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Soft skills: a importância para o mundo corporativo
escrito em 18 de junho de 2020

O modelo de trabalho estabelecido pelo fordismo em 1914 há anos vem demonstrando que está cada vez mais com os dias contados. A produção em massa idealizada por Henry Ford vem, com o avanço do digital, dando espaço a um modelo de trabalho mais abrangente, que permite – e incentiva – aos funcionários uma visão do todo da empresa, num reconhecimento do processo que possibilita o sentimento de pertencer a um resultado final. É o sentir-se útil e significante, entendendo a importância do próprio trabalho na construção de um objetivo.

 

Nesse modelo moderno das relações trabalhistas, conhecimento técnico ainda conta e muito, mas são as soft skills – ou habilidades comportamentais – que por muitas vezes ditam a regra do recrutamento e definem os melhores colaboradores para uma corporação. O conceito, no entanto, não é lá muito recente. Peter Schutz, empreendedor e palestrante alemão, que presidiu a Porsche entre 1981 e 1985, já disse no século passado que devíamos “contratar caráter e treinar habilidades”. A máxima reflete na teoria parte dessa revolução silenciosa que vemos acontecer no departamento pessoal ao longo dos últimos anos em que as soft skills estão sendo levadas muito em conta nas entrevistas de emprego.

 

Pessoais motivadas: mais engajamento no propósito

Diferente das habilidades técnicas – as hard skills – que são adquiridas ou desenvolvidas em cursos, treinamentos e experiência profissional, competências como empatia, colaboração em equipe e resiliência fazem parte da inteligência emocional e lidam diretamente com a relação e interação de uns com os outros. Embora as soft skills não sejam facilmente mensuráveis num primeiro momento, ter colaboradores que apresentem esses domínios permitem que o cotidiano em qualquer corporação seja mais fluido, descontraído e, consequentemente, mais rentável, já que pessoas motivadas se engajam juntas num senso único de propósito alinhado às expectativas da empresa.

 

A habilidade de liderança, temida pelas corporações mais conservadoras, é vista hoje como fundamental. Equipes com pessoas que possuam essa habilidade estão mais capacitadas a promover debates e reflexões de qualidade, onde soluções inovadoras são criadas a partir de um pensamento coletivo. Hoje, num mundo globalizado e com estruturas organizacionais que evoluem a cada momento, envolver-se com tecnologia é requisito mínimo, uma graduação já não é mais algo que diferencie muito um candidato de outro, cursos online formam especialistas em vários subnichos a todo momento, mas é a inteligência emocional que envolve capacidades como foco, motivação e produtividade pessoal, tão importantes para o ambiente de trabalho.

 

Soft skills mais desejadas e como desenvolver

Habilidades que geralmente não são inclusas num currículo, as soft skills são aptidões mentais, emocionais e sociais e diferente das hard skills, são facilmente qualificáveis, embora não possam ser mensuradas. Algumas das mais desejadas pelas empresas são:

 

  • Iniciativa/proatividade: Ter autonomia para saber o que precisa ser feito, mesmo sem um líder direto delegando funções ou atividades.
  • Criatividade: Saber encontrar soluções inovadoras diante dos problemas que surgirem.
  • Colaboração: Saber trabalhar em grupo entendendo limitações e qualidades do outro.
  • Flexibilidade: Também chamado de resiliência, é a capacidade de se adaptar bem às mudanças que surgirem, especialmente em empresas que evoluem constantemente.
  • Trabalhar sob pressão: Envolve gerenciamento de tempo e agilidade para elencar prioridades, mantendo o foco sem estressar-se.
  • Orientação para resultados: Também chamado de orientação para metas, focos nos objetivos e outros similares, é direcionar as próprias ações visando um resultado final conquistado em equipe ou individualmente.
  • Comunicação eficaz: Ouvir atentamente e saber como se comunicar de maneira clara.

Como as soft skills são habilidades comportamentais, desenvolvê-las é um processo muito individual e demanda uma reflexão sobre si mesmo e as próprias atitudes, num processo de autoconhecimento e melhoria contínua. Uma das maneiras muito recorrentes no meio corporativo para estimular uma mudança comportamental é por meio do coaching, que pode auxiliar o profissional a definir o potencial e qual o melhor caminho para desenvolvê-lo. Outra forma de desenvolver as soft skills é se submetendo à situações que demandem essas capacidades, se inserido em ocasiões que precisem de trabalho em equipe ou em discussões com pessoas cujo ponto de vista seja totalmente diferente, assim, você vai estimulando a si mesmo como trabalhar melhor em equipe e ser flexível com opiniões muito diferentes da sua.

 

A comunicação, uma das soft skills mais desejadas pelos recrutadores tem sido ainda mais importante nos últimos meses, por conta da pandemia do coronavírus. Num artigo de Fernando Pigatti, o CEO da Pigatti Contabilidade nos conta a visão dele sobre a importância que a comunicação empresarial tem em tempos de crise. Acesse já!


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Esta \u00e9 a 24\u00aa edi\u00e7\u00e3o do [[Campeonato Mineiro de Futebol M\u00f3dulo II|M\u00f3dulo II]] do [[Campeonato Mineiro de Futebol]], organizado pela [[Federa\u00e7\u00e3o Mineira de Futebol]]. O campeonato equivale como a segunda divis\u00e3o do futebol mineiro, dando acesso \u00e0 elite estadual para os dois times melhores colocados ao fim do campeonato.{{Citar web|url=http://globoesporte.globo.com/mg/futebol/mineiro-modulo-2/|titulo=tabela {{!}} mineiro m\u00f3dulo 2 {{!}} globoesporte.com|acessodata=2017-01-28|obra=globoesporte.com|lingua=pt-BR}}\n\n== Regulamento ==\n\n=== Fase Preliminar ===\nAs doze equipes ser\u00e3o distribu\u00eddas em dois grupos de seis times cada, que se enfrentar\u00e3o em turno e returno. Os tr\u00eas melhores qualificados de cada grupo seguindo os crit\u00e9rios de desempate, ir\u00e3o avan\u00e7ar no torneio. A agremia\u00e7\u00e3o \u00faltima colocada de cada grupo ser\u00e1 rebaixada para o [[Campeonato Mineiro de Futebol de 2018 - Segunda Divis\u00e3o|Campeonato Mineiro de Futebol da Segunda Divis\u00e3o de 2018]] caso necess\u00e1rio seguindo os crit\u00e9rios de desempate.\n\n=== Hexagonal Final ===\nNesta fase, os times jogam entre si, turno e returno. Nesta fase a tabela de jogos \u00e9 determinada a partir do aproveitamento dos times que avan\u00e7aram na competi\u00e7\u00e3o ficando a cargo da FMF a elabora\u00e7\u00e3o da mesma.\n\nAo final desta fase os dois melhores times, seguindo os crit\u00e9rios de desempate, ser\u00e3o promovidos ao [[Campeonato Mineiro de Futebol de 2018 - M\u00f3dulo I]]\n\n==== Crit\u00e9rios de desempate ====\nOcorrendo igualdade em pontos ganhos entre 2 (dois) ou mais clubes, em qualquer fase aplicam-se, sucessivamente, os seguintes crit\u00e9rios t\u00e9cnicos de desempate:\n* a) maior n\u00famero de vit\u00f3rias\n* b) maior saldo de gols\n* c) maior n\u00famero de gols marcados\n* d) confronto direto\n* e) menor n\u00famero de cart\u00f5es vermelhos recebidos\n* f) menor n\u00famero de cart\u00f5es amarelos recebidos\n* g) sorteio p\u00fablico na sede da FMF\n\n==== Desist\u00eancia do Formiga ====\nEm janeiro, pouco antes do campeonato, o {{Futebol Formiga}} oficializou sua desist\u00eancia a FMF. A federa\u00e7\u00e3o suspendeu o time por dois anos e rebaixou a equipe para o [[Campeonato Mineiro de Futebol da Segunda Divis\u00e3o]]{{Citar peri\u00f3dico|titulo=FMF oficializa desist\u00eancia do Formiga, aplica multa e rebaixa time \u00e0 2\u00aa Divis\u00e3o|jornal=globoesporte.com|url=http://globoesporte.globo.com/mg/zona-da-mata-centro-oeste/noticia/2017/01/fmf-oficializa-desistencia-do-formiga-aplica-multa-e-rebaixa-time-2-divisao.html|idioma=pt-BR}}\n\n== Participantes ==\n{| class=\"wikitable sortable\" style=\"border-collapse: collapse;\" border=\"0\" cellpadding=\"2\"\n! style=\"background: #009; color: #fff;\" | '''Equipe'''\n! style=\"background: #009; color: #fff;\" | '''Cidade'''\n! style=\"background: #009; color: #fff;\" | Em 2016\n! style=\"background: #009; color: #fff;\" | Est\u00e1dio\n! style=\"background: #009; color: #fff;\" | Capacidade\n! style=\"background: #009; color: #fff;\" | T\u00edtulos\n|- style=\"background:#e9e9e9; color:black\"\n| [[Arax\u00e1 Esporte Clube|'''Arax\u00e1''' Esporte Clube]] \n|| [[Ficheiro:BandeiraAraxa.jpg|border|20px|Arax\u00e1]] [[Arax\u00e1]] \n| align=\"center\"|8\u00ba\n|| [[Est\u00e1dio Fausto Alvim|Fausto Alvim]]\n|| 5.500\n|1 ([[Campeonato Mineiro de Futebol de 2012 - M\u00f3dulo II|2012]])\n|- style=\"background:white; color:black\"\n| [[Boa Esporte Clube|'''Boa Esporte''' Clube]] || {{Varginha}} ||align=\"center\"|12\u00ba ([[Campeonato Mineiro de Futebol de 2015 - M\u00f3dulo I|I]])|| [[Est\u00e1dio Municipal Prefeito Dilzon Luiz de Melo|Mel\u00e3o]] || 15.471 || 2 (\u00faltimo em [[Campeonato Mineiro de Futebol de 2011 - M\u00f3dulo II|2011]])\n|- style=\"background:#e9e9e9; color:black\"\n| [[Clube Atl\u00e9tico Portal|'''C'''lube '''A'''tl\u00e9tico '''P'''ortal]]\n|| [[Ficheiro:Bandeira Uberlandia MinasGerais Brasil.svg|border|20px|Uberl\u00e2ndia]] [[Uberl\u00e2ndia]] \n| align=\"center\"|6\u00ba\n|| [[Est\u00e1dio Municipal Jo\u00e3o Havelange|Parque do Sabi\u00e1]]\n|| 53.350\n|0\n|- style=\"background:white; color:black\"\n| [[Guarani Esporte Clube (Minas Gerais)|'''Guarani''' Esporte Clube]] || {{BR-MG-Divin\u00f3polis}} || align=\"center\"|11\u00ba ([[Campeonato Mineiro de Futebol de 2015 - M\u00f3dulo I|I]])||[[Est\u00e1dio Waldemar Teixeira de Faria|Fari\u00e3o]] || 4.181 || 2 (\u00faltimo em [[Campeonato Mineiro de Futebol de 2010 - M\u00f3dulo II|2010]])\n|- style=\"background:#e9e9e9; 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color:black\"\n| [[Social Futebol Clube|'''Social''' Futebol Clube]]\n|| [[Ficheiro:Bandeira de Coronel Fabriciano.svg|border|20px|Coronel Fabriciano]] [[Coronel Fabriciano]] \n| align=\"center\"|7\u00ba\n|| [[Est\u00e1dio Louis Ensch|Louis Ensch]]\n|| 2.290\n|2 (\u00faltimo em [[Campeonato Mineiro de Futebol de 2007 - M\u00f3dulo II|2007]])\n|- style=\"background:white; color:black\"\n| [[Uberaba Sport Club|'''Uberaba''' Sport Club]]\n|| [[Ficheiro:BandeiraUberaba.jpg|20px|Uberaba]] [[Uberaba]]\n| align=\"center\"|4\u00ba\n|| [[Est\u00e1dio Municipal Engenheiro Jo\u00e3o Guido|Uberab\u00e3o]]\n|| 20.500\n|1 ([[Campeonato Mineiro de Futebol de 2003 - M\u00f3dulo II|2003]])\n|}\n{{Location map+|Minas Gerais 2|width = 460|float = center|places = {{location map~ |Minas Gerais 2 |lat=-17.8508 |long=-48.1637 |label=[[Clube Atl\u00e9tico Portal|CAP]] |position=left |mark=Blue pog.svg}}\n{{location map~ |Minas Gerais 2 |lat=-18.9452 |long=-47.6555 |label=[[Uberaba Sport Club|Uberaba]] |position=left |mark=Blue pog.svg}}\n{{location map~ |Minas Gerais 2 |lat=-18.8534 |long=-46.6627 |label=

[[Arax\u00e1 Esporte Clube|Arax\u00e1]]
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[[Guarani Esporte Clube (Minas Gerais)|Guarani]]
|position=top |mark=Red pog.svg}}\n{{location map~ |Minas Gerais 2 |lat=-20.9120 |long=-43.3040 |label=[[Tupynamb\u00e1s Futebol Clube|Tupynamb\u00e1s]] |position=left |mark=Red pog.svg}}\n{{location map~ |Minas Gerais 2 |lat=-19.7750 |long=-45.3533 |label=[[Formiga Esporte Clube|Formiga]] |position=left |mark=Red pog.svg}}caption = Localiza\u00e7\u00e3o das equipes no '''M\u00f3dulo II de 2016'''. Grupos: [[File:Blue pog.svg|8px]]A // [[File:Red pog.svg|8px]]B.}}\n\n== Classifica\u00e7\u00e3o ==\n{{Ver anexo|Resultados do Campeonato Mineiro de Futebol de 2017 - M\u00f3dulo II}}\n\n=== Primeira Fase ===\n{| width=60%\n|-\n!colspan=\"10\" bgcolor=#B8860B|Grupo A\n\n|-\n!colspan=\"2\" bgcolor=#ffe5b4|Equipe\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|Pts\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|J\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|V\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|E\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|D\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|GP\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|GC\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|SG\n|-\n! bgcolor=\"#9ACD32\" align=\"center\" |1\n| bgcolor=\"#f5f5dc\" |{{Futebol Betinense|cidade=antes}}\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''21'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |6\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |3\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |1\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |15\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |6\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | +9\n|-\n! bgcolor=\"#9ACD32\" align=\"center\" |2\n| bgcolor=\"#f5f5dc\" |{{Futebol Tupynamb\u00e1s|cidade=antes}} \n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''19'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |6\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |1 \n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |3\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |16\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |11\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | +5\n|-\n! bgcolor=\"#9ACD32\" align=\"center\" |3\n| bgcolor=\"#f5f5dc\" |{{Futebol Nacional (Muria\u00e9)|cidade=antes}}\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''17'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |5\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |2\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |3\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |13\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |7\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | +6\n|-\n!bgcolor=#DCDCDC align=\"center\"|4\n| bgcolor=\"#f5f5dc\"|{{Futebol Social|cidade=antes}}\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''15'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |4\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |3\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |3 \n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |14\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |6\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | +8\n|-\n!bgcolor=#DCDCDC align=\"center\"|5\n| bgcolor=\"#f5f5dc\" |{{Futebol Guarani-MG|cidade=antes}}\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''11'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |2\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |5\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |3\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |11\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |9\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | +2\n|-\n!bgcolor=#DC143C align=\"center\"|6\n| bgcolor=\"#f5f5dc\" |{{Futebol Formiga|cidade=antes}}\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''0'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |0\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |0\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |0\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |30\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | -30\n|- bgcolor=#ffe5b4\n|colspan=\"11\"|''Pts \u2013 pontos; J \u2013 jogos disputados; V - vit\u00f3rias; E - empates; D - derrotas;
''GP \u2013 gols pr\u00f3; GC \u2013 gols contra; SG \u2013 saldo de gols\n|}\n\n{| width=60%\n|-\n| style=\"width: 20px;\"|\n|bgcolor=#ffffff|\n|-\n|bgcolor=#9ACD32|\n|bgcolor=#ffffff| Classificados para a Segunda Fase\n|-\n! style=\"width: 20px;\" bgcolor=#DC143C|\n|bgcolor=#ffffff|Rebaixado \u00e0 Segunda Divis\u00e3o-2018\n|}\n\n{| width=60%\n|-\n!colspan=\"10\" bgcolor=#B8860B|Grupo B\n\n|-\n!colspan=\"2\" bgcolor=#ffe5b4|Equipe\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|Pts\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|J\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|V\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|E\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|D\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|GP\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|GC\n!bgcolor=#ffe5b4 align=\"center\"|SG\n|-\n! bgcolor=\"#9acd32\" align=\"center\" |1\n| bgcolor=\"#f5f5dc\" |{{Futebol Uberaba|cidade=antes}}\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''22'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |7\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |1\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |2\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |14\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |8\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | +6\n|-\n! bgcolor=\"#9ACD32\" align=\"center\" |2\n| bgcolor=\"#f5f5dc\" |{{Futebol CA Patrocinense|cidade=antes}}\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''21'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |6\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |3\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |1\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |16\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |7\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | +9\n|-\n!bgcolor=#9ACD32 align=\"center\"|3\n| bgcolor=\"#f5f5dc\" |{{Futebol Boa Esporte|cidade=antes}}\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''14'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |3\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |5\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |2\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |9\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |8\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | +1\n|-\n!bgcolor=#DCDCDC align=\"center\"|4\n| bgcolor=\"#f5f5dc\" |{{Futebol Mamor\u00e9|cidade=antes}}\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''10'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |2\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |4\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |4\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |9\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |11\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | -2\n|-\n!bgcolor=#DCDCDC align=\"center\"|5\n| bgcolor=\"#f5f5dc\" | {{Futebol CAP Uberl\u00e2ndia|cidade=antes}}\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''9'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |3\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |0\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |7\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |9\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |14\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | -5\n|- \n!bgcolor=#DC143C align=\"center\"|6\n| bgcolor=\"#f5f5dc\" |{{Futebol Arax\u00e1|cidade=antes}} \n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |'''6'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |10\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |1\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |3\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |6\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |8\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" |17\n| align=\"center\" bgcolor=\"#f5f5dc\" | -9\n|- bgcolor=#ffe5b4\n|colspan=\"11\"|''Pts \u2013 pontos; J \u2013 jogos disputados; V - vit\u00f3rias; E - empates; D - derrotas;
''GP \u2013 gols pr\u00f3; GC \u2013 gols contra; SG \u2013 saldo de gols\n|}\n{| width=60%\n|-\n| style=\"width: 20px;\"|\n|bgcolor=#ffffff|\n|-\n|bgcolor=#9ACD32|\n|bgcolor=#ffffff| Classificados para a Segunda Fase\n|-\n! style=\"width: 20px;\" bgcolor=#DC143C|\n|bgcolor=#ffffff|Rebaixado \u00e0 Segunda Divis\u00e3o-2018\n|}\n\n=== Hexagonal Final ===\n{{Ver anexo|Resultados do hexagonal final do Campeonato Mineiro de Futebol de 2017 - M\u00f3dulo II}}\n{| class=\"toccolours\" border=\"1\" cellpadding=\"4\" cellspacing=\"0\" style=\"border-collapse: collapse; margin:0;\"\n|-\n!style=\"text-align:center;\" colspan=\"10\" |Hexagonal Final\n|-\n!style=\"text-align:center;\" width=\"30\"|{{Tooltip|Pos|Posi\u00e7\u00e3o}}\n!style=\"text-align:center;\" width=\"180\"|Times\n!style=\"text-align:center;\" width=\"30\"|{{Tooltip|Pts|Pontos ganhos}}\n!style=\"text-align:center;\" width=\"30\"|{{Tooltip|J|Jogos}}\n!style=\"text-align:center;\" width=\"30\"|{{Tooltip|V|Vit\u00f3rias}}\n!style=\"text-align:center;\" width=\"30\"|{{Tooltip|E|Empates}}\n!style=\"text-align:center;\" width=\"30\"|{{Tooltip|D|Derrotas}}\n!style=\"text-align:center;\" width=\"30\"|{{Tooltip|GP|Gols pr\u00f3}}\n!style=\"text-align:center;\" width=\"30\"|{{Tooltip|GC|Gols contra}}\n!style=\"text-align:center;\" width=\"30\"|{{Tooltip|SG|Saldo de gols}}\n|- align=\"center\"\n! bgcolor=\"#FFFF00\" |1\n| align=\"left\" | {{Futebol CA Patrocinense|cidade=antes}} ||'''21'''||10||6||3||1||15||6||+9\n|- align=\"center\"\n! bgcolor=\"#9ACD32\" |2\n| align=\"left\" | {{Futebol Boa Esporte|cidade=antes}} ||'''19'''||10||5||4||1||11||6||+5\n|- align=\"center\"\n! bgcolor=\"#DCDCDC\" |3\n| align=\"left\" | {{Futebol Betinense|cidade=antes}} ||'''14'''||10||4||2||4||9||9||0\n|- align=\"center\"\n! bgcolor=\"#DCDCDC\" |4\n| align=\"left\" | {{Futebol Nacional (Muria\u00e9)|cidade=antes}} ||'''13'''||10||4||1||5||9||12||-3 \n|- align=\"center\"\n! bgcolor=\"#DCDCDC\" |5\n| align=\"left\" | {{Futebol Uberaba|cidade=antes}} ||'''9'''||10||2||3||5||6||13||-7\n|- align=\"center\"\n! bgcolor=\"#DCDCDC\" |6\n| align=\"left\" | {{Futebol Tupynamb\u00e1s|cidade=antes}} ||'''6'''||10||1||3||6||9||13||-4\n|}\n{| width=\"60%\"\n\n| style=\"width: 20px;\" |\n| bgcolor=\"#ffffff\" |\n|-\n| bgcolor=\"#FFFF00\" |\n| bgcolor=\"#ffffff\" | Campe\u00e3o e acesso ao M\u00f3dulo I de 2018\n|-\n! bgcolor=\"#9ACD32\" style=\"width: 20px;\" |\n| bgcolor=\"#ffffff\" | Vice-Campe\u00e3o e acesso ao M\u00f3dulo I de 2018\n|}\n\n==Classifica\u00e7\u00e3o Geral==\n\n{| class=\"toccolours\" border=\"1\" cellpadding=\"4\" cellspacing=\"0\" style=\"border-collapse: collapse; margin:0;\"\n!width=\"30\"|{{Tooltip|Pos|Posi\u00e7\u00e3o}}\n!width=\"170\"|Times\n!width=\"30\"|{{Tooltip|Pts|Pontos ganhos}}\n!width=\"30\"|{{Tooltip|J|Jogos}}\n!width=\"30\"|{{Tooltip|V|Vit\u00f3rias}}\n!width=\"30\"|{{Tooltip|E|Empates}}\n!width=\"30\"|{{Tooltip|D|Derrotas}}\n!width=\"30\"|{{Tooltip|GP|Gols pr\u00f3}}\n!width=\"30\"|{{Tooltip|GC|Gols contra}}\n!width=\"30\"|{{Tooltip|SG|Saldo de gols}}\n!width=\"460\"|Zona de classifica\u00e7\u00e3o ou Rebaixamento\n|- align=\"center\"\n| bgcolor=\"32CD32\" |'''1\u00ba'''\n|align=\"left\"|{{Futebol CA Patrocinense|cidade=antes}} ||'''42'''||20||12||6||2||39||12||27\n|rowspan=\"1\" bgcolor=32CD32|'''Campe\u00e3o''' e classificado para [[Campeonato Mineiro de Futebol de 2018 - M\u00f3dulo I|M\u00f3dulo I 2018]]\n|- align=\"center\"\n| bgcolor=\"D0F0C0\" |'''2\u00ba'''\n|align=\"left\"| {{Futebol Boa Esporte|cidade=antes}} ||'''33'''||20||7||8||5||26||23||3\n|rowspan=\"1\" bgcolor=D0F0C0|Vice-campe\u00e3o, classificado para a [[Campeonato Mineiro de Futebol de 2018 - M\u00f3dulo I|M\u00f3dulo I 2018]]\n|- align=\"center\"\n| bgcolor=\"FFFF66\" |'''3\u00ba'''\n|align=\"left\"| {{Futebol Betinense|cidade=antes}} ||'''35'''||20||9||4||7||25||23||2\n|rowspan=\"4\" bgcolor=FFFF66|Eliminado no Hexagonal Final\n|- align=\"center\"\n| bgcolor=\"FFFF66\" |'''4\u00ba'''\n|align=\"left\"| {{Futebol Nacional (Muria\u00e9)|cidade=antes}} ||'''31'''||20||10||6||4||28||20||8\n|- align=\"center\"\n| bgcolor=\"FFFF66\" |'''5\u00ba'''\n|align=\"left\"|{{Futebol Uberaba|cidade=antes}} ||'''30'''||20||7||8||5||32||26||6\n|- align=\"center\"\n| bgcolor=\"FFFF66\" |'''6\u00ba'''\n|align=\"left\"|{{Futebol Tupynamb\u00e1s|cidade=antes}} ||'''25'''||20||4||7||9||13||32||-19\n|- align=\"center\"\n|'''7\u00ba'''\n|align=\"left\"| {{Futebol Social|cidade=antes}} ||'''15'''||10||4||3||3||14||6||+8 \n|rowspan=\"4\" Eliminados da 1\u00b0Fase bgcolor = \" #ffffff \" | Eliminados da 1\u00b0Fase\n|- align=\"center\"\n|'''8\u00ba'''\n|align=\"left\"| {{Futebol Guarani-MG|cidade=antes}} ||'''11'''||10||2||5||3||11||9||+2 \n|- align=\"center\"\n|'''9\u00ba'''\n|align=\"left\"| {{Futebol Mamor\u00e9|cidade=antes}} ||'''10'''||10||2||4||4||9||11||-2 \n|- align=\"center\"\n|'''10\u00ba'''\n|align=\"left\"| {{Futebol CAP Uberl\u00e2ndia|cidade=antes}} ||'''9'''||10||3||2||5||19||18||+1\n|- align=\"center\"\n| bgcolor=\"FFCCCC\" |'''11\u00ba'''\n|align=\"left\"| {{Futebol Arax\u00e1|cidade=antes}} ||'''6'''||10||1||3||6||8||17||-9 \n|rowspan = \"2\" bgcolor = \" FFCCCC \" | Rebaixados para a
[[Campeonato Mineiro de Futebol de 2018 - Segunda Divis\u00e3o| Segunda Divis\u00e3o 2018]]\n|- align=\"center\"\n| bgcolor=\"FFCCCC\" |'''12\u00ba'''\n|align=\"left\"| {{Futebol Formiga|cidade=antes}} ||'''0'''||10||0||0||10||0||30||-30\n|-\n|}\n\n== Premia\u00e7\u00e3o ==\n{| class=\"wikitable\" style=\"margin: 0 auto; width: 220px;\"\n|-\n!Campeonato Mineiro de 2017 - M\u00f3dulo II\n|-\n![[Ficheiro:BandeiraPatrocinioMgBr.png|140px|border|Patroc\u00ednio]]\n|-\n|align=\"center\"|'''{{Futebol CA Patrocinense}}'''
'''Campe\u00e3o'''
'''(1\u00ba t\u00edtulo)'''\n|}\n\n==Artilharia==\n{{BRAb}} Bruno Henrique ([[Uberaba Sport Club|USC]])\u27a1 6 gols\n\n{{BRAb}} Quilder ([[Clube Atl\u00e9tico Patrocinense|CAP]])\u27a1 6 gols\n\n{{BRAb}} Eraldo ([[Social Futebol Clube|SOC]])\u27a1 4 gols\n\n{{BRAb}} Itagol([[Arax\u00e1 Esporte Clube|ARX]] ) \u27a1 4gols\n\n{{BRAb}} Ademir([[Clube Atl\u00e9tico Patrocinense|CAP]])\u27a1 3gols\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{Estaduais2017SegundaDivis\u00e3o}}\n\n[[Categoria:Campeonato Mineiro de Futebol - Segunda Divis\u00e3o|2017]]\n[[Categoria:Futebol de 2017 em Minas Gerais]]"}]},"2752012":{"pageid":2752012,"ns":0,"title":"Acanthostichus quadratus","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n|cor = pink\n|nome = ''Acanthostichus quadratus''\n|imagem = \n|estado = \n|reino = [[Animalia]]\n|filo = [[Arthropoda]]\n|classe = [[Insecta]]\n|superordem = [[Endopterygota]]\n|ordem = [[Hymenoptera]]\n|subordem = [[Apocrita]]\n|superfam\u00edlia = [[Vespoidea]]\n|fam\u00edlia = [[Formicidae]]\n|g\u00e9nero = ''[[Acanthostichus]]''\n|esp\u00e9cie = '''''A. quadratus'''''\n|binomial = ''Acanthostichus quadratus''\n|binomial_autoridade = Emery, 1895\n|sin\u00f3nimos = \n}}\n'''''Acanthostichus quadratus''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[inseto]] do g\u00eanero ''[[Acanthostichus]]'', pertencente \u00e0 fam\u00edlia [[Formicidae]].{{Citar web|url = https://www.gbif.org/species/1327202 |t\u00edtulo = Acanthostichus quadratus |obra = [[Global Biodiversity Information Facility|Sistema Global de Informa\u00e7\u00e3o sobre Biodiversidade]] |l\u00edngua = en |acessodata = 21 de agosto de 2019}}\n\n\n\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n{{Esbo\u00e7o-formiga}}\n{{Taxonbar}}\n\n[[Categoria:Acanthostichus|quadratus]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies descritas em 1895]]"}]},"10994":{"pageid":10994,"ns":0,"title":"Economia de Portugal","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Desatualizado}}\n{{reciclagem|data=maio de 2015}}\n{{Info/Economia\n |Nome = Portugal\n |Preposi\u00e7\u00e3o = de\n |imagem = Lisbon - Expo -3 (16928356685).jpg\n |tamanho = 250\n |Moeda = [[Euro]] (1 Euro = 200,482 [[Escudo portugu\u00eas|Escudos portugueses]])\n |Ano = Ano calend\u00e1rio\n |Organiza\u00e7\u00f5es = [[Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Com\u00e9rcio|OMC]], [[Uni\u00e3o Europeia]] e [[OCDE]]\n |Bolsa = [[Euronext Lisboa]]\n |Banco = [[Banco de Portugal]]\n |Estat\u00edsticas_fonte = The World Factbook\n |PIB = {{plainlist|\n*[[Imagem:Green Arrow Up.svg|10px]] $257,391 mil milh\u00f5es (nominal; 2021){{citar web|url=https://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2019/02/weodata/weorept.aspx?pr.x=45&pr.y=13&sy=2016&ey=2021&scsm=1&ssd=1&sort=country&ds=.&br=1&c=182&s=NGDP_RPCH%2CNGDPD%2CPPPGDP%2CNGDPDPC%2CPPPPC%2CPCPIPCH&grp=0&a= |t\u00edtulo=World Economic Outlook Database, October 2019 |publicado=[[International Monetary Fund]] |website=IMF.org |acessodata=16 de outubro de 2019}}\n*[[Imagem:Green Arrow Up.svg|10px]] $370,497 mil milh\u00f5es ([[Paridade do poder de compra|PPC]]; 2021)}}\n |PIB_pos = 51\u00ba lugar [[Imagem:Green Arrow Up.svg|10px]]\n |PIB_crescimento = [[Imagem:Green Arrow Up.svg|10px]] 1,9% (est. 2019)\n |PIB_per_capta = [[Imagem:Green Arrow Up.svg|10px]] 29 567 euros[http://www.dn.pt/mundo/interior/o-mundo-em-2017-visto-pela-revista-the-economist-5576066.html O mundo em 2017 visto pela revista The Economist]{{citar web|url=http://www.tradingeconomics.com/portugal/gdp-per-capita-ppp|t\u00edtulo=Portugal GDP per capita PPP 1990-2015 |publicado=FMI|acessodata=25 de agosto de 2015}}(2016)\n |PIB_per_capta_pos = 33\u00ba\n |PIB_per_capta_ano = 2016\n |PIB_setor = [[Agricultura]] 2,6%
[[Ind\u00fastria]] 22,6%
[[Com\u00e9rcio]] e [[Servi\u00e7os]] 74,8%\n |PIB_setor_ano = 2012 (est.)\n |Infla\u00e7\u00e3o = [[Imagem:Green Arrow Down.svg|10px]] 0,5%[http://www.economias.pt/taxa-de-inflacao-portugal/ A taxa de infla\u00e7\u00e3o em Portugal em 2015 foi divulgada no in\u00edcio de 2016: 0,5%,] (2016)\n |Infla\u00e7\u00e3o_ano = 2016 (est.)\n |Pobreza = [[Imagem:Green Arrow Down.svg|10px]] 18% (1,8 milh\u00e3o de pessoas)[http://www.indexmundi.com/g/r.aspx?v=69 - Population below poverty line] (2015)\n |Pobreza_ano = 2015\n |Gini = [[Imagem:Green Arrow Down.svg|10px]] 34.2 (2012){{en}}{{citar web|url=http://appsso.eurostat.ec.europa.eu/nui/show.do?dataset=ilc_di12|t\u00edtulo= Gini coefficient of equivalised disposable income|publicado= Eurostat|data=14 de Janeiro de 2014|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}}\n |Trabalho = [[Imagem:Red Arrow Down.svg|10px]] 5,39 milh\u00f5es de pessoas{{citar web|url=http://www.portugalglobal.pt/PT/Biblioteca/LivrariaDigital/PortugalFichaPais.pdf|t\u00edtulo=Portugal Ficha Pa\u00eds Dezembro 2013|publicado=Ag\u00eancia para o Investimento e Com\u00e9rcio Externo de Portugal|acessodata=3 de Fevereiro de 2014|arquivourl=https://web.archive.org/web/20140107184750/http://www.portugalglobal.pt/PT/Biblioteca/LivrariaDigital/PortugalFichaPais.pdf|arquivodata=2014-01-07|urlmorta=yes}}\n |Trabalho_setor = [[Agricultura]]: 11,7%
[[Ind\u00fastria]]: 28,5%
[[Com\u00e9rcio]] e [[Servi\u00e7os]]: 59,8%\n |Trabalho_setor_ano = 2009\n |Desemprego = {{diminui\u00e7\u00e3o}} 4.1% (novembro de 2019){{citar web|url=https://appsso.eurostat.ec.europa.eu/nui/show.do?dataset=une_rt_m&lang=en |t\u00edtulo=Unemployment by sex and age - monthly average |publicado=[[Eurostat]] |website=appsso.eurostat.ec.europa.eu |acessodata=13 de janeiro de 2020}}\n |Desemprego_ano = 2018\n |Ind\u00fastrias = [[T\u00eaxteis]], [[Roupa]]s, [[cal\u00e7ado]]s, [[Madeira]] e [[Corti\u00e7a]], [[Papel]], Produtos Qu\u00edmicos, Pe\u00e7as para [[Autom\u00f3veis]], [[Metais]], [[Lactic\u00ednios]], [[Vinho]] e outros [[Alimentos]], [[Porcelana]] e [[Cer\u00e2mica|Produtos Cer\u00e2micos]], [[Vidro]], Produtos Tecnol\u00f3gicos e de [[Telecomunica\u00e7\u00f5es]], Constru\u00e7\u00e3o e Manuten\u00e7\u00e3o de [[Navios]], [[Turismo]]\n |Com\u00e9rcio_fonte =\n |Exporta\u00e7\u00f5es = [[Imagem:Green Arrow Up.svg|10px]] US$ 63,1 mil milh\u00f5es (2014)[http://atlas.media.mit.edu/pt/profile/country/prt/ Portugal]\n |Exporta\u00e7\u00f5es_ano = \n |Exporta\u00e7\u00f5es_produtos = Produtos Agr\u00edcolas, [[Alimentos]], derivados de [[Petr\u00f3leo]], Produtos Qu\u00edmicos, [[Pl\u00e1stico]]s e [[Borracha]], [[Peles]] e [[Couro]], [[Madeira]] e [[Corti\u00e7a]], Polpa de Madeira e [[Papel]], [[T\u00eaxteis]], [[Roupa]]s, [[Cal\u00e7ados]], [[Minerais]], [[Metais]], M\u00e1quinas e Ferramentas, Ve\u00edculos e Materiais de Transporte, Instrumentos \u00d3pticos e de Precis\u00e3o\n |Mercados = {{ESP}}: 21%
{{FRA}}: 11,1%
{{DEU}}: 11%
{{AGO}}: 6,7%
{{GBR}}: 6,1%
{{USA}}: 4,9%
{{NLD}}: 3,9%
{{ITA}}: 3,2%
{{BEL}}: 2,9%
{{flagcountry|China}}: 2,2%[http://atlas.media.mit.edu/pt/profile/country/prt/#Destino Destino]\n |Mercados_ano = 2012\n |Importa\u00e7\u00f5es = [[Imagem:Green Arrow Up.svg|10px]] US$ 79 mil milh\u00f5es\n |Importa\u00e7\u00f5es_ano = 2012\n |Importa\u00e7\u00f5es_produtos = Produtos Agr\u00edcolas, [[Alimentos]], derivados de [[Petr\u00f3leo]], Produtos Qu\u00edmicos, [[Pl\u00e1stico]]s e [[Borracha]], [[Peles]] e [[Couro]], [[Madeira]], [[Corti\u00e7a]] e Polpa de Madeira, [[T\u00eaxteis]], [[Roupa]]s, [[Cal\u00e7ado]]s, [[Minerais]], [[Metais]], M\u00e1quinas e Ferramentas, Ve\u00edculos e Materiais de Transporte, Instrumentos \u00d3pticos e de Precis\u00e3o, [[Computador]]es e pe\u00e7as, Semicondutores, Utens\u00edlios Dom\u00e9sticos, [[Autom\u00f3veis]] novos e usados, produtos de [[Vinho]]\n |Parceiros = {{ESP}} - 32%
{{DEU}} - 12%
{{FRA}} - 7%
{{ITA}} - 5,1%
{{NLD}} - 5,1%
{{GBR}} - 3%
{{BEL}} - 2,9%
{{CHI}}: 2,8%
{{AGO}}: 2,4%
{{flagcountry|Algeria}}: 2,3%\n |Parceiros_ano = 2012\n |Finan\u00e7as_fonte =[https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/po.html CIA The World Factbook]\n |D\u00edvida = [[Imagem:Green Arrow Down.svg|10px]] 231.1 mil milh\u00f5es euros (Setembro){{en}}{{citar web|url=http://www.dn.pt/dinheiro/interior/divida-publica-aumenta-53-mil-milhoes-em-2015-5009646.html |t\u00edtulo=Falharam as previs\u00f5es. D\u00edvida p\u00fablica aumenta 5,3 mil milh\u00f5es |publicado=Banco de Portugal}} (96% do PIB)[http://www.jornaldenegocios.pt/economia/financas-publicas/detalhe/portugal_reduz_divida_externa Portugal reduz d\u00edvida externa]\n |D\u00edvida_ano = 2016\n |Rel_Divida_PIB = 96%\n |Despesas = [[Imagem:Green Arrow Down.svg|10px]] \u20ac 48.46 mil milh\u00f5es ([[2014]])\n |Receitas = [[Imagem:Red Arrow Down.svg|10px]] \u20ac 41.3 mil milh\u00f5es ([[2014]])[http://www.pordata.pt/Portugal/Administracoes+Publicas+despesas++receitas+e+defice+publico-809 Administra\u00e7\u00f5es P\u00fablicas: despesas, receitas e d\u00e9fice p\u00fablico]\n |Rel_Receitas_PIB =\n |Ajuda =\n}}\nEstima-se que a '''Economia de [[Portugal]]''' tenha sido, em 2013, a 49.\u00aa maior do mundo se considerarmos o seu [[Produto Interno Bruto|Produto Interno Bruto nominal]] (PIB nominal), estimado em 219,4 mil milh\u00f5es de [[D\u00f3lar dos Estados Unidos|d\u00f3lares]]. Este valor representa uma subida em rela\u00e7\u00e3o ao valor em 2012 (212,4 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares, ou seja o 47.\u00ba mais alto), mas uma descida consider\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao PIB nominal em 2011, de 237,9 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares, quando era o 43.\u00ba maior do mundo. Por\u00e9m, se considerarmos o PIB calculado em termos de [[Paridade de Poder de Compra]], estimado em 243,3 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares, Portugal figura como sendo a 51.\u00aa maior economia do mundo. Esse valor est\u00e1 abaixo dos 244,3 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares que, em 2012, colocavam o pa\u00eds na 49.\u00aa posi\u00e7\u00e3o. Desde 1974, a evolu\u00e7\u00e3o do PIB a pre\u00e7os constantes pode ser dividida em diferentes per\u00edodos:\n* Os anos do [[Processo Revolucion\u00e1rio em Curso|PREC]], 1974 e 1975, em que o PIB calculado a pre\u00e7os constantes decresceu 2,34%, com destaque para o tumultuoso ano de 1975 em que registou um decr\u00e9scimo de 5,10%, o pior desde a [[Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos]];\n* Os anos entre a entrada em vigor da [[Constitui\u00e7\u00e3o portuguesa de 1976|Constitui\u00e7\u00e3o de 1976]] e a entrada na [[Comunidade Econ\u00f3mica Europeia|CEE]], entre 1976 e 1985, durante os quais o PIB cresceu 36,94%, a uma taxa m\u00e9dia anual de 3,19%;\n* Os anos entre a entrada na CEE e a entrada em circula\u00e7\u00e3o do [[Euro]], entre 1986 e 2001, durante os quais o PIB cresceu 86,11%, a uma taxa m\u00e9dia anual de 3,96%, facto a que n\u00e3o ser\u00e1 alheia a entrada massiva de fundos comunit\u00e1rios destinados \u00e0 moderniza\u00e7\u00e3o da economia portuguesa. Este per\u00edodo divide-se entre as governa\u00e7\u00f5es de dois Primeiros Ministros: [[An\u00edbal Cavaco Silva|Cavaco Silva]], que at\u00e9 ao fim do seu \u00faltimo governo, em 1995, viu a economia crescer 48,26%, a uma taxa m\u00e9dia de 4,02% ao ano; e [[Ant\u00f3nio Guterres]] que at\u00e9 3 meses antes do fim do seu \u00faltimo governo viu a economia crescer 25,53%, a uma taxa m\u00e9dia de 3,86% ao ano;\n* Os anos desde a entrada em circula\u00e7\u00e3o do Euro e o recurso ao apoio financeiro externo por parte do [[Fundo Monet\u00e1rio Internacional|FMI]] e do [[Fundo Europeu de Estabiliza\u00e7\u00e3o Financeira]], entre 2002 e Junho de 2011, em que a economia portuguesa estagnou, tendo crescido apenas 4,40%, a uma taxa m\u00e9dia de 0,45% ao ano. Durante este per\u00edodo Portugal teve como Primeiros Ministros [[Dur\u00e3o Barroso]], antigo presidente da [[Comiss\u00e3o Europeia]] e [[Pedro Santana Lopes]], ambos apoiados pelo PSD e CDS-PP, entre Abril de 2002 e Mar\u00e7o de 2005. Entre 2002 e 2004, o PIB cresceu 1,40%, a uma taxa m\u00e9dia anual de 0,46%. De 2005 a Junho de 2011 foi Primeiro-Ministro [[Jos\u00e9 S\u00f3crates]]. Entre 2005 e Junho de 2011, o PIB cresceu 2,96%, a uma taxa m\u00e9dia anual de 0,45%;\n* O descontrolo da d\u00edvida soberana, do d\u00e9fice p\u00fablico e o consequente insuport\u00e1vel aumento dos juros que o Estado portugu\u00eas se viu obrigado a ter de pagar para se poder financiar nos mercados internacionais levou a que se recorresse \u00e0 interven\u00e7\u00e3o externa por parte do FMI e do Fundo Europeu de Estabiliza\u00e7\u00e3o Financeira. A partir do 2.\u00ba semestre de 2011, j\u00e1 com [[Pedro Passos Coelho]] como Primeiro-Ministro, a economia portuguesa, que j\u00e1 tinha entrado em recess\u00e3o, viu o seu PIB desacelerar-se mais rapidamente, tendo este ca\u00eddo 5,50% at\u00e9 ao fim de 2013, atingindo uma queda de 5,45% at\u00e9 ao final do 2\u00ba trimestre de 2014, a uma taxa m\u00e9dia anual de 1,85%. A queda do PIB em 2012, de 3,17%, foi a 2.\u00aa pior desde o 25 de Abril de 1974, s\u00f3 superada pela de 1975.{{citar web|url=http://www.pordata.pt/Portugal/Taxa+de+crescimento+%28percentagem%29+do+PIB+e+PIB+per+capita+a+precos+constantes+%28base+2006%29-883|t\u00edtulo=Taxa de crescimento (%) do PIB e PIB per capita a pre\u00e7os constantes (base=2006) em Portugal|publicado=PORDATA|acessodata=}}{{citar web|url=http://comunidade.xl.pt/JNegocios/blogs/massamonetaria/archive/2011/09/09/ine-confirmou-estagna-231-227-o.aspx#.Uvm8ns54Cup|t\u00edtulo=INE confirmou estagna\u00e7\u00e3o. Economia ainda pode surpreender?|publicado=Jornal de Neg\u00f3cios|data=2011-09-09|acessodata=2014-02-11}}{{citar web|url=http://www.publico.pt/economia/noticia/economia-portuguesa-acentuou-queda-no-final-do-ano-passado-1584444|t\u00edtulo=Economia portuguesa acentuou queda no final do ano passado|publicado=P\u00fablico|data=2013-02-14|acessodata=2014-02-11}}{{citar web|url=http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=534204&tm=6&layout=121&visual=49|t\u00edtulo=PIB em Portugal diminui 1,6 por cento em 2011|publicado=RTP|data=2012-03-09|acessodata=2014-02-11}}[http://www.noticiasaominuto.com/economia/231796/pib-cai-0-6-no-1-trimestre]{{citar web|url=http://www.tvi24.iol.pt/503/economia---economia/ine-pib-crescimento-economico-exportacoes-consumo-riqueza-nacional/1568256-6377.html|t\u00edtulo=Economia portuguesa cresce 0,6% no segundo trimestre|publicado=TVI24|data=2014-08-14|acessodata=2014-08-24}}\n\nTendo aderido \u00e0 ent\u00e3o [[Comunidade Econ\u00f3mica Europeia]], em [[1986]] (que se veio a tornar na [[Uni\u00e3o Europeia]]) juntamente com a [[Espanha]], o pa\u00eds iniciou, ent\u00e3o, um per\u00edodo de fortes reformas e de elevados investimentos em infraestruturas que se refletiram numa r\u00e1pida acelera\u00e7\u00e3o do crescimento econ\u00f3mico portugu\u00eas. Entre [[1970]] e [[2003]], o produto interno bruto ''per capita'', isto \u00e9, tudo o que \u00e9 produzido pelo pa\u00eds dividido por cada habitante, cresceu de pouco mais de 50% para cerca de 70% da m\u00e9dia europeia.\n\nPortugal foi dos primeiros pa\u00edses selecionados para a fase final da [[Uni\u00e3o Econ\u00f3mica e Monet\u00e1ria]], iniciando a introdu\u00e7\u00e3o do [[Euro]] como moeda a partir de 1 de Janeiro de 1999. A circula\u00e7\u00e3o de notas e moedas iniciou-se em 1 de Janeiro de 2002. A participa\u00e7\u00e3o no Euro obriga o pa\u00eds ao cumprimento das regras do [[Pacto de Estabilidade e Crescimento]], obrigando o controle das contas p\u00fablicas e da infla\u00e7\u00e3o, mas assegurando ao pa\u00eds n\u00edveis m\u00ednimos hist\u00f3ricos de infla\u00e7\u00e3o e taxa de juro.\n\nEntre 1985 e 1995, a economia portuguesa, com a sa\u00edda do FMI e a entrada na Comunidade Econ\u00f3mica Europeia, verificou taxas de crescimento econ\u00f3mico elevadas que foram em m\u00e9dia, nesse per\u00edodo de 10 anos, de 3,7%. Durante esse mesmo per\u00edodo, verificou-se uma redu\u00e7\u00e3o de 19,5% na infla\u00e7\u00e3o para os 4,2%. Entre 1995 e 2001, o crescimento anual da economia foi de 3,9%, levemente superior ao dos 10 anos precedentes.\n\nDesde 2002 a economia portuguesa tem estado estagnada ou em recess\u00e3o, \u00e0 excep\u00e7\u00e3o do ano de 2007 em que cresceu 2,4%. De 2002 a Junho de 2011, durante os governos de Dur\u00e3o Barroso, Santana Lopes e Jos\u00e9 S\u00f3crates a economia cresceu a uma taxa m\u00e9dia anual inferior a 0,5%. Desde Julho de 2011 a economia recuou a uma taxa m\u00e9dia anual de 2,5%. Entre 2002 e 2013, a economia recuou 1,3%.{{en}}{{citar web|url=http://data.worldbank.org/country/portugal|t\u00edtulo= World Development Indicators - Portugal|publicado= World Bank|acessodata=2014-02-02}}\n\nAtualmente, a estrutura da economia portuguesa baseia-se principalmente no sector dos servi\u00e7os, que representa cerca de 67% do [[Produto Interno Bruto]] (PIB) do pa\u00eds. A partir de 2002, [[Portugal]] tem vindo a enfrentar um problema de estagna\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica, com a economia a crescer menos de 2% ao ano, abaixo da m\u00e9dia da [[Uni\u00e3o Europeia]], que \u00e9 de 2,5%. A partir de 2009, Portugal tem vivido uma situa\u00e7\u00e3o de recess\u00e3o econ\u00f3mica, conjugada com um crescimento cont\u00ednuo da d\u00edvida p\u00fablica, pol\u00edticas de austeridade, nacionaliza\u00e7\u00e3o de bancos falidos, interven\u00e7\u00e3o externa acompanhada de resgates financeiros \u00e0 economia nacional, dificuldades no controlo do d\u00e9fice, clima de contesta\u00e7\u00e3o social e atritos entre diversas institui\u00e7\u00f5es, nomeadamente o governo e o tribunal constitucional, provocados pela crise econ\u00f3mica. Segundo dados de 2010, o pa\u00eds \u00e9 o 43.\u00ba no ''ranking'' de competitividade do [[F\u00f3rum Econ\u00f3mico Mundial]].[http://www.weforum.org/pdf/GCR09/GCR20092010fullrankings.pdf The Global Competitiveness Index 2009\u20132010 rankings and 2008\u20132009 comparisons]\n\n== Setor Prim\u00e1rio ==\n[[File:Natural resources of Portugal.png|thumb|235px|Recursos naturais de Portugal. Fe \u2014 [[Min\u00e9rio de ferro]], PY \u2014 [[Pirite]], Sn \u2014 [[Estanho]], W \u2014 [[Tungst\u00e9nio]], U \u2014 [[Ur\u00e2nio]], C \u2014 [[Carv\u00e3o mineral]], L \u2014 [[Lignite]].]]\nO setor prim\u00e1rio em Portugal era at\u00e9 aos anos 60 o mais importante, sendo que nesta d\u00e9cada a popula\u00e7\u00e3o a trabalhar na agricultura desceu rapidamente de 42% em 1960 para 32% em 1970, continuando esta queda at\u00e9 aos dias de hoje, situando-se atualmente em pouco menos de 12%. Apesar de hoje ser pouco expressivo, este setor conta com fortes empresas, como a [[Lactogal]] e a [[Sogrape]].\n\nEm 2018, Portugal foi o 9\u00ba maior produtor mundial de [[azeitona]] (740 mil toneladas), o 16\u00ba maior produtor mundial de [[pera]] (162 mil toneladas), o 17\u00ba maior produtor mundial de [[tomate]] (1,33 milh\u00f5es de toneladas) e o 20\u00ba maior produtor mundial de [[uva]] (778 mil toneladas). O pa\u00eds tamb\u00e9m produziu, no mesmo ano, 713 mil toneladas de [[milho]], 431 mil toneladas de [[batata]], 344 mil toneladas de [[laranja]], 267 mil toneladas de [[ma\u00e7\u00e3]], 160 mil toneladas de [[arroz]], al\u00e9m de produ\u00e7\u00f5es menores de outros produtos agr\u00edcolas como [[repolho]] (137 mil toneladas), [[cebola]] (130 mil toneladas), [[cenoura]] (108 mil toneladas), [[trigo]] (67 mil toneladas), [[mel\u00e3o]] (57 mil toneladas), [[aveia]] (55 mil toneladas), etc.[http://www.fao.org/faostat/en/#data/QC/ Portugal production in 2018, by FAO] Alguns dos produtos mais famosos oriundos de Portugal s\u00e3o o [[azeite de oliva]], o [[vinho]] e as [[Pera-rocha|peras portuguesas]].\n\n== Setor Secund\u00e1rio ==\n=== Ind\u00fastria ===\nEste setor foi pouco expressivo at\u00e9 meados do s\u00e9culo XX quando a partir dos anos 50 e sobretudo dos 60, sofreu uma forte expans\u00e3o movida pelas mudan\u00e7as em curso na sociedade portuguesa, pela abertura econ\u00f3mica do pa\u00eds com a entrada na [[Associa\u00e7\u00e3o Europeia de Com\u00e9rcio Livre|EFTA]] em 1965, os investimentos nas col\u00f3nias africanas e naturalmente a cria\u00e7\u00e3o de uma maior sociedade de consumo, ainda assim pouco patente na altura. A partir dos anos 80, e continuando at\u00e9 aos dias atuais, assistiu-se a uma massiva industrializa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds e reestrutura\u00e7\u00e3o das empresas, sobretudo na regi\u00e3o Norte, a v\u00e1rios n\u00edveis, com a chegada de multinacionais estrangeiras e do aumento da taxa de emprego e consequente, desloca\u00e7\u00e3o para os arredores e sub\u00farbios. O n\u00edvel de vida e de emprego melhoraram, assim como o poder de compra. S\u00e3o de salientar o grande crescimento das zonas industriais da Maia e da Trofa, como exemplos a seguir e do surgimento de um enorme n\u00famero de confec\u00e7\u00f5es t\u00eaxtil at\u00e9 aos finais dos anos 90, onde se viu uma queda na m\u00e3o de obra, devido \u00e0 desloca\u00e7\u00e3o em grande maioria de empresas nacionais e internacionais para pa\u00edses com m\u00e3o de obra mais barata. Apesar de tal acontecimento, a regi\u00e3o Norte Litoral e regi\u00e3o Minho do pa\u00eds continua at\u00e9 aos dia de hoje a ser a respons\u00e1vel pela continuidade do maior n\u00famero de zonas e parques industriais, com uma taxa de emprego elevada em rela\u00e7\u00e3o a outras zonas do pa\u00eds e dos maiores \u00edndices e n\u00edveis de exporta\u00e7\u00f5es. Com a entrada na zona euro a partir de 1999 at\u00e9 ao ano de 2002, a competividade com as multinacionais, pequenas e m\u00e9dias empresas aumentou, criando um mercado industrial portugu\u00eas mais competitivo e global, tendo maior relev\u00e2ncia o esfor\u00e7o e t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o nacionais, levando a um maior reconhecimento perante outros pa\u00edses europeus. A vinda da crise econ\u00f3mica de 2008, abalou o pa\u00eds, mas n\u00e3o deixou de haver uma continuidade no aumento de exporta\u00e7\u00f5es e de surgimento de novas m\u00e9dias e pequenas empresas, ao demarcar-se no mercado europeu e internacional.\n\n=== Energia ===\nA energia em Portugal \u00e9 atualmente (2018) setor em expans\u00e3o em Portugal, nomeadamente ao n\u00edvel da produ\u00e7\u00e3o de eletricidade. As fontes renov\u00e1veis representam j\u00e1 um grande peso neste setor.\n\n== Sector Terci\u00e1rio ==\nO setor terci\u00e1rio foi o que mais teve expans\u00e3o desde os anos 60. Neste destaca-se o turismo, que \u00e9 um dos grandes setores que faz crescer a economia portuguesa.\n\nA grande mudan\u00e7a social no pa\u00eds, a explos\u00e3o da sociedade de consumo (sobretudo nos anos 80 e 90) fez aumentar rapidamente o n\u00famero de empregados no setor terci\u00e1rio o que permitiu uma melhoria do n\u00edvel de vida e uma maior qualifica\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel de emprego e educa\u00e7\u00e3o.\n\n=== Transportes ===\n{{Artigo principal|[[Transportes em Portugal]]}}\nDesde os anos 30 a rede de estradas aumentou exponenciamente em Portugal. Nos anos 80 e 90 verificou-se uma moderniza\u00e7\u00e3o das infraestruturas, para al\u00e9m da constru\u00e7\u00e3o de millhares de quil\u00f3metros de novas auto-estradas. Na atualidade, Portugal \u00e9 servido por uma densa e moderna rede de autoestradas, todas com sistema de portagem. Nas ex-[[SCUT]], v\u00e3o sendo instalados, progressivamente, sistemas de portagens eletr\u00f3nica.\n\n== Mercado de trabalho ==\nPortugal \u00e9 um dos pa\u00edses que mais tem aumentado o sal\u00e1rio m\u00ednimo nacional{{carece de fontes|data=maio de 2019}}. O sal\u00e1rio m\u00ednimo tem, em 2020, o valor de 635 euros por m\u00eas. Apesar de ser um valor reduzido comparado a alguns sal\u00e1rios europeus, o custo de vida muito reduzido permite ter uma qualidade de vida superior (segundo os estrangeiros que se mudam para o pa\u00eds) tamb\u00e9m suportada pela grande seguran\u00e7a, bom ambiente e simpatia dos portugueses.\n\n== Crise financeira ==\n{{Vertamb\u00e9m|Crise da d\u00edvida p\u00fablica da Zona Euro|Crise econ\u00f3mica de 2008-2011}}\n\nO fraco desempenho da economia portuguesa foi explorado em abril de 2007 pelo ''[[The Economist]]'', que descreveu Portugal como \"um novo [[homem doente da Europa]]\".{{citar web|url=http://www.economist.com/world/europe/displaystory.cfm?story_id=9009032 |titulo=The Portuguese economy: A new sick man of Europe |publicado=The Economist |lingua=Ingl\u00eas |data=12 de abril de 2007 |acessodata=2 de julho de 2011}} Entre 2002 a 2007, a taxa de desemprego aumentou de 5% para 8% ({{formatnum:270500}} cidad\u00e3os desempregados em 2002 para {{formatnum:448600}} cidad\u00e3os desempregados em 2007).Luis Miguel Mota, [http://www.destak.pt/artigos.php?art=11796 Popula\u00e7\u00e3o desempregada aumentou 65 % em cinco anos], Destak.pt (6 de junho de 2008) No in\u00edcio de dezembro de 2009, o desemprego atingiu 10,2 % da popula\u00e7\u00e3o, o maior em 23 anos. Desde ent\u00e3o, o desemprego j\u00e1 subiu para 15,6%, no final de 2013 e a emigra\u00e7\u00e3o intensificou-se, com destaque para a m\u00e3o de obra qualificada. S\u00f3 entre janeiro de setembro de 2013, a popula\u00e7\u00e3o activa em Portugal diminuiu 1,6%. Em dezembro de 2009, a [[Ag\u00eancia de classifica\u00e7\u00e3o de risco de cr\u00e9dito|ag\u00eancia de classifica\u00e7\u00e3o de risco]] ''[[Standard & Poor's]]'' rebaixou a sua avalia\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito de longo prazo de Portugal de \"est\u00e1vel\" para \"negativa\", expressando o pessimismo sobre as debilidades estruturais econ\u00f3micas do pa\u00eds e a fraca competitividade, o que prejudicaria o crescimento e a capacidade de refor\u00e7ar a sua [[finan\u00e7as p\u00fablicas]].[http://news.ph.msn.com/business/article.aspx?cp-documentid=3737721 Standard and Poor's pessimistic on Portugal], [[Agence France-Presse]] (7 de dezembro de 2009) Em julho de 2011, a ag\u00eancia de classifica\u00e7\u00e3o ''[[Moody's]]'' rebaixou a sua avalia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o aviso do risco de deteriora\u00e7\u00e3o em mar\u00e7o de 2011.[http://www.moodysanalytics.com/~/media/Insight/Capital-Markets-Research/Market-Signals-Reviews/11-29-03-Soverign-Risk-Report.ashx As Portugal Default Risk Climbs, Europe Begins to Stabilize], (29 de mar\u00e7o de 2011)\n\n[[Imagem:November 2011 Austerity Protest in Lisbon, Portugal.JPG|thumb|esquerda|Protestos em Lisboa contra o plano de austeridade aplicado pelo governo, em novembro de 2011]]\n\nA [[Corrup\u00e7\u00e3o pol\u00edtica|corrup\u00e7\u00e3o]] tornou-se um assunto de import\u00e2ncia pol\u00edtica e econ\u00f3mica para o pa\u00eds. Alguns casos s\u00e3o bem conhecidos e foram amplamente divulgados nos [[meios de comunica\u00e7\u00e3o]], tais como acontecimentos em v\u00e1rios munic\u00edpios envolvendo autoridades municipais e empres\u00e1rios locais, bem como pol\u00edticos de alto-escal\u00e3o.[http://euobserver.com/9/28120 Eurojust chief embroiled in Portuguese corruption scandal], euobserver.com (13 de maio de 2009)[http://q208.wordpress.com/2008/03/29/reportagem-da-al-jazeera-sobre-portugal-um-dos-paises-mais-pobres-e-corruptos-da-europa People & Power, Al Jazeera], [[Al Jazeera]] (mar\u00e7o de 2008) N\u00e3o obstante o [[\u00cdndice de Percep\u00e7\u00f5es de Corrup\u00e7\u00e3o]] de 2010, compilado pela [[Transpar\u00eancia Internacional]], colocou Portugal na 31\u00aa posi\u00e7\u00e3o em termos de percep\u00e7\u00e3o de corrup\u00e7\u00e3o, logo abaixo de [[Israel]] e [[Espanha]], e 34 posi\u00e7\u00f5es acima da [[It\u00e1lia]].[http://www.transparency.org/policy_research/surveys_indices/cpi/2010/results Transparency International report], Transpar\u00eancia Internacional (2010)\n\nUm relat\u00f3rio publicado em janeiro de 2011 pelo ''[[Di\u00e1rio de Not\u00edcias (Portugal)|Di\u00e1rio de Not\u00edcias]]'' revelou que no per\u00edodo entre a [[Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos]], em 1974, e 2010, os governos da Rep\u00fablica Portuguesa sobrecarregaram o er\u00e1rio p\u00fablico com as despesas de [[Parceria p\u00fablico-privada|parcerias p\u00fablico-privadas]] pouco claras. V\u00e1rias consultorias ineficazes e desnecess\u00e1rias permitiram uma derrapagem consider\u00e1vel na gest\u00e3o de obras p\u00fablicas. A economia tamb\u00e9m foi danificada por cr\u00e9ditos de risco, excesso de d\u00edvida p\u00fablica e m\u00e1-gest\u00e3o dos fundos estruturais e de coes\u00e3o europeus durante quase quatro d\u00e9cadas. Aparentemente, o gabinete do primeiro-ministro [[Jos\u00e9 S\u00f3crates]] n\u00e3o foi capaz de prever ou prevenir qualquer destes sintomas e em 2011 o pa\u00eds estava \u00e0 beira da fal\u00eancia arrastado pela crise financeira internacional.{{citar web | url=http://www.dn.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=1750097&seccao=Media | t\u00edtulo=Grande investiga\u00e7\u00e3o DN - Conhe\u00e7a o verdadeiro peso do Estado | publicado=[[Di\u00e1rio de Not\u00edcias (Portugal)|Di\u00e1rio de Not\u00edcias]] | data=7 de janeiro de 2011 }}\n\nEm 6 de abril de 2011, o ent\u00e3o primeiro-ministro Jos\u00e9 S\u00f3crates anunciou na televis\u00e3o nacional que o pa\u00eds pediu ajuda financeira ao [[Fundo Monet\u00e1rio Internacional]] (FMI) e ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira, como a [[Gr\u00e9cia]] e a [[Rep\u00fablica da Irlanda]] j\u00e1 haviam feito. Foi a terceira vez que a ajuda financeira externa foi solicitada ao FMI \u2014 a primeira foi no final de da d\u00e9cada de 1970, ap\u00f3s a [[Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos]].{{citar web |url=http://www1.folha.uol.com.br/mundo/899330-portugal-pede-socorro-financeiro-a-uniao-europeia-fmi-oferece-ajuda.shtml |t\u00edtulo=Portugal pede socorro financeiro \u00e0 Uni\u00e3o Europeia; FMI oferece ajuda |editor=[[Folha de S.Paulo]] |data=6 de abril de 2011 |acessodata=18 de dezembro de 2011}} Em 6 de julho do mesmo ano, a ag\u00eancia de nota\u00e7\u00e3o norte-americana ''[[Moody's]]'' coloca Portugal na avalia\u00e7\u00e3o \"lixo financeiro\", provocando a queda dos maiores bancos nacionais no PSI 20, iniciando uma onda de revolta em Portugal e na Europa, existindo propostas para cria\u00e7\u00e3o de uma ag\u00eancia de nota\u00e7\u00e3o financeira, de modo a acabar com a hegemonia americana.{{citar web|url=http://tv2.rtp.pt/noticias/?t=Politicos-da-UE-defendem-agencia-de-notacao-europeia.rtp&article=458254&visual=3&layout=10&tm=6 |t\u00edtulo=Pol\u00edticos da UE defendem ag\u00eancia de nota\u00e7\u00e3o europeia |editor=[[R\u00e1dio e Televis\u00e3o de Portugal]] (RTP) |data=6 de julho de 2011 |acessodata=19 de dezembro de 2011}}\n\nA d\u00edvida p\u00fablica come\u00e7ou a subir fortemente entre 2004 e 2005, de 61,9% para 67,7%, quando o d\u00e9fice se situou nos 6,5% (o 2\u00ba mais alto da UE, s\u00f3 abaixo da Hungria). Desde ent\u00e3o e at\u00e9 2011 o a d\u00edvida p\u00fablica cresceu mais ligeiramente para 71,7% em 2008 e depois disparou para 108,2% em 2011. O combate ao endividamento que desde ent\u00e3o se tem tentado fazer tem-se revelado ineficaz, dado que desde 2011 para 2013, a d\u00edvida p\u00fablica voltou a subir para 129,4%.{{citar web|url=http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/divida_publica_tera_atingido_129_do_pib_no_final_de_2013.html|t\u00edtulo=D\u00edvida p\u00fablica ter\u00e1 atingido 129% do PIB no final de 2013|publicado=Jornal de Neg\u00f3cios|data=31 de Janeiro de 2014|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}} O d\u00e9fice p\u00fablico que subiu de 3,6% em 2008 para 10,2% em 2009 e 9,8% em 2010, voltou a descer para 4,3% em 2011.{{en}}{{citar web|url=http://appsso.eurostat.ec.europa.eu/nui/show.do?dataset=gov_dd_edpt1&lang=en|t\u00edtulo=Government deficit/surplus, debt and associated data|p\u00fablicado=Eurostat|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}} Desde ent\u00e3o o combate ao d\u00e9fice tem sido pouco eficaz, uma vez que este voltou a subir para 6,4% em 2012,{{citar web|url=http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3179480&page=-1|t\u00edtulo=Eurostat confirma d\u00e9fice de 6,4% do PIB em Portugal|p\u00fablicado=Di\u00e1rio de Not\u00edcias|data=22 de Abril de 2013|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}} tendo descido novamente para 5,2% em 2013.{{citar web|url=http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=712049&tm=6&layout=123&visual=61|t\u00edtulo=D\u00e9fice de 2013 situou-se nos 5,2% sem as medidas extraordin\u00e1rias, diz ministra|p\u00fablicado=RTP|data=24 de Janeiro de 2014|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}} O d\u00e9fice que inicialmente tinha sido acordado com a \"troika\" ([[Banco Central Europeu|BCE]], [[Comiss\u00e3o Europeia]] e [[Fundo Monet\u00e1rio Internacional|FMI]]) que supervisiona o cumprimento dos termos do resgate financeiro negociado com Portugal em 2011, era de 4,5%, 0,7% abaixo do d\u00e9fice anunciado pelo Minist\u00e9rio das Finan\u00e7as para 2013.\n\nEm Portugal, a despesa p\u00fablica passou de 33,5% do PIB em 1980 para 47,9% em 2010, tendo a maior parte desse crescimento ocorrido entre 1985 e 1995, durante os 3 governos de Cavaco Silva (10,6%). Ainda assim, esta percentagem pouco supera a da Alemanha (47,5%) e \u00e9 inferior \u00e0 da UE a 27 (50,8%) e, nomeadamente, de pa\u00edses como a Dinamarca (59,5%) ou a Finl\u00e2ndia (56%).{{citar web|url=http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1751529|t\u00edtulo=Estado consome j\u00e1 metade do PIB|publicado=Di\u00e1rio de Not\u00edcias|acessodata=2 de Fevereiro de 2014}}\n\nA carga salarial da fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica em Portugal atingiu, subiu desde 6,4% do PIB em 2003 (ligeiramente inferior \u00e0 m\u00e9dia da UE de 6,5%) para 6,7% em 2005 (6,3% na UE) e 7,0% em 2007 (6,1% na UE), voltou a descer para os 6,3% em 2008 (6,2% na UE) e voltou a disparar para os 8,4% em 2010 e 2011 (6,6% na UE).{{en}}{{citar web|url=http://appsso.eurostat.ec.europa.eu/nui/submitViewTableAction.do|t\u00edtulo=General government expenditure by function (COFOG)publicado=Eurostat|acessodata=2014-02-02}}\n\nAs fun\u00e7\u00f5es em que o estado portugu\u00eas tem revelado uma tend\u00eancia claramente superior \u00e0 m\u00e9dia da UE para gastar mais, em fun\u00e7\u00e3o do PIB s\u00e3o:\n* Fun\u00e7\u00f5es relacionadas com os \u00f3rg\u00e3os legislativos, executivos, financeiros, fiscais e diplom\u00e1ticos (3,1% do PIB em 2003, 3,5% em 2005, 2,7% em 2008, 5,0% em 2010 e 3,8% em 2011, consistindo a esmagadora maioria em gastos com remunera\u00e7\u00f5es, regalias, consumos interm\u00e9dios e finais, s\u00f3 se posicionando atr\u00e1s da Hungria)\n* Pagamento do servi\u00e7o da d\u00edvida, particularmente a partir de 2011 (relativamente est\u00e1vel at\u00e9 2010 em redor dos 3% do PIB, saltou para os 4,2% em 2011)\n* Defesa militar (2,0% do PIB em 2011, sendo quase metade desta rubrica gasta em consumos finais e a quase totalidade do resto em consumos interm\u00e9dios, ordenados e regalias);\n* Servi\u00e7os policiais (1,2% do PIB em 2011, sendo a esmagadora maioria da despesa gasta em remunera\u00e7\u00f5es e regalias)\n* Servi\u00e7os de transportes (manteve-se entre os 2,9% do PIB entre 2003 e 2005, desceu para 2,3% em 2007 e voltou a disparar para 3,2% em 2011, tendo sido a quase totalidade desta rubrica gasta em investimentos em infraestruturas, consumos interm\u00e9dios e finais)\n* Servi\u00e7os m\u00e9dicos sem internamento (est\u00e1vel em 2,3% do PIB entre 2003 e 2005, disparou para os 4,7% em 2011, s\u00f3 abaixo da Espanha. Nesta situa\u00e7\u00e3o, os gastos com o pessoal s\u00e3o altos em compara\u00e7\u00e3o com outros pa\u00edses da UE, mas muito mais baixos que na Espanha ou na Irlanda. A rubrica em que ocorre a grande maioria da despesa \u00e9 nos consumos finais)\n* Na educa\u00e7\u00e3o, os professores de todos os n\u00edveis de ensino auferem ordenados e regalias correspondentes a uma percentagem do PIB maior do que a m\u00e9dia da UE, a qual se manteve est\u00e1vel em redor dos 5,3% entre 2003 e 2005 e depois declinou para 4,5% em 2011, em compara\u00e7\u00e3o com a m\u00e9dia de 3,3% na UE. Esta discrep\u00e2ncia pode dever-se ao facto de o PIB per capita em Portugal ser consideravelmente mais baixo que o PIB per capita m\u00e9dio da UE e de haver um atraso hist\u00f3rico ao n\u00edvel da educa\u00e7\u00e3o em Portugal que o Estado tenta compensar atraindo profissionais de maior qualidade. Tenha-se em conta que a taxa de abandono escolar em Portugal atingiu em os 23,2%, sendo o 3\u00ba mais elevado da UE onde, em m\u00e9dia era de 13,5%, nesse ano. \u00c9 igualmente de tomar nota de que houve, todavia, um progresso consider\u00e1vel a este n\u00edvel, dado que essa taxa desceu de um elevad\u00edssimo valor de 43,6% em 2000.{{citar web|url=http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=2596328|t\u00edtulo=Abandono escolar precoce em Portugal \u00e9 o terceiro mais elevado da UE|publicado=Jornal de Not\u00edcias|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}}\n* Protec\u00e7\u00e3o social no que se refere aos apoios aos idosos, para os quais os apoios que lhes s\u00e3o dirigidos (genericamente) s\u00e3o acima da m\u00e9dia da UE (11,2% do PIB, tendo aqueles crescido desde 7,8% em 2003) e, igualmente, os vi\u00favos, que auferiam de apoios correspondentes a 1,7% do PIB em 2011. No entanto, deve-se ter em considera\u00e7\u00e3o que, em contrapartida, s\u00e3o muito baixos os gastos dirigidos aos servi\u00e7os hospitalares que requerem internamento, maioritariamente usufru\u00eddos pelos idosos, e tamb\u00e9m s\u00e3o baixos os que s\u00e3o dedicados \u00e0 doen\u00e7a e defici\u00eancias, \u00e0s quais os idosos s\u00e3o mais vulner\u00e1veis. N\u00e3o se pode considerar, portanto que os apoios aos idosos em Portugal, se forem considerados em conjunto, sejam particularmente generosos.\n\nPor outro lado, as fun\u00e7\u00f5es em que o estado portugu\u00eas tem revelado tend\u00eancia para gastar consideravelmente menos do que a m\u00e9dia da UE, em fun\u00e7\u00e3o do PIB, s\u00e3o:\n* Assuntos econ\u00f3micos gerais, comerciais e laborais (nomeadamente o investimento p\u00fablico, est\u00e1vel em 0,2% do PIB entre 2003 e 2011 e os subs\u00eddios \u00e0 actividade econ\u00f3mica, que ca\u00edram gradualmente de 0,4% em 2003 para 0,1% em 2011)\n* Servi\u00e7os hospitalares com internamento (ap\u00f3s se ter mantido est\u00e1vel em redor dos 2,5% do PIB entre 2003 e 2005, a despesa caiu abruptamente para 0,5% em 2011, um valor baix\u00edssimo em compara\u00e7\u00e3o com os outros pa\u00edses da UE)\n* Tratamento de res\u00edduos s\u00f3lidos (est\u00e1vel em 0,2% do PIB entre 2003 e 2011)\n* Protec\u00e7\u00e3o social, em que Portugal convergiu, a n\u00edvel de percentagem do PIB gasta com a m\u00e9dia da UE, embora n\u00e3o o suficiente. Em 2003, essa percentagem era de 14,2% em compara\u00e7\u00e3o com 18,5% na UE a 27, enquanto que em 2011 ela estagnou nos 18,1%, em compara\u00e7\u00e3o com os 19,6% na UE a 27. Entre os apoios mais afectados encontram-se os que se dirigem aos deficientes e aos doentes, com os quais os quais o estado gasta 1,5% do PIB (s\u00f3 3 pa\u00edses da UE gastam menos), \u00e0 fam\u00edlia e \u00e0 inf\u00e2ncia (s\u00f3 1,4% do PIB \u00e9 gasto neste apoio), e os apoios dirigidos \u00e0 habita\u00e7\u00e3o (0,0%).[[en]]{{citar web|url=http://appsso.eurostat.ec.europa.eu/nui/submitViewTableAction.do|t\u00edtulo=General government expenditure by function (COFOG)|publicado=Eurostat|acessodata=2014-02-02}}\n\nPara o grande crescimento do d\u00e9fice e da d\u00edvida desde 2009, \u00e9 preciso ter em conta:\n* O colapso financeiro do [[Banco Portugu\u00eas de Neg\u00f3cios|BPN]], resultado da gest\u00e3o ruinosa do banco, que n\u00e3o conseguiu recuperar um enorme volume de cr\u00e9ditos t\u00f3xicos. Muitos desses cr\u00e9ditos consistiam em empr\u00e9stimos n\u00e3o garantidos em contrapartida de \"promessas de ganhos indevidos\" aos administradores do banco, tais como aquisi\u00e7\u00e3o de posi\u00e7\u00f5es societ\u00e1rias e activos anteriormente detidos por estes.{{citar web|url=http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=714258&tm=6&layout=122&visual=61|t\u00edtulo=Estado enterra mais 510 milh\u00f5es de euros no buraco do BPN|publicado=RTP|data=3 de Fevereiro de 2014|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}}{{citar web|url=http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca___financas/bpn/detalhe/administradores_do_bpn_escolhiam_parceiros_com_promessa_de_ganhos_indevidos.html|t\u00edtulo=Administradores do BPN escolhiam parceiros com promessa de ganhos indevidos|data=13 de Janeiro de 2014|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}} Em 2 de Novembro de 2008 o BPN foi nacionalizado. Desde ent\u00e3o, de acordo com a Comiss\u00e3o de Inqu\u00e9rito ao BPN, a nacionaliza\u00e7\u00e3o do banco custou 3405 milh\u00f5es de euros ao Estado. Em 2010 o banco teve um impacto de 1803 milh\u00f5es de euros nas contas p\u00fablicas (1,2% do PIB), 1145 milh\u00f5es de euros em 2011 e cerca de 500 milh\u00f5es de euros em 2012.{{citar web|url=http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca___financas/bpn/detalhe/cinco_anos_apos_a_nacionalizacao_do_bpn_os_custos_ainda_estao_por_apurar.html|t\u00edtulo=Cinco anos ap\u00f3s a nacionaliza\u00e7\u00e3o do BPN os custos ainda est\u00e3o por apurar|publicado=Jornal de Neg\u00f3cios|data=31 de Outubro de 2013|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}}{{en}}{{citar web|url=http://appsso.eurostat.ec.europa.eu/nui/submitViewTableAction.do|t\u00edtulo=GDP and main components - volumes|publicado=Eurostat|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}}\n* Outro banco que implicou custos avultados para o Estado foi o [[Banco Privado Portugu\u00eas|BPP]], dissolvido em 15 de abril de 2010 pelo [[Banco de Portugal]]. S\u00f3 em 2010, o BPP 450 milh\u00f5es de euros aos contribuintes, consistindo em garantias accionadas pelo Estado nesse ano.{{citar web|url=http://www.dinheirovivo.pt/Estado/Artigo/CIECO038859.html|t\u00edtulo=AR desconhece quanto custa BPN e BPP e pede ajuda ao Tribunal de Contas|publicado=Dinheiro Vivo|data=20 de Mar\u00e7o de 2012|acessodata=5 de Fevereiro de 2014}}\n* A derrapagem nos custos com as [[Parceria p\u00fablico-privada|Parcerias p\u00fablico-privadas]] (PPPs): entre 2008 e 2010, as contas das PPPs derraparam em 560,2 milh\u00f5es de euros, principalmente nas rendas pagas \u00e0s concess\u00f5es rodovi\u00e1rias, nas quais foram pagos mais 425,5 milh\u00f5es de euros do que o or\u00e7amentado. Em 2011 a derrapagem nas rendas com as concess\u00f5es rodovi\u00e1rias subiram 28% para 197,4 milh\u00f5es de euros acima do or\u00e7amentado e subiram 42,3% para 266,3 milh\u00f5es acima do que havia sido previsto para 2010. O Estado gastou um total de 896,6 milh\u00f5es de euros em rendas \u00e0s concess\u00f5es rodovi\u00e1rias. Tamb\u00e9m as rendas pagas no \u00e2mbito das PPPs no sector da sa\u00fade e ferrovi\u00e1rio derraparam consideravelmente.{{citar web|url=http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=25107|t\u00edtulo=Parcerias p\u00fablico-privadas derrapam 560 milh\u00f5es|publicado=Sol|data=27 de Julho de 2011|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}}\n* [[Swap]]s contratualizados por empresas p\u00fablicas com perdas potenciais superiores a 3000 milh\u00f5es de euros. Em 2013, o governo portugu\u00eas reservou 898 milh\u00f5es de euros no Or\u00e7amento de Estado Rectificativo para suportar os custos da liquida\u00e7\u00e3o desses contratos, de modo que essas empresas possam pagar \u00e0s institui\u00e7\u00f5es financeiras as perdas acumuladas com os mesmos. As empresas benefici\u00e1rias desse apoio s\u00e3o o [[Metropolitano de Lisboa|Metro de Lisboa]] (548 milh\u00f5es de euros), o [[Metro do Porto]] (315 milh\u00f5es de euros), a [[Rede Ferrovi\u00e1ria Nacional|Refer]], da qual a ex-Ministra das Finan\u00e7as, [[Maria Lu\u00eds Albuquerque]] foi administradora durante a assinatura dos respectivos contratos (20 milh\u00f5es de euros) e a [[Estradas de Portugal]] (15 milh\u00f5es de euros).{{citar web|url=http://www.publico.pt/economia/noticia/governo-reserva-900-milhoes-para-liquidar-contratos-swap-1597161|t\u00edtulo=Governo reserva 900 milh\u00f5es para liquidar contratos swap|publicado=P\u00fablico|data=12 de Junho de 2013|acessodata=4 de Fevereiro de 2014}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Hist\u00f3ria econ\u00f3mica de Portugal]]\n* [[Economia da Uni\u00e3o Europeia]]\n* [[Ind\u00fastria aeroespacial em Portugal]]\n\n{{Refer\u00eancias|Notas e refer\u00eancias|col=3}}\n\n== Bibliografia ==\n*{{citar peri\u00f3dico |sobrenome=Barroso |nome=Margarida Martins |ano=2017 |t\u00edtulo=Crisis y trabajo. Un an\u00e1lisis de las pol\u00edticas laborales de emergencia en Portugal, Espa\u00f1a y Grecia |publica\u00e7\u00e3o=Revista Espa\u00f1ola de Investigaciones Sociol\u00f3gicas |volume=158 |p\u00e1ginas=3-22 |issn=0210-5233 |url=http://dx.doi.org/10.5477/cis/reis.158.3 |acessodata=28 de abril de 2017}}\n\n{{Portugal/T\u00f3picos}}\n{{Economia da Europa}}\n{{OMC}}\n\n[[Categoria:Economia de Portugal| ]]\n[[Categoria:Economia dos membros da OCDE|Portugal]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Ambox current red.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Ambox rewrite.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Decrease2.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag-map of Portugal.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Algeria.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Angola.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Belgium (civil).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Chile.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of France.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Germany.svg"}]},"2416752":{"pageid":2416752,"ns":0,"title":"Ashton Gifford House","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Coor title d|51.16014|N|-2.05715|E|type:landmark}}\n[[Ficheiro:Ashton Gifford 056.jpg|thumb|350px|Fachada norte de '''Ashton Gifford House''' vista a partir do canto noroeste da propriedade.]]\n\n'''Ashton Gifford House''' \u00e9 um [[pal\u00e1cio|pal\u00e1cio rural]] [[Inglaterra|ingl\u00eas]] localizado no [[Hamlet (lugar)|hamlet]] de Ashton Gifford, [[Codford]], no Condado de [[Wiltshire]]. \u00c9 um ''[[listed building]]'' classificado com o Grau II. O pal\u00e1cio foi constru\u00eddo durante o in\u00edcio do [[s\u00e9culo XIX]], seguindo os preceitos da arquitectura Georgiana tradicional. A propriedade acabou por substituir o hamlet, ou ''tything'', de Ashton Gifford. O edif\u00edcio situa-se no [[Vale do Wylye]], uma \"[[\u00c1rea de Destacada Beleza Natural]]\".\n\nA vers\u00e3o de [[1773]] do mapa do Wiltshire por Andrews e Durys refere-se ao hamlet de Ashton Gifford como \"Isherton\".[http://www.wiltshire.gov.uk/gallery/map/codford_map.73.001.jpg Conselho do Condado de Wiltshire - Mapa de Codford] O mapa mostra \u00e0 volta de onze casas formando o hamlet, ou ''tything'', de Ashton Gifford.''\"Codford: Wool and War in Wiltshire\"'', John Chandler, Phillimore 2007.\n\n== Ashton Gifford no ''Domesday Book'' ==\nAshton Gifford est\u00e1 incluido no ''[[Domesday Book]]'' ([[1086]]), listado como pertencente a Humphrey de l'Isle.[http://www.nationalarchives.gov.uk ''\"The Domesday Book\"''] A terra era detida por Robert, tendo-o sido anteriormente, durante o reinado do [[Eduardo, o Confessor]], por Cynewig. Ashton Gifford era uma propriedade relativamente pr\u00f3spera, avaliada em seis libras (valia quatro em [[1066]]). A propriedade consistia em {{formatnum:49000}} m\u00b2 (12 acres) de prados e pastagens, com ''\"6 est\u00e1dios de comprimento e muito larga\".\n\nO local do assentamento [[Anglo-Sax\u00f5es|anglo-sax\u00e3o]] pode ser visto no campo para sul da actual Ashton Gifford House, onde diferentes retalhos de cor na terra indicam a presen\u00e7a de casas anglo-sax\u00e3s.\n\n== O cercamento de Ashton Gifford ==\nUm Acto de Cercamento (''Enclosure'') foi passado para o ''\"Tything de Ashton Gifford, na Par\u00f3quia de Codford Saint Peter\"'', no dia [[27 de Maio]] de [[1814]].''\"An act for inclosing Lands in the Tything of ''Ashton Gifford'', in the Parish of ''Codford Saint Peter'', in the county of ''Wilts''''. Esta permiss\u00e3o para cercar as terras no hamlet, nomeando o escudeiro William Hubbard, o escudeiro William Hinton e a solteirona Sarah Bingham como os propriet\u00e1rios sob o Senhor do Solar de Codford St Peter (escudeiro Harry Biggs). Tr\u00eas \"cavalheiros\" foram nomeados comiss\u00e1rios para o cercamento: John Hayward, de Rowde, John Rogers, de Burcombe, e Ambrose Patient, de Corton. Os comiss\u00e1rios foram instru\u00eddos para se reunirem numa ''\"certa casa chamada ''George Inn'', em Codford Saint Peter acima mencionado\"''. A ''George Inn'' ainda existe, como o '''George Hotel''', na ''Codford High Street'', apesar de ter sido reconstru\u00edda no final do [[s\u00e9culo XIX]].\n\n== A constru\u00e7\u00e3o de Ashton Gifford House ==\nA casa principal parece ter sido constru\u00edda em duas fases. A parte central (de tr\u00eas andares) tem paredes grossas que devem ter servido como paredes exteriores, as quais fazem, agora, a liga\u00e7\u00e3o entre a por\u00e7\u00e3o central e as alas este e oeste do edif\u00edcio. Sup\u00f5e-se que esta parte do edif\u00edcio foi constru\u00edda por volta de [[1806]] por Benjamin Rebbeck, o qual tinha comprado a propriedade (incluindo cerca de {{formatnum:380000}} m\u00b2 - 93 acres - de terras), retirada da herdade do Conde de Shrewsbury.O Senhorio do Solar de Ashton Gifford foi detido pelos Condes de Shrewsbury at\u00e9 esta venda ocorrida em 1806, a qual marcou a dissipa\u00e7\u00e3o do senhorio[http://www.englandspastforeveryone.org.uk ''\"Codford\"'' p. 41, ''\"Ashton Gifford House and Park\"''] Rebbeck perdeu a casa para o titular da hipoteca, em [[1815]], como resultado da sua espiral de d\u00edvidas (que o levou ao aprisionamento em [[1818]]). As duas alas de [[silhar]] foram acrescentadas pelo detentor da hipoteca, William Hubbard (mencionado no cercamento de Ashton Gifford).''\"Codford: Wool and War in Wiltshire\"'', John Chandler, Phillimore 2007\" William Hubbard parece ter residido no edif\u00edcio, no m\u00e1ximo, at\u00e9 Maio de [[1817]].''Auction Catalogue of D&E Lake Limited'', citando William Hubbard de Ashton House como proveni\u00eancia de um lote, datado de 17 de Maio de 1817. Hubbard tamb\u00e9m aumentou o tamanho da propriedade, para cerca de 1,24 km\u00b2 (307 acres).[http://www.englandspastforeveryone.org.uk ''\"Codford\"'' p. 41, ''\"Ashton Gifford House and Park\"''.]\n\nO jardim murado, que parece ter sido constru\u00eddo por essa \u00e9poca e que ainda \u00e9 uma parte da propriedade, sirua-se a oeste da actual casa. Este tem sido descrito como o maior da regi\u00e3o (com 1,3 acres).''West Wiltshire District Council heritage'' Manteve-se activo como jardim de vegetais at\u00e9 \u00e0 [[d\u00e9cada de 1980]], quando o edif\u00edcio acolheu uma escola.''Skyviews aerial photographs''.\n\nEm meados do [[s\u00e9culo XIX]] foi acrescentada uma ala para a criadagem, estendendo-se a oeste da casa principal e providenciando cozinhas, gabinetes dom\u00e9sticos e alojamentos dos criados. Esta ala foi danificada pelo fogo na [[d\u00e9cada de 1950]] e demolida no in\u00edcio da [[d\u00e9cada de 1970]]. A parte mais ocidental da ala ainda existe e, actualmente, \u00e9 usada como garagem.\n\n== Arquitectura de Ashton Gifford House ==\n[[Ficheiro:AshtonGiffordfront.jpg|280px|left|thumb|Fachada norte de '''Ashton Gifford House''', mostrando o bloco central original de tr\u00eas andares e as duas alas, este e oeste, de silhar.]]\n\nO ''[[English Heritage]]'', na sua sec\u00e7\u00e3o \"Imagens da Inglaterra\", descreve a propriedade como tendo uma fachada em [[silhar]] de pedra calc\u00e1ria com paredes laterais de tijolo. O edif\u00edcio tem tr\u00eas pisos, com um bloco central de tr\u00eas janelas projectado para a frente e duas sec\u00e7\u00f5es laterais de dois andares mas com a mesma altura. A entrada principal \u00e9 um ''distyle'' em [[p\u00f3rtico]] formado por duas [[coluna]]s com capitel toscano ao centro, com portas meio envidra\u00e7adas inseridas, flanqueadas por caixilhos tripartidos, uma porta principal interior com seis pain\u00e9is planos com ''\"fanlight\"'' (topo arredondado, com vidros) e marginados por caixilhos arqueados com barras vidradas entrela\u00e7adas. O piso t\u00e9rreo do bloco central possui alvenaria [[R\u00fastico (arquitetura)|rusticada]]. O primeiro andar tem tr\u00eas faixas com um total de nove pain\u00e9is e o segundo andar apresenta uma [[platibanda]] e tr\u00eas faixas com seis pain\u00e9is. As sec\u00e7\u00f5es laterais, de dois andares, t\u00eam quatro faixas, com oito pain\u00e9is, marginadas e uma platibanda. Ao n\u00edvel do telhado, existe uma [[cornija]] moldada com pedra lisa e decora\u00e7\u00f5es de ananases do [[s\u00e9culo XX]].\n\nNa parte de tr\u00e1s do edif\u00edcio existem duas sec\u00e7\u00f5es centrais salientes, cujas janelas t\u00eam faixas com 12 pain\u00e9is no piso t\u00e9rreo, 9 no primeiro andar e 6 no segundo, enquanto as sec\u00e7\u00f5es laterais t\u00eam faixas com 8 pain\u00e9is marginados no r\u00e9s-do-ch\u00e3o e primeiro andar. Entre os elementos interiores que s\u00e3o real\u00e7ados pelo ''[[English Heritage]]'' inclui o hall de entrada, com uma escadaria de v\u00e3o oval aberto (a qual conta com um corrim\u00e3o e [[bala\u00fastre]]s em [[ferro forjado]]. Tamb\u00e9m \u00e9 notada a presen\u00e7a de portas da \u00e9poca, com desenho de seis pain\u00e9is, em encaixes apainelados e [[arquitrave]]s moldadas, assim como a presen\u00e7a de persianas igualmente de \u00e9poca. No piso t\u00e9rreo, a sala de estar tem uma margem de tecto enrolada de estuque e uma lareira, a qual \u00e9 assinalada com uma men\u00e7\u00e3o especial.\n\n== Hist\u00f3ria ==\n=== Ashton Gifford durante o s\u00e9culo XIX ===\n[[Ficheiro:South Facade Ashton Gifford House.jpg|thumb|left|280px|Fachada sul de '''Ashton Gifford House''', mostrando a por\u00e7\u00e3o central, com tr\u00eas pisos, e as alas este e oeste, com dois.]]\n\nWilliam Hubbard, tendo completado Ashton Gifford House algures entre 1815 e [[1824]], ocupou o edif\u00edcio em 1817D&L Lanes ''op cit''''\"Salisbury and Winchester Journal\"'', 22 de Junho de 1818, enumerando apoiantes de Mr. Benett que se candidatava ao Parlamento e permaneceu na resid\u00eancia at\u00e9 \u00e0 sua morte, em 1831.''\"Codford: Wool and War in Wiltshire\"'', John Chandler, Phillimore 2007. No entanto, William faleceu em Crockerton, na vizinha par\u00f3quia de Sutton Veny - provavelmente em Crockerton House, antiga resid\u00eancia do seu amigo Gregory Seale.William Hubbard foi listado como vivendo em Ashton Gifford nos procedimentos, de [[1821]], da ''\"Dorset Natural history and Archaeological Society\"''. Um tal de Henry Hubbard est\u00e1 registado como tendo obtido uma licen\u00e7a de jogo em Ashton Gifford, em 1817 e em [[1825]].''\"Salisbury and Winchester Journal\"'', Segunda-feira, 27 de Outubro de 1817, Lista (1) Certificados Gerais a \u00a33 13 6d cada, e Segunda-feira, 19 de Setembro de 1825, Lista (1) Certificados Gerais a \u00a33 13 6d cada William Hubbard casou tr\u00eas vezes: primeiro, com Margaret Wilkinson, em [[S\u00e3o Petersburgo]], com quem teve tr\u00eas filhos: Henry, Jane e William; em segundo lugar, com Grace Powditch, em [[Londres]], de quem teve outros tr\u00eas filhos: Grace, Susannah e Elizabeth; por fim, com Jane Turner Ingram, com quem viveu em Ashton Gifford (n\u00e3o houve filhos deste casamento). O irm\u00e3o de William era John Hubbard, de Forest House, [[Leyton]]).Priscilla Alexander, tetraneta de William Hubbard, e testamento de William Hubbard''\"Visitation of England and Wales\"'', ''College of Arms''. Por volta de 1817, ainda se erguiam cerca de dez casas da velha aldeia, mas estas foram removidas pelas intemp\u00e9ries em [[1839]]. O \u00fanico edif\u00edcio original da aldeia a ser retido foi uma cabana do [[s\u00e9culo XVII]], a qual se tornou na casa de abrigo (ou esta\u00e7\u00e3o) ocidental, agora conhecida como ''Ashton Cottage''[http://www.englandspastforeveryone.org ''\"Codford\"'' p. 25, \"Ashton Gifford\"].\n\nDepois do falecimento de Hubbard, em 1831, os curadores da sua herdade venderam a propriedade a James Raxworthy, em 1834. O edif\u00edcio foi, ent\u00e3o, vendido a Wadham Locke em 1836, o qual, aquando dos censos de 1841, vivia em Ashton Gifford House com a sua esposa, Caroline, e a sua filha, Charlotte.Censos de 1841 no Reino Unido Nesta \u00e9poca, a propriedade acumulava a soma de 364 acres. Em 1844, Locke casou uma segunda vez (Caroline havia falecido em 1842).Hist\u00f3ria Geneal\u00f3gica e Hist\u00f3rica Burkes da pequena nobreza com terra A sua nova esposa, Albinia, era filha do propriet\u00e1rio rural John Dalton (de Keningford Hall, [[Yorkshire]], e do castelo da aldeia de Fillingham, [[Lincolnshire]]).''\"The Gentleman's Magazine\"'', 1844. Albinia era a quarta filha de John Dalton. O casamento teve lugar em Ripon. Locke era, anteriormente, um oficial nos primeiros ''Dragoon Guards'' e,em 1847, passou a ser Alto Xerife de Wiltshire (''High Sheriff of Wiltshire'' \"The Jurist\" 1847 - era, por vezes descrito como sendo de \"Ashton Giffard\", a designa\u00e7\u00e3o alternativa do local). Wadham Locke era um ca\u00e7ador, tendo comprado um \"afamado\" conjunto de c\u00e3es ca\u00e7adores de raposas (''foxhounds''), conhecidos como os \"Headington Harriers\" por \"duas temporadas\", a um tal Sr. Jem Morrell, antes de vend\u00ea-los a [[John Hobhouse, 1\u00ba Bar\u00e3o Broughton|Sir John Cam Hobhouse]] (mais tarde Lorde Broughton).''\"Drafts on my memory: Celebrities I have known\"'', William Pitt Lennox Um relato da corrida de lebres na propriedade de Ashton Gifford \u00e9 dado na ''\"Sporting Review\"'' de 1840.''\"The Sporting Review\"'', editada por Craven, 1840. O pai de Locke, tamb\u00e9m Wadham Locke (de Rowde Ford House),''\"Book of the Lockes: A Genealogicaland Historical Record of the Descendents of William Locke of Woburn\"'', John Goodwin Locke, 1853. tinha sido Alto Xerife, em 1804, e Membro do Parlamento por [[Devizes]], em [[1832]].''\"A Genealogical and Heraldic Dictionary of the Landed Gentry of Great Britain\"'', Sir Bernard Burke. Wadham Locke I foi o s\u00f3cio senior na companhia banc\u00e1ria de Locke, a ''Hughes and Co of Devizes''.''\"Twiggs corrected list of the country bankers of England and Wales\"'', 1830. A irm\u00e3 mais nova de Wadham Locke II (filha mais nova de Wadham Locke I) tornou-se [[Frances Isabella Duberly]], a qual alcan\u00e7ou notoriedade pela sua presen\u00e7a com o ex\u00e9rcito na linha de frente da [[Guerra da Crimeia]]. Depois do falecimento da sua m\u00e3e, em [[1838]], havia vivido com o irm\u00e3o em Ashton Gifford, at\u00e9 ao seu casamento, em [[1845]].''\"Mrs Duberly's War\"'', editado por Christine Kelly.\n\nEm meados do [[s\u00e9culo XIX]], foram empreendidas algumas modifica\u00e7\u00f5es significativas na propriedade. Os propriet\u00e1rios acrescentaram uma ala de servi\u00e7o no lado oeste do edif\u00edcio, correndo a partir da estrutura georgiana original em direc\u00e7\u00e3o ao jardim murado. Esta ala continha as cozinhas para a casa (duas), duas leitarias, copas e salas de arrumos, al\u00e9m dos alojamentos da criadagem.Folheto de leil\u00e3o, Ashton Gifford House, Constable e Maude (de Londres), para um [[leil\u00e3o|leil\u00e3o p\u00fablico]] realizado em 20 de Novembro de 1929. A linha de caminho de ferro entre [[Salisbury]] e [[Warminster]], correndo a sul do edif\u00edcio, foi construida a partir de [[1854]]. Esta incluia a esta\u00e7\u00e3o junto ao ''West Lodge'' (tamb\u00e9m conhecido como ''Thatched Lodge'' ou ''Station Lodge''), providenciando liga\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas para a propriedade de Ashton Gifford.[http://www.englandspastforeveryone.org.uk \"Codford\" p. 8, ''\"The Railway and Station\"'']\n\nA fam\u00edlia Ravenhill ocupou Ashton Gifford House (por vezes conhecida como Ashton House nesta \u00e9poca) entre [[1850]] e a [[d\u00e9cada de 1870]].Censos no Reino Unido de 1841, 1851, 1861, 1871 e 1881 John Ravenhill era um banqueiro, o presidente da ''North Wiltshire Banking Company''.Censo de 1871 Enquanto magistrado de [[Warminster]], tinha lido a ''[[Riot Act]]'' em [[Hindon, Wiltshire|Hindon]] durante os motins de [[1830]] (isto aconteceu antes de tomar posse de Ashton Gifford).Hist\u00f3ria de Warminster de Daniell, 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 1879. Serviu como primeiro presidente Presidente da ''Warminster Board of Guardians''''\"The Unitarian and Foreign Religious Miscellany\"'', vol. 1, relat\u00f3rios de 1847 sobre uma reuni\u00e3o a que havia presidido e foi comissionado como lugar-tenente na 10\u00aa companhia, ''Wiltshire Volunteer Rifle Corps'', em Maio de [[1860]].Boletins e outras intelig\u00eancias de Estado para o ano de 1860. Tamb\u00e9m foi membro da Sociedade Arqueol\u00f3gica e Natural de Wiltshire.''\"The Wiltshire Archaeological and Natural History Magazine\"'', lista de membros, 1862. John Ravenhill foi ''Deputy Lieutenant'' de Wiltshire e, em [[1870]], Alto Xerife de Wiltshire. O seu filho mais velho, John Richard Ravenhill (1824-[[1894]]), era engenheiro na firma ''Miller, Ravenhill and Co'' (Richard Ravenhill, irm\u00e3o de John Ravenhill de Ashton Gifford, foi um s\u00f3cio fundador). O terceiro filho era o Reverendo C\u00f3nego Everett Ravenhill.''\"Visitations of England and Wales\"'', 1909.Em 1866 era vig\u00e1rio de Buckland Newton-cum-Plush, em Dorset, e casou com Emma Harriet Everett, filha de Joseph Everett de Greenhill House Wiltshire. Citado em ''The Gentelman's Magazine'', Maio de 1866, p. 740. O quinto filho, William Waldon Ravenhill, era advogado (chamado \u00e0 barra em Abril de [[1862]])''\"Men at the Bar: A biographical hand list of the members of the various inns\"'', 1885. William Waldon Ravenhill casou com Anna Louise Everett, de Greenhill House, Sutton Veny. A fam\u00edlia esteve activamente envolvida na ''Codford St Peter School'',[http://www.wiltshire.gov.uk/community/getschool.php?id=1040 Hist\u00f3ria da County Council Community de Wiltshire] com John Ravenhill providenciando a maior parte do financiamento.''\"County Topographies: Wiltshire\"'', ed. E R Kelly, 1875. John Ravenhill faleceu em [[1878]], tendo-se mudado da casa para Londres, aparentemente, algum tempo antes da sua morte.''\"Wiltshire Archaeological and Natural History Society, Proceedings 1878\"''.\n\nEm [[1881]], a casa foi ocupada por George Clement, um treinador de corridas de cavalos,Censo do Reino Unido de 1881. juntamente com a sua fam\u00edlia. Clement tinha alcan\u00e7ado o \u00eaxito not\u00e1vel do \"outono duplo\" em [[1876]], quando o seu cavalo \"Rosebery\" venceu o ''Cambridgeshire Handicap'' e o ''Cesarewitch Handicap'' (a primeira de tr\u00eas \u00fanicas ocasi\u00f5es em que isso aconteceu).[http://www.horseracinghistory.co.uk] e [http://www.first4winners.co.uk] No entanto, Clement parece ter sido um rendeiro de John Richard Ravenhill, o engenheiro e filho mais velho de John Ravenhill.\n\nEm [[1882]], a casa foi vendida por John Richard Ravenhill a Thomas Harding, um lavrador, que ocupou o edif\u00edcio at\u00e9 \u00e0 sua morte, em [[1916]]''\"The Estates Gazette Digest of land and property cases\"''Censos de Reino Unido de 1891 e 1901.''\"Journal of the Bath and West and Southern Counties Society\"'', 1913.[http://www.englandspastforeveryone.org.uk ''\"Codford\" p. 42] O estabeleciemnto foi algo reduzido sob Harding. Enquanto os Ravenhill tinham governado a casa com seis criados internos (al\u00e9m do pessoal de jardinagem, estrebaria e lavoura), Harding tinha apenas tr\u00eas criados na casa.\n\n=== A venda de 1920 ===\nA \"Propriedade de Ashton Gifford\" foi posta \u00e0 venda por leil\u00e3o em [[1920]], por \"ordem do Capit\u00e3o H. N. Fane\".A fam\u00edlia Fane possuia o Boyton Manor na aldeia vizinha Boyton, n\u00e3o muito longe para sul da ''station lodge'' da ''Ashton Gifford Estate''. O Boyton Manor foi vendido ao 9\u00ba Duque de Newcastle na d\u00e9cada de 1950 ''Rawlence e Squarey'' foram os leiloeiros, tendo o leil\u00e3o ocorrido no White Hart Hotel, [[Salisbury]], no dia 1 de Junho.Suplemento da revista Country Life, 17 de Abril de 1920. Fane tinha comprado a propriedade aquando da morte de Harding, em 1916.[http://www.englandspastforeveryone.org.uk ''\"Codford\"'' p. 42] A casa foi descrita na \u00e9poca como tendo dezasseis quartos e quartos de vestir, al\u00e9m dos \"gabinetes usuais\" . A sala de jantar (actual cozinha) e sala de estar n\u00e3o tinham as portas francesas para o terra\u00e7o sul que apresentam actualmente.Visiveis na fotografia que acompanhava o classificado da Country Life, ibid. A propriedade incluia uma casa de bailio, dois pavilh\u00f5es e cabanas adicionais, e foi descrita como \"uma atraente resid\u00eancia de cavalheiro\".\n\nA propriedade, de {{formatnum:240000}} m\u00b2 (60 acres), incluia a \"casa de lavoura\", a qual foi descrita como \"erva e prados, repousando num anel de veda\u00e7\u00e3o\". A proximidade da esta\u00e7\u00e3o de Codford (na linha da [[Great Western Railway]]), o posto e o gabinete de tel\u00e9grafo s\u00e3o destacados no classificado para venda.\n\nPelos menos, a partir de [[1926]], a casa foi ocupada pela Sr.\u00aa Broughton Hawley.[http://www.ancestry.co.uk Listas telef\u00f3nicas de 1926, 1927 e 1928].\n\n=== A d\u00e9cada de 1930 e Lorde Headley ===\nEm [[1929]], a casa e as terras foram novamente leiloadas, desta vez pela ''Constable and Maude'' de Londres.Folheto de leil\u00e3o, Ashton Gifford House, ''Constable and Maude'' (de Londres), por um leil\u00e3o p\u00fablico realizado a 20 de Novembro de 1929. Os agentes tentaram vender a propriedade antecipadamente, oferecendo a casa e terra por \u00a34500 antes de ir para [[leil\u00e3o]] \"numa reserva baixa\".Revista Country Life, 19 de Outubro de 1929, p. xxi; 26 de Outubro de 1929, p. xxi; 9 de Novembro de 1929, p. xxi; 16 de Novembro de 1929, p. xxi. A propriedade foi descrita como \"uma Propriedade Residencial e de Desporto\" e, na \u00e9poca, compreendia 240.000 m\u00b2 (60 acres) de terra de parque. Tinha um lago ornamental, bosque, parque e pastos, al\u00e9m duma variedade de edif\u00edcios de apoio. O lote a leil\u00e3o incluia [[est\u00e1bulo]]s e garagens, (em duas antigas cocheiras, as quais foram anunciadas como podendo acomodar mais de seis carros). Tamb\u00e9m existiam dois pavilh\u00f5es: um pavilh\u00e3o na entrada principal, a nordeste da propriedade (na ''Codford High Street'') e o ''\"Station Lodge\"'', com um telhado de palha no fim do acesso sudoeste (agora desactivado) da esta\u00e7\u00e3o de Codford. A esta\u00e7\u00e3o era, de facto, parte do hamlet de Ashton Gifford, algo para sul de Codford.\n\nA propriedade foi anunciada como possuindo um largo n\u00famero de edif\u00edcios rurais e uma casa de lavoura de bailio. A acomoda\u00e7\u00e3o do bailio era substancial, com tr\u00eas salas de recep\u00e7\u00e3o al\u00e9m da cozinha.\n\nA pr\u00f3pria Ashton Gifford House foi descrita como tendo doze quartos e quartos de vestir - apesar de ter apenas uma casa de banho a servir a casa principal (no primeiro andar) com um \"WC de Cavalheiros\" no piso t\u00e9rreo. Existiam instala\u00e7\u00f5es (exteriores) separadas para os criados. No r\u00e9s-do-ch\u00e3o do edif\u00edcio, juntamente com o \"WC para Cavalheiros\", existia um hall de entrada, sala de jantar, biblioteca e duas salas de estar. Nesta \u00e9poca, o edif\u00edcio tinha porta da frente externa posicionada na mais oriental das tr\u00eas sec\u00e7\u00f5es do p\u00f3rtico de entrada. A entrada foi, posteriormente, reposicionada na sec\u00e7\u00e3o central, restaurtando a apar\u00eancia sim\u00e9trica da fachada do edif\u00edcio. A por\u00e7\u00e3o georgiana da casa tinha, neste tempo, chamin\u00e9s adicionais - duas na parede leste exterior e outras duas na parede ocidental exterior, servindo os andares superiores do edif\u00edcio. Estas quatro chamin\u00e9s fopram removidas mais tarde, mantendo-se, apenas, as quatro chamin\u00e9s centrais. Nesta fase, a decora\u00e7\u00e3o de ananazes do telhado ainda estava para ser acrescentada e o pr\u00f3prio telhado estava todo elevado(actualmente, apenas a parte central do telhado est\u00e1 elevada, com as alas este e oeste possuindo telhados planos).\n\nEm [[1930]] e [[1931]], H. T. Guest foi listado como residente em Ashton Gifford House[http://www.ancestry.co.uk Listas telef\u00f3nicas] A casa foi ocupada, pelo menos, desde 1931, e at\u00e9 \u00e0 sua morte, pelo par irland\u00eas Lorde Headley - [[Rowland Allanson-Winn, 5\u00ba Bar\u00e3o Headley]].''\"Who's Who\"'', 1931. Lorde Headley \u00e9, por vezes, referido como o primeiro par mu\u00e7ulmano da Gr\u00e3-Bretanha (uma classifica\u00e7\u00e3o impr\u00f3pria, pois era, na verdade, o segundo). Foi Presidente da Sociedade Mu\u00e7ulmana Brit\u00e2nica, tendo falecido em [[1935]].[http://wokingmuslim.org/pers/headley/ Papel de Lorde Headley como Mu\u00e7ulmano] A vi\u00fava de Lorde Headley (a sua terceira esposa), Lady Catharine Headley, continuou a viver em Ashton Gifford House at\u00e9 [[1940]].''\"Lady's Who's Who\"'' 1938. Tamb\u00e9m viveu no 98 Portland Place, Londres W1.''\"Dod's Peerage\"'' 1942.\n\n=== Ashton Gifford House como escola ===\nEm 1940, a ''Greenways Preparatory School'' foi evacuada de [[Bognor Regis]], [[Sussex]], para Ashton Gifford House, tendo o edif\u00edcio sido transformado numa escola.Hist\u00f3ria da County Council de Wiltshire. O poeta [[Adrian Mitchell]] frequentou a escola (que era administrada por Vivien Hancock, uma amiga da sua m\u00e3e) durante a [[d\u00e9cada de 1940]].''\"Passed/Failed: An education in the life of Adrian Mitchell, Shadow Poet Laureate\"'', ''The Independent'', 26 de Julho de 2007. O filho do poeta [[Siegfried Sassoon]], [[George Sassoon]], tamb\u00e9m estudou na ''Greenways'' em meados da d\u00e9cada de 1940. A escola estava a uma conveniente curta dist\u00e2ncia de [[Heytesbury]], onde Sassoon vivia. Siegried Sassoon era um amigo chegado de Vivien Hancock (dando-lhe um cavalo de presente quando o dela morreu). Em 1945, a esposa de Sassoon, Hester, acusou Sassoon e Hancock de serem \"demasiado chegados\" e Vivien Hancock amea\u00e7ou-a de lhe mover uma ac\u00e7\u00e3o legal. O pr\u00f3prio filho de Vivien, Anthony, foi morto em [[1945]], aos 21 anos de idade, na [[Frente Ocidental]] em Fran\u00e7a. Quando Vivien Hancock precisou de dinheiro para comprar a escola definitivamente, foi Sassoon que lhe emprestou as \u00a38000 de que ela necessitava (e que, ent\u00e3o, renunciou \u00e0 baixa taxa de juro quando Vivien Hancock teve dificuldade em reunir a quantia).''\"Siegfried Sassoon: The Journey from the Trenches\"'', J M Wilson O pol\u00edtico e autor [[Ferdinand Mount]] foi aluno na ''Greenways'' por um curto per\u00edodo, na d\u00e9cada de 1950.''\"Cold Cream: My early Life and Other Mistakes\"'', Ferdinand Mount, publicado por Bloomsbury, 2008.\n\nPor volta de 1942, o artista brit\u00e2nico [[Keith Vaughan]] foi estacionado com os ''[[Royal Pioneer Corps]]'' em Codford, tendo pintado ''\"The Wall at Ashton Gifford\"'' (\"A parede em Ashton Gifford\" - agora na posse da Galeria de Arte de Manchester).[http://www.manchestergalleries.org/the-collections/search-the-collection/display.php?EMUSESSID=c1dc50701789f7b3567c876d17efb1a1&irn=11976 Galerias da Cidade de Manchester - Pesquisa da colec\u00e7\u00e3o] O jardim murado de Ashton Gifford foi pintado em ''\"The Garden at Ashton Gifford\"'' (\"O Jardim em Ashton Gifford - [[1944]]) e \"Tree felling at Ashton Gifford\" (\"Abate de \u00c1rvore em Ashton Gifford - 1942-[[1943]]). Vaughan descreveu o jardim como um \"oceano surgindo dum emaranhado de urtigas\", com \"erva alta\", a parede coberta numa \"selva de ervas daninhas e hera\".[http://www.osbornesamuel.com Osborne Samuel] e ''Journal'' 62-63, 7 de Dezembro de 1975. ''\"The Working Party\"'' de Keith Vaughan, desenhado em [[1942]], tamb\u00e9m foi provisoriamente fixado em Ashton Gifford Cat\u00e1logo Bonhams ''\"20th Century British Art\"'', venda realizada a 8 de Novembro de 2008, lote 105.\n\nNo final da d\u00e9cada de 1940, deu-se um inc\u00eandio em Ashton Gifford House, o qual destruiu parcialmente a ala de servi\u00e7o da [[era vitoriana]].Planeando reconstruir a ala de servi\u00e7o, ''Wiltshire County Council'', 1949. Vivien Hancock responsabilizou por isso uma \"falha el\u00e9ctrica\", apesar disso ter sido contestado.Ferdinand Mount, ibid O edif\u00edcio continuou a pertencer \u00e0 ''Greenaways School'' at\u00e9 ao final da [[d\u00e9cada de 1960]], quando a escola fechou.\n\nEm [[1969]], a permiss\u00e3o de planeamento foi concedida aos ''Harrods Estate Offices'', com o objectivo de converter a casa em tr\u00eas apartementos separados, o que parece n\u00e3o ter sido executado. Em Agosto do mesmo ano, a propriedade foi adquirida pelo Sr. R. S. Ferrand, que renovou a casa como resid\u00eancia duma \u00fanica fam\u00edlia.''Wiltshire County Council'' aplica\u00e7\u00f5es de planeamento A/5773 e A/6119/BR. O trabalho foi concluido em [[1972]].Pedra comemorativa no terra\u00e7o sul de Ashton Gifford House. No final da d\u00e9cada de 1970, a casa foi ocupada por S Cardale.[http://www.ancestry.co.uk Listas telef\u00f3nicas de 1976, 1977, 1978, 1979 e 1980] No entanto, em [[1982]], a Ashton Gifford House tornou-se numa escola para rapazes com problemas comportamentais (comercializada como ''Ashton Gifford School'' no final da d\u00e9cada de 1980). Esta acabou por fechar em [[1989]] e a posse foi transferida para uma institui\u00e7\u00e3o de caridade.\n\n=== Revers\u00e3o para resid\u00eancia privada ===\nEm 1992, Ashton Gifford House foi vendida, sendo concedida permiss\u00e3o de planeamento paar convert\u00ea-la de novo numa resid\u00eancia privada. A variante de Codford (a estrada A36) foi construida atrav\u00e9s do extremo norte da propriedade em meados da [[d\u00e9cada de 1990]], encurtando o acesso. ([[George Sassoon]] lutou sem sucesso contra um avan\u00e7o semelhante na propriedade do seu pai em [[Heytesbury]]). Isto exigiu que uma parte da terra agr\u00edcloa e dos bosques fosse vendida ao Departamento de Transporte. O acesso leste a Ashton Gifford House emerge, agora, na ''Sherrington Lane'', enquanto o acesso oeste continua a sua liga\u00e7\u00e3o original com a ''Ashton Gifford Lane'' (antes da quebra da propriedade, a ''Ashton Gifford Lane'' cobria o comprimento total do acesso ocidental, terminando na ''Thatched Lodge'', ou ''Station Lodge'', na ''Station Road''). Em [[1992]], todos os edif\u00edcios de lavoura e pavilh\u00f5es tinham sido vendidos como resid\u00eancias privadas, sendo a terra associada \u00e0 casa reduzida para 42,000 m\u00b2 (10,5 acres).\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Resid\u00eancias da Inglaterra]]\n[[Categoria:Pal\u00e1cios da Inglaterra]]"}]},"90042":{"pageid":90042,"ns":0,"title":"Cavareno","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da It\u00e1lia|\n|regiao = Trentino-Alto \u00c1dige \n|provincia = Trento \n|nome = Cavareno\n|bandeira = \n|brasao = \n|imagem = \n|lat_deg =46 |lat_min = 25 |lat_sec = |latNS = N\n|lon_deg =11 |lon_min = 8 |lon_sec = |longEW = E\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = \n|area = 9,00\n|populacao = 909\n|densidade = 101,00\n|adjacentes = [[Sarnonico]], [[Caldaro sulla Strada del Vino]] (BZ), [[Ruffr\u00e8]], [[Amblar]], [[Romeno (It\u00e1lia)|Romeno]]\n|cap = 38011\n|pref_tel = 0463\n|istat = 022051\n|fical = C380\n|habitantes = cavarenesi\n|nomepatrono = \n|datapatrono = \n|site = \n}}\n'''Cavareno''' \u00e9 uma [[comuna italiana]] da [[regi\u00e3o do Trentino-Alto \u00c1dige]], [[prov\u00edncia aut\u00f3noma de Trento|prov\u00edncia de Trento]], com cerca de 909 habitantes. 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Acessado em [[11 de Junho]] de [[2007]].\n\n{{Portal3|Estados Unidos|Sociedade|Pol\u00edtica}}\n\n{{Esbo\u00e7o-pol\u00edtico}}\n\n{{NM|1806|1881|Morgan, Edwin Barber}}\n[[Categoria:Pol\u00edticos dos Estados Unidos]]"}]},"5156605":{"pageid":5156605,"ns":0,"title":"Liu Shanshan","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Futebolista\n|nome = Liu Shanshan\n|imagem = Liu Shanshan (cropped).jpg\n|imagem_tamanho = 200px\n|nomecompleto = Liu Shanshan\n|cidadenatal =\n|paisnatal = [[China]]\n|datadenascimento= {{dni|16|3|1992|si}}\n|datadefalecimento = \n|altura = \n|actualclube = \n|posi\u00e7\u00e3o = Defensora\n|clubenumero = \n|jovemanos = \n|jovemclubes = \t\n|ano = \n|clubes = {{CHNb}} Hebei\n|jogos(golos) = \n|anoselecao = 2012-\n|selecaonacional = {{CHNwf}} \n|partidasselecao = 51 (0)\n| medalhas =\n}}\n'''Liu Shanshan''' ([[16 de mar\u00e7o]] de [[1992]]) \u00e9 uma [[futebolista]] profissional chinesa que atua como defensora.\n\n== Carreira ==\nLiu Shanshan fez parte do elenco da [[Sele\u00e7\u00e3o Chinesa de Futebol Feminino]], nas [[Olimp\u00edadas de 2016]]. {{citar web|URL=http://www.womenssoccerunited.com/china-squad-2016-olympics/|t\u00edtulo=Elenco China Rio 2016|autor=|data=|publicado=|acessodata=29 de julho de 2016}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[http://www.fifa.com/womensworldcup/players/player=386989/index.html Perfil em Fifa.com] {{en}}\n\n{{Sele\u00e7\u00e3o Chinesa de Futebol Feminino de 2015}}\n{{Sele\u00e7\u00e3o Chinesa de Futebol Feminino de 2016 - Olimp\u00edadas}}\n{{Portal3|Futebol|China}}\n{{DEFAULTSORT:Shanshan, Liu}}\n[[Categoria:Futebolistas ol\u00edmpicos da China]]\n[[Categoria:Futebolistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016]]\n[[Categoria:Jogadoras da Sele\u00e7\u00e3o Chinesa de Futebol Feminino]]"}]},"338221":{"pageid":338221,"ns":0,"title":"Fotoautotrofia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem-fontes|data=maio de 2016}}\nUm organismo '''fotoautotr\u00f3fico''' \u00e9 aquele que obt\u00e9m seus nutrientes com a ajuda da [[luz]] do [[sol]], nos seus [[cloroplasto]]s, como em [[alga]]s, plantas e [[cianobact\u00e9ria]]s.\n\n{{esbo\u00e7o-bot\u00e2nica}}\n\n[[Categoria:Fotoss\u00edntese]]\n[[Categoria:Ecologia]]"}]}}}}