Divis\u00e3o\n!colspan=\"3\"|Final\n|-\n!width=\"25%\"|Vencedor\n!width=\"15%\"|Resultado\n!width=\"20%\"|Finalista vencido\n|-\n|'''2007-08'''\n|Proliga\n| style=\"text-align:center;\" |'''Benfica'''\n|'''76\u201358'''\n|F\u00edsica Torres Novas\n|-\n!rowspan=\"2\"|2008-09\n|LPB\n| style=\"text-align:center;\" |'''Ovarense''' - '''Acad\u00e9mica''' - '''Benfica'''\n!rowspan=\"2\"|Eliminat\u00f3rias\n| Vagos - F\u00edsica Torres Novas - CAB Madeira\n|-\n|Proliga\n| style=\"text-align:center;\" |'''Illiabum''' - '''Sampaense''' - '''Galitos'''\n|Maia Basket - El\u00e9ctrico - Seixal\n|-\n|'''2009-10'''\n|LPB/Proliga organizaram juntas\n| style=\"text-align:center;\" |'''Vit\u00f3ria de Guimar\u00e3es'''\n|'''76\u201359'''\n|Benfica\n|-\n!rowspan=\"2\"|2010-11\n|LPB\n| style=\"text-align:center;\" |'''FC Porto'''\n|'''68\u201359'''\n| Ovarense\n|-\n|Proliga\n| style=\"text-align:center;\" |'''Angra Basket'''\n|'''73\u201369'''\n| Barcelos\n|-\n!rowspan=\"2\"|2011-12\n|LPB\n| style=\"text-align:center;\" |'''Benfica'''\n|'''65\u201363'''\n| FC Porto\n|-\n|Proliga\n| style=\"text-align:center;\" |'''Illiabum'''\n|'''81\u201380'''\n| El\u00e9ctrico\n|-\n!rowspan=\"2\"|2012-13\n|LPB\n| style=\"text-align:center;\" |'''Benfica'''\n|'''71\u201344'''\n| Acad\u00e9mica\n|-\n|Proliga\n| style=\"text-align:center;\" |'''Oliveirense'''\n|'''81\u201364'''\n| Maia Basket\n|-\n!rowspan=\"2\"|2013-14\n|LPB\n| style=\"text-align:center;\" |'''Ovarense'''\n|'''65\u201362'''\n| Sampaense\n|-\n|Proliga\n| style=\"text-align:center;\" |'''El\u00e9ctrico'''\n|'''56\u201354'''\n| Dragon Force\n|-\n!rowspan=\"2\"|2014-15\n|LPB\n| style=\"text-align:center;\" |'''Benfica'''\n|'''98\u201382'''\n| Barcelos\n|-\n|Proliga\n| style=\"text-align:center;\" |'''Dragon Force'''\n|'''97\u201341'''\n| Esgueira\n|-\n!rowspan=\"2\"|2015-16\n|LPB\n| style=\"text-align:center;\" |'''Benfica'''\n|'''76\u201348'''\n| Oliveirense\n|-\n|Proliga\n| style=\"text-align:center;\" |'''Illiabum'''\n|'''85\u201375'''\n| Academia do Lumiar\n|-\n|'''2016-17'''\n|Proliga\n| style=\"text-align:center;\" |'''Terceira Basket'''\n|'''69\u201353'''\n|Vasco da Gama\n|-\n|'''2017-18'''\n|Proliga\n|'''Acad\u00e9mica'''\n|'''85-77'''\n|Esgueira\n|-\n|'''2018-19'''\n|Proliga\n|'''Acad\u00e9mica'''\n|'''83-69'''\n|Barreirense\n|-\n|'''2019-20'''\n|Proliga\n|'''[[Imortal Basket Club|Imortal]]'''\n|'''73-45'''\n|[[Basquetebol da Associa\u00e7\u00e3o Acad\u00e9mica de Coimbra|Acad\u00e9mica]]\n|}\n\n== Desempenho por clube ==\n\n=== LPB ===\n\n{| class=\"wikitable plainrowheaders sortable\"\n|-\n!scope=col|Clube\n!scope=col|Vencedores\n!scope=col|Finalistas vencidos\n!scope=col|\u00c9pocas do vencedor\n!scope=col|\u00c9pocas do finalista vencido\n|-\n!scope=row|Benfica\n| style=\"text-align:center;\" |5\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|2008-09, 2011-12, 2012-13, 2014-15, 2015-16\n|2009-10\n|-\n!scope=row|Ovarense\n| style=\"text-align:center;\" |2\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|2008-09, 2013-14\n|2010-11\n|-\n!scope=row|Acad\u00e9mica\n| style=\"text-align:center;\" |1\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|2008-09\n|2012-13\n|-\n!scope=row|FC Porto\n| style=\"text-align:center;\" |1\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|2010-11\n|2011-12\n|-\n!scope=row|Vit\u00f3ria de Guimar\u00e3es\n| style=\"text-align:center;\" |1\n| style=\"text-align:center;\" |0\n|2009-10\n|{{sort dash}}\n|-\n!scope=row|Vagos\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2008-09\n|-\n!scope=row|F\u00edsica Torres Novas\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2008-09\n|-\n!scope=row|CAB Madeira\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2008-09\n|-\n!scope=row|Sampaense\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2013-14\n|-\n!scope=row|Barcelos\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2014-15\n|-\n!scope=row|Oliveirense\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2015-16\n|-\n!\n|\n|\n|\n|\n|}\n\n=== Proliga ===\n{| class=\"wikitable plainrowheaders sortable\"\n|-\n!scope=col|Clube\n!scope=col|Vencedores\n!scope=col|Finalistas vencidos\n!scope=col|\u00c9pocas do vencedor\n!scope=col|\u00c9pocas do finalista vencido\n|-\n!scope=row|Illiabum\n| style=\"text-align:center;\" |3\n| style=\"text-align:center;\" |0\n|2009-10, 2012-13, 2016-17\n|{{sort dash}}\n|-\n!scope=row|Acad\u00e9mica\n| style=\"text-align:center;\" |2\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|2017-18, 2018-19\n|2019-20\n|-\n!scope=row|El\u00e9ctrico\n| style=\"text-align:center;\" |1\n| style=\"text-align:center;\" |2\n|2014-15\n|2009-10, 2012-13\n|-\n!scope=row|Dragon Force\n| style=\"text-align:center;\" |1\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|2015-16\n|2014-15\n|-\n!scope=row|Benfica\n| style=\"text-align:center;\" |1\n| style=\"text-align:center;\" |0\n|2008-09\n|{{sort dash}}\n|-\n!scope=row|Sampaense\n| style=\"text-align:center;\" |1\n| style=\"text-align:center;\" |0\n|2009-10\n|{{sort dash}}\n|-\n!scope=row|Galitos\n| style=\"text-align:center;\" |1\n| style=\"text-align:center;\" |0\n|2009-10\n|{{sort dash}}\n|-\n!scope=row|Angra Basket\n| style=\"text-align:center;\" |1\n| style=\"text-align:center;\" |0\n|2011-12\n|{{sort dash}}\n|-\n!scope=row|Oliveirense\n| style=\"text-align:center;\" |1\n| style=\"text-align:center;\" |0\n|2013-14\n|{{sort dash}}\n|-\n!scope=row|Terceira Basket\n| style=\"text-align:center;\" |1\n| style=\"text-align:center;\" |0\n|2017-18\n|{{sort dash}}\n|-\n![[Imortal Basket Club|Imortal]]\n|1\n|0\n|2019-20\n|{{sort dash}}\n|-\n!scope=row|Maia Basket\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |2\n|{{sort dash}}\n|2009-10, 2013-14\n|-\n!scope=row|F\u00edsica Torres Vedras\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2008-09\n|-\n!scope=row|Seixal\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2009\n|-\n!scope=row|Barcelos\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2011-12\n|-\n!scope=row|Esgueira\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2015-16\n|-\n!scope=row|Academia do Lumiar\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2016-17\n|-\n!scope=row|Vasco da Gama\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2017-18\n|-\n!scope=row|Barreirense\n| style=\"text-align:center;\" |0\n| style=\"text-align:center;\" |1\n|{{sort dash}}\n|2018-19\n|-\n!\n|\n|\n|\n|\n|}\n\n== Referencias ==\n* http://www.fpb.pt/fpb_zone/portal/img/home_317/fotos/144130511000050400010526511214.pdf\n\n'''Liga\u00e7\u00f5es externas'''\n{{Basquetebol em Portugal}}\n{{Portal3|Basquetebol}}\n\n [[Categoria:Competi\u00e7\u00f5es de basquetebol de Portugal]]"}]},"6542212":{"pageid":6542212,"ns":0,"title":"Bazancourt (Marne)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n|nome = Bazancourt\n|regi\u00e3o = Grande Leste\n|departamento = Marne\n|imagem = Mairie 04635.JPG\n|escudo = \n|latP = N| latG = 49| latM = 21|latS = 51\n|lonP = E| lonG = 4| lonM = 10|lonS = 16\n|\u00e1rea = 11.64\n|popula\u00e7\u00e3o = 2297\n|densidade = auto\n|censo = 2018\n|insee = 51043 \n|c\u00f3dpostal = 51110 \n|legenda = \n}}\n'''Bazancourt''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] do [[Grande Leste]], no [[Departamentos franceses|departamento]] de [[Marne (departamento)|Marne]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 11.64 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]], e possui 2.297 habitantes, segundo o [[censo]] de [[2018]], com uma [[densidade populacional|densidade]] de 200 hab/km\u00b2.{{citar web|url=https://www.insee.fr/fr/statistiques/5001880?geo=COM-51043 |t\u00edtulo=Populations l\u00e9gales 2018|autor=|data=28 de dezembro de 2020|publicado=[[Institut national de la statistique et des \u00e9tudes \u00e9conomiques|INSEE]]|acessodata=4 de abril de 2021|ling=fr}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n{{Comunas de Marne}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Comunas de Marne (departamento)]]"}]},"5790812":{"pageid":5790812,"ns":0,"title":"Superpower (can\u00e7\u00e3o de Beyonc\u00e9)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Formatar refer\u00eancias|data=julho de 2018}}\n{{Info/Can\u00e7\u00e3o \n |nome = Superpower\n |artista = [[Beyonc\u00e9 Knowles|Beyonc\u00e9]] com a participa\u00e7\u00e3o de [[Frank Ocean]]\n |\u00e1lbum = [[Beyonc\u00e9 (\u00e1lbum)|Beyonc\u00e9]]\n |gravado = 2013
\n |g\u00eanero = {{Lista horizontal|\n*[[R&B Alternativo]]\n*[[Doo-wop]]\n}}\n |dura\u00e7\u00e3o = {{Dura\u00e7\u00e3o|m=04|s=36}}\n |compositor = {{Lista horizontal|\n*[[Pharrell Williams]]\n*[[Frank Ocean]]\n*[[Boots]]\n*[[Beyonc\u00e9 Knowles]]\n}}\n |produtor = {{Lista horizontal|\n*Pharrell Williams\n*Boots (co-produtor)\n*Beyonc\u00e9 Knowles (produtora vocal)\n}}\n |gravadora = {{Lista horizontal|\n*[[Parkwood Entertainment|Parkwood]], \n*[[Columbia Records|Columbia]]\n}}\n |faixa anterior = [[Flawless (can\u00e7\u00e3o)|Flawless]]\n |faixa anterior pos = 11\n |faixa pr\u00f3xima = Heaven\n |faixa pr\u00f3xima pos = 13\n}}\n'''Superpower''' \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o gravada pela cantora americana Beyonc\u00e9 com a participa\u00e7\u00e3o de Frank Ocean para seu quinto \u00e1lbum de est\u00fadio, [[Beyonc\u00e9 (\u00e1lbum)|Beyonc\u00e9]]. Foi escrito por Beyonc\u00e9 e Ocean junto com Boots (creditado sob seu nome verdadeiro Jordan Asher) e Pharrell Williams, que tamb\u00e9m serviu como seu produtor. \"Superpower\" \u00e9 uma balada R&B e doo-wop de ritmo lento que apresenta cantores cantando com baixo registro vocal em uma faixa de v\u00e1rias camadas. Liricamente, fala sobre o poder do amor e da uni\u00e3o e os efeitos fortalecedores de um relacionamento duradouro. Foi bem recebido pelos cr\u00edticos de m\u00fasica que elogiaram os vocais dos cantores e sua caracter\u00edstica de produ\u00e7\u00e3o musical de Williams.\n\n== Antecedentes ==\n\"Superpower\" foi escrito por Beyonc\u00e9, Frank Ocean, Boots e Pharrell Williams, com o \u00faltimo tamb\u00e9m lidando com sua produ\u00e7\u00e3o. Os vocais na faixa foram produzidos pela Beyonc\u00e9 enquanto a produ\u00e7\u00e3o adicional foi finalizada pela produtor Boots nos est\u00fadios: Jungle City Studios, Oven Studios e Mirrorbal Studios. Kelly Rowland e Michelle Williams, ex-colegas de banda de Beyonc\u00e9 do grupo Destiny's Child, forneceram vozes de fundo junto com Stefan Skarbek e Boots. A mixagem de \u00e1udio de \"Superpower\" foi completada por Tony Maserati na Mirrorbal Studios e na Clockworks Studios e a faixa acabou sendo dominada por Tom Coyne e Aya Merrill na Sterling Sound. Beyonc\u00e9 explicou em seu canal de r\u00e1dio do iTunes que ela considerava \"Superpower\" uma m\u00fasica \"poderosa\" com fortes vocais; ela continuou dizendo: \"As letras que Frank Ocean escreveu ... \u00e9 como se ele pensasse em uma coisa e o pensamento continuasse indo e indo ... Basicamente a mensagem \u00e9 que o amor \u00e9 o mais poderoso \u00c9 uma coisa que temos e n\u00e3o importa se uma guerra est\u00e1 acontecendo. Quando voc\u00ea est\u00e1 com a pessoa que voc\u00ea ama, voc\u00ea pode sobreviver a tudo e todos\"https://abcnews.go.com/Entertainment/beyonce-explains-songs-titled-album/story?id=21262583.\n\n== Composi\u00e7\u00e3o ==\n\"Superpower foi composta usando o tempo comum na tonalidade de C Maior com um ritmo lento de 63 batidas por minuto. Musicalmente \u00e9 uma balada com elementos musicais de R&B contempor\u00e2neo e alternativo, assim como doo-wop. Jon Pareles do The New York Times comentou que a m\u00fasica \"d\u00e1 um brilho futurista ao doo-wop\". Da mesma forma, o escritor do Quietus, Mof Gimmers, descreveu-o como uma \"tomada de 2013 doo-wop\". Mike Wass, do site Idolator, comparou a m\u00fasica com o material do \u00e1lbum Channel Orange, de Ocean (2012). Beyonc\u00e9 canta com seu registro mais baixo e \u00e9 acompanhada mais tarde por harmonias multi-seguidas que Neil McCormick do The Daily Telegraph comparou com Destiny's Child. A instrumenta\u00e7\u00e3o consiste em cordas \"suaves\" e rolos de bateria orquestrais, que McCormik do The Daily Telegraph comparou aos materiais de Phil Spector \"atrav\u00e9s de um prisma digital futuro\". Ocean aparece mais tarde na m\u00fasica; seus vocais foram descritos como soando \"mudo\" e profundamente na trilha, complementares aos de Beyonc\u00e9.https://www.musicnotes.com/sheetmusic/mtd.asp?ppn=MN0148306https://www.nytimes.com/2013/12/14/arts/music/beyonces-new-album-is-steamy-and-sleek.htmlhttp://www.idolator.com/7498102/beyonces-beyonce-new-album-review Ele \u00e9 ouvido cantando suas linhas com menor, maior e mesmo registro vocal como ela. Ocean foi conhecido por cantar v\u00e1rias confiss\u00f5es de sua parte, incluindo as falas \"Eu pensei que o mundo n\u00e3o giraria sem n\u00f3s\". O editor do Irish Times, Una Mullally, comparou seu estilo de cantar com o de Prince em \"Superpot\u00eancia\".http://www.muumuse.com/2013/12/beyonce-beyonce-album-video-review.html/3/http://www.ew.com/article/2014/02/28/beyonce-album/\n\n== Videoclipe ==\nO videoclipe de \"Superpower\" foi dirigido por [[Jonas \u00c5kerlund]]. Foi filmado no Hawthorne Plaza Shopping Center, um antigo shopping center que foi convertido em um filme em Hawthorne, Calif\u00f3rnia. A cantora foi visto pela m\u00eddia em 12 de novembro de 2013 no local definido usando uma m\u00e1scara de esqui da Louis Vuitton enquanto filmava o v\u00eddeo. Beyonc\u00e9 n\u00e3o faz sincronia ou dan\u00e7a durante o v\u00eddeo. Durante uma entrevista, ela explicou que \"Superpoder\" era uma m\u00fasica que \"voc\u00ea pode simplesmente repetir e colocar voc\u00ea em transe, e \u00e9 por isso que eu n\u00e3o queria toc\u00e1-lo no v\u00eddeo\". Com isso dito, ela queria se concentrar em imagens em c\u00e2mera lenta de \"imagens realmente poderosas\". [2] conta com a participa\u00e7\u00e3o das ex-membros do [[Destiny's Child]], [[Kelly Rowland]] e [[Michelle Williams]], al\u00e9m de Pharrell Williams, Luke James e Les Twins. O diretor disse que foi uma \"decis\u00e3o espont\u00e2nea\" inclu\u00ed-los no v\u00eddeo; Frank Ocean tamb\u00e9m foi originalmente planejado para aparecer http://www.vulture.com/2013/12/beyonce-music-video-director-jonas-akerlund-haunted-superpower.htmlhttps://abcnews.go.com/Entertainment/beyonce-explains-songs-titled-album/story?id=21262583http://www.idolator.com/7498102/beyonces-beyonce-new-album-review?chrome=1http://www.vulture.com/2013/12/beyonce-videos-easter-eggs.htmlhttp://www.idolator.com/7498128/beyonce-superpower-destinys-child.\n\n== Performances ao vivo ==\nEm 14 de junho, Frank Ocean apresentou seus versos de \"Superpower\" durante sua apari\u00e7\u00e3o no Bonnaroo Music Festival de 2014http://www.brooklynvegan.com/at-bonnaroo-kim/.Durante o [[MTV Video Music Awards de 2014]], um pequeno trecho instrumental da m\u00fasica foi tocado em uma parte da palestra de [[Chimamanda Ngozi Adichie]], \"We Should All Be Feminists\", que foi ouvida antes de Beyonc\u00e9 iniciar sua performance de \"[[Flawless (can\u00e7\u00e3o)|Flawless]]\".https://www.radio.com/ Em 2016, \"Superpower\" foi usado como um interl\u00fadio para \"Mine\" durante a [[The Formation World Tour]]http://www.cosmopolitan.com/entertainment/music/news/a57641/opening-night-beyonce-formation-world-tour/\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n{{Livro|Beyonc\u00e9 (\u00e1lbum)}}\n{{Portal3|Beyonc\u00e9|R&B}}\n{{Singles de Beyonc\u00e9 Knowles}}\n\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es de 2013]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es de Beyonc\u00e9]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es produzidas por Pharrell Williams]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es de R&B]]\n[[Categoria:V\u00eddeos musicais dirigidos por Jonas \u00c5kerlund]]"}]},"5068995":{"pageid":5068995,"ns":0,"title":"F\u00e1tima Medina","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes-bpv|data=mar\u00e7o de 2021}}\n'''F\u00e1tima Medina''' ([[Lisboa]], {{PRT}} [[13 de Agosto]] de [[1955]]) \u00e9 uma [[apresentadora]] de [[Portugal]] da [[RTP]].\n\nTirou a licenciatura em L\u00ednguas e Literaturas Modernas. Entrou para a televis\u00e3o em [[Setembro]] de [[1977]] como locutora de continuidade ap\u00f3s concorrer a um concurso. Durante anos foi das mais conhecidas locutoras da esta\u00e7\u00e3o p\u00fablica.\n\nEsteve depois no lan\u00e7amento da [[RTP Internacional]]. Depois dedicou-se \u00e0 fun\u00e7\u00e3o de jornalista ainda na [[RTP]]. A partir de [[2005]] dedica-se \u00e0 cria\u00e7\u00e3o em [[Lisboa]], [[Portugal]] do Franchising de uma marca de sinal\u00e9tica internacional. Desliga-se da [[RTP]] em [[Mar\u00e7o]] de [[2006]]. [http://mlisboaentrevista.blogspot.pt/2014/07/mario-lisboa-entrevista-fatima-medina.html]\n\nEntre Janeiro de [[2010]] e Setembro de [[2013]] foi adjunta no Gabinete do Presidente do Supremo Tribunal de Justi\u00e7a, Conselheiro [[Noronha Nascimento]].\n\n==Liga\u00e7\u00f5es Externas==\n*http://www.imdb.com/name/nm6097230\n\n{{Esbo\u00e7o-biografia}}\n[[Categoria:Apresentadores de televis\u00e3o de Portugal]]\n[[Categoria:Nascidos em 1955]]"}]},"242479":{"pageid":242479,"ns":0,"title":"Mouscard\u00e8s","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n|nome = Mouscard\u00e8s\n|regi\u00e3o = Nova Aquit\u00e2nia\n|departamento = Landes\n|\u00e1rea = 9.08\n|altitude = \n|latP = N | latG = 43 | latM = 35 | latS = 0\n|lonP = O | lonG = 0 | lonM = 53 | lonS = 0\n|popula\u00e7\u00e3o = 218\n|densidade = auto\n|censo = 1999\n|insee = 40199\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 40290 \n|mapa = \n|escudo = \n|bandeira = \n|imagem = \n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''Mouscard\u00e8s''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] da [[Nova Aquit\u00e2nia]], no [[Departamentos franceses|departamento]] [[Landes]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 9,08 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]. {{Pop comuna francesa2|40199|9.08}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n\n[[Categoria:Comunas de Landes]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:BlasonNouvelleAquitaine.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Blason dpt fr Landes.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Blason d\u00e9partement fr Landes.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app demo.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disc Plain red (edge).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of France.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:France d\u00e9partementale.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:France location map-Regions and departements-2016.svg"}]}}}}