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Uso de cheques no Brasil cai 93%
escrito em 27 de janeiro de 2022

O uso de cheques saiu 23% em 2021 e 93,4% no acumulado desde 1995, de acordo com levantamento da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). Como é de se esperar, o avanço da tecnologia foi o principal motivo para a redução significativa para esse meio de pagamento. No passado, o pagamento com uso de cheques era um dos mais tradicionais no Brasil.

A queda tem sido contínua pelos últimos 26 anos. A modalidade, porém, está longe de estar extinta. Em 2021, foram compensadas 218,9 milhões de folhas de cheque em todo o país. O volume somou 287,1 milhões em 2020 e chegava a 3,3 bilhões de folhas compensadas em 1995.

O que substituiu o uso de cheques?

De acordo com a Febraban, os meios eletrônicos de pagamento ganharam a predileção dos brasileiros. Os canais digitais (internet e mobile banking) atualmente concentram 67% das transações feitas no país.

A digitalização do sistema bancária teve impulso importante com a entrada do Pix, que já tem adesão de 71% dos brasileiros. Em um ano de funcionamento, são mais de sete bilhões de transações registradas, movimentando R$ 4 trilhões.

Volume financeiro dos cheques

Naturalmente, o volume financeiro das transações com cheques também caiu. Em 1995, o montante movimentado nessa modalidade totalizava R$ 2 trilhões. A quantia caiu para R$ 668,4 bilhões em 2020 e R$ 667 bilhões em 2021.

Um dos principais problemas na utilização de cheques também despencou. O número de devoluções de cheques sem fundos caiu de 56,8 milhões em 1997 (quando a Febraban começou a pesquisar essa série histórica) para 15,2 milhões em 2020 e 13,6 milhões no ano passado.


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(eds.) ([[1996]]), Checklist of the Lepidoptera of Australia; Monographs on Australian Lepidoptera Volume 4; CSIRO Publishing, Melbourne, [[1996]] \n* Kristensen, N.P. (ed.), [[1999]]. Handbook of Zoology: Bd. 4. Arthropoda: Insecta. Teilbd. 35, Lepidoptera, moths and butterflies. Vol. 1. Evolution, systematics, and biogeography. 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No evangelho, vemos muitas vezes Cristo perdoar pecados ({{citar web | url=http://www.biblegateway.com/bible?language=fr&version=2;32&passage=LUKE%207%3A36-50 | t\u00edtulo= Lc 7. 36-50 | publicado=www.biblegateway.com }}). Ele n\u00e3o condenou a mulher flagrada em adult\u00e9rio, dizendo: \"que aquele que nunca tiver pecado lance a primeira pedra\" ({{citar web | url=http://www.biblegateway.com/bible?language=fr&version=2;32&passage=JOHN%208%3A3-11 | t\u00edtulo= Jo 8. 3-11 | publicado=www.biblegateway.com }}). \u00c9 expressa em grande detalhe, como na par\u00e1bola do [[Par\u00e1bola do Filho Pr\u00f3digo|filho pr\u00f3digo]] ({{citar web | url=http://www.biblegateway.com/bible?language=fr&version=2;32&passage=LUKE%2015%3A11-32 | t\u00edtulo= Lc 15. 11-32 | publicado=www.biblegateway.com }}), que \u00e9 perdoado depois de seu arrependimento. Jesus recomenda que Pedro perdoar at\u00e9 77 vezes para aquele que se arrepende (ou 70 vezes sete, de acordo com a tradu\u00e7\u00e3o \u2014 {{citar web | url=http://www.biblegateway.com/bible?language=fr&version=2;32&passage=MATT%2018%3A21-22 | t\u00edtulo= Mt 18. 21-22 | publicado=www.biblegateway.com }}). Muitas vezes, Jesus cura os doentes e os remiu os pecados pela mesma ocasi\u00e3o ({{citar web | url=http://www.biblegateway.com/bible?language=fr&version=2;32&passage=MATT%209%3A1-8 | t\u00edtulo= Mt 9. 1-8 | publicado=www.biblegateway.com }}).\n\nO perd\u00e3o \u00e9 a parte da ora\u00e7\u00e3o do [[Pai Nosso]] (\" Perdoa-nos as nossas ofensas, assim como n\u00f3s perdoamos a quem nos \"), que Jesus transmitiu ao povo (Lc 11, 1-4, Mt 6, 9-13){{citar web | url=http://www.vatican.va/archive/FRA0013/__PA5.HTM | t\u00edtulo=Cat\u00e9chisme de l'\u00c9glise catholique, quatri\u00e8me partie, deuxi\u00e8me section, article 3, V | publicado=www.vatican.va }}.\n\nEle tamb\u00e9m faz parte da profiss\u00e3o de f\u00e9 cat\u00f3lica, do [[credo]]{{citar web | url=http://www.vatican.va/archive/FRA0013/__P27.HTM | t\u00edtulo=Cat\u00e9chisme de l'\u00c9glise catholique, premi\u00e8re partie, deuxi\u00e8me section, chapitre troisi\u00e8me, article 10 | publicado=www.vatican.va }} :\n: \"Creio na remiss\u00e3o dos pecados\" ([[credo dos Ap\u00f3stolos]]),\n: \"Eu reconhe\u00e7o um s\u00f3 batismo para o perd\u00e3o dos pecados\" ([[Credo Niceno|credo Niceno-constantinopolitano]]).\nCristo deu os [[ap\u00f3stolo]]s o poder de perdoar os pecados : \"Recebe o[[Esp\u00edrito Santo]]. Se voc\u00eas perdoarem os pecados, eles ser\u00e3o perdoados ; se voc\u00ea reter, lhes ser\u00e3o retidos \" (Jo 20, 22-23).\n\nDeus tem anexado o perd\u00e3o dos pecados \u00e0 [[f\u00e9]] e [[batismo]] :\n: \"Ide por todo o mundo e pregai a Boa nova a toda a cria\u00e7\u00e3o. Aquele que crer e for batizado ser\u00e1 salvo \" (Marcos, 16, 15-16).\nO batismo \u00e9 o primeiro e principal [[sacramento]] do perd\u00e3o dos pecados, porque une os crist\u00e3os a Cristo morrendo pelos pecados dos crist\u00e3os, ressuscitado para a sua justifica\u00e7\u00e3o (Rom 4, 25).\n\nCristo, ap\u00f3s sua ressurrei\u00e7\u00e3o, enviou seus ap\u00f3stolos para \"pregar a todas as na\u00e7\u00f5es o arrependimento em seu nome, para remiss\u00e3o dos pecados\" (Lc 24, 47). Assim, \" a Igreja recebeu as chaves do Reino dos c\u00e9us, de modo que \u00e9 feito a remiss\u00e3o dos pecados pelo sangue de Cristo e a a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo. \u00c9 nesta Igreja que a alma vive novamente, ela que tinha sido morta pelos pecados, a fim de viver com Cristo, cuja gra\u00e7a nos salvou \"Saint Augustin, sermon 214, 11.\n\nVisto a esta luz, o perd\u00e3o \u00e9 universal, e quase todos os pecados podem ser perdoados. No entanto, a [[Pecado imperdo\u00e1vel|blasf\u00eamia contra o Esp\u00edrito Santo]] n\u00e3o \u00e9 perdoado por [[Deus]] : \"Mas, se algu\u00e9m blasfemar contra o Esp\u00edrito Santo, n\u00e3o lhe ser\u00e1 perdoado\" (Lc 12, 8-12). Esta frase, simplesmente expressa de que aquele que recusa o perd\u00e3o (que \u00e9 o Esp\u00edrito Santo que inspira o esp\u00edrito de perd\u00e3o) pode, obviamente, ser perdoado{{Citar web|titulo=Quel est ler pire blasph\u00e8me ?|url=http://www.croire.com/Definitions/Mots-de-la-foi/Esprit-saint/Le-blaspheme-contre-l-Esprit-saint|website=croire.com|data=25 de novembro de 2015|acessodata=25 de novembro de 2015}}.\n\nA corre\u00e7\u00e3o fraterna (Mt 18, 15-20) \u00e9 uma forma de alcan\u00e7ar o perd\u00e3o dos pecados{{citar web | url=http://www.interbible.org/interBible/cithare/celebrer/2005/a_ord_23.htm | t\u00edtulo=Fraternit\u00e9 et responsabilit\u00e9, commentaire de Mt 18, 15-20 | publicado=www.interbible.org }}.\n\nPara a [[Catolicismo|cat\u00f3lica]], ortodoxa e anglicana, o sacramento da penit\u00eancia e da reconcilia\u00e7\u00e3o oferece o perd\u00e3o dos pecados por Deus, atrav\u00e9s do [[sacerdote]]{{citar web | url=http://www.vatican.va/archive/FRA0013/__P41.HTM | t\u00edtulo=Cat\u00e9chisme de l'\u00c9glise catholique, \u00a7 1422 | publicado=www.vatican.va }}.\n\nToda a sociedade crist\u00e3, incluindo a[[Pena de morte|aboli\u00e7\u00e3o da pena de morte]], \u00e9 na linhagem de esta entidade{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|url=http://www.acatfrance.fr/clefs_peinedemort.php#raisons-contre.htm|titre=Texte de l'Action des chr\u00e9tiens contre la torture sur la peine de mort|editor=[[Action des chr\u00e9tiens pour l'abolition de la torture|ACAT]]}}.\n\n== Ponto de vista filos\u00f3fico ==\n{{Quote|Peut-on parler du pardon en philosophe ou faut-il abandonner cette notion au registre religieux}}. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, os fil\u00f3sofos ([[Henri Bergson]] , [[Hannah Arendt]], [[Vladimir Jank\u00e9l\u00e9vitch]], [[Paul Ric\u0153ur|Paul Ricoeur]] ) envidar esfor\u00e7os para adaptar o conceito de perd\u00e3o na \u00e1rea espec\u00edfica da filosofia, mas nunca foi aliviada de sua vida religiosa local de nascimento{{Harvnb|Jacques Ricot|2003|p=131}} liren ligne\n\n== Ponto de vista Social ==\nO perd\u00e3o n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 para o crist\u00e3o, a obedi\u00eancia ao Senhor, mas para algu\u00e9m como a fonte da salva\u00e7\u00e3o. De acordo com a experi\u00eancia cl\u00ednica de trinta anos de psic\u00f3logo e professor de psicologia, o americano Robert Enright(it) {{citar web | url=http://www.macrolibrarsi.it/libri/__il-perdono-e-una-scelta.php | t\u00edtulo=''Il Perdono \u00e8 una Scelta'', pr\u00e9sentation du livre de R. Enright | publicado=www.macrolibrarsi.it }} e seus colaboradores, o perd\u00e3o, que \u00e9 agora um instrumento de trabalho cl\u00ednico, validadas pela pesquisa, e capaz de reduzir as diversas doen\u00e7as que afligem o homem, especialmente, na sociedade moderna, tamb\u00e9m pode servir como o bem-estar f\u00edsico, mental e emocional. N\u00e3o s\u00f3 : aquele que \u00e9 capaz de pratic\u00e1-lo, at\u00e9 aumenta a auto-estima e de esperan\u00e7a para o futuro, no trabalho e na comunidade.\n\nO perd\u00e3o \u00e9 por alguns{{Quem}} considerado um ato emocional com um interesse puramente pessoal. Na verdade, para perdoar iria ajud\u00e1-los a viver melhor : quem pode ser feliz com um sentimento de ressentimento ?\n\n== Um exemplo na Hist\u00f3ria : \u00c1frica do Sul ==\nO perd\u00e3o tem desempenhado um papel importante no processo de reconcilia\u00e7\u00e3o entre os [[Negros]] e os [[Brancos]] que se seguiu ao fim do[[apartheid]] na [[\u00c1frica do Sul]]. O um e o outro tinha para perdoar a viol\u00eancia. O perd\u00e3o tem sido poss\u00edvel gra\u00e7as ao estabelecimento de uma Comiss\u00e3o de verdade e reconcilia\u00e7\u00e3o, a fim de reconstruir os la\u00e7os sociais que haviam sido cortadas nesses per\u00edodos de crise. O arcebispo anglicano Mgr [[Desmond Tutu]], pr\u00eamio Nobel da paz e autor de uma teologia da reconcilia\u00e7\u00e3o com base no conceito africano[[Ubuntu (filosofia)|ubuntu]], tem desempenhado um papel de lideran\u00e7a, desde que ele foi presidente da comiss\u00e3oG\u00e9rard Courtois, \u00ab Le pardon et la \u00ab Commission V\u00e9rit\u00e9 et R\u00e9conciliation \u00bb \u00bb, ''Droit et cultures'', {{citar web | url=http://droitcultures.revues.org/1138 | t\u00edtulo= lire en ligne | publicado=droitcultures.revues.org }}, 50 | 2005-2, mis en ligne le 06 juillet 2009, consult\u00e9 le 08 d\u00e9cembre 2013.\n\n== R\u00e9f\u00e9rences ==\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n* [[Vladimir Jank\u00e9l\u00e9vitch]], ''Le Pardon'' (1967), ''Perdoar'' (1971).\n* Pascal Ide, ''\u00c9 poss\u00edvel perdoar ?'', Saint-Paul cole\u00e7\u00e3o Quest\u00f5es, 1995\n* [[Desmond Tutu]], ''n\u00e3o h\u00e1 nenhum futuro sem perd\u00e3o'', Albin Michel, 1999\n* Olivier Clerc, ''Podemos perdoar tudo ?'' (2015), ''O Dom do Perd\u00e3o'' (2015).\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Citar web|autor1=Jacques Ricot|titulo=Le pardon, notion philosophique ou notion religieuse?|peri\u00f3dico=Horizons philosophiques|ano=2003|volume=13,n\u00b02|doi=10.7202/801241ar|publicado=\u00e9rudit|url=https://www.erudit.org/revue/hphi/2003/v13/n2/801241ar.pdf}}.\n* https://web.archive.org/web/20160919221502/http://philosophie.initiation.cours.over-blog.com/article-le-pardon-sous-l-angle-de-la-philosophie-41922080.html\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Arrependimento (teologia)|Arrependimento]]\n* Sacramento da penit\u00eancia e da reconcilia\u00e7\u00e3o\n* ''[[Confiss\u00e3o (ora\u00e7\u00e3o)|Confiteor]]'' (eu confesso a Deus)\n* O modo de resolu\u00e7\u00e3o alternativa de lit\u00edgios\n* [[Ho\u02bboponopono|Ho'oponopono]]\n* [[Ubuntu (filosofia)|Ubuntu (ideia)]] \n* [http://www.cerclesdepardon.fr C\u00edrculos de perd\u00e3o]\n\n[[Categoria:Frases b\u00edblicas]]\n[[Categoria:Psicologia social]]"}]},"1336172":{"pageid":1336172,"ns":0,"title":"Endian Firewall","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem-fontes|data=fevereiro de 2013}}\n{{distro|Endian Firewall}}\nO '''Endian Firewall''' \u00e9 uma [[distribui\u00e7\u00e3o Linux]] especializada em roteamento/firewall que possui uma interface unificada de gerenciamento. Foi desenvolvido pela italiana Endian [[Societ\u00e0 a Responsabilit\u00e0 Limita|Srl]] e pela comunidade.\n\nO Endian Firewall foi originalmente baseado no [[IPCop]], sendo que este \u00e9 um [[Fork (software development)|fork]] do projeto [http://en.wikipedia.org/wiki/SmoothWall Smoothwall].\n\nA Vers\u00e3o 2.1.2 cont\u00e9m os seguintes pacotes e funcionalidades:\n\n* [[Firewall]] (ambas dire\u00e7\u00f5es)\n* Rede Virtual Privada [[VPN]] \n* [[Gateway]]\n* VPN com [[OpenVPN]] ou [[IPsec]]\n* Web [[Computer virus|Antivirus]]\n* Web [[Spam|Anti-spam]]\n* E-Mail Antiv\u00edrus\n* E-Mail Anti-spam\n* Transparente HTTP-[[Proxy]]\n* Filtro de Conte\u00fado\n* Ponto de Acesso sem Fio Seguro\n* Protocolo de Inicializac\u00e3o de Sess\u00e3o - SIP e Suporte para [[VOIP|VoIP]] \n* Tradu\u00e7\u00e3o de Endere\u00e7os de Rede [[NAT]]\n* Multi endere\u00e7os IP (apelidos/''aliases'')\n* HTTPS web interface\n* Estat\u00edsticas de Conex\u00e3o\n* Log de tr\u00e1fego na rede\n* Redirecionamento de logs para servidor externo\n* Protocolo de Configura\u00e7\u00e3o Din\u00e2mica de Host [[DHCP]]-Servidor\n* Servidor de Tempo [[NTP]]-Servidor \n* [[Sistema de Detecc\u00e3o de Intrusos]] ou Intrusion Detection System - IDS\n* ADSL-Modem Suporte\n\n== Links ==\n* [http://www.endian.com/ P\u00e1gina Oficial de Endian]\n* [http://sourceforge.net/projects/efw/ Site do Sourceforge]\n* [http://efwsupport.com/ F\u00f3rum N\u00e3o Oficial de Suporte]\n* [http://endian.eth0.com.br/ Comunidade Brasileira de Endian Firewall]\n\n{{linux-distro}}\n{{Software de roteamento}}\n\n[[Categoria:Firewall]]\n[[Categoria:Distribui\u00e7\u00f5es Linux da It\u00e1lia]]"}]},"37725":{"pageid":37725,"ns":0,"title":"Mar Negro","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|o filme de Rodrigo Arag\u00e3o|Mar Negro (2013)|o filme de Kevin MacDonald|Mar Negro (2014)}}\n{{Info/Oceano\n |legenda= O mar Negro visto por sat\u00e9lite,
com a [[pen\u00ednsula da Crimeia]] e o
[[mar de Azov]] ao norte
(imagem [[NASA]]).
\n}}\nO '''mar Negro,''' originalmente chamado '''Ponto Euxino''', \u00e9 um [[mar interior]] situado entre a [[Europa]], a [[Anat\u00f3lia]] e o [[C\u00e1ucaso]], ligado ao [[oceano Atl\u00e2ntico]] atrav\u00e9s dos mares [[Mar Mediterr\u00e2neo|Mediterr\u00e2neo]] e [[Mar Egeu|Egeu]] e por diversos [[estreito]]s. O [[B\u00f3sforo]] o liga ao [[mar de M\u00e1rmara]], e o estreito de [[Dardanelos]] o conecta \u00e0 regi\u00e3o do Egeu. Estas \u00e1guas separam o [[Leste da Europa]] da [[\u00c1sia]] ocidental. O mar Negro tamb\u00e9m liga o [[mar de Azov]] ao [[estreito de Kerch]].\n\nO mar Negro tem uma \u00e1rea de 436 400 [[Quil\u00f3metro quadrado|quil\u00f4metros quadrados]],\u00c1rea de superf\u00edcie\u2014{{citar web |t\u00edtulo=Black Sea Geography |obra=University of Delaware College of Marine Studies |url=http://www.ocean.udel.edu/blacksea/geography/index.html |data=2003 | acessodata = 2-12-2006}} uma profundidade m\u00e1xima de 2 206 [[metro]]s,Profundidade m\u00e1xima\u2014{{citar web |t\u00edtulo=Europa - Gateway of the European Union Website |obra=Environment and Enlargement - The Black Sea: Facts and Figures |url=http://ec.europa.eu/environment/enlarg/blackseafactsfigures_en.htm}} e um volume de {{Fmtn|547000}} [[Quil\u00f3metro c\u00fabico|quil\u00f4metros c\u00fabicos]].{{citar web |t\u00edtulo=Unexpected changes in the oxic/anoxic interface in the Black Sea |obra=Nature Publishing Group |url=http://www.nature.com/nature/journal/v338/n6214/abs/338411a0.html |data= 30 de mar\u00e7o de 1989 | acessodata = 2-12-2006}} Forma-se numa [[depress\u00e3o (geografia)|depress\u00e3o]] el\u00edptica de orienta\u00e7\u00e3o leste-oeste, situada entre a [[Bulg\u00e1ria]], a [[Ge\u00f3rgia]], a [[Rom\u00e9nia|Rom\u00eania]], a [[R\u00fassia]], a [[Turquia]] e a [[Ucr\u00e2nia]],Socio-economic indicators for the countries of the Black Sea basin. (2001). In UNEP/GRID-Arendal Maps and Graphics Library (visitado em 2-12-2006, em http://maps.grida.no/go/graphic/sosio_economic_indicators_for_the_countries_of_the_black_sea_basin_giwa {{Wayback|url=http://maps.grida.no/go/graphic/sosio_economic_indicators_for_the_countries_of_the_black_sea_basin_giwa |date=20110210044702 }}). e \u00e9 limitado pelos [[montes P\u00f4nticos]], ao sul, e pelo [[C\u00e1ucaso]] a leste. Sua maior extens\u00e3o leste-oeste \u00e9 de cerca de 1 175 km.\n\nA origem do Mar Negro \u00e9 tema de debates entre diversos especialistas. H\u00e1 ind\u00edcios de que j\u00e1 experimentou recuos e avan\u00e7os ao longo das [[Era geol\u00f3gica|eras geol\u00f3gicas]], particularmente em \u00e9pocas mais recentes durante a [[Era do gelo]]. H\u00e1 uma teoria sobre um [[Dil\u00favio do Mar Negro]], que pode ser a origem das cren\u00e7as sobre um [[Dil\u00favio (mitologia)|dil\u00favio divino]] e a dispers\u00e3o dos [[Indo-europeus]] da regi\u00e3o.{{Carece de fontes|data=maio de 2021}}\n\nO mar Negro apresenta um [[balan\u00e7o h\u00eddrico]] positivo, que resulta num fluxo de 300 km\u00b3 de \u00e1gua por ano atrav\u00e9s dos estreitos do B\u00f3sforo e de Dardanelos para o mar Egeu, parte do Mediterr\u00e2neo. As \u00e1guas mediterr\u00e2neas fluem para dentro do mar Negro como parte de um deslocamento h\u00eddrico de duas m\u00e3os; a \u00e1gua do mar Negro \u00e9 mais fria e menos [[\u00c1gua salgada|salgada]] e portanto flutua sobre as \u00e1guas mais quentes e salgadas que v\u00eam do Mediterr\u00e2neo. O mar Negro tamb\u00e9m recebe \u00e1gua doce dos diversos sistemas fluviais da [[Eur\u00e1sia]] situados ao seu norte, dos quais o [[Rio Don|Don]], o [[Rio Dnieper|Dnieper]] e o [[Rio Dan\u00fabio|Dan\u00fabio]] s\u00e3o os mais significantes.{{Carece de fontes|data=maio de 2021}}\n\nO nome \"mar negro\" se d\u00e1 devido \u00e0 presen\u00e7a de grande quantidade de sais minerais que d\u00e3o uma colora\u00e7\u00e3o escura. Foi conhecido pelos [[gregos]] como '''[[Ponto (regi\u00e3o)|Ponto]] Euxino''', e pelos [[turcos (nacionalidade)|turcos]] e [[turcomanos]] como ''Karadeniz''.{{Citar web|ultimo=carlos_admin|url=https://www.aguasdoalgarve.pt/content/origem-do-nome-dos-mares-e-oceanos|titulo=A origem do nome dos Mares e Oceanos|data=2017-08-14|acessodata=2022-04-12|website=\u00c1guas do Algarve|lingua=pt-pt}}\n\n== Cidades importantes ==\nEntre as cidades importantes situadas em sua costa est\u00e3o, em ordem alfab\u00e9tica, com suas respectivas popula\u00e7\u00f5es entre par\u00eanteses:\n[[Imagem:View on Sotsji from black sea.jpg|thumb|[[Sochi]], vista do mar Negro]]\n[[Imagem:potemkinstairs.jpg|thumb|direita|[[Odessa]] - A escadaria de [[Potemkin]] (constru\u00edda em 1837\u20131841), famosa pelo filme ''[[Bronenosets Potyomkin|O encoura\u00e7ado Potemkin]]'' (1925), de [[Sergei Eisenstein]]]]\n* [[Batumi]] (121 806)\n* [[Burgas]] (229 250)\n* [[Constan\u00e7a (Rom\u00eania)|Const\u00e2ncia]] (306 000, com uma [[\u00e1rea metropolitana]] de 550 000)\n* [[Giresun]] (90 034)\n* [[Istambul]] (11 372 613)\n* [[Kerch]] (158 165)\n* [[Qu\u00e9rson]] (358 000)\n* [[Mangalia]] (41 153)\n* [[N\u0103vodari]] (34 669)\n* [[Novorossiysk]] (281 400)\n* [[Odessa]] (1 001 000)\n* [[Ordu]] (190 143)\n* [[Poti]] (47 149)\n* [[Rize (Turquia)|Rize]] (91 901)\n* [[Samsun]] (439 000)\n* [[Sevastopol]] (379 200)\n* [[Sochi]] (328 809)\n* [[Sukhumi]] (43 700)\n* [[Trebizonda]] (275 137)\n* [[Varna (Bulg\u00e1ria)|Varna]] (357 752)\n* [[Yalta]] (80 552)\n* [[Zonguldak]] (104 276).\n\n== Ecologia ==\n[[Imagem:POTI.JPG|direita|thumb|O porto de [[Poti]], Ge\u00f3rgia]]\nO mar Negro sustenta um [[ecossistema marinho]] ativo e din\u00e2mico, dominado por [[esp\u00e9cie]]s adaptadas a condi\u00e7\u00f5es [[\u00e1gua salobra|salobras]] e nutritivas. Como em todas as [[cadeias alimentares]] marinhas, o mar apresenta uma s\u00e9rie de [[n\u00edvel tr\u00f3fico|n\u00edveis tr\u00f3ficos]], com [[alga]]s [[Autotrofismo|autotr\u00f3ficas]], incluindo [[diatom\u00e1cea]]s e [[dinoflagelado]]s, atuando como [[produtores prim\u00e1rios]]. Os sistemas fluviais que partem da [[Eur\u00e1sia]] e [[Europa Central]] introduzem grandes volumes de [[sedimento]]s e nutrientes dissolvidos no mar Negro, mas a distribui\u00e7\u00e3o desses nutrientes \u00e9 controlada pelo grau de [[Estratifica\u00e7\u00e3o aqu\u00e1tica|estratifica\u00e7\u00e3o]] [[F\u00edsico-qu\u00edmica|fisioqu\u00edmico]], que \u00e9, por sua vez, definido pelo desenvolvimento fisiogr\u00e1fico sazonal.{{citar peri\u00f3dico|autor=Oguz, T., H. W. Ducklow |numero-autores=''et al.''|ano=1999|t\u00edtulo=A physical-biochemical model of plankton productivity and nitrogen cycling in the Black Sea|url=http://www.ims.metu.edu.tr/cv/oguz/PDFs/oguz_etal_DSR99.pdf|revista=Deep Sea Research Part I:|volume=46|edi\u00e7\u00e3o=4|p\u00e1ginas=597\u2013636|doi=10.1016/S0967-0637(98)00074-0|bibcode=1999DSRI...46..597O|jornal=|acessodata=2015-02-14|arquivourl=https://web.archive.org/web/20120426061730/http://www.ims.metu.edu.tr/cv/oguz/PDFs/oguz_etal_DSR99.pdf|arquivodata=2012-04-26|urlmorta=yes}}\n\nDurante o inverno, fortes ventos promovem invers\u00f5es e afloramentos de nutrientes, enquanto as altas temperaturas do ver\u00e3o resultam em uma estratifica\u00e7\u00e3o vertical marcante e uma rasa camada quente dissolvida.{{citar peri\u00f3dico|autor=Oguz, T. and A. Merico|ano=2006|t\u00edtulo=Factors controlling the summer Emiliania huxleyi bloom in the Black Sea: A modeling study|revista=Journal of Marine Systems|volume=59|edi\u00e7\u00e3o=3\u20134|p\u00e1ginas=173\u2013188|url=http://www.ims.metu.edu.tr/cv/oguz/PDFs/JMS_EHUX_article.pdf|doi=10.1016/j.jmarsys.2005.08.002|bibcode=2006JMS....59..173O|jornal=|acessodata=2015-02-14|arquivourl=https://web.archive.org/web/20120426061804/http://www.ims.metu.edu.tr/cv/oguz/PDFs/JMS_EHUX_article.pdf|arquivodata=2012-04-26|urlmorta=yes}} O comprimento do dia e a intensidade de [[insola\u00e7\u00e3o]] tamb\u00e9m controlam a extens\u00e3o da [[zona f\u00f3tica]]. A produtividade na subsuperf\u00edcie \u00e9 limitada pela disponibilidade de nutrientes, e as \u00e1guas profundas [[An\u00f3xia|an\u00f3xicas]] agem como um dissipador para o [[nitrato]] reduzido, em forma de [[am\u00f4nia]]. A zona [[b\u00eantica]] tamb\u00e9m exerce um importante papel no ciclo de nutrientes do mar Negro, enquanto organismos [[quimioss\u00edntese|quimiossintetizantes]] e vias [[geoqu\u00edmica]]s an\u00f3xicas reciclam nutrientes que podem chegar \u00e0 zona f\u00f3tica, aumentando a produtividade.{{citar peri\u00f3dico|autor=Friedrich, J., C. Dinkel |numero-autores=''et al.''|ano=2002|t\u00edtulo=Benthic Nutrient Cycling and Diagenetic Pathways in the North-western Black Sea|doi=10.1006/ecss.2000.0653 |url=http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S027277140090653X|revista=Estuarine, Coastal and Shelf Science|volume=54|edi\u00e7\u00e3o=3|p\u00e1ginas=369\u2013383|bibcode=2002ECSS...54..369F}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Dil\u00favio do Mar Negro]]\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commons|Black Sea}}\n* {{Link|en|2=https://web.archive.org/web/20141003064317/http://www.blacksea-online.com/eng/ |3=Monitoramento espacial da costa e das \u00e1guas do mar Negro |4=- BlackSea-online.com}}\n* [https://web.archive.org/web/20120426061730/http://www.blacksea-archaeology.org/en/zaks_en.html Centro para a Arqueologia do Mar Negro]\n* [http://www.nationalgeographic.com/blacksea/ Mar Negro]- [[National Geographic Society]]\n\n{{Lista de mares}}\n\n{{Esbo\u00e7o-hidrografia}}{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Mar Negro| ]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Black Sea Nasa May 25 2004.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Blue pencil.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Commons-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disambig grey.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Iguacu-002.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Info Simple.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:POTI.JPG"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Potemkinstairs.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:View on Sotsji from black sea.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Wikidata-logo.svg"}]},"602164":{"pageid":602164,"ns":0,"title":"Ara (g\u00e9nero)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Ara''\n| cor = pink\n| imagem = Scarlet Macaw (Ara macao) -chewing wood.jpg\n| imagem_legenda = ''[[Ara chloropterus]]''\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Aves]]\n| ordem = [[Psittaciformes]]\n| fam\u00edlia = [[Psittacidae]]\n| g\u00e9nero = '''''Ara'''''\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o =
''Ver texto.''\n}}\n'''''Ara''''' \u00e9 um g\u00e9nero de [[aves]] [[psitaciformes]], onde se classificam quinze esp\u00e9cies de [[arara]]s e [[maracan\u00e3 (ave)|maracan\u00e3s]]. Habitam zonas de floresta tropical e subtropical da [[Am\u00e9rica do Sul]] e tamb\u00e9m da [[Am\u00e9rica do Norte]].\n\nAs esp\u00e9cies de ''Ara'' s\u00e3o os maiores representantes dos [[psitac\u00eddeo]]s, com 50 a 90 cm de comprimento. S\u00e3o bastantes coloridas, com plumagens vermelhas, verdes, amarelas, azuis e combina\u00e7\u00f5es destes tons. A cara \u00e9 desprovida de penas e apresenta uma pele branca, decorada em listas de pequenas plumas. A cauda \u00e9 comprida e afilada. Os membros do g\u00e9nero ''Ara'' distinguem-se das araras do g\u00e9nero ''[[Anodorhynchus]]'' pela aus\u00eancia de manchas amarelas na cabe\u00e7a. \n\nA maioria destas araras est\u00e3o amea\u00e7adas ou em perigo de [[extin\u00e7\u00e3o]], devido a degrada\u00e7\u00e3o de habitat e ca\u00e7a excessiva.\n\n== Esp\u00e9cies ==\n* [[Arara-canind\u00e9]], ''Ara ararauna''\n* [[Arara-de-garganta-azul]], ''Ara glaucogularis''\n* [[Arara-militar]], ''Ara militaris''\n* [[Arara-militar-grande]], ''Ara ambigua''\n* [[Araracanga]], ''Ara macao''\n* [[Arara-vermelha]], ''Ara chloropterus''\n*\n* [[Arara-vermelha-de-cuba]], ''Ara tricolor''\n* [[Ararinha-de-testa-vermelha]], ''Ara rubrogenys''\n* [[Maracan\u00e3-gua\u00e7u]], ''Ara severa''\n* [[Arara-de-santa-cruz]], ''Ara autocthones''\n* [[Ara guadeloupensis|Arara-de-guadalupe]], ''Ara guadeloupensis''\n\n=== Esp\u00e9cies duvidosas extintas ===\n*\n* Arara-jamaicana, ''[[Ara gossei]]''\n* Arara-de-martinica, ''[[Ara martinica]]'' \n* Arara-jamaicana-verde, ''[[Ara erythrocephala]]''\n* Arara-dominicana, ''[[Ara atwoodi]]''\n\n{{Esbo\u00e7o-ave}}\n{{Araras}}\n{{Portal3|Aves}}\n{{tei}}\n\n[[Categoria:Ara]]\n[[Categoria:G\u00e9neros de aves]]"}]},"2964234":{"pageid":2964234,"ns":0,"title":"Agrostis lenis","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n |cor = lightgreen\n |nome = ''Agrostis lenis''\n |imagem =\n |imagem_legenda=\n |estado =\n |reino = [[Plantae]]\n |divis\u00e3o = [[angiosperma|Magnoliophyta]]\n |superdivis\u00e3o = [[espermat\u00f3fita|Spermatophyta]]\n |classe = [[monocotiled\u00f3nea|Liliopsida]]\n |subclasse = [[Commelinidae]]\n |ordem = [[Poales]]\n |fam\u00edlia = [[Poaceae]]\n |g\u00e9nero = ''[[Agrostis]]''\n |esp\u00e9cie = '''''Agrostis lenis'''''\n |binomial = ''Agrostis lenis''\n |binomial_autoridade =\n |sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Agrostis lenis''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de gram\u00ednea do g\u00eanero ''[[Agrostis]]'', pertencente \u00e0 fam\u00edlia [[Poaceae]].{{Citar web|url = https://www.gbif.org/species/4120883 |t\u00edtulo = Agrostis lenis |obra = [[Global Biodiversity Information Facility|Sistema Global de Informa\u00e7\u00e3o sobre Biodiversidade]] |l\u00edngua = en |acessodata = 28 de setembro de 2019}}\n\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n== Bibliografia ==\n* Barrie, F. R. 2006. Report of the General Committee: 9. Taxon 55:796.\n* Brummitt, R. K. 1995. Report of the Committee for Spermatophyta: 43. Taxon 44:611\u2013612.\n* Jarvis, C. E. 1991. Seventy-two proposals for the conservation of types of selected Linnaean generic names, the report of Subcommittee 3C on the lectotypification of Linnaean generic names. Taxon 41:552\u2013583.\n* Leena H\u00e4met-Ahti et al.: Retkeilykasvio. Helsinki: Luonnontieteellinen keskusmuseo, Kasvimuseo, 1998. ISBN 951-45-8167-9\n* Nicolson, D. H. 1999. Report of the General Committee: 8. Taxon 48:373\u2013374\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Citar web |url = http://www.ppp-index.de/L1BQUF9TVEFSVFFVRVJZP1NFQVJDSFRZUD1QTEFOVCZOQlRfUEdBVD1BZ3Jvc3RpcyZOQlRfUEFSVD0qJk5CVF9QU09SPSomTUlEPTI3NTY.html?UID=615FE9CEF29ADDEA9A864C855602821D46A8B302F027A5E4 |t\u00edtulo = PPP-Index |obra = Lista das esp\u00e9cies do g\u00eanero Agrostis |acessodata= 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = de}}\n* {{Citar web |url = http://delta-intkey.com/grass/www/agrostis.htm |t\u00edtulo = Grass Genera of the World |obra = Agrostis |acessodata= 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = en}}\n* {{Citar web |url = http://plants.usda.gov/java/nameSearch?keywordquery=Agrostis&mode=Scientific%20Name&sort=1 |t\u00edtulo = USDA Plants Database |obra = Lista das esp\u00e9cies do g\u00eanero Agrostis |acessodata= 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = en}}\n* {{Citar web |url = http://www.ars-grin.gov/cgi-bin/npgs/html/splist.pl?316 |publicado = GRIN |t\u00edtulo = Taxonomy for Plants |obra = Lista das esp\u00e9cies do g\u00eanero Agrostis |acessodata = 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = en |arquivourl = https://web.archive.org/web/20090508031504/http://www.ars-grin.gov/cgi-bin/npgs/html/splist.pl?316 |arquivodata = 2009-05-08 |urlmorta = yes }}\n\n{{Esbo\u00e7o-gram\u00ednea}}\n{{Portal3|Bot\u00e2nica}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Agrostis]]"}]},"1795804":{"pageid":1795804,"ns":0,"title":"La D\u00e9sirade","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n|nome = La D\u00e9sirade\n|regi\u00e3o = Guadeloupe\n|departamento = Guadeloupe\n|\u00e1rea = 22\n|altitude = \n|latP = | latG = | latM = |latS = \n|lonP = | lonG = | lonM = |lonS = \n|popula\u00e7\u00e3o = 1621\n|densidade = auto\n|censo = 1999\n|insee = 97110\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 97127 \n|mapa = \n|mapaX = \n|mapaY = \n|escudo = \n|bandeira = \n|imagem = La-Desirade.PNG\n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''La D\u00e9sirade''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] de [[Guadeloupe]], no [[Departamentos franceses|departamento]] de [[Guadeloupe]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 22 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]], com 1 621 habitantes, segundo os [[censo]]s de [[1999]], com uma [[densidade populacional|densidade]] de 74 hab/km\u00b2. \u00c9 formada pelas ilhas de [[Ilha de La D\u00e9sirade|La D\u00e9sirade]] e [[Ilha da Petite-Terre|Petite-Terre]].\n\n{{falta-geodata}}\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n{{Comunas de Guadeloupe}}\n{{DEFAULTSORT:La Desirade}}\n[[Categoria:Comunas de Guadalupe]]\n[[Categoria:Ilhas de Guadalupe]]"}]}}}}