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Correção anual de limites e faixas de receita do Simples Nacional é aprovada

Recentemente, a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 319/16, que determina a correção anual de limites e faixas de receita bruta...

23/11/2021
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{"continue":{"imcontinue":"1355213|Blank_map.svg","grncontinue":"0.971106061542|0.971106061542|0|0","continue":"grncontinue||revisions"},"warnings":{"main":{"*":"Subscribe to the mediawiki-api-announce mailing list at for notice of API deprecations and breaking changes. Use [[Special:ApiFeatureUsage]] to see usage of deprecated features by your application."},"revisions":{"*":"Because \"rvslots\" was not specified, a legacy format has been used for the output. This format is deprecated, and in the future the new format will always be used."}},"query":{"pages":{"4604986":{"pageid":4604986,"ns":0,"title":"Folhas de Outono","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Livro\n| nome = Folhas de Outono\n| escola =\n| legenda =\n| autor = [[Bernardo Guimar\u00e3es]]\n| tradutor =\n| ilustrador =\n| artista_capa =\n| origem = {{BRAb}} [[Brasil]]\n| idioma = [[L\u00edngua portuguesa|Portugu\u00eas]]\n| serie =\n| assunto =\n| genero = [[Poesia]]\n| editora = \n| lancamento = [[1883]]\n| paginas = \n| isbn = \n| precedido_por =[[O P\u00e3o de Ouro]]\n| seguido_por = [[Rozaura, a Enjeitada ]]\n}}\n'''Novas Poesias''' \u00e9 um livro do [[escritor]] e [[poeta]] [[Minas Gerais|mineiro]] [[Bernardo Guimar\u00e3es]] publicada em [[1883]]. A obra contempla assuntos e temas diversos.{{citar web|URL=http://www.oocities.org/paulopes.geo/pfolhas.htm|t\u00edtulo=Pref\u00e1cio de Folhas de Outono livro publicado em 1883|autor=|data=|publicado=Paulo Lopes|acessodata=9 de janeiro de 2015}}\n\n==Poesias==\nO livro foi organizado com a colet\u00e2nea de poesias:{{citar web|URL=http://www.oocities.org/paulopes.geo/hino.htm|t\u00edtulo= Vida e Obra de Bernardo Guimar\u00e3es, Folhas de Outono, livro publicado em 1883|autor=|data=|publicado=Paulo Lopes|acessodata=9 de janeiro de 2015}}\n\n* Ode\n* Estrofes\n* Poesia\n* Hino ao 3\u00ba Batalh\u00e3o de Volunt\u00e1rios\n* Flor sem nome\n* O v\u00f4o ang\u00e9lico\n* Poesia\n* Dous anjo\n{{Quadrocita\u00e7\u00e3o|\n(\u2026)\n''O colo nunca vergamos,
\nSomos livres, somos bravos;
\nAs hordas n\u00e3o temeremos
\nDe verdugos e de escravos.
\n\nAnte o estandarte
\nLibertador
\nTrema o covarde
\nSalteador.
''\n(\u2026)\n|''Hino dedicado ao 3\u00ba Batalh\u00e3o de Volunt\u00e1rios que partiu de Ouro Preto para a Guerra do Paraguai.''}}\t\n* N\u00e3o queiras morre\n* A Cam\u00f5es\n* Cam\u00f5es\n* D\u00e9cimas\n* Estrofes\n* Uma l\u00e1grima\n* Epital\u00e2mio\n* Fagundes Varela\n* \u00c0 morte da inocente Maria\n* A sereia e o pescador\n* No \u00e1lbum de Bernardo Horta\n* Hino \u00e0 lei de 28 de setembro de 1871\n* Hino a Tiradentes\n* Saudades do Sert\u00e3o de Minas\n* Sauda\u00e7\u00e3o ao Imperador\n* Hino a S.M.I. o Sr. D. Pedro II\n* \u00c0 moda\n* Hino \u00e0 Pregui\u00e7a\n* O Ipiranga e o 7 de Setembro\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-livro}}\n\n{{Portal3|Literatura}}\n\n{{DEFAULTSORT:Folhas de Outono}}\n[[Categoria:Livros de 1883]]\n[[Categoria:Livros de Bernardo Guimar\u00e3es]]\n[[Categoria:Livros de poesia do Brasil]]"}]},"1488471":{"pageid":1488471,"ns":0,"title":"Parque Nacional de Shenandoah","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=agosto de 2020}}\n[[Ficheiro:Skyline drive 20050521 123518 2.jpg|thumb|Skyline Drive]]\n'''Shenandoah National Park''' \u00e9 um [[parque nacional]] localizado nos [[Estados Unidos]].\n\nAlguns locais deste parque nacional nas montanhas Blue Ridge ainda preservam tra\u00e7os das fazendas que se espalhavam pela regi\u00e3o. Mas, hoje, a maior parte dos mais de 80.000 hectares do Parque Nacional de Shenandoah foi reflorestada e preservada. Durante esse processo, muitas das pessoas que trabalhavam nas fazendas abandonadas foram relocadas pelo governo norte-americano. Por\u00e9m algumas ganharam permiss\u00e3o para continuar vivendo l\u00e1 enquanto o Servi\u00e7o Nacional de Parques e o Corpo Civil de Conserva\u00e7\u00e3o gradualmente devolviam a regi\u00e3o \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o original.\n\n{{Parques nacionais dos EUA}}\n{{Esbo\u00e7o-geoeua}}\n{{Portal3|Geografia|Virg\u00ednia|Estados Unidos}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Parques nacionais na Virg\u00ednia|Shenandoah]]"}]},"5133930":{"pageid":5133930,"ns":0,"title":"Cheong Chi Un","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/esporte/atleta\n| olimpico = \n| nome = Cheong Chi Un\n| nomecompleto = \n| apelido = \n| esporte = \n| modalidade = [[Carat\u00e9]]\n| estilo =\n| categoria = \n| especialidade = \n| representante = \n| subt\u00edtulo = \n| imagem = \n| tamanho = \n| legenda =\n| peso = \n| altura = \n| posi\u00e7\u00e3o = \n| n\u00edvel = \n| parceiro = \n| primeiro parceiro = \n| treinador = \n| primeiro treinador = \n| core\u00f3grafo = \n| primeiro core\u00f3grafo = \n| clube = \n| atividade = \n| data_nascimento = {{nowrap|{{dni|24|10|1986}}}}\n| local_nascimento = [[Macau]], [[China]]\n| nacionalidade = {{MACn}}\n| data_morte = \n| local_morte = \n| torneio1 = \n| conquista1 = \n| recorde_mundial = \n| recorde_pessoal = \n| esconder =\n| medalhas = \n{{MedalCompetition|[[Jogos da \u00c1sia Oriental]]}}\n{{MedalGold|[[Jogos da \u00c1sia Oriental de 2005|Macau 2005]]|[[Kumite]] +75kg}}\n}}\n'''Cheong Chi Un''' ({{lang-zh|\u5f35\u5fd7\u9060}}; [[Macau]], [[24 de outubro]] de [[1986]]) \u00e9 um [[karateca]] [[macaense]]. Venceu a medalha de ouro nos [[Jogos da \u00c1sia Oriental]] de 2005, realizados em [[Jogos da \u00c1sia Oriental de 2005|Macau]].{{citar livro|t\u00edtulo=IX Livro do Ano \u2013 Cultura e Desporto|ano=2006|editora=Gabinete de Comunica\u00e7\u00e3o Social|local=[[Macau]]|url=http://yearbook.gcs.gov.mo/files/yearbook/2006/myb2006pPA02CH09.pdf|p\u00e1gina=410|cap\u00edtulo=11 medalhas de ouro para Macau}}{{citar web|t\u00edtulo=Dominant China end Games on a high|url=http://www.chinadaily.com.cn/english/doc/2005-11/07/content_491771.htm|obra=[[China Daily]]|data=7 de novembro de 2005|autor=Agence France-Presse|autorlink=Agence France-Presse|l\u00edngua=ingl\u00eas}} Em 2005 foi agraciado com o [[T\u00edtulo Honor\u00edfico de Valor]] pelo [[governo da Regi\u00e3o Administrativa Especial de Macau]] da [[Rep\u00fablica Popular da China]].{{citar web|\u00faltimo=Hau-wah|primeiro=Edmund Ho|t\u00edtulo=Ordem Executiva n.\u00ba 91/2005|url=http://bo.io.gov.mo/bo/i/2005/52/ordem91.asp|obra=[[Imprensa Oficial (Macau)|Imprensa Oficial]]|data=26 de dezembro de 2005|autorlink=Edmund Ho Hau-wah}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Biografias|Desporto|Macau|China}}\n{{Esbo\u00e7o-desportista|Karate}}\n\n[[Categoria:Caratecas]]\n[[Categoria:Naturais de Macau colonial]]"}]},"3348663":{"pageid":3348663,"ns":0,"title":"Bento Caldeira","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia\n|nome = Bento Caldeira\n|imagem = [[Imagem:Bento Caldeira 0001.tif|200px]]\n|legenda = Fotografia de Bento Caldeira apresentada nos livros de sua aut\u00f3ria\n|data_nascimento = 18 de Abril de 1926\n|local_nascimento= [[Santo Aleixo da Restaura\u00e7\u00e3o]]\n|data_morte = [?]\n|local_morte = \n|nacionalidade = [[Imagem:Flag of Portugal.svg|20px]] Portugu\u00eas\n}}\n\n'''Bento Caldeira Caeiro de Almeida''', ou simplesmente '''Bento Caldeira''' ([[Santo Aleixo da Restaura\u00e7\u00e3o]], [[18 de Abril]] de [[1926]] \u2014 [?], [?]), foi um [[m\u00e9dico]] e [[escritor]] portugu\u00eas natural de [[Santo Aleixo da Restaura\u00e7\u00e3o]], aldeia do concelho de [[Moura]].\n\n== Obras ==\n* [[Mem\u00f3rias de um M\u00e9dico (Clinicando no Agro Alentejano)]]{{citar web |url=http://www.wook.pt/ficha/memorias-de-um-medico-clinicando-no-agro-alentejano-/a/id/105363 |publicado=Wook.pt |autor= |obra= |titulo=Mem\u00f3rias de um M\u00e9dico - Wook |data= |acessodata=20 de Agosto de 2011}}(1992)\n* [[Alentejo em Foco - das Abas da Medicina]]{{citar web |url=http://www.wook.pt/ficha/alentejo-em-foco-das-abas-da-medicina/a/id/105328 |publicado=Wook.pt |autor= |obra= |titulo=Alentejo em Foco - Wook |data= |acessodata=20 de Agosto de 2011}} (1993)\n* [[Do Alentejo \u00e0 Patag\u00f3nia]]{{citar web |url=http://www.wook.pt/ficha/do-alentejo-a-patagonia/a/id/10950116 |publicado=Wook.pt |autor= |obra= |titulo=Do Alentejo \u00e0 Patag\u00f3nia - Wook |data= |acessodata=20 de Agosto de 2011}} (1994)\n* [[Mostarda Alentejana]]{{citar web |url=http://www.wook.pt/ficha/mostarda-alentejana/a/id/105334 |publicado=Wook.pt |autor= |obra= |titulo=Mostarda Alentejana - Wook |data= |acessodata=20 de Agosto de 2011}}(1995)\n* [[Aldeia Her\u00f3ica - Santo Aleixo da Restaura\u00e7\u00e3o]]{{citar web |url=http://www.edi-colibri.pt/Detalhes.aspx?ItemID=392 |publicado=Edi-colibri.pt |autor= |obra= |titulo=Aldeia Her\u00f3ica: Santo Aleixo da Restaura\u00e7\u00e3o - S\u00edtio da internet da Edi\u00e7\u00f5es Colibri |data= |acessodata=20 de Agosto de 2011}} (1997)\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{biografias}}\n{{Santo Aleixo da Restaura\u00e7\u00e3o}}\n\n{{portal3|Medicina|Literatura|Portugal}}\n\n[[Categoria:Santo Aleixo da Restaura\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:M\u00e9dicos de Portugal]]\n[[Categoria:Escritores de Portugal]]"}]},"5001916":{"pageid":5001916,"ns":0,"title":"Guido de Dramelay","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Guido (II) de Dramelay''' ({{langx|fr|''Guy de Dramelay''}}; m. 1285/1286) foi o terceiro [[bar\u00e3o de Chalandritza]] no [[Principado da Acaia]] na [[Latinocracia|Gr\u00e9cia franca]], e tamb\u00e9m [[bailio]] do principado em 1282\u201385.\n\n== Vida ==\n\nGuido foi um descendente da fam\u00edlia Dramelay (ou Trimolay, Tremolay) da [[Dramelay|vila hom\u00f4nima]] da [[Borgonha]], que havia retido a [[Baronia de Chalandritza]] desde 1209, quando um \"G. de Dramelay\" (possivelmente \"Guido\", que neste caso seria Guido I) \u00e9 atestado entre os signat\u00e1rios do [[Tratado de Sapienza]]. Muitos historiadores mais antigos, seguindo [[Jean Alexandre Buchon]] e [[Karl Hopf]], consideraram [[Aldeberto de la Tr\u00e9mouille]] como primeiro bar\u00e3o.{{harvref|Bon|1969|p=107, 459}} Seu sucessor, [[Roberto de Dramelay|Roberto]], \u00e9 atestado ca. 1230. Foi ele que construiu o castelo de Chalandritza, segundo as vers\u00f5es grega e italiana da ''[[Cr\u00f4nica da Moreia]]''. Ele foi, por sua vez, sucedido por seu filho Guido (II).{{harvref|Bon|1969|p=107, 459}}\n\nA vers\u00e3o aragonesa da cr\u00f4nica, por outro lado, relata uma hist\u00f3ria completamente diferente, segundo a qual o castelo de Chalandritza foi constru\u00eddo pelo [[bar\u00e3o de Patras]] [[Conrado de Aleman]], e que ele e outros territ\u00f3rios, compreendendo oito feudos de cavaleiros, foram adquiridos em torno de 1259 pelo [[pr\u00edncipe da Acaia|pr\u00edncipe]] [[Guilherme II de Vilearduin]] e concedidos ao cavaleiro chamado Guido de Dramelay, que havia recentemente chegado na [[Moreia (regi\u00e3o)|Moreia]]. Embora de outro modo confi\u00e1vel, a vers\u00e3o aragonesa \u00e9 considerada err\u00f4nea nesta afirma\u00e7\u00e3o.{{harvref|Bon|1969|p=107\u2013108}}\n\nO mandato de Guido como bar\u00e3o \u00e9 relativamente obscuro. Em 1280, sabe-se que teria aumentado a baronia ao adquirir territ\u00f3rios vizinhos como partes de [[Lisareia]] ou o feudo e [[Mit\u00f3polis]].{{harvref|Bon|1969|p=106 nota 2, 161, 459}} Em novembro de 1282, Guido foi nomeado bailio do principado pelo [[rei de N\u00e1poles]] no lugar de [[Narjot de Toucy]], cujos deveres como almirante do reino n\u00e3o permitiam-o assumir o posto. Guido reteve a posi\u00e7\u00e3o at\u00e9 1285, quando foi substitu\u00eddo pelo [[duque de Atenas]] [[Guilherme I de la Roche]].{{harvref|Bon|1969|p=153, 159, 459}}{{harvref|Longnon|1969|p=261}} Guido morreu logo depois, no final de 1285 ou come\u00e7o de 1286, deixando sua baronia a uma filha de nome desconhecido, que casou-se com [[Jorge I Ghisi]], herdeiro de [[Tinos]] e [[M\u00edconos]].{{harvref|Bon|1969|p=160, 459}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n| antes =[[Roberto de Dramelay]]\n| t\u00edtulo =[[Bar\u00e3o de Chalandritza]]\n| anos =Antes de 1280 \u2013 1285/86\n| depois =[[Jorge I Ghisi]]\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n| antes =[[Narjot de Toucy]]\n| t\u00edtulo =[[Bailio]] [[Casa capetiana de Anjou|angevino]] no [[Principado da Acaia]]\n| anos =1282\u20131285\n| depois =[[Guilherme I de la Roche]]\n}}\n{{Termina caixa}}\n\n{{refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Bibliografia ==\n\n{{refbegin|2}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Bon|nome=Antoine|t\u00edtulo=La Mor\u00e9e franque. Recherches historiques, topographiques et arch\u00e9ologiques sur la principaut\u00e9 d\u2019Acha\u00efe|ano=1969|local=Paris|editora=De Boccard|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Longnon|nome=Jean|t\u00edtulo=A History of the Crusades, Volume II: The Later Crusades, 1189\u20131311|ano=1969|cap\u00edtulo=The Frankish States in Greece, 1204\u20131311|editor=Wolff, Robert Lee; Hazard, Harry W.|editora=University of Wisconsin Press|p\u00e1ginas=234\u2013275|ref=harv}}\n\n{{refend}}\n\n[[Categoria:Bar\u00f5es de Chalandritza]]\n[[Categoria:Franceses do s\u00e9culo XIII]]"}]},"1355213":{"pageid":1355213,"ns":0,"title":"Sunnyside-Tahoe City","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{geocoordenadas|39_9_0_N_120_8_59_W_region:US_type:city(1761)_zoom:13|39\u00b0 9' N, 120\u00b0 8' W}}\n{{Info/Localidade dos Estados Unidos\n|nome = Sunnyside-Tahoe City\n|imagem = Tahoecity.jpg\n|imagem_legenda = \n|estado = Calif\u00f3rnia\n|condado = [[Condado de Placer]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 1761\n|data_pop = 2000\n|\u00e1rea = 8.8\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 0.0\n|latG = 39\n|latM = 9\n|latS = 0\n|latP = N\n|lonG = 120\n|lonM = 8\n|lonS = 59\n|lonP = W\n|altitude = \n|c\u00f3digoFIPS = 76015\n|tipo = Regi\u00e3o censit\u00e1ria\n|mapa_detalhado= \n}}\n'''Sunnyside-Tahoe City''' \u00e9 uma [[Regi\u00e3o censit\u00e1ria|Regi\u00e3o censo-designada]] localizada no [[Estados dos Estados Unidos|estado]] [[Estados Unidos|americano]] da [[Calif\u00f3rnia]], no [[Condado de Placer]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] americano de 2000, a sua popula\u00e7\u00e3o era de 1761 [[habitante]]s.{{citar web |url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |titulo=U.S. Census Bureau. Census 2000 Summary File 1 |acessodata=2007-10-10 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |arquivodata=2010-01-11 |urlmorta=yes }}\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de 8,8 km\u00b2, dos quais 8,8 km\u00b2 cobertos por terra e 0,0 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[Raio (geometria)|raio]] de 24 km ao redor de Sunnyside-Tahoe City.\n
\n[[Ficheiro:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Ficheiro:Map pointer black.svg|20px|Sunnyside-Tahoe City]]'''Sunnyside-Tahoe City'''}}\n{{Image label|x=0.567|y=0.420|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidade com 1539 habitantes (2000).]] [[Dollar Point (Calif\u00f3rnia)|Dollar Point]] (6 km) }}\n{{Image label|x=0.705|y=0.310|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|14px|Localidade com 4037 habitantes (2000).]] [[Kings Beach (Calif\u00f3rnia)|Kings Beach]] (15 km) }}\n{{Image label|x=0.663|y=0.300|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidade com 1668 habitantes (2000).]] [[Tahoe Vista (Calif\u00f3rnia)|Tahoe Vista]] (14 km) }}\n{{Image label|x=0.413|y=0.100|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|18px|Localidade com 13864 habitantes (2000).]] [[Truckee]] (22 km) }}\n{{Image label|x=0.824|y=0.300|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|16px|Localidade com 9952 habitantes (2000).]] [[Incline Village-Crystal Bay (Nevada)|Incline Village-Crystal Bay]] (20 km) }}\n{{Image label|x=0.830|y=0.817|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidade com 1649 habitantes (2000).]] [[Zephyr Cove-Round Hill Village (Nevada)|Zephyr Cove-Round Hill Village]] (24 km) }}\n
{{limpar|left}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Sunnyside-Tahoe-City|California}}\n{{commons|Sunnyside-Tahoe City, California}}\n{{commonscat|Sunnyside-Tahoe City, California}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Condado de Placer}}\n{{Calif\u00f3rnia}}\n{{esbo\u00e7o-geoeua}}\n{{Portal3|Geografia|Calif\u00f3rnia|Estados Unidos}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Regi\u00f5es censit\u00e1rias da Calif\u00f3rnia]]\n[[Categoria:Localidades do condado de Placer]]"}]},"140845":{"pageid":140845,"ns":0,"title":"Pu\u00e9rtolas","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento/Espanha|mun\n|nome = Pu\u00e9rtolas\n|num = 189\n|prov\u00edncia = [[Huesca (prov\u00edncia)|Huesca]] \n|comun_aut = [[Arag\u00e3o]]\n|imagem = 116.Pu\u00e9rtolas - plano cheneral.jpg\n|bandeira =\n|bras\u00e3o =\n|funda\u00e7\u00e3o =\n|\u00e1rea = 99.72\n|altitude =\n|popula\u00e7\u00e3o = 227\n|censo = 2007\n|densidade = 2,25\n|coord_t\u00edtulo =s\n|latd=42 |latm=32 |lats=53 \n|longd=0 |longm=7 |longs=57 |longEW=E\n|alcaide =\n|alcaide_ano=\n|gent\u00edlico =\n|cp =\n|website =\n}}\n'''Pu\u00e9rtolas''' \u00e9 um [[Munic\u00edpios da Espanha|munic\u00edpio]] da [[Espanha]] na [[Prov\u00edncias da Espanha|prov\u00edncia]] de [[Huesca (prov\u00edncia)|Huesca]], [[Comunidades aut\u00f3nomas da Espanha|comunidade aut\u00f3noma]] de [[Arag\u00e3o]], de \u00e1rea 99,72 [[quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]] com popula\u00e7\u00e3o de 227 habitantes (2007) e [[densidade populacional]] de 2,25 hab/km\u00b2.{{citar web|URL=http://www.ine.es/jaxi/menu.do?type=pcaxis&path=%2Ft20%2Fe260%2Fa2011%2F&file=pcaxis&N=&L=0|t\u00edtulo=Censo 2011|publicado=[[Instituto Nacional de Estat\u00edstica (Espanha)]]|acessodata=2013-12-30|arquivourl=https://web.archive.org/web/20120215081451/http://www.ine.es/jaxi/menu.do?type=pcaxis&path=%2Ft20%2Fe260%2Fa2011%2F&file=pcaxis&N=&L=0|arquivodata=2012-02-15|urlmorta=yes}}\n\n== Demografia ==\n{{Evolu\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica\n|t\u00edtulo= Varia\u00e7\u00e3o [[demografia|demogr\u00e1fica]] do munic\u00edpio entre 1991 e 2004|cor_ano= #C0C0C0\n|ano1=1991 |ano2=1996 |ano3=2001 |ano4=2004\n|pop1=205 |pop2=219 |pop3=214 |pop4=224\n}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Espanha/Arag\u00e3o/Huesca}}\n{{Portal3|Arag\u00e3o|Espanha}}\n{{esbo\u00e7o-munic\u00edpios-es}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios de Huesca (prov\u00edncia)]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios por nome de Arag\u00e3o]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Espanha por nome]]\n[[Categoria:Localidades de Huesca (prov\u00edncia)]]\n[[Categoria:Localidades de Arag\u00e3o]]\n[[Categoria:Localidades da Espanha]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:116.Pu\u00e9rtolas - plano cheneral.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Coat of Arms of Huesca Province.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Espa\u00f1aLoc.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Aragon.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Huesca (province).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Spain.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Map pointer.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Spain flag waving icon.svg"}]},"2425265":{"pageid":2425265,"ns":0,"title":"Antropoceno","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Holoceno}}\n'''Antropoceno''' (ou '''Antropoc\u00e9nico''' em portugu\u00eas europeu) \u00e9 um termo usado por alguns cientistas para descrever o per\u00edodo mais recente na hist\u00f3ria do [[Planeta Terra]]. Ainda n\u00e3o h\u00e1 data de in\u00edcio precisa e oficialmente apontada, mas muitos consideram que come\u00e7a no final do [[S\u00e9culo XVIII]], quando as atividades humanas come\u00e7aram a ter um impacto global significativo no [[clima]] da Terra e no funcionamento dos seus [[ecossistemas]]. Esta data coincide com a aprimora\u00e7\u00e3o do [[Motor a vapor]] por [[James Watt]] em [[1784]]. Outros cientistas consideram que o Antropoceno come\u00e7a mais cedo, como por exemplo no advento da agricultura. As tentativas de data\u00e7\u00e3o precisa revelam, por\u00e9m, o problema do necess\u00e1rio distanciamento hist\u00f3rico na pondera\u00e7\u00e3o de eventos e grandezas relevantes para a [[escala de tempo geol\u00f3gico]]. Um hipot\u00e9tico observador distanciado milh\u00f5es de anos no futuro poder\u00e1, munido de suficiente informa\u00e7\u00e3o, melhor determinar uma data e uma tipologia para o Antropoceno. Perante o alcance das consequ\u00eancias da a\u00e7\u00e3o do Homem na evolu\u00e7\u00e3o do [[Terra|Planeta Terra]], o Antropoceno poder\u00e1 ser reconhecido e classificado, por exemplo, como um novo [[Per\u00edodo geol\u00f3gico|per\u00edodo]] ou [[era geol\u00f3gica]]. Nesta perspectiva, \u00e9 plaus\u00edvel apontar o seu in\u00edcio a partir do surgimento do ''[[Homo sapiens]]''.\n[[Ficheiro:Earth's City Lights by DMSP, 1994-1995 (large).jpg|thumb|350px|A Terra \u00e0 noite, uma imagem nocturna ajustada do mundo durante o antropoceno.]]\n\n==Etimologia==\n[[Ficheiro:Paul_Crutzen.jpg|thumb|200px|[[Paul Crutzen]], vencedor do [[Nobel de Qu\u00edmica]] de 1995, foi um dos cientistas que popularizou o conceito de \"Antropoceno\".]]\n[[Ficheiro:Barley field-2007-02-22(large).jpg|thumb|200px|A agricultura \u00e9 uma das atividades humanas que impactam significativamente no ambiente. Na foto, um campo de [[cevada]] em the Palouse, Estados Unidos.]]\nO termo Antropoceno \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes das palavras em grego ''anthropo''- (\u1f04\u03bd\u03b8\u03c1\u03c9\u03c0\u03bf\u03c2){{citar web |url=http://www.perseus.tufts.edu/hopper/morph?l=a%29%2Fnqrwpos&la=greek#lexicon |t\u00edtulo=Greek Word Study Tool |acessodata=2014-09-09}}\n que significa \"humano\" e -''ceno'' que significa \"novo\". Todas as \u00e9pocas da [[Era Cenoz\u00f3ica]] terminam em -ceno.\n\nO bi\u00f3logo [[Eugene F. Stoermer]] originalmente cunhou o termo,Baima, Cesar [http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/a-aurora-do-antropoceno-era-dos-humanos-15065680 A aurora do \u2018Antropoceno\u2019, a era dos humanos] Jornal O Globo Online, 16/01/2015 mas foi o qu\u00edmico vencedor do [[Pr\u00eamio Nobel]] [[Paul Crutzen]] que independentemente o reinventou e popularizou. Stoermer escreveu, \"eu comecei a usar o termo 'antropoceno' na d\u00e9cada de 1980, mas nunca formalizei at\u00e9 ser contatado pelo Paul\".{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Steffen |primeiro =Will |\u00faltimo2 =Grinevald |primeiro2 =Jacques |\u00faltimo3 =Crutzen |primeiro3 =Paul |\u00faltimo4 =McNeill |primeiro4 =John |ano=2011 |t\u00edtulo=The Anthropocene: conceptual and historical perspectives |url=ftp://ftp.iluci.org/Evan/GEOG415/Reading_Assignments/Anthropocene.pdf |peri\u00f3dico=Phil. Trans. R. Soc. A |volume=369 |p\u00e1ginas=843 |acessodata=31-12-2014}} Crutzen explicou, \"Eu estava numa confer\u00eancia onde algu\u00e9m disse alguma coisa sobre o [[Holoceno]]. De repente, eu pensei que isso estava errado. O mundo mudou demais. Ent\u00e3o eu disse: 'N\u00e3o, n\u00f3s estamos no Antropoceno'. Eu criei a palavra no calor do momento. Todos se chocaram. Mas ela parece ter ficado.\"{{citar livro|autor =Pearce, Fred |autorlink =Fred Pearce|t\u00edtulo=With Speed and Violence: Why Scientists fear tipping points in Climate Change |publicado=Beacon Press |local=[Malaysia?] |ano=2007 |p\u00e1gina=21 |isbn=0-8070-8576-6 }} O termo foi usado pela primeira vez em uma publica\u00e7\u00e3o em 2000 por Crutzen e Stoermer em um informativo do [[Programa Internacional da Geosfera-Biosfera]].{{citar peri\u00f3dico|autor =Crutzen, P. J., and E. F. Stoermer |t\u00edtulo=The 'Anthropocene' |peri\u00f3dico=Global Change Newsletter |volume=41 |p\u00e1ginas=17\u201318 |ano=2000 }}\n\nAinda em 1873, o ge\u00f3logo italiano [[Antonio Stoppani]] reconheceu o aumento do poder e do efeito da humanidade nos sistemas da Terra e se referiu a uma 'era antropozoica'.{{citar peri\u00f3dico |\u00faltimo=Crutzen |primeiro=P. J. |t\u00edtulo=Geology of mankind |peri\u00f3dico=Nature |volume=415 |ano=2002 |p\u00e1ginas=23 |url=http://academics.eckerd.edu/instructor/carlsopr/Papers/Anthropocene.pdf |doi=10.1038/415023a |pmid=11780095 |n\u00famero=6867 |bibcode=2002Natur.415...23C |acessodata=2015-01-23 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20120305010405/http://academics.eckerd.edu/instructor/carlsopr/Papers/Anthropocene.pdf |arquivodata=2012-03-05 |urlmorta=yes }} Um termo similar, ''Homogenoceno'' (do grego antigo: [[wikt:homo|homo-]], ''mesmo'', [[wikt:geno|geno-]], ''tipo'', ''kainos-'', e [[wikt:ceno|-ceno]], ''novo'' [per\u00edodo]), foi usado pela primeira vez por Michael Samways em seu primeiro artigo editorial no ''Journal of Insect Conservation'' (1999) intitulado, \"Translocating fauna to foreign lands: here comes the Homogenocene\".{{citar peri\u00f3dico\n|autor =Samways M |peri\u00f3dico=Journal of Insect Conservation\n|volume=3 |n\u00famero=2 |p\u00e1ginas=65\u20136 |data=junho de 1999\n|doi=10.1023/A:1017267807870\n|t\u00edtulo= Translocating fauna to foreign lands: here comes the Homogenocene\n| url = http://www.springerlink.com/content/g2wwg0gr8m743852/fulltext.pdf\n}} Samways utilizou o termo para definir nossa \u00e9poca geol\u00f3gica atual, na qual a [[biodiversidade]] est\u00e1 diminuindo e os [[ecossistemas]] ao redor do globo se tornaram mais similares uns aos outros. O termo foi usado por John L. Curnutt em 2000 em ''Ecology'', em uma pequena lista intitulada, \"A Guide to the Homogenocene\".{{citar peri\u00f3dico\n|autor=Curnutt J. L.\n|peri\u00f3dico=Ecology\n|volume=81\n|n\u00famero=6\n|p\u00e1ginas=1756\u20137\n|data=junho de 2000\n|t\u00edtulo=Book Review: A Guide to the Homogenocene\n|url=http://www.esajournals.org/doi/abs/10.1890/0012-9658%282000%29081%5B1750%3ATIOAIO%5D2.0.CO%3B2\n|doi=10.1890/0012-9658(2000)081[1756:AGTTH]2.0.CO;2\n|issn=0012-9658\n}}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} [[Andrew Revkin]] cunhou o termo ''Antroceno'' em seu livro ''Global Warming: Understanding the Forecast'' (1992),{{citar livro\n |t\u00edtulo=Global Warming: Understanding the Forecast\n |primeiro =Andrew C.\n |\u00faltimo =Revkin\n |publicado=Abbeville Press, Incorporated\n |ano=1992\n |isbn=1558593136\n}}\n no qual escreve, \"n\u00f3s estamos entrando em uma era que pode um dia ser referida como, poderia dizer, o Antroceno. No final das contas, \u00e9 uma era geol\u00f3gica de nossa pr\u00f3pria autoria.\" O nome evoluiu para \"Antropoceno\", que geralmente \u00e9 considerado como um termo t\u00e9cnico mais apropriado.{{citar livro|autor =Revkin, A. |t\u00edtulo= The \"Anthrocene\" era of a human-shaped Earth |ano=1992}}\n\n==Efeitos da atividade humana==\n\n===Biodiversidade===\n[[Ficheiro:Speciesextinctions.jpg|thumb|200px|Extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies (em milhares por ano).]]\nMuitas esp\u00e9cies foram extintas devido ao impacto humano. A maioria dos especialistas concorda que as atividades humanas t\u00eam acelerado a [[Extin\u00e7\u00e3o|taxa de extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies]]. A taxa exata \u00e9 controversa, sendo muitas vezes situada entre 100 a 1000 vezes a taxa considerada normal.{{citar jornal| url=http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-13335683 |obra=BBC News |t\u00edtulo=Anthropocene: Have humans created a new geological age? |data=10 de maio de 2011}} Em 2010 um estudo publicado na [[Nature]] refere que o [[fitopl\u00e2ncton]] declinou substancialmente nos oceanos do mundo ao longo do s\u00e9culo passado. Desde 1950, biomassa de algas diminuiu cerca de 40%, provavelmente em resposta ao [[aquecimento do oceano]], sendo que o decl\u00ednio ganhou ritmo nos \u00faltimos anos. Alguns autores postulam que sem impactos humanos a biodiversidade do planeta continuaria a crescer a um ritmo exponencial.{{Carece de fontes|data=abril de 2017}}\n\nInsepar\u00e1vel do decl\u00ednio da biomassa, o problema da paz \u00e9 uma quest\u00e3o central no pensamento de [[guru]]s como [[Jiddu Krishnamurti]] e o [[Dalai Lama]]. \u00c9 tamb\u00e9m preocupa\u00e7\u00e3o maior do reputado fil\u00f3sofo e soci\u00f3logo franc\u00eas [[Edgar Morin]], preocupa\u00e7\u00e3o essa pela primeira vez expressa no seu livro ''Terre-Patrie'' (Terra-P\u00e1tria, de 1993), \u201ca nossa casa e o nosso jardim\u201d, pondo em destaque uma quest\u00e3o com implica\u00e7\u00f5es globais. Artigo em ingl\u00eas de [[Edgar Morin]] intitulado [https://mondediplo.com/2015/10/15supp ''The two humanisms''] (Os dois humanismos), pulicado no jornal [[Le Monde Diplomatique]], outubro 2015 [http://ricardocosta.info HAVING TO BE] \u2013 artigo de [[Ricardo Costa (cineasta)|Ricardo Costa]] resumindo e clarificando o pensamento de [[Edgar Morin]], dezembro 2019 (Ver \u2018Not\u00edcias\u2019 no final do texto) Entrevista em franc\u00eas do jornal [[Le Monde]] [https://www.lemonde.fr/idees/article/2012/11/01/une-polarisation-politique-de-plus-en-plus-preoccupante_1784452_3232.html ''Une polarisation politique de plus en plus pr\u00e9occupante''] (Uma polariza\u00e7\u00e3o cada vez mais preocupante), de [https://www.lemonde.fr/signataires/marc-olivier-bherer/ Marc-Olivier Bherer], novembro 2012 [https://www.bbc.com/portuguese/internacional-50593015 Os americanos que se preparam para um 'apocalipse' causado pela polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica] \u2013 artigo da [[BBC]], 5 de dezembro 2019\n\nNa edi\u00e7\u00e3o aberta de 13 de julho de 2012 do New York Times, o ecologista Roger Bradbury previu o fim da biodiversidade marinha, dizendo que os [[recifes de coral]] est\u00e3o condenados, \"Os recifes de coral ser\u00e3o os primeiros, mas certamente n\u00e3o o \u00faltimo grande ecossistema, a sucumbir ao Antropoceno\".{{citar jornal|url=http://www.nytimes.com/2012/07/14/opinion/a-world-without-coral-reefs.html?src=recg|t\u00edtulo=A World Without Coral Reefs|\u00faltimo =Bradbury|primeiro =Roger|publicado=The New York Times|data=13 de julho de 2012|acessodata=22 de julho de 2012}} Este artigo rapidamente gerou muita discuss\u00e3o entre os ambientalistas e foi refutada no site da [[The Nature Conservancy]], defendendo sua posi\u00e7\u00e3o de proteger os recifes de coral, apesar de impactos humanos continuaram causando quedas de recife.{{citar web|url=http://blog.nature.org/2012/07/coral-reefs-roger-bradbury-stephanie-wear-nature-conservancy/|publicado=nature.org|t\u00edtulo=Coral Reefs: The Living Dead, Or A Comeback Kid?|\u00faltimo=Wear|primeiro=Stephanie|data=20 de julho de 2012|acessodata=22 de julho de 2012|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131112044213/http://blog.nature.org/2012/07/coral-reefs-roger-bradbury-stephanie-wear-nature-conservancy/|arquivodata=2013-11-12|urlmorta=yes}}\n\nDestaca-se tamb\u00e9m uma mudan\u00e7a na variedade de [[animais]], j\u00e1 que \u00e1reas onde v\u00e1rias esp\u00e9cies de [[Vertebrata|animais superiores]] viviam anteriormente foram modificadas para a cria\u00e7\u00e3o de animais que servissem para a alimenta\u00e7\u00e3o humana, diminuindo a diversidade da \u00e1rea; isto \u00e9 especialmente verdade para pastos e [[fazendas marinhas]]. Altera\u00e7\u00e3o similar houve nas regi\u00f5es urbanas, onde alguns animais foram expulsos de seus [[habitat]]s, enquanto outros se adaptaram, tornando-se por vezes [[pragas]].\nA diversidade de [[plantas]] comest\u00edveis e n\u00e3o-comest\u00edveis foi sensivelmente afetada pela sele\u00e7\u00e3o humana, que priorizou alguns poucos [[cultivares]] em detrimento de uma grande diversidade natural; enormes \u00e1reas povoadas com centenas de esp\u00e9cies vegetais diferentes s\u00e3o degradadas para originar planta\u00e7\u00f5es de um s\u00f3 ou de poucos esp\u00e9cimes de plantas, o que tamb\u00e9m afeta a [[fauna]], em um outro plano. [[Biomas]] inteiros s\u00e3o amea\u00e7ados, e processos como [[desertifica\u00e7\u00e3o]] e savaniza\u00e7\u00e3o modificam paisagens de forma agressiva e r\u00e1pida.\n\n===Composi\u00e7\u00e3o da atmosfera===\n[[Ficheiro:Atmosphericco2concentration.jpg|thumb|200px|Concentra\u00e7\u00e3o de di\u00f3xido de carbono atmosf\u00e9rico (em [[Parte por milh\u00e3o|ppm]]).]]\nO aumento do teor de [[di\u00f3xido de carbono]] atmosf\u00e9rico (CO2) na [[atmosfera]] \u00e9 resultante das atividades humanas.[[Kolbert, 2015, p.101-119]] Durante os ciclos glaciais-interglaciais dos \u00faltimos milh\u00f5es de anos, os processos naturais t\u00eam variado CO2 em cerca de 100 ppm (a partir de 180 ppm a 280 ppm). A partir de 2013, as emiss\u00f5es l\u00edquidas antr\u00f3picas de CO2 aumentaram sua concentra\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica por uma quantidade compar\u00e1vel de 280 ppm (Holoceno ou \"equil\u00edbrio\" pr\u00e9-industrial) para aproximadamente 397 ppm. A maior parte deste aumento \u00e9 devido ao manejo de animais para a alimenta\u00e7\u00e3o humana, notoriamente o gado, e \u00e0 queima de [[combust\u00edveis f\u00f3sseis]], como o [[carv\u00e3o]], [[petr\u00f3leo]] e [[metano|g\u00e1s]], embora fra\u00e7\u00f5es menores sejam o resultado da produ\u00e7\u00e3o de [[cimento]] e as mudan\u00e7as de uso do solo (por exemplo, [[desmatamento]]).{{Citar web|t\u00edtulo = ESRL Global Monitoring Division - Global Greenhouse Gas Reference Network|url = http://www.esrl.noaa.gov/gmd/ccgg/trends/global.html|obra = www.esrl.noaa.gov|acessadoem = 2016-01-21|l\u00edngua = ingl\u00eas|primeiro = US Department of Commerce, NOAA, Earth System Research|\u00faltimo = Laboratory}}\n\n=== Mudan\u00e7as do clima ===\nJ\u00e1 somos mais de 7 bilh\u00f5es de seres humanos vivendo e consumindo os recursos da Terra. A queima continuada de [[combust\u00edveis f\u00f3sseis]], como o petr\u00f3leo e o carv\u00e3o, tem sido respons\u00e1vel por um dos impactos mais sens\u00edveis do Antropoceno: o [[aquecimento global]]. O clima est\u00e1 mudando. As geleiras e as calotas polares est\u00e3o derretendo, o n\u00edvel do mar aumentando, e come\u00e7am a ocorrer grandes altera\u00e7\u00f5es no regime de chuvas e nos processos biol\u00f3gicos.{{Carece de fontes|data=abril de 2017}}\n\n=== Altera\u00e7\u00e3o dos rios ===\nNo Antropoceno, o curso dos grandes rios do planeta e o seu padr\u00e3o de sedimenta\u00e7\u00e3o foram amplamente alterados. Barragens, usinas e canais mudaram de forma radical estes caminhos de \u00e1gua. Estamos cada vez mais sujeitos a secas e inunda\u00e7\u00f5es. A disponibilidade de [[\u00e1gua pot\u00e1vel]] atual e futura tamb\u00e9m est\u00e1 em risco, devido ao desperd\u00edcio, \u00e0 falta de manuten\u00e7\u00e3o nas tubula\u00e7\u00f5es e a polui\u00e7\u00e3o de fontes, rios, lagos e aqu\u00edferos. As grandes metr\u00f3poles s\u00e3o as primeiras a sofrer com a crise cr\u00f4nica de \u00e1gua. Em todo o mundo, apenas 4% dos esgotos dom\u00e9sticos s\u00e3o adequadamente tratados, e a maior parte da \u00e1gua utilizada nas resid\u00eancias e nas ind\u00fastrias \u00e9 despejada nos rios sem qualquer tipo de tratamento.{{Carece de fontes|data=abril de 2017}}    \n\n===Elementos tra\u00e7os===\n[[Ficheiro:Upper_Fremont_Glacier.jpg|thumb|200px|Geleira do pico do monte Fremont.]]\nEm termos de [[oligoelemento]]s, h\u00e1 assinaturas distintas deixadas pelas sociedades modernas. Por exemplo, na geleira do monte Fremont, em [[Wyoming]], h\u00e1 uma camada de [[cloro]] presente nos n\u00facleos de gelo que remonta aos programas de testes de armas at\u00f4micas da d\u00e9cada de 1960, bem como uma camada de [[merc\u00fario (elemento qu\u00edmico)|merc\u00fario]] associado \u00e0s [[Usina termoel\u00e9trica|usinas termoel\u00e9tricas]] a carv\u00e3o dos anos 1980.{{Carece de fontes|data=abril de 2017}}\n\n==Limite temporal do antropoceno==\n\n===Teoria do \"Antropoceno Precoce\"===\n\nEmbora suspeite-se que grande parte da mudan\u00e7a ambiental seja uma conseq\u00fc\u00eancia direta da [[Revolu\u00e7\u00e3o Industrial]], William Ruddiman prop\u00f5e que o Antropoceno come\u00e7ou aproximadamente 8.000 anos atr\u00e1s, com o desenvolvimento da [[agricultura]] e das [[Cultura|culturas sedent\u00e1rias]]. Neste ponto, os seres humanos foram dispersos em todos os continentes (exceto a Ant\u00e1rtica), e a [[Revolu\u00e7\u00e3o Neol\u00edtica]] estava em andamento. Durante este per\u00edodo, os seres humanos desenvolveram a agricultura e pecu\u00e1ria para complementar ou substituir o sistema de subsist\u00eancia do tipo ca\u00e7ador-coletor. Tais inova\u00e7\u00f5es foram seguidos por uma onda de extin\u00e7\u00f5es, come\u00e7ando com [[Lista de mam\u00edferos pr\u00e9-hist\u00f3ricos|grandes mam\u00edferos]] e aves terrestres. Esta onda foi impulsionada tanto pela atividade direta dos seres humanos (por exemplo, de [[ca\u00e7a]]) e as consequ\u00eancias indiretas da mudan\u00e7a no [[uso da terra]] para a agricultura.{{Carece de fontes|data=abril de 2017}}\n\nEste per\u00edodo (de 10.000 anos at\u00e9 o presente) \u00e9 normalmente referido como o [[Holoceno]] pelos ge\u00f3logos. Durante maior parte da Holoceno, as popula\u00e7\u00f5es humanas foi relativamente baixa e as suas atividades muito discretas quando comparadas \u00e0 dos \u00faltimos s\u00e9culos. No entanto, muitos dos processos que est\u00e3o alterando o ambiente da Terra j\u00e1 estavam ocorrendo durante este per\u00edodo. No que diz respeito a melhor data de partida para Antropoceno muitas propostas t\u00eam sido criadas. Do passado ao presente, alguns autores consideram o Antropoceno e o Holoceno como o mesmo intervalo de tempo geol\u00f3gico{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= The onset of the Anthropocene |autor = Smith, B.D., and Zeder, M.A. |ano= 2013 |doi= 10.1016/j.ancene.2013.05.001 |peri\u00f3dico= Anthropocene |volume= 4 |p\u00e1ginas= 8\u201313}}{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= Is the Anthropocene really worthy of a formal geologic definition? |autor = Certini, G. and Scalenghe, R. |ano= 2014 |doi= 10.1177/2053019614563840 |peri\u00f3dico= The Anthropocene Review}} outros defendem que o Antropoceno seria apenas o per\u00edodo mais recente.{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= The Anthropocene |autor = Ruddiman, WF. |ano= 2013 |doi= 10.1146/annurev-earth-050212-123944 |peri\u00f3dico= The Annual Review of Earth and Planetary Sciences |volume= 41 |p\u00e1ginas= 45\u201368}} Na verdade, discutindo a hip\u00f3tese de in\u00edcio de Antropoceno, William Ruddiman alega que o Antropoceno, conforme definido pelo impacto humano significativo nas emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, n\u00e3o come\u00e7ou na era industrial, mas h\u00e1 8.000 anos, como antigos agricultores derrubando florestas para o cultivo.{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Mason |primeiro =Betsy |ano=2003 |t\u00edtulo=Man has been changing climate for 8,000 years |peri\u00f3dico=[[Nature (journal)|Nature]] |doi=10.1038/news031208-7 }}{{citar web |url= http://www.newscientist.com/news/news.jspid=ns99994464 |t\u00edtulo= Early farmers warmed Earth's climate |obra= [[New Scientist]] |autor = Adler, Robert |data= 2003-12-11 |acessodata= 2008-02-04 }}{{citar peri\u00f3dico |t\u00edtulo=The anthropogenic greenhouse era began thousands of years ago |url=http://earth.geology.yale.edu/~avf5/teaching/Files_pdf/Ruddiman2003.pdf |autor=Ruddiman, William F. |ano=2003 |doi=10.1023/B:CLIM.0000004577.17928.fa |peri\u00f3dico=[[Climatic Change]] |volume=61 |n\u00famero=3 |p\u00e1ginas=261\u2013293 |acessodata=2015-01-23 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20140416132256/http://earth.geology.yale.edu/~avf5/teaching/Files_pdf/Ruddiman2003.pdf |arquivodata=2014-04-16 |urlmorta=yes }} O trabalho de Ruddiman, por sua vez, foi contestado pelo facto de que a compara\u00e7\u00e3o com a interglacia\u00e7\u00e3o anterior (cerca de 400.000 anos atr\u00e1s) sugere que 16.000 mais anos devem decorrer antes que a atual interglacia\u00e7\u00e3o do Holoceno chegue ao fim, e que, portanto, a hip\u00f3tese antropog\u00eanica precoce \u00e9 inv\u00e1lida. Ruddiman argumenta, para refutar isso, que isso resulta de um alinhamento inv\u00e1lido de recente m\u00e1xima [[insola\u00e7\u00e3o]] com insola\u00e7\u00f5es m\u00ednimas do passado, entre outras irregularidades, o que invalida a cr\u00edtica. Al\u00e9m disso, o argumento de que \"alguma coisa\" \u00e9 necess\u00e1ria para explicar as diferen\u00e7as no Holoceno \u00e9 desafiado por pesquisas recentes que mostram que todos os per\u00edodos interglaciais s\u00e3o diferentes.{{citar web | url=http://www.nature.com/ngeo/journal/v2/n11/abs/ngeo660.html | t\u00edtulo=Interglacial diversity, Nature Geoscience 2, 751 - 755 (2009) }}\n\nContudo, considerando que h\u00e1 8 mil anos o planeta sustentada alguns milh\u00f5es de pessoas e ainda assim era fundamentalmente intocado,{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= Modelling prehistoric land use and carbon budgets: A critical review |autor = Boyle, J. F., Gaillard, M.-J., Kaplan, J. O. and Dearing, J. A. |ano= 2011 |doi= 10.1177/0959683610386984 |peri\u00f3dico= The Holocene}} \u00e9 uma constata\u00e7\u00e3o que serve como base para a afirma\u00e7\u00e3o de que uma data para o termo \"Antropoceno Precoce\" n\u00e3o leva em conta os impactos humanas mais substanciais na Terra.{{Carece de fontes|data=abril de 2017}}\n\n===Revolu\u00e7\u00e3o industrial===\nCrutzen prop\u00f4s a [[Revolu\u00e7\u00e3o Industrial]] como o in\u00edcio do Antropoceno.{{citar peri\u00f3dico |\u00faltimo=Crutzen |primeiro=P. J. |t\u00edtulo=Geology of mankind |peri\u00f3dico=Nature |volume=415 |ano=2002 |p\u00e1ginas=23 |url=http://academics.eckerd.edu/instructor/carlsopr/Papers/Anthropocene.pdf |doi=10.1038/415023a |pmid=11780095 |n\u00famero=6867 |bibcode=2002Natur.415...23C |acessodata=2015-01-23 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20120305010405/http://academics.eckerd.edu/instructor/carlsopr/Papers/Anthropocene.pdf |arquivodata=2012-03-05 |urlmorta=yes }} Embora seja evidente que a Revolu\u00e7\u00e3o Industrial marcou o in\u00edcio de um impacto humano global sem precedentes no planeta,{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= Industry, environment and health through 200 years in Manchester |autor = Douglas, I., Hodgson, R. and Lawson, N. |ano= 2002 |doi= 10.1016/S0921-8009(02)00029-0 |peri\u00f3dico= Ecological Economics |volume= 41 |n\u00famero= 2 |p\u00e1ginas= 235\u201355}} grande parte da [[Paisagem natural|paisagem da terra]] j\u00e1 havia sido profundamente modificada pelas atividades humanas.{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= The Holocene record |autor = Kirch, P. V. |ano= 2005 |doi= 10.1146/annurev.energy.29.102403.140700 |peri\u00f3dico= Annual Review of Environment and Resources |volume= 30 |n\u00famero= 1 |p\u00e1ginas= 409\u201340}} A datagem do in\u00edcio do um per\u00edodo Antropoceno, por conseguinte, deve ser atribu\u00eddo ao momento em que a [[humanidade]] une-se as outras for\u00e7as ambientais a moldar o planeta. Fazer isso \u00e9 dif\u00edcil, talvez seja mesmo irrealista para identificar um ano zero de uma era Antropoceno. Na verdade, o impacto humano sobre a Terra tem crescido progressivamente, com algumas desacelera\u00e7\u00f5es substanciais. Lovelock prop\u00f5e que o Antropoceno come\u00e7ou com a primeira aplica\u00e7\u00e3o do motor a vapor de [[Thomas Newcomen|Newcomen]], em 1712. At\u00e9 ent\u00e3o, o maior n\u00edvel de energia dispon\u00edvel ao longo da hist\u00f3ria humana havia sido limitada a 1 kW por metro quadrado, a partir do sol.{{Carece de fontes|data=abril de 2017}}\n\n===Antiguidade===\nUm ponto de partida plaus\u00edvel para o Antropoceno poderia ser h\u00e1 cerca de 2 mil anos, o que coincide aproximadamente com o in\u00edcio da fase final do Holoceno, a fase clim\u00e1tica do [[Subatl\u00e2ntico]].{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= Anthropogenic soils are the golden spikes for the Anthropocene |autor = Certini, G. and Scalenghe, R. |ano= 2011 |doi= 10.1177/0959683611408454|peri\u00f3dico= The Holocene|volume= 21 |n\u00famero= 8 |p\u00e1ginas= 1269\u201374}}\n\nNeste momento, o [[Imp\u00e9rio Romano]] abrangia grande parte da [[Europa]], [[Oriente M\u00e9dio]] e [[Norte da \u00c1frica]]. Na [[China]], as dinastias cl\u00e1ssicas estavam florescendo. Os [[Reinos M\u00e9dios da \u00cdndia]] j\u00e1 tinha a maior economia do mundo antigo e medieval. O reinos Napata/Mero\u00edtico se estendia pelos atuais [[Sud\u00e3o]] e [[Eti\u00f3pia]]. Os [[Olmecas]] controlavam a regi\u00e3o central do [[M\u00e9xico]] e da [[Guatemala]], e os povos pr\u00e9-incaicos [[Cultura Chav\u00edn|Chav\u00edn]] se estendia por grandes \u00e1reas do norte do [[Peru]]. Embora muitas vezes afastados uns dos outros e misturados com os ecossistemas de tamponamento, as \u00e1reas diretamente afetadas por essas civiliza\u00e7\u00f5es e outros eram grandes. Al\u00e9m disso, algumas atividades, como a [[minera\u00e7\u00e3o]], implicavam numa forma muito mais generalizada de perturba\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es naturais.{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo=Greenland ice evidence of hemispheric lead pollution two millennia ago by Greek and Roman civilizations |autor = Hong, S., Candelone, J-P., Patterson, C. C. and Boutron C. F. |ano=1994 |doi= 10.1126/science.265.5180.1841 |peri\u00f3dico= Science |volume= 265 |n\u00famero= 5180 |p\u00e1ginas= 1841\u20131843 |pmid=17797222|bibcode = 1994Sci...265.1841H }}\n\n===Marcador===\n[[Ficheiro:FEMA - 16154 - Photograph by Mark Wolfe taken on 09-26-2005 in Mississippi.jpg|thumb|250px|Terraplenagem feita na tentativa de restaurar a praia em [[Biloxi (Mississippi)]] que foi danificada pelo [[furac\u00e3o Katrina]] em 2005.]]\nUm marcador que represente algum impacto substancial dos seres humanos sobre o ambiente como um todo, em escala compar\u00e1vel \u00e0quelas associadas a perturba\u00e7\u00f5es significativas do passado geol\u00f3gico, \u00e9 necess\u00e1rio, em lugar das pequenas altera\u00e7\u00f5es na composi\u00e7\u00e3o da atmosfera.{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= Response to \"The Anthropocene forces us to reconsider adaptationist models of human-environment interactions\" |autor = Zalasiewicz, J., Williams, M., Steffen, W. and Crutzen, P. J. |ano= 2010 |doi= 10.1021/es102062w |peri\u00f3dico= Environmental Science Technology |volume= 44 |n\u00famero= 16 |p\u00e1ginas= 6008|bibcode = 2010EnST...44.6008Z }}{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= Stratigraphy of the Anthropocene |autor = Zalasiewicz, J. et al. |ano= 2011 |doi= 10.1098/rsta.2010.0315 |peri\u00f3dico= Philosophical Transactions of the Royal Society A |volume= 369 |n\u00famero= 1938 |p\u00e1ginas= 1036\u201355|bibcode = 2011RSPTA.369.1036Z }}\n\nUm candidato \u00fatil para este fim \u00e9 a [[pedosfera]], que pode reter a informa\u00e7\u00f5es hist\u00f3rias clim\u00e1tica e geoqu\u00edmica com caracter\u00edsticas que duram s\u00e9culos ou mil\u00eanios.{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= Humanity\u2019s transformation of Earth\u2019s soil: pedology\u2019s new frontier |autor = Richter, D. deB. |ano= 2007 |doi= 10.1097/ss.0b013e3181586bb7 |peri\u00f3dico= Soil Science |volume= 172 |n\u00famero= 12 |p\u00e1ginas= 957\u201367}} A atividade humana est\u00e1 agora firmemente estabelecida como o sexto fator de forma\u00e7\u00e3o do solo.{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= The place of humans in the state factor theory of ecosystems and their soils |autor = Amundson, R. and Jenny, H. |ano= 1991 |peri\u00f3dico= Soil Science |volume= 151 |n\u00famero= 1 |p\u00e1ginas= 99\u2013109 |doi=10.1097/00010694-199101000-00012}} Ela afeta a [[Pedog\u00eanese (solo)|pedog\u00eanese]], quer diretamente, atrav\u00e9s de, por exemplo, [[terraplenagem]], abertura de valas e constru\u00e7\u00e3o de aterro para diversos fins, o enriquecimento de mat\u00e9ria org\u00e2nica de adi\u00e7\u00f5es de esterco ou outros res\u00edduos, o empobrecimento de mat\u00e9ria org\u00e2nica devido ao cultivo continuado, a compacta\u00e7\u00e3o de sobrepastoreio ou, indiretamente, por arraste ou eros\u00e3o, ou ac\u00famulo de poluentes. Solos antropog\u00eanicos s\u00e3o aqueles muito afetados pelas atividades humanas, como a aragem repetida, a adi\u00e7\u00e3o de fertilizantes, a contamina\u00e7\u00e3o, a impermeabiliza\u00e7\u00e3o, ou enriquecimento com artefatos (na Base de Dados Mundial de Refer\u00eancia recursos do solo s\u00e3o classificados como Antrosol e Technosol). Eles s\u00e3o reposit\u00f3rios recalcitrantes de artefatos e propriedades que testemunham o dom\u00ednio do impacto humano e, portanto, parecem ser um marcador confi\u00e1vel do Antropoceno. Alguns solos antropog\u00eanicos deve ser, portanto, vistos como estratos por ge\u00f3logos (Global Boundary Stratotype Section and Point), que s\u00e3o locais onde h\u00e1 sucess\u00f5es estratos com claras evid\u00eancias de um evento mundial, incluindo a apar\u00eancia de f\u00f3sseis distintos.\n\n===A Grande Acelera\u00e7\u00e3o===\nEm estudo publicado por [[Will Steffen]], professor da [[Universidade Nacional da Austr\u00e1lia]] e do [[Centro sobre Resili\u00eancia de Estocolmo]], na Su\u00e9cia, era esperado que fossem encontradas evid\u00eancias de grandes altera\u00e7\u00f5es desde 1750. contudo, um forte aumento aumento nos indicadores s\u00f3 ocorreu a partir de 1950. Segundo ele, essas altera\u00e7\u00f5es seriam evid\u00eancia que entramos em uma nova \u00e9poca geol\u00f3gica, em que o sistema econ\u00f4mico global \u00e9 o principal motor por tr\u00e1s das mudan\u00e7as que a Terra vem sofrendo. \"''\u00c9 dif\u00edcil superestimar a escala e velocidade destas altera\u00e7\u00f5es. No tempo de uma \u00fanica vida a Humanidade se tornou uma for\u00e7a geol\u00f3gica em escala planet\u00e1ria''\".\n\n==Desafios para o futuro==\nAo longo da hist\u00f3ria, a humanidade enfrentou desafios perante o ambiente em n\u00edveis locais e regionais. Atualmente, pesquisa-se evid\u00eancias de base para responder a desafios em \u00e2mbito global. Novas iniciativas de pesquisa buscam evid\u00eancias de que a ci\u00eancia pode responder aos desafios futuros do Antropoceno por meio da [[sustentabilidade]]. \u00c0 medida que o conceito e a consci\u00eancia sobre o Antropoceno se torna conhecido no debate p\u00fablico, espera-se que uma mudan\u00e7a no sistema mundial seja possibilitada a fim de manter a viabilidade das sociedades humanas e mesmo da esp\u00e9cie humana para o futuro.{{Carece de fontes|data=abril de 2017}}\n\n== Na cultura ==\nO conceito de Antropoceno tamb\u00e9m tem recebido uma abordagem das humanidades como filosofia, literatura e arte. No mundo escolarizado, ele tem sido sujeito de cada vez mais aten\u00e7\u00e3o da m\u00eddia especializada,{{citar peri\u00f3dico| volume = 34|n\u00famero= 2|autor = Timothy Clark (ed.)|t\u00edtulo= Special Issue: Deconstruction in the Anthropocene|peri\u00f3dico= Oxford Literary Review|acessodata= 21-07-2014|data= 01-12-2012| url = http://www.euppublishing.com/doi/abs/10.3366/olr.2012.0039}} confer\u00eancias,{{citar confer\u00eancia\n|\u00faltimo = Humanities Research Centre, Australian National University|t\u00edtulo= Anthropocene Humanities: The 2012 Annual Meeting of the Consortium of Humanities Centers and Institutes|local= Canberra, Australia|acessodata= 2014-07-21|data= 13-06-2012| url = http://chcinetwork.org/anthropocene-humanities/}}{{citar confer\u00eancia|\u00faltimo = Rachel Carson Center for Environment and Society at LMU-Munich|coautor= Alexander von Humboldt Transatlantic Network in the Environmental Humanities|t\u00edtulo= Culture and the Anthropocene|local= Munich, Germany|acessodata= 21-07-2014|data= 14-06-2013| url = http://www.carsoncenter.uni-muenchen.de/events_conf_seminars/event_history/2013/2013_conf_ws_sem/130614_cult_anthrop/index.html}} e relatos de disciplinas.{{citar livro|publicado= American Comparative Literature Association|\u00faltimo = Wenzel|primeiro = Jennifer|t\u00edtulo= State of the Discipline Report: Ideas of the Decade|cap\u00edtulo= Climate Change|acessodata= 2014-07-21|data= 2014-03-14|cap\u00edtulourl= http://stateofthediscipline.acla.org/entry/climate-change}} O Antropoceno, a escala de tempo que o acompanha, e suas implica\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas levantam quest\u00f5es sobre o fim da civiliza\u00e7\u00e3o,{{citar jornal|\u00faltimo = Scranton|primeiro = Roy|t\u00edtulo= Learning How to Die in the Anthropocene|obra= New York Times: Opinionator|acessodata= 17-07-2014|data= 10-11-2013| url = http://opinionator.blogs.nytimes.com/2013/11/10/learning-how-to-die-in-the-anthropocene/}} mem\u00f3ria e arquivos,{{citar web|\u00faltimo = Colebrook|primeiro = Claire|t\u00edtulo= The Anthropocene and the Archive|obra= The Memory Network: Exchanges|acessodata= 21-07-2014|data= 27-01-2014| url = http://thememorynetwork.net/the-anthropocene-and-the-archive/}} a extens\u00e3o e os m\u00e9todos da investiga\u00e7\u00e3o human\u00edstica,{{citar web|\u00faltimo = Nowviskie|primeiro = Bethany|t\u00edtulo= digital humanities in the anthropocene|obra= nowviskie.org|acessodata= 10-07-2014|data= 10-07-2014| url = http://nowviskie.org/2014/anthropocene/}} e as respostas emocionais ao \"fim da natureza\".{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo = Ronda|primeiro = Margaret|t\u00edtulo= Mourning and Melancholia in the Anthropocene|peri\u00f3dico= Post45|acessodata= 21-07-2014|data= 10-06-2013| url = http://post45.research.yale.edu/2013/06/mourning-and-melancholia-in-the-anthropocene/}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Antropocentrismo]]\n* [[Extin\u00e7\u00e3o em massa do Holoceno]]\n* [[Fronteiras planet\u00e1rias]]\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Bibliografia ==\n* {{Citar livro|t\u00edtulo = A sexta extin\u00e7\u00e3o: Uma hist\u00f3ria n\u00e3o natural|url = https://books.google.com/books?id=rw0wCgAAQBAJ|editora = Editora Intrinseca|ano = 2015|isbn = 9788580578058|nome = Elizabeth|sobrenome = Kolbert|local = Rio de Janeiro|ref = kolbert}}\n* Steffen, W.; Grinevald, J.; Crutzen, P.; McNeill, J. (2011). [http://rsta.royalsocietypublishing.org/content/369/1938/842.full.pdf+html The Anthropocene: conceptual and historical perspectives.] Philosophical Transactions of the Royal Society A.\n*Pfister, C., \u201cThe 1950s Syndrome and the Transition from a Slow-going to a Rapid Loss of Global Sustainability in Frank Uekoetter, Ed., The Turning Points of Environmental History, Pittsbhurg, 2010\n*McNeill, John, \u201cGlobal Environmental History in the Age of Fossil Fuels\u201d in Mapping the World.webarchive, 2008.\n*Morais, Jo\u00e3o, O antropoceno: os desafios da Mudan\u00e7a Global, Revista Lus\u00f3fona de Humanidades e Tecnologias, n. 11, 2008\n*Steffen, Will; Crutzen, Paul e McNeill, John, \u201cThe Anthropocene: Are Humans Now Overwhelming the Great Forces of Nature\u201d, Ambio, 36 (8), 2007.\n*Steffen, Will; Grinevald, Jacques; Crutzen, Paul e McNeill, John, The Anthropocene: conceptual and historical perspectives, Philosophical Transactions of the Royal Society, 369, 2011.\n*Tickell, C. Societal Responses to the Anthropocene\u201d, Philosophical Transactions of the Royal Society, 369, 2011.\n*Zalasiewicz,J. et al, \u201cAre we now living in the Anthropocene?\u201d, GSA Today, n. 18-2, 2008.\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*Editorial. [http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/Bem-vindos-ao-Antropoceno-e-o-capitalismo-estupido-/6/17005 \"Bem-vindos ao Antropoceno: \u00c9 o capitalismo, est\u00fapido!\"] Carta Maior, 31 de maio de 2011.\n*Baichwal, Jennifer; De Pencier, Nicholas. [https://theanthropocene.org/film/ \"Anthropocene: The Human Epoch.\"] Document\u00e1rio, Canad\u00e1, 2018.\n*Baima, Cesar. [http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/a-aurora-do-antropoceno-era-dos-humanos-15065680 \"A aurora do \u2018Antropoceno\u2019, a era dos humanos\"]. O Globo, 16 de janeiro de 2015.\n*P\u00e1dua, Jos\u00e9 Augusto. \u201c[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142010000100009 As Bases Te\u00f3ricas da Hist\u00f3ria Ambiental]\u201d, Estudos Avan\u00e7ados, 24 (68), 2010.\n*Kolbert, Elizabeth. [http://ngm.nationalgeographic.com/2011/03/age-of-man/kolbert-text \"Enter the Anthropocene\u2014Age of Man\"]. National Geographic, mar\u00e7o de 2011.\n*Falcon-Lang, Howard. [http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-13335683 \"Anthropocene: Have humans created a new geological age?\"] BBC, 11 de maio de 2011.\n*Revkin, Andrew C. [http://dotearth.blogs.nytimes.com/2011/05/11/confronting-the-anthropocene/?_r=0 \"Confronting the \u2018Anthropocene\u2019\"]. The New York Times, 11 de maio de 2011.\n*[http://www.economist.com/node/18744401 \"Confronting the \u2018Anthropocene\u2019\"]. The Economist, 26 de maio de 2011.\n*Programa Internacional da Geosfera-Biosfera (IGBP). [http://www.igbp.net/globalchange/anthropocene.4.1b8ae20512db692f2a680009238.html \"Anthropocene\"]\n*NASA [http://earthobservatory.nasa.gov/GlobalMaps/ Earth Observatory]\n*Esteves, Bernardo. [http://piaui.folha.uol.com.br/materia/esse-mundo-ja-era/ \"Esse mundo j\u00e1 era\"]. Piau\u00ed, outubro de 2014.\n\n{{Portal3|Ci\u00eancia|Biologia|Extin\u00e7\u00e3o|Evolu\u00e7\u00e3o|Eventos atuais}}\n\n{{DEFAULTSORT:Antropoceno}}\n[[Categoria:Geologia hist\u00f3rica]]\n[[Categoria:Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas]]\n[[Categoria:Extin\u00e7\u00e3o de seres vivos]]\n[[Categoria:Polui\u00e7\u00e3o]]"}]},"975138":{"pageid":975138,"ns":0,"title":"Ticapampa (distrito)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"O '''Distrito peruano de Ticapampa''' \u00e9 um dos treze [[distrito]]s que forman a [[Prov\u00edncia de Recuay]], situada em [[Ancash]], pertenecente a Regi\u00e3o de Ancash.{{Citar web|url=http://sige.inei.gob.pe/test/atlas/|titulo=Sistema de Consulta de Centros Poblados|acessodata=2018-05-07|obra=sige.inei.gob.pe|ultimo=Patrick|primeiro=Huanca Quea Froilan Edwin; Llanos Solorzano Jose Antonio;Navarro Montes Carlos Arturo;Quispe Fernandez Ezio Ivan;Rivas Fuentes Rivera Fernando Martin;Velasquez Davila Jimmy}}\n\n==Transporte==\nO distrito de Ticapampa \u00e9 servido pela seguinte rodovia:\n* [[PE-3N]], que liga o distrito de [[La Oroya (distrito)|La Oroya]] ([[Jun\u00edn (regi\u00e3o)|Regi\u00e3o de Jun\u00edn]]) \u00e0 [[Puerto Vado Grande]] ([[Fronteira Equador-Peru]]) no distrito de [[Ayabaca (distrito)|Ayabaca]] ([[Piura (regi\u00e3o)|Regi\u00e3o de Piura]])\n* [[AN-110 (Peru)|AN-110]], que liga a cidade de [[Catac (distrito)|Catac]] ao distrito de [[Huantar (distrito)|Huantar]]https://www.deperu.com/red-vial/amazonas.phphttps://sinia.minam.gob.pe/mapas/mapa-sistema-nacional-carreteras-peruhttp://portal.mtc.gob.pe/transportes/caminos/normas_carreteras/mapas_viales.html\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Ancash]]\n*[[Subdivis\u00f5es do Peru]]\n\n{{Prov\u00edncia de Recuay}}\n\n{{Esbo\u00e7o-geope}}\n[[Categoria:Distritos da prov\u00edncia de Recuay]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Peru (state).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Location of the province Recuay in Ancash.PNG"}]},"2565617":{"pageid":2565617,"ns":0,"title":"Bombina variegata","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n | nome = Yellow-bellied toad\n | estado = LC | estado_sistema = IUCN3.1\n | tend\u00eancia = desconhecida\n | imagem = BombinaVariegataJuv.jpg\n | reino = [[Animalia]]\n | filo = [[Chordata]]\n | classe = [[Amphibia]]\n | ordem = [[Anura]]\n | subordem = [[Archaeobatrachia]]\n | fam\u00edlia = [[Bombinatoridae]]\n | g\u00e9nero = '''''[[Bombina]]'''''\n | esp\u00e9cie = '''''B. variegata'''''\n | binomial = ''Bombina variegata''\n | binomial_autoridade = ([[Carolus Linnaeus|Linnaeus]] 1758)\n}}\n'''''Bombina variegata''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de anf\u00edbio [[anura|anuro]] pertencente \u00e0 fam\u00edlia [[Bombinatoridae]] e ao g\u00e9nero dos [[sapo-de-barriga-de-fogo|sapos-de-barriga-de-fogo]].\n\n== Anatomia ==\n[[Adulto]]: Os machos e f\u00eameas maiores medem entre 35 e 55 mm, sendo por isso bastante pequenos para [[Archaeobatrachia]]. A sua parte superior \u00e9 cinzento-acastanhado, muitas vezes com manchas claras e esbatidas. A sua barriga, incluindo a parte de dentro dos membros e dedos \u00e9 cinzento-azulado a preto-azulado com pintas ou manchas amarelas at\u00e9 alaranjadas brilhantes, normalmente cobrindo mais de metada da barriga. Estes sapos t\u00eam um corpo compacto, embora n\u00e3o t\u00e3o achatado com as suas parentes pr\u00f3ximas ''[[Bombina bombina]]'', e um focinho arredondado. As pupilas s\u00e3o em forma de cora\u00e7\u00e3o e os t\u00edmpanos n\u00e3o s\u00e3o vis\u00edveis. A face tem muitas [[verruga]]s.\n\nA chamamento dos machos pode ser ouvido na fim da Primavera e princ\u00edpio do Ver\u00e3o, com um fraco mas mel\u00f3dico \"uh\u2026 uh\u2026 uh\" a partir dos locais de reprodu\u00e7\u00e3o. Como esta esp\u00e9cie n\u00e3o tem saco vocal, em contraste com ''Bombina bombina'', o seu chamamento \u00e9 bastante suave.\n\n\n\n== Refer\u00eancias ==\n* {{IUCN2006|assessores=Kuzmin ''et al.''|ano=2004|id=54451|t\u00edtulo=Bombina variegata|data=12 de Maio de 2006}}\n* {{tradu\u00e7\u00e3o/ref|en|Yellow-bellied toad|oldid=314892248}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{commons|Bombina_variegata}}\n* {{Link|de|2=http://www.herp.it/SpeciesPages/BombiVarie.htm |3=Algumas fotografias}}\n* {{Link|de|2=http://www.herpetofauna-nrw.de/Arten/2.07Gelbbauchunke.htm |3=Mois fotografias}}\n* {{Link|de|2=http://www.amphibienschutz.de/amphib/gun.htm |3=Pictures from Amphienschutz.de}}\n* {{Link|de|2=http://www.erdkroete.de/gelbbauchunke.htm |3=Caracter\u00edsticas em www.erdkroete.de}}\n* {{Link||2=http://kalerne.net/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=157&Itemid=42 |3=Audio Recordings on Kalerne.net}}\n\n{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n\n{{DEFAULTSORT:Bombina Variegata}}\n[[Categoria:Bombina]]\n[[Categoria:Anf\u00edbios descritos em 1758]]"}]}}}}