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Sucessão Familiar e Proteção de Bens

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SUCESSÃO FAMILIAR E PROTEÇÃO DE BENS

Proteger o patrimônio é fundamental para garantir os direitos da sua família e o futuro do seu negócio em casos de adversidades. Por isso, contar com uma empresa especializada é essencial para prevenir e planejar a gestão de crises nessa área.

Life Trust Advisor
Criada em 2017, a Life Trust Advisor possui o conceito de fazer a transmissão do patrimônio dos formadores aos herdeiros com o melhor custo benefício considerando a legislação vigente, a vontade do formador e as responsabilidades assumidas pelos envolvidos, buscando a proteção desse patrimônio para o desfrute de sua utilização.



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Destes, quatro morreram ainda beb\u00e9s e tr\u00eas ainda est\u00e3o vivos: Amanda Marques Cardoso, Jos\u00e9 Adelino Marques Cardoso Veiga e L\u00eddia Marques Cardoso Veiga.\nO servi\u00e7o militar obrigat\u00f3rio foi cumprido pelo ent\u00e3o jovem Aristides no regimento de infantaria 13[http://www.exercito.pt/sites/RI13/Publicacoes/PublishingImages/livroRI13.pdf Regimento de Infantaria 13] em Vila Real onde chegou ao posto de 2\u00ba Sargento. Mais tarde foi em comiss\u00e3o para [[Angola]] onde, durante quatro anos, defendeu a P\u00e1tria com reconhecida bravura. Em terras angolanas foi camarada de armas do [http://www.dodouropress.pt/index.asp?idedicao=66&idseccao=574&id=4298&action=noticia General An\u00edbal Vaz], uma conviv\u00eancia que acabou por resultar numa profunda amizade ao longo da vida. De referir ainda que, por circunst\u00e2ncias ligadas ao servi\u00e7o militar, o jovem Aristides estava em [[Lisboa]], na esta\u00e7\u00e3o do Rossio, no dia 14 de dezembro de 1918, tendo testemunhado o momento em que o Presidente [[Sid\u00f3nio Pais]] foi assassinado.\nFilho ilustre de Sabrosa, Aristides Cardoso Veiga foi Presidente da Junta de Freguesia de Sabrosa durante 21 anos at\u00e9 \u00e1 data da sua morte. Desempenhou com toda a dedica\u00e7\u00e3o as fun\u00e7\u00f5es e de forma totalmente gratuita. N\u00e3o sendo um pol\u00edtico de carreira, soube gerir com diplomacia e mestria as v\u00e1rias sensibilidades que enfrentou no exerc\u00edcio de autarca.\nHomem bom de Sabrosa, Aristides Cardoso Veiga dedicou grande parte da vida a institui\u00e7\u00f5es sociais. Foi secret\u00e1rio da Associa\u00e7\u00e3o Humanit\u00e1ria dos Bombeiros Volunt\u00e1rios de Sabrosa{{Citar web |url=http://bvsabrosa.no.sapo.pt/ |titulo=Bombeiros Volunt\u00e1rios de Sabrosa |acessodata=2014-11-30 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20160303180020/http://bvsabrosa.no.sapo.pt/ |arquivodata=2016-03-03 |urlmorta=yes }} durante 48 anos, tendo feito parte da Dire\u00e7\u00e3o presidida por Manuel Marques da Cunha e que tinha como tesoureiro Luis Teixeira Gomes, que era seu padrinho de batismo.\nO seu trabalho na corpora\u00e7\u00e3o foi importante e decisivo para a aquisi\u00e7\u00e3o da primeira viatura, um pronto-socorro descapot\u00e1vel da marca [http://www.bombeiros.pt/galeria/details.php?image_id=2034 Studebaker], viatura que hoje \u00e9 uma verdadeira pe\u00e7a de museu e que ainda desperta a curiosidade quando \u00e9 usada nas paradas e desfiles de bombeiros.\nAs qualidades pessoais e a elevada compet\u00eancia como gestor s\u00e3o reconhecidas e destacadas por todos sabrosenses que acompanharam tamb\u00e9m a interven\u00e7\u00e3o de Aristides Cardoso Veiga no Patronato de Santo Ant\u00f3nio[https://pt-pt.facebook.com/pages/Funda%C3%A7%C3%A3o-Patronato-de-Santo-Ant%C3%B3nio-Sabrosa/640316789318357?hc_location=timeline Patronato de Santo Ant\u00f3nio], uma institui\u00e7\u00e3o com forte cariz social em Sabrosa. Fez parte da dire\u00e7\u00e3o durante 10 anos, assumindo a responsabilidade da gest\u00e3o porque a presidente residia na altura em Lisboa. A interven\u00e7\u00e3o social desta ilustre personalidade de Sabrosa alargou-se ainda \u00e0 [https://web.archive.org/web/20141120013027/http://www.caritas.pt/site/nacional/index.php?option=com_content&view=article&id=2067&Itemid=4 C\u00e1ritas Portuguesa] cujo n\u00facleo local dirigiu durante v\u00e1rios anos.\nA atividade profissional foi, por outro lado, exercida durante 6 anos na Reparti\u00e7\u00e3o de Finan\u00e7as de Sabrosa[http://fotos.sapo.pt/oficialdejustica/fotos/?uid=qEQznsP86fOl0W523cAs Finan\u00e7as de Sabrosa] como escriv\u00e3o das execu\u00e7\u00f5es fiscais.\nMas foi como empres\u00e1rio do com\u00e9rcio que Aristides Cardoso Veiga desenvolveu grande parte da vida profissional. Primeiro na \u00e1rea dos bens alimentares e mais tarde no setor do cal\u00e7ado, com um estabelecimento comercial na antiga rua Direita, hoje rua Coronel [[Jaime Neves]], em Sabrosa.\nSenhor de forte personalidade, relacionamento af\u00e1vel e de um sentido de humor muito apreciado, Aristides Cardoso Veiga viveu sempre na maior estima dos conterr\u00e2neos. Sabrosense de gema que dedicou toda a sua vida \u00e0 terra que o viu nascer e morrer, Aristides Cardoso Veiga \u00e9 digno de um top\u00f3nimo em [[Sabrosa (freguesia)|Sabrosa]].\n\n[[Categoria:Naturais de Sabrosa]]"}]},"6367040":{"pageid":6367040,"ns":0,"title":"Lauro Ant\u00f3nio Apresenta","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Televis\u00e3o\n| t\u00edtulo = Lauro Ant\u00f3nio Apresenta\n| apresentador = \n| seguida_por = \n| precedida_por = \n| epis\u00f3dios = \n| temporadas = \n| transmiss\u00e3o = [[1994]] - [[1997]]\n| form_exibi\u00e7\u00e3o = [[480i]] ([[SDTV]])\n| emissora luso = \n| emissora orig = [[TVI]]\n| encerramento = Instrumental\n| abertura = Instrumental\n| elenco = \n| narrador = \n| produtor = \n| t\u00edtulo-or = \n| diretor = \n| idioma = [[L\u00edngua portuguesa|Portugu\u00eas]]\n| pa\u00eds = {{POR}}\n| criador = \n| dura\u00e7\u00e3o = Vari\u00e1vel\n| class et\u00e1ria = Vari\u00e1vel\n| genero = Filmes\n| formato = Variedades\n| legenda = \n| tamanho = \n| imagem = \n| t\u00edtulo-br = \n| t\u00edtulo-pt = \n| relacionados = [[Lauro Ant\u00f3nio Apresenta (livro)|Lauro Ant\u00f3nio Apresenta]], [[O Grande Filme (TVI)|O Grande Filme]]\n}}\n'''''Lauro Ant\u00f3nio Apresenta''''' foi uma rubrica de exibi\u00e7\u00e3o de cinema que existiu na ent\u00e3o [[TVI|4]], onde eram exibidos os mais c\u00e9lebres filmes da hist\u00f3ria da 7\u00aa Arte, com coment\u00e1rios do cineastas [[Lauro Ant\u00f3nio]], assim como a antevis\u00e3o dos filme que viriam a ser transmitidos na esta\u00e7\u00e3o ao longo da semana{{Citar web |url=https://www.cmjornal.pt/tv-media/detalhe/o-primeiro-dia-da-quatro |titulo=O primeiro dia da Quatro |acessodata=2020-09-03 |website=www.cmjornal.pt |lingua=pt-PT}}{{Citar web |url=http://alumni.letras.ulisboa.pt/memorias-vivas/biografias/decada-60?id=607 |titulo=Lauro Ant\u00f3nio - FLUL Alumni |acessodata=2020-09-03 |website=alumni.letras.ulisboa.pt}}.\n\n== Filmes Exibidos no Lauro Ant\u00f3nio Apresenta ==\nOs filmes que foram estreados em televis\u00e3o na \"Lauro Ant\u00f3nio Apresenta\" foram dos mais variados tipos e os que mais fizeram sucesso na televis\u00e3o, como demonstra a lista dos seguintes exemplos que apresentamos de filmes que foram estreados, exibidos ou reexibidos na rubrica \"Lauro Ant\u00f3nio Apresenta\":\n\n=== 1994 ===\n{| class=\"wikitable\"\n! Dia de exibi\u00e7\u00e3o\n! Titulo do filme e ano\n! Pa\u00eds de origem\n! Elenco principal\n! Tempo de exibi\u00e7\u00e3o\n|-\n| [[31 de mar\u00e7o]] de [[1994]]\n| ''[[Barrab\u00e1s (filme)|Barrab\u00e1s]]'' (1961)\n| {{ITA}}\n| [[Anthony Quinn]], [[Jack Palance]], [[Silvana Mangano]], [[Vittorio Gassman]], [[Ernest Borgnine]]\n| 2 horas e 35 minutos{{Citar web |url=https://www.acomarcadearganil.cm-arganil.pt/a-comarca-de-arganil-10106/ |titulo=A Comarca de Arganil 10106 |data=2018-03-29 |acessodata=2020-09-03 |website=Comarca de Arganil |lingua=pt-PT}}\n|-\n! colspan=\"5\" | Ciclo [[Joseph L. Mankiewicz]]\n|-\n| [[1 de abril]] de [[1994]]\n| rowspan=\"2\" |''[[Cle\u00f3patra (1963)|Cle\u00f3patra]]'' (1963)\n| rowspan=\"2\" |{{EUA}}\n| rowspan=\"2\" |[[Elizabeth Taylor]], [[Richard Burton]], [[Rex Harrison]], [[Roddy McDowall]], [[Martin Landau]], [[Hume Cronyn]]\n| 2 horas e 10 minutos\n|-\n| [[2 de abril]] de [[1994]]\n| 1 hora e 55 minutos\n|}\n\n=== 1995 ===\n{| class=\"wikitable\"\n! Dia de exibi\u00e7\u00e3o\n! Titulo do filme e ano\n! Pa\u00eds de origem\n! Elenco principal\n! Tempo de exibi\u00e7\u00e3o\n|-\n| [[14 de janeiro]] de [[1995]]\n| ''[[N\u00e3o O Levar\u00e1s Contigo]]'' (1938)\n| {{EUA}}\n| [[Jean Arthur]], [[Lionel Barrymore]], [[James Stewart]], [[Ann Miller]]\n| 2 horas e 15 minutos{{Citar web |url=https://www.acomarcadearganil.cm-arganil.pt/a-comarca-de-arganil-10222/ |titulo=A Comarca de Arganil 10222 |data=2018-03-29 |acessodata=2020-09-03 |website=Comarca de Arganil |lingua=pt-PT}}\n|}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es Externas ==\n* Televis\u00e3o Independente\n* Comarca de Arganil\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{Portal3|Cinema|Televis\u00e3o|Portugal}}\n\n[[Categoria:Sess\u00f5es de filmes de Portugal]]\n[[Categoria:Programas da TVI]]\n[[Categoria:1994 na televis\u00e3o em Portugal]]\n[[Categoria:1995 na televis\u00e3o em Portugal]]\n[[Categoria:1996 na televis\u00e3o em Portugal]]\n[[Categoria:1997 na televis\u00e3o em Portugal]]"}]},"2520488":{"pageid":2520488,"ns":0,"title":"Frente Nacional de Liberta\u00e7\u00e3o de Uganda","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Frente Nacional de Liberta\u00e7\u00e3o de Uganda''' ('''FNLU''', {{lang-en|''Uganda National Liberation Front''}}) foi uma [[organiza\u00e7\u00e3o]] pol\u00edtica de [[Uganda]], formada por ugandeses exilados que se opunham ao governo de [[Idi Amin]]. Seu bra\u00e7o militar foi o [[Ex\u00e9rcito de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional de Uganda]] (UNLA)Christopher S. Clapham (1998). [http://books.google.com/books?id=mkeCIJQwPkEC&pg=PR13 ''African Guerrillas'']. James Currey Publishers. p. 13. ISBN 978-0-85255-815-7.David Brewster (2014). [http://books.google.com/books?id=CEYsAwAAQBAJ&pg=PA88 ''India's Ocean: The Story of India's Bid for Regional Leadership'']. Routledge. p. 88. ISBN 978-1-317-80699-8..\n\nEm 11 de abril de 1979, juntamente com as for\u00e7as da [[Tanz\u00e2nia]], seu bra\u00e7o militar Ex\u00e9rcito Nacional de Liberta\u00e7\u00e3o do Uganda conseguiu derrubar o ditador Idi Amin Dada na [[Guerra Uganda-Tanz\u00e2nia]].Taylor & Francis Group (2004). [http://books.google.com/books?id=gP_-8rXzQs8C&pg=PA4275 ''Europa World Year'']. Taylor & Francis. p. 4275. ISBN 978-1-85743-255-8.History.com, [http://www.history.com/this-day-in-history/idi-amin-overthrown ''Idi Amin overthrown'']\n\n== Hist\u00f3rico ==\nA Frente Nacional de Liberta\u00e7\u00e3o de Uganda foi formada como resultado de uma reuni\u00e3o de exilados ugandenses de 24 a 26 de mar\u00e7o de 1979 na cidade de [[Moshi]], no norte da Tanz\u00e2nia. Na reuni\u00e3o, conhecida como Confer\u00eancia de Moshi, 28 grupos foram representados.{{citar web|URL=https://mobile.monitor.co.ug/Ugandans-descend-Moshi-plan-post-Amin-regime/691260-5038848-format-xhtml-wxlymaz/index.html|t\u00edtulo=Ugandans descend on Moshi to plan post-Amin regime|autor=|data=24/3/2019|publicado=Daily Monitor}} Entre os grupos que se uniram para formar o Ex\u00e9rcito Nacional de Liberta\u00e7\u00e3o do Uganda inclu\u00edram [[Kikosi Maalum]], liderado por [[Milton Obote]] (com [[Tito Okello]] e [[David Oyite Ojok]] como comandantes); [[FRONASA]] liderada por [[Yoweri Museveni]]; Movimento Salve Uganda liderado por [[Akena P 'Ojok]], William Omaria e Ateker Ejalu; e Uni\u00e3o da Liberdade de Uganda com [[Godfrey Binaisa]], [[Andrew Kayiira]] e [[Olara Otunnu]] em posi\u00e7\u00f5es de lideran\u00e7a.\n\nAp\u00f3s a derrubada de Amin em 11 de abril de 1979, um novo governo foi formado sob a lideran\u00e7a da Frente Nacional de Liberta\u00e7\u00e3o de Uganda, com [[Yusuf Lule]] ocupando o cargo de presidente de Uganda e Akena P 'Ojok ocupando o posto de vice-presidente da Uganda, e com o Ex\u00e9rcito de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional de Uganda se tornando o novo ex\u00e9rcito nacional. \n\nA lideran\u00e7a da Frente Nacional de Liberta\u00e7\u00e3o de Uganda era inst\u00e1vel, estando dividida em \u201cmilitaristas\u201d e \u201cdemocratas\u201d. O Partido Democrata, o Movimento Salve Uganda, a Uni\u00e3o da Liberdade de Uganda e alguns outros formavam o bloco considerado democrata, enquanto a FRONASA de Yoweri Museveni e o [[Congresso Popular de Uganda]], o qual [[Kikosi Maalum]] do General [[Tito Okello]] e [[David Oyite Ojok]] estavam ligados, constitu\u00edram os militaristas.{{citar web|URL=https://mobile.monitor.co.ug/It-was-never-our-intention-to-oust-Lule---Prof-Wangoola/691260-3401432-format-xhtml-t9eft7z/index.html|t\u00edtulo=It was never our intention to oust Lule - Prof Wangoola|autor=|data=2/10/2016|publicado=Daily Monitor}}\n\nConflitos internos que levariam \u00e0 deposi\u00e7\u00e3o de Yusuf Lule em junho de 1979. Seu substituto, Godfrey Binaisa, governou por menos de doze meses antes de ser colocado em pris\u00e3o domiciliar em maio de 1980, ap\u00f3s um golpe efetivo de [[Paulo Muwanga]]. Uma Comiss\u00e3o Presidencial foi instalada com elei\u00e7\u00f5es marcadas para dezembro de 1980. Ap\u00f3s a vit\u00f3ria do Congresso do Povo de Uganda, liderado pelo ex-presidente Milton Obote, ser amplamente contestada, muitos dos membros fundadores da Frente Nacional de Liberta\u00e7\u00e3o de Uganda [[Guerra Civil de Uganda|passariam a lutar]] contra o Ex\u00e9rcito de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional de Uganda agora controlado pelo Congresso do Povo de Uganda. Este foi derrotado em 25 de janeiro de 1986 pelos guerrilheiros do [[Ex\u00e9rcito de Resist\u00eancia Nacional]], liderado por Yoweri Museveni, ex-membro do conselho executivo e ministro do governo da Frente Nacional de Liberta\u00e7\u00e3o do Uganda.{{citar web|URL=http://specialforcescommand.go.ug/president-of-the-republic-of-uganda-and-commander-in-chief-of-the-armed-forces-gen-yoweri-kaguta-museveni-2/|t\u00edtulo=President of the Republic of Uganda and Commander-In-Chief of the Armed Forces, Gen. Yoweri Kaguta Museveni|autor=|data=|publicado=Special Forces Command.}}\n\n{{refer\u00eancias|col=2}}\n[[Categoria:Partidos pol\u00edticos de Uganda]]"}]},"3634962":{"pageid":3634962,"ns":0,"title":"Torneio In\u00edcio do Rio Grande do Norte de 1940","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Campeonato de futebol\n| largura = \n| genero = \n| nome = Torneio In\u00edcio do Rio Grande do Norte de 1940\n| nomec\u00f3digo = \n| logo =File:Bandeira do Rio Grande do Norte.svg\n| legenda_logo = \n| poster = \n| legenda_poster = \n| n_participantes = 6\n| organiza\u00e7\u00e3o = \n| anfitri\u00e3o = \n| in\u00edcio = 19 de Maio \n| fim = 19 de Maio\n| golos =5\n| jogos = 5\n| campe\u00e3o = [[ABC Futebol Clube |ABC]] \n| vicecampe\u00e3o = '''Paissandu'''\n| terceirolugar = \n| promovidos = \n| rebaixados =\n| artilheiro = \n| fase_inicial = \n| melhor_ataque = \n| melhor_defesa = \n| p\u00fablico =\n| p\u00fablico_jogos = \n| p\u00fablico_info = \n| melhorgoleiro = \n| campeonato_antes = [[Torneio In\u00edcio do Rio Grande do Norte de 1939]] \n| campeonato_depois = [[Torneio In\u00edcio do Rio Grande do Norte de 1941]] \n}}\nO '''Torneio In\u00edcio''' de 1940 foi a 16\u00aa edi\u00e7\u00e3o do [[Torneio In\u00edcio do Rio Grande do Norte|Torneio In\u00edcio]] no estado do [[Rio Grande do Norte]]. A competi\u00e7\u00e3o foi realizada em [[19 de Maio]] de [[1940]] no [[Est\u00e1dio Juvenal Lamartine]]. O campe\u00e3o foi o {{Futebol ABC}}, que sagrou-se hexacampe\u00e3o seguido do torneio.\n\n==Jogos==\n\n=== Primeira Fase ===\n{{footballbox collapsible\n| date= 14 de Maio de 1940\n| time= \n| team1=[[Santa Cruz Futebol Clube (Natal)|Santa Cruz]]\n| score= 1:0\n| report=\n| team2=Centro\n| goals1= \n| goals2= \n| stadium=[[Est\u00e1dio Juvenal Lamartine]], [[Natal, Rio Grande do Norte|Natal]]\n| attendance=\n| referee=\n| stack = yes\n}}\n{{footballbox collapsible\n| date= 14 de Maio de 1940\n| time= \n| team1={{Futebol ABC}}\n| score= 1:0\n| report=\n| team2=[[Am\u00e9rica Futebol Clube (Natal)|Am\u00e9rica]]\n| goals1=\n| goals2= \n| stadium=[[Est\u00e1dio Juvenal Lamartine]], [[Natal, Rio Grande do Norte|Natal]]\n| attendance=\n| referee=\n}}\n\n=== Semi-finais ===\n{{footballbox collapsible\n| date= 14 de Maio de 1940\n| time= \n| team1={{Futebol Alecrim}}\n| score= 0:1\n| report=\n| team2=Paissandu\n| goals1= \n| goals2= \n| stadium=[[Est\u00e1dio Juvenal Lamartine]], [[Natal, Rio Grande do Norte|Natal]]\n| attendance=\n| referee=\n| stack = yes\n}}\n{{footballbox collapsible\n| date= 14 de Maio de 1940\n| time= \n| team1={{Futebol ABC}}\n| score= 1:0\n| report=\n| team2=[[Santa Cruz Futebol Clube (Natal)|Santa Cruz]]\n| goals1=\n| goals2= \n| stadium=[[Est\u00e1dio Juvenal Lamartine]], [[Natal, Rio Grande do Norte|Natal]]\n| attendance=\n| referee=\n}}\n\n=== Final ===\n{{footballbox collapsible\n| date= 14 de Maio de 1940\n| time= \n| team1={{Futebol ABC}}\n| score= 1:0\n| report=\n| team2=Paissandu\n| goals1= \n| goals2= \n| stadium=[[Est\u00e1dio Juvenal Lamartine]], [[Natal, Rio Grande do Norte|Natal]]\n| attendance=\n| referee=\n| stack = yes\n}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es Externas==\n[http://www.rsssfbrasil.com/tablesrz/rn1940in.htm RSSSF Torneio In\u00edcio de 1940]\n\n\n{{Futebol do Rio Grande do Norte}}\n\n[[Categoria:Competi\u00e7\u00f5es de futebol do Rio Grande do Norte]]"}]},"3686637":{"pageid":3686637,"ns":0,"title":"OCC","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o|OCC}}\n* [[Orange County Choppers]]\n* [[Orquestra Cl\u00e1ssica do Centro]]\n* [[Osborne Computer Corporation]]\n* [[The Official Charts Company]]\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00e3o]]"}]},"2259771":{"pageid":2259771,"ns":0,"title":"Ferrovia Litor\u00e2nea Sul","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Desatualizado}}\n{{Info/Ferrovia\n |nome = Ferrovia Litor\u00e2nea Sul (EF-485, EF-451)\n|margem-pictograma = -28px\n |mapa = \n |legenda_mapa = Azul: em projeto\n |abrevia\u00e7\u00f5es = EF-485, EF-451\n |local_de_opera\u00e7\u00e3o = Santa Catarina\n |ano_inicial = em projeto\n |ano_final = em projeto\n |bitola = 1,000 m\n |frota_locomotivas = \n |frota_vag\u00f5es = \n |sucessora = \n |antecessora = \n}}\nA '''Ferrovia Litor\u00e2nea''' foi inclu\u00edda no Plano Nacional de Via\u00e7\u00e3o no dia 5 de Maio de 2008[http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Exm/EMI-3-MT-MP-MF-Mpv-427-08.htm] com as identifica\u00e7\u00f5es de EF-451 e EF-485. A parte dela denominada EF-485 ligar\u00e1 as cidades de [[Porto Uni\u00e3o]] e [[S\u00e3o Francisco do Sul]], enquanto que a EF-451 ligar\u00e1 as cidades de S\u00e3o Francisco do Sul (SC) e [[Imbituba]] (SC).\n\n== Trecho litor\u00e2neo (EF-451) ==\nAt\u00e9 26 de Junho de 2009 deve ser conclu\u00edda uma licita\u00e7\u00e3o para a elabora\u00e7\u00e3o do Estudo de Impacto Ambiental deste trecho.[http://www1.dnit.gov.br/editais/consulta/resumo.asp?NUMIDEdital=1396] O cons\u00f3rcio vencedor ter\u00e1 ent\u00e3o 540 dias para realizar o estudo.\n\n== Trecho do interior (EF-485) ==\nEste trecho da ferrovia ligar\u00e1 as cidades de Porto Uni\u00e3o, [[Mafra (Santa Catarina)|Mafra]] e S\u00e3o Francisco do Sul, todas no estado de Santa Catarina, totalizando 460 km.\n\n== Trecho vetado (EF-488) ==\nUm outro trecho da Ferrovia Litor\u00e2nea Sul de Santa Catarina, denominado, EF-488 foi vetado do Plano Nacional de Via\u00e7\u00e3o por ser coincidente com a [[Ferrovia Tereza Cristina]].[http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11772.htm#anexoi]\n\n== Trecho vetado (EF-140) ==\nUm trecho identico ao da EF-451 j\u00e1 foi proposto para ser incluso no Plano Nacional de Via\u00e7\u00e3o com a identifica\u00e7\u00e3o de EF-140, mas este foi vetado.[http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11297.htm] Para licita\u00e7\u00f5es que usem a refer\u00eancia EF-140 deve-se considerar que na verdade elas se referem a EF-451.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Semimagem|Brasil=sim|data=mar\u00e7o de 2010}}\n{{Esbo\u00e7o-trem}}{{Esbo\u00e7o-br}}\n\n{{Ferrovias Brasileiras}}\n\n[[Categoria:Ferrovias do Brasil|Litoranea]]\n[[Categoria:Transportes de Porto Uni\u00e3o]]\n[[Categoria:Transportes de S\u00e3o Francisco do Sul]]\n[[Categoria:Transportes de Imbituba]]"}]},"2208648":{"pageid":2208648,"ns":0,"title":"Spelle","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Cidade da Alemanha|\n|nome = Spelle\n|imagem = Bahnhof Spelle.JPG\n|texto da imagem = Esta\u00e7\u00e3o de trem de Spelle\n|bras\u00e3o = DEU Spelle COA.png\n|lat_deg = 52 |lat_min = 22 |lat_sec = 00\n|lon_deg = 07 |lon_min = 28 |lon_sec = 0\n|mapa distrito = Spelle Emsland.png\n|estado = [[Baixa Sax\u00f4nia]]\n|distrito = [[Emsland (distrito)|Emsland]]\n|Samtgemeinde = [[Spelle (Samtgemeinde)|Spelle]]\n|altitude = 35\n|\u00e1rea = 34,20\n|popula\u00e7\u00e3o = 8.406\n|censo = 31/12/[[2007]]\n|densidade = 245,79\n|codigopostal = 48480\n|codigotelefone = 05977\n|placa = EL\n|endere\u00e7o = Hauptstr. 43
48480 Spelle\n|website = spelle.de\n|prefeito = Georg Holtk\u00f6tter\n|partido = [[Uni\u00e3o Democrata-Crist\u00e3|CDU]]\n|}}\n'''Spelle''' \u00e9 um [[Munic\u00edpios da Alemanha|munic\u00edpio]] da [[Alemanha]] localizado no [[Anexo:Lista de distritos rurais da Alemanha|distrito]] de [[Emsland (distrito)|Emsland]], [[estados da Alemanha|estado]] da [[Baixa Sax\u00f4nia]].\n\u00c9 membro e sede do [[Samtgemeinde]] de [[Spelle (Samtgemeinde)|Spelle]].{{citar web|url=http://www.lskn.niedersachsen.de/download/59963 |t\u00edtulo=Bev\u00f6lkerung der Gemeinden am 31. Dezember 2010|autor=|data=|publicado=Landesbetrieb f\u00fcr Statistik und Kommunikationstechnologie Niedersachsen (LSKN)|l\u00edngua2=de}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geode}}\n{{Alemanha/distrito Emsland}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Baixa Sax\u00f4nia]]"}]},"1357776":{"pageid":1357776,"ns":0,"title":"Prichard (Alabama)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade dos EUA|\n|nome = Prichard\n|imagem = \n|imagem_legenda = \n|estado = Alabama\n|condado = [[Condado de Mobile (Alabama)|Condado de Mobile]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 28151\n|data_pop = 2006\n|\u00e1rea = 65.8\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 0.2\n|latG = 30\n|latM = 44\n|latS = 52\n|latP = N\n|lonG = 88\n|lonM = 6\n|lonS = 1\n|lonP = W\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = \n|c\u00f3digoFIPS = 62496\n|tipo = cidade\n|mapa_detalhado= \n}}\n'''Prichard''' \u00e9 uma [[cidade]] localizada no [[Estados dos Estados Unidos da Am\u00e9rica|estado]] [[Estados Unidos da Am\u00e9rica|americano]] de [[Alabama]], no [[Condado de Mobile (Alabama)|Condado de Mobile]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] americano de 2000, a sua popula\u00e7\u00e3o era de 28.633 [[habitante]]s.{{Citar web |url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |titulo=U.S. Census Bureau. Census 2000 Summary File 1 |acessodata=2007-10-11 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |arquivodata=2010-01-11 |urlmorta=yes }}\nEm 2006, foi estimada uma popula\u00e7\u00e3o de 28.151,[http://www.census.gov/popest/datasets.html U.S. Census Bureau. Estimativa da popula\u00e7\u00e3o (julho de 2006)] um decr\u00e9scimo de 482 (-1.7%).\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de\n66,0 km\u00b2, dos quais 65,8 km\u00b2 cobertos por terra e 0,2 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[Raio (geometria)|raio]] de 24 km ao redor de Prichard.\n
\n[[Ficheiro:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Ficheiro:Map pointer black.svg|20px]]'''Prichard'''}}\n{{Image label|x=0.530|y=0.465|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|16px|Localidade com 6364 habitantes (2000).]] [[Chickasaw (Alabama)|Chickasaw]] (2 km) }}\n{{Image label|x=0.653|y=0.193|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidade com 2002 habitantes (2000).]] [[Creola (Alabama)|Creola]] (18 km) }}\n{{Image label|x=0.884|y=0.743|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|20px|Localidade com 16581 habitantes (2000).]] [[Daphne (Alabama)|Daphne]] (24 km) }}\n{{Image label|x=0.495|y=0.642|scale=400|text=[[Ficheiro:Dot-yellow.svg|20px|Localidade com 198915 habitantes (2000).]] [[Mobile (Alabama)|Mobile]] (8 km) }}\n{{Image label|x=0.515|y=0.339|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|18px|Localidade com 12288 habitantes (2000).]] [[Saraland (Alabama)|Saraland]] (9 km) }}\n{{Image label|x=0.583|y=0.278|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|16px|Localidade com 5687 habitantes (2000).]] [[Satsuma (Alabama)|Satsuma]] (13 km) }}\n{{Image label|x=0.820|y=0.665|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|16px|Localidade com 5423 habitantes (2000).]] [[Spanish Fort (Alabama)|Spanish Fort]] (19 km) }}\n{{Image label|x=0.356|y=0.911|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|16px|Localidade com 6811 habitantes (2000).]] [[Theodore (Alabama)|Theodore]] (23 km) }}\n{{Image label|x=0.325|y=0.843|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|20px|Localidade com 15685 habitantes (2000).]] [[Tillmans Corner (Alabama)|Tillmans Corner]] (21 km) }}\n

\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Prichard|Alabama}}\n\n[[Categoria:Cidades do Alabama]]"}]},"1035119":{"pageid":1035119,"ns":0,"title":"La com\u00e9die humaine","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais notas|data=dezembro de 2020}}\n*'''Nota''': ''Para outros significados para a mesma express\u00e3o, consulte [[Com\u00e9dia Humana]].''\n[[Ficheiro:La Com\u00e9die humaine 06.jpg|thumb|right|250px|Volumes d'A Com\u00e9dia Humana, na edi\u00e7\u00e3o [[Inglaterra|inglesa]] de [[1901]]]]\n'''''La com\u00e9die humaine''''' (em [[L\u00edngua portuguesa|portugu\u00eas]] ''A com\u00e9dia humana'') \u00e9 o t\u00edtulo pelo qual o autor franc\u00eas [[Honor\u00e9 de Balzac]] decidiu chamar todo o conjunto de sua obra, com exce\u00e7\u00e3o de alguns romances iniciais, e que constitui 95 obras conclu\u00eddas e 48 inconclusas,Pierre Citron edition, vol 1, 49-50. em sua maior parte romances, novelas e contos, que retratam principalmente a ascens\u00e3o da [[burguesia]], ocorrida \u00e0 \u00e9poca da [[Restaura\u00e7\u00e3o francesa]].\n\n''La com\u00e9die humaine'' \u00e9 constantemente republicada na \u00edntegra ou experimenta a publica\u00e7\u00e3o solit\u00e1ria de alguns de seus romances. No [[Brasil]], foi publicada integralmente em dezessete volumes, entre [[1945]] e [[1953]], pela [[Editora Globo]], de [[Porto Alegre]] e reeditada entre [[1989]] e [[1993]], pela nova [[Editora Globo]] em ambas as ocasi\u00f5es com orienta\u00e7\u00e3o, introdu\u00e7\u00f5es e notas de [[Paulo R\u00f3nai]].\n\n== Vis\u00e3o geral ==\n[[Ficheiro:Edouard Manet Pflasterer in der Rue Mosnier.jpg|thumb|right|Rua Mosnier, na Paris do s\u00e9culo XIX, em obra de [[Manet]]]]\n=== Uma tarefa colossal ===\nTudo n'''A Com\u00e9dia Humana'' \u00e9 imenso: dezessete volumes (nas edi\u00e7\u00f5es brasileiras), noventa e cinco obras (mas planejada para ter cento e trinta e sete), mais de dez mil e seiscentas p\u00e1ginas (na edi\u00e7\u00e3o da nova Editora Globo), mais de dois mil e quinhentos personagens. No entanto, Balzac n\u00e3o se referia a si mesmo como escritor e, sim, como [[historiador]] de costumes. Conforme Terezinha de Camargo Viana, \"Balzac, ao se propor como \"historiador de costumes\", tem como perspectiva assinalar o processo de profundas mudan\u00e7as pelas quais passa a sociedade francesa na primeira metade do s\u00e9culo XIX, evidenciando a transi\u00e7\u00e3o do Antigo Regime \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o da moderna sociedade burguesa\".VIANA, Terezinha de Camargo, estudo introdut\u00f3rio a DAVIN, F\u00e9lix e BALZAC, Honor\u00e9 de, '''Estudos de Costumes no S\u00e9culo XIX - Introdu\u00e7\u00e3o''', p\u00e1g. 12, [[2007]], [[Bras\u00edlia]]: [[Editora UnB]] Para atingir este objetivo, o autor introduziu na literatura assuntos, profiss\u00f5es e classes que nela nunca tiveram lugar antes: o sistema de [[transporte]]\ninterurbano na Fran\u00e7a, o processo da [[tipografia]], o [[jornalismo]] nascente, a rotina dos cart\u00f3rios e dos escrit\u00f3rios de [[advocacia]], os comerciantes e suas listas de clientes e fornecedores, o sistema de descontos de letras, a confec\u00e7\u00e3o de perfumes, atas de concordatas, montagem de processos de [[fal\u00eancias]] etc, a nada Balzac se furtou, sem jamais cair no rid\u00edculo ou na monotonia. Tratou tamb\u00e9m da luta de classes (seu romance p\u00f3stumo ''Os Camponeses'' cont\u00e9m, pela primeira vez na literatura, a palavra \"[[comunismo]]\"), do [[espiritismo]], dos meandros da [[pol\u00edtica]], do [[misticismo]] e de temas espinhosos, como o [[lesbianismo]]. Ali\u00e1s, segundo [[Otto Maria Carpeaux]], o g\u00eanero liter\u00e1rio ''romance'' divide-se em antes e depois de Balzac. Antes, como em ''Manon Lescaut'', do [[Abade Pr\u00e9vost]], ''A Princesa de Cl\u00e8ves'', de [[Madame de La Fayette]] ou ''A Nova Helo\u00edsa'', de [[Jean-Jacques Rousseau]], um romance seria \"a rela\u00e7\u00e3o de uma hist\u00f3ria extraordin\u00e1ria, 'romanesca', fora do comum . Depois, o espelho do nosso mundo, dos nossos pa\u00edses, das nossas cidades e ruas, das nossas casas, dos dramas que se passam em nossos apartamentos e quartos\".CARPEAUX, Otto Maria, '''Hist\u00f3ria da Literatura Ocidental''', Vol. VI, p\u00e1gs. 1397-1398, 2a. edi\u00e7\u00e3o, revista e atualizada, [[1982]], [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]]: Editorial Alhambra\n\n=== Do romance popular \u00e0 provoca\u00e7\u00e3o a Dante ===\nO primeiro volume saiu em [[1842]], mas a essa altura quase todas as obras j\u00e1 haviam sido publicadas, tanto em jornais como em forma de livros. Balzac estreou nas letras na d\u00e9cada de [[1820]], escrevendo subliteratura influenciada pelo romance [[Literatura g\u00f3tica|g\u00f3tico]], com t\u00edtulos como ''A \u00daltima Fada ou a Nova L\u00e2mpada Maravilhosa'', ''Anette e o Criminoso'', ''Jo\u00e3o Lu\u00eds ou a Enjeitada'' e ''Clotilde de Lusignan ou o Belo Judeu''. Sabia que eram livros sem nenhum valor art\u00edstico, por isso assinava-os com pseud\u00f4nimos como Lord R'hoone e Horace de Sainte-Aubin. Finalmente, em [[1829]] publicou o primeiro t\u00edtulo que assinou com seu nome, o romance hist\u00f3rico ''A Bretanha em [[1799]]''. A partir da\u00ed, em um ritmo cada vez mais fren\u00e9tico, sa\u00edram at\u00e9 [[1833]], entre outros, ''A Pele de Onagro'', ''Lu\u00eds Lambert'', ''Sobre Catarina de M\u00e9dicis'', ''Fisiologia do Casamento'', ''O Coronel Chabert'', ''[[Eug\u00eania Grandet]]'' e uma grande quantidade de contos, como ''Uma Paix\u00e3o no Deserto'', ''O Romeiral'', ''A Obra-Prima Ignorada'', ''O Ilustre Gaudissart'', ''A Estalagem Vermelha'' etc. Em [[1834]], resolve classificar todas as suas obras em tr\u00eas grupos: ''Estudos de Costumes'', ''Estudos Filos\u00f3ficos'' e ''Estudos Anal\u00edticos''. Finalmente, em 1842 encontra o t\u00edtulo definitivo de todo o conjunto: ''A Com\u00e9dia Humana'', um evidente contraponto \u00e0 [[Divina Com\u00e9dia]] de Dante.\n[[Ficheiro:Thomas Girtin 004.jpg|thumb|left|Rua Saint-Denis, em Paris, cen\u00e1rio de ''[[La Maison du chat-qui-pelote|Ao \"Chat-Qui-Pelote]]\"'', novela que abre A Com\u00e9dia Humana. Aquarela do artista [[Inglaterra|ingl\u00eas]] Thomas Girtin]]\n\n=== A volta sistem\u00e1tica das personagens ===\nAinda em 1834, Balzac teve a ideia, in\u00e9dita na hist\u00f3ria da literatura, de fazer reaparecer suas personagens em diferentes obras, em diferentes est\u00e1gios de suas vidas: aqui na juventudade, ali velhos e pobres, acol\u00e1 ministros ou banqueiros; aqui coadjuvantes, ali figuras centrais; felizes em um conto, infelizes em um romance; por vezes ainda ing\u00eanuos e cheios de sonhos, uns rematados cr\u00e1pulas em outro momento etc. Essa inven\u00e7\u00e3o \"original\u00edssima e de grande alcance, cujo m\u00e9rito cabe exclusivamente a Balzac\", nas palavras de Paulo R\u00f3nai,R\u00d3NAI, Paulo, ''Balzac e A Com\u00e9dia Humana'', p\u00e1g. 15, 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 1993, S\u00e3o Paulo: Editora Globo repercutiu n\u00e3o muito favoravelmente \u00e0 \u00e9poca, mas teve uma enorme influ\u00eancia sobre in\u00fameros escritores, entre eles [[Camilo Castelo Branco]], [[Marcel Proust]], [[William Faulkner]] e [[Jos\u00e9 Lins do Rego]]. Decis\u00e3o tomada, Balzac p\u00f4s-se a refazer muitas de suas obras, trocando nomes e biografias de personagens, ajustando situa\u00e7\u00f5es, datas, etc at\u00e9 conseguir um todo coerente. Considerando-se que a galeria dos tipos criados pelo autor chega \u00e0 casa dos milhares, \u00e9 surpreendente que ele raras vezes tenha se enganado em algum pormenor f\u00edsico, psicol\u00f3gico ou biogr\u00e1fico de suas criaturas. Naturalmente, nem todas as personagens participam de mais de uma obra: Oscar Husson, por exemplo, protagoniza e s\u00f3 aparece em ''Uma Estreia na Vida''; C\u00e9sar Birotteau est\u00e1 todo em ''Hist\u00f3ria da Grandeza e da Decad\u00eancia de C\u00e9sar Birotteau''; e assim, com in\u00fameros outros. Entretanto, aproximadamente seiscentos, como [[Rastignac|Eug\u00eanio de Rastignac]], a [[Marquesa d'Espard]], o [[Horace Bianchon|doutor Bianchon]], a Condessa de Restaud, arrivistas como [[Maxime de Trailles|M\u00e1ximo de Trailles]] e [[Henri de Marsay|Henrique de Marsay]], a [[Florine (Balzac)|corista Florina]], o caricaturista [[Jean-Jacques Bixiou|Bixiou]], o d\u00e2ndi [[Portugal|portugu\u00eas]] [[Marqu\u00eas d'Ajuda-Pinto|Marqu\u00eas Miguel d'Ajuda-Pinto]] e um longo ''etc'' transitam por diversos livros, \u00e0s vezes como personagens principais, \u00e0s vezes (ou sempre) secund\u00e1rias, \u00e0s vezes apenas entrevistos ou entreouvidos. S\u00f3 ''Esplendores e Mis\u00e9rias das Cortes\u00e3s'', por exemplo, conta com mais de cento e cinquenta reapari\u00e7\u00f5es! O fato dessa t\u00e9cnica transformar cada romance, novela ou conto em cap\u00edtulos de um conjunto maior e \u00fanico, n\u00e3o significa que eles n\u00e3o possam ser lidos separadamente, com rar\u00edssimas exce\u00e7\u00f5es.\n[[Ficheiro:Camille Pissarro 009.jpg|thumb|right|Bulevar [[Montmartre]], por onde circularam muitos personagens de Balzac, em \u00f3leo de [[Pissarro]]]]\n\n=== Pensamento conservador, analista imparcial ===\nCheio de ideias, com mil planos na cabe\u00e7a e atormentado por eternas d\u00edvidas, Balzac imp\u00f4s-se uma rotina insana que fazia com que trabalhasse de quatorze a dezoito horas por dia. Apenas em [[1834]] foram publicados ''A Procura do Absoluto'', [[O Pai Goriot]], ''A Duquesa de Langeais'' e ''Um Drama \u00e0 Beira-Mar''; em [[1835]], ''Ser\u00e1fita'', ''[[A Menina dos Olhos de Ouro]]'', ''Melmoth Apaziguado'', ''O L\u00edrio do Vale'' e ''O Contrato de Casamento''. E assim, todo o conjunto que forma ''A Com\u00e9dia Humana'' foi escrito em menos de vinte anos. E de que tratam todos esses livros? A rigor, Balzac fala de uma \u00fanica paix\u00e3o. Por\u00e9m, ao contr\u00e1rio dos escritores at\u00e9 ent\u00e3o, essa paix\u00e3o n\u00e3o \u00e9 mais o [[Amor]], e sim o [[Dinheiro]]: os personagens se humilham, casam, traem e cometem crimes para escalar posi\u00e7\u00f5es sociais, para manter as apar\u00eancias, para adquirir poder. Amor, honra, lealdade, honestidade, tudo se subordina \u00e0s novas tenta\u00e7\u00f5es trazidas pela vida moderna p\u00f3s-[[Revolu\u00e7\u00e3o Francesa]]. Assim, \u00e9 imperioso acalmar credores, resgatar letras vencidas junto a usur\u00e1rios, amortizar d\u00edvidas contra\u00eddas nos elegantes magazines erguidos em luxuosas galerias (os [[centros comerciais]] da \u00e9poca), exibir chap\u00e9us, luvas e bengalas incrustadas de diamantes em passeios pelos bulevares ou ainda ser aceito nos exclusivos sal\u00f5es da fervilhante [[Paris]], a capital do mundo. Carpeaux fez a s\u00edntese: \"A ''Com\u00e9die Humaine'' \u00e9 a \"Trag\u00e9dia do Dinheiro\"\".CARPEAUX, Otto Maria, op. cit., p\u00e1g. 1398 Balzac, n\u00e3o \u00e0 toa considerado o criador do romance moderno, intuiu que apar\u00eancia \u00e9 tudo e que, dentro em pouco, todos estariam sujeitos \u00e0 influ\u00eancia avassaladora da [[imprensa]] e da [[publicidade]]. Por outro lado, apesar de ferrenho monarquista e feroz cat\u00f3lico, e apesar de em v\u00e1rios momentos colocar na boca de algum personagem suas ideias conservadoras, at\u00e9 mesmo reacion\u00e1rias, Balzac disseca com invej\u00e1vel imparcialidade a ascens\u00e3o da odiada burguesia, e a derrocada final da sempre bajulada [[nobreza]], que se afogou em decad\u00eancia moral e se deixou corromper por aquela nova classe social. Por isso, [[Vitor Hugo]], em discurso proferido sobre sua tumba, afirmou que, querendo ou n\u00e3o, Balzac pertencia \"\u00e0 forte ra\u00e7a dos escritores [[revolu\u00e7\u00e3o|revolucion\u00e1rios]]\". [[Friederich Engels]] e [[Karl Marx]], f\u00e3s confessos, n\u00e3o poderiam concordar mais.\n\n=== Os grupos e subgrupos ===\nMesmo depois do in\u00edcio da publica\u00e7\u00e3o dos volumes da ''A com\u00e9dia humana'', Balzac continuava a revisar incessantemente suas obras. Al\u00e9m da divis\u00e3o nos j\u00e1 citados Estudos de Costumes, Filos\u00f3ficos e Anal\u00edticos, criou subdivis\u00f5es, como ''Cenas da vida privada'', ''Cenas da vida provinciana'', ''Cenas da vida parisiense'' etc, num total de seis, todas subordinadas aos Estudos de Costumes. Indeciso, diversos livros foram colocados arbitrariamente pelo autor ora em uma categoria, ora em outra, mesmo porque essas divis\u00f5es sempre foram muito artificiais. ''Ilus\u00f5es Perdidas'', por exemplo, apesar de fazer parte das ''Cenas da Vida Provinciana'', caberia tranquilamente nas ''Cenas da vida parisiense''; as obras arroladas em ''Cenas da vida rural'' poderiam perfeitamente ser colocadas entre as ''Cenas da Vida Provinciana''; j\u00e1 as obras que comp\u00f5em as ''Cenas da Vida Privada'' passam-se em Paris, em sua maioria, da\u00ed poderem fazer parte das ''Cenas da vida parisiense''. Mas, ainda n\u00e3o satisfeito, Balzac criou ainda v\u00e1rias novas subdivis\u00f5es dentro das Cenas: \"Os Primos Pobres\", para acomodar ''A Prima Bette'' e ''O Primo Pons'', \"Os Celibat\u00e1rios\", \"Os Parisienses na Prov\u00edncia\", \"Hist\u00f3ria dos Treze\" etc. Pouco disso era necess\u00e1rio, por\u00e9m demonstra mais uma vez a vontade do autor de ser o mais racional e anal\u00edtico poss\u00edvel.\n\n== As grandes obras ==\nParte do que Balzac escreveu \u00e9 reconhecidamente fraca (o pr\u00f3prio autor concordava com isso) ou ficou datada com o tempo. Entretanto, a grande maioria continua indispens\u00e1vel, pelo que representa de testemunho de uma \u00e9poca e, principalmente, pela relev\u00e2ncia das quest\u00f5es levantadas, ainda atuais um s\u00e9culo e meio depois de virem \u00e0 luz. Para uma rela\u00e7\u00e3o com ''algumas'' das narrativas mais importantes, acompanhadas de um breve coment\u00e1rio, bem como um quadro geral, contendo todas as obras que comp\u00f5em a ''Com\u00e9dia '', ver [[Obras de A Com\u00e9dia Humana de Balzac]].\n\n== Os grandes personagens ==\n=== Uma galeria imensa ===\n[[Ficheiro:BalzacOldGoriot02.jpg|thumb|left|Rastignac e Vautrin, personagens de ''O Pai Goriot''. Autor desconhecido]]\nBalzac povoou suas noventa e cinco obras com mais de dois mil e quinhentos personagens. Muitos s\u00e3o inesquec\u00edveis: [[Lucien de Rubempr\u00e9|Luciano de Rubempr\u00e9]], o poeta ing\u00eanuo de ''[[Illusions perdues|Ilus\u00f5es Perdidas]]''; [[Rastignac|Eug\u00eanio de Rastignac]], o provinciano ambicioso, que inicia sua trajet\u00f3ria vitoriosa em ''[[O Pai Goriot]]''; o demon\u00edaco e manipulador [[Vautrin (Balzac)|Vautrin]], tamb\u00e9m apresentado na mesma obra; toda a fauna de Paris, como os d\u00e2ndis [[Maxime de Trailles|M\u00e1ximo de Trailles]] e [[Henri de Marsay|Henrique de Marsay]], o [[Jean-Jacques Bixiou|caricaturista Bixiou]], o doutor [[Horace Bianchon|Bianchon]], as cortes\u00e3s [[Esther van Gobseck|Ester]] e a [[Val\u00e9rie Marneffe|Sra. Marneffe]] etc; a prima Bette e o primo Pons; aristocratas decadentes como a Marquesa d'Espard e a [[Diane de Maufrigneuse|Duquesa de Maufrigneuse]]; a Cibot; Ser\u00e1fita, o hermafrodita; o adolescente antip\u00e1tico Oscar Husson; Lu\u00eds Lambert, g\u00eanio atormentado; a conformada [[Eug\u00eania Grandet]] e seu pai avarento; [[o Pai Goriot]] e o Coronel Chabert; Birotteau e seus perfumes; [[Jean-Esther van Gobseck|Gobseck]], o usur\u00e1rio fil\u00f3sofo; o juiz Popinot\u2026; a galeria \u00e9 imensa. Obras foram escritas tentando relacionar todos os personagens, com suas respectivas biografias, os livros onde aparecem etc: ''Dictionnaire Biographique des Personnages Fictifs de la Com\u00e9die Humaine'', de Fernand Lotte (Paris, 1952), ''Balzac et Son Monde'', de F\u00e9licien Marceau (Paris, 1955) e ''R\u00e9pertoire de la Com\u00e9die Humaine'', de Anatole Cerfberr e Jules Fran\u00e7ois Christophe (Paris, 1887). A respeito deste \u00faltimo, Paulo R\u00f3nai conta que \"um dos dois autores, Cerfberr, ficou inteiramente alucinado por essa longa conviv\u00eancia com as personagens sa\u00eddas do c\u00e9rebro de Balzac e morreu quase louco imaginando ser ele mesmo uma personagem de ''A Com\u00e9dia''\".R\u00d3NAI, Paulo, op. cit., p\u00e1g. 24\n\n=== Paris, o maior personagem ===\n[[Ficheiro:1815-royalist-fashion.gif|thumb|right|150px|Moda parisiense \u00e0 \u00e9poca da Restaura\u00e7\u00e3o]]\nNo entanto, o maior personagem d'''A Com\u00e9dia Humana'' \u00e9, sem d\u00favida, a cidade de Paris. Balzac situou suas obras por toda a Fran\u00e7a (Issoudun, Sach\u00e9, Tours, Sancerre, Vend\u00f4me etc) ou em outros pa\u00edses ([[It\u00e1lia]], [[Espanha]], [[Noruega]], [[Alemanha]]), contudo nada menos que quarenta e sete (mais da metade, portanto) t\u00eam Paris por cen\u00e1rio, total ou parcialmente; v\u00e1rias come\u00e7am com a descri\u00e7\u00e3o de um aspecto da Cidade-Luz: uma rua, uma loja, uma casa, o comportamento dos parisienses etc. Balzac foi, e ainda \u00e9, o maior de todos que se aventuraram a cantar Paris. Mas, que Paris seria esta? \"A Paris dos dramas escondidos, dos devotamentos desconhecidos, das ignom\u00ednias humanas desapercebidas\u2026A Paris leprosa do bairro dos estudantes, a prestigiosa do Faubourg Saint-Germain, a barulhenta dos neg\u00f3cios (\u2026), onde mulheres elegantes, belas, aduladas, v\u00e3o do seu amante ao agiota\".TAILLANDIER, Fran\u00e7ois, '''Balzac''', p\u00e1g 79, [[2006]], Porto Alegre:[[L&PM Editores]] Jovens de todos os continentes procuram Paris, em busca de riqueza, de fama, at\u00e9 (por que n\u00e3o?) de amor. A maioria se deixa consumir pelo fogo da cidade e morre em silenciosa solid\u00e3o; outros sobrevivem de expedientes desonestos e se esquivam por furtivas vielas; outros h\u00e1 que desistem e voltam para suas aldeias, envergonhados e ressentidos; e h\u00e1 os que vencem, brilham intensamente, chegar\u00e3o a ministros, por\u00e9m j\u00e1 sem alma, presas de lux\u00faria, gan\u00e2ncia e cinismo. Mas essa fe\u00e9rica Paris, que Balzac, ele mesmo parisiense apaixonado, chama de \"uma doen\u00e7a e at\u00e9 v\u00e1rias doen\u00e7as\", \"deserto sem bedu\u00ednos\", \"um instrumento que \u00e9 preciso saber tocar\" etc,Cita\u00e7\u00f5es encontradas em R\u00d3NAI, Paulo, op. cit., p\u00e1gs. 111, 112 e 119 \u00e9 tamb\u00e9m a capital das ideias, do luxo e da civiliza\u00e7\u00e3o; enfim, como disse um personagem de ''Modesta Mignon'', Paris \u00e9 \"um inferno que se ama\".Idem, p\u00e1g. 123\n\n== ''A Com\u00e9dia Humana'' e o [[Brasil]] ==\nContinuamente perseguido pelos credores e escravo da monstruosa tarefa a que se prop\u00f4s, Balzac sonhava com solu\u00e7\u00f5es milagrosas, que iriam tir\u00e1-lo do atoleiro em que se encontrava, n\u00e3o importa qu\u00e3o absurdas elas fossem. No auge do desespero, chegou a pensar em mudar-se para o Brasil! Em [[1840]], escreve \u00e0 Condessa Hanska, sua amante: \"Cheguei ao cabo de minha resigna\u00e7\u00e3o. Creio que deixarei a Fran\u00e7a e irei levar meus ossos ao Brasil, num empreendimento louco e que escolhi justamente por causa da sua loucura\u2026Este \u00e9 um projeto absolutamente firmado que ser\u00e1 posto em execu\u00e7\u00e3o ainda este inverno\".Cita\u00e7\u00e3o encontrada em R\u00d3NAI, Paulo, '''A Vida de Balzac''', p\u00e1g. 116, 2a. edi\u00e7\u00e3o revista, [[1999]], Rio de Janeiro: [[Ediouro]] Como era de se esperar, desiste de tudo no m\u00eas seguinte. Mas o autor costumava seguir a vida do Brasil pelos jornais, e acabou por coloc\u00e1-lo em v\u00e1rias obras. Para ele, o Brasil era uma terra ex\u00f3tica, cheia de oportunidades e onde era poss\u00edvel enriquecer rapidamente. Enfim, nada de muito diferente da imagem que a Europa tinha do pa\u00eds e, por extens\u00e3o, das Am\u00e9ricas.\n\n[[Ficheiro:Nicolas-Antoine Taunay 02.jpg|thumb|right|Rio de Janeiro nos tempos de Balzac: Largo da Carioca, \u00f3leo de [[Nicolas-Antoine Taunay]]]]\nEm ''O Baile de Sceaux'', Maximiliano de Longueville associa-se a um banqueiro e fica rico numa especula\u00e7\u00e3o no Brasil; Carlos Grandet, de ''[[Eug\u00eania Grandet]]'', parte para o tr\u00e1fico de escravos, entre outras atividades igualmente recrimin\u00e1veis, e tamb\u00e9m enriquece; o Marqu\u00eas de Aiglemont, personagem de ''A Mulher de Trinta Anos'', conhecia muito bem as costa dos Brasil, depois de muito trabalho e perigosas viagens que o deixaram rico. Os [[diamante]]s brasileiros tamb\u00e9m marcaram sua presen\u00e7a: em ''Gobseck'', o usur\u00e1rio do mesmo nome reclama que a j\u00f3ia est\u00e1 se desvalorizando porque o Brasil abarrotou a Europa com pedras menos puras que as da [[\u00cdndia]]; outro usur\u00e1rio, o joalheiro Elias Magus, concorda que o diamante brasileiro \u00e9 mesmo inferior, em ''Um Contrato de Casamento''. Por outro lado, Rafael de Valentin, o infeliz de ''A Pele de Onagro'', pensou certa vez em se mudar para o Brasil; as \"duras cangas do Brasil\" s\u00e3o citadas numa frase perdida em ''Z. Marcas''; em ''Um Caso Tenebroso'', o olhar do personagem Michu \u00e9 em certo momento comparado aos jaguares do pa\u00eds; Ferragus, na novela do mesmo nome, d\u00e1-se com o [[embaixador]] do Brasil.\n\nCite-se, ainda, o milion\u00e1rio Bar\u00e3o Henrique Montes de Montejanos, \u00fanica personagem brasileira da ''Com\u00e9dia Humana'' (apesar do nome castelhanizante), que tem papel destacado na trama de ''A Prima Bette''; o bar\u00e3o \u00e9 moreno, cara fechada, traja-se de acordo com a moda parisiense e usa um grande diamante na gravata\u2026 \n\nDevido aos la\u00e7os hist\u00f3ricos e afetivos que unem o Brasil a [[Portugal]], n\u00e3o se pode esquecer do abonado Marqu\u00eas Miguel d'Ajuda-Pinto, personagem portugu\u00eas cuja fam\u00edlia possui liga\u00e7\u00f5es com os Bragan\u00e7as, e que aparece em v\u00e1rias obras: ''[[O Pai Goriot]]'', ''Esplendores e Mis\u00e9rias das Cortes\u00e3s'', ''Os Segredos da Princesa de Cadignan'' e ''Beatriz''. No princ\u00edpio um dos d\u00e2ndis mais distintos de Paris, o Marqu\u00eas tem uma trajet\u00f3ria rica pela ''Com\u00e9dia'', casando-se, intrigando, apaixonando-se e participando de conspira\u00e7\u00f5es.\n\n== Presen\u00e7a d'''A Com\u00e9dia Humana'' ==\n{{Veja|Honor\u00e9 de Balzac#Legado|Legado de Honor\u00e9 de Balzac}}\n[[Ficheiro:Camilo Castelo Branco.jpg|thumb|left|100px|[[Camilo Castelo Branco]] escreveu as ''[[Novelas do Minho]]'' influenciado por Balzac. Gravura de [[Francisco Pastor]].]]\nConquanto o p\u00fablico sempre prestigiasse as obras de Balzac, a quase totalidade da cr\u00edtica negava seu valor. Com exce\u00e7\u00e3o de [[Victor Hugo]] e [[Th\u00e9ophile Gautier|Te\u00f3filo Gautier]], eram poucas as pessoas do meio liter\u00e1rio com quem o autor podia contar, mesmo j\u00e1 pr\u00f3ximo de sua morte, em [[1850]]. Entretanto, cem anos depois, a bibliografia balzaquiana contava seis mil t\u00edtulos! Uma procura na Internet resulta em um milh\u00e3o e quinhentas mil refer\u00eancias. Balzac \u00e9 hoje universal. Sua obra come\u00e7ou a ser reconhecida ainda no s\u00e9culo XIX: [[Dostoi\u00e9vski]] traduziu ''[[Eug\u00eania Grandet]]'' para o russo e teria sido influenciado pelo autor em obras como o conto ''O Senhor Prokh\u00e1rtchin'' ([[1846]]) e o romance inacabado ''Ni\u00e9totchka Niezv\u00e2nova'' ([[1849]]); em Portugal, Camilo Castelo Branco escreveu um conjunto de oito narrativas a que deu o nome de ''[[Novelas do Minho]]'', ([[1875]]-[[1877]]), inspiradas em Balzac; j\u00e1 [[E\u00e7a de Queir\u00f3s]] idealizou as ''Cenas da Vida Portuguesa'', ciclo de romances destinados a retratar a sociedade portuguesa ap\u00f3s o estabelecimento do [[liberalismo]] em Portugal, sob [[Pedro I do Brasil|D. Pedro IV]] (D. Pedro I no Brasil), dos quais vieram \u00e0 luz ''Os Maias'' e ''A Capital''; a ''Com\u00e9dia'' \u00e9 a precursora do chamado ''roman-fleuve'', ou \"romance-rio\", como ''Os Rougon-Macquart'' ([[1871]]-[[1893]]), de [[\u00c9mile Zola]], ''Jean Christophe'' ([[1904]]-[[1912]]), de [[Romain Rolland]], ''Em Busca do Tempo Perdido'' ([[1913]]-[[1927]]), de Marcel Proust e ''Os Thibault'' ([[1922]]-[[1940]]), de [[Roger Martin du Gard]]. Balzac tamb\u00e9m est\u00e1 presente, por exemplo, na obra do escritor brasileiro Jos\u00e9 Lins do Rego, particularmente nos romances do chamado ''Ciclo da Cana-de-A\u00e7\u00facar'' e em [[William Faulkner]], ficcionista [[EUA|estadunidense]], criador do m\u00edtico Condado Yoknapatawpha, por onde circulam gera\u00e7\u00f5es de Compsons, Sartoris, McCaslins, Snopes etc.\n\n''[[O Pai Goriot]]'', ''Pierrette'', ''A Pele de Onagro'', ''[[Eug\u00eania Grandet]]'', ''Uma Mulher Abandonada'' e muitas outras obras j\u00e1 foram adaptadas para o cinema ou televis\u00e3o. ''A Prima Bete'', inclusive, j\u00e1 foi filmada tr\u00eas vezes, sendo a mais recente em [[1998]]; em [[1990]], [[G\u00e9rard Depardieu]] encarnou o autor em uma miniss\u00e9rie francesa do mesmo nome, que conta sua vida; em [[2001]], outra miniss\u00e9rie francesa, ''Rastignac ou os Ambiciosos'' (\"Rastignac ou les Ambitieux\", no original), trouxe para o presente as vidas de Eug\u00eanio de Rastignac, Luciano de Rubempr\u00e9 e outros personagens balzaquianos, conservando todas suas motiva\u00e7\u00f5es e caracter\u00edsticas psicol\u00f3gicas; j\u00e1 em ''Balzac e a Costureirinha Chinesa'' (\"Xiao Cai Feng\" no original), filme chin\u00eas de [[2002]], dois jovens s\u00e3o enviados a uma vila nos confins da [[China]] para serem reeducados. L\u00e1, descobrem uma caixa cheia de livros de Balzac e outros autores e passam a l\u00ea-los para a popula\u00e7\u00e3o, enquanto se apaixonam pelos personagens balzaquianos, principalmente \u00darsula Mirouet, e pela costureira do t\u00edtulo, cujo futuro \u00e9 determinado pelo comportamento das mulheres criadas por Balzac.\n\nCom a consolida\u00e7\u00e3o do [[capitalismo]] e, consequentemente, da moral burguesa, para uma quantidade imensa de pessoas o Dinheiro e o que ele proporciona\u2014poder, ascens\u00e3o social, bens de consumo\u2014s\u00e3o o principal, e muitas vezes o \u00fanico, valor a considerar. Em um cen\u00e1rio assim, Balzac est\u00e1 totalmente \u00e0 vontade (e discretamente vingado), pois sua obra, iniciada h\u00e1 quase dois s\u00e9culos, continua mais pertinente que nunca.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{link|fr|2=http://www.v2asp.paris.fr/musees/balzac/|3=Museu Balzac}}\n* {{link|en|2=http://www.gutenberg.org/etext/17635|3=Livro ''Repert\u00f3rio da Com\u00e9dia Humana'', de Anatole Cerfberr e Jules Fran\u00e7ois Christophe}}\n\n{{La com\u00e9die humaine}}\n\n{{Portal3|Literatura}}\n{{authority control}}\n{{DEFAULTSORT:Comedie Humaine}}\n[[Categoria:Livros da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Honor\u00e9 de Balzac]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:1815-royalist-fashion.gif"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:BalzacOldGoriot02.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Books-aj.svg aj ashton 01.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Camille Pissarro 009.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Camilo Castelo Branco.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Edouard Manet Pflasterer in der Rue Mosnier.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:La Com\u00e9die humaine 06.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Nicolas-Antoine Taunay 02.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Question book-new.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Thomas Girtin 004.jpg"}]}}}}