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{"continue":{"imcontinue":"3763639|Disambig_grey.svg","grncontinue":"0.882727003981|0.882727003981|0|0","continue":"grncontinue||revisions"},"warnings":{"main":{"*":"Subscribe to the mediawiki-api-announce mailing list at for notice of API deprecations and breaking changes. Use [[Special:ApiFeatureUsage]] to see usage of deprecated features by your application."},"revisions":{"*":"Because \"rvslots\" was not specified, a legacy format has been used for the output. This format is deprecated, and in the future the new format will always be used."}},"query":{"pages":{"6762930":{"pageid":6762930,"ns":0,"title":"Enrique Serra Padr\u00f3s","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Enrique Serra Padr\u00f3s''' foi um [[historiador]] [[Uruguaios|uruguaio]] especialista em [[hist\u00f3ria]] da [[Am\u00e9rica Latina]], professor do departamento de hist\u00f3ria da [[Universidade Federal do Rio Grande do Sul]] (UFRGS) e ativista pelos [[direitos humanos]].{{Citar web|url=https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2021/12/morre-o-professor-de-historia-da-ufrgs-enrique-serra-padros-referencia-em-pesquisas-sobre-ditaduras-ckxjf0ch600810188zs1ll2bm.html|titulo=Morre o professor de Hist\u00f3ria da UFRGS Enrique Serra Padr\u00f3s, refer\u00eancia em pesquisas sobre ditaduras|data=2021-12-23|acessodata=2021-12-27|website=GZH|lingua=pt-BR}} Seus principais temas de doc\u00eancia eram [[Ditadura militar|ditaduras militares]] no [[Cone Sul]], [[Repress\u00e3o pol\u00edtica|repress\u00e3o]], [[terrorismo de Estado]] e [[ensino de hist\u00f3ria]].{{Citar web|url=https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2021/12/23/professor-de-historia-da-ufrgs-enrique-serra-padros-morre-em-porto-alegre.ghtml|titulo=Professor de Hist\u00f3ria da UFRGS Enrique Serra Padr\u00f3s morre em Porto Alegre|acessodata=2021-12-27|website=G1|lingua=pt-br}} Entre 2011 e 2012, foi coordenador do [[Movimento de Justi\u00e7a e Direitos Humanos]] do [[Rio Grande do Sul]].{{Citar web|url=http://www.ufrgs.br/ufrgs/inicial|titulo=Nota de falecimento \u2013 Enrique Serra Padr\u00f3s|acessodata=2021-12-27|website=www.ufrgs.br|lingua=pt-br}} Por mais que tenha nascido no [[Uruguai]], Enrique formou-se historiador, especialista em hist\u00f3ria da Am\u00e9rica Latina, [[mestre]] em [[ci\u00eancia pol\u00edtica]] e [[doutor]] em hist\u00f3ria pela UFRGS, sendo sua [[tese]] de [[Doutoramento|doutorado]] uma importante refer\u00eancia para os estudos das ditaduras latinoamericanas e do terrorismo de Estado.\n\n== Falecimento e homenagens ==\nEnrique faleceu no dia 23 de dezembro de 2021, v\u00edtima de um c\u00e2ncer.{{Citar web|url=https://sul21.com.br/noticias/geral/2021/12/morre-aos-61-anos-o-historiador-e-pesquisador-enrique-serra-padros/|titulo=Morre, aos 61 anos, o historiador e pesquisador Enrique Serra Padr\u00f3s|data=2021-12-23|acessodata=2021-12-27|website=Sul 21|lingua=pt-br}} Em nota \u00e0 comunidade, o Instituto de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas (IFCH) da UFRGS ressaltou seu legado como docente.\n\n{{Cita\u00e7\u00e3o2|Lamentamos todos n\u00e3o poder mais contar com seu posicionamento cr\u00edtico e decidido. Mas ameniza a dor por perder sua conviv\u00eancia, a convic\u00e7\u00e3o de que sua vida como Professor, na mais brilhante acep\u00e7\u00e3o do termo, determinou a op\u00e7\u00e3o e a qualidade profissional de tantos outros educadores.}}\n\nTamb\u00e9m o Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da [[Universidade do Vale do Rio dos Sinos|Unisinos]] prestou suas homenagens. \n\n{{Cita\u00e7\u00e3o2|Transmitimos nossa solidariedade e nosso apoio \u00e0 fam\u00edlia de Enrique, \u00e0s/aos colegas da UFRGS e a toda comunidade historiadora por essa perda irrepar\u00e1vel.}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{div col}}\n* [https://www.redalyc.org/pdf/3381/338130370010.pdf Hist\u00f3ria do tempo presente, ditaduras de seguran\u00e7a nacional e arquivos repressivos. ''Revista Tempo e Argumento'', 2009, 1.1: 30-45.]\n* [https://periodicos.ufsm.br/letras/article/viewFile/11826/7254 Usos da mem\u00f3ria e do esquecimento na Hist\u00f3ria. ''Letras'', 2001, 22: 79-95.] \n* [https://www.seer.ufrgs.br/anos90/article/view/6356 Os desafios na produ\u00e7\u00e3o do conhecimento hist\u00f3rico sob a perspectiva do Tempo Presente. ''Anos 90'', 2004, 11.19: 199-223.]\n* [https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/163894/000757416.pdf?sequence=1 Ensino de Hist\u00f3ria: desafios contempor\u00e2neos. EST, 2010.] \n* [https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/HistRev/article/viewFile/11658/7488 Mem\u00f3ria e esquecimento das ditaduras de seguran\u00e7a nacional: os desaparecidos pol\u00edticos. ''Hist\u00f3ria em revista'', 2004, 10.10.]\n* [http://www.repositorio.furg.br/bitstream/handle/1/6861/3262-9122-1-PB.pdf?sequence=1 Ditadura brasileira: verdade, mem\u00f3ria... e justi\u00e7a?. 2012.]\n* [https://www.scielo.br/j/vh/a/vMK3QcLN9kYf6YYyPg9xQ5K/abstract/?lang=pt A ditadura civil-militar uruguaia: doutrina e seguran\u00e7a nacional. ''Varia Historia'', 2012, 28: 495-517.] \n* [https://uema.openjournalsolutions.com.br/outrostempos/index.php/outros_tempos_uema/article/view/358 As escolas militares dos Estados Unidos e a pentagoniza\u00e7\u00e3o das for\u00e7as armadas da Am\u00e9rica Latina. ''Outros Tempos: Pesquisa em Foco-Hist\u00f3ria'', 2007.]\n* [http://www.ucs.br/etc/revistas/index.php/metis/article/view/829 \u201cBotim de Guerra\u201d: desaparecimento e apropria\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as durante os regimes civil-militares platinos. ''M\u00e9tis: hist\u00f3ria & cultura'', 2007, 6.11].\n* [https://www.outrostempos.uema.br/index.php/outros_tempos_uema/article/view/284 A ditadura brasileira e o golpe de Estado chileno. ''Outros Tempos: Pesquisa em Foco-Hist\u00f3ria'', 2013, 10.16.] \n* [http://www.eeh2014.anpuh-rs.org.br/resources/anais/anpuhnacional/S.24/ANPUH.S24.0755.pdf Terrorismo de estado e luta de classes: repress\u00e3o e poder na Am\u00e9rica Latina sob a doutrina de seguran\u00e7a nacional. ''SIMP\u00d3SIO NACIONAL DE HIST\u00d3RIA'', 2007, 24.]\n* [https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/177604 A Opera\u00e7\u00e3o Condor e a conex\u00e3o repressiva no Cone Sul: a luta pela verdade e pela justi\u00e7a. ''Organon. Porto Alegre. Vol. 23, n. 47 (jul./dez. 2009), p. 15-38'', 2009.]\n* [https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/31687/000149437.pdf?sequence=1 A\" pax brit\u00e2nica\" e a independ\u00eancia do Uruguai: estado-tamp\u00e3o e balcaniza\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o platino. ''Anos 90: revista do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria. Porto Alegre. N. 5 (jul. 1996), p. 107-135'', 1996.] \n* [https://www.redalyc.org/pdf/4459/445944369003.pdf Enterrados Vivos: a pris\u00e3o pol\u00edtica na ditadura uruguaia e o caso dos ref\u00e9ns. ''Espa\u00e7o Plural'', 2012, 13.27.]\n* [https://revistaseletronicas.pucrs.br/index.php/iberoamericana/article/view/11584 A gesta\u00e7\u00e3o do golpe no Uruguai: o governo Bordaberry e o papel dos militares (1972-1973). ''Estudos Ibero-Americanos'', 2012, 38.1.] \n* [https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/185906/000638864.pdf?sequence=1 A pentagoniza\u00e7\u00e3o da Col\u00f4mbia e a desestabiliza\u00e7\u00e3o regional. ''Jornal da Universidade. Porto Alegre. Vol. 11, n. 107 (abr. 2008), p. 4'', 2008.]\n* [https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/comissao-de-anistia-1/anexos/livro-completo-com-capas-para-a-comissao-anistia.pdf Mem\u00f3rias da Resist\u00eancia e da Solidariedade: o Movimento de Justi\u00e7a e Direitos Humanos contra as ditaduras do Cone Sul e sua conex\u00e3o repressiva. ASF Brasil, Arquivistas sem Fronteiras, 2013.]\n* [https://revistas.planejamento.rs.gov.br/index.php/indicadores/article/download/1797/2164 Kosovo: a desintegra\u00e7\u00e3o do mosaico iugoslavo. ''Indicadores Econ\u00f4micos FEE'', 1999, 27.2: 137-150]. \n* [http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/14/1300628025_ARQUIVO_TEXTOENRIQUESERRAPADROS.pdf Uruguai: o Pachecato e a escalada autorit\u00e1ria no final dos anos 60. ''Anais do XXVI Simp\u00f3sio Nacional de Hist\u00f3ria\u2013ANPUH: S\u00e3o Paulo'', 2011.]\n* [https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/maracanan/article/view/14308 O Uruguai como alvo da ditadura brasileira de seguran\u00e7a nacional. ''Revista Maracanan'', 2014, 11: 91-110.] \n* [http://www.eeh2012.anpuh-rs.org.br/resources/anais/18/1345851002_ARQUIVO_TextoEnriquePadrosAGUERRACONTRAASCRIANCAS_1_.pdf XI Encontro Estadual de Hist\u00f3ria, Universidade Federal do Rio Grande, 2012, 815-826.] \n* [https://revista.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/1692 Corpo-territ\u00f3rio, repress\u00e3o e resist\u00eancia: os kaingangs e a ditadura de seguran\u00e7a nacional no Rio Grande do Sul. ''Acervo'', 2021, 34.2: 1-24.] \n* [https://trilhasdahistoria.ufms.br/index.php/AlbRHis/article/download/4062/3245 A guerra contra as crian\u00e7as: pr\u00e1ticas de sequestro, desaparecimento e apropria\u00e7\u00e3o de identidade no s\u00e9culo xx. ''albuquerque: revista de hist\u00f3ria'', 2014, 6.11.]\n* [https://www.researchgate.net/profile/Caroline-Bauer-2/publication/265728995_O_controle_sobre_argentinos_no_Brasil_e_brasilenos_na_Argentina_vigilancia_e_repressao_extraterritoriais/links/541a3ed10cf25ebee9888c21/O-controle-sobre-argentinos-no-Brasil-e-brasilenos-na-Argentina-vigilancia-e-repressao-extraterritoriais.pdf#page=29 Introducci\u00f3n: coordinaciones represivas en el Cono Sur (1964-1991). ''Taller (Segunda \u00c9poca). Revista de Sociedad, Cultura y Pol\u00edtica en Am\u00e9rica Latina'', 2012, 1.1.]\n* [https://scholar.archive.org/work/5dp3hsp4dnfnnohasi2kv3fdym/access/wayback/https://seer.ufrgs.br/anos90/article/download/33835/24271 Brasil e Argentina: ditaduras, desapa-recimentos e pol\u00edticas de mem\u00f3ria. Porto Alegre: Medianiz, 2012, 330p. ISBN: 9788564713048.] \n* [https://grupohistoriaepoder.com.br/wp-content/uploads/2019/12/dittrandem.pdf#page=81 Clamor e os irm\u00e3os Julien Grisonas: a solidariedade contra o Condor. ''Ditadura, Transi\u00e7\u00e3o e Democracia'', 83]. \n* [https://periodicos3.ufpb.br/index.php/srh/article/view/41388 Automotores Orletti e a persegui\u00e7\u00e3o contra os uruguaios na Argentina: Ditaduras de Seguran\u00e7a Nacional, Terrorismo de Estado e conex\u00e3o repressiva no Cone Sul. ''S\u00e6culum\u2013Revista de Hist\u00f3ria'', 2018, 51-68.]\n* [https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/186192/000575769.pdf?sequence=1 O Chile depois de Pinochet. ''Jornal da Universidade. Porto Alegre'', 2007].\n* [https://www.redalyc.org/pdf/4459/445944369016.pdf A HERAN\u00c7A DA UNIDADE POPULAR E DO PINOCHETISMO NO CHILE ATUAL-ENTREVISTA COM VER\u00d3NICA VALDIVIA. ''Espa\u00e7o Plural'', 2012, 13.27.]\n* [http://www.eeh2010.anpuh-rs.org.br/resources/anais/9/1278275279_ARQUIVO_TEXTOEnriqueSerraPadros.pdf A JUSTI\u00c7A MILITAR E A MILITARIZA\u00c7\u00c3O DA JUSTI\u00c7A NA DITADURA DE SEGURAN\u00c7A NACIONAL URUGUAIA.] \n* [https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/185845/000860952.pdf?sequence=1 Entre incertezas e expectativas. ''Jornal da Universidade. Porto Alegre. Vol. 15, n. 150 (jul. 2012), p. 4'', 2012.]\n* [https://estudioshistoricos.org/edicion_1/enrique-serra.pdf El vuelo del c\u00f3ndor en la frontera uruguayo-brasile\u00f1a: la conexi\u00f3n represiva internacional y el operativo zapatos rotos. ''Revista Est\u00fadios Hist\u00f3ricos\u2013CDHRP. N\u00ba1'', 2008.]\n* [https://www.redalyc.org/pdf/5524/552456404003.pdf O 68 no Uruguai: crise estructural, mobilizacao social e autoritarismo. ''Hist\u00f3ria: Debates e Tend\u00eancias'', 2008, 8.1: 28-49.]\n* [https://www.academia.edu/download/54848293/Slatman_Padros_Recursos.pdf RECURSOS PEDAG\u00d3GICOS Y DE INVESTIGACI\u00d3N: La coordinaci\u00f3n represiva en el Cono Sur.]\n* [https://www.lareferencia.info/vufind/Record/AR_28b1162d0db70c80614888405212c11f Exilios: Militancia y represi\u00f3n: Nuevas fuentes y nuevos abordajes de los destierros de la Argentina de los a\u00f1os setenta. 2014.]\n* [http://www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/library?a=d&c=eventos&d=Jev10872 Exilio, resistencia y represi\u00f3n: el C\u00f3ndor contra El PVP en Porto Alegre. In: ''IV Jornadas de Trabajo sobre Exilios Pol\u00edticos del Cono Sur en el siglo XX 7 al 9 de noviembre de 2018 Bah\u00eda Blanca, Argentina. Agendas, problemas y perspectivas conceptuales''. Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educaci\u00f3n. Maestr\u00eda en Historia y Memoria, 2018.]\n* [https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/7884249.pdf Dossi\u00ea Ditaduras de Seguran\u00e7a Nacional no Cone Sul. ''Revista Hist\u00f3ria: Debates e Tend\u00eancias'', 2019, 19.3: 358-360.]\n{{div col fim}}\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-hist\u00f3ria}}\n\n[[Categoria:Historiadores do Uruguai]]\n[[Categoria:Professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul]]\n[[Categoria:Ativistas dos direitos humanos]]"}]},"5110520":{"pageid":5110520,"ns":0,"title":"Hal Robson-Kanu","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Futebolista\n|nome = Hal Robson-Kanu\n|imagem = AUT vs. WAL 2016-10-06 (192).jpg\n|imagem_tamanho = 250px\n|imagem_legenda = Kanu em 2016\n|nomecompleto = Thomas Henry Alex Robson-Kanu\n|apelido = \n|data_nascimento = {{dni|21|5|1989|lang=br}}\n|cidadenatal = [[Londres]]\n|paisnatal = [[Reino Unido]]\n|nacionalidade = {{WALn|\u00eas}}\n|altura = 1,82 m\n|peso = 83 kg\n|p\u00e9 = [[Canhoto]]\n|actualclube = {{NDb}} ''Sem clube''\n|clubenumero = \u2013\n|posi\u00e7\u00e3o = [[Atacante (futebol)|Atacante]]\n|jovemanos = 1999\u20132004
2004\u20132007\n|jovemclubes = {{INGb}} [[Arsenal Football Club|Arsenal]]
{{INGb}} [[Reading Football Club|Reading]]\n|ano = 2007\u20132016
2008
2009
2016\u20132021\n|clubes = {{INGb}} [[Reading Football Club|Reading]]
{{seta fut}} {{INGb}} [[Southend United Football Club|Southend United]] {{emp fut}}
{{seta fut}} {{INGb}} [[Swindon Town Football Club|Swindon Town]] {{emp fut}}
{{INGb}} [[West Bromwich Albion Football Club|West Bromwich Albion]]\n|jogos(golos) = {{0|00}}228 {{0|000}}(30)
{{0|000}}22 {{0|0000}}(5)
{{0|000}}20 {{0|0000}}(4)
{{0|000}}117 {{0|0000}}(16)\n|anoselecao = 2007\u20132008
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{{0|0000}}1 {{0|0000}}(0)
{{0|0000}}4 {{0|0000}}(2)
{{0|000}}42 {{0|0000}}(5)\n|tupdate = 20 de setembro de 2017\n|ntupdate = 5 de setembro de 2017\n|nascimento_data = \n}}\n\n'''Thomas Henry Alex Robson-Kanu''', mais conhecido como '''Hal Robson-Kanu''' ([[Londres]], [[21 de maio]] de [[1989]]), \u00e9 um [[futebolista]] gal\u00eas que atua como [[Atacante (futebol)|atacante]]. Atualmente est\u00e1 sem clube.\n\n== Carreira ==\nAp\u00f3s fazer parte das categorias de base no Arsenal, o centroavante foi para o Reading, em 2004, e ficou por 12 anos na equipe, sendo promovido ao elenco profissional em 2007 e fazendo parte do clube por 9 Anos, saindo em 2016\n\nKanu faz parte do elenco da [[Sele\u00e7\u00e3o Galesa de Futebol]] da [[Eurocopa de 2016]].{{Citar web|url=http://www.uefa.com/uefaeuro/season=2016/teams/team=144/squad/index.html|publicado=|t\u00edtulo=Elenco Eurocopa de 2016|autor= |obra= |data= |acessodata= 20 de junho de 2015}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[http://br.soccerway.com/players/-hal-robson-kanu/46492/ Perfil em Soccerway]\n\n{{Elenco West Bromwich Albion}}\n{{Sele\u00e7\u00e3o Galesa de Futebol de 2016}}\n{{Portal3|Futebol|Reino Unido}}\n\n{{DEFAULTSORT:Robson-Kanu, Hal}}\n[[Categoria:Futebolistas do Pa\u00eds de Gales]]\n[[Categoria:Futebolistas do Reading Football Club]]\n[[Categoria:Futebolistas do Southend United Football Club]]\n[[Categoria:Futebolistas do Swindon Town Football Club]]\n[[Categoria:Futebolistas do West Bromwich Albion Football Club]]\n[[Categoria:Jogadores da Sele\u00e7\u00e3o Galesa de Futebol]]\n[[Categoria:Jogadores da Eurocopa de 2016]]"}]},"6574788":{"pageid":6574788,"ns":0,"title":"SecOps","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"\n{{Mais notas|data=maio de 2021}}\n[[imagem:Secops.png|miniaturadaimagem|354x354px|Modelo de integra\u00e7\u00e3o da metodologia SecOps]]\n'''SecOps''', tamb\u00e9m conhecido como '''SecDevOps''' ou '''DevSecOps''', \u00e9 uma denomina\u00e7\u00e3o da [[Ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o|Ci\u00eancia da Computa\u00e7\u00e3o]] que surgiu com o objetivo de definir a integra\u00e7\u00e3o de processos de seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o \u00e0s atividades de desenvolvimento e opera\u00e7\u00f5es dentro do segmento de tecnologia. Formado por profissionais especializados em seguran\u00e7a e TI, o time de SecOps determina o sucesso na preven\u00e7\u00e3o a [[Ataque cibern\u00e9tico|ataques cibern\u00e9ticos.]]{{Citar web |url=https://saltproject.io/the-power-of-secops-redefining-core-security-capabilities/ |titulo=What Is SecOps {{!}} SecOps Definition: Redefining core security capabilities \u2013 Salt Project |acessodata=2021-05-06 |lingua=en-US}}\n\nO termo nasceu a partir da ascens\u00e3o da metodologia [[DevOps]] e consequentemente com o aumento da arquitetura de [[Software como servi\u00e7o]], onde o software desenvolvido \u00e9 essencialmente hospedado em ambientes nuvem, com integra\u00e7\u00e3o e entrega cont\u00ednuas surgiu a necessidade do mercado de integrar processos de seguran\u00e7a dentro desse escopo de agilidade, al\u00e9m de tentar sobrepor as dificuldades no gerenciamento de software entre times de maneira confi\u00e1vel.\n\nA metodologia SecOps se prop\u00f5e a ajudar os programadores a criar c\u00f3digos levando em considera\u00e7\u00e3o a seguran\u00e7a, al\u00e9m de evitar ru\u00eddos entre setores de desenvolvimento, seguran\u00e7a e opera\u00e7\u00f5es. Um diferencial \u00e9 que dentro desta metodologia, a seguran\u00e7a est\u00e1 sob a responsabilidade de todos os integrante da equipe, independente do aspecto da organiza\u00e7\u00e3o.{{Citar peri\u00f3dico |url=http://ieeexplore.ieee.org/document/7784617/ |titulo=SecDevOps: Is It a Marketing Buzzword? - Mapping Research on Security in DevOps |data=2016-08-XX |acessodata=2021-05-06 |publicado=IEEE |ultimo=Mohan |primeiro=Vaishnavi |ultimo2=Othmane |primeiro2=Lotfi Ben |local=Salzburg, Austria |paginas=542\u2013547 |doi=10.1109/ARES.2016.92 |isbn=978-1-5090-0990-9}}\n\n== Etimologia ==\nO termo SecOps deriva da jun\u00e7\u00e3o das palavras '''sec'''urity e '''op'''erations, ou SecDevOps, '''sec'''urity, '''dev'''elopment e '''op'''erations.\n\nUne seguran\u00e7a, desenvolvimento de software e opera\u00e7\u00f5es das tecnologias.\n\n== Integra\u00e7\u00e3o com DevOps ==\nA literatura descreve maneiras nas quais as atividades da metodologia DevOps impactam o setor de seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o, tanto em aspectos positivos quanto negativos com o uso mais intenso de automa\u00e7\u00f5es nos monitoramentos, ''deployments'' e testes, prevendo uma intuitiva diminui\u00e7\u00e3o no esfor\u00e7o e no tempo que seriam empregados nessas tarefas se feitas manualmente, alguns autores tamb\u00e9m destacam que o uso n\u00e3o otimizado pode acarretar em novos d\u00e9bitos t\u00e9cnicos em um projeto.\n\nApesar das atuais equipes de desenvolvimento tamb\u00e9m focarem em desenvolver de forma segura, na maioria das vezes, elas demonstram maior preocupa\u00e7\u00e3o com inova\u00e7\u00e3o e desenvolvimento acelerado, n\u00e3o s\u00f3 provendo solu\u00e7\u00f5es para um grande n\u00famero de pessoas, mas tamb\u00e9m buscando sempre agregar o maior valor poss\u00edvel para o mercado. Dessa forma se torna imprescind\u00edvel mesclar a implementa\u00e7\u00e3o de novas tecnologias com a\u00e7\u00f5es que garantam mais seguran\u00e7a. \n\nA coordena\u00e7\u00e3o entre as equipes de opera\u00e7\u00e3o e de SecOps deve acontecer de maneira continua e utilizando o m\u00e1ximo de ferramenta autom\u00e1ticas para garantir fluidez de comunica\u00e7\u00e3o durante o desenvolvimento de novas tecnologias, permitindo o ajuste r\u00e1pido a poss\u00edveis falhas de seguran\u00e7a que possam ocorrer.{{Citar peri\u00f3dico |url=http://dx.doi.org/10.1109/milcom.2014.54 |titulo=A Framework for Managing Mission Needs, Compliance, and Trust in the DevOps Environment |data=2014-10 |acessodata=2021-05-06 |publicado=IEEE |ultimo=Farroha |primeiro=B.S. |ultimo2=Farroha |primeiro2=D.L. |doi=10.1109/milcom.2014.54 |isbn=978-1-4799-6770-4}}\n\nAs pr\u00e1ticas e pol\u00edticas relacionadas a seguran\u00e7a s\u00e3o muitas vezes tidas como \"empecilhos\" para o desenvolvimento \u00e1gil, um bloqueador que pode impactar o tempo de entrega de um projeto, dessa forma \u00e9 necess\u00e1rio que, com a integra\u00e7\u00e3o do SecOps, seja constru\u00edda uma ponte cultural entre as frentes de desenvolvimento garantindo um constante alinhamento que \u00e9 necess\u00e1rio para atingir a velocidade de entrega desejada, sempre mantendo em mente que as entregas devem incluir todas as dimens\u00f5es, desenvolvimento, seguran\u00e7a e infraestrutura.{{Citar peri\u00f3dico |url=http://dx.doi.org/10.1002/rwm3.20645 |titulo=The Worst Kept Secret in Market Research |data=2018-03 |acessodata=2021-05-06 |jornal=Research World |n\u00famero=69 |ultimo=Chadwick |primeiro=Simon |paginas=40\u201344 |doi=10.1002/rwm3.20645 |issn=1567-3073}}\n\n== Caracter\u00edsticas ==\nAlguns autores definem SecOps por algumas caracter\u00edsticas baseadas tanto em DevOps quanto nos princ\u00edpios CAMS (Cultura, Automa\u00e7\u00e3o, Monitoramento e Compartilhamento) com adi\u00e7\u00e3o de conceitos de seguran\u00e7a.{{Citar peri\u00f3dico |url=http://link.springer.com/10.1007/978-3-319-67383-7_2 |titulo=DevSecOps: A Multivocal Literature Review |data=2017 |acessodata=2021-05-06 |publicado=Springer International Publishing |ultimo=Myrbakken |primeiro=H\u00e5vard |ultimo2=Colomo-Palacios |primeiro2=Ricardo |editor-sobrenome=Mas |editor-nome=Antonia |local=Cham |paginas=17\u201329 |doi=10.1007/978-3-319-67383-7_2 |isbn=978-3-319-67382-0 |editor-sobrenome2=Mesquida |editor-nome2=Antoni |editor-sobrenome3=O'Connor |editor-nome3=Rory V. |editor-sobrenome4=Rout |editor-nome4=Terry |editor-sobrenome5=Dorling |editor-nome5=Alec}}\n\n=== Cultura ===\nSe baseia na ideia de promover colabora\u00e7\u00e3o entre os times de desenvolvimento, seguran\u00e7a e opera\u00e7\u00f5es, disseminando a ideia de um mesmo princ\u00edpio: a entrega de software para o usu\u00e1rio final. Em outros momentos da engenharia de software a equipe de seguran\u00e7a n\u00e3o participaria ativamente das decis\u00f5es de planejamento, em SecOps isso \u00e9 mandat\u00f3rio e necess\u00e1rio para uma boa implanta\u00e7\u00e3o da metodologia.\n\n=== Automa\u00e7\u00e3o ===\n\u00c9 comum em ambientes de desenvolvimento de software o uso de [[automa\u00e7\u00e3o]] para alcan\u00e7ar entregas e feedbacks mais r\u00e1pidos do usu\u00e1rio. Em SecOps, promove-se o foco em seguran\u00e7a nas automa\u00e7\u00f5es para que essas entregas estejam tamb\u00e9m dentro dos padr\u00f5es de qualidade. \u00c9 importante que a maneira como essa metodologia \u00e9 implementada n\u00e3o impacte na agilidade, mas sim traga resultados mais consistentes.\n\n=== Monitoramento ===\nO monitoramento \u00e9 a etapa que inclui acompanhar m\u00e9tricas de neg\u00f3cio, como [[Indicador-chave de desempenho|Indicadores-chave de desempenho]] (KPIs), como as novas vers\u00f5es do software podem impactar nesses indicadores e como minimizar esses impactos. Em SecOps o monitoramento \u00e9 muito focado em amea\u00e7as e vulnerabilidades em tempo real, com o objetivo de observar a qualidade e a seguran\u00e7a do objeto de estudo em todas as fases de implanta\u00e7\u00e3o.\n\n=== Compartilhamento ===\nTradicionalmente a equipe de seguran\u00e7a dentro do processo de desenvolvimento de software fica mais pr\u00f3xima do fim do ciclo de projeto, SecOps promove a integra\u00e7\u00e3o desse time dentro do escopo de concep\u00e7\u00e3o e desenvolvimento, tanto com objetivo de mudar a mentalidade de todo processo como de incluir maturidade no que tange aspectos relacionados \u00e0 seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o.\n\n== Pr\u00e1ticas ==\nExiste um conjunto de boas pr\u00e1ticas definidos na literatura dentro da metodologia SecOps{{Citar web |url=https://minutodaseguranca.blog.br/secops-ou-devsecops-que-bicho-e-este/ |titulo=SecOps ou DevSecOps - que bicho \u00e9 este ? pra que serve? |data=2019-08-12 |acessodata=2021-05-06 |website=Minuto da Seguran\u00e7a da Informa\u00e7\u00e3o |lingua=en-US}}, entre estas destacam-se:\n\n==== [[Automa\u00e7\u00e3o de teste|Automa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de testes]] ====\nControles de seguran\u00e7a automatizados em todas as partes do desenvolvimento de software s\u00e3o fatores importantes para garantir entregas seguras e permitir que os testes detectem anomalias em diferentes fases do processo.\n\n==== Monitora\u00e7\u00e3o cont\u00ednua dos servi\u00e7os e sistemas. ====\n\u00c9 importante gerar evid\u00eancias dos controles de seguran\u00e7a automatizados ao longo do processo, para que estes possam gerar o melhor resultado poss\u00edvel \u00e9 necess\u00e1rio o acompanhamento de ponta-a-ponta.\n\n==== Seguran\u00e7a como c\u00f3digo ====\nSeguran\u00e7a como c\u00f3digo significa o processo de definir pol\u00edticas de seguran\u00e7a com o uso de modelos de ''script ([[templates]])'' ou arquivos de configura\u00e7\u00e3o que podem ser ativados automaticamente de acordo com agendamentos ou manualmente pelo usu\u00e1rio.\n\n== Benef\u00edcios ==\nDentre os benef\u00edcios da SecOps para uma organiza\u00e7\u00e3o est\u00e3o:\n\n* Prote\u00e7\u00e3o cont\u00ednua\n* Respostas r\u00e1pidas e efetivas\n* Diminui\u00e7\u00e3o nos custos de opera\u00e7\u00f5es e viola\u00e7\u00f5es\n* Preven\u00e7\u00e3o de amea\u00e7as\n* Expertise de Seguran\u00e7a\n* Conformidade\n* Comunica\u00e7\u00e3o e colabora\u00e7\u00e3o\n*Integra\u00e7\u00e3o da equipe de seguran\u00e7a nos processos de concep\u00e7\u00e3o\n*Automa\u00e7\u00f5es
A uni\u00e3o de todos os benef\u00edcios citados acima resulta em uma organiza\u00e7\u00e3o com uma melhor reputa\u00e7\u00e3o no mercado.{{Citar web |url=https://searchsecurity.techtarget.com/definition/SecOps |titulo=What Is SecOps? Everything You Need to Know |acessodata=2021-05-06 |website=SearchSecurity |lingua=en}}\n== Fun\u00e7\u00f5es numa equipe de SecOps ==\nA forma com a qual uma organiza\u00e7\u00e3o define seu time de SecOps ir\u00e1 determinar o qu\u00e3o sucedida ela ser\u00e1 na preven\u00e7\u00e3o de [[Ataque cibern\u00e9tico|ataques cibern\u00e9ticos]]. \n\nExistem tr\u00eas fun\u00e7\u00f5es chave para qualquer time de SecOps:\n\n* '''Engenheiro/Arquiteto''' '''de Seguran\u00e7a''': profissional respons\u00e1vel por adminstrar toda a arquitetura de seguran\u00e7a, garantir que a arquitetura \u00e9 parte do ciclo de desenvolvimento, avaliar e testar as ferramentas e garantir a conformidade.\n* '''Analista de Seguran\u00e7a Avan\u00e7ado''': identifica vulnerabilidades, analisa amea\u00e7as antigas, recomenda produtos, processos e altera\u00e7\u00f5es de ferramentas.\n* '''Investigador de Seguran\u00e7a''': identifica hosts e aparelhos afetados, avalia processos em execu\u00e7\u00e3o e finalizados, realiza an\u00e1lises de amea\u00e7as, elabora e implanta estrat\u00e9gia de mitiga\u00e7\u00e3o e readica\u00e7\u00e3o.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n\n\n{{Engenharia de software}}{{Processo de desenvolvimento de software}}{{Ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o}}\n\n[[Categoria:Ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o]]"}]},"3763639":{"pageid":3763639,"ns":0,"title":"Ariarate II","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{ver desambigua\u00e7\u00e3o|Ariarate|Ariarate}}\n\n'''Ariarate II''' ou '''Ariarates II''' foi um [[rei da Capad\u00f3cia]] ([[301 a.C.|301]][[Jona Lendering]], Ariarate II [http://www.livius.org/ap-ark/ariarathes/ariarathes_ii.html [em linha]] - c.[[275 a.C.]][[Jona Lendering]], Ariar\u00e2menes [http://www.livius.org/ap-ark/ariaramnes/ariaramnes1.html [em linha]]). Ele recuperou o governo da Capad\u00f3cia para a sua fam\u00edlia, ap\u00f3s seu tio e pai adotivo [[Ariarate I]] ter sido deposto e executado, e foi sucedido por seu filho Ari\u00e2menes.\n\n== Fam\u00edlia ==\nA [[Reino da Capad\u00f3cia|Capad\u00f3cia]] havia sido uma [[satrapia]] de sua fam\u00edlia desde Anafas, um dos [[sete persas]].{{citar diodoro s\u00edculo|31|19|1}}O epis\u00f3dio referido por Diodoro S\u00edculo \u00e9 a derrubada do (poss\u00edvel) usurpador [[Esm\u00e9rdis]] por [[Dario I]], que contou com a ajuda de outros seis persas. O nome Anafas n\u00e3o \u00e9 encontrado na lista dos Sete Persas de outros autores, mas [[Her\u00f3doto]] menciona Otanes, que teve um filho chamado de Anafas, e [[Ct\u00e9sias de Cnido]] menciona Onofas \n\n[[Alexandre, o Grande]] ignorou a Capad\u00f3cia, pois estava mais preocupado em combater [[Dario III]], assim [[Ariarate I]] conseguiu passar um bom tempo como rei da Capad\u00f3cia.{{citar diodoro s\u00edculo|18|16|1}} Ariarate I era filho de Ari\u00e2menes, tinha um irm\u00e3o mais novo chamado [[Holofernes (irm\u00e3o de Ariarate I)|Holofernes]] e n\u00e3o tinha filhos, e adotou Ariarate II, filho de Holofernes.{{citar diodoro s\u00edculo|31|19|3}}\n\nNeste per\u00edodo, Ariarate I juntou uma grande quantidade de dinheiro, montando um grande ex\u00e9rcito com tropas nativas e mercen\u00e1rios, no total de 30000 soldados de [[infantaria]] e 15000 cavaleiros.[[Diodoro S\u00edculo]], ''Biblioteca Hist\u00f3rica'', Livro XVIII, 16.2 [[P\u00e9rdicas]], por\u00e9m, o derrotou, matando 4000 e capturando 5000, inclui-se o pr\u00f3prio Ariarate.\n\nP\u00e9rdicas torturou e matou por [[empalamento]] (ou [[crucifica\u00e7\u00e3o]][[Jer\u00f4nimo de C\u00e1rdia]], citado por [[Luciano de Sam\u00f3sata]], ''Macr\u00f3bios'', 13 [http://www.attalus.org/translate/macrobii.html#13 [em linha]] ou [[enforcamento]][[Arriano]], ''Eventos ap\u00f3s Alexandre'', Livros I-V, texto preservado em ep\u00edtome por [[F\u00f3cio]], ''Biblioteca de F\u00f3cio'' [http://www.attalus.org/translate/fgh.html#156.1 [em linha]]) Ariarate e v\u00e1rios de seus parentes, colocando [[Eumenes de Cardia]] como [[s\u00e1trapa]] da Capad\u00f3cia.[[Diodoro S\u00edculo]], ''Biblioteca Hist\u00f3rica'', Livro XVIII, 16.3 Segundo [[Juniano Justino]], Ariarates, ap\u00f3s ser derrotado, matou a pr\u00f3pria mulher e os filhos, incinerando sua pr\u00f3pria casa com seus escravos.{{citar justino|13|6}}\n\n== Retorno ==\nSeu herdeiro Ariarate II se retirou para a [[Arm\u00eania]], voltando ap\u00f3s a morte de [[P\u00e9rdicas]] e [[Eumenes de Cardia]].{{citar diodoro s\u00edculo|31|19|5}} \nEm c.[[280 a.C.]], Ariarate obteve um ex\u00e9rcito de Ardoates, rei da Arm\u00e9nia,Ardoates \u00e9 identificado por [[Jona Lendering]] ao rei da Arm\u00e9nia [[Orontes III]]. derrotou Amintas, general maced\u00f4nio, e recuperou a Capad\u00f3cia.\n\n== Sucess\u00e3o ==\nAriarate II foi sucedido por seu filho Ari\u00e2menes, e este por seu filho [[Ariarate III]].[[Diodoro S\u00edculo]], ''Biblioteca Hist\u00f3rica'', Livro XXXI, 19.6\n\n{{notas e refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Reis da Capad\u00f3cia]]"}]},"132006":{"pageid":132006,"ns":0,"title":"Micronutriente","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem notas|data=mar\u00e7o de 2019}}\n'''Micronutrientes''' ou '''oligoelementos''' s\u00e3o [[nutriente]]s necess\u00e1rios \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o de algum [[organismo]], como no caso do [[Cr\u00f4mio|cromo]] para o [[corpo humano]], necess\u00e1rio em quantidades extremamente pequenas, e de alguns [[metal|metais]] para [[planta]]shttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/B9780123849052000078. S\u00e3o nutrientes necess\u00e1rios para a manuten\u00e7\u00e3o do organismo, embora sejam requeridos em pequenas quantidades, de miligramas a microgramas. Fazem parte deste grupo as vitaminas e os minerais, os quais s\u00e3o essenciais e devem estar diariamente presentes na alimenta\u00e7\u00e3o. O [[d\u00e9fice]] de micronutrientes pode provocar doen\u00e7as ou disfun\u00e7\u00f5es, ao passo que o o excesso pode acarretar intoxica\u00e7\u00f5es. Por esse motivo, a dieta deve ser sempre equilibrada e variada. Os micronutrientes comp\u00f5em o sistema de defesa antioxidante que protegem o organismo de mol\u00e9culas potencialmente prejudiciais (esp\u00e9cies reativas de oxig\u00eanio, nitrog\u00eanio e cloro)https://www.cambridge.org/core/journals/british-journal-of-nutrition/article/micronutrients-oxidantantioxidant-status/BE86BA2BB8F2529F376CA3209F74DC7C, tendo import\u00e2ncia na resposta imune inatahttps://academic.oup.com/jid/article/182/Supplement_1/S5/2191448.\n\nQuantidades tra\u00e7o significam quantias extremamente pequenas detectadas em certo ambiente ou amostra, falando-se na ordem dos microgramas por litro. Mesmo sendo t\u00e3o pequenas, tais quantias s\u00e3o frequentemente importantes para o ambiente em que se encontram, sendo alguns componentes conhecidos necess\u00e1rios ao corpo humano, respons\u00e1vel pela [[morte]] de v\u00e1rias esp\u00e9cies de [[vegetal|vegetais]] e contamina\u00e7\u00e3o bastante significativa do [[ar]], [[solo]] e [[\u00e1gua]].\n== Fun\u00e7\u00f5es dos microminerais ==\n* Estrutural: Pela simples participa\u00e7\u00e3o na constitui\u00e7\u00e3o das estrutura dos [[\u00d3rg\u00e3o (anatomia)|\u00f3rg\u00e3os]].\n* F\u00edsico-qu\u00edmica: Caracteriza-se pela a\u00e7\u00e3o do elemento per s\u00ed na execu\u00e7\u00e3o de uma tarefa biol\u00f3gica.\n* Catalisadora de rea\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas ([[enzimas]], [[coenzimas]], [[Cofator (bioqu\u00edmica)|cofatores]], [[metaloprote\u00ednas]] e [[horm\u00f4nios]]): Principalmente relacionada com os microelementos incorporados ou associados \u00e0s [[enzimas]], coenzimas ou cofatores, metaloprote\u00ednas e horm\u00f4nios, estes elementos t\u00eam papel fundamental como reguladores da velocidade (catalisadores ou de desencadeamento de [[rea\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas]] org\u00e2nicas. Os cofatores enzim\u00e1ticos s\u00e3o enzimas que precisam de [[\u00edon]]s, chamadas metaloenzimas, e o \u00edon pode atuar de v\u00e1rias formas: como centro catal\u00edtico prim\u00e1rio, no [[s\u00edtio ativo]] da enzima; como complexo de coordena\u00e7\u00e3o ou grupo de uni\u00e3o entre o substrato e a enzima; como estabilizador da conforma\u00e7\u00e3o da enzima. Exemplos de metaloenzimas; anidrase carb\u00f4nica (Zn2+), citocromo oxidase (Cu+).\n\n== Lista de micronutrientes==\n* [[Ferro]] (Fe)\n* [[Zinco]] (Zn)\n* [[Cobre]] (Cu)\n* [[Mangan\u00eas]] (Mn)\n* [[Sel\u00eanio]] (Se)\n* [[Cr\u00f4mio|Cromo]] (Cr)\n* [[Iodo]] (I)\n* [[Fl\u00faor]] (F)\n* [[Ars\u00e9nio]] (As)\n* [[Boro]] (B)\n* [[Molibd\u00eanio]] (Mo)\n* [[Cobalto]] (Co)\n* [[Estanho]] (Sn)\n* [[N\u00edquel]] (Ni)\n* [[Van\u00e1dio]] (V)\n* [[Sil\u00edcio]] (Si)\n\n== Fun\u00e7\u00f5es espec\u00edficas ==\n\n== [[Molibd\u00eanio]] ==\n=== Fun\u00e7\u00e3o na planta ===\nSua principal atua\u00e7\u00e3o est\u00e1 no processo de fixa\u00e7\u00e3o simbi\u00f3tica do nitrog\u00eanio e em outros processos fisiol\u00f3gicos das plantas superiores. O Mo participa ativamente como cofator integrante nas enzimas nitrogenase, redutase do nitrato e oxidase do sulfato, e est\u00e1 intensamente relacionado com o transporte de el\u00e9trons durante as rea\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas\n\n=== Defici\u00eancia ===\nA falta de Mo no solo ir\u00e1 ocasionar menor s\u00edntese da enzima nitrogenase, com consequente redu\u00e7\u00e3o da fixa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica do nitrog\u00eanio (N2).\n\nA defici\u00eancia de Mo na soja pode ser percebida na colora\u00e7\u00e3o (amarelada p\u00e1lida) das folhas mais velhas, semelhante a defici\u00eancia de nitrog\u00eanio. Nas situa\u00e7\u00f5es de defici\u00eancia, o \u00edon Mo se desloca das folhas mais velhas para as mais novas.\n\n=== Absor\u00e7\u00e3o pela planta ===\nO teor de Mo total no solos encontra-se na faixa de 0,5 a 5,0 ppm, onde ocorre nas seguintes fases: sol\u00favel na solu\u00e7\u00e3o do solo, adsorvido na fra\u00e7\u00e3o coloidal, retido na rede cristalina dos minerais prim\u00e1rios e quelado \u00e0 mat\u00e9ria org\u00e2nica.\n\nEm condi\u00e7\u00f5es de pH extremamente baixo, o Mo existente na solu\u00e7\u00e3o do solo encontra-se predominantemente em forma n\u00e3o dissociada de \u00e1cido mol\u00edbdico (H2MoO4). Com o aumento do pH, o H2MoO4 se dissocia em (HMoO4-) e, posteriormente, a molibdato (MoO42-), o qual se torna a forma predominante em solos de pH neutro e alcalino. O suprimento para as plantas \u00e9 feito principalmente na forma de MoO42-, presente na solu\u00e7\u00e3o do solo, via fluxo de massa.\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxidez ===\nO Mo \u00e9 facilmente liberado dos minerais prim\u00e1rios pela intemperiza\u00e7\u00e3o. Comparado com os outros micronutrientes, ele permanece relativamente m\u00f3vel como molibdatos potencialmente sol\u00faveis. Entretanto, esses molibdatos s\u00e3o adsorvidos nas superf\u00edcies de minerais prim\u00e1rios e da fra\u00e7\u00e3o coloidal, fazendo com que a disponibilidade do Mo no solo seja dependente do pH. A corre\u00e7\u00e3o do pH dos solos \u00e1cidos, atrav\u00e9s da calagem, aumenta a disponibilidade de molibd\u00eanio, justificando-se esta ocorr\u00eancia com o mecanismo de troca dos \u00e2nions de molibdato (MoO42-) por hidroxila (OH-). Muitos trabalhos de pesquisa indicam que o uso do calc\u00e1rio em solos \u00e1cidos elimina a possibilidade de resposta \u00e0 fertiliza\u00e7\u00e3o com o Mo.\n\nPortanto, quando o solo esta sofrendo satura\u00e7\u00e3o por Mo, deve-se evitar o uso de calc\u00e1rio para que este seja adsorvido pelo solo.\n\n=== Fontes de aduba\u00e7\u00e3o ===\nAs formas de Mo mais utilizadas em aduba\u00e7\u00f5es s\u00e3o os molibdatos de s\u00f3dio e de am\u00f4nio e o tri\u00f3xido de molibd\u00eanio, sendo ainda utilizado o \u00e1cido molib\u00eddico e fertilizantes compostos contendo o Mo em sua composi\u00e7\u00e3o como as fritas (''fritted trace elements''). Estas formas podem ser supridas \u00e0s plantas como adubo de solo, aspers\u00e3o foliar (exceto o FTE) ou aderido com as sementes.\n\n=== Transloca\u00e7\u00e3o na planta ===\nN\u00e3o h\u00e1 muitas informa\u00e7\u00f5es sobre a mobilidade do Mo dentro das plantas e os poucos relatos existentes ainda s\u00e3o contradit\u00f3rios.Em leguminosas parece que h\u00e1 uma alta taxa de retransloca\u00e7\u00e3o deste micronutriente durante o est\u00e1dio de enchimento de gr\u00e3os, para garantir um alto armazenamento de Mo nas sementes. As diferen\u00e7as relatadas em termos de efici\u00eancia de Mo em cultivares de feij\u00e3o fava (Vicia faba) podem ser atribu\u00eddas a diferentes n\u00edveis de ac\u00famulo de Mo nos n\u00f3dulos e a diferentes taxas de retransloca\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes para as vagens e dessas para os gr\u00e3os durante o est\u00e1dio de amadurecimento de gr\u00e3os\n\n=== Elemento no solo do cerrado ===\nPor causa de sua baixa concentra\u00e7\u00e3o nos solos e utiliza\u00e7\u00e3o sem a devida reposi\u00e7\u00e3o, o Mo tem-se esgotado, tornando-se comum a sua defici\u00eancia, principalmente, nos solos de cerrado.\n\n== [[S\u00f3dio]] ==\n=== Fun\u00e7\u00f5es do elemento na planta ===\nS\u00e3o conhecidas varias fun\u00e7\u00f5es do s\u00f3dio embora nem todas sejam esclarecidas na sua origem, ou seja, no seu n\u00edvel molecular.\n\n* Osm\u00f3tica \u2013 O K tem essa fun\u00e7\u00e3o nas plantas. Entretanto, n\u00e3o h\u00e1 uma exig\u00eancia absoluta desse elemento visto que o comportamento vacuolar contem diversos outros solutos como a\u00e7ucare, amino\u00e1cidos e sais de s\u00f3dio. Da\u00ed a possibilidade do Na preencher parcialmente essa fun\u00e7\u00e3o biof\u00edsica do K.\n\n* Est\u00f4matos \u2013 Ondas eletromagn\u00e9ticas do comprimento da luz azul proporciona a ativa\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas transportadoras nas membranas das c\u00e9lulas-guarda, ativando o influxo de K+ e de seus \u00edons de contrabalan\u00e7o. O aumento da concentra\u00e7\u00e3o desses componentes reduz o potencial de \u00e1gua dessas c\u00e9lulas, fazendo com que a \u00e1gua entre nelas, que passam a ficar t\u00fargidas. Devido \u00e0 deposi\u00e7\u00e3o diferencial de celulose nas c\u00e9lulas-guarda, esse aumento de volume resulta na abertura do est\u00f4mato, possibilitando as trocas gasosas. Nas esp\u00e9cies que apresentam alta permeabilidade para o Na, o K pode ser pelo menos em parte substitu\u00eddo pelo Na.\n\n* Fotoss\u00edntese \u2013 Exerce fun\u00e7\u00f5es na fotofosforila\u00e7\u00e3o.\n\n* Fixa\u00e7\u00e3o do carbono \u2013 Em plantas CAM (ou MAC) e C4, \u00e9 essencial \u00e0 enzima PEPcase\n\n* Ativa\u00e7\u00e3o enzim\u00e1tica\n\n=== Defici\u00eancia ===\nA defici\u00eancia de s\u00f3dio em algumas plantas do tipo C4 acarreta em menor desenvolvimento das plantas, cloroses foliares, necrose nas folhas ou n\u00e3o florescimento.\n\n===Absor\u00e7\u00e3o pela planta===\n\nO K mostra o padr\u00e3o duplo de absor\u00e7\u00e3o: o mecanismo 1 opera em baixas concentra\u00e7\u00f5es, apresenta alta afinidade e depende da energia metab\u00f3lica, n\u00e3o sendo influenciado pela presen\u00e7a do s\u00f3dio. O mecanismo 2 que funciona sob altas concentra\u00e7\u00f5es parece ser comum ao s\u00f3dio que inibe a absor\u00e7\u00e3o de K: \u00e9 passivo e se da atrav\u00e9s de canais proteicos. Acredita-se que a absor\u00e7\u00e3o de s\u00f3dio se d\u00ea atrav\u00e9s desse segundo mecanismo.\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxidez ===\nA corre\u00e7\u00e3o dos solos s\u00f3dicos consiste praticamente na substitui\u00e7\u00e3o do Na do complexo de troca por H+ ou, mais usualmente pelo Ca do gesso CaSO4.2H2O, seguindo-se a lixivia\u00e7\u00e3o do Na.\n\n=== Fontes de aduba\u00e7\u00e3o ===\nAlgumas fontes de aduba\u00e7\u00e3o s\u00f3dica s\u00e3o:\n\n* Cloreto de s\u00f3dio (NaCl, 39% Na)\n\n* Salitre do Chile (NaNO3, 27% Na)\n\n* Salitre pot\u00e1ssico (NaNO3.KNO3, 12% Na)\n\n==Transloca\u00e7\u00e3o na planta==\n\nAs esp\u00e9cies vegetais s\u00e3o classificadas em natr\u00f3filas e natr\u00f3fobas segundo absorvem e transportam Na com facilidade ou n\u00e3o, as \u00faltimas mostrando mais seletividade em favor do K. As natr\u00f3fobas concentram o Na nas suas ra\u00edzes, o que pode acarretar toxidez e morte.\n\n=== Elemento no solo do cerrado ===\nO Na no solo do [[cerrado]] \u00e9 escasso, encontrando-se em teores que variam de 0,01 miliequivalentes por cem gramas at\u00e9 0,1 miliequivalentes por cem gramas de solo.\n\n== [[Sil\u00edcio]] ==\n=== Fun\u00e7\u00f5es do elemento na planta ===\nO sil\u00edcio influencia o crescimento e a produ\u00e7\u00e3o de duas maneiras convergentes: atrav\u00e9s de mudan\u00e7as no solo de modo indireto, diretamente mediante as fun\u00e7\u00f5es que desempenha na vida da planta. Plantas nutridas com Sil\u00edcio s\u00e3o menos procuradas por insetos para alimenta\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de proporcionar maior resist\u00eancia \u00e0 ataques de fungos.\n\n=== Defici\u00eancia ===\nA defici\u00eancia de Si nas plantas \u00e9 muito rara, mas quando ocorre, causa o enfraquecimento das c\u00e9lulas das plantas, tornando-a mais suscept\u00edvel a pat\u00f3genos, pragas e intemp\u00e9ries clim\u00e1ticas.\n\n=== Absor\u00e7\u00e3o pela planta ===\nA absor\u00e7\u00e3o de sil\u00edcio (como \u00e1cido sil\u00edcico) \u00e9 um processo ativo, isto \u00e9, que exige gasto de energia, mesmo quando as ra\u00edzes est\u00e3o em presen\u00e7a de altas concentra\u00e7\u00f5es do elemento.\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxidez ===\nO Si n\u00e3o causa fito toxicidade, sendo assim n\u00e3o existem m\u00e9todos para a corre\u00e7\u00e3o quanto a sua toxidez.\n\n=== Fontes de aduba\u00e7\u00e3o ===\nAs fontes de adubos silicatados conhecidas s\u00e3o os silicatos em geral, como silicato de c\u00e1lcio, silicato de f\u00f3sforo, entre outros.\n\n=== Transloca\u00e7\u00e3o na planta ===\nO transporte de Si a longa dist\u00e2ncia se d\u00e1 no [[xilema]] em alta propor\u00e7\u00e3o do elemento e deposita nas c\u00e9lulas das paredes desses vasos, podendo evitar o colapso dos mesmos quando a planta [[transpira\u00e7\u00e3o|transpira]] muito. Esse transporte \u00e9 [[Apoplasto|apopl\u00e1stico]] em parte, mas o Si tem que passar ao [[simplasto]] para chegar ao xilema.\n\n=== Elemento no solo do cerrado ===\nO solo do cerrado \u00e9 pobre em Si, sendo que pode ser encontrado de 0,54 mili[[equivalente]]s por cem gramas at\u00e9 29 miliequivalentes por cem gramas de solo.\n\n== [[Alum\u00ednio]] ==\n=== Fun\u00e7\u00f5es do elemento na planta ===\nO Al \u00e9 um elemento classificado como ben\u00e9fico para algumas plantas, estimulante para outras ou principalmente t\u00f3xico.\n\nAlguns autores afirmam que plantas de arroz, leguminosas tropicais, eucalipto, ch\u00e1, pessegueiro, beterraba, milho e trigo apresentaram maior desenvolvimento com concentra\u00e7\u00f5es adequadas de Al.\n\n=== Defici\u00eancia ===\nA defici\u00eancia de Al n\u00e3o acarreta preju\u00edzos significativos para a maioria das culturas, e ainda promove um melhor desenvolvimento para outras.\n\n=== Absor\u00e7\u00e3o pela planta ===\nComo o Al+3, as esp\u00e9cies monom\u00e9ricas dos hidr\u00f3xidos de Al s\u00e3o mais t\u00f3xicas que outras formas, pode se admitir que sejam mais absorvidas.\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxidez ===\nO Ca diminui a absor\u00e7\u00e3o e reduz o efeito t\u00f3xico do Al, diversos mecanismos podendo operar: diminui\u00e7\u00e3o na absor\u00e7\u00e3o; aumento na concentra\u00e7\u00e3o externa do Ca faz aumentar a for\u00e7a i\u00f4nica o que causaria mudan\u00e7a nas esp\u00e9cies i\u00f4nicas do Al diminuindo a propor\u00e7\u00e3o das mais t\u00f3xicas; o \u00edon acompanhante do Ca formaria complexos com o Al reduzindo a sua toxidez.\n\n=== Transloca\u00e7\u00e3o na planta ===\nAinda que as ra\u00edzes apresentem teores mais altos de Al, e por isso sejam o \u00f3rg\u00e3o mais prejudicado pela toxidez, d\u00e1-se transporte a longa distancia, presumivelmente no xilema, visto que os \u00f3rg\u00e3os da parte a\u00e9rea apresentam o elemento.\n\n=== Elemento no solo do cerrado ===\nO Solo do cerrado apresenta altas concentra\u00e7\u00f5es de Al, variando de 15 a 93% de satura\u00e7\u00e3o por esse elemento.\n\n== [[N\u00edquel]] ==\n=== Fun\u00e7\u00f5es do elemento na planta ===\nO n\u00edquel \u00e9 importante catalisador de muitas enzimas, como: urease, super\u00f3xido dismutase, NiFe hidrogenases, metilcoenzima M reductase, mon\u00f3xido de carbono dehidrogenase, acetil coenzima A sintase, hidrogenases, RNase-A e, provavelmente, muitas outras. Enfatizou que \u00e9 preciso entender que o Ni afeta a atividade de 3-4 ou mais enzimas cr\u00edticas em rotas bioqu\u00edmicas fundamentais da planta, afetando a ciclagem de C e N e tamb\u00e9m dos metab\u00f3litos secund\u00e1rios. Como consequ\u00eancia final, h\u00e1 comprometimento do mecanismo de defesa da planta contra doen\u00e7as.\n\n=== Defici\u00eancia ===\nOs principais sintomas de defici\u00eancia de Ni em pec\u00e3 s\u00e3o:\n\n* Folhas e fol\u00edolos com manchas escuras na ponta e formato arredondado (orelha-de-rato), devido ao ac\u00famulo de ureia e possivelmente de \u00e1cido l\u00e1tico e ox\u00e1lico;\n\n* Afilamento das folhas e fol\u00edolos e crestamento das margens;\n\n* Necrose da ponta das folhas e fol\u00edolos com zona verde adjacente \u00e0 necrose;\n\n* Tronco e galhos quebradi\u00e7os, provavelmente devido \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da lignifica\u00e7\u00e3o;\n\n* Diminui\u00e7\u00e3o do vigor, crescimento e florescimento;\n\n* Enfezamento dos intern\u00f3dios;\n\n* Gemas anormalmente pontudas;\n\n* Perda da domin\u00e2ncia apical, com efeito \u201croseta\u201d;\n\n* Morte de brotos e galhos;\n\n* Morte da planta.\n\n=== Absor\u00e7\u00e3o pela planta ===\nA absor\u00e7\u00e3o do Ni \u00e9 um processo ativo, sens\u00edvel a inibidores metab\u00f3licos como o 2,4-dinitrofenol, apresentando tr\u00eas isotermas. \u00c9 poss\u00edvel a utiliza\u00e7\u00e3o de canais n\u00e3o espec\u00edficos e a participa\u00e7\u00e3o de metral\u00f3foros Ca + \u00b2e Mg+ \u00b2inibem a absor\u00e7\u00e3o n\u00e3o competitivamente, enquanto Cu+ \u00b2,Zn+ \u00b2 e Fe+ \u00b2 fazem-no competitivamente.\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxidez ===\nA disponibilidade de Ni \u00e9 inversamente relacionada com o pH. A calagem em solos de serpentina (ricos em Ni) reduz a quantidade de Ni troc\u00e1vel no solo e em consequ\u00eancia sua toxidez.\n\n=== Fontes de aduba\u00e7\u00e3o ===\nAs principais fontes de n\u00edquel s\u00e3o o lodo de esgoto, bioss\u00f3lido, calc\u00e1rios, adubos fosfatados, Cloreto de n\u00edquel e sulfato de n\u00edquel, sendo que o cloreto de n\u00edquel [NiCl2.H2O] tem 26% de niquel e o [[Sulfato de n\u00edquel(II)|sulfato de n\u00edquel (II)]] (NiSO4.6H2O) tem 21% de n\u00edquel.\n\n=== Transloca\u00e7\u00e3o na planta ===\nMuito pouco se sabe a respeito da mobilidade do Ni dentro das plantas. Entretanto, o grande ac\u00famulo espec\u00edfico de Ni em sementes, semelhante ao que ocorre para Mo provavelmente requer alta regula\u00e7\u00e3o da mobiliza\u00e7\u00e3o e da retransloca\u00e7\u00e3o de Ni das folhas mais velhas e durante o est\u00e1dio de enchimento de gr\u00e3os.\n\n=== Elemento no solo do cerrado ===\nO solo do cerrado n\u00e3o contem teores satisfat\u00f3rios para a planta de n\u00edquel, sendo necess\u00e1ria a realiza\u00e7\u00e3o de aduba\u00e7\u00e3o niquelada, principalmente em culturas perenes.\n\n== [[Cobalto]] ==\n=== Fun\u00e7\u00f5es do elemento na planta ===\nO Cobalto (Co) \u00e9 um elemento essencial aos micro-organismos fixadores de N2, mediante a participa\u00e7\u00e3o na composi\u00e7\u00e3o da vitamina B12 e da coezima cobamida, tamb\u00e9m conhecida como Dacobalamina. A cobamida funciona como ativadora de enzimas importantes que catalizam rea\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas em culturas de bact\u00e9rias fixadoras de N2, entre as quais o ''Bradyrhizobium japonicum'' e seus bacteroides presentes nos n\u00f3dulos das leguminosas. A vitamina B12 \u00e9 precursora da Leghemoglobina, mol\u00e9cula respons\u00e1vel por garantir suprimento adequado de O2 \u00e0s bact\u00e9rias fixadoras de N. \u00c9 importante pois essas bact\u00e9rias necessitam de O2 para respira\u00e7\u00e3o, entretanto, seu excesso inibe a fixa\u00e7\u00e3o do N2.\n\n=== Defici\u00eancia ===\nV\u00e1rios trabalhos de pesquisa atribuem \u00e0 aus\u00eancia do Co, a diminui\u00e7\u00e3o da fixa\u00e7\u00e3o do N2 para a soja com repercuss\u00e3o negativa para a produtividade. A defici\u00eancia de Co na soja se apresenta sempre nas folhas mais novas, sendo essa uma caracter\u00edstica de sintomas produzidos por elementos de baixa mobilidade nas plantas.\n\n=== Absor\u00e7\u00e3o pela planta ===\nPode ser absorvido como Co+ \u00b2, quelados e complexos com compostos org\u00e2nicos e fitometal\u00f3foros.\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxidez ===\nA toxicidade de Co em soja, quando aplicada via semente, al\u00e9m da dose m\u00e1xima recomendada (3,0 g de Co/ha), \u00e9 percebida alguns dias ap\u00f3s a germina\u00e7\u00e3o. A planta apresenta uma clorose generalizada, que dependendo do grau de toxidez pode desaparecer ap\u00f3s alguns dias ou comprometer toda a lavoura havendo necessidade de replantio. O sintoma de clorose generalizada, \u00e9 caracter\u00edstica de defici\u00eancia de ferro, promovida pelo excesso de Co.\n\n=== Fontes de aduba\u00e7\u00e3o ===\nAs principais fontes de aduba\u00e7\u00e3o de cobalto s\u00e3o os sulfatos e nitratos de cobalto. O nitrato de cobalto (Co(NO3).6H2O) tem um teor de cobalto de 18%, j\u00e1 o [[sulfato de cobalto (II)]] (CoSO4.7H2O) tem um teor de cobalto de 19%.\n\n=== Transloca\u00e7\u00e3o na planta ===\nO Cobalto \u00e9 totalmente im\u00f3vel, ent\u00e3o se ele fosse aplicado via folha ele n\u00e3o translocaria at\u00e9 as ra\u00edzes.\n\n==== Elemento no solo do cerrado ====\nEm geral, os solos brasileiros s\u00e3o muito pobres em Cobalto. A Embrapa recomenda a utiliza\u00e7\u00e3o destes dois micronutrientes para todas as regi\u00f5es do pa\u00eds, independente do pH do solo.\n\n== [[Cloro]] ==\n=== Fun\u00e7\u00f5es do elemento na planta ===\n==== Fotoss\u00edntese - Fot\u00f3lise da \u00e1gua no Fotossistema II, Rea\u00e7\u00e3o de Hill====\n\nO Cl-1 atua como cofator de uma enzima contendo Mn a qual catalisa a fot\u00f3lise da \u00e1gua com a libera\u00e7\u00e3o de O2.\n\n:2H2O \u2192 4H+ + 02 + 4e-PSII\n:Mn2+, Cl-\n\n==== Ativa\u00e7\u00e3o enzim\u00e1tica====\n\nV\u00e1rias enzimas s\u00e3o estimuladas pelo Cl-1, entre elas uma a ATPase localizada no tonoplasto e outras ves\u00edculas fechadas (Tabela 1); estaria aqui a explica\u00e7\u00e3o para o fato que, quando se fornece \u00e0 folhas do cafeeiro ZnSO4 + KCl aumenta consideravelmente a absor\u00e7\u00e3o de Zn;\n\n====\u00cdon acompanhante====\n\nComo o Cl-1 \u00e9 um elemento muito m\u00f3vel e tolerado em altas concentra\u00e7\u00f5es, \u00e9 idealmente adequando para manter o balan\u00e7o de cargas el\u00e9tricas quando os c\u00e1tions, como o K+1, movem-se atrav\u00e9s das membranas celulares;\n\n==== Osmorregula\u00e7\u00e3o====\n\nO processo de ajustamento osm\u00f3tico ocorre quando solutos como Cl-1 acumulam-se na c\u00e9lula fazendo com que o potencial da \u00e1gua dentro dela caia abaixo do potencial externo; o gradiente de potencial da \u00e1gua resultante faz com que a mesma entre na c\u00e9lula e o plasmalema se expanda contra a parede celular r\u00edgida, que resulta num aumento na turgesc\u00eancia; os est\u00f4matos se abrem quando a \u00e1gua entra na c\u00e9lulas-guardas fazendo-as tornar-se mais r\u00edgidas; o influxo da \u00e1gua \u00e9 causado por um aumento na concentra\u00e7\u00e3o dos solutos o que, por sua vez, faz com que o potencial intracelular da \u00e1gua torne-se mais negativo; os principais solutos no caso, s\u00e3o o K+1, o Cl-1 e o malato;\n\n=== Defici\u00eancia ===\nA inibi\u00e7\u00e3o do crescimento por defici\u00eancia de Cl parece ser causada por uma diminui\u00e7\u00e3o do controle do fechamento estomatal durante estresse pela seca. As plantas tamb\u00e9m apresentam requerimento muito alto de Cl, o que parece estar relacionado com o uso preferencial deste micronutriente em vez de \u00e2nions org\u00e2nicos no balan\u00e7o de cargas.\n\n=== Absor\u00e7\u00e3o pela planta ===\nAs plantas absorvem o Cl-1 da solu\u00e7\u00e3o do solo, mostrando o padr\u00e3o duplo, isto \u00e9, a rela\u00e7\u00e3o entre concentra\u00e7\u00e3o e velocidade de absor\u00e7\u00e3o corresponde a duas isotermas: a primeira corresponde \u00e0s concentra\u00e7\u00f5es entre 0,1 e 0,2 mM, e a segunda a n\u00edveis maiores que 0,5 mM. A absor\u00e7\u00e3o \u00e9 ativa e inibida competitivamente por NO3-1 e SO4-2.\n\n====a) Via Radicular====\n\nForma: Cl-\n\nContato \u00edon-raiz: fluxo de massa\n\nMecanismo: ativo [troca Cl-/OH_-]\n\n====b) Via Foliar====\n\nForma: Cl-;\n\n50% do Cl- \u00e9 absorvido entre 1 a 2 dias;\n\nCompeti\u00e7\u00e3o com- e SO42-;\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxidez ===\n* N\u00edvel adequado pode variar entre 0,01%(macieira) a 2,70% (cafeeiro);\n\n* N\u00edvel t\u00f3xico: > que 5,0%\n\nEsp\u00e9cies e variedades mostram diferen\u00e7as na sua toler\u00e2ncia ao excesso de Cl-1 no meio, o que pode ser absorvido: nas mesmas condi\u00e7\u00f5es, a variedade de soja \"Paran\u00e1\", sens\u00edvel, acumula 3.000mg kg-1 nas folhas; a \"Lee 68\", intermedi\u00e1ria, apresenta cerca de 4.000 mg kg-1 e a IAC-3, tolerante, apenas 1.000-2.000 mg kg-1. O efeito da toxidez de Cl- pode \u00e0s vezes ser diminu\u00eddo pela presen\u00e7a de CaSO4.2H2O no substrato.\n\n=== Fontes de aduba\u00e7\u00e3o ===\nTodas as fontes usuais de Cl s\u00e3o de iguais efici\u00eancia: KCl, NH4Cl, CaCl2, MgCl2 e NaCl que cont\u00e9m, respectivamente, 47, 66, 65, 74 e 38% de cloro ureia, cont\u00e9m cerca de 99% de cloro\n\n=== Transloca\u00e7\u00e3o na planta ===\n*Transporte: via xilema ocorre na forma Cl-;\n\n*Redistribui\u00e7\u00e3o: via floema ocorre tamb\u00e9m na forma Cl-, podendo ser r\u00e1pido ou lento dependendo da esp\u00e9cie;\n\n=== Elemento no solo do cerrado ===\n* Encontrado nos minerais prim\u00e1rios: tarquidrita, silvinita, carnalita e halita;\n\n* Solu\u00e7\u00e3o: Cl-, sendo muito m\u00f3vel, encontrado na concentra\u00e7\u00e3o de 0,2 a 2,0 meq/100cm3;\n\n== [[Zinco]] ==\n=== Fun\u00e7\u00f5es do elemento na planta ===\nO elemento funciona principalmente como c\u00e1tion divalente em metaloenzimas, em algumas das quais liga as enzimas a seus substratos correspondentes, enquanto em outras o Zn forma complexos tetra\u00e9dricos com N e O e, particularmente, ligantes de S com uma variedade de compostos org\u00e2nicos.\n\n=== Defici\u00eancia ===\nQuando ocorre defici\u00eancia de Zn, a atividade da AC diminui acentuadamente. Esta enzima \u00e9 localizada no citoplasma e nos cloroplastos e pode facilitar a transfer\u00eancia de CO2/HCO3 para a fixa\u00e7\u00e3o fotossint\u00e9tica de CO2. Como mostrado pela baix\u00edssima taxa de fotoss\u00edntese no citossol das c\u00e9lulas do mes\u00f3filo de plantas C4, e possivelmente tamb\u00e9m de plantas C3, AC \u00e9 de grande import\u00e2ncia para garantir uma alta taxa de fotoss\u00edntese (HATCH e BURNELL, 1990). Duas outras enzimas tamb\u00e9m s\u00e3o afetadas pela defici\u00eancia de Zn e tamb\u00e9m est\u00e3o presentes nos cloroplastos e no citoplasma. Estas s\u00e3o a frutose 1,6 difosfato, a qual regula a quebra dos a\u00e7\u00facares C6 no cloroplasto e no citoplasma, e a aldolase, a qual promove a transfer\u00eancia dos fotossintatos C3 do cloroplasto para o citoplasma e, dentro do citoplasma, o fluxo de metab\u00f3litos da via glicol\u00edtica.\n\nEm todos os casos, a atividade destas enzimas \u00e9 diminu\u00edda pela defici\u00eancia de Zn; por\u00e9m, apesar desta diminui\u00e7\u00e3o, a taxa de fotoss\u00edntese em grande parte n\u00e3o \u00e9 afetada e os amidos e a\u00e7\u00facares frequentemente se acumulam em plantas deficientes neste nutriente. Pode-se, portanto, concluir que as mudan\u00e7as no metabolismo de carboidratos induzidas pela defici\u00eancia de Zn n\u00e3o s\u00e3o fundamentalmente respons\u00e1veis nem pelo retardamento do crescimento, nem pelos sintomas vis\u00edveis da defici\u00eancia deste micronutriente.\n\n=== Absor\u00e7\u00e3o pela planta ===\nFormas sol\u00faveis de zinco s\u00e3o prontamente absorvidas e se tem encontrado uma correla\u00e7\u00e3o linear entre absor\u00e7\u00e3o pelas plantas e concentra\u00e7\u00e3o do nutriente no substrato. A velocidade de absor\u00e7\u00e3o do zinco difere grandemente entre as esp\u00e9cies e depende do meio de cultivo. A composi\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o de nutrientes, particularmente a presen\u00e7a de c\u00e1lcio, \u00e9 de grande import\u00e2ncia. N\u00e3o existe um consenso na literatura se a absor\u00e7\u00e3o do zinco ocorre de forma ativa ou passiva. HEWITT (1966), MOORE (1972) LONERAGAN (1975) estudaram este assunto e sugeriram que a absor\u00e7\u00e3o do zinco \u00e9 metab\u00f3lica.\n\nA forma em que o zinco \u00e9 absorvido pelas ra\u00edzes tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 bem conhecida. Existe, entretanto, uma concord\u00e2ncia de que a forma predominante absorvida \u00e9 a de Zn2+, podendo tamb\u00e9m o ser na de Zn- quelato.\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxidez ===\nMALAVOLTA (1997) retrata os principais efeitos interi\u00f4nicos que podem afetar o processo de absor\u00e7\u00e3o do nutriente pela plantas, neste sentido deve-se manejar os seus teores no solo ou no adubo de forma a minimizar os efeitos antag\u00f4nicos que pode afetar o processo de absor\u00e7\u00e3o e a nutri\u00e7\u00e3o da planta\n\n=== Fontes de aduba\u00e7\u00e3o ===\nAs principais fontes de aduba\u00e7\u00e3o para zinco s\u00e3o o \u00f3xido de zinco, o sulfato de zinco, o nitrato de zinco e o cloreto de zinco, sendo que, o \u00f3xido de zinco[ZnO] tem 78% de zinco, o sulfato de zinco [ZnSO4.7H2O] tem 23% de zinco, o nitrato de zinco [Zn(NO3)2.7H2O] tem 19% de zinco e o cloreto de zinco [ZnCl2] tem 42% de zinco.\n\n=== Transloca\u00e7\u00e3o na planta ===\nPensa-se que a mobilidade do Zn dentro das plantas \u00e9 baixa e sua transloca\u00e7\u00e3o ocorre principalmente durante a senesc\u00eancia. No entanto, estudos recentes indicaram que h\u00e1 retransloca\u00e7\u00e3o substancial deste micronutriente via floema em folhas de trigo jovens em desenvolvimento (ERENOGLU et al., 2002) e em arroz. Nesta \u00faltima cultura, a taxa de retransloca\u00e7\u00e3o de Zn mostrou correla\u00e7\u00e3o com a efici\u00eancia de Zn observada para os gen\u00f3tipos estudados. Esta descoberta enfatiza a import\u00e2ncia de uma mobilidade interna do Zn em adi\u00e7\u00e3o \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o pelas ra\u00edzes na determina\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia deste micronutriente. A import\u00e2ncia da mobilidade do Zn, portanto, deve ser considerada na obten\u00e7\u00e3o de gen\u00f3tipos melhorados com alta efici\u00eancia em Zn.\n\n=== Elemento no solo do cerrado ===\nDoses muito pesadas de f\u00f3sforo (como as que s\u00e3o necess\u00e1rias empregar no cerrado) podem provocar falta de ZINCO. A calagem (pr\u00e1tica quase sempre obrigat\u00f3ria no cerrado) faz diminuir a disponibilidade do ZINCO.\n\n== [[Ferro]] ==\n=== Fun\u00e7\u00f5es do elemento na planta ===\nA alta afinidade do Fe para formar complexos com v\u00e1rios ligantes (por exemplo, \u00e1cidos org\u00e2nicos e fosfatos) e para sofrer uma mudan\u00e7a de val\u00eancia s\u00e3o as duas caracter\u00edsticas importantes que formam a base dos numerosos efeitos fisiol\u00f3gicos deste nutriente. Fe2+ \u2194 Fe3+ e h\u00e1 dois principais grupos de prote\u00ednas contendo Fe: as prote\u00ednas heme e as prote\u00ednas Fe-S.\n\nAs prote\u00ednas heme s\u00e3o caracterizadas pela presen\u00e7a de um complexo Fe heme-porfirina, o qual age, por exemplo, como um grupo prost\u00e9tico dos citocromos que facilitam o transporte de el\u00e9trons na respira\u00e7\u00e3o.\n\n=== Defici\u00eancia ===\nAs atividades das enzimas heme diminuem sob condi\u00e7\u00f5es de defici\u00eancia de Fe, como \u00e9 particularmente o caso de catalase e peroxidase. A catalase facilita a dismuta\u00e7\u00e3o do per\u00f3xido de hidrog\u00eanio em \u00e1gua e O2, de acordo com a rea\u00e7\u00e3o: 2H2O2 \u2192 2H2O + O2. Esta enzima heme desempenha um importante papel em associa\u00e7\u00e3o com a super\u00f3xido dismutase (SD), a qual ser\u00e1 considerada posteriormente em rela\u00e7\u00e3o ao Zn, assim como na fotorrespira\u00e7\u00e3o e na via do glicolato.\n\nAs peroxidases t\u00eam ocorr\u00eancia bastante difundida catalisando as rea\u00e7\u00f5es:\n\n:H2O2 + AH2 \u2192 A + 2H2O\n\n:AH + AH + H2O2 \u2192 A \u2013 A + 2H2O\n\n=== Absor\u00e7\u00e3o pela planta ===\nA absor\u00e7\u00e3o \u00e9 ativa, podendo ocorrer de tr\u00eas formas:\n\n* Acidifica\u00e7\u00e3o do meio por libera\u00e7\u00e3o de H+ que causa a dissolu\u00e7\u00e3o de compostos de ferro.\n\n* Ocorre em dicotiled\u00f4neas e monocotiled\u00f4neas n\u00e3o gram\u00edneas onde a dissocia\u00e7\u00e3o do quelado e redu\u00e7\u00e3o previa do Ferro.\n\n* Os fitossider\u00f3foros s\u00e3o quelantes excretados pelas ra\u00edzes, amino\u00e1cidos n\u00e3o prot\u00e9icos de baixo peso molecular que se ligam ao Fe facilitando a sua absor\u00e7\u00e3o.\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxidez ===\nO ferro \u00e9 um elemento essencial mas quando encontrados em teores acima de 1880mg/kg de solo apresentou-se fitot\u00f3xico para a planta. Uma calagem adequada \u00e9 capaz de acabar com a satura\u00e7\u00e3o por ferro no solo.\n\n=== Fontes de aduba\u00e7\u00e3o ===\nAs principais fontes de aduba\u00e7\u00e3o de ferro s\u00e3o o [[sulfato ferroso]], [[cloreto ferroso]], [[cloreto f\u00e9rrico]] e [[nitrato f\u00e9rrico]], sendo que, o sulfato ferroso (FeSO4.7H2O) tem 19% de ferro em sua constitui\u00e7\u00e3o, o cloreto ferroso (FeCl2.4H2O) tem 25% de ferro, o cloreto f\u00e9rrico (FeCl3.6 H2O) tem 18% de ferro e o nitrato f\u00e9rrico (Fe(NO3).9 H2O) tem 12% de ferro.\n\n=== Transloca\u00e7\u00e3o na planta ===\nO Fe incorporado nos cloroplastos tem mobilidade bastante limitada dentro das plantas, o que est\u00e1 de acordo com a observa\u00e7\u00e3o de que os sintomas de defici\u00eancia deste micronutriente s\u00e3o restritos \u00e0s brota\u00e7\u00f5es jovens (TERRY e LOW, 1982). Entretanto, Rissm\u00fcller (1874 citado por MOLISCH, 1892) mostrou, h\u00e1 mais de 100 anos, que o Fe pode ser translocado atrav\u00e9s do floema durante a senesc\u00eancia das folhas. Esta mobilidade do Fe dentro da planta foi confirmada mais recentemente por Zhang et al. (1995) em feij\u00e3o-fava (''Vicia faba'') submetido a sombreamento.\n\nAl\u00e9m disso, os mesmos autores mostraram que uma alta propor\u00e7\u00e3o de Fe que foi translocada das ra\u00edzes para as brota\u00e7\u00f5es no xilema pode ser retranslocada pelo floema at\u00e9 os \u00e1pices das brota\u00e7\u00f5es em crescimento ap\u00f3s a transfer\u00eancia no xilema/floema nas folhas mais velhas sem a necessidade de senesc\u00eancia como pr\u00e9-requisito. Para isso, a transfer\u00eancia no xilema/floema ou o carregamento do floema com Fe-nicotianamina \u00e9 obviamente requerido, pois a nicotianamina \u00e9 quelador de micronutrientes cati\u00f4nicos. Esses dados claramente enfatizam que, em princ\u00edpio, o Fe \u00e9 m\u00f3vel no floema. Este fato \u00e9 importante para aplica\u00e7\u00f5es foliares deste micronutriente.\n\nPor\u00e9m, deve-se levar em considera\u00e7\u00e3o que, antes de atingir o apoplasto das folhas, o Fe tem que passar atrav\u00e9s da parede celular da epiderme, com sua camada cutinizada e cera epicuticular e, para atingir isto, \u00e9 essencial estar em uma forma quelada. O Fe pode ser facilmente transportado dentro do xilema ou do floema antes que seja rapidamente desintoxicado por imobiliza\u00e7\u00e3o para evitar danos \u00e0s folhas por forma\u00e7\u00e3o de radicais de oxig\u00eanio.\n\n=== Elemento no solo do cerrado ===\nO solo do cerrado \u00e9 rico em Fe tornando desnecess\u00e1ria a aplica\u00e7\u00e3o de adubos f\u00e9rricos neste tipo de solo.\n\n== [[Mangan\u00eas]] ==\n=== Fun\u00e7\u00f5es do elemento na planta ===\nO Mn desempenha um papel importante nos processos redox, tais como no transporte de el\u00e9trons na fotoss\u00edntese e na desintoxica\u00e7\u00e3o de radicais livres de oxig\u00eanio. O Mn \u00e9 uma metaloprote\u00edna, isto \u00e9, um componente integrante de somente duas enzimas, a enzima que quebra a mol\u00e9cula da \u00e1gua no Fotossistema II (FS II) e a super\u00f3xido dismutase que cont\u00e9m Mn. Tamb\u00e9m \u00e9 ativador de aproximadamente 35 enzimas, comandando desde a bioss\u00edntese de amino\u00e1cidos arom\u00e1ticos at\u00e9 a de produtos secund\u00e1rios, como [[lignina]] e [[flavonoide]]s.\n\n=== Defici\u00eancia ===\nAt\u00e9 mesmo defici\u00eancias leves de Mn afetam a fotoss\u00edntese e diminuem o n\u00edvel de carboidratos sol\u00faveis na planta, mas o ressuprimento deste micronutriente reativa a evolu\u00e7\u00e3o fotossint\u00e9tica de oxig\u00eanio. Com defici\u00eancia mais severa de Mn, entretanto, ocorre uma quebra na estrutura do cloroplasto que n\u00e3o pode ser revertida.\n\nPor causa da import\u00e2ncia fundamental do Mn na cadeia de transporte de el\u00e9trons durante a fotoss\u00edntese, quando ocorre defici\u00eancia deste micronutriente a rea\u00e7\u00e3o \u00e0 luz durante a fotoss\u00edntese \u00e9 seriamente prejudicada e todas as outras rea\u00e7\u00f5es associadas com o transporte de el\u00e9trons tamb\u00e9m o s\u00e3o. Isto inclui a fotofosforila\u00e7\u00e3o, a redu\u00e7\u00e3o de CO2, de nitrito e de sulfito. O nitrito acumulado pode exercer um controle em ''[[feedback]]'' sobre a nitrato redutase de tal modo que o NO3 se acumula, como, algumas vezes, \u00e9 observado em plantas deficientes em Mn.\n\n=== Absor\u00e7\u00e3o pela planta ===\nEm todos os trabalhos sobre absor\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de mangan\u00eas nas plantas tem sido encontradas amplas evidencias de que a sua absor\u00e7\u00e3o \u00e9 controlada metabolicamente, aparentemente de uma forma similar a aquele que ocorre para outros \u00edons como Mg2+ e Ca2+. Entretanto, a absor\u00e7\u00e3o passiva desde elemento tamb\u00e9m pode ocorrer, principalmente quando o metal encontra-se em n\u00edveis elevados na solu\u00e7\u00e3o.\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxicidade ===\nO Mn apesar de ser essencial a planta, quando encontrado em teores pr\u00f3ximos de 1000 miligramas por quilograma de solo \u00e9 fitot\u00f3xico. Uma calagem feita de acordo com a an\u00e1lise de solo pode acabar com o problema de fitotoxicidade.\n\n=== Fontes de aduba\u00e7\u00e3o ===\nAs principais fontes de aduba\u00e7\u00e3o para mangan\u00eas s\u00e3o o sulfato de mangan\u00eas, o oxido de mangan\u00eas, o nitrato de mangan\u00eas e o cloreto de mangan\u00eas, sendo que o sulfato de mangan\u00eas [MnSO4.3H2O] tem 26% de mangan\u00eas, o oxido de mangan\u00eas [MnO] tem 41% de mangan\u00eas, o nitrato de mangan\u00eas [Mn(NO3)2.6H2O] tem 18% de mangan\u00eas e o cloreto de mangan\u00eas [MnCl2] tem 43% de mangan\u00eas em sua constitui\u00e7\u00e3o.\n\n=== Transloca\u00e7\u00e3o na planta ===\nO Mn, da mesma forma que o Fe, \u00e9 facilmente translocado atrav\u00e9s do xilema das ra\u00edzes at\u00e9 as brota\u00e7\u00f5es, mesmo as localizadas nos \u00e1pices da planta (HORST, 1976); j\u00e1 a transloca\u00e7\u00e3o no floema \u00e9 limitada. Este \u00e9 particularmente o caso para Mn aplicado via foliar (EL-BAZ et al., 1990), sendo a retransloca\u00e7\u00e3o de Mn quelado como MnEDTA um tanto melhor do que a de MnSO4. Em contraste com Fe, Zn e Cu, assim que o Mn \u00e9 incorporado ou imobilizado nas folhas, n\u00e3o pode mais ser retranslocado, mesmo sob senesc\u00eancia induzida (WOOD et al., 1986).\n\nParticularmente interessante \u00e9 a redistribui\u00e7\u00e3o a curto prazo do Mn junto com o Si ap\u00f3s ataque de pat\u00f3genos (LEUSCH e BUCHENAUER, 1988), a qual est\u00e1 estreitamente relacionada com o aumento da bioss\u00edntese de subst\u00e2ncias fen\u00f3licas que aumentam a resist\u00eancia a doen\u00e7as (MARSCHNER, 1995). Tamb\u00e9m est\u00e1 bemdocumentado que o Si pode alterar a mobilidade do Mn e o padr\u00e3o de redistribui\u00e7\u00e3o deste nutriente e, portanto, diminuir os sintomas de toxicidade de Mn quando h\u00e1 alto suprimento deste micronutriente (HORST e MARSCHNER, 1978). Em algumas leguminosas, entretanto, possivelmente durante o est\u00e1dio de enchimento de vagens, uma concentra\u00e7\u00e3o relativamente alta de Mn j\u00e1 foi relatada na seiva do floema, o que est\u00e1 estreitamente correlacionado com a ocorr\u00eancia de sintomas da desordem denominada \"semente partida\" em [[tremo\u00e7o]] (CAMPBELL e NABLE, 1988). Esta descoberta sugere alta depend\u00eancia da retransloca\u00e7\u00e3o de Mn para o gen\u00f3tipo da planta e o est\u00e1dio de crescimento e requer pesquisas sistem\u00e1ticas adicionais.\n\n=== Elemento no solo do cerrado ===\nA amplitude dos teores de Mn no solo do cerrado \u00e9 muito grande. Isso talvez explique porque em solos de cerrado, onde somente se conhecia toxidez por Mn hoje se encontram lugares onde h\u00e1 defici\u00eancia, n\u00e3o induzida pela calagem.\n\n== [[Cobre]] ==\n=== Fun\u00e7\u00f5es do elemento na planta ===\nV\u00e1rias prote\u00ednas contendo Cobre desempenham papel fundamental em processos tais como fotoss\u00edntese, respira\u00e7\u00e3o, desintoxica\u00e7\u00e3o de radicais super\u00f3xido e lignifica\u00e7\u00e3o. Quando h\u00e1 defici\u00eancia de Cobre, as atividades de todas essas enzimas ficam drasticamente reduzidas. O decr\u00e9scimo do transporte fotossint\u00e9tico de el\u00e9trons, como consequ\u00eancia especialmente dos menores teores da plastocianina, uma prote\u00edna contendo Cobre, diminui a taxa de fixa\u00e7\u00e3o de CO2, de tal modo que o teor de amido e de carboidratos sol\u00faveis (especialmente sacarose) \u00e9 diminu\u00eddo. Este \u00e9 o principal fator que causa a redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria seca em plantas que sofrem defici\u00eancia de Cobre durante o crescimento vegetativo. A falta de suprimento de carboidratos para os n\u00f3dulos das leguminosas, causando crescimento restrito e defici\u00eancia de N na planta hospedeira, tamb\u00e9m parece ser um efeito indireto da defici\u00eancia de Cobre, pois n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancia de que o Cobre seja requerido especificamente no processo de fixa\u00e7\u00e3o de N2.\n\n=== Defici\u00eancia ===\nA defici\u00eancia de Cu diminui a atividade dessas enzimas, levando ao ac\u00famulo de fen\u00f3is e \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da lignifica\u00e7\u00e3o e de subst\u00e2ncias melan\u00f3ticas. Este papel do Cu no metabolismo secund\u00e1rio indica uma fun\u00e7\u00e3o importante do elemento para conferir \u00e0 planta resist\u00eancia a doen\u00e7as. A forma\u00e7\u00e3o da lignina significa uma barreira mec\u00e2nica contra a entrada de organismos assim como a produ\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias melan\u00f3ticas tamb\u00e9m aumenta a resist\u00eancia, pois alguns desses compostos s\u00e3o ativos como fitoalexinas, as quais inibem a germina\u00e7\u00e3o de esporos e o crescimento f\u00fangico.\n\n=== Absor\u00e7\u00e3o pela planta ===\nO cobre \u00e9 absorvido com Cu2+ e Cu-quelato e a concentra\u00e7\u00e3o do mesmo nas plantas \u00e9 baixa, geralmente entre 2 a 20 mg/kg mat\u00e9ria seca. A sua absor\u00e7\u00e3o parece ocorrer por processo ativo e existem evid\u00eancias de que este elemento inibe o fortemente a absor\u00e7\u00e3o do zinco e vice-versa (BOWEN, 1969).\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxidez ===\nEm solos que apresentam satura\u00e7\u00e3o por cobre, com probabilidade de ocorr\u00eancia de fitotoxidez, deve se aplicar calc\u00e1rio ou gesso em doses recomendadas a partir da analise de solo.\n\n====Fontes de aduba\u00e7\u00e3o====\n\nAs principais fontes de aduba\u00e7\u00e3o de cobre s\u00e3o o sulfato de cobre, o oxido cuproso ou c\u00faprico, oxi-cloreto de cobre, nitrato de cobre e hidr\u00f3xido de cobre.\n\nO sulfato de cobre [CuSO4.5H2O] tem 25% de cobre em sua constitui\u00e7\u00e3o, o \u00f3xido cuproso [Cu2o] tem 89 m% de cobre em sua constitui\u00e7\u00e3o, o \u00f3xido c\u00faprico [CuO] tem 75% de cobre, o oxicloreto de cobre [3Cu(OH)2.CuCl2] tem 50% de cobre, o nitrato de cobre [Cu(NO3)2.6H2O] tem 23% de cobre e o hidr\u00f3xido de cobre [Cu(OH)2] tem 50% de cobre em sua constitui\u00e7\u00e3o.\n\n=== Transloca\u00e7\u00e3o na planta ===\nA mobilidade do Cu dentro das plantas \u00e9 limitada e particularmente dependente do estado nutricional em termos de Cu e de N. Devido a sua forte liga\u00e7\u00e3o com as paredes celulares, a transloca\u00e7\u00e3o do Cu das ra\u00edzes para as brota\u00e7\u00f5es \u00e9 lenta. Al\u00e9m disso, um alto suprimento de N diminui a disponibilidade de Cu dentro das plantas com a consequ\u00eancia de um requerimento cr\u00edtico maior de Cu para a m\u00e1xima produtividade de gr\u00e3os (Tabela 16). Em adi\u00e7\u00e3o a isso, como um alto suprimento de N retarda a senesc\u00eancia, a poss\u00edvel retransloca\u00e7\u00e3o de Cu induzida pela senesc\u00eancia tamb\u00e9m \u00e9 retardada, como j\u00e1 mostrado na Tabela 15 (WOOD et al., 1986).\n\n=== Elemento no solo do cerrado ===\nO solo do cerrado \u00e9 deficiente em cobre, sendo necess\u00e1ria a aplica\u00e7\u00e3o de adubos c\u00fapricos para suprir a defici\u00eancia nas culturas que requerem esses elemento em maiores quantidades.\n\n== [[Boro]] ==\n=== Fun\u00e7\u00f5es do elemento na planta ===\nO B \u00e9 o menos compreendido de todos os nutrientes minerais, embora em termos molares seja requerido pelas dicotiled\u00f4neas nas maiores quantidades dentre todos os micronutrientes.\n\nN\u00e3o parece ser requerido por fungos ou bact\u00e9rias e n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias de que seja nem um ativador, nem um constituinte de qualquer enzima. As fun\u00e7\u00f5es que se sugere para o B nas plantas incluem o transporte de a\u00e7\u00facar, a lignifica\u00e7\u00e3o da parede celular, a estrutura\u00e7\u00e3o da parede celular, o metabolismo de carboidratos, o metabolismo do RNA, a respira\u00e7\u00e3o, o metabolismo do AIA, o metabolismo dos fen\u00f3is, a fun\u00e7\u00e3o da membrana, a fixa\u00e7\u00e3o de N2, o metabolismo do ascorbato e a diminui\u00e7\u00e3o da toxicidade de Al. H\u00e1 evid\u00eancias crescentes de que alguns destes efeitos s\u00e3o o que Marschner (1995) descreveu como uma cascata de efeitos secund\u00e1rios originados de falta de B na parede celular e na interface membrana plasm\u00e1tica/parede celular.\n\n=== Defici\u00eancia ===\nUm exemplo pr\u00e1tico, mostrando como a qualidade e a produtividade de uma cultura podem ser prejudicadas pela defici\u00eancia de B em rela\u00e7\u00e3o ao metabolismo da planta, foi mostrado por Shelp et al. (1992).\n\nEsses pesquisadores conseguiram demonstrar que o sabor desagrad\u00e1vel de br\u00f3colis cultivado sob defici\u00eancia de B \u00e9 causado por aumento do teor de indolmetilglucosinolato. Este composto \u00e9 derivado do triptofano, um produto secund\u00e1rio da via do \u00e1cido chiqu\u00edmico, que fica extremamente aumentado sob defici\u00eancia de B.\n\n=== Absor\u00e7\u00e3o pela planta ===\n====a)Via radicular====\n\nForma: H3BO3(pH entre 4,8 e 7,0); H4BO4- (pH > 7,0)\n\nContato \u00edon-raiz: Fluxo de massa\n\nMecanismo: ativo e passivo\n\nFaixa de pH ideal: 4,8 a 8,0, ou seja na forma de \u00e1cido b\u00f3rico (H3BO3)\n\nObs: a absor\u00e7\u00e3o radicular n\u00e3o sofre efeito de venenos respirat\u00f3rios encontrados ao redor das ra\u00edzes, na rizosfera, entretanto estes mesmos venenos respirat\u00f3rios afetam a absor\u00e7\u00e3o do boro via foliar.\n\n====b) Via foliar====\n\n* A absor\u00e7\u00e3o via foliar \u00e9 influenciada pela da temperatura, venenos respirat\u00f3rios e pela concentra\u00e7\u00e3o de C\u00e1lcio na calda.\n\n* \u00c9 um nutriente de absor\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, mas de transloca\u00e7\u00e3o lenta (idem ao Ca),\n\n* e quando aplicado com frequ\u00eancia acumula-se, atingindo, logo, n\u00edveis t\u00f3xicos.\n\n=== Corre\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 toxidez ===\nExistem poucas plantas que n\u00e3o suportam n\u00edveis elevados de B e poucos solos com satura\u00e7\u00e3o por esse elemento, sendo assim n\u00e3o existe um m\u00e9todo eficaz para essa realiza\u00e7\u00e3o de corre\u00e7\u00e3o, o que se pode fazer \u00e9 evitar a realiza\u00e7\u00e3o do plantio de plantas que n\u00e3o suportam solos saturados por B nesses solos.\n\n=== Fontes de aduba\u00e7\u00e3o ===\nAs principais fontes de aduba\u00e7\u00e3o de boro s\u00e3o o B\u00f3rax ou solubor e o \u00e1cido b\u00f3rico. Sendo que o b\u00f3rax [Na2B4O7.10H2O] tem 11% de boro em sua constitui\u00e7\u00e3o, o solubor [Na2B4O7.5H2O + Na2B10O16.10H2O] tem 20% de boro, e o \u00e1cido b\u00f3rico [H3BO3] tem 17% de boro em sua constitui\u00e7\u00e3o.\n\n=== Transloca\u00e7\u00e3o na planta ===\nH\u00e1 uma cren\u00e7a generalizada, baseada na literatura mais antiga, de que o B \u00e9 im\u00f3vel no floema (OERTLI e RICHARDSON, 1970) e isto \u00e9 realmente verdadeiro para a maioria das esp\u00e9cies de plantas. Por\u00e9m, recentemente reconheceu-se que o B \u00e9 m\u00f3vel, em variados graus, no floema de v\u00e1rias esp\u00e9cies de plantas, incluindo uma grande gama de culturas agr\u00edcolas e oler\u00edcolas, como por exemplo br\u00e1ssicas, cenoura, ervilha, aipo e cebola. Nessas esp\u00e9cies, nas quais os \u00e1lcoois de a\u00e7\u00facar e os poli\u00f3is (sorbitol, manitol e dulcitol) s\u00e3o as principais formas de exporta\u00e7\u00e3o de C das folhas, o B \u00e9 ligado e transportado na forma de complexos poliol-B (BROWN e SHELP, 1997).\n\nAs diferen\u00e7as em mobilidade do B no floema entre as esp\u00e9cies resulta em um padr\u00e3o t\u00edpico de concentra\u00e7\u00e3o deste micronutriente nas folhas e nos frutos de \u00e1rvores que cresceram no campo, com uma distribui\u00e7\u00e3o muito mais equ\u00e2nime em esp\u00e9cies nas quais o B \u00e9 m\u00f3vel no floema. A import\u00e2ncia da transloca\u00e7\u00e3o de B mediada por sorbitol no floema foi provada em plantas de fumo geneticamente modificadas para sintetizar sorbitol. A s\u00edntese de sorbitol aumentou acentuadamente a mobilidade do B dentro da planta, o que, por sua vez, aumentou o crescimento da planta e a produtividade pelo fato de ter ajudado a superar defici\u00eancias transit\u00f3rias de B no solo (BROWN et al., 1999).\n\n=== Elemento no solo do cerrado ===\n*Mineral Prim\u00e1rio: Turmalina constitui 95% da reserva de B no solo, por\u00e9m \u00e9 muito resistente ao intemperismo;\n\n*Sedimentos e folhelos: r\u00e1pida [[Meteoriza\u00e7\u00e3o|intemperiza\u00e7\u00e3o]];\n\n*Mat\u00e9ria Org\u00e2nica: principal fonte de B no solo, sendo liberado atrav\u00e9s de mineraliza\u00e7\u00e3o, pois encontra-se ligados a esteres presentes nas membranas celulares.\n\n*Boro dispon\u00edvel: ocorre nas formas inorg\u00e2nicas Borato de Ca, Mg e Na, ou associados \u00e0 [[\u00e9ster]]es (M.O.)\n\n== Refer\u00eancias ==\n* {{Link||2=http://fisiologiavegetal.homestead.com/files/Nutricao_mineral_de_plantas.htm |3=Nutri\u00e7\u00e3o Mineral de Plantas |4=- fisiologiavegetal.homestead.com}}\n\n*Ernest Arnold Kirkby, Volker R\u00f6mheld;\n** {{Link||2=http://www.inpofos.org/ppiweb/brazil.nsf/87cb8a98bf72572b8525693e0053ea70/d20fb44d85259bf7032572530062870e/$FILE/Encarte118-Parte1.pdf |3=MICRONUTRIENTES NA FISIOLOGIA DE PLANTAS: FUN\u00c7\u00d5ES, ABSOR\u00c7\u00c3O E MOBILIDADE - Encarte 118 - Parte 1}}\n** {{Link||2=http://www.inpofos.org/ppiweb/brazil.nsf/87cb8a98bf72572b8525693e0053ea70/d20fb44d85259bf7032572530062870e/$FILE/Encarte118-Parte2.pdf |3=MICRONUTRIENTES NA FISIOLOGIA DE PLANTAS: FUN\u00c7\u00d5ES, ABSOR\u00c7\u00c3O E MOBILIDADE - Encarte 118 - Parte 2 |4=- www.inpofos.org}}\n\n*{{Link||2=http://www23.sede.embrapa.br:8080/aplic/rumos.nsf/b1bbbc852ee1057183256800005ca0ab/c27e777df06100c203256c25004653a5?OpenDocument |3=Nutri\u00e7\u00e3o e produtividade da soja com molibd\u00eanio e cobalto |4=- www23.sede.embrapa.br}}\n\n{{Portal3|Biologia}}\n\n[[Categoria:Biologia]]\n[[Categoria:Sais minerais]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Text document with red question mark.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Trilobite clipart-vector.svg"}]},"4254658":{"pageid":4254658,"ns":0,"title":"Tiffany Hsu","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Ator\n |nome = Tiffany Hsu\n |ocupa\u00e7\u00e3o = [[Atriz]], [[modelo]]\n |imagem = Tiffany Hsu.jpg\n |imagem_tamanho = 250px\n |descri\u00e7\u00e3o = Tiffany Hsu em 2008\n |nome_denascimento = \n |outro_nome = \n |nascimento_data = {{dni|7|8|1984|lang=br}}\n |nascimento_local = [[Taipei]], [[Taiwan]]\n |nacionalidade = \n |morte_data = \n |morte_local = \n |c\u00f4njuge = \n |atividade = 2003\u2013presente\n |oscares_academia = \n |emmy = \n |tony = \n |goldenglobe = \n |sag_awards = \n |cannes = \n |cesar = \n |BAFTA = \n |urso = \n |outros_pr\u00eamios = \n |indica\u00e7\u00f5es = \n |site_oficial = \n |IMDB_id = 2627085\n |assinatura = \n}}\n'''Tiffany Hsu''' ({{zh|t=\u8a31\u744b\u752f|s=\u8bb8\u73ae\u5b81|p=X\u01d4 W\u011bin\u00ecng|w=Hsu3 Wei3 Ning4|first=t}}, [[Taipei]], [[7 de agosto]] de [[1984]]) \u00e9 uma [[atriz]] e [[modelo]] [[taiwan]]ese.{{zh icon}} Apple Daily [http://tw.nextmedia.com/applenews/article/art_id/32363466/IssueID/20100316 \u6df7\u8840\u55ae\u89aa\u599e \u5f9e\u5c0f\u98fd\u53d7\u6b67\u8996] 16 de mar\u00e7o de 2010. Acessado em 05-06-2011. Ela \u00e9 afiliada da ag\u00eancia Catwalk.{{zh icon}} [http://www.catwalk.com.tw/_chinese/3_model/2_model_hot_detail.asp?id=49 Perfil de Tiffany na Catwalk] {{Wayback|url=http://www.catwalk.com.tw/_chinese/3_model/2_model_hot_detail.asp?id=49 |date=20110703192141 }} Acessado em 05-06-2011.\n\n==Biografia==\nFilha de um pai [[\u00edtalo-americano]] e de uma m\u00e3e [[chinesa]], Tiffany Hsu cresceu sem conhecer seu pai biol\u00f3gico, que deixou a fam\u00edlia ap\u00f3s seu nascimento. Na escola, sofria ''[[bullying]]'' por causa do seu f\u00edsico [[multirracial]]. Ela comentou essa fase: \"Eu odiava tirar fotos quando estava no col\u00e9gio. Antes, eu tentava cortar meu cabelo na esperan\u00e7a dele se tornar liso igual aos dos outros\".{{zh}} [http://ent.appledaily.com.tw/enews/article/entertainment/20100316/32363466 Fille unique mixte souffrant d'une discrimination pr\u00e9coce.], Appledaily.com, le 16 mars 2010. Acessado em 11 de janeiro de 2011.{{en}} [http://www.bullyville.com/?page=story&id=6830 Intim\u00e9e pour ses cheveux cr\u00e9pus.], BullyVille, 7 de agosto de 2013. Acessado em 11 de janeiro de 2011. Em 2007, se formou em teatro na Universidade de Cultura Chinesa.{{en}} [http://www.omnilexica.com/?q=tiffany+hsu+(actress) Tiffany Hsu (actrice).], Omnilexica. Acessado em 11 de janeiro de 2011.\n\n==Carreira==\nTiffany Hsu estreou como modelo da ag\u00eancia Catwalk Modelling em 2002.{{en}} [http://stcommunities.straitstimes.com/tv/2013/02/22/fann-wong-follows-her-husband Fann Wong suit son mari.] {{Wayback|url=http://stcommunities.straitstimes.com/tv/2013/02/22/fann-wong-follows-her-husband |date=20141104033046 }}, The Straits Times communities, 22 de fevereiro de 2013. Acessado em 11 de janeiro de 2011. No ano seguinte, fez sua estreia como atriz na s\u00e9rie de televis\u00e3o ''Yuan Lai Zheng Hao'' ao lado de [[Joe Cheng]], seu parceiro na publicidade da marca [[Yamaha]] tamb\u00e9m.{{zh}} [http://videosearch.nifty.com/video/watch/81a31463a3e61366?kw=\u5c71\u8449\u6a5f\u8eca&page=3&safe=0&chartype= Premi\u00e8re publicit\u00e9 de Cygnus X.], @nifty. Acessado em 11 de janeiro de 2011.\n\nEm 2004, apareceu na s\u00e9rie ''My Puppy Lover'' como namorada do estudante X.{{en}} [http://bestuff.com/stuff/my-puppy-lover My Puppy Lover.] {{Wayback|url=http://bestuff.com/stuff/my-puppy-lover |date=20141104030256 }}, Bestuff. Acessado em 11 de janeiro de 2011. Na s\u00e9rie ''Nine-Ball'', Tiffany interpreta a melhor amiga de Ah Yin.{{en}} [http://asianfanatics.net/forum/topic/159-nine-ball-&-25758;&-29699;&-23567;&-23376;/ Nine-Ball.], Asianfanatics, 13 de janeiro de 2004. Acessado em 11 de janeiro de 2011. Tamb\u00e9m apareceu na s\u00e9rie ''Michael the Archangel's Dance''.{{en}} [http://asianfanatics.net/forum/topic/23947-michael-the-archangels-dance/ Michael the Archangel's Dance.], Asianfanatics, 29 de julho de 2004. Acessado em 11 de janeiro de 2011.\n\nEm 2005, Tiffany interpretou Pei Zi Yu em ''[[It Started With a Kiss]]''. Em 2007, reprisou seu papel na segunda temporada da s\u00e9rie, ''[[They Kiss Again]]''.{{en}} [http://onlyfrh.proboards.com/index.cgi?board=news&action=print&thread=1157 Jiro Wang, secr\u00e8tement inlove avec Tiffany Xu.], 20 de dezembro de 2007. Acessado em 11 de janeiro de 2011.\n\nEm 2009, atua como He Yi Qian, uma m\u00e9dica que cuida de Ren Guang Xi ap\u00f3s sua opera\u00e7\u00e3o de c\u00e2ncer na s\u00e9rie ''[[Autumn's Concerto]]''{{en}} [http://celsius-thoughts.blogspot.be/2009/11/autumns-concerto-tiffany-hsus-character.html \"Autumn's Concerto\" Le personnage de Tiffany Hsu tr\u00e8s aimable, le public a d\u00fb mal \u00e0 choisir.], 17 de novembro de 2009. Acessado em 11 de janeiro de 2011.\n\nEm 2013, atuou no filme ''Cupid's World of Happiness'' ao lado de Leon Jay Williams.{{en}} [http://entertainment.xin.msn.com/en/celebrity/buzz/asia/love-and-marriage-matters-with-\u2018cupid\u2019-stars-leon-jay-williams-and-tiffany-hsu Questions amour et marriage avec \"Cupid's World of Happiness\" 'Leon Jay Williams et Tiffany Hsu.], 20 de dezembro de 2007. Acessado em 11 de janeiro de 2011.\n\n==Filmografia==\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|+ Televis\u00e3o\n! Ano !! T\u00edtulo{{citar web|url=http://www.imdb.com/name/nm2627085/ |t\u00edtulo=Tiffany Hsu\n |acessodata=16 de junho de 2010 |publicado=imdb.com}}{{citar web|url=http://chinesemov.com/actors/Tiffany%20Hsu.html |t\u00edtulo=Tiffany Hsu |acessodata=16 de junho de 2010 |publicado=chinesemov.com}} !! Papel\n|-\n| 2003 || ''Yuan Lai Zheng Hao'' ||\n|-\n| rowspan=5|2004 || ''My Puppy Lover'' ||\n|-\n| ''An Shi Ai Mei Hui'' ||\n|-\n| ''Magic Ring'' ||\n|-\n| ''Michael the Archangel's Dance'' ||\n|-\n| ''Nine-Ball'' ||\n|-\n| rowspan=2|2005 || ''Jia You Fei Fei'' || Fei Fei (\u83f2\u83f2)\n|-\n| ''[[It Started With a Kiss]]'' || Pei Zi Yu (\u88f4\u5b50\u745c)\n|-\n| rowspan=2|2006 || ''[[War and Destiny]]'' ||\n|-\n| ''Di Yi Tong Jin'' ||\n|-\n| 2007 || ''[[They Kiss Again]]'' || Pei Zi Yu (\u88f4\u5b50\u745c)\n|-\n| 2008 || ''Story of Time'' || Ni Ni (\u59ae\u59ae)\n|-\n| rowspan=3|2009 || ''[[ToGetHer]]'' || Yan Shi Jia (\u8a00\u8a69\u5609)\n|-\n| ''[[Autumn's Concerto]]'' || Emily (\u4f55\u4ee5\u831c)\n|-\n| ''Roseate-Love'' || Mina (\u7c73\u5a1c)\n|-\n| 2010 || ''Scent of Love'' || \u9ece\u771f\u771f\n|-\n| 2011 || ''Love You'' || Avril Tang (\u5510\u827e\u8587)\n|-\n| rowspan=2| 2012 || ''Love Me or Leave Me'' || Ji Qing (\u7d00\u6674)\n|-\n| ''The Late Night Stop'' ||\n|-\n| 2014 || ''[[The Way We Were (s\u00e9rie de televis\u00e3o)|The Way We Were]]'' || Zheng Rui-Rui\n|}\n\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|+ Cinema\n! Ano !! T\u00edtulo !! Papel\n|-\n| 2006 || ''Amour-Legende'' || Coco\n|-\n| 2009 || ''[[Taipei 24H]]'' ||\n|-\n| rowspan=2|2010 || ''\u5916\u6ee9\u4f5a\u4e8b'' || \u674e\u9999\u5170\n|-\n| \u4f60\u597d\u5417? || \u6211\u5f88\u597d\n|-\n| rowspan=2| 2014 || ''7 Love Design'' || Doris\n|-\n| ''Dream Flight'' ||\n|}\n\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|+ Videoclipe\n! Ano !! T\u00edtulo !! Artista\n|-\n| rowspan=2| 2003 || \"666\" || [[Lee Wei]]\n|-\n| \"\u90a3\u6761\u8857\" || [[Lin Yo Wei]]\n|-\n| rowspan=2|2004 || \"The Heart's Sun and Moon\" || [[Leehom Wang]]\n|-\n| \"\u539f\u4f86\u6211Love You So Much\" || [[Alex To]]\n|-\n| 2008 || \"Love Hurts\" ||[[Kenji Wu]]\n|-\n| 2010 || \"Reason\" || [[Vanness Wu]]\n|-\n| 2012 || \"Forgetting The Hug\" || [[Wilber Pan]]\n|}\n\n==Refer\u00eancias==\n{{reflist|2}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* {{IMDb name|2627085}}\n\n[[Categoria:Nascidos em 1984]]\n[[Categoria:Atores de Taiwan]]"}]},"2139531":{"pageid":2139531,"ns":0,"title":"\u00bfQui\u00e9n maneja mi barca?","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{flagicon|Spain}} \"\u00bfQui\u00e9n maneja mi barca?\", [[Espanha]] no [[Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o 1983]].\n\n'''\u00bfQui\u00e9n maneja mi barca?''' foi a can\u00e7\u00e3o que representou a Espanha no Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o 1983. Foi interpretada em [[l\u00edngua espanhola|espanhol]] por [[Remedios Amaya]].\n\nA referida can\u00e7\u00e3o tinha letra de Isidro Mu\u00f1oz , e m\u00fasica e orquestra\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Miguel \u00c9voras.\n\nA can\u00e7\u00e3o [[Espanha|espanhol]] foi a s\u00e9tima a ser cantada na noite do festival, a seguir \u00e0 can\u00e7\u00e3o [[Turquia|turca]] \"[[Opera (can\u00e7\u00e3o)|Opera]] interpretada por \u00c7etin Alp e [[The Short Waves]] e antes da can\u00e7\u00e3o [[su\u00ed\u00e7a]] \"[[Io cosi non ci sto]]\" interpretada por [[Mariella Farr\u00e9]]. Ap\u00f3s o final da vota\u00e7\u00e3o, a can\u00e7\u00e3o [[Espanha|espanhola]], n\u00e3o alcan\u00e7ou qualquer ponto (0 pontos), empatando com a can\u00e7\u00e3o [[Turquia|turca]]\n\nO tema espanhol musicalmente \u00e9 um flamenco, a cantora dan\u00e7ou flamenco, a cantar repetiu muitas vezes o refr\u00e3o \"Ay \u00bfQui\u00e9n maneja mi barca?\". De referir que Remedio Amaya cantou descal\u00e7a, mas isso n\u00e3o a favoreceu.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2=http://www.diggiloo.net/?1983es |3=Letra da can\u00e7\u00e3o em castelhano e tradu\u00e7\u00e3o inglesa}}\n\n{{DEFAULTSORT:Quien Maneja Mi Barca?}}\n\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es do Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es com 0 pontos no Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es da Espanha]]\n[[Categoria:Espanha no Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es em castelhano]]\n[[Categoria:1983]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Spain.svg"}]},"810934":{"pageid":810934,"ns":0,"title":"Estimador","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{sem notas|data=outubro de 2009}}\nEm [[estat\u00edstica]], um '''estimador''' \u00e9 uma regra para calcular uma estimativa de uma determinada quantidade baseada em dados observados: assim a regra e seu resultado (a estimativa) s\u00e3o distinguidos.\n\nExistem os [[estimadores de ponto]] e [[estimadores de intervalo]]. Os [[estimadores de ponto]] produzem resultados de valor \u00fanico, embora isso inclua a possibilidade de resultados de um vetor de valor \u00fanico e resultados que podem ser expressos como uma \u00fanica fun\u00e7\u00e3o. Isto est\u00e1 em contraste com um estimador de intervalo, onde o resultado seria uma gama de valores plaus\u00edveis (ou vetores ou fun\u00e7\u00f5es).\n\nA [[teoria estat\u00edstica]] est\u00e1 preocupada com as propriedades dos estimadores; isto \u00e9, com a defini\u00e7\u00e3o de propriedades que podem ser utilizadas para comparar diferentes estimadores (regras diferentes para criar estimativas) para a mesma quantidade, baseada nos mesmos dados. Tais propriedades podem ser utilizadas para determinar as melhores regras de utiliza\u00e7\u00e3o em determinadas circunst\u00e2ncias. No entanto, na [[estat\u00edstica robusta]], a teoria estat\u00edstica passa a considerar o equil\u00edbrio entre ter boas propriedades, se os pressupostos rigidamente definidos assegurarem, e ter menos boas propriedades que assegurem em condi\u00e7\u00f5es mais amplas.\n\n== Pr\u00e1tica ==\nUm \"estimador \" ou \"[[ponto estimado]]\" \u00e9 uma [[estat\u00edstica ]] (isto \u00e9, uma fun\u00e7\u00e3o dos dados) que \u00e9 utilizado para inferir o valor de um [[par\u00e2metro]] desconhecido em um [[modelo estat\u00edstico]]. O par\u00e2metro a ser estimado por vezes \u00e9 chamado ''estimando''.{{Carece de fontes|data=setembro de 2010}} Ele pode ser de dimens\u00e3o finita (no [[modelo param\u00e9trico|param\u00e9trico]] e [[modelo semi-param\u00e9trico]]), ou de dimens\u00e3o infinita ([[modelo n\u00e3o semi-parametrico |n\u00e3o semi-param\u00e9trico]] e [[model n\u00e3o parametrico|modelo n\u00e3o param\u00e9trico]]).{{Carece de fontes|data=setembro de 2010}} Se o par\u00e2metro \u00e9 denotado ''\u03b8'' ent\u00e3o o estimador \u00e9 normalmente escrito pela adi\u00e7\u00e3o de um [[circunflexo ]] sobre o s\u00edmbolo: \\scriptstyle\\hat\\theta. Sendo uma fun\u00e7\u00e3o dos dados, o estimador \u00e9 uma vari\u00e1vel aleat\u00f3ria, uma realiza\u00e7\u00e3o particular desta vari\u00e1vel aleat\u00f3ria \u00e9 chamada \"estimativa\". \u00c0s vezes, as palavras \"estimador\" e \"estimativa\" s\u00e3o usados \u200b\u200balternadamente.\n\nA defini\u00e7\u00e3o coloca, praticamente sem restri\u00e7\u00f5es, sobre quais fun\u00e7\u00f5es dos dados podem ser chamadas de \" estimadores \". A atratividade de diferentes estimadores pode ser julgada ao olhar para as suas propriedades, tais como vi\u00e9s, [[erro quadr\u00e1tico m\u00e9dio]], [[consist\u00eancia]], [[distribui\u00e7\u00e3o assint\u00f3tica]], etc.. A constru\u00e7\u00e3o e compara\u00e7\u00e3o de estimadores s\u00e3o os temas da [[teoria da estima\u00e7\u00e3o]]. No contexto da [[teoria da decis\u00e3o]], um estimador \u00e9 um tipo de [[regra de decis\u00e3o]], e seu desempenho pode ser avaliado atrav\u00e9s do uso de [[fun\u00e7\u00f5es de perda]].\n\nQuando a palavra \"estimador\" \u00e9 usada sem um qualificador, geralmente refere-se a apontar a estima\u00e7\u00e3o. A estimativa, neste caso, \u00e9 um \u00fanico ponto no espa\u00e7o de par\u00e2metros. Tamb\u00e9m existem outros tipos de estimadores: [[estimadores de intervalo]], onde as estimativas s\u00e3o subconjuntos do espa\u00e7o de par\u00e2metros.\n\nO problema da [[estima\u00e7\u00e3o da densidade]] resulta em duas aplica\u00e7\u00f5es. Em primeiro lugar, ao estimar as [[fun\u00e7\u00f5es de densidade de probabilidade]] de vari\u00e1veis \u200b\u200baleat\u00f3rias e em segundo lugar para estimar a [[fun\u00e7\u00e3o de densidade espectral]] de uma [[s\u00e9rie temporal]]. Nestes problemas as estimativas s\u00e3o fun\u00e7\u00f5es que podem ser consideradas como estimativas de ponto em um espa\u00e7o de dimens\u00e3o infinita, e h\u00e1 problemas correspondentes \u00e0 estima\u00e7\u00e3o de intervalo.\n\n== Defini\u00e7\u00e3o ==\nSuponhamos que exista um par\u00e2metro \\theta \\ fixo que tem de ser estimado. Em seguida, um \"estimador\" \u00e9 uma fun\u00e7\u00e3o que mapeia o [[espa\u00e7o amostral]] de um conjunto de estimativas de amostra. Um estimador de \\theta \\ geralmente \u00e9 representado pelo s\u00edmbolo \\widehat{\\theta}. Muitas vezes, \u00e9 conveniente expressar a teoria utilizando [[\u00e1lgebra de vari\u00e1veis \u200b\u200baleat\u00f3rias]]: assim, se ''X'' \u00e9 utilizado para denotar uma vari\u00e1vel aleat\u00f3ria correspondente aos dados observados, o estimador (se tratado como uma vari\u00e1vel aleat\u00f3ria) \u00e9 simbolizado como uma fun\u00e7\u00e3o da [[Vari\u00e1vel aleat\u00f3ria discreta|vari\u00e1vel aleat\u00f3ria]], \\widehat{\\theta}(X). A estima para um conjunto de dados observados em particular (isto \u00e9, para ''X'' = ''x'') \u00e9 ent\u00e3o \\widehat{\\theta}(x), que \u00e9 um valor fixado. Muitas vezes, uma nota\u00e7\u00e3o abreviada \u00e9 usada no qual \\widehat{\\theta} \u00e9 interpretado diretamente como uma vari\u00e1vel aleat\u00f3ria, mas isso pode causar confus\u00e3o.\n\n== Propriedades quantificadas ==\nAs seguintes defini\u00e7\u00f5es e atributos aplicam-se:\n\n; Erro\nPara uma amostra de dado x \\ , o \"[[erros e res\u00edduos na estat\u00edstica|erro]]\" do estimador \\widehat{\\theta} \u00e9 definido como\n:e(x)=\\widehat{\\theta}(x) - \\theta,\nonde \\theta \\ \u00e9 o par\u00e2metro que est\u00e1 sendo estimado. Note que o erro, ''e'', depende n\u00e3o somente do estimador (a f\u00f3rmula da estima\u00e7\u00e3o ou procedimento), mas tamb\u00e9m sobre a amostra.\n\n; Erro quadr\u00e1tico m\u00e9dio\nO [[erro quadr\u00e1tico m\u00e9dio]] de \\widehat{\\theta} \u00e9 definido como o valor esperado (m\u00e9dia ponderada de probabilidade, sobre todas as amostras) dos erros ao quadrado, isto \u00e9,\n:\\operatorname{EQM}(\\widehat{\\theta}) = \\operatorname{E}[(\\widehat{\\theta}(X) - \\theta)^2].\nEle \u00e9 usado para indicar o qu\u00e3o distante, em m\u00e9dia, o conjunto de estimativas est\u00e1 do \u00fanico par\u00e2metro a ser estimado. Considere a seguinte analogia. Suponha que o par\u00e2metro \u00e9 o centro de um alvo, o estimador \u00e9 o processo de atirar flechas no alvo, e as flechas individuais s\u00e3o estimativas (amostras). Ent\u00e3o, a alta EQM, significa que a dist\u00e2ncia m\u00e9dia das flechas do centro do alvo \u00e9 alta e baixo EQM significa que a dist\u00e2ncia m\u00e9dia do centro do alvo \u00e9 baixa. As flechas podem ou n\u00e3o ser agrupadas. Por exemplo, mesmo se todas as flechas baterem no mesmo ponto, mesmo errando grosseiramente o alvo, o EQM ainda \u00e9 relativamente grande. Observe, contudo, que se o EQM \u00e9 relativamente baixo, ent\u00e3o as flechas est\u00e3o provavelmente mais altamente agrupadas (do que altamente dispersas).\n\n; Desvio de amostragem\nPara uma amostra de dado x \\ , o [[desvio de amostragem]] do estimador \\widehat{\\theta} \u00e9 definido como\n: d(x) = \\widehat{\\theta}(x) - \\operatorname{E}(\\widehat{\\theta}(X)) = \\widehat{\\theta}(x) - \\operatorname{E}(\\widehat {\\theta}),\nonde \\operatorname{E}(\\widehat{\\theta}(X)) \u00e9 o [[valor esperado]] do estimador. Perceba que o desvio de amostragem, d, depende n\u00e3o somente no estimador, mas na amostra.\n\n; Vari\u00e2ncia\nA [[vari\u00e2ncia]] de \\widehat{\\theta} \u00e9 simplesmente o valor esperado dos desvios quadrados de amostragem, ou seja, \\operatorname{var}(\\widehat{\\theta}) = \\operatorname{E}[(\\widehat{\\theta} - \\operatorname{E}(\\widehat{\\theta})) ^ 2]. Ele \u00e9 usado para indicar qu\u00e3o distante, em m\u00e9dia, o conjunto de estimativas est\u00e1 do valor esperado das estimativas. Observe a diferen\u00e7a entre EQM e vari\u00e2ncia. Se o par\u00e2metro for o centro de um alvo, e as flechas s\u00e3o estimativas, ent\u00e3o, uma varia\u00e7\u00e3o relativamente alta significa que as flechas est\u00e3o dispersas, e uma vari\u00e2ncia relativamente baixa significa que as flechas est\u00e3o agrupadas. Algumas coisas a observar: mesmo que a vari\u00e2ncia for baixa, o conjunto de flechas pode ainda estar longe do alvo, e mesmo se a vari\u00e2ncia for alta, o conjunto difuso de flechas ainda pode ser n\u00e3o-viesado. Finalmente, note que, mesmo se todas as flechas errarem grosseiramente o alvo, se, no entanto, todas bateram no mesmo ponto, a vari\u00e2ncia \u00e9 zero.\n\n; Vi\u00e9s\nO [[Vi\u00e9s de um estimador|vi\u00e9s]] de \\widehat{\\theta} \u00e9 definido como B(\\widehat{\\theta}) = \\operatorname{E}(\\widehat{\\theta}) - \\theta. Ele \u00e9 a dist\u00e2ncia entre a m\u00e9dia do conjunto de estimativas, e o \u00fanico par\u00e2metro a ser estimado. Ele tamb\u00e9m \u00e9 o valor esperado do erro, uma vez que \\operatorname{E}(\\widehat{\\theta}) - \\theta = \\operatorname{E}(\\widehat{\\theta} - \\theta). Se o par\u00e2metro for o centro do alvo, e as flechas forem as estimativas, em seguida, um valor absoluto relativamente alto para o vi\u00e9s significa que a posi\u00e7\u00e3o m\u00e9dia das flechas est\u00e1 fora da alvo, e um vi\u00e9s absoluto relativamente baixo significa que a posi\u00e7\u00e3o m\u00e9dia das flechas est\u00e1 no alvo. Elas podem estar dispersas, ou podem estar agrupadas. A rela\u00e7\u00e3o entre a varia\u00e7\u00e3o de polariza\u00e7\u00e3o \u00e9 an\u00e1loga \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre a [[exatid\u00e3o e precis\u00e3o]].\n\n; N\u00e3o-enviesado\nO estimador \\widehat{\\theta} \u00e9 um [[estimador n\u00e3o-enviesado]] de \\theta \\ [[se e somente se]] B(\\widehat{\\theta}) = 0. Note que o vi\u00e9s \u00e9 uma propriedade do estimador, n\u00e3o da estimativa. Muitas vezes, as pessoas se referem a uma \"estimativa enviesada\" ou uma \"estimativa n\u00e3o-enviesada\", mas elas realmente est\u00e3o falando sobre uma \"estimativa de um estimador enviesado\", ou uma \"estimativa de um estimador n\u00e3o-enviesado\". Al\u00e9m disso, muitas vezes as pessoas confundem o \"erro\" de uma \u00fanica estimativa com o \"vi\u00e9s\" de um estimador. Apenas porque o erro para uma estimativa \u00e9 grande, n\u00e3o significa que o estimador \u00e9 enviesado. De fato, mesmo se todas as estimativas tiverem valores absolutos astron\u00f4micos para os seus erros, se o valor esperado do erro \u00e9 zero, o estimador \u00e9 n\u00e3o-enviesado. Al\u00e9m disso, s\u00f3 porque um estimador \u00e9 enviesado, n\u00e3o impede que o erro de estimativa seja zero (n\u00f3s podemos ter sido sortudos). A situa\u00e7\u00e3o ideal, \u00e9 claro, \u00e9 ter um estimador n\u00e3o-enviesado com baixa vari\u00e2ncia, e tamb\u00e9m tentar limitar o n\u00famero de amostras em que o erro \u00e9 extremo (isto \u00e9, t\u00eam poucos valores at\u00edpicos). No entanto, n\u00e3o \u00e9 essencial enviesamento. Muitas vezes, se apenas um pequeno vi\u00e9s \u00e9 permitido, ent\u00e3o um estimador pode ser encontrado com o EQM baixo e / ou poucas estimativas da amostra discrepantes.\n\nUma alternativa para a vers\u00e3o \"n\u00e3o-enviesada\" acima, \u00e9 a \"mediana - n\u00e3o-enviesada\", onde a [[Mediana (estat\u00edstica)|mediana]] da distribui\u00e7\u00e3o de estimativas concorda com o valor real, assim, no longo prazo, a metade das estimativas ser\u00e1 muito baixa e metade muito alta. Enquanto isso se aplica de imediato apenas para estimadores de valor escalar, isso pode ser estendido para qualquer medida de [[tend\u00eancia central]] de uma distribui\u00e7\u00e3o: veja [[estimadores de mediana n\u00e3o-enviesados]].\n\n; Relacionamentos\n* O EQM, vari\u00e2ncia, e vi\u00e9s, est\u00e3o relacionados: \\operatorname{EQM}(\\widehat{\\theta}) = \\operatorname{var}(\\widehat\\theta) + (B(\\widehat{\\theta})) ^ 2, ou seja, o erro m\u00e9dio quadrado = vari\u00e2ncia + quadrado do vi\u00e9s. Em particular, para um estimador n\u00e3o-enviesado, a vari\u00e2ncia \u00e9 igual ao EQM.\n* O [[desvio padr\u00e3o]] de um estimador de \u03b8 (a [[raiz quadrada]] da vari\u00e2ncia), ou uma estimativa do desvio padr\u00e3o de um estimador de \u03b8, \u00e9 chamado o [[Erro padr\u00e3o (estat\u00edstica)|erro padr\u00e3o]] de \u03b8.\n\n== Propriedades comportamentais ==\n; Consist\u00eancia\n{{Artigo principal|Estimador consistente}}\n\nUma sequ\u00eancia consistente de estimadores \u00e9 uma sequ\u00eancia de estimadores que [[Converg\u00eancia em probabilidade|convergem em probabilidade]] para a quantidade que est\u00e1 sendo estimada como o \u00edndice (normalmente o [[tamanho da amostra]]) cresce sem limites. Em outras palavras, aumentar o tamanho da amostra aumenta a probabilidade do estimador de estar pr\u00f3ximo do par\u00e2metro de popula\u00e7\u00e3o. Matematicamente, uma sequ\u00eancia de estimadores { tn , n \u2265 0} \u00e9 um estimador consistente para o [[par\u00e2metro]] ''\u03b8'' se e somente se , para todo ''\u03f5'' > 0, n\u00e3o importa qu\u00e3o pequena, temos\n:\n\\lim_{n\\to\\infty}\\Pr\\left\\{\n\\left|\nt_n-\\theta\\right|<\\epsilon\n\\right\\}=1.\n\n\nA consist\u00eancia definida acima pode ser chamada de consist\u00eancia fraca. A sequ\u00eancia \u00e9 fortemente consistente, se [[converge quase certamente]] para o valor verdadeiro.\n\nUm estimador que converge para um ''m\u00faltiplo'' de um par\u00e2metro pode ser feito dentro de estimador consistente atrav\u00e9s da multiplica\u00e7\u00e3o do estimador de [[fator de escala]], isto \u00e9, o valor verdadeiro, dividido pelo valor assint\u00f3tico do estimador. Isso ocorre com frequ\u00eancia na [[Par\u00e2metros de escala|estimativa de par\u00e2metros de escala]] de [[Dispers\u00e3o estat\u00edstica|medidas de dispers\u00e3o estat\u00edstica]].\n\n; Normalidade assint\u00f3tica\n{{Artigo principal|Normalidade assint\u00f3tica}}\nUm estimador [[Distribui\u00e7\u00e3o assint\u00f3tica|assintoticamente normal]] \u00e9 um estimador consistente cuja distribui\u00e7\u00e3o em torno do par\u00e2metro verdadeiro ''\u03b8'' se aproxima de uma [[distribui\u00e7\u00e3o normal]] com desvio padr\u00e3o encolhendo na propor\u00e7\u00e3o de 1/\\sqrt{n}, como o tamanho da amostra ''n'' cresce. Usando \\xrightarrow{D} para denotar [[Converg\u00eancia de vari\u00e1veis aleat\u00f3rias|converg\u00eancia na distribui\u00e7\u00e3o]], ''tn'' \u00e9 [[Normalidade assint\u00f3tica|assintoticamente normal]] se\n:\\sqrt{n}(t_n - \\theta) \\xrightarrow {D} N (0,V),\npara algum ''V''. Quando ''V / N'' \u00e9 chamada de ''vari\u00e2ncia assint\u00f3tica'' do estimador.\n\nO [[teorema do limite central]] implica normalidade assint\u00f3tica da [[m\u00e9dia da amostra]] \\bar x como um estimador da m\u00e9dia verdadeira. Mais geralmente, [[m\u00e1xima probabilidade|estimadores de m\u00e1xima verossimilhan\u00e7a]] s\u00e3o assintoticamente normais sob condi\u00e7\u00f5es de regularidade bastante fracos \u2014 consulte a se\u00e7\u00e3o de assint\u00f3ticos do artigo de m\u00e1xima verossimilhan\u00e7a. No entanto, nem todos os estimadores s\u00e3o assintoticamente normal, os exemplos mais simples sendo o caso onde o verdadeiro valor de um par\u00e2metro situa-se no limite da regi\u00e3o de par\u00e2metro admiss\u00edveis.\n\n; Efici\u00eancia\n{{Artigo principal|Efici\u00eancia (estat\u00edstica)}}\n\nDuas propriedades naturalmente desej\u00e1veis \u200b\u200bdos estimadores s\u00e3o eles serem n\u00e3o-enviesados e ter o m\u00ednimo erro quadr\u00e1tico m\u00e9dio (EQM). Estes n\u00e3o podem, em geral, tanto ser satisfeitas simultaneamente: um estimador enviesado pode ter menor [[erro quadr\u00e1tico m\u00e9dio]] (EQM) do que qualquer estimador n\u00e3o-enviesado; ver [[vi\u00e9s do estimador]].\n\nEntre estimadores n\u00e3o-enviesados, muitas vezes existe um com a menor vari\u00e2ncia, chamada de vari\u00e2ncia m\u00ednima do estimador n\u00e3o-enviesado (ENE). Em alguns casos, existe um [[estimador eficiente]] n\u00e3o-enviesado, o que, al\u00e9m de ter a menor vari\u00e2ncia entre os estimadores n\u00e3o-enviesados, satisfaz o limite de [[Cram\u00e9r-Rao]], que \u00e9 um limite inferior absoluto na vari\u00e2ncia para as estat\u00edsticas de uma vari\u00e1vel.\n\nQuanto a tais \"melhores estimadores n\u00e3o-enviesados\", ver tamb\u00e9m limite de Cram\u00e9r-Rao, [[teorema de Gauss-Markov]], [[teorema Lehmann-Scheff\u00e9]], [[teorema Rao-Blackwell]].\n\n; Robustez\nVer: [[Estimador robusto]], [[Estat\u00edstica robusta]]\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n{{Refbegin|3}}\n* [[Melhor estimador linear n\u00e3o-enviesado]] (MELNE)\n* [[Estimador invariante]]\n* [[Filtro Kalman]]\n* [[Monte Carlo via Cadeias de Markov]] (MCMC)\n* [[A posteriori m\u00e1xima]] (APM)\n* [[M\u00e9todo dos momentos (estat\u00edsticas)|M\u00e9todo dos momentos]], [[m\u00e9todo dos momentos generalizado]]\n* [[Erro quadr\u00e1tico M\u00e9dio M\u00ednimo]] (EQMM)\n* [[Filtro de part\u00edculas]]\n* [[Crit\u00e9rio de proximidade Pitman]]\n* [[Encolhimento estimador]]\n* [[Processamento de sinais]]\n* [[Testimador]]\n* [[Filtro de Wiener]]\n* [[Estat\u00edstica bem-comportada]]\n* [[A sensibilidade e especificidade]]\n{{Refend}}\n\n== Refer\u00eancias ==\n* {{citar livro\n |\u00faltimo = Lehmann\n |primeiro = E. L.\n |coautor= Casella, G.\n |t\u00edtulo= Theory of Point Estimation\n |edi\u00e7\u00e3o= 2nd\n |ano= 1998\n |publicado= Springer\n | isbn = 0-387-98502-6\n |p\u00e1ginas= }}\n* {{Citation\n |\u00faltimo = Shao\n |primeiro = Jun\n |t\u00edtulo= Mathematical Statistics\n |local= New York\n |publicado= Springer\n |ano= 1998\n | isbn = 0-387-98674-X }}\n* {{SpringerEOM|title=Statistical Estimator|id=s/s087360|first=L.N.|last=Bol'shev}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [https://web.archive.org/web/20060628221855/http://lmi.bwh.harvard.edu/papers/pdfs/2004/martin-fernandezCOURSE04b.pdf Fundamentals of Estimation Theory]\n* India-Institute of Quantity Surveyors (IQSS)\n\n[[Categoria:Estat\u00edstica]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Magnifying glass 01.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Text document with red question mark.svg"}]},"6404732":{"pageid":6404732,"ns":0,"title":"Sch\u00f6neiche bei Berlin","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento\n |nome = Sch\u00f6neiche bei Berlin\n |assentamento_tipo = Munic\u00edpio\n |imagem_horizonte = Schlosskirche Sch\u00f6neiche 004.JPG\n |imagem_tamanho = 280px\n |imagem_bandeira = \n |bandeira_tamanho = 130px\n |imagem_escudo = \n |escudo_tamanho = 90px\n |mapa_alfinete = Alemanha\n |mapa_alfinete_tamanho = 250\n |mapa_alfinete_legenda = Localiza\u00e7\u00e3o de Sch\u00f6neiche bei Berlin na Alemanha\n |coor_t\u00edtulo = s\n |latd = 52 |latm=28 |lats=00 |latNS=N\n |longd = 13 |longm=40 |longs=59 |longEW=E\n |subdivis\u00e3o_tipo = [[Pa\u00eds]]\n |subdivis\u00e3o_nome = [[Alemanha]]\n |subdivis\u00e3o_tipo1 = [[Estados da Alemanha|Estado]]\n |subdivis\u00e3o_nome1 = [[Brandemburgo]]\n |subdivis\u00e3o_tipo2 = [[Lista de distritos rurais da Alemanha|Distrito]]\n |subdivis\u00e3o_nome2 = [[Oder-Spree]]\n |\u00e1rea_total_km2 = 16.64\n |popula\u00e7\u00e3o_total = 12789\n |popula\u00e7\u00e3o_em = 2019\n |altitude_m =\n |s\u00edtio = [https://www.schoeneiche-bei-berlin.de/ www.schoeneiche-bei-berlin.de]\n}}\n'''Sch\u00f6neiche bei Berlin''' \u00e9 um [[munic\u00edpio]] da [[Alemanha]], situado no [[Lista de distritos rurais da Alemanha|distrito]] de [[Oder-Spree]], no [[Estados da Alemanha|estado]] de [[Brandemburgo]]. Tem {{fmtn| 16.64 |[[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]}} de \u00e1rea, e sua popula\u00e7\u00e3o em 2019 foi estimada em 12.789 habitantes.{{citar web|URL=https://www.statistik-berlin-brandenburg.de/publikationen/Stat_Berichte/2020/SB_A01-07-00_2019m12_BB.xlsx|t\u00edtulo= Bev\u00f6lkerung im Land Brandenburg nach amtsfreien Gemeinden, \u00c4mtern und Gemeinden 31. Dezember 2019|autor=|data=31 de dezembro de 2019|publicado=Amt f\u00fcr Statistik Berlin-Brandenburg|acessodata=26 de outubro de 2020|ling=de}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geode}}\n\n{{portal3|Alemanha}}\n{{controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Cidades de Brandemburgo]]"}]},"164303":{"pageid":164303,"ns":0,"title":"Frei (Noruega)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=agosto de 2020}}\n{{Info/Comuna da Noruega|\n|nome = Frei\n|condado = M\u00f8re og Romsdal\n|num = 1556\n|\u00e1rea = 65\n|popula\u00e7\u00e3o = 5 274\n|censo = [[2004]]\n|densidade = 81\n|sede = Frei\n|mapa = NO 1556 Frei.svg\n|bras\u00e3o = Frei komm.svg \n|idioma = [[L\u00edngua norueguesa|Neutral]]\n|imagem =[[Ficheiro:Frei Kirke 1.jpg|300px]] \n|website = www.frei.kommune.no\n}}\n'''Frei''' foi uma [[comuna]] do [[condados da Noruega|condado]] de [[M\u00f8re og Romsdal]], [[Noruega]], com 65 [[quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]] de [[\u00e1rea]] e 5 274 habitantes (censo de [[2004]]). Em [[1 de Janeiro]] de [[2008]], ela foi unida \u00e0 comuna de [[Kristiansund]], formando a atual comuna tamb\u00e9m com o nome de Kristiansund.\n\n{{esbo\u00e7o-geono}}\n\n[[Categoria:Antigas comunas da Noruega]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Norway.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Frei Kirke 1.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Frei komm.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:NO 1556 Frei.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Question book.svg"}]}}}}