Pigatti Contabilidade - Calcule a alíquota do Simples Nacional.
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Tabela Simples Nacional 2020

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Calcule sua alíquota do simples nacional


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ALGUNS PONTOS IMPORTANTES DO SIMPLES NACIONAL

Limites de Faturamento para simples nacional
R$ 4.800.000,00 milhões
Detalhe importante: Quando o faturamento passar de R$3,6 milhões somados os últimos 12 meses o ICMS e ISS serão cobrados apartados do DAS e com todas as obrigações acessórias de uma empresa normal.
Quando isso ocorrer, apenas os impostos federais terão recolhimento unificado, ou seja, ela poderá ser optante pelo Simples Nacional, mas ainda assim ter que cumprir suas obrigações relativas ao ICMS e ao ISS no respectivo Estado, Distrito Federal ou Município

Alíquotas do simples nacional
A alíquota não é simplesmente aplicada sobre a receita bruta mensal.
Para saber a alíquota a ser paga será necessário realizar um cálculo que consiste em inclui a receita bruta acumulada nos doze meses anteriores e o desconto fixo descrito na tabela do anexo.

A alíquota aumenta gradativamente e numa intensidade equilibrada que no modelo anterior que era por faixa de faturamento.

Exemplos:
Até 2017, uma empresa com faturamento de R$360 mil e outra com faturamento de R$180 mil que tivessem o mesmo faturamento no mês, R$ 10 mil, por exemplo, pagariam o mesmo valor de imposto.
Agora, este cálculo levará em conta todo o faturamento acumulado.
Isso quer dizer que, dependendo das movimentações do seu faturamento (negócios com alta sazonalidade, por exemplo), o anexo e a alíquota em que o seu negócio será tributado podem variar de um mês para o outro.


Tabelas do Simples Nacional
São 05 (cinco) anexos, sendo 03 (três) para serviços, 01 (um) para comércio e 1(um) para indústria.

Tributação x Mão de Obra
A tributação de algumas atividades depende do nível de utilização de mão-de-obra remunerada de pessoas nos últimos 12 meses, considerados salários, pró-labore, contribuição patronal previdenciária e FGTS.

Participação do Investidor-anjo
O investidor-anjo é uma nova categoria para aqueles que investem capital em micro e pequenas empresas para incentivá-las. Esses investidores podem ser Pessoas Físicas, Jurídicas ou ainda um fundos de investimento e participarão dos lucros obtidos. Seus contratos terão duração de sete anos, o que não garantirá direito a voto, gerência ou responsabilidade por dívidas da empresa. Essa figura também terá preferência de compra em uma futura venda da empresa.

A reciprocidade social
As micro e pequenas empresas que contratarem jovem-aprendiz ou pessoa portadora de deficiência terão acesso à linhas de crédito especiais.

Fiscalização
As informações do Simples nacional são cruzadas com os dados da Receita Federal, Estadual e dos órgãos municipais para facilitar as fiscalizações e torna-las mais assertivas. Caso estes órgãos encontrem alguma irregularidade, se o fiscal entender que não há risco iminente, será dado um prazo para regularização antes de aplicar uma multa.

Redutor de receita
Para os empresários que trabalham em parceria com profissionais terceirizados como cabeleireiros, esteticistas, entre outros, pagarão imposto apenas sobre o valor líquido. Assim sendo, se o empresário fatura R$ 200,00 com um serviço, mas seu contrato de parceria cobra R$ 50,00 pelo serviço, os impostos incidirão apenas nos R$150,00 correspondente ao valor líquido.

Tabelas e Atividades do Simples Nacional
Anexo I do Simples Nacional
Simples para o Comércio (lojas em geral)

Anexo II do Simples Nacional
Simples para a Indústria

Anexo III do Simples Nacional
Simples para empresas de serviços de instalação, de reparos e de manutenção, agência de viagem, escritórios de contabilidade

Anexo IV do Simples Nacional
Para outras empresas de serviços em geral, como vigilância e serviços advocatícios

Anexo V do Simples Nacional
Simples para empresas de serviços de academias, empresas de tecnologia, de eventos, clínicas de exames médicos

Ter o respaldo de um profissional de contabilidade é extremamente recomendado para manter-se em dia com a Receita.

Para saber mais consulte o site do novo Simples Nacional com todas as alterações, ou entre em contato com o Pigatti – Escritório de Contabilidade, para obter mais informações e agendar um estudo tributário mais detalhado para sua empresa tendo, assim, a certeza e segurança para mudar para o melhor regime que se adequa ao seu negócio.
Estamos prontos para te atender!
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Andrew Nickson|t\u00edtulo=Historical Dictionary of Paraguay|editora=Rowman & Littlefield.|ano=215|p\u00e1ginas=713 (p.635 Appendix 1:Colonial Governors of Paraguay|id=}}\n\n==Hist\u00f3ria==\nPartiu do Rio de Janeiro em [[8 de junho]] de 1628 para assumir o governo do [[Paraguai]] por terra, via S\u00e3o Paulo.{{citar livro|autor=Carlos Zatti|t\u00edtulo=Cronologia do Paran\u00e2|editora=Clube de Autores|ano=219|p\u00e1ginas=433|id=}} Demorou tr\u00eas meses para chegar a [[Loreto]] (hoje norte do estado do Paran\u00e1), \u00e0s margens do [[rio Paranapanema]]; levava a esposa. A coincid\u00eancia da viagem, do roteiro, fez com que os jesu\u00edtas intrigassem contra ele e lhe atribu\u00edssem planos, sendo mesmo acusado perante o vice-rei, [[conde de Chinch\u00f3n]], e em [[1631]] punido.\n\nChegou a Capitania de S\u00e3o Vicente em [[1628]], nomeado governador do [[Paraguai]] pelo rei [[Filipe IV de Espanha]] e rec\u00e9m-casado no [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]] com D. Vit\u00f3ria de S\u00e1, opulenta senhora da fam\u00edlia de [[Salvador Correia de S\u00e1]], filha de [[Gon\u00e7alo Correia de S\u00e1]] e sobrinha do governador [[Mem de S\u00e1]].\n\nSua presen\u00e7a em S\u00e3o Paulo trouxe estranheza e disse dos paulistas horrores ao rei, proibido que estava aos espanh\u00f3is o tr\u00e2nsito por terras de Portugal - comenta o historiador [[Afonso d'Escragnolle Taunay]] em \u00abO Epos Bandeirante e S\u00e3o Paulo Vila e Cidade\u00bb in ENSAIOS PAULISTAS, [[1958]]. Os paulistas ent\u00e3o seriam, segundo afirmou C\u00e9spedes, uns quatrocentos homens brancos capazes de pegar em armas, e tendo como sequazes uns poucos milheiros de \u00edndios \u00abbestiales y buen flecheros\u00bb.\n[[Imagem:Roteiro da Viagem de D. Luiz e Sespedes Xerias, ao Guair\u00e1, Via S. Paulo (Colonial) - 1, Acervo do Museu Paulista da USP (cropped).jpg|thumb|direita|350px|Roteiro da viagem de D. Luiz e Sespedes Xerias, ao Guair\u00e1 passando por S\u00e3o Paulo.]] \nC\u00e9spedes professava os mesmos sentimentos escravistas dos que injuriava. \u00abTudo faz crer que viera comparticipar dos resultados da grande empresa predat\u00f3ria que [[Manuel Preto]] e [[Ant\u00f4nio Raposo Tavares]] preparavam, para arrasar os grandes aldeamentos [[guaranis]] que os jesu\u00edtas espanh\u00f3is mantinham ao sul do [[rio Paranapanema]].\nC\u00e9spedes viu a vila com as casas fechadas, pois mulheres e filhos permaneciam no campo; considerou os paulistas ''turbulent\u00edssimos'', ''belicos\u00edssimos'' (\u00abVienen al pueblo los dias de fiesta y eso armados con escopetas rodelas y pistolas, publicamente consintenlo las justicias. Porque ja non son mas que en la aparencia y son como las demas muertes, cuchilladas y otras insolencias, matandose y aguardandose en los cami\u00f1os todos los dias.\u00bb).\n\nSuas informa\u00e7\u00f5es ao Rei denunciam seu car\u00e1ter mas s\u00e3o interessantes para conhecer S\u00e3o Paulo no [[s\u00e9culo XVII]]. Inclusive o tosco desenho que fez do Pa\u00e7o do Conselho da vila \u00e9 o primeiro documento iconogr\u00e1fico sobre S\u00e3o Paulo, anexado ao mapa e relato de sua descida pelo [[rio Tiet\u00ea]] at\u00e9 [[Ciudad Real del Guayr\u00e1]] (est\u00e1 hoje em [[Sevilha]], no [[Arquivo Geral das \u00cdndias]]).\n\nEm [[22 de junho]] de [[1628]] o mestre de campo [[Manuel Preto]] foi encarregado pelo capit\u00e3o-mor governador [[\u00c1lvaro Lu\u00eds do Vale]] de o conduzir pela via do [[rio Tiet\u00ea]]. Manuel Preto ter\u00e1 apenas orientado a viagem, pois em agosto, como [[mestre de campo]], se p\u00f4s \u00e0 frente de uma grande bandeira, como capit\u00e3o-mor, tendo como imediato sendo [[Ant\u00f4nio Raposo Tavares]], e, dirigindo-se para o Guair\u00e1, ali atacou e destruiu a maioria das redu\u00e7\u00f5es existentes e algumas dos campos do [[Laranjeiras do Sul|Igua\u00e7u]].\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* {{Link|es|2=http://www.portalguarani.com/521_margarita_maria_prieto_yegros/17507_bandeiras_paulistas_en_territorios_coloniales_hispanos__por_margarita_prieto_yegros.html|3=Las Bandeira Paulistas.}}\n* {{Link|es|2=http://bibliotecadeamag.wikispaces.com/file/view/013_villarica_del_espiritu_santo.pdf|3=La Antigua Provincia del Guaira.}}\n* {{Link|es|2=http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mssp0001469/mssp0001469.pdf|3=Cargos de la Compania de Jesus contra el ex-gobernador del Paraguay Cespedes (manuscrito).}}\n* {{Link|es|2=http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mssp0001468/mssp0001468.pdf |3=Memorial de los cargos hechos al gobernador del Paraguay, D. Luis Cespedes (manuscrito).}}\n\n{{esbo\u00e7o-biografia}}\n{{Portal3|Paraguai}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n{{DEFAULTSORT:Garcia Xeria, Luis Cespedes}}\n[[Categoria:Hist\u00f3ria do estado de S\u00e3o Paulo|Luis Cespedes Garcia Xeria]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria do Paraguai]]\n[[Categoria:Militares da Espanha]]"}]},"5854830":{"pageid":5854830,"ns":0,"title":"Julio Cabrera","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia\n| imagem =Julio Cabrera.jpg\n| nome = Julio Cabrera\n| nascimento_local = [[C\u00f3rdoba]], [[Argentina]]\n| ocupa\u00e7\u00e3o = [[fil\u00f3sofo]], [[professor universit\u00e1rio]], [[escritor]]\n| alma_mater = [[Universidade Nacional de C\u00f3rdoba]]\n| interesses = [[\u00c9tica]], [[cinema]], [[filosofia da linguagem]], [[l\u00f3gica]], [[filosofia latino-americana]]\n| influ\u00eancias = Filos\u00f3ficas: [[Arthur Schopenhauer]], [[Friedrich Nietzsche]], [[Jean-Paul Sartre]], [[Albert Camus]], [[Martin Heidegger]], [[Ortega y Gasset]], [[Rudolf Arnheim]]|Liter\u00e1rias: [[Franz Kafka]], [[Luigi Pirandello]], [[Julio Cort\u00e1zar]], [[Simone de Beauvoir]], [[Virginia Woolf]], [[Ernesto S\u00e1bato]], [[Herman Hesse]]|Cinematogr\u00e1ficas: [[Michelangelo Antonioni]], [[Alain Resnais]], [[Luis Bu\u00f1uel]], [[Leopoldo Torre Nilsson]], [[Carlos Saura]]\n| magnum_opus = ''[[Mal-estar e moralidade]]''\n| website = http://filosofojuliocabrera.blogspot.com/\n}}\n\n'''Julio Cabrera''' \u00e9 um [[fil\u00f3sofo]] [[Argentina|argentino]] que atualmente vive no [[Brasil]], professor aposentado do Departamento de Filosofia da [[Universidade de Bras\u00edlia]] e ex-chefe deste departamento. J\u00e1 ensinou anteriormente na Argentina, na [[Universidade Nacional de C\u00f3rdoba]], na [[Universidade de Belgrano]] e no Brasil, na [[Universidade Federal de Santa Maria]]. Ele \u00e9 mais conhecido por seus trabalhos sobre \u00e9tica negativa e cinema e filosofia, e outras \u00e1reas da filosofia que ele lida s\u00e3o filosofia da linguagem e da l\u00f3gica e filosofia latino-americana[http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4781131E6] Biogram na Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico.[https://issuu.com/fundacionjaimeroca/docs/juliocabrera] ''Entrevista al Dr. Julio Cabrera'', Serie Entrevistas, Fundaci\u00f3n Dr. Jaime Roca, 2014.[http://filosofojuliocabrera.blogspot.com/p/apatrida.html] J. Cabrera, ''Ap\u00e1trida''..\n\nSeu mais recente livro publicado no Brasil, intitulado \"Mal-estar e moralidade: situa\u00e7\u00e3o humana, \u00e9tica e procria\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel\" (UNB, 2018), foi eleito finalista do Pr\u00eamio ABEU (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Editoras Universit\u00e1rias), obtendo o 2\u00b0 lugar{{Citar web|titulo=Conhe\u00e7a os finalistas do 5\u00ba Pr\u00eamio ABEU|url=https://www.abeu.org.br/farol/abeu/blog/abeu/conheca-os-finalistas-do-5-premio-abeu/77007?fbclid=IwAR0LXL6zl1yUIUiQe5rMV-8axlQnnstwVic8dVMrs1kJ7UzfQkNxVIDGWSs|obra=ABEU|acessodata=|ultimo=ABEU|data=|publicado=|primeiro=}}.\n\n== \u00c9tica negativa ==\n\nEm seu livro ''Cr\u00edtica de la moral afirmativa: una reflexi\u00f3n sobre nacimiento, muerte y valor de la vida''J. Cabrera, ''Cr\u00edtica de la moral afirmativa: Una reflexi\u00f3n sobre nacimiento, muerte y valor de la vida'', Barcelona: Gedisa, 1996 (segunda edi\u00e7\u00e3o em 2014)., Julio Cabrera apresenta uma teoria sobre o valor da vida humana, que \u00e9, para Cabrera, \"estruturalmente negativa\" na medida em que existem componentes negativos da vida que s\u00e3o inevit\u00e1veis, constitutivos e adversos: como proeminente entre eles, Cabrera cita a perda, a escassez, a [[dor]], os conflitos, a fragilidade, a [[doen\u00e7a]], o [[envelhecimento]], o des\u00e2nimo e a [[morte]]. De acordo com Cabrera, estas formam a estrutura b\u00e1sica da vida humana, que ele analisa atrav\u00e9s do que ele chama de [[fenomenologia]] [[naturalismo (filosofia)|naturalizada]], fazendo livre uso de pensadores como [[Martin Heidegger]], [[Arthur Schopenhauer]], [[Jean-Paul Sartre]] e [[Friedrich Nietzsche]]. Cabrera chamou sua obra de uma tentativa de colocar Heidegger e Schopenhauer em contato, introduzindo um julgamento determinante do valor do ser dentro da anal\u00edtica existencial do [[Dasein]], e colocando a moral por cima da vida, contra Nietzsche. \n\nCabrera desenvolve uma teoria \u00e9tica, a \u00e9tica negativa, que \u00e9 informada por esta an\u00e1lise fenomenol\u00f3gica. Ele argumenta que houve um preconceito injustificado na \u00e9tica contra o n\u00e3o ser, uma vis\u00e3o que ele chama de \"afirmativismo\". Como as vis\u00f5es afirmativas tomam o ser como sendo bom, elas sempre veem as coisas que amea\u00e7am essa hegemonia como m\u00e1s; em particular, coisas como absten\u00e7\u00e3o de [[reprodu\u00e7\u00e3o|procria\u00e7\u00e3o]] ou [[suic\u00eddio]]. Cabrera critica a \u00e9tica afirmativa por perguntar como se deve viver sem fazer a pergunta radical sobre se simplesmente se deve ou n\u00e3o viver. Ele argumenta que, por causa da negatividade estrutural do ser, h\u00e1 uma desqualifica\u00e7\u00e3o \u00e9tica fundamental dos seres humanos devido \u00e0 impossibilidade de n\u00e3o prejudicar e n\u00e3o manipular os outros. N\u00e3o prejudicar e n\u00e3o manipular os outros \u00e9 chamado por Cabrera de \u00abarticula\u00e7\u00e3o \u00e9tica fundamental\u00bb (AEF). A AEF \u00e9 violada por nossa \"inabilita\u00e7\u00e3o moral\" estrutural, produto dos mal-estares mundanos, especialmente dor e des\u00e2nimo \u2014 impostos a n\u00f3s que nos impedem de agir eticamente. Cabrera argumenta que uma moralidade afirmativa \u00e9 uma autocontradi\u00e7\u00e3o, pois aceita a AEF e concebe uma exist\u00eancia humana que permite a possibilidade de n\u00e3o prejudicar ou n\u00e3o manipular outras pessoas. Assim, ele acredita que as sociedades afirmativas, atrav\u00e9s de manobras pol\u00edticas, exigem a suspens\u00e3o da AEF para simplesmente funcionar.\n\nComo resposta \u00e0 estrutura negativa do ser, Cabrera desenvolve uma \u00e9tica negativa que \u00e9 agudamente consciente da natureza moralmente desqualificante do ser. Cabrera acredita que crian\u00e7as s\u00e3o usualmente vistas como objetos [[est\u00e9tica|est\u00e9ticos]] que n\u00e3o s\u00e3o criadas por seu pr\u00f3prio bem, mas por bem de seus pais, e que s\u00e3o jogadas a uma exist\u00eancia estruturalmente negativa pelo ato procriador. A procria\u00e7\u00e3o \u00e9, Cabrera argumenta, um ato supremo de manipula\u00e7\u00e3o e um preju\u00edzo de outra pessoa. Ele acredita que a aplica\u00e7\u00e3o consistente dos conceitos \u00e9ticos normais \u2014 tais como dever, [[virtude]] ou [[respeito]] \u2014 na maioria das moralidades afirmativas, implica o [[antinatalismo]]. Cabrera tamb\u00e9m argumenta que um ser humano que adota a \u00e9tica negativa n\u00e3o s\u00f3 se abst\u00e9m de procriar, mas tamb\u00e9m tem uma completa disponibilidade para a possibilidade de uma morte \u00e9tica, pela suspens\u00e3o imediata de todos os projetos pessoais em benef\u00edcio de uma luta pol\u00edticaJ. Cabrera, ''Pol\u00edticas negativas y \u00e9tica de la libertaci\u00f3n. \u00bfEs posible ser um pessimista revolucion\u00e1rio? (Mi encuentro con Enrique Dussel)'', em: ''An\u00e1lisis y existencia: pensamiento en traves\u00eda'', C\u00f3rdoba: Ediciones del Copista, 2010. ou para um suic\u00eddio altru\u00edsta quando este se torna o curso menos imoral de a\u00e7\u00e3o.\n\nA ''Cr\u00edtica'' de Cabrera \u00e9 uma das suas defesa mais sistem\u00e1tica da \u00e9tica negativa, mas ele tamb\u00e9m explorou as mesmas ideias em outros trabalhos, como em ''Projeto de \u00c9tica Negativa''J. Cabrera, ''Projeto de \u00c9tica Negativa'', S\u00e3o Paulo: Mandacaru, 1989 (segunda edi\u00e7\u00e3o: ''A \u00c9tica e Suas Nega\u00e7\u00f5es, N\u00e3o nascer, suic\u00eddio e pequenos assassinatos'', Rio De Janeiro: Editora Rocco, 2011)., ''\u00c9tica Negativa: problemas e discuss\u00f5es''J. Cabrera (organizador), ''\u00c9tica Negativa: problemas e discuss\u00f5es'', Goi\u00e2nia: UFG, 2008., ''Porque te amo, n\u00e3o nascer\u00e1s! Nascituri te salutant''[http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/15274/1/LIVRO_PorqueTeAmo.pdf] J. Cabrera, T. Lenharo di Santis, ''Porque te amo, n\u00e3o nascer\u00e1s! Nascituri te salutant'', Bras\u00edlia: Editora LGE, 2009. e ''Mal-estar e moralidade: situa\u00e7\u00e3o humana, \u00e9tica e procria\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel''J. Cabrera, ''Mal-estar e moralidade: situa\u00e7\u00e3o humana, \u00e9tica e procria\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel'', Bras\u00edlia: UnB, 2018..\n\n== Cinema e filosofia ==\n\nEm seu primeiro livro sobre o pensamento cinefilos\u00f3fico, ''O Cinema Pensa: Uma Introdu\u00e7\u00e3o \u00c0 Filosofia Atrav\u00e9s dos Filmes''J. Cabrera, ''O Cinema Pensa: Uma Introdu\u00e7\u00e3o \u00c0 Filosofia Atrav\u00e9s dos Filmes'', Rio de Janeiro: Rocco, 2006. ''Cine, 100 anos de filosofia: Una Introducci\u00f3n a la Filosofia A Traves del An\u00e1lisis de Pel\u00edculas'', Barcelona: Gedisa, 1999 (a edi\u00e7\u00e3o original em espanhol, segunda edi\u00e7\u00e3o em 2015)., Julio Cabrera prop\u00f5e a no\u00e7\u00e3o de \"logopatia\" (do grego: \"logos\", \"raz\u00e3o\", e \"p\u00e1thos\", \"sentimentos\"), isto \u00e9, a de \"conceitos cognitivo-afetivos\", tratando-os como capazes de problematizar a vis\u00e3o tradicional da filosofia sobre os conceitos, a que chama de ap\u00e1tica e diz estar atrelada a conceitos puramente [[intelectualismo|intelectuais]]. Cabrera sustenta que a filosofia logop\u00e1tica \u00e9 da ordem do sentido, e n\u00e3o da verdade, e que ela agrega elementos afetivos de ju\u00edzo a essa vis\u00e3o intelectualista tradicional dos conceitos.\n\nCabrera considera o cinema um dos meios mais prof\u00edcuos para a gera\u00e7\u00e3o de conceitos de tipo logop\u00e1tico, denominados por ele especificamente como \"conceitos-imagem\", em contraposi\u00e7\u00e3o aos conceitos de tipo ap\u00e1tico, os \"conceitos-ideia\". Ele acredita que o cinema, com seus poderosos meios de express\u00e3o, proporcionaria uma \"superpotencia\u00e7\u00e3o\" das possibilidades conceituais e, portanto, da instaura\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia indispens\u00e1vel do filme no desenvolvimento dos conceitos-imagem, com o consequente aumento do seu impacto afetivo.\n\nPor outro lado, Cabrera acredita que, ao longo da hist\u00f3ria da filosofia europeia, em v\u00e1rios momentos, a filosofia escrita \u2014 como oposta \u00e0 filosofia visual \u2014 tem sido tamb\u00e9m logop\u00e1tica, tem pensado com a media\u00e7\u00e3o do afeto, por\u00e9m sem assumir isso abertamente, enquanto o cinema tem sido visto como um fen\u00f4meno apenas afetivo, impactante, sem potencial cognitivo relevante. As no\u00e7\u00f5es de logopatia e de conceito-imagem buscam, ent\u00e3o, eliminar essa dicotomia, apontando para a afetividade do intelecto e a cognitividade do afeto.\n\nCabrera deu continuidade \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o de de sua cinefilosofia em livros como ''De Hitchcock a Greenaway pela hist\u00f3ria da filosofia: novas reflex\u00f5es sobre cinema e filosofia''[http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/15246/1/LIVRO_HitchcockGreenawaypelahistoria.pdf] J. Cabrera, ''De Hitchcock a Greenaway pela hist\u00f3ria da filosofia: novas reflex\u00f5es sobre cinema e filosofia'', Sao Paulo: Nankin, 2007. (uma esp\u00e9cie de segundo volume de ''Cine, 100 anos de filosofia'') e ''Di\u00e1logo/cinema''J. Cabrera, M. Tiburi, Di\u00e1logo/cinema, S\u00e3o Paulo: Senac, 2013., onde, em debate por meio de cartas com [[Marcia Tiburi]], discorre sobre o tema pela perspectiva de que, muito antes de o cinema pensar, a filosofia j\u00e1 filmava, apresentando ideias atrav\u00e9s de imagens; e tamb\u00e9m nos artigos ''Para una des-comprensi\u00f3n filos\u00f3fica Del cine: el caso Inland Empire de David Lynch''[https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=3003168] J. Cabrera, ''Para una des-comprensi\u00f3n filos\u00f3fica Del cine: el caso Inland Empire de David Lynch'', Enl@ce, ano 6, n\u00famero 2, Universidad del Zulia, Maracaibo, 2009., ''Tr\u00eas ensaios sobre a repeti\u00e7\u00e3o: Kierkegaard, Jarmusch, Hitchcock, Van Sant e tr\u00eas damas que desembarcam antes de chegar (Uma reflex\u00e3o transversal sobre escrita e imagem)''J. Cabrera, ''Tr\u00eas ensaios sobre a repeti\u00e7\u00e3o: Kierkegaard, Jarmusch, Hitchcock, Van Sant e tr\u00eas damas que desembarcam antes de chegar (Uma reflex\u00e3o transversal sobre escrita e imagem)'', no: R. Timm De Souza et alia, ''Literatura e Cinema. Encontros contempor\u00e2neos'', Porto Alegre: Dublinense, 2013., ''Existencia naufragada. Los 4 viajes del Titanic''J. Cabrera, ''Existencia naufragada. Los 4 viajes del Titanic'', Per la Filosofia, Pisa-Roma: Fabrizio Serra, 2015., ''Repetici\u00f3n y cine vac\u00edo''J. Cabrera, ''Repetici\u00f3n y cine vac\u00edo'', La Cueva de Chauvet, La Plata: Malisia, 2016. e ''Cine, filosof\u00eda y filosof\u00eda anal\u00edtica''J. Cabrera, ''Cine y Pensamiento'', em: F. Santamaria Velasco et alia, ''Cine y Pensamiento'', Est\u00e9ticas Contempor\u00e1neas 9. Bogot\u00e1\u2013Medellin: Universidad Claretiana, Universidad Santo Tom\u00e1s, 2017..\n\n== Filosofia da linguagem e da l\u00f3gica == \n\nPara Cabrera, filosofias da linguagem s\u00e3o filosofias para as quais a linguagem n\u00e3o interessa na medida em que meramente veicule algo, mas na medida em que constitui \u2013 e implementa \u2013 conceitos e estruturas de compreens\u00e3o do mundo. A partir dessa vis\u00e3o alargada do termo, ele identifica quatro esp\u00e9cies de filosofias da linguagem, quais sejam: [[an\u00e1lise|anal\u00edtica]], [[hermen\u00eautica]], fenomenol\u00f3gica e metacr\u00edtica. Olhando atrav\u00e9s do prisma da negatividade, Cabrera mostra como os quatro tipos acima de filosofias da linguagem falham em um ponto comum: a sua incapacidade para lutar contra as falhas da significa\u00e7\u00e3o. Para os anal\u00edticos, o ponto se apresenta no \"sem-sentido\" das express\u00f5es que \u00e9 tratado como um limite para al\u00e9m do qual n\u00e3o se deveria ir. No entanto, segundo Cabrera, esse objetivismo anal\u00edtico, contudo, exclui dimens\u00f5es fundamentais do problema da significa\u00e7\u00e3o, como o tempo ou a experi\u00eancia vivida. A fenomenologia amplia o horizonte sem\u00e2ntico anal\u00edtico com a dimens\u00e3o da [[intencionalidade]] (da qual a [[intensionalidade]] anal\u00edtica \u00e9 apenas um correlato inaut\u00eantico, pois ainda fundamentalmente objetivo) sem que o problema do sem-sentido seja domado. Falta a fenomenologia, contudo, a temporalidade e historicidade que a hermen\u00eautica agrega \u00e0 abordagem do problema da significa\u00e7\u00e3o, cuja falha nela \u00e9 chamada de \"mal-entendido\". O hermen\u00eautico, no entanto, desaba nas b\u00e1sicas \"distor\u00e7\u00f5es das significa\u00e7\u00f5es\", algo mais forte do que \"sem-sentidos\" e \"mal-entendidos\", mat\u00e9ria das filosofias metacr\u00edticas, representadas pelas filosofias da linguagem de [[Sigmund Freud]] e [[Karl Marx]].\n\nCabrera critica fortemente a abordagem anal\u00edtica da linguagem pela sua mera nega\u00e7\u00e3o de tudo o que n\u00e3o \u00e9 objetivo. Mas tamb\u00e9m as demais filosofias da linguagem por suas faltas, da fenomenologia, da hermen\u00eautica e at\u00e9 da metacr\u00edtica que podem abrigar terapias t\u00e3o salvadoras quanto ilus\u00f3rias: a [[psican\u00e1lise|cura psicanal\u00edtica]] ou a [[comunismo|utopia comunista]]. Sua filosofia da linguagem \u00e9, como tamb\u00e9m em outros campos, uma filosofia de confronta\u00e7\u00f5es entre filosofias e que s\u00f3 pode ser feita sob o signo da resigna\u00e7\u00e3o na finitude e da negatividade. Cabrera defende que nenhuma das esp\u00e9cies de filosofias da linguagem que estiveram lado a lado no \u00faltimo s\u00e9culo e meio, pode sozinha dar conta da complexidade do humano. \u00c9 nesse sentido que, para Cabrera, toda compreens\u00e3o \u00e9, em \u00faltima an\u00e1lise, uma ilus\u00e3o auto-sustentada.\n\nA l\u00f3gica, de acordo com Cabrera, est\u00e1 frequentemente vinculada a tr\u00eas princ\u00edpios fundamentais: (1) O objeto de que tratam suas proposi\u00e7\u00f5es \u00e9 indeterminado e geral, (2) A l\u00f3gica se aplica aos racioc\u00ednios ordin\u00e1rios, ainda que com algum esfor\u00e7o, e (3) A l\u00f3gica \u00e9 formal e n\u00e3o lexical, isto \u00e9, baseada nas conex\u00f5es estruturais e n\u00e3o nas conex\u00f5es sem\u00e2nticas da linguagem. Cabrera construiu o seu pensamento criticando cada uma dessas tr\u00eas premissas b\u00e1sicas da tradi\u00e7\u00e3o l\u00f3gica.\n\nSua intui\u00e7\u00e3o neste campo de investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 a mesma que se v\u00ea em outros temas, a saber: o cruzamento de tradi\u00e7\u00f5es enriquece o pensamento e \u00e9 essencial para dar conta da condi\u00e7\u00e3o humana. Assim, o formalismo l\u00f3gico \u00e9 importante para pensar a exist\u00eancia, tal como os temas da exist\u00eancia s\u00e3o essenciais para entender o pensamento humano e a l\u00f3gica. Deve-se a esta [[Defini\u00e7\u00f5es de filosofia|concep\u00e7\u00e3o de filosofia]] os cruzamentos pouco ortodoxos que Cabrera fez no estudo da l\u00f3gica, conectando [[Saul Kripke]] com Martin Heidegger, [[Immanuel Kant]] com [[John Austin]], e [[Ludwig Wittgenstein]] com [[Jean-Paul Sartre]].\n\nSeu trabalho tem, portanto, a expectativa de aliar o formal ao conte\u00fado [[existencialismo|existencial]]. A cr\u00edtica \u00e0 pretensa generalidade vazia da l\u00f3gica vai nessa dire\u00e7\u00e3o assim como a proposta de uma l\u00f3gica das conex\u00f5es predicativas, numa tentativa de emprestar a an\u00e1lise lexical uma dimens\u00e3o formal, mas carregada de conte\u00fado. O trabalho sobre redes de conceitos foi desenvolvido em parceria com o f\u00edsico Olavo Leopoldino da Silva Filho, da Universidade de Bras\u00edlia.\n\nSeu trabalho em l\u00f3gica avan\u00e7a tamb\u00e9m para uma revis\u00e3o da hist\u00f3ria da l\u00f3gica. Um esbo\u00e7o de sua vers\u00e3o da hist\u00f3ria da l\u00f3gica seria o seguinte: (1) A concep\u00e7\u00e3o [[Plat\u00e3o|plat\u00f4nica]] da l\u00f3gica. (2) [[Arist\u00f3teles]], na [[Silog\u00edstica]] e al\u00e9m dela. (3) A l\u00f3gica das conex\u00f5es de significados na [[Idade M\u00e9dia]]. (4) As cr\u00edticas modernas a [[l\u00f3gica formal]]: [[Francis Bacon]], [[Rene Descartes]] e [[John Locke]]. O [[m\u00e9todo cient\u00edfico]] e a l\u00f3gica. An\u00e1lise e [[Heur\u00edstica]]. A [[L\u00f3gica de Port-Royal]]. (5) O caso [[Gottfried Wilhelm Leibniz]]: o que a hist\u00f3ria oficial tomou e o que deixou sem analisar. (6) L\u00f3gica formal, l\u00f3gica transcendental: Immanuel Kant. (7) A l\u00f3gica em movimento de [[Georg Wilhelm Friedrich Hegel]]: cr\u00edtica hegeliana da nega\u00e7\u00e3o. (8) [[m\u00e9todo indutivo|A l\u00f3gica da indu\u00e7\u00e3o]] de [[John Stuart Mill]]. (9) Tr\u00eas concep\u00e7\u00f5es da l\u00f3gica na passagem do s\u00e9culo XIX ao XX: [[Gottlob Frege]], [[John Dewey]] e [[Edmund Husserl]]: l\u00f3gica em an\u00e1lise, [[pragmatismo]] e fenomenologia. (10) O caso [[Charles Sanders Peirce]]: o que a hist\u00f3ria oficial tomou e o que deixou sem analisar.[http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/15264/1/LIVRO_MargensFilosofiasLinguagem.pdf] J. Cabrera, ''Margens das filosofias da linguagem: conflitos e aproxima\u00e7\u00f5es entre anal\u00edticas, hermen\u00eauticas, fenomenologias e metacr\u00edticas da linguagem'', Bras\u00edlia: UnB, 2003 (reimpresso em 2009).J. Cabrera, O.L. Da Silva Filho, ''Infer\u00eancias Lexicais e Interpreta\u00e7\u00e3o de Redes de Predicados'', Bras\u00edlia: UnB, 2007.J. Cabrera, ''Di\u00e1rio de um fil\u00f3sofo no Brasil'', Uniju\u00ed: Uniju\u00ed, 2010 (segunda edi\u00e7\u00e3o em 2013).\n\nCabrera desenvolve tamb\u00e9m uma abordagem negativa da argumenta\u00e7\u00e3o no campo da l\u00f3gica informal, que corre paralela a sua \u00e9tica negativa. Para ele, uma abordagem afirmativa da argumenta\u00e7\u00e3o seria aquela em que as discuss\u00f5es filos\u00f3ficas s\u00e3o consideradas como tendo uma solu\u00e7\u00e3o ou pelo menos um tratamento adequado entre muitas outras que s\u00e3o inadequadas e erradas. Segundo Cabrera, a abordagem afirmativa sustenta que a pluralidade de filosofias \u00e9 um erro que deve ser \"resolvido\" de alguma forma. Em contraste, a abordagem negativa v\u00ea a pluralidade das filosofias n\u00e3o como um erro, mas como uma parte natural do desenvolvimento do pensamento. A abordagem negativa da argumenta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma tentativa de tratar a pr\u00f3pria posi\u00e7\u00e3o e perspectiva n\u00e3o como uma verdade \u00fanica, mas como uma de muitas dentro de uma extensa e complexa rede [[holismo|hol\u00edstica]] de abordagens e perspectivas que falam e criticam-se mutuamente sem se descartarem, embora cada uma dessas posi\u00e7\u00f5es possa ser mantida ferozmente com base em suas perspectivas e suposi\u00e7\u00f5es, apoiadas em bases defens\u00e1veis.[http://philosopherjuliocabrera.blogspot.com/2011/05/philosophy-of-logic.html] J. Cabrera, ''Philosophy of logic'', ''The negative approach to argumentation''.[https://online.unisc.br/seer/index.php/signo/article/view/7990] J. Cabrera, ''Introdu\u00e7\u00e3o a uma abordagem negativa da argumenta\u00e7\u00e3o'', Signo, Santa Cruz do Sul, volume 42, n\u00famero 73, janeiro/abril 2017.\n\n== Filosofia latino-americana ==\n\nCabrera argumenta que h\u00e1 injusti\u00e7as [[epistemologia|epist\u00eamicas]] associadas \u00e0 pr\u00e1tica da filosofia em contextos [[colonialismo|colonizados]] como o da Am\u00e9rica Latina. Em uma palestra na [[Universidade do Vale do Rio dos Sinos]], Cabrera come\u00e7ou a enunciar o problema da coloniza\u00e7\u00e3o em filosofia em uma maneira sucinta e direta: \n\n{{quote1|O problema \u00e9 que eles v\u00eam aqui e falam dos problemas filos\u00f3ficos deles na l\u00edngua deles, e n\u00f3s vamos l\u00e1 e falamos dos problemas filos\u00f3ficos deles na l\u00edngua deles.''[http://filosofojuliocabrera.blogspot.com/2011/08/filosofia-no-brasil.html] J. Cabrera, ''A questao da filosofia no Brasil no contexto da reflexao sobre civiliza\u00e7ao e barb\u00e1rie no pensamento argentino'', palestra na Universidade do Vale do Rio dos Sinos, 14 de maio 2009.\n|}}\n\nUma ideia central que ele passou a defender \u00e9 que o estatuto corrente da filosofia em muitos pa\u00edses latino-americanos \u00e9 um produto do modo como a filosofia \u00e9 ensinada, investigada e escrita pelas institui\u00e7\u00f5es locais que s\u00e3o subalternas a cena internacional. A filosofia profissional nesses pa\u00edses se desenvolveu em torno do coment\u00e1rio a fil\u00f3sofos europeus (e, em menor quantidade, norte-americanos) e esta \u00eanfase se desenvolveu como um corol\u00e1rio da ideia de que a filosofia n\u00e3o se faz sen\u00e3o com referencia aos fil\u00f3sofos europeus, e nenhum latino-americano \u00e9 estimulado a desafiar esta hegemonia. Ao lado desta inibi\u00e7\u00e3o da filosofia latino-americana aparece a ideia de que o que \u00e9 europeu \u00e9 universal enquanto o que \u00e9 latino-americano \u00e9 meramente local ou nacional. Ele diagnostica uma cole\u00e7\u00e3o de teses, que chama de \"acervo T\", sobre a hegemonia da filosofia [[eurocentrismo|euroc\u00eantrica]]; este acervo de teses \u00e9 entendido por Cabrera como tacitamente adotado pela maioria dos fil\u00f3sofos da Am\u00e9rica Latina.[http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/18028/1/ARTIGO_EuropeuNaoSignificaUniversal.pdf] J. Cabrera, ''Europeu nao significa universal. Brasileiro nao significa nacional'', Brasileira de Humanidades, Nabuco, n. 2, novembro 2014/janeiro/fevereiro 2015. Em oposi\u00e7\u00e3o a esta ordem colonial, Cabrera prop\u00f5e e recomenda diversas pr\u00e1ticas concernentes ao ensino e a pr\u00e1tica da filosofia, entre elas: (1) Uma maior aten\u00e7\u00e3o a fontes latino-americanas de modo que a hist\u00f3ria da filosofia no continente n\u00e3o siga sendo ignorada por fil\u00f3sofos locais e que o trabalho destes fil\u00f3sofos seja t\u00e3o discutido como o das fontes europeias. (2) Um est\u00edmulo \u00e0 filosofia que n\u00e3o seja meramente da Am\u00e9rica Latina nem sobre a Am\u00e9rica Latina, mas desde a Am\u00e9rica Latina em que o ponto de partida local \u00e9 tornado expl\u00edcito. (3) A pr\u00e1tica da apropria\u00e7\u00e3o na qual os fil\u00f3sofos de outros contextos s\u00e3o colocados nas discuss\u00f5es que interessam a Am\u00e9rica Latina. Esta pr\u00e1tica pode ser encontrada em trabalhos filos\u00f3ficos importantes na Am\u00e9rica Latina tais como o de [[Enrique Dussel]] com o qual Cabrera manteve debates publicados.[https://www.redalyc.org/pdf/584/58405206.pdf] J. Cabrera, ''Dussel y el suic\u00eddio'', Dianoia, XLIX, 52, 2004, p\u00e1ginas 111\u2013124.J. Cabrera, ''An\u00e1lisis y existencia: pensamiento en traves\u00eda'', C\u00f3rdoba: Ediciones del Copista, 2010, Ensayo 10.\n\nCabrera tem defendido o cruzamento de fronteiras entre tradi\u00e7\u00f5es e mostrou em muitas ocasi\u00f5es o potencial de fertiliza\u00e7\u00e3o que prov\u00e9m da justaposi\u00e7\u00e3o, fric\u00e7\u00e3o e debate entre filosofias oriundas de tradi\u00e7\u00f5es anal\u00edticas e [[filosofia continental|continentais]].J. Cabrera, ''An\u00e1lisis y existencia \u2013 Pensamiento en traves\u00eda'', Cordoba: Ediciones del Copista, 2010, Ensayo 1\u20137. Com o tempo, ele estendeu esta abordagem metafilos\u00f3fica na dire\u00e7\u00e3o de torn\u00e1-la um elemento da luta contra o que ele come\u00e7ou claramente a ver como o estado colonizado da filosofia na Am\u00e9rica Latina.\n\nNo livro ''Di\u00e1rio de um fil\u00f3sofo no Brasil'', Cabrera documenta os problemas de uma filosofia inventiva e autoconfiante no Brasil; o livro descreve o ambiente de supress\u00e3o da intui\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica em seus muitos mecanismos atendendo ao que h\u00e1 de espec\u00edfico no contexto colonizado brasileiro. Assim, o livro procura explicar o que significa filosofar desde algum lugar e intenta apresentar alternativas ao coment\u00e1rio filos\u00f3fico que podem florescer mesmo em um ambiente hostil.\n\n\u00c9 importante, para Cabrera, entender qual \u00e9 o lugar do qual a filosofia \u00e9 feita na Am\u00e9rica Latina: ela \u00e9 feita desde pa\u00edses invadidos, saqueados, dominados que foram postos em subservi\u00eancia intelectual. Isto j\u00e1 faz com que a filosofia ali produzida seja diferente de toda filosofia europeia \u2013 e \u00e9 importante para ele frisar que nenhuma filosofia nasce universal. Cabrera nota que a filosofia no Brasil, especialmente, \u00e9 feita em departamentos na academia que s\u00e3o particularmente cegos \u00e0s fontes do pensamento latino-americano, tanto dos cl\u00e1ssicos ([[Bartolom\u00e9 de Las Casas]], [[Ant\u00f4nio Vieira]], [[Flora Tristan]], [[Juan Bautista Alberdi]], [[Jos\u00e9 Mart\u00ed]] e [[Jos\u00e9 Enrique Rod\u00f3]]) quanto dos contempor\u00e2neos ([[Jos\u00e9 Carlos Mari\u00e1tegui]], Edmundo O'Gorman,\u00a0[[Leopoldo Zea]], Miguel Le\u00f3n Portilla, Roberto Fern\u00e1ndez Retamar e Santiago Castro-G\u00f3mez), que s\u00e3o conhecidos apenas por comunidades de especialistas isolados. Cabrera prop\u00f4s um curso de hist\u00f3ria do pensamento que come\u00e7a com o pensamento [[povos amer\u00edndios|amer\u00edndio]] pr\u00e9-colombiano e que n\u00e3o passa por europeus (nem gregos) at\u00e9 o s\u00e9culo XIX, e que continua com a ideia de ler fil\u00f3sofos europeus do s\u00e9culo XIX que desafiaram as tradi\u00e7\u00f5es intelectualistas e crist\u00e3s \u2013 como Arthur Schopenhauer, [[S\u00f8ren Kierkegaard]] e Friedrich Nietzsche (e seus precursores [[Michel de Montaigne]], [[Denis Diderot]] e [[Jean-Jacques Rousseau]]) \u2013 como virtualmente influenciados por maneiras de viver e pensar amer\u00edndias.J. Cabrera, ''Esbo\u00e7o de una introducci\u00f3n al pensamiento desde 'Am\u00e9rica Latina' '', em: ''Problemas do pensamento filos\u00f3fico na Am\u00e9rica Latina'', A.V. Flores, W. Frank (editores), Goi\u00e2nia: Phillos, 2018, p\u00e1ginas 12\u201356.\n\nA partir de tudo isso, Cabrera coloca uma quest\u00e3o para a juventude acad\u00eamica no \u00e2mbito da filosofia, em seu artigo publicado na ''Revista de Filosofia S\u00edsifo'':\n\n{{quote1|Jovens fil\u00f3sofos est\u00e3o, pois, diante de uma decis\u00e3o crucial: ou ''existem'' seguindo as regras do Sistema ou fazem filosofia em primeira pessoa sobre assuntos que n\u00e3o fazem parte das agendas oficiais e em estilos alternativos, mas, com isso, se tornam ''inexistentes'' para o Sistema. Retomando as quatro quest\u00f5es que foram focadas neste artigo, as perguntas que esses jovens deveriam se fazer s\u00e3o as seguintes: (1) Aceitarei que \u201cfilosofia\u201d \u00e9 igual a \u201cfilosofia europeia e norte-americana\u201d? (2) Aceitarei que n\u00e3o havia filosofia no Brasil antes de 1930? (3) Aceitarei que devemos produzir obras somente dentro de um \u201csistema de obras\u201d ou darei valor a obras isoladas? (4) Aceitarei a imposi\u00e7\u00e3o colonial na minha forma\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica ou me esfor\u00e7arei por tentar alguma forma de descolonizar meu pensamento?\n\nOs jovens devem pensar que temos apenas uma vida para viver e que n\u00e3o podemos desperdi\u00e7\u00e1-la. Temos que tentar viver as nossas vidas e n\u00e3o as vidas que outros nos imp\u00f5em. Isto j\u00e1 o adolescente sente quando prefere sair da casa confort\u00e1vel de seus pais e morar num lugar sem conforto algum, mas onde ele poder\u00e1 tomar suas pr\u00f3prias decis\u00f5es. \u00c9 a mesma ideia de Gandhi aos brit\u00e2nicos que declaravam que os indianos estavam bem com eles e Gandhi respondeu: \u201cMas n\u00f3s queremos estar pior sem voc\u00eas\u201d. Pois a liberdade n\u00e3o tem pre\u00e7o e tampouco a liberdade intelectual. O que o projeto institucional pode dar a seus adeptos \u00e9 um modesto emprego de reprodutor e divulgador de autores e tem\u00e1ticas da agenda europeia, em obras que, possivelmente, nem ser\u00e3o lidas nem pelos seus destinat\u00e1rios. Uma situa\u00e7\u00e3o assim\u00e9trica e rotineira \u2013 e um tanto humilhante - na qual voc\u00ea talvez dever\u00e1 abrir m\u00e3o das tem\u00e1ticas e estilos que mais lhe interessam. Pense nisso e decida.\n
[http://www.revistasisifo.com/2018/11/o-projeto-institucional-da-filosofia-no.html] J. Cabrera, ''O projeto institucional da filosofia no Brasil e a inexistente Escola de Bras\u00edlia''. ISSN: 2359-3121. Revista S\u00edsifo, 11 de novembro de 2018.|}}\n\n== Publica\u00e7\u00f5es ==\n\n=== Livros ===\n\n* ''Problemas de Est\u00e9tica e Linguagem. Uma abordagem anal\u00edtica'', Santa Maria: UFSM, 1985\n* ''Textos de Filosofia Subjetiva'', Porto Alegre: Movimento, 1985 (co-autor com R. Reis)\n* ''A L\u00f3gica Condenada'', S\u00e3o Paulo: Universidade S\u00e3o Paulo, 1987\n* ''Nuevos viajes de Gulliver (Cuentos)'', C\u00f3rdoba: Alci\u00f3n, 1989\n* ''Projeto de \u00e9tica negativa'', S\u00e3o Paulo: Mandacaru, 1989 (segunda edi\u00e7\u00e3o: ''A \u00c9tica e Suas Nega\u00e7\u00f5es, N\u00e3o nascer, suic\u00eddio e pequenos assassinatos'', Rio De Janeiro: Rocco, 2011)\n* ''El l\u00f3gico y la bestia. Diversi\u00f3n para fil\u00f3sofos'', C\u00f3rdoba: Alci\u00f3n, 1995\n* ''Critica de La Moral Afirmativa: Una Reflexi\u00f3n Sobre Nacimiento, Muerte y Valor de La Vida'', Barcelona: Gedisa, 1996 (segunda edi\u00e7\u00e3o em 2014); ''A critique of affirmative morality (A reflection on death, birth and the value of life)'', Julio Cabrera Editions, Bras\u00edlia 2014 (edi\u00e7\u00e3o inglesa)\n* ''Cine, 100 anos de filosofia: Una Introducci\u00f3n a la Filosofia A Traves del An\u00e1lisis de Pel\u00edculas'', Barcelona: Gedisa, 1999 (segunda edi\u00e7\u00e3o em 2015); ''Da Aristotele a Spielberg. Capire la filosofia attraverso i film'', Milano: Mondadori, 2000 (edi\u00e7\u00e3o italiana); ''O Cinema Pensa: Uma Introdu\u00e7\u00e3o \u00c0 Filosofia Atrav\u00e9s dos Filmes'', Rio de Janeiro: Rocco, 2006 (edi\u00e7\u00e3o portuguesa)\n* ''Margens das filosofias da linguagem: conflitos e aproxima\u00e7\u00f5es entre anal\u00edticas, hermen\u00eauticas, fenomenologias e metacr\u00edticas da linguagem'', Bras\u00edlia: UnB, 2003 (reimpresso em 2009)\n* ''De Hitchcock a Greenaway pela hist\u00f3ria da filosofia: novas reflexoes sobre cinema e filosofia'', S\u00e3o Paulo: Nankin, 2007\n* ''Infer\u00eancias Lexicais e Interpreta\u00e7\u00e3o de Redes de Predicados'', Bras\u00edlia: UnB, 2007 (co-autor com O.L. Da Silva Filho)\n* ''\u00c9tica Negativa: problemas e discuss\u00f5es'', Goi\u00e2nia: UFG, 2008 (organizador)\n* ''Porque te amo, n\u00e3o nascer\u00e1s! Nascituri te salutant'', Brasilia: LGE, 2009 (co-autor com T. Lenharo di Santis)\n* ''An\u00e1lisis y existencia: pensamiento en traves\u00eda'', C\u00f3rdoba: Ediciones del Copista, 2010\n* ''Di\u00e1rio de Um Fil\u00f3sofo no Brasil'', Uniju\u00ed: Uniju\u00ed, 2010 (segunda edi\u00e7\u00e3o em 2013)\n* ''Di\u00e1logo/cinema'', S\u00e3o Paulo: Senac, 2013 (co-autor com M. Tiburi)\n* ''Mal-estar e moralidade: situa\u00e7\u00e3o humana, \u00e9tica e procria\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel'', Bras\u00edlia: UnB, 2018; ''Discomfort and Moral Impediment: The Human Situation, Radical Bioethics and Procreation'', Newcastle upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2019 (edi\u00e7\u00e3o inglesa)\n* ''Introduction to a Negative Approach to Argumentation: Towards a New Ethic for Philosophical Debate'', Newcastle upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2019.\n\n=== Artigos selecionados ===\n\n==== \u00c9tica ====\n\n* ''Children\u2019s philosophy and children\u2019s sexuality: some remarks on Lipman and Freud'', Thinking, The journal of philosophy for children. volume 13, n\u00famero 3, Montclair State University, 1997\n* ''A controv\u00e9rsia de Hegel e Schopenhauer em torno das rela\u00e7\u00f5es entre a vida e a verdade'', Veritas, volume 42, n\u00famero 1, Porto Alegre, 1997\n* ''Para uma defesa nietzschiana da \u00e9tica de Kant (a procura do super-homem moral) Uma reflex\u00e3o sem\u00e2ntica'', Cadernos Nietzsche, n\u00famero 6, S\u00e3o Paulo, 1999\n* ''Dussel y el suic\u00eddio'', Dianoia, volume XLIX, n\u00famero 52, maio 2004\n* ''Sentido da vida e valor da vida (Uma diferen\u00e7a crucial)'', Phil\u00f3sophos, volume 9, n\u00famero 1, Goi\u00e2nia, 2004\n* ''La cuesti\u00f3n \u00e9tico-metaf\u00edsica: valor y disvalor de la vida humana em el registro de la diferencia ontol\u00f3gica'', em: V. Garrafa, ''Estatuto epistemol\u00f3gico de la bio\u00e9tica'', Unam, Redbio\u00e9tica, Unesco, 2005\n* ''O imenso sentido do que n\u00e3o tem nenhum valor'', Phil\u00f3sophos, volume 11, n\u00famero 2, Goi\u00e2nia, 2006\n* ''O que \u00e9 realmente \u00e9tica negativa?'', Poliedro. Faces da Filosofia. Publit, solu\u00e7\u00f5es editoriais, Rio de Janeiro, 2006\n* ''\u00c9tica e condi\u00e7\u00e3o humana: notas para uma fundamenta\u00e7\u00e3o natural da moral'', em: A. Naves, ''\u00c9tica: quest\u00f5es de fundamenta\u00e7\u00e3o'', Bras\u00edlia: UnB, 2007\n* ''Suic\u00eddio. Aspectos filos\u00f3ficos'', ''Suic\u00eddio. Abordajes emp\u00edricos'', ''Muerte, mortalidad y suicidio'', ''entradas de dicion\u00e1rio'': ''Diccionario Latino-americano de Bio\u00e9tica'', Unesco, Universidad Nacional de Colombia, Redbio\u00e9tica, 2008\n* ''Quality of human life and non-existence (Some criticisms of David Benatar's formal and material positions)'', Redbio\u00e9tica, Unesco, 2, January-June 2011\n* ''A \u00e9tica negativa diante do culturalismo'', Estudos Filos\u00f3ficos, n\u00famero 7, S\u00e3o Jo\u00e3o del Rei, julho-dezembro 2011\n* ''Impossibilidades da moral: filosofia da exist\u00eancia, naturalismo e \u00e9tica negativa'', Filosofia Unisinos, 13, S\u00e3o Leopoldo, outubro 2012\n* ''A poss\u00edvel incompatibilidade entre culturalismo e filosofias da exist\u00eancia'', Estudos Filos\u00f3ficos, Papemig, n\u00famero 11, julho-dezembro 2013\n* ''Heidegger para a Bio\u00e9tica'', Latino-americana de Bio\u00e9tica, volume 14, n\u00famero 2, Bogot\u00e1, 2014 (co-autor com M. Salamano)\n* ''Sobre o racioc\u00ednio pr\u00e1tico-moral'', em: J. C. Brum, ''Manual de \u00c9tica. Editora Vozes'', Educs, 2014\n*{{Citar peri\u00f3dico|url=https://archive.org/details/n.t.-revista-nota-do-tradutor-23_20220715_2338/page/14/mode/1up|t\u00edtulo=Para uma Cr\u00edtica da Raz\u00e3o Suicida|p\u00e1ginas=14-28|revista=Nota do Tradutor|ano=2021|n\u00famero=23|issn=2177-5141|editora= Revista de Tradu\u00e7\u00e3o Liter\u00e1ria e Biblioteca Digital|local=Desterro}}\n\n==== Cinema e filosofia ====\n\n* ''Recordando sem ira'', em: S. Back, ''A guerra dos pelados'', S\u00e3o Paulo: Annablume, 2008\n* ''Para una des-comprensi\u00f3n filos\u00f3fica Del cine: el caso Inland Empire de David Lynch'', Enl@ce, ano 6, n\u00famero 2, Maracaibo: Universidad del Zulia, 2009.\n* ''Eutan\u00e1sia po\u00e9tica'', em: R. Cunha, ''O cinema e seus outros'', Bras\u00edlia: LGE, 2009\n* ''Tr\u00eas ensaios sobre a repeti\u00e7\u00e3o: Kierkegaard, Jarmusch, Hitchcock, Van Sant e tr\u00eas damas que desembarcam antes de chegar (Uma reflex\u00e3o transversal sobre escrita e imagem)'', em: R. Timm De Souza et alia, ''Literatura e Cinema. Encontros contempor\u00e2neos'', Porto Alegre: Dublinense, 2013\n* ''Existencia naufragada. Los 4 viajes del Titanic'', Per la Filosofia,, Pisa-Roma: Fabrizio Serra, 2015\n* ''Repetici\u00f3n y cine vac\u00edo'', La Cueva de Chauvet, La Plata: Malisia, 2016\n* ''Cine, filosof\u00eda y filosof\u00eda anal\u00edtica'', em: F. Santamaria Velasco et alia, ''Cine y Pensamiento. Est\u00e9ticas contempor\u00e1neas'', Medell\u00edn-Bogot\u00e1: Universidades Bolivariana, Uniclaretiana y Santo Tom\u00e1s, 2017\n\n==== Filosofia da linguagem e l\u00f3gica ====\n\n* ''Categoremas y validez l\u00f3gica'', Latinoamericana de Filosof\u00eda, vol.VIII, no.1, Buenos Aires, mar\u00e7o 1982\n* ''Cortando \u00e1rboles y relaciones. Una Reflexi\u00f3n esc\u00e9ptica en torno de un tema de Searle'', Cr\u00edtica, n\u00famero 46, volume XVII, 1984\n* ''Lenguaje valorativo como lenguaje metaf\u00edsico'', Portuguesa de Filosofia, volume XLIII, part 1\u20132, Braga, 1987\n* ''Contra la condenaci\u00f3n universal de los argumentos ad hominem'', Manuscrito, volume XV, n\u00famero 1, Campinas, abril 1992\n* ''Como fazer coisas-em-si com palavras (Uma leitura austineana de Kant)'', Phil\u00f3sophos, volume 1, n\u00famero 1, Goiania, 1996\n* ''O mundo como sentido e referencia: sem\u00e2ntica e metaf\u00edsica em Wittgenstein e Schopenhauer'', em: A. Naves, O. Araujo Vale, ''Filosofia, Ling\u00fc\u00edstica, Inform\u00e1tica. Aspectos da Linguagem'', Goi\u00e1s: UFG, 1998\n* ''Acerca da express\u00e3o Das Nichts nichtet. Uma leitura anal\u00edtica'', Phil\u00f3sophos, volume 3, n\u00famero 2, Goiania, 1998\n* ''Words, Worlds, Words'', Pragmatics and Cognition, volume 9, number 2, Amsterdam: John Benjamins Publishing, 2001\n* ''Nada e nega\u00e7\u00e3o (Entre Wittgenstein e Sartre)'', Tempo da Ci\u00eancia, volume 10, n\u00fameros 19-20, Toledo: Unioeste, 2003\n* ''Es realmente la l\u00f3gica t\u00f3picamente neutra y completamente general?'', Ergo, Xalapa-Veracruz, n\u00famero 12, mar\u00e7o 2003\n* ''Redes predicativas e infer\u00eancias lexicais. Uma alternativa a l\u00f3gica formal na an\u00e1lise de linguagens naturais'', S\u00e3o Leopoldo: Filosofia-Unisinos, maio-agosto 2006\n* ''Tr\u00eas graus de diverg\u00eancia l\u00f3gica: Hegenberg, Da Costa, Sampaio'', Ergo, n\u00famero 20, Xalapa: Universidad Veracruzana, 2007\n* ''L\u00f3gica y Dial\u00e9ctica. Lecturas oblicuas'', em: A. Naves, ''Cirne. Sistema e Obje\u00e7\u00f5es'', S\u00e3o Leopoldo: Unisinos, 2009\n* ''Introdu\u00e7\u00e3o a uma abordagem negativa da argumenta\u00e7\u00e3o'', Signo, Santa Cruz do Sul, volume 42, n\u00famero 73, jan/abril 2017\n\n==== Filosofia latino-americana ====\n\n* ''Por qu\u00e9 no agrado a los rebeldes (Acerca de la cr\u00edtica de Gonzalo Armijos a mi texto sobre Kant y Austin)'', Phil\u00f3sophos, volume 6, n\u00fameros 1-2, 2001\n* ''Excesso, aus\u00eancia e decep\u00e7\u00e3o das significa\u00e7\u00f5es: uma reflex\u00e3o \u00e9tico-sem\u00e2ntica a partir de um fato traum\u00e1tico da hist\u00f3ria argentina'', S\u00e3o Leopoldo: Unisinos, 19, janeiro-abril 2011\n* ''Exclus\u00e3o intelectual: a invisibilidade da \u00e9tica brasileira no contexto mundial'', em: D. Porto et alia, ''Bio\u00e9ticas, poderes e injusti\u00e7as: 10 anos depois'', Bras\u00edlia: C\u00e1tedra Unesco de Bio\u00e9tica, 2012\n* ''Europeu n\u00e3o significa universal, brasileiro n\u00e3o significa nacional'', Nabuco: Brasileira de Humanidades, 2014\n* ''Tres cr\u00edticas a la Er\u00f3tica de la liberaci\u00f3n de Enrique Dussel'', em: P. Carbonari et alia, ''Filosofia e Liberta\u00e7\u00e3o. Homenagem aos 80 anos de Enrique Dussel'', Passo Fundo: Ifibe, 2015\n* ''Comment peut-on etre un philosophe fran\u00e7ais au Br\u00e9sil?'', Cahiers critiques de philosophie, n\u00famero 16, Harmann, Paris VIII, 2016\n* ''Filosofar acad\u00eamico e pensamento insurgente (Dis-pensando a filosofia a partir de Oswald de Andrade e Raul Seixas)'', Idea\u00e7\u00e3o, Bahia: Universidade Federal de Feira de Santana, n\u00famero 35, janeiro-junho 2017\n* ''Despu\u00e9s del holocausto fundador. La singularidad y car\u00e1cter incomprensible del holocausto como mecanismo ocultador del exterminio ind\u00edgena'', em: D. Pachon Soto et alia, ''\u00c9tica y Pol\u00edtica en la filosof\u00eda de la liberaci\u00f3n'', Bogot\u00e1: Desde Abajo, 2017\n* ''Esbo\u00e7o de una introducci\u00f3n al pensamiento desde 'Am\u00e9rica Latina''', em: A.V. Flores, W. Frank, ''Problemas do pensamento filos\u00f3fico na Am\u00e9rica Latina'', Goi\u00e2nia: Phillos, 2018\n\n== Notas ==\n\n{{reflist|30em}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n{{Wikiquote|Julio Cabrera}}\n* [http://repositorio.unb.br/simple-search?query=Cabrera Livros e artigos no Reposit\u00f3rio Institucional da Universidade de Bras\u00edlia]\n* [https://www.youtube.com/channel/UCTPACqfZYY6-fboDeDalRsg ''Insurg\u00eancia negativa e cinema vazio'' \u2013 Canal em portugu\u00eas no Youtube]\n* [https://www.youtube.com/channel/UCJ6uR0g6gTMGMNyWroj1Kkw ''Insurgencia negativa y cine vac\u00edo'' \u2013 Canal em espanhol no Youtube]\n* [https://www.youtube.com/watch?v=PHfaliLofWs Julio Cabrera \u2013 Laureado do pr\u00eamio Fundaci\u00f3n Jaime Roca 2014 no campo da bio\u00e9tica]\n* [https://www.youtube.com/watch?v=Rg_QkugH0Z0&feature=youtu.be Entrevista no Di\u00e1logos na UnB-TV, sobre filosofia na Am\u00e9rica Latina, 2015] \n* [https://www.youtube.com/watch?v=W6wLGHjzefM Participa\u00e7\u00e3o na mesa sobre ''Depress\u00e3o e Felicidade'', no \"Filosofia Pop\" no TV Escola, 2017]\n* [https://www.youtube.com/watch?v=V6DiB3OtFu4&feature=youtu.be ''O nascimento como problema bio\u00e9tico (primeiros passos para uma Bio\u00e9tica radical)'', confer\u00eancia na Universidade de Bras\u00edlia, 2018]\n* [https://misantropiaemelancolia.wordpress.com ''Misantropia e melancolia'' \u2013 tradu\u00e7\u00f5es inglesas de textos de Julio Cabrera]\n\n[[Categoria:Estudiosos da bio\u00e9tica]]\n[[Categoria:Fil\u00f3sofos contempor\u00e2neos]]\n[[Categoria:Fil\u00f3sofos da Argentina]]\n[[Categoria:Fil\u00f3sofos do s\u00e9culo XX]]\n[[Categoria:Fil\u00f3sofos do s\u00e9culo XXI]]\n[[Categoria:Pessoas vivas]]\n[[Categoria:Professores da Argentina]]\n[[Categoria:Professores de filosofia]]"}]},"2898574":{"pageid":2898574,"ns":0,"title":"Luso Sporting Club","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais notas|data=abril de 2021}}\n{{Info/Clube de futebol\n|img = Luso-AMBR.png\n|res_img = 120px\n|nome = Luso Sporting Club\n|nomeabrev = Luso\n|alcunhas = Clube dos Portugueses\n|torcedor = Lusista\n|mascote = Le\u00e3o\n|fundadoem = {{dtlink|1|5|1912|idade}}\n|est\u00e1dio = Est\u00e1dio Parque Amazonense|Parque Amazonense
(demolido em 1976)\n|capacidade = {{fmtn|10000}}\n|local = [[Manaus]], [[Amazonas]], [[Brasil]]\n|presidente = \n|treinador = \n|liga = Licenciado\n|modelo = padr\u00e3o\n|skin1=_whiterightsash\n|bra\u00e7oesquerdo1=FF0000\n|corpo1=FF0000\n|bra\u00e7odireito1=FF0000\n|cal\u00e7\u00f5es1=2e8b57\n|meias1=FFFFFF\n|skin2=_redrightsash\n|bra\u00e7oesquerdo2=2e8b57\n|corpo2=2e8b57\n|bra\u00e7odireito2=2e8b57\n|cal\u00e7\u00f5es2=FFFFFF\n|meias2=FF0000\n|bra\u00e7oesquerdo3=FFFFFF\n|corpo3=FFFFFF\n|bra\u00e7odireito3=FFFFFF\n|cal\u00e7\u00f5es3=2e8b57\n|meias3=FF0000\n}}\n\nO '''Luso Sporting Club''' [[Ordem de Benemer\u00eancia|CvB]] \u00e9 um clube [[brasil]]eiro de [[futebol]], da cidade de [[Manaus]], no estado do [[Amazonas]]. Foi fundado em [[1 de maio]] de [[1912]].\n\n==Hist\u00f3ria==\nO Luso era um clube da col\u00f4nia portuguesa em [[Manaus]], ainda hoje \u00e9 um dos mais conhecidos clubes sociais de Manaus. Fora fundado por um grupo de comerciantes portugueses interessados na pr\u00e1tica do futebol.\n\nO grupo era composto de onze comerciantes sem grandes recursos, logo, no dia 1.\u00ba de maio de 1912, os portugueses Francisco Gomes Rodrigues e outros, na Rua Monsenhor Coutinho, resid\u00eancia do fundador Francisco Rodrigues, fundaram o Luso Sporting Club.\n\nMandava seus jogos no Est\u00e1dio Parque Amazonense, em Manaus, com capacidade para {{fmtn|10000|espectadores}}. O Parque Amazonense foi demolido em 1976, o Luso, que j\u00e1 se encontrava afastado do [[Campeonato Amazonense de Futebol]] desde 1934, ano em que, a 20 de janeiro, havia sido feito Cavaleiro da [[Ordem do M\u00e9rito]]{{citar web |url=http://www.ordens.presidencia.pt/?idc=153 |t\u00edtulo=Cidad\u00e3os Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas|data=|publicado=Presid\u00eancia da Rep\u00fablica Portuguesa|acessodata=2014-05-06 |notas=Resultado da busca de \"Luso Sporting Club\".}}, est\u00e1 definitivamente licenciado das competi\u00e7\u00f5es de \u00e2mbito profissional da [[Federa\u00e7\u00e3o Amazonense de Futebol]], atuando apenas como um clube amador.\n\n===Patrim\u00f4nio===\nO Luso ainda tem um consideravel patrim\u00f4nio, sendo que possui uma sede campestre e uma sede s\u00f3cial, esta \u00faltima alugada por um per\u00edodo \u00e0 Uninorte(Universidade do Norte), pois o clube n\u00e3o teria condi\u00e7\u00f5es de arcar com seus reparos.\n\nSua sede S\u00f3cial \u00e9 um lindo pr\u00e9dio da Bell\u00e9 \u00c9poque em estado decadente situado na Rua Monsenhor Coutinho.\n\n==Rivalidade==\nSegundo consta em diversos arquivos esportivos de [[Manaus]] o Luso tinha rivalidade com a [[Uni\u00e3o Esportiva Portuguesa|Uni\u00e3o Esportiva]] ou ''Portuguesa'', clube de tamb\u00e9m origem lusa, pouco se conhece da rivalidade dos dois clubes. Apesar de ainda estarem ativos no meio social os dois nunca disputaram um campeonato profissional sequer, abandonando o futebol ainda na d\u00e9cada de 50, no amadorismo, a Uni\u00e3o Esportiva foi a \u00faltima a disputar o Campeonato dos dois clubes.\n\n==Simbolos==\n===Cores===\nAs suas cores s\u00e3o verde, vermelho e branco, lembrando a Bandeira Nacional Portuguesa.\n\n==T\u00edtulos==\n===Estaduais===\n; ''Nenhum''.\n\n===Participa\u00e7\u00f5es===\n* 1915 a 1923, 1926, 1927, 1929, e de 1932 a 1934.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Futebol do Amazonas}}\n\n{{Portal3|Futebol}}\n{{esbo\u00e7o-timebr}}\n\n[[Categoria:Clubes de futebol do Amazonas]]\n[[Categoria:Clubes de futebol de Manaus]]\n[[Categoria:Clubes de futebol fundados em 1912]]\n[[Categoria:Associa\u00e7\u00f5es de imigrantes portugueses no Brasil]]\n[[Categoria:Cavaleiros da Ordem do M\u00e9rito]]\n[[Categoria:Funda\u00e7\u00f5es no Amazonas em 1912]]"}]},"1513":{"pageid":1513,"ns":0,"title":"Planilha eletr\u00f4nica","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:LibreOffice 7.2.4.1 Calc with csv screenshot.png|thumb|300px|Exemplo de planilha contendo dados sobre um grupo de faixas de \u00e1udio]]\n\n{{PBPE|Planilha eletr\u00f4nica''', '''planilha de c\u00e1lculo|folha de c\u00e1lculo}} \u00e9 um ''[[software]]'' para [[computa\u00e7\u00e3o]], organiza\u00e7\u00e3o, an\u00e1lise e [[Armazenamento de dados de computador|armazenamento]] de [[dados]] em forma de [[tabela]].{{Citar web|t\u00edtulo=spreadsheet |url=http://www.merriam-webster.com/dictionary/spreadsheet |obra=[[Merriam-Webster]] Online Dictionary |acessodata=23 de junho de 2016}}{{citar livro|t\u00edtulo=American Heritage Dictionary of the English Language|data=2011|publicado=Houghton Mifflin Harcourt Publishing Company|edi\u00e7\u00e3o=5th|cita\u00e7\u00e3o=A software interface consisting of an interactive grid made up of cells in which data or formulas are entered for analysis or presentation.}}{{citar livro|t\u00edtulo=Collins English Dictionary \u2013 Complete and Unabridged|data=2014|publicado=HarperCollins Publishers |edi\u00e7\u00e3o=12th |cita\u00e7\u00e3o=(Computer Science) a computer program that allows easy entry and manipulation of figures, equations, and text, used esp for financial planning and budgeting}} As planilhas foram desenvolvidas como an\u00e1logos computadorizados das planilhas de contabilidade em papel.{{Citar web|t\u00edtulo=spreadsheet |url=http://whatis.techtarget.com/definition/spreadsheet |departamento=WhatIs.com |publicado=[[TechTarget]] |acessodata=23 de junho de 2016}} O programa opera com dados inseridos nas c\u00e9lulas de uma tabela. Cada c\u00e9lula pode conter dados num\u00e9ricos ou de texto, ou os resultados de f\u00f3rmulas que calculam e exibem automaticamente um valor com base no conte\u00fado de outras c\u00e9lulas. Uma planilha tamb\u00e9m pode se referir a um desses documentos eletr\u00f4nicos.{{Citar web|t\u00edtulo=spreadsheet|url=http://www.dictionary.com/browse/spreadsheet|website=Dictionary.com Unabridged|publicado=Random House, Inc|acessodata=23 de junho de 2016}}{{Citar web|\u00faltimo1=Beal|primeiro1=Vangie|t\u00edtulo=spreadsheet|url=http://www.webopedia.com/TERM/S/spreadsheet.html|website=webopedia|data=setembro de 1996|publicado=[[QuinStreet]]|acessodata=23 de junho de 2016}}{{Citar web|t\u00edtulo=Spreadsheet|url=http://www.computerhope.com/jargon/s/spreadsh.htm|website=Computer Hope|acessodata=23 de junho de 2016}}\n\nOs usu\u00e1rios de planilhas podem ajustar qualquer valor armazenado e observar os efeitos nos valores calculados. Isso torna a planilha \u00fatil para an\u00e1lise \"''what-if''\", pois muitos casos podem ser investigados rapidamente sem rec\u00e1lculo manual. O ''software'' de planilhas moderno pode ter v\u00e1rias planilhas interativas e pode exibir dados como texto e numerais ou em forma gr\u00e1fica.\n\nAl\u00e9m de executar fun\u00e7\u00f5es [[aritm\u00e9tica]]s e [[matem\u00e1tica]]s b\u00e1sicas, as planilhas modernas fornecem fun\u00e7\u00f5es integradas para [[contabilidade financeira]] comum e opera\u00e7\u00f5es [[estat\u00edstica]]s. Tais [[C\u00e1lculo alg\u00e9brico|c\u00e1lculos]] como [[valor presente l\u00edquido]] ou [[desvio padr\u00e3o]] podem ser aplicados a dados tabulares com uma fun\u00e7\u00e3o pr\u00e9-programada em uma f\u00f3rmula. Os programas de planilha tamb\u00e9m fornecem express\u00f5es condicionais, fun\u00e7\u00f5es para converter entre texto e n\u00fameros e fun\u00e7\u00f5es que operam em [[Cadeia de caracteres|cadeias]] de texto.\n\nAs planilhas substitu\u00edram os sistemas baseados em papel em todo o mundo dos neg\u00f3cios. Embora tenham sido desenvolvidos inicialmente para tarefas de contabilidade ou [[escritura\u00e7\u00e3o]], eles agora s\u00e3o amplamente usados em qualquer contexto em que as listas tabulares s\u00e3o criadas, classificadas e compartilhadas.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Wiktionary|spreadsheet}}\n* [http://www.faqs.org/faqs/spreadsheets/faq/ comp.apps.spreadsheets FAQ] por Russell Schulz\n* [https://web.archive.org/web/20050920062919/http://www.ainewsletter.com/newsletters/aix_0505.htm#ess Extending the Concept of Spreadsheet] por Jocelyn Paine\n* [https://web.archive.org/web/20090109220859/http://www.j-walk.com/ss/history/spreadsh.htm Spreadsheet \u2013 Its First Computerization (1961\u20131964)] por Richard Mattessich\n* [https://web.archive.org/web/20040924073107/http://www.yelavich.com/ CICS history and introduction of IBM 3270] por Bob Yelavich\n* [http://creativekarma.com/ee.php/weblog/comments/the_first_computerized_spreadsheet_program/ Autoplan & Autotab article] por Creative Karma\n* [http://www.spreadsheetscience.org/ Spreadsheets in Science]\n{{Portal3|Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Planilhas eletr\u00f4nicas| ]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app ktalkd.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:LibreOffice 7.2.4.1 Calc with csv screenshot.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Wikidata-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Wiktionary-logo.svg"}]},"1366876":{"pageid":1366876,"ns":0,"title":"Pseudomys hermannsburgensis","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem notas|data=agosto de 2020}}\n{{Formatar refer\u00eancias|data=dezembro de 2015}}\n{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Pseudomys hermannsburgensis''\n| imagem = Nat mouse - Christopher Watson.jpg\n| estado = LR/lc\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Mammalia]]\n| ordem = [[Rodentia]]\n| fam\u00edlia = [[Muridae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Pseudomys]]''\n| esp\u00e9cie = '''''P. hermannsburgensis'''''\n| binomial = ''Pseudomys hermannsburgensis''\n| binomial_autoridade = Waite, 1896\n| sin\u00f3nimos = }}\n'''''Pseudomys hermannsburgensis''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[roedor]] da [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Muridae]].\n\nApenas pode ser encontrado na [[Austr\u00e1lia]].\n\n==Refer\u00eancias==\n* {{((en))}} Baillie, J. 1996. [http://apiv3.iucnredlist.org/api/v3/website/Pseudomys%20hermannsburgensis Pseudomys hermannsburgensis]. [http://www.iucnredlist.org 2006 IUCN Red List of Threatened Species. ] Dados de 9 de Julho de 2007.\n\n{{esbo\u00e7o-roedor}}\n\n[[Categoria:Pseudomys]]\n[[Categoria:Fauna da Austr\u00e1lia]]\n[[Categoria:Mam\u00edferos descritos em 1896]]"}]},"332771":{"pageid":332771,"ns":0,"title":"The Velvet Underground & Nico","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/\u00c1lbum\n |nome = The Velvet Underground & Nico\n |gravadora = [[Verve Records|Verve]]\n |miscel\u00e2nea = {{Singles\n | nome = The Velvet Underground & Nico\n | tipo = est\u00fadio\n | single 1 = [[All Tomorrow's Parties]]\n | single 1 data = Julho de 1966\n | single 2 = [[Sunday Morning (can\u00e7\u00e3o de The Velvet Underground)|Sunday Morning]]\n | single 2 data = Dezembro de 1966\n}}\n |est\u00fadio = Scepter, [[Nova Iorque]]\n |cronologia = The Velvet Underground\n |pr\u00f3ximo \u00e1lbum = ''[[White Light/White Heat]]''\n |produtor = [[Andy Warhol]], [[Tom Wilson]]\n |idioma = {{USAb}} [[L\u00edngua inglesa|Ingl\u00eas]]\n |tipo = est\u00fadio\n |dura\u00e7\u00e3o = {{Dura\u00e7\u00e3o|m=48|s=51}}\n |g\u00e9nero = {{hlist|[[Art rock]]|[[rock experimental]]|[[art pop]]|[[rock psicod\u00e9lico]]|[[rock de garagem]]|[[protopunk]]}}\n |gravado = Abril\u2013maio & novembro de 1966\n |lan\u00e7ado = {{Data de in\u00edcio|1967|03|12}}\n |artista = [[The Velvet Underground]] e [[Nico]]\n |capa = The Velvet Underground and Nico.jpg\n |ano seguinte = 1968\n |borda = sim\n}}\n'''''The Velvet Underground & Nico''''' \u00e9 o [[\u00c1lbum de est\u00fadio|\u00e1lbum de estreia]] da banda norte-americana de [[rock]] [[The Velvet Underground]] e da cantora alem\u00e3 [[Nico]], lan\u00e7ado em mar\u00e7o de 1967 pela gravadora [[Verve Records|Verve]].\n\nFoi gravado em 1966, enquanto a banda participava da turn\u00ea experimental de [[Andy Warhol]], \"Exploding Plastic Inevitable\". O \u00e1lbum apresenta uma forte performance experimental e t\u00f3picos l\u00edricos controversos, incluindo abuso de drogas, [[prostitui\u00e7\u00e3o]], [[sadomasoquismo]] e [[Parafilia|desvio sexual]]. Sua venda foi baixa e foi praticamente ignorado pelos cr\u00edticos da \u00e9poca, mas depois se tornou um dos \u00e1lbuns mais influentes da hist\u00f3ria do [[rock]] e da [[m\u00fasica pop]].\n\nDescrito como \"o embrion\u00e1rio \u00e1lbum do [[art rock]]\",{{citar jornal|url=http://www.clashmusic.com/feature/classic-albums-the-velvet-undergrond-and-nico|t\u00edtulo=Classic Albums: The Velvet Underground \u2013 The Velvet Underground & Nico|data=11 de Dezembro de 2009|arquivourl=https://web.archive.org/web/20150402112235/http://www.clashmusic.com/feature/classic-albums-the-velvet-undergrond-and-nico|arquivodata=2 de Abril de 2015|jornal=Clash Music|cita\u00e7\u00e3o=...{{nbsp}}the original art-rock record{{nbsp}}...}} serviu como uma grande influ\u00eancia em muitos subg\u00eaneros do rock e da [[m\u00fasica alternativa]] em geral, incluindo [[Punk rock|punk]], [[rock de garagem]], [[krautrock]], [[p\u00f3s-punk]], [[shoegaze]], [[Rock g\u00f3tico|g\u00f3tico]] e [[Indie rock|indie]].{{citar jornal|\u00faltimo =Richman|primeiro =Simmy|url=https://www.independent.co.uk/arts-entertainment/music/features/the-velvet-underground-the-velvet-revolution-rocks-on-8210230.html|t\u00edtulo=The Velvet Underground: The velvet revolution rocks on|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170213003013/http://www.independent.co.uk/arts-entertainment/music/features/the-velvet-underground-the-velvet-revolution-rocks-on-8210230.html|arquivodata=13 de Fevereiro de 2017|jornal=The Independent}} \u2013 \"S\u00f3 naquele primeiro \u00e1lbum, os Velvets inventaram \u2013 ou pelo menos inspiraram \u2013 art rock, punk, garage, grunge, shoegaze, g\u00f3tico, indie e qualquer outra m\u00fasica alternativa que voc\u00ea queira mencionar.\" Em 1982, o m\u00fasico [[Brian Eno]] afirmou que enquanto o \u00e1lbum vendeu aproximadamente 30 mil c\u00f3pias em seus primeiros cinco anos, todos que compraram uma dessas 30 mil c\u00f3pias come\u00e7aram uma banda.Fontes discutindo a cita\u00e7\u00e3o:\n\n*{{harvnb|Schinder|2007|p=308}}\n*{{citar web|url=http://www.billboard.com/biz/articles/news/legal-and-management/5770584/lou-reed-rip-what-if-everyone-who-bought-the-first|t\u00edtulo=Lou Reed RIP: What If Everyone Who Bought The First Velvet Underground Album Did Start A Band?|data=28 de Outubro de 2013|obra=[[Billboard]]|local=New York|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160405031412/http://www.billboard.com/biz/articles/news/legal-and-management/5770584/lou-reed-rip-what-if-everyone-who-bought-the-first|arquivodata=5 de Abril de 2016|\u00faltimo1 =Gensler|primeiro1 =Andy}}A cita\u00e7\u00e3o referenciada:\n\n*{{citar web|\u00faltimo =McKenna|primeiro =Kristine|url=http://music.hyperreal.org/artists/brian_eno/interviews/musn82.htm|t\u00edtulo=Eno: Voyages in Time & Perception|data=Outubro de 1982|obra=Musician|arquivourl=https://web.archive.org/web/20120805002211/http://music.hyperreal.org/artists/brian_eno/interviews/musn82.htm|arquivodata=5 de Agosto de 2012|cita\u00e7\u00e3o=Eu estava conversando com Lou Reed outro dia e ele disse que o primeiro disco do Velvet Underground vendeu 30.000 c\u00f3pias nos primeiros cinco anos. As vendas aumentaram nos \u00faltimos anos, mas quero dizer, esse disco foi um disco t\u00e3o importante para tantas pessoas. Acho que todo mundo que comprou uma dessas 30.000 c\u00f3pias come\u00e7ou uma banda!}} Em 2003, ficou em 13\u00ba na lista da revista ''[[Rolling Stone]]'' dos \"[[500 Maiores \u00c1lbuns de Todos os Tempos da Rolling Stone|500 Maiores \u00c1lbuns de Todos os Tempos]]\",{{citar revista|t\u00edtulo=Rolling Stone's 500 Greatest Albums of All Time|url=https://www.rollingstone.com/news/story/5938174/the_rs_500_greatest_albums_of_all_time|revista=[[Rolling Stone]]|n\u00famero=937|arquivourl=https://web.archive.org/web/20090104131142/http://www.rollingstone.com/news/story/5938174/the_rs_500_greatest_albums_of_all_time/|arquivodata=4 de Janeiro de 2009|data=11 de Dezembro de 2003}} e em 2006, foi introduzido no [[Registro Nacional de Grava\u00e7\u00f5es]] pela Biblioteca do Congresso.[https://www.loc.gov/today/pr/2007/07-039.html March 6, 2007 \u2013 Recordings by Historical Figures and Musical Legends Added to the 2006 National Recording Registry] {{webarchive|url=https://web.archive.org/web/20131029210655/http://www.loc.gov/today/pr/2007/07-039.html|date=29 de Outubro de 2013}}, Not\u00edcias da Biblioteca do Congresso, 2006 National Recording Registry \u2013 The Library Today (Biblioteca do Congresso).\n== Hist\u00f3ria ==\n=== Grava\u00e7\u00e3o ===\n''The Velvet Underground & Nico'' foi gravado com a primeira forma\u00e7\u00e3o profissional do grupo: [[Lou Reed]], [[John Cale]], [[Sterling Morrison]] e [[Maureen Tucker]]. Por recomenda\u00e7\u00e3o de seu empres\u00e1rio [[Andy Warhol]], e seu colaborador [[Paul Morrissey]], a cantora alem\u00e3 [[Nico]] foi apresentada; ela tinha ocasionalmente realizado vocais para a banda.{{citar web|\u00faltimo =Wilcox|primeiro =Tyler|url=http://pitchfork.com/thepitch/1463-the-unlikely-making-of-the-velvet-underground-nico|t\u00edtulo=The Unlikely Making of ''The Velvet Underground & Nico''|data=13 de Mar\u00e7o de 2017|obra=The Pitch|publicado=[[Pitchfork]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170819061048/http://pitchfork.com/thepitch/1463-the-unlikely-making-of-the-velvet-underground-nico/|arquivodata=19 de Agosto de 2017}} Ela cantaria em tr\u00eas das faixas do \u00e1lbum \u2013 \"[[Femme Fatale (can\u00e7\u00e3o)|Femme Fatale]]\", \"[[All Tomorrow's Parties]]\" e \"[[I'll Be Your Mirror]]\" \u2013 e faria [[Vocal de apoio|vocais de apoio]] em \"Sunday Morning\". Em 1966, enquanto o \u00e1lbum estava sendo gravado, este tamb\u00e9m foi o ''line up'' dos shows da turn\u00ea experimental \"Exploding Plastic Inevitable\" de Warhol.{{citar web|url=https://www.rollingstone.com/music/artists/the-velvet-underground/biography|t\u00edtulo=The Velvet Underground Bio|data=18 de Agosto de 2017|obra=[[Rolling Stone]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170923080701/http://www.rollingstone.com/music/artists/the-velvet-underground/biography|arquivodata=23 de Setembro de 2017}}\n\nA maior parte das m\u00fasicas que entrariam no \u00e1lbum foram gravadas em meados de abril de 1966, durante um per\u00edodo de quatro dias no Scepter, um decadente est\u00fadio de grava\u00e7\u00e3o em [[Manhattan]]. Esta sess\u00e3o de grava\u00e7\u00e3o foi financiada por Warhol e pelo executivo de vendas da [[Columbia Records|Columbia]], Norman Dolph, que tamb\u00e9m atuou como engenheiro de som com John Licata. Embora o custo total exato do projeto seja desconhecido, as estimativas variam de 1.500 a 3.000 d\u00f3lares.{{harvnb|Harvard|2007}}\n\nLogo ap\u00f3s a grava\u00e7\u00e3o, Dolph enviou um [[disco de acetato]] das grava\u00e7\u00f5es para a Columbia na tentativa de interess\u00e1-los na distribui\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum, mas eles recusaram, assim como a [[Atlantic Records|Atlantic]] e a [[Elektra Records|Elektra]] \u2013 de acordo com [Sterling] Morrison, a primeira se op\u00f4s \u00e0s refer\u00eancias a drogas em can\u00e7\u00f5es de Reed, enquanto a segunda n\u00e3o gostava da [[viola]] de Cale.{{harvnb|Irvin|McLear|2007|p=80}} Finalmente, a gravadora [[Verve Records|Verve]], de propriedade da [[MGM Records|MGM]], aceitou as grava\u00e7\u00f5es, com a ajuda do produtor da Verve, [[Tom Wilson]].{{citar web|\u00faltimo =Browne|primeiro =David|url=https://www.rollingstone.com/music/news/remembering-bob-dylan-velvet-undergrounds-pioneering-producer-20151104|t\u00edtulo=Remembering Bob Dylan and Velvet Underground's Pioneering Producer|data=4 de Novembro de 2015|obra=[[Rolling Stone]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170819021115/http://www.rollingstone.com/music/news/remembering-bob-dylan-velvet-undergrounds-pioneering-producer-20151104|arquivodata=19 de Agosto de 2017}}\n\nCom o apoio da gravadora, um m\u00eas depois, em maio de 1966, tr\u00eas das m\u00fasicas, \"[[I'm Waiting for the Man]]\", \"[[Venus in Furs (can\u00e7\u00e3o)|Venus in Furs]]\" e \"[[Heroin]]\", foram regravadas nos est\u00fadios TTG durante um tempo em [[Hollywood]]. Quando a data de lan\u00e7amento do disco foi adiada, Wilson trouxe a banda para os est\u00fadios Mayfair em Manhattan em novembro de 1966, para adicionar uma m\u00fasica final \u00e0 lista de faixas: o ''single'' \"[[Sunday Morning (can\u00e7\u00e3o de The Velvet Underground)|Sunday Morning]]\".{{harvnb|Bockris|1994|pp=106, 135}}\n[[Ficheiro:Andy_Warhol_by_Jack_Mitchell.jpg|miniaturadaimagem|O artista [[Andy Warhol]] desenhou a capa do \u00e1lbum e teve um papel importante em sua produ\u00e7\u00e3o.]]\n\n=== Produ\u00e7\u00e3o ===\nEmbora Andy Warhol seja o \u00fanico produtor formalmente creditado, ele teve pouca influ\u00eancia direta al\u00e9m de pagar pelas sess\u00f5es de grava\u00e7\u00e3o.{{citar web|\u00faltimo =Graves|primeiro =Wren|url=https://consequenceofsound.net/2017/03/the-velvet-underground-how-andy-warhol-was-fired-by-his-own-art-project|t\u00edtulo=The Velvet Underground: How Andy Warhol Was Fired by His Own Art Project|data=10 de Mar\u00e7o de 2017|obra=Dusting 'Em Off|publicado=Consequence of Sound|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170408044024/https://consequenceofsound.net/2017/03/the-velvet-underground-how-andy-warhol-was-fired-by-his-own-art-project/|arquivodata=8 de Abril de 2017}} V\u00e1rios outros que trabalharam no \u00e1lbum s\u00e3o frequentemente mencionados como produtores t\u00e9cnicos.{{harvnb|Bockris|Malanga|1996}}\n\nNorman Dolph e John Licata s\u00e3o algumas vezes atribu\u00eddos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o das sess\u00f5es no Scepter, j\u00e1 que eles foram respons\u00e1veis \u200b\u200bpela grava\u00e7\u00e3o e engenharia, embora nenhum deles seja creditado. Dolph disse que Cale era o produtor criativo, j\u00e1 ele lidava com a maioria dos [[Arranjo (m\u00fasica)|arranjos]]. No entanto, Cale lembrou que Tom Wilson produziu quase todas as faixas e disse que Warhol \"n\u00e3o fez nada\". Reed tamb\u00e9m disse que o \"verdadeiro produtor\" do \u00e1lbum foi Wilson. Reed alegou que foi a MGM que decidiu trazer Wilson, e creditou a ele a produ\u00e7\u00e3o de m\u00fasicas como \"Sunday Morning\": \"Andy absorveu todas as cr\u00edticas. Ent\u00e3o a MGM disse que queria trazer um produtor de verdade, Tom Wilson. Voc\u00ea tem 'Sunday Morning', com todos aqueles [[Overdubbing|''overdubs'']] \u2013 a viola no fundo, Nico cantando. Mas ele n\u00e3o podia desfazer o que j\u00e1 havia sido feito.\"{{citar revista|\u00faltimo1 =Fricke|primeiro1 =David|t\u00edtulo=Lou Reed: The Rolling Stone Interview|url=https://www.rollingstone.com/music/music-news/lou-reed-the-rolling-stone-interview-2-174015/|revista=[[Rolling Stone]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20181120221330/https://www.rollingstone.com/music/music-news/lou-reed-the-rolling-stone-interview-2-174015/|arquivodata=20 de Novembro de 2018|data=4 de Maio de 1989}}\n\nNo entanto, Sterling Morrison e Lou Reed citaram a falta de manipula\u00e7\u00e3o de Warhol como um m\u00e9todo leg\u00edtimo de produ\u00e7\u00e3o. Morrison descreveu Warhol como o produtor \"no sentido de produzir um filme\".\"An Interview with Sterling Morrison\", ''Fusion'', 6 de mar\u00e7o de 1970. Reproduzido em {{harvnb|Heylin|2009}}
Ele apenas tornou poss\u00edvel para n\u00f3s sermos n\u00f3s mesmos e seguirmos em frente porque 'ele era Andy Warhol'. De certa forma, ele realmente produziu, porque ele era esse guarda-chuva que absorvia todos os ataques quando n\u00e3o \u00e9ramos grandes o suficiente para ser atacados [...] e como consequ\u00eancia de ele ser o produtor, n\u00f3s apenas entr\u00e1vamos e faz\u00edamos o que sempre fizemos e ningu\u00e9m iria parar porque Andy era o produtor. Claro que ele n\u00e3o sabia nada sobre produ\u00e7\u00e3o de discos, mas n\u00e3o precisava. Ele apenas sentou l\u00e1 e disse \"Ah, isso \u00e9 fant\u00e1stico\", e o engenheiro diria: \"Ah, sim! \u00c9 fant\u00e1stico, n\u00e3o \u00e9?\"{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo=White Light White Heat: Lou Reed and John Cale remember Andy Warhol |data=Abril de 1989 |\u00faltimo =Flanagan |primeiro =Bill |peri\u00f3dico=Musician Magazine}} \u2013 Lou Reed.
\n\n=== Capa ===\n''The Velvet Underground & Nico'' \u00e9 geralmente chamado de o \"\u00e1lbum da banana\", reconhec\u00edvel por apresentar um desenho de uma [[banana]] feita por Andy Warhol. As primeiras c\u00f3pias do \u00e1lbum convidavam o ouvinte a \"descascar lentamente e ver\" (\"''peel slowly and see''\"), e descascar a casca da banana revelava uma banana cor de carne por baixo. Uma m\u00e1quina especial foi necess\u00e1ria para fabricar essas capas (uma das causas do atraso no lan\u00e7amento do \u00e1lbum), mas a [[MGM Records|MGM]] pagou pelos custos imaginando que qualquer v\u00ednculo com Warhol aumentaria as vendas do \u00e1lbum.{{harvnb|Harvard|2007}}{{harvnb|Bockris|Malanga|1996}}\n\nA maioria dos relan\u00e7amentos em vinil do \u00e1lbum n\u00e3o apresentam o adesivo remov\u00edvel; c\u00f3pias originais do \u00e1lbum com este adesivo agora s\u00e3o itens raros de colecionador. Um relan\u00e7amento japon\u00eas em vinil no in\u00edcio dos anos 80 foi a \u00fanica vers\u00e3o a incluir o adesivo de banana por muitos anos. No relan\u00e7amento do CD de 1996, a imagem da banana est\u00e1 na capa enquanto a imagem da banana descascada est\u00e1 na parte interna da caixa, abaixo do pr\u00f3prio CD. O \u00e1lbum foi reimpresso em vinil em 2008, com o adesivo da banana.{{citar web|url=http://pitchfork.com/news/47806-copyright-portion-of-velvet-underground-banana-lawsuit-dismissed-trademark-part-goes-forward/|t\u00edtulo=Copyright Portion of Velvet Underground Banana Lawsuit Dismissed, Trademark Part Goes Forward|website=[[Pitchfork]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160203080955/http://pitchfork.com/news/47806-copyright-portion-of-velvet-underground-banana-lawsuit-dismissed-trademark-part-goes-forward/|arquivodata=3 de Fevereiro de 2016}}\n\n=== Lan\u00e7amento e vendas ===\n\nAp\u00f3s o lan\u00e7amento, ''The Velvet Underground & Nico'' foi em grande parte mal sucedido e um fracasso financeiro. O conte\u00fado controverso do \u00e1lbum levou \u00e0 sua proibi\u00e7\u00e3o quase instant\u00e2nea em v\u00e1rias lojas de discos, muitas esta\u00e7\u00f5es de r\u00e1dio se recusaram a toc\u00e1-lo e as revistas se recusaram a publicar an\u00fancios para ele. Sua falta de sucesso tamb\u00e9m pode ser atribu\u00edda a [[Verve Records|Verve]], que n\u00e3o conseguiu promover ou distribuir o \u00e1lbum com nada al\u00e9m de aten\u00e7\u00e3o modesta.{{harvnb|Heylin|2009}} No entanto, Richie Unterberger, um revisor da [[AllMusic]], tamb\u00e9m observa que:
[...] a m\u00fasica era simplesmente ousada demais para caber no r\u00e1dio comercial; a r\u00e1dio de rock \"underground\" mal estava come\u00e7ando neste momento, e em qualquer caso pode muito bem ter esquecido o disco em um momento em que a m\u00fasica psicod\u00e9lica estava se aproximando de seu auge.{{Citar web|url=https://www.allmusic.com/artist/the-velvet-underground-mn0000840402/biography|titulo=The Velvet Underground Biography, Songs, & Albums|acessodata=2022-02-13|website=AllMusic|lingua=en}}
O \u00e1lbum entrou pela primeira vez nas paradas de \u00e1lbuns da ''[[Billboard]]'' em maio de 1967, no n\u00famero 199, deixando-as em junho do mesmo ano, no n\u00famero 195. Voltaria a entrar nas paradas em novembro, no n\u00famero 182, atingindo o n\u00famero 171 em dezembro e novamente as deixando em janeiro de 1968, no n\u00famero 193.\n\nO m\u00fasico [[Brian Eno]] afirmou em 1982 que, embora o \u00e1lbum tenha vendido apenas aproximadamente 30 mil c\u00f3pias em seus primeiros cinco anos, todos que compraram uma dessas 30.000 c\u00f3pias come\u00e7aram uma banda.Fontes discutindo a cita\u00e7\u00e3o:\n\n* {{harvnb|Schinder|2007|p=308}}\n* {{citar web|url=http://www.billboard.com/biz/articles/news/legal-and-management/5770584/lou-reed-rip-what-if-everyone-who-bought-the-first|t\u00edtulo=Lou Reed RIP: What If Everyone Who Bought The First Velvet Underground Album Did Start A Band?|data=28 de Outubro de 2013|obra=[[Billboard]]|local=New York|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160405031412/http://www.billboard.com/biz/articles/news/legal-and-management/5770584/lou-reed-rip-what-if-everyone-who-bought-the-first|arquivodata=5 de Abril de 2016|\u00faltimo1 =Gensler|primeiro1 =Andy}}A cita\u00e7\u00e3o referenciada:\n\n* {{citar web|\u00faltimo =McKenna|primeiro =Kristine|url=http://music.hyperreal.org/artists/brian_eno/interviews/musn82.htm|t\u00edtulo=Eno: Voyages in Time & Perception|data=Outubro de 1982|obra=Musician|arquivourl=https://web.archive.org/web/20120805002211/http://music.hyperreal.org/artists/brian_eno/interviews/musn82.htm|arquivodata=5 de Agosto de 2012|cita\u00e7\u00e3o=Eu estava conversando com Lou Reed outro dia e ele disse que o primeiro disco do Velvet Underground vendeu 30.000 c\u00f3pias nos primeiros cinco anos. As vendas aumentaram nos \u00faltimos anos, mas quero dizer, esse disco foi um disco t\u00e3o importante para tantas pessoas. Acho que todo mundo que comprou uma dessas 30.000 c\u00f3pias come\u00e7ou uma banda!}} Os escritores costumam usar essa cita\u00e7\u00e3o como um n\u00famero definitivo de quantas c\u00f3pias foram vendidas nos primeiros anos. Embora de fato tenha vendido menos do que Warhol e a banda esperavam, de acordo com uma declara\u00e7\u00e3o de [[Royalty|''royalties'']], 58.476 c\u00f3pias do \u00e1lbum foram vendidas at\u00e9 fevereiro de 1969 \u2013 um n\u00famero decente para um LP do final da d\u00e9cada de 1960.{{Sfn|Unterberger|2009|5=138}}{{citar peri\u00f3dico|url=https://www.villagevoice.com/2017/08/22/addicted-to-lou/ |t\u00edtulo=Addicted to Lou |data=22 de Agosto de 2017 |\u00faltimo =Baker |primeiro =R. C. |arquivourl=https://web.archive.org/web/20170822225557/https://www.villagevoice.com/2017/08/22/addicted-to-lou/ |arquivodata=22 de Agosto de 2017 |peri\u00f3dico=The Village Voice}}{{citar web|\u00faltimo =Lipez|primeiro =Zachary|url=https://www.vice.com/en/article/rq4d8m/the-velvet-underground-reissue-doug-yule-lou-reed-photos-live-footage|t\u00edtulo=Doug Yule Gives Rare Interview About the Velvet Underground's Third, Self-Titled Album, Shares Alternate Version of 'Foggy Notion'|data=19 de Novembro de 2014|obra=Noisey|publicado=Vice Media|arquivourl=https://web.archive.org/web/20201108130703/https://www.vice.com/en/article/rq4d8m/the-velvet-underground-reissue-doug-yule-lou-reed-photos-live-footage|arquivodata=8 de Novembro de 2020}}\n\n=== Recep\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea ===\nUma cr\u00edtica da ''[[Billboard]]'' publicada antes do lan\u00e7amento do \u00e1lbum elogiou os vocais \"assombrosos\" de [[Nico]] e as letras \"poderosas\" da banda\".{{citar revista|t\u00edtulo=Album reviews|url=https://books.google.com/books?id=CykEAAAAMBAJ&pg=PA40|revista=Billboard|volume=79|n\u00famero=9|arquivourl=https://web.archive.org/web/20210817061811/https://books.google.com/books?id=CykEAAAAMBAJ&pg=PA40|arquivodata=17 de Agosto de 2021|data=4 de Mar\u00e7o de 1967|p\u00e1ginas=8, 40, 43}} ''Vibrations'', uma pequena revista de m\u00fasica rock, deu ao \u00e1lbum uma cr\u00edtica principalmente positiva em sua segunda edi\u00e7\u00e3o, descrevendo a m\u00fasica como \"um ataque completo aos ouvidos e ao c\u00e9rebro\" enquanto observava as letras obscuras.{{harvnb|Heylin|2009}} Wayne Harada do ''Honolulu Advertiser'' e Dave Donelly do ''Honolulu Star-Bulletin'' ambos elogiaram a capa do \u00e1lbum; o primeiro chamando-a de \"a capa mais selvagem\" de qualquer \u00e1lbum at\u00e9 aquele momento e o \u00faltimo chamando-a de \"''[[conversation piece]]''\"''.{{citar peri\u00f3dico|url=https://www.newspapers.com/newspage/260367717/ |t\u00edtulo=On the Record |data=1 de Mar\u00e7o de 1967 |\u00faltimo =Harada |primeiro =Wayne |p\u00e1gina=B5 |arquivourl=https://2.bp.blogspot.com/-V0HXwrT3hfQ/WpfObAXMjtI/AAAAAAAAJjg/VrtknadiY4wK6CiPd3gQyzoZrZ4yUFlDwCLcBGAs/s1600/The_Honolulu_Advertiser_Wed__Mar_1__1967_.jpg |arquivodata=1 de Mar\u00e7o de 2018 |via=Newspapers.com |peri\u00f3dico=The Honolulu Advertiser}}{{citar peri\u00f3dico|url=https://www.newspapers.com/newspage/270530558/ |t\u00edtulo=The Teen Beat |data=4 de Mar\u00e7o de 1967 |\u00faltimo =Donelly |primeiro =Dave |p\u00e1gina=B14 |arquivourl=https://4.bp.blogspot.com/-JeQwg0UBaQI/WpfVVw_5JYI/AAAAAAAAJkU/nB6AuEs3WeUrQrdM76NGr07nPqJGB-F8wCLcBGAs/s1600/Honolulu_Star_Bulletin_Sat__Mar_4__1967_.jpg |arquivodata=1 de Mar\u00e7o de 2018 |via=Newspapers.com |peri\u00f3dico=Honolulu Star-Bulletin}}'' Harada escreveu: 'Sunday Morning' tem um som de sucesso psicod\u00e9lico definido. '[[Run Run Run (can\u00e7\u00e3o de The Velvet Underground)|Run Run Run]]' ainda \u00e9 outra joia ganhando terreno\". Donelly chamou o \u00e1lbum de \"n\u00e3o comercial com um 'C' ma\u00edusculo, mas uma experi\u00eancia em som.\"{{citar peri\u00f3dico|url=https://www.newspapers.com/newspage/270530558/ |t\u00edtulo=The Teen Beat |data=4 de Mar\u00e7o de 1967 |\u00faltimo =Donelly |primeiro =Dave |p\u00e1gina=B14 |arquivourl=https://4.bp.blogspot.com/-JeQwg0UBaQI/WpfVVw_5JYI/AAAAAAAAJkU/nB6AuEs3WeUrQrdM76NGr07nPqJGB-F8wCLcBGAs/s1600/Honolulu_Star_Bulletin_Sat__Mar_4__1967_.jpg |arquivodata=1 de Mar\u00e7o de 2018 |via=Newspapers.com |peri\u00f3dico=Honolulu Star-Bulletin}} Um revisor an\u00f4nimo no ''American Record Guide'' elogiou as letras de Reed como \"penetrantemente contempor\u00e2neas\", comparando-as com o trabalho de [[Bob Dylan|Dylan]] enquanto chamava Reed com base no disco de \"um importante novo talento (para mim)\".{{citar peri\u00f3dico|url=https://www.google.com/books/edition/American_record_guide/uo0rAQAAIAAJ?hl=en&gbpv=1&bsq=%22the+sound+is+electronic+and+you+are+going+to+have+to+learn+to+live%22&dq=%22the+sound+is+electronic+and+you+are+going+to+have+to+learn+to+live%22&printsec=frontcover |t\u00edtulo=The Velvet Underground & Nico |data=Maio de 1967 |n\u00famero=2 |\u00faltimo =Staff writer |p\u00e1gina=893 |arquivourl=https://2.bp.blogspot.com/-BJ2dsKifslU/WpfrY_U739I/AAAAAAAAJlU/Pn229w-ZwBAxKK5dyvN6nRgERkU_-hZTgCLcBGAs/s1600/American%2BRecord%2BGuide%252C%2BMay%2B1967.jpg |arquivodata=1 de Mar\u00e7o de 2018 |volume=33 |via=Google Books |peri\u00f3dico=American Record Guide}}\n\nEnquanto isso, Richard Goldstein, do ''[[The Village Voice|Village Voice]]'', foi mais reservado em seus elogios. Goldstein chamou \"[[There She Goes Again]]\" de uma eleva\u00e7\u00e3o \"descarada\" da vers\u00e3o dos [[The Rolling Stones|Rolling Stones]] de \"Hitch Hike\". No entanto, ele finalmente escreveu que \"[os 'Velvets'] s\u00e3o um grupo importante e este \u00e1lbum tem um grande trabalho [dentro]\", destacando \"I'm Waiting for the Man\", \"Venus in Furs\", \"Femme Fatale\" e \"Heroin\".Goldstein, Richard (28 de Outubro de 2013) 13 de Abril de 1967. \"The Velvet Underground & Nico\". ''The Village Voice''.\n\nSobre \"Heroin\" , Goldstein escreveu:
[\u00c9] mais compactado, mais contido do que nas apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo que eu j\u00e1 vi. Mas tamb\u00e9m \u00e9 mais um trabalho realizado. O tempo flutua descontroladamente e finalmente se rompe em uma s\u00e9rie de guinchos absolutamente aterrorizantes, como o [[estertor]] de um violino sufocante. ['Heroin'] s\u00e3o sete minutos de um genu\u00edno [[Rock and roll|rock 'n' roll]] de [[Tom|12 tons]].{{citar peri\u00f3dico|url=https://www.villagevoice.com/2013/10/28/the-voices-1967-review-of-velvet-undergrounds-debut-album/ |t\u00edtulo=The Velvet Underground & Nico |data=28 de Outubro de 2013 |\u00faltimo =Goldstein |primeiro =Richard |arquivourl=https://4.bp.blogspot.com/-L0tp_AMwAuA/Wpfw7K3byOI/AAAAAAAAJlk/YvFsHvq1KmMeIUYd-iHe3ppH7zfMAP1vACLcBGAs/s1600/Village%2BVoice%252C%2BApril%2B13th%2B1967.jpg |arquivodata=1 de Mar\u00e7o de 2018 |peri\u00f3dico=The Village Voice}}
O escritor do Tampa Tribune, Vance Johnston, descartou o \u00e1lbum como uma cole\u00e7\u00e3o de \"v\u00e1rios sons confusos [...] mais deprimente e qualquer que seja a mensagem que eu n\u00e3o consegui receber\", mas escreveu que os aficionados de Warhol o declarariam seu melhor trabalho \"de qualquer forma\".{{citar peri\u00f3dico|url=https://www.newspapers.com/newspage/331583939/ |t\u00edtulo=Connie Francis Swings at Vegas |data=5 de Mar\u00e7o de 1967 |\u00faltimo =Johnston |primeiro =Vance |p\u00e1gina=33 |arquivourl=https://1.bp.blogspot.com/-QOWOpeH3l84/WpfQX8i6OAI/AAAAAAAAJjs/yH5PopKsMjQog023xI3WZTIGGy9NLJwkwCLcBGAs/s1600/The_Tampa_Tribune_Sun__Mar_5__1967_-2.jpg |arquivodata=1 de Mar\u00e7o de 2018 |via=Newspapers.com |peri\u00f3dico=The Tampa Tribune}} Don Lass, do Asbury Park Evening Press, foi igualmente desdenhoso, achando a m\u00fasica \"t\u00e3o sem vida e inanimada quanto a casca de banana, perdendo a divers\u00e3o genu\u00edna que boas interpreta\u00e7\u00f5es de grandes batidas podem oferecer.\"\n\n=== Recep\u00e7\u00e3o retrospectiva ===\nUma d\u00e9cada ap\u00f3s seu lan\u00e7amento, ''The Velvet Underground & Nico'' come\u00e7ou a atrair muitos elogios dos cr\u00edticos de rock. [Robert] [[Robert Christgau|Christgau]] escreveu em sua revis\u00e3o de 1977 que o disco tinha sido dif\u00edcil de entender dez anos antes, \"e provavelmente \u00e9 por isso que as pessoas ainda est\u00e3o aprendendo com ele. Parece intermitentemente bruto, fino e pretensioso no in\u00edcio, mas nunca para cada vez melhor.\"{{citar peri\u00f3dico|url=https://www.villagevoice.com/2013/10/28/the-voices-1967-review-of-velvet-undergrounds-debut-album/ |t\u00edtulo=The Velvet Underground & Nico |data=28 de Outubro de 2013 |\u00faltimo =Goldstein |primeiro =Richard |arquivourl=https://4.bp.blogspot.com/-L0tp_AMwAuA/Wpfw7K3byOI/AAAAAAAAJlk/YvFsHvq1KmMeIUYd-iHe3ppH7zfMAP1vACLcBGAs/s1600/Village%2BVoice%252C%2BApril%2B13th%2B1967.jpg |arquivodata=1 de Mar\u00e7o de 2018 |peri\u00f3dico=The Village Voice}} Mais tarde, ele incluiu-o em sua lista de grava\u00e7\u00f5es dos anos 1950 e 1960, publicadas no ''Christgau's Record Guide: Rock Albums of the Seventies'', de 1981.{{citar livro|t\u00edtulo=Christgau's Record Guide: Rock Albums of the Seventies|\u00faltimo =Christgau|primeiro =Robert|publicado=Ticknor & Fields|cap\u00edtulo=A Basic Record Library: The Fifties and Sixties|isbn=0899190251|acessodata=16 de Mar\u00e7o de 2019|arquivourl=https://web.archive.org/web/20190312052515/http://www.robertchristgau.com/xg/bk-cg70/basics.php|arquivodata=12 de Mar\u00e7o de 2019|ano=1981|cap\u00edtulourl=https://www.robertchristgau.com/xg/bk-cg70/basics.php|via=robertchristgau.com}}\n\nEm ''The Encyclopedia of Popular Music'', de 1998, [[Colin Larkin]] a chamou de uma \"cole\u00e7\u00e3o poderosa\" que \"introduziu as paix\u00f5es decididamente urbanas de Reed, um fasc\u00ednio pela cultura de rua e amoralidade beirando o [[voyeurismo]]\".{{Sfn|Larkin|1998}} Em abril de 2003, a ''[[Spin]]'' liderou sua lista de \"Top Fifteen Most Influential Albums of All Time\" com o \u00e1lbum.{{citar peri\u00f3dico|url=https://books.google.com/books?id=nCou4cnn-ZkC&pg=PA84 |t\u00edtulo=Top Fifteen Most Influential Albums of All Time (...{{nbsp}}not recorded by the Beatles, Bob Dylan, Elvis and the Rolling Stones) |data=Abril de 2003 |n\u00famero=4 |\u00faltimo =Klosterman |primeiro =Chuck |p\u00e1gina=84 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20140627180015/http://books.google.com/books?id=nCou4cnn-ZkC&lpg=PP1&pg=PA84#v=onepage&q&f=false |arquivodata=27 de Junho de 2014 |volume=19 |autor2 =Milner, Greg |autor3 =Pappademas, Alex |peri\u00f3dico=[[Spin]]}} Em novembro de 2000, a [[National Public Radio|''NPR'']] o incluiu em sua s\u00e9rie das \"mais importantes obras musicais norte-americanas do s\u00e9culo XX\".{{citar web|url=https://www.npr.org/programs/specials/vote/list100.html|t\u00edtulo=NPR 100|obra=[[National Public Radio]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20091224063104/http://www.npr.org/programs/specials/vote/list100.html|arquivodata=24 de Dezembro de 2009}} Em 2003, a ''[[Rolling Stone]]'' o colocou no n\u00famero 13 em sua lista dos \"[[500 Maiores \u00c1lbuns de Todos os Tempos da Rolling Stone|500 Maiores \u00c1lbuns de Todos os Tempos]]\", mantendo a classifica\u00e7\u00e3o em uma revis\u00e3o de 2012,{{citar revista|data=|t\u00edtulo=500 Greatest Albums of All Time Rolling Stone's definitive list of the 500 greatest albums of all time|url=https://www.rollingstone.com/music/music-lists/500-greatest-albums-of-all-time-156826/the-velvet-underground-and-nico-the-velvet-underground-52023/|revista=[[Rolling Stone]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20201029231530/https://www.rollingstone.com/music/music-lists/500-greatest-albums-of-all-time-156826/the-velvet-underground-and-nico-the-velvet-underground-52023/|arquivodata=29 de Outubro de 2020|ano=2012}} chamando-o de \"\u00e1lbum de rock mais prof\u00e9tico j\u00e1 feito\".{{citar web|url=https://www.rollingstone.com/news/story/6597640/13_the_velvet_underground|t\u00edtulo=13) The Velvet Underground|data=18 de Dezembro de 2008|obra=Rolling Stone|arquivourl=https://web.archive.org/web/20081218001425/http://www.rollingstone.com/news/story/6597640/13_the_velvet_underground|arquivodata=18 de Dezembro de 2008}} Ele foi reclassificado no n\u00famero 23 em uma revis\u00e3o de 2020.{{citar revista|t\u00edtulo=The 500 Greatest Albums of All Time|url=https://www.rollingstone.com/music/music-lists/best-albums-of-all-time-1062063/|revista=Rolling Stone|autor =Rolling Stone|data=2020-09-22|acessodata=2021-10-09}}\n\nEm 1997, ''The Velvet Underground & Nico'' foi nomeado o 22\u00ba maior \u00e1lbum de todos os tempos na pesquisa \"M\u00fasica do Mil\u00eanio\" realizada no [[Reino Unido]] pelo ''HMV Group'', ''[[Channel 4]]'', ''[[The Guardian]]'' e ''Classic FM''.{{citar jornal|url=http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/50266.stm|t\u00edtulo=The music of the millennium|data=24 de Janeiro de 1998|arquivourl=https://web.archive.org/web/20120617212743/http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/50266.stm|arquivodata=17 de Junho de 2012}} Em 2006, os leitores da [[Q (revista)|revista ''Q'']] votaram em 42\u00ba lugar na pesquisa \"2006 Q Magazine Readers' 100 Greatest Albums Ever\", enquanto o [[The Observer|''Observer'']] o colocou no n\u00famero 1 em uma lista de \"50 Albums That Changed Music\" em julho daquele ano.{{citar jornal|url=http://arts.guardian.co.uk/features/story/0,,1821231,00.html|t\u00edtulo=The 50 albums that changed music|data=15 de Julho de 2006|arquivourl=https://web.archive.org/web/20060926193720/http://arts.guardian.co.uk/features/story/0,,1821231,00.html|arquivodata=26 de Setembro de 2006|jornal=[[The Observer]]}} Tamb\u00e9m em 2006, o \u00e1lbum foi escolhido pela revista [[Time (revista)|''Time'']] como um dos 100 melhores \u00e1lbuns de todos os tempos.{{citar jornal|\u00faltimo =Tyrangiel|primeiro =Josh|url=http://entertainment.time.com/2006/11/02/the-all-time-100-albums/#the-velvet-underground-and-nico|t\u00edtulo=''The Velvet Underground and Nico'' \u2013 The ALL-TIME 100 Albums|data=2 de Novembro de 2006|arquivourl=https://web.archive.org/web/20140301183543/http://entertainment.time.com/2006/11/02/the-all-time-100-albums/#the-velvet-underground-and-nico|arquivodata=1 de Mar\u00e7o de 2014|jornal=[[Time (magazine)|Time]]}} Em 2017, ''[[Pitchfork]]'' colocou o \u00e1lbum no n\u00famero 1 em sua lista de \"Os 200 Melhores \u00c1lbuns da D\u00e9cada de 1960\".{{citar web|url=https://pitchfork.com/features/lists-and-guides/the-200-best-albums-of-the-1960s/?page=10|t\u00edtulo=The 200 Best Albums of the 1960s|data=22 de Agosto de 2017|obra=[[Pitchfork]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170903033612/https://pitchfork.com/features/lists-and-guides/the-200-best-albums-of-the-1960s/?page=10|arquivodata=3 de Setembro de 2017}} Foi votado o n\u00famero 13 na 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o dos \"1000 Melhores \u00c1lbuns de Todos os Tempos\" de [[Colin Larkin]], em 2000.{{citar livro|t\u00edtulo=All Time Top 1000 Albums|data=2000|publicado=[[Virgin Books]]|editor=[[Colin Larkin]]|isbn=0-7535-0493-6|edi\u00e7\u00e3o=3rd|p\u00e1gina=40}}\n\n== Decorrentes ==\nFrustrado com o atraso de um ano e o lan\u00e7amento malsucedido do \u00e1lbum, o relacionamento de [[Lou Reed]] com [[Andy Warhol]] ficou tenso. Reed demitiu Warhol como empres\u00e1rio em favor de Steve Sesnick,{{harvnb|Bockris|Malanga|1996|p=69}} que convenceu o grupo a seguir uma dire\u00e7\u00e3o mais comercial.{{harvnb|Hogan|1997|p=50}} [[Nico]] foi for\u00e7ada a sair do grupo e come\u00e7ou uma carreira como artista solo. Seu primeiro \u00e1lbum solo, ''Chelsea Girl'', foi lan\u00e7ado em outubro de 1967, apresentando algumas can\u00e7\u00f5es escritas por membros do Velvet Underground.{{citar web|\u00faltimo =Planer|primeiro =Lindsay|url=http://www.allmusic.com/album/chelsea-girl-mw0000651868|t\u00edtulo=Chelsea Girl \u2013 Nico|website=[[AllMusic]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170321005957/http://www.allmusic.com/album/chelsea-girl-mw0000651868|arquivodata=21 de Mar\u00e7o de 2017}}\n\n== M\u00fasica e letras ==\n\n=== Temas ===\n''The Velvet Underground & Nico'' foi not\u00e1vel por suas descri\u00e7\u00f5es abertas de t\u00f3picos como [[Droga|abuso de drogas]], [[prostitui\u00e7\u00e3o]], [[sadomasoquismo]] e [[Parafilia|desvio sexual]]. \"[[I'm Waiting for the Man]]\" descreve os esfor\u00e7os de um homem para obter hero\u00edna,{{citar web|url=https://www.rollingstone.com/music/lists/the-500-greatest-songs-of-all-time-20110407/the-velvet-underground-im-waiting-for-the-man-20110526|t\u00edtulo=The Velvet Underground, 'I'm Waiting for the Man'|data=7 de Abril de 2011|obra=[[Rolling Stone]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170912011446/http://www.rollingstone.com/music/lists/the-500-greatest-songs-of-all-time-20110407/the-velvet-underground-im-waiting-for-the-man-20110526|arquivodata=12 de Setembro de 2017}}{{harvnb|Sounes|2015|pp=40\u201341}} enquanto \"[[Venus in Furs (can\u00e7\u00e3o)|Venus in Furs]]\" \u00e9 uma interpreta\u00e7\u00e3o quase literal do romance [[BDSM]] com o [[A V\u00eanus das Peles|mesmo nome]].{{harvnb|Sounes|2015|pp=41\u201343}} \"[[Heroin]]\" detalha o uso da droga por um indiv\u00edduo e a experi\u00eancia de sentir seus efeitos.{{citar web|url=http://www.allmusic.com/song/heroin-mt0009688252|t\u00edtulo=Heroin - The Velvet Underground {{!}} Song Info|obra=[[AllMusic]]|publicado=[[All Media Network]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170819024156/http://www.allmusic.com/song/heroin-mt0009688252|arquivodata=19 de Agosto de 2017}}\n\n[[Lou Reed]], que escreveu a maioria das letras do \u00e1lbum, nunca teve a inten\u00e7\u00e3o de escrever sobre esses t\u00f3picos para chocar. Reed, f\u00e3 de poetas e autores como [[Raymond Chandler]], [[William S. Burroughs]] e [[Hubert Selby Jr.]], n\u00e3o via raz\u00e3o que o conte\u00fado de suas obras n\u00e3o pudesse traduzir bem o [[rock and roll]]. Reed disse em uma entrevista que ele achava que juntar os dois era \"\u00f3bvio\".{{harvnb|Bockris|Malanga|1996}} \"Esse \u00e9 o tipo de coisa que voc\u00ea pode ler. Por que voc\u00ea n\u00e3o ouve? Voc\u00ea se diverte lendo isso, e tem a divers\u00e3o do rock em cima disso.\"\n\nEmbora o tema sombrio do \u00e1lbum seja hoje considerado revolucion\u00e1rio,{{harvnb|Heylin|2009}} v\u00e1rias das m\u00fasicas do \u00e1lbum s\u00e3o centradas em temas mais t\u00edpicos da m\u00fasica popular. Certas m\u00fasicas foram escritas por Reed em viv\u00eancias di\u00e1rias. \"[[Femme Fatale (can\u00e7\u00e3o)|Femme Fatale]]\" em particular foi escrita sobre [[Edie Sedgwick]] a pedido de Warhol. \"[[I'll Be Your Mirror]]\", inspirada em [[Nico]],{{harvnb|Bockris|1994|pp=106, 135}} \u00e9 uma m\u00fasica terna e afetuosa; em contraste com uma m\u00fasica como \"Heroin\". Um equ\u00edvoco comum \u00e9 que \"[[All Tomorrow's Parties]]\" foi escrito por Reed a pedido de Warhol (como declarado na biografia ''Up-Tight: The Velvet Underground Story''). Embora a m\u00fasica pare\u00e7a ser sobre as experi\u00eancias dos frequentadores da [[The Factory|Factory]], Reed escreveu a m\u00fasica antes de conhecer Warhol, tendo gravado uma demo em julho de 1965.{{citar web|\u00faltimo =Wilcox|primeiro =Tyler|url=http://pitchfork.com/thepitch/1463-the-unlikely-making-of-the-velvet-underground-nico|t\u00edtulo=The Unlikely Making of ''The Velvet Underground & Nico''|data=13 de Mar\u00e7o de 2017|obra=The Pitch|publicado=[[Pitchfork]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170819061048/http://pitchfork.com/thepitch/1463-the-unlikely-making-of-the-velvet-underground-nico/|arquivodata=19 de Agosto de 2017}} Tinha sons de [[Folk contempor\u00e2neo|m\u00fasica folcl\u00f3rica]], possivelmente inspirados por [[Bob Dylan]].{{citar v\u00eddeo notas|titulo=Peel Slowly and See |primeiro =David |\u00faltimo =Fricke |others=The Velvet Underground and Nico |ano=1995 |publicado=[[Polydor Records|Polydor]] |tipo=Box set}}\n\n=== Instrumenta\u00e7\u00e3o e performance ===\nMusicalmente, o \u00e1lbum tem sido geralmente descrito pelos escritores como [[art rock]],{{citar jornal|url=http://www.clashmusic.com/feature/classic-albums-the-velvet-undergrond-and-nico|t\u00edtulo=Classic Albums: The Velvet Underground \u2013 The Velvet Underground & Nico|data=11 de Dezembro de 2009|arquivourl=https://web.archive.org/web/20150402112235/http://www.clashmusic.com/feature/classic-albums-the-velvet-undergrond-and-nico|arquivodata=2 de Abril de 2015|jornal=Clash Music|cita\u00e7\u00e3o=...{{nbsp}}the original art-rock record{{nbsp}}...}}{{citar jornal|\u00faltimo =DeRogatis|primeiro =Jim|url=http://nl.newsbank.com/nl-search/we/Archives?p_product=CSTB&p_theme=cstb&p_action=search&p_maxdocs=200&p_topdoc=1&p_text_direct-0=0F947E0EE045091C&p_field_direct-0=document_id&p_perpage=10&p_sort=YMD_date:D&s_trackval=GooglePM|t\u00edtulo=Gettin' Your Groove On|data=14 de Fevereiro de 2013|p\u00e1gina=26|arquivourl=https://web.archive.org/web/20141006155610/http://nl.newsbank.com/nl-search/we/Archives?p_product=CSTB&p_theme=cstb&p_action=search&p_maxdocs=200&p_topdoc=1&p_text_direct-0=0F947E0EE045091C&p_field_direct-0=document_id&p_perpage=10&p_sort=YMD_date:D&s_trackval=GooglePM|arquivodata=6 de Outubro de 2014|jornal=[[Chicago Sun Times]]|cita\u00e7\u00e3o=...{{nbsp}}esta obra-prima duradoura do art-rock{{nbsp}}...}} [[M\u00fasica experimental|rock experimental]],{{citar web|url=http://magnetmagazine.com/2018/05/15/essential-new-music-velvet-undergrounds-velvet-underground/|t\u00edtulo=ESSENTIAL NEW MUSIC: THE VELVET UNDERGROUND'S \"THE VELVET UNDERGROUND\"|data=15 de Maio de 2018|website=Magnet|arquivourl=https://web.archive.org/web/20190420144949/http://magnetmagazine.com/2018/05/15/essential-new-music-velvet-undergrounds-velvet-underground/|arquivodata=20 de Abril de 2019|\u00faltimo1 =Amorisi|primeiro1 =A.D.|cita\u00e7\u00e3o=Lou Reed e John Cale, agora can\u00f4nicos, gelados e sagrados, assumem o rock experimental da \u00e9poca}} [[protopunk]],{{citar revista|t\u00edtulo=Listen: Feist & Friends Cover Velvet Underground|url=https://www.spin.com/2011/08/listen-feist-friends-cover-velvet-underground/|revista=[[Spin (magazine)|Spin]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131029191322/https://www.spin.com/2011/08/listen-feist-friends-cover-velvet-underground/|arquivodata=29 de Outubro de 2013|data=16 de Agosto de 2011|autor =Goodman, William}} [[rock psicod\u00e9lico]]{{harvnb|DeRogatis|2003|p=79}} e [[avant-pop]].{{citar revista|\u00faltimo1 =Hermes|primeiro1 =Will|t\u00edtulo=The Complete Matrix Tapes|url=https://www.rollingstone.com/music/music-album-reviews/the-complete-matrix-tapes-204441/|revista=[[Rolling Stone]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20201026125904/https://www.rollingstone.com/music/music-album-reviews/the-complete-matrix-tapes-204441/|arquivodata=26 de Outubro de 2020|data=8 de Dezembro de 2015}} Muito do som do \u00e1lbum foi concebido por [[John Cale]], que destacou as qualidades experimentais da banda. Ele foi muito influenciado por seu trabalho com [[John Cage]] e o movimento [[Fluxus]], e encorajou o uso de formas alternativas de produzir som na m\u00fasica. Cale achava que sua sensibilidade combinava bem com a de Reed, que j\u00e1 estava experimentando afina\u00e7\u00f5es alternativas. Por exemplo, Reed \"inventou\" a afina\u00e7\u00e3o da \"[[Ostrich guitar]]\" para uma m\u00fasica que ele escreveu chamada \"The Ostrich\" para a banda The Primitives. A afina\u00e7\u00e3o da \"guitarra de avestruz\" consiste em todas as cordas sendo afinadas na mesma nota. Este m\u00e9todo foi utilizado nas m\u00fasicas \"Venus in Furs\" e \"All Tomorrow's Parties\". Muitas vezes, as guitarras tamb\u00e9m eram afinadas uma [[oitava]] inteira, o que produzia um som mais baixo e mais cheio.{{harvnb|Harvard|2007}}\n\nA [[viola]] de Cale foi usada em v\u00e1rias m\u00fasicas do \u00e1lbum, notoriamente em \"Venus in Furs\" e \"[[The Black Angel's Death Song|Black Angel's Death Song]]\". A t\u00e9cnica da viola de Cale geralmente envolvia [[Pedal (m\u00fasica)|pedais]], [[Afina\u00e7\u00e3o|desafina\u00e7\u00e3o]] e [[Distor\u00e7\u00e3o (\u00e1udio)|distor\u00e7\u00e3o]].{{citar revista|\u00faltimo =Pinnock|primeiro =Tom|t\u00edtulo=John Cale on The Velvet Underground & Nico|url=http://www.uncut.co.uk/news/john-cale-on-the-velvet-underground-nico-30063|revista=Uncut|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170814145221/http://www.uncut.co.uk/news/john-cale-on-the-velvet-underground-nico-30063|arquivodata=14 de Agosto de 2017|data=28 de Setembro de 2012}} De acordo com [[Robert Christgau]], o pedal n\u00e3o apenas sustenta o sadomasoquismo em \"Venus in Furs\", mas tamb\u00e9m \"identifica e unifica o [\u00e1lbum] musicalmente\". Das performances vocais, ele acreditava que \"a sexualidade contida de Nico\" complementava \"o desapaixonado abandono vocal de Reed\".{{citar peri\u00f3dico|url=https://www.villagevoice.com/2013/10/28/the-voices-1967-review-of-velvet-undergrounds-debut-album/ |t\u00edtulo=The Velvet Underground & Nico |data=28 de Outubro de 2013 |\u00faltimo =Goldstein |primeiro =Richard |arquivourl=https://4.bp.blogspot.com/-L0tp_AMwAuA/Wpfw7K3byOI/AAAAAAAAJlk/YvFsHvq1KmMeIUYd-iHe3ppH7zfMAP1vACLcBGAs/s1600/Village%2BVoice%252C%2BApril%2B13th%2B1967.jpg |arquivodata=1 de Mar\u00e7o de 2018 |peri\u00f3dico=The Village Voice}} Em 1966, Richard Goldstein descreveu o vocal de Nico como \"algo como um [[violoncelo]] se levantando de manh\u00e3\".Ulf Lindberg et al. ''Rock Criticism from the Beginning: Amusers, Bruisers, and Cool-headed Cruisers.'' Peter Lang, 2005. p. 115. {{ISBN|9780820474908}}\n\n== Faixas ==\n{{Lista de faixas|toda_composi\u00e7\u00e3o=[[Lou Reed]], exceto as indicadas|t\u00edtulo1=[[Sunday Morning (can\u00e7\u00e3o de The Velvet Underground)|Sunday Morning]]|dura\u00e7\u00e3o1=2:56|t\u00edtulo2=[[I'm Waiting for the Man]]|dura\u00e7\u00e3o2=4:39|t\u00edtulo3=[[Femme Fatale (can\u00e7\u00e3o)|Femme Fatale]]|dura\u00e7\u00e3o3=2:38|t\u00edtulo4=[[Venus in Furs (can\u00e7\u00e3o)|Venus in Furs]]|dura\u00e7\u00e3o4=5:12|t\u00edtulo5=[[Run Run Run (can\u00e7\u00e3o de The Velvet Underground)|Run Run Run]]|dura\u00e7\u00e3o5=4:22|t\u00edtulo6=[[All Tomorrow's Parties]]|dura\u00e7\u00e3o6=6:00|topo=Lado A}}{{Lista de faixas|t\u00edtulo1=[[Heroin]]|dura\u00e7\u00e3o1=7:12|t\u00edtulo2=[[There She Goes Again]]|dura\u00e7\u00e3o2=2:41|t\u00edtulo3=[[I'll Be Your Mirror]]|dura\u00e7\u00e3o3=2:14|t\u00edtulo4=[[The Black Angel's Death Song]]|dura\u00e7\u00e3o4=3:11|t\u00edtulo5=[[European Son]]|dura\u00e7\u00e3o5=7:46|topo=Lado B}}\n\n== Ficha t\u00e9cnica ==\n'''The Velvet Underground'''\n* [[Lou Reed]] \u2013 vocais principais e guitarra\n* [[John Cale]] \u2013 [[Viola|viola el\u00e9trica]], piano, [[celesta]]\n* [[Sterling Morrison]] \u2013 guitarra, baixo e vocais de apoio\n* [[Maureen Tucker]] \u2013 percuss\u00e3o\n'''M\u00fasicos adicionais'''\n* [[Nico]] \u2013 vocais principais e vocais de apoio\n'''Produ\u00e7\u00e3o'''\n\n* [[Andy Warhol]] \u2013 produtor\n* [[Tom Wilson]] \u2013 produtor\n* Norman Dolph \u2013 engenheiro de som\n* John Licata \u2013 engenheiro de som\n\n== Relan\u00e7amentos ==\n\n==== Compact Disc (CD) ====\nA primeira edi\u00e7\u00e3o em [[Compact disc|CD]] do \u00e1lbum foi lan\u00e7ada em 1986 e contou com pequenas mudan\u00e7as. O t\u00edtulo do \u00e1lbum foi destaque na capa, ao contr\u00e1rio do lan\u00e7amento do LP original. Al\u00e9m disso, o \u00e1lbum continha um mix alternativo de \"All Tomorrow's Parties\", que apresentava uma \u00fanica linha de vocal principal em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 vers\u00e3o do LP original que a apresentava duplicada. O relan\u00e7amento subsequente de 1996 removeu essas altera\u00e7\u00f5es, mantendo a arte do \u00e1lbum original e a mixagem dupla dos vocais de \"All Tomorrow's Parties\" encontradas no LP.\n\n==== Box Set '''Peel Slowly and See''' ====\nParte do material in\u00e9dito do \u00e1lbum foi lan\u00e7ado em sua totalidade no [[box set]] ''Peel Slowly and See'', em 1995. O \u00e1lbum \u00e9 apresentado no segundo disco junto com a vers\u00e3o ''single'' de \"All Tomorrow's Parties\", duas faixas do \u00e1lbum ''Chelsea Girl'' de Nico e um trecho editado da performance de 45 minutos de \"Melody Laughter\". Tamb\u00e9m inclu\u00eddo no conjunto est\u00e3o as demos de 1965 da banda. Entre essas demos est\u00e3o as primeiras vers\u00f5es de \"Venus in Furs\", \"Heroin\", \"I'm Waiting for the Man\" e \"All Tomorrow's Parties\".\n\n==== Vers\u00e3o de luxo ====\nEm 2002, a [[Universal Music Group|UMG]] lan\u00e7ou uma vers\u00e3o de luxo, com dois discos contendo a vers\u00e3o [[Estereofonia|est\u00e9reo]] do \u00e1lbum junto com as cinco faixas de ''Chelsea Girl'' escritas por membros da banda no disco um, e a vers\u00e3o [[Monaural|mono]] do \u00e1lbum junto com o mixes dos ''singles'' em mono de \"All Tomorrow's Parties\" e \"Sunday Morning\" e seus lados B \"I'll Be Your Mirror\" e \"Femme Fatale\" no disco dois. Uma demo in\u00e9dita chamada \"Miss Joanie Lee\" havia sido planejada para inclus\u00e3o na \u00e9poca, sendo inclu\u00edda depois no relan\u00e7amento subsequente: ''45th Anniversary Super Deluxe Edition''.{{citar web|\u00faltimo =Hann|primeiro =Michael|url=https://www.theguardian.com/music/2012/jul/26/velvet-underground-first-album-reissue|t\u00edtulo=The Velvet Underground's first album gets deluxe reissue|data=26 de Julho de 2012|obra=[[The Guardian]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170912234346/https://www.theguardian.com/music/2012/jul/26/velvet-underground-first-album-reissue|arquivodata=12 de Setembro de 2017}}\n\n'''Faixas do ''Chelsea Girl'' do disco 1'''\n\n# \"Littler Sister\" ([[John Cale|Cale]], [[Lou Reed|Reed]]) \u2013 4:27\n# \"Winter Song\" ([[John Cale|Cale]]) \u2013 3:23\n# \"It Was a Pleasure Then\" ([[Lou Reed|Reed]], [[John Cale|Cale]], [[Nico]]) \u2013 8:09\n# \"Chelsea Girls\" ([[Lou Reed|Reed]], [[Sterling Morrison|Morrison]]) \u2013 7:29\n# \"Wrap Your Troubles in Dreams\" ([[Lou Reed|Reed]]) \u2013 5:09\n\n'''Vers\u00f5es ''single'' do disco 2'''\n\n# \"All Tomorrow's Parties\" \u2013 2:53\n# \"I'll Be Your Mirror\" \u2013 2:18\n# \"Sunday Morning\" \u2013 3:00\n# \"Femme Fatale\" \u2013 2:38\n\n==== ''45th Anniversary Super Deluxe Edition'' ====\nEm 1\u00ba de outubro de 2012, a UMG lan\u00e7ou um conjunto de 6 CDs do \u00e1lbum.{{citar web|url=http://www.uncut.co.uk/the-velvet-underground-nico-to-receive-six-disc-45th-anniversary-re-release-news|t\u00edtulo='The Velvet Underground & Nico' to receive six disc 45th anniversary re-release|data=25 de Julho de 2012|obra=Uncut|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131203024932/http://www.uncut.co.uk/the-velvet-underground-nico-to-receive-six-disc-45th-anniversary-re-release-news|arquivodata=3 de Dezembro de 2013}} Ele apresenta as mixagens mono e est\u00e9reo anteriormente dispon\u00edveis como discos um e dois, respectivamente. O disco um cont\u00e9m vers\u00f5es alternativas de \"All Tomorrow's Parties\", \"European Son\", \"Heroin\" e \"I'll Be Your Mirror\". O disco dois cont\u00e9m as mesmas faixas b\u00f4nus do segundo disco da vers\u00e3o de luxo anterior. O disco tr\u00eas \u00e9 o ''Chelsea Girl'' de Nico em sua totalidade e o [[Disco de acetato|acetato]] das grava\u00e7\u00f5es no est\u00fadio Scepter ocupando o disco quatro. Os discos cinco e seis cont\u00e9m uma performance in\u00e9dita de 1966. De acordo com o cr\u00edtico e historiador Richie Unterberger, este show \u00e9 o \u00fanico \u00e1udio com qualidade consider\u00e1vel durante o per\u00edodo de Nico na banda. O autor tamb\u00e9m esclarece que a aus\u00eancia de qualquer material gravado por [[v\u00eddeo]] se deve ao fato de que nenhum dos shows da banda foi filmado, apesar da forte depend\u00eancia de recursos visuais multim\u00eddia durante as apresenta\u00e7\u00f5es.{{citar v\u00eddeo notas|t\u00edtulo=The Velvet Underground & Nico |others=The Velvet Underground and Nico |ano=2012 |\u00faltimo =Unterberger |primeiro =Richie |tipo=booklet |publicado=[[Universal Music Group|Universal]]}}\n\n'''Disco 5: Valleydale Ballroom, Ohio, 4 de novembro de 1966 (Parte 1)'''\n\n# \"Melody Laughter\" (''[[Jam session]]'') \u2013 28:26\n# \"Femme Fatale\" \u2013 2:37\n# \"Venus in Furs\" \u2013 4:45\n# \"The Black Angel's Death Song \u2013 4:45\n# \"All Tomorrow's Parties\" \u2013 5:03\n\n'''Disco 6: Valleydale Ballroom, Ohio, 4 de novembro de 1966 (Parte 2)'''\n\n# \"I'm Waiting for the Man\" \u2013 4:50\n# \"Heroin\" \u2013 6:42\n# \"Run Run Run\" \u2013 8:43\n# \"The Nothing Song (''Jam session'') \u2013 27:56\n\n==== Disco de acetato 'Scepter Studios' ====\nA grava\u00e7\u00e3o original do [[Disco de acetato|acetato]] de Norman Dolph cont\u00e9m v\u00e1rias grava\u00e7\u00f5es que chegariam ao \u00e1lbum final, embora muitas sejam mixagens diferentes dessas grava\u00e7\u00f5es e tr\u00eas sejam ''[[Tomada (cinema)|takes]]'' inteiramente diferentes. O acetato foi cortado em abril de 1966, logo ap\u00f3s as sess\u00f5es de grava\u00e7\u00e3o. Embora dez m\u00fasicas tenham sido gravadas durante as sess\u00f5es no est\u00fadio Scepter,{{harvnb|Harvard|2007}} apenas nove aparecem no corte de acetato. Dolph lembra que \"There She Goes Again\" \u00e9 a m\u00fasica que faltava.[http://olivier.landemaine.free.fr/vu/andsoon/studio/studio.html The Velvet Underground \u2013 Studio and home recordings] {{webarchive|url=https://web.archive.org/web/20090207090813/http://olivier.landemaine.free.fr/vu/andsoon/studio/studio.html|date=February 7, 2009}} at The Velvet Underground Web Page Em 2012, o acetato foi lan\u00e7ado oficialmente no disco 4 do box set ''45th Anniversary Super Deluxe Edition''. O disco tamb\u00e9m inclui seis faixas b\u00f4nus in\u00e9ditas, gravadas durante os ensaios da banda no [[The Factory|Factory]].\n\n'''Disco 4 \u2013 Acetato original'''\n\n# \"European Son\" (Vers\u00e3o alternativa) \u2013 9:02\n# \"The Black Angel's Death Song\" (Mix alternativo) \u2013 3:16\n# \"All Tomorrow's Parties\" (Vers\u00e3o alternativa) \u2013 5:53\n# \"I'll Be Your Mirror\" (Mix alternativo) \u2013 2:11\n# \"Heroin\" (Vers\u00e3o alternativa) \u2013 6:16\n# \"Femme Fatale\" (Mix alternativo) \u2013 2:36\n# \"Venus in Furs\" (Vers\u00e3o alternativa) \u2013 4:29\n# \"I'm Waiting for the Man\" (Vers\u00e3o alternativa) \u2013 4:10\n# \"Run Run Run\" (Mix alternativo) \u2013 4:23\n'''Disco 4 \u2013 Ensaios no Factory'''\n# \"Walk Alone\" \u2013 3:27\n# \"Crackin' Up / Venus in Furs\" \u2013 3:52\n# \"Miss Joanie Lee\" \u2013 11:49\n# \"Heroin\" \u2013 6:14\n# \"There She Goes Again\" (com Nico) \u2013 2:09\n# \"There She Goes Again\" \u2013 2:56\n\n== Paradas ==\n{| class=\"wikitable\"\n|+\n!Paradas (1967\u20132014)\n!Melhor posi\u00e7\u00e3o\n|-\n!{{ITAb}} It\u00e1lia ([[Federazione Industria Musicale Italiana|FIMI]]){{Citar web|url=https://web.archive.org/web/20131219225603/http://www.fimi.it/main/chart_id/1720|titulo=FIMI - Federazione Industria Musicale Italiana - Classifiche|data=2013-12-19|acessodata=2022-02-13|website=web.archive.org}}\n|84\n|-\n!{{GBRb}} Reino Unido ([[Official Charts Company|OCC]]){{Citar web|url=https://www.officialcharts.com/search/artists/velvet-underground/|titulo=Artists|acessodata=2022-02-13|website=www.officialcharts.com}}\n|43{{Citar web|url=http://www.officialcharts.com/search/albums/velvet%20underground%20_and_%20nico/|titulo=velvet underground & nico {{!}} full Official Chart History {{!}} Official Charts Company|acessodata=2022-02-13|website=www.officialcharts.com|lingua=en}}\n|-\n!{{EUAb}}Estados Unidos ([[Billboard 200|''Billboard'' 200]]){{Citar web|url=https://www.billboard.com/artist/the-velvet-underground/|titulo=The Velvet Underground|acessodata=2022-02-13|website=Billboard|lingua=en-US}}\n|129\n|}\n\n== Certifica\u00e7\u00f5es ==\n{| class=\"wikitable\"\n|+\n!Regi\u00e3o\n!Certifica\u00e7\u00e3o\n!Vendas\n|-\n!{{ITAb}} It\u00e1lia ([[Federazione Industria Musicale Italiana|FIMI]]){{Citar web|url=https://www.fimi.it/top-of-the-music/certificazioni/certificazioni.kl|titulo=Certificazioni - FIMI|acessodata=2022-02-13|website=www.fimi.it|lingua=it-IT}}\n|Platina\n|50.000\n|-\n!{{GBRb}} Reino Unido ([[British Phonographic Industry|BPI]]){{Citar web|url=https://www.bpi.co.uk/award/|titulo=Award|acessodata=2022-02-13|website=BPI|lingua=en}}\n|Platina\n|300.000\n|}\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Discogs master|35276|type=album|name=The Velvet Underground & Nico}}\n{{refer\u00eancias}}\n\n==Bibliografia==\n{{Refbegin|30em}}\n* {{citar livro|url=https://archive.org/details/transformerlour000bock|t\u00edtulo=Transformer: The Lou Reed Story|\u00faltimo =Bockris|primeiro =Victor|publicado=Simon and Schuster|isbn=0-306-80752-1|ano=1994|local=New York}}\n* {{citar livro|t\u00edtulo=Up-tight: The Velvet Underground Story|\u00faltimo1 =Bockris|primeiro1 =Victor|\u00faltimo2 =Malanga|primeiro2 =Gerard|publicado=Omnibus Press|isbn=0-7119-5223-X|anooriginal=1983|name-list-style=amp|ano=1996}}\n* {{citar livro|url=https://books.google.com/books?id=U7cQmRsLgN8C&pg=PA79|t\u00edtulo=Turn on Your Mind: Four Decades of Great Psychedelic Rock|\u00faltimo =DeRogatis|primeiro =Jim|publicado=Hal Leonard Corporation|isbn=1-61780-215-8|acessodata=1 de Agosto de 2013|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131009052930/http://books.google.com/books?id=U7cQmRsLgN8C&pg=PA79|arquivodata=9 de Outubro de 2013|ano=2003}}\n* {{citar livro|url=https://books.google.com/books?id=Af46S4wukzoC|t\u00edtulo=The Velvet Underground and Nico|\u00faltimo =Harvard|primeiro =Joe|publicado=Continuum International Publishing Group|series=[[33\u2153]]|isbn=978-0-8264-1550-9|acessodata=26 de Setembro de 2016|anooriginal=2004|arquivourl=https://web.archive.org/web/20210610004315/https://books.google.com/books?id=Af46S4wukzoC|arquivodata=10 de Junho de 2021|ano=2007|local=New York, NY}}\n* {{citar livro|url=https://books.google.com/books?id=NuLY9zMAGVIC|t\u00edtulo=All Yesterdays' Parties: The Velvet Underground in Print, 1966\u20131971|\u00faltimo =Heylin|primeiro =Clinton|data=2009|publicado=Da Capo Press|isbn=978-0-7867-3689-8|acessodata=10 de Janeiro de 2016|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160624133630/https://books.google.com/books?id=NuLY9zMAGVIC|arquivodata=24 de Junho de 2016}}\n* {{citar livro|url=https://books.google.com/books?id=GL0eMqztmuIC&pg=PA50|t\u00edtulo=The complete guide to the music of the Velvet Underground|\u00faltimo =Hogan|primeiro =Peter|publicado=Omnibus Press|isbn=978-0-7119-5596-7|acessodata=12 de Setembro de 2017|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170418085943/https://books.google.com/books?id=GL0eMqztmuIC&pg=PA50|arquivodata=18 de Abril de 2017|ano=1997}}\n* {{citar livro|t\u00edtulo=The MOJO Collection: The Ultimate Music Companion|publicado=Canongate Books|editor-link1=Jim Irvin|cap\u00edtulo=The Velvet Underground|isbn=9781847676436|acessodata=22 de Mar\u00e7o de 2016|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170222073704/https://books.google.com/books?id=AVQbF9lTBwgC&pg=PA80|arquivodata=22 de Fevereiro de 2017|editor-last1=Irvin|editor-first1=Jim|editor-last2=McLear|editor-first2=Colin|edi\u00e7\u00e3o=4th|ano=2007|local=Edinburgh|cap\u00edtulourl=https://books.google.com/books?id=AVQbF9lTBwgC&pg=PA80}}\n* {{citar livro|t\u00edtulo=Encyclopedia of Popular Music|\u00faltimo =Larkin|primeiro =Colin|publicado=Muze UK|volume=7|isbn=1-56159-237-4|ano=1998|p\u00e1ginas=5626\u20137|edi\u00e7\u00e3o=3rd}}\n* {{citar livro|t\u00edtulo=Icons of Rock: An Encyclopedia of the Legends Who Changed Music Forever|\u00faltimo =Schinder|primeiro =Scott|data=2007|publicado=Greenwood Press|cap\u00edtulo=The Velvet Underground|isbn=978-0-313-33845-8|acessodata=26 de Setembro de 2016|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170222111034/https://books.google.com/books?id=chj91X0dWzUC&pg=PT307|arquivodata=22 de Fevereiro de 2017|editor-last1=Schinder|editor-first1=Scott|editor-last2=Schwartz|editor-first2=Andy|local=Westport, Connecticut|cap\u00edtulourl=https://books.google.com/books?id=chj91X0dWzUC&pg=PT307}}\n* {{citar livro|url=https://books.google.com/books?id=Rx7zCQAAQBAJ|t\u00edtulo=Notes from the Velvet Underground: The Life of Lou Reed|\u00faltimo =Sounes|primeiro =Howard|data=2015|publicado=Random House|isbn=978-1-473-50895-8|acessodata=16 de Setembro de 2017|arquivourl=https://web.archive.org/web/20210610004748/https://books.google.com/books?id=Rx7zCQAAQBAJ|arquivodata=10 de Junho de 2021}}\n* {{citar livro|t\u00edtulo=White Light/White Heat: The Velvet Underground Day-by-Day|\u00faltimo1 =Unterberger|primeiro1 =Richie|data=2009|publicado=Jawbone Press|isbn=978-1-906002-22-0|local=London}}\n{{Refend}}{{The Velvet Underground}}{{Portal3|M\u00fasica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Velvet Underground and Nico, The}}\n[[Categoria:\u00c1lbuns de estreia de 1967]]\n[[Categoria:\u00c1lbuns de 1967]]\n[[Categoria:\u00c1lbuns de The Velvet Underground]]\n[[Categoria:\u00c1lbuns de rock experimental]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Andy Warhol by Jack Mitchell.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Italy.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of the United Kingdom.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of the United Kingdom (3-5).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of the United States.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Fleche-defaut-droite.png"}]},"3202912":{"pageid":3202912,"ns":0,"title":"Arseniev","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem-fontes|data=fevereiro de 2013}}\n{{Info/Cidade da R\u00fassia|\n|nome = Arseniev\n|nome_nativo = \u0410\u0440\u0441\u0435\u043d\u044c\u0435\u0432\n|bandeira = \n|bras\u00e3o = \n|lema = \n|imagem = \u0410\u0440\u0441\u0435\u043d\u044c\u0435\u0432 \u0432\u0438\u0434 \u0441 \u041e\u0431\u0437\u043e\u0440\u043d\u043e\u0439.JPG\n|legenda = \n|pa\u00eds = R\u00fassia\n|regi\u00e3o = [[Krai do Litoral]]\n|distrito = \n|\u00f3blast =\n|subdivis\u00e3o = \n|governador = \n|prefeito = \n|\u00e1rea = \n|altitude = \n|popula\u00e7\u00e3o = 56,9 mil\n|censo = 2010\n|densidade = \n|fuso_hor = \n|gent\u00edlico = \n|funda\u00e7\u00e3o = 1902\n|nome_antigo = Semionovka\n|c\u00f3d_OKATU = \n|c\u00f3d_telef = \n|matr\u00edcula = \n|website = http://arsenevmis.ru\n|mapa = \n|latP = N |latG = 44 |latM = 10 |latS = \n|lonP = L |lonG = 133 |lonM = 16 |lonS = \n|notas = \n}}\n\n{{commonscat|Arseniev}}\n\n'''Arseniev''' \u00e9 uma cidade da [[R\u00fassia]], no [[Krai do Litoral]].\n\nArseniev tem estatuto de cidade e o seu nome moderno em honra de ge\u00f3grafo [[Vladimir Arseniev]] desde 1952.\n\n{{Esbo\u00e7o-georu}}\n{{Divis\u00f5es Administrativas de Krai do Litoral}}\n\n[[Categoria:Cidades do Krai do Litoral]]"}]},"6670995":{"pageid":6670995,"ns":0,"title":"Birgenair","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{expandir2}}\n{{Info/Companhia a\u00e9rea|callsign=BIRGENAIR|nome=Birgenair|c\u00f3digo_IATA=KT|fim das atividades=1996|c\u00f3digo_ICAO=BHY|funda\u00e7\u00e3o=1988|frota=9|pessoas_importantes=Mehmet Birgen|sede=[[Istambul]], [[Turquia]]|hubs_prim\u00e1rios=[[Aeroporto de Istambul Atat\u00fcrk]]|imagem=[[Ficheiro:Birgenair Boeing 737-300 KvW.jpg|220px]]|legenda=Um [[Boeing 737-300]] da Birgenair}}\n'''Birgenair''' foi uma companhia a\u00e9rea [[Turquia|turca]] com sede em [[Istambul]], [[Turquia]].\n\n== Hist\u00f3ria ==\nA Birgenair foi fundada em 1988 e iniciou as opera\u00e7\u00f5es de v\u00f4o em agosto de 1989 com um [[Douglas DC-8|Douglas DC-8-61]] . JP airline-fleets international, Edition 90/91 A aeronave inicialmente entrou em voos charter especiais para trabalhadores turcos convidados. Leisure Airlines of Europe, K. Vomhof, 2001 Com o aumento do turismo em massa na Turquia, uma estreita coopera\u00e7\u00e3o com a operadora de turismo alem\u00e3 desenvolveu a [[\u00d6ger Tours]], que permitiu a expans\u00e3o da empresa no in\u00edcio dos anos 1990. Em abril de 1992, a frota foi aumentada com um [[Boeing 757|Boeing 757-200]] e em mar\u00e7o de 1993 com um [[Boeing 737 Classic|Boeing 737-300]].JP airline-fleets international, Edition 93/94 Para melhorar a utiliza\u00e7\u00e3o da aeronave, o Boeing 757 foi operado temporariamente para outras companhias a\u00e9reas em regime de [[Wet lease|wet-lease]] nos meses de inverno com pouca demanda, inclusive para a [[Caribbean Airlines|Caribbean Airways]], com sede em [[Barbados]]. JP airline-fleets international, Edition 94/95 A empresa vendeu seu DC-8 em 1994 para a [[ABX Air]] e alugou sucessivamente dois [[Boeing 727|Boeing 727-200]] da [[Yemenia|I\u00eamenia]] e um [[McDonnell Douglas DC-10|McDonnell Douglas DC-10-30]] da Skyjet.\n\nPara poder continuar seus voos transatl\u00e2nticos no inverno de 1995 e 1996, a \u00d6ger Tours e a Birgenair entraram em uma coopera\u00e7\u00e3o com a rec\u00e9m-fundada empresa dominicana [[Alas Nacionales]] em 1995. Esta empresa sediada em Puerto Plata possu\u00eda um certificado de opera\u00e7\u00e3o a\u00e9rea, mas n\u00e3o possu\u00eda nenhuma aeronave. Alas Nacionales solicitou direitos de rota para voos para a Alemanha, que deveriam ser operados pela Birgenair. Em troca, os acionistas da empresa dominicana receberam a perspectiva de um b\u00f4nus de 10 [[Marco alem\u00e3o|marcos alem\u00e3es]] por passageiro transportado. Ap\u00f3s receber os direitos de v\u00f4o, Birgenair transferiu seu [[Boeing 767|Boeing 767-200ER]] para a Rep\u00fablica Dominicana, onde a aeronave foi registrada com a empresa parceira em 25 de outubro de 1995 com a matr\u00edcula HI-660CA. A aeronave oficialmente alugada para Alas Nacionales continuou a usar as cores da sociedade turca, exceto por uma altera\u00e7\u00e3o nas letras. Seus voos charter entre a Rep\u00fablica Dominicana e a Alemanha come\u00e7aram uma semana depois. Al\u00e9m disso, a Birgenair alugou seu [[Boeing 757|Boeing 757-200]] para a companhia a\u00e9rea argentina [[Servicios de Transportes A\u00e9reos Fueguinos|STAF]] em novembro de 1995 e o utilizou em cinco pares de voos entre a Rep\u00fablica Dominicana e Buenos Aires. Ap\u00f3s o t\u00e9rmino do aluguel em janeiro de 1996, o Boeing 757 foi estacionado em [[San Felipe de Puerto Plata|Puerto Plata]].{{Citar jornal |url=http://www.zeit.de/1996/08/7971/seite-5 |titulo=ZEIT ONLINE {{!}} Lesen Sie zeit.de mit Werbung oder im PUR-Abo. Sie haben die Wahl. |data=1996-02-16 |acessodata=2021-07-04 |website=Die Zeit |pagina=5 |lingua=de |titulotrad=TIME ONLINE {{!}} Read zeit.de with advertising or with a PUR subscription. You have the choice. |acessourl=subscri\u00e7\u00e3o}}\n\nA publicidade negativa sobre a Birgenair e outros organizadores de voos com desconto na Alemanha ap\u00f3s o desastre do voo 301, acabou causando uma queda nas reservas. Como resultado, Birgenair suspendeu todos os voos em 8 de mar\u00e7o de 1996. Foi planejado originalmente para retomar as opera\u00e7\u00f5es de v\u00f4o no ano seguinte. No entanto, a empresa pediu concordata logo ap\u00f3s encerrar suas atividades. Leisure Airlines of Europe, K. Vomhof, 2001\n\n== Frota ==\n{| class=\"wikitable\" style=\"margin:0.5em auto; text-align:center\"\n|+Frota da Birgenair{{Citar web |url=https://www.planespotters.net/airline/Birgenair?refresh=1 |titulo=Please refresh this page |acessodata=2021-08-29 |website=www.planespotters.net}}\n! Aeronave\n! Total\n!Anos de opera\u00e7\u00e3o\n! Notas\n|-\n| [[Boeing 707|Boeing 707-320C]]\n| 1\n|1991-1991\n| Alugado da [[Tarom|TAROM]] .{{Citar web |url=https://www.planespotters.net/photo/1083094/yr-aba-tarom-boeing-707-3k1c |titulo=YR-ABA TAROM Boeing 707-3K1C |acessodata=2021-07-04 |website=Planespotters.net}}\n|-\n| [[Boeing 727|Boeing 727-200]]\n| 2\n|1994-1994\n|Alugado da [[Yemenia]]\n|-\n| [[Boeing 737 Classic|Boeing 737-300]]\n| 1\n|1993-1996\n|\n|-\n| [[Boeing 757|Boeing 757-200]]\n| 2\n|1992-1996\n|\n|-\n| [[Boeing 767|Boeing 767-200ER]]\n| 1\n|1995-1996\n|\n|-\n| [[Douglas DC-8|Douglas DC-8-61]]\n| 1\n|1989-1994\n|\n|-\n| [[McDonnell Douglas DC-10|McDonnell Douglas DC-10-30]]\n| 1\n|1994-1994\n| Alugado da Skyjet .{{Citar web |url=https://www.goklerdeyiz.net/yabanci-tescilli-oh-lhb-birgen-air-finnair/ |titulo=Yabanc\u0131 Tescilli \u2013 OH-LHB \u2013 Birgen Air (Finnair) |acessodata=2021-07-04 |website=G\u00f6klerdeyiz Havac\u0131l\u0131k Sitesi |lingua=tr |titulotrad=Foreign Registered \u2013 OH-LHB \u2013 Birgen Air (Finnair) |arquivourl=https://web.archive.org/web/20201023085022/https://www.goklerdeyiz.net/yabanci-tescilli-oh-lhb-birgen-air-finnair/ |arquivodata=2020-10-23}}\n|-\n|}\n\n== Acidentes ==\n\n* 6 de fevereiro de 1996: um Boeing 757-200 prefixo TC-GEN, operando o [[Voo Birgenair 301]], caiu no [[Oceano Atl\u00e2ntico]] logo ap\u00f3s a decolagem do [[Aeroporto Internacional General Gregorio Luper\u00f3n]]. Todas as 189 pessoas a bordo, entre passageiros e tripulantes, morreram.{{Citar web |ultimo=Ranter |primeiro=Harro |url=https://aviation-safety.net/database/record.php?id=19960206-0 |titulo=ASN Aircraft accident Boeing 757-225 TC-GEN Puerto Plata, Dominican Republic |acessodata=2021-08-29 |website=aviation-safety.net}}\n== Ver tamb\u00e9m ==\n[[Lista de companhias a\u00e9reas da Turquia]]\n{{Refer\u00eancias}}\n[[Categoria:Empresas a\u00e9reas fundadas em 1988]]\n[[Categoria:Empresas a\u00e9reas extintas da Turquia]]\n[[Categoria:Empresas a\u00e9reas da Turquia]]\n[[Categoria:Empresas a\u00e9reas extintas em 1996]]"}]},"2631587":{"pageid":2631587,"ns":0,"title":"Jos\u00e9 Alves Viana","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Formatar refer\u00eancias|data=janeiro de 2022}}\n{{Mais fontes-bpv|data=janeiro de 2022}}\n{{Info/Pol\u00edtico\n|imagem_tamanho =180px\n|nome =Doutor Viana\n|t\u00edtulo =[[Lista de deputados estaduais de Minas Gerais na legislatura 2007\u20142010|Deputado estadual]] de {{BR-MG}}\n|mandato =[[1999]] a [[2003]] ('''14\u00aa Legislatura''')
[[2003]] a [[2007]] ('''15\u00aa Legislatura''')
[[2007]] a [[2011]] ('''16\u00aa Legislatura''')\n[[2011]] a [[2012]] ('''17\u00aa Legislatura''').\n|t\u00edtulo2 =[[Prefeito]] de [[Imagem:CurveloMG-Bandeira.jpg\u200e|border|20px]] [[Curvelo]]\n|mandato2 =[[1989]] a [[1992]]\n|t\u00edtulo3 =[[Vereador]] de [[Imagem:CurveloMG-Bandeira.jpg\u200e|border|20px]] [[Curvelo]]\n|mandato3 =[[1983]] a [[1988]]\n|data_nascimento ={{dnibr|10|4|1949}}\n|local_nascimento=[[\u00c1gua Branca (Alagoas)|\u00c1gua Branca-AL]]\n|partido =[[DEM]]\n|profiss\u00e3o =[[m\u00e9dico]]\n| projecto = Brasil\n}}\n'''Jos\u00e9 Alves Viana''' ([[\u00c1gua Branca (Alagoas)|\u00c1gua Branca]], {{nascimento|10|4|1949}}), conhecido como '''Doutor Viana''', \u00e9 um [[pol\u00edtico]] e [[m\u00e9dico]] [[Pediatria|pediatra]] [[brasil]]eiro, com atua\u00e7\u00e3o no Estado de [[Minas Gerais]].\n\nFoi [[vereador]] e [[prefeito]] da cidade de [[Curvelo]]. Depois foi [[deputado estadual]] em [[Minas Gerais]] por quatro legislaturas consecutivas, atuando como o primeiro Vice-Presidente e, posteriormente, Presidente da Mesa Diretora da [[ALMG|Assembleia Legislativa de Minas Gerais]].Assembl\u00e9ia Legislativa do Estado de Minas Gerais} - www.almg.gov.br.\n\nEm julho de [[2012]] foi eleito Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, cargo que ocupa at\u00e9 hoje.\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Pol\u00edtica|Minas Gerais}}\n\n{{esbo\u00e7o-pol\u00edtico}}\n\n{{DEFAULTSORT:Jose Alves Viana}}\n[[Categoria:Deputados estaduais de Minas Gerais]]\n[[Categoria:Prefeitos de Curvelo]]\n[[Categoria:Vereadores de Minas Gerais]]\n[[Categoria:Naturais de \u00c1gua Branca (Alagoas)]]\n[[Categoria:M\u00e9dicos de Alagoas]]\n[[Categoria:Pediatras do Brasil]]\n[[Categoria:Membros do Democratas (Brasil)]]\n[[Categoria:Membros do Uni\u00e3o Brasil]]"}]}}}}