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RESCISÃO
escrito em 22 de setembro de 2022

Uma situação não muito confortável numa relação trabalhista é quando ocorre a demissão e o fim do contrato de trabalho. Isso serve tanto para empresa quanto para funcionário. 

Os motivos que levam a essa situação são diversos, mas sempre causa um certo mal-estar. 

Os motivos dos desligamentos são: demissão sem justa causa, demissão por justa causa, pedido de demissão pelo funcionário, acordo mútuo, rescisão indireta e rescisão por culpa recíproca. 

Rescisão

Tipos de Rescisão

 

  • Demissão sem justa causa

 Esse é o término do contrato de trabalho por decisão e iniciativa da empresa. Nesse caso, não precisa ser justificada. Nessa demissão, a empresa pode pedir que o funcionário cumpra ou não o aviso prévio de 30 dias, devendo pagar por esse período na rescisão. 

Além disso, a empresa precisa pagar ao funcionário as férias vencidas + 1/3, férias proporcionais + 1/3, saldo de salário, 13º salário proporcional e multa de 40% sobre o FGTS. 

Neste tipo de rescisão, o trabalhador também poderá pedir o seguro-desemprego. 

 

  • Demissão por justa causa

 Essa demissão é feita em razão da má conduta ou faltas graves cometidas pelo funcionário. Essas faltas podem ser agressão física, roubo, furto, assédio, entre outros. 

Com isso, o funcionário perde boa parte dos direitos que receberia se fosse demitido sem justa causa. 

Nessa demissão por justa causa, o funcionário terá direito apenas às férias vencidas e o saldo de salário. 

 

  • Pedido de demissão pelo funcionário

 A demissão também pode ocorrer pela vontade do próprio funcionário. Também não é necessário se justificar. 

Dentre as verbas rescisórias, o funcionário deve receber as férias vencidas + 1/3, férias proporcionais + 1/3, saldo salário, 13º salário proporcional. 

Ainda, receberá o período de aviso prévio de 30 dias, caso a empresa opte pelo funcionário cumprir esse prazo. Se a empresa não optar, ela também não precisa pagar por esse período. O funcionário não tem direito a multa do FGTS e nem o saque, além de não o receber o seguro – desemprego. 

 

  • Acordo Mútuo

 Até então, essa era uma prática ilegal, em que as empresas e funcionários faziam uma falsa demissão para que funcionário pudesse sacar o FGTS, mas devolvendo a multa à empresa. 

Desde a reforma trabalhista em 2017, é possível a rescisão por acordo entre o funcionário e a empresa, mas ainda é diferente da prática ilegal. 

Nesse caso, o funcionário deve receber o saldo de salário, metade do aviso prévio, ferias vencidas + 1/3, ferias proporcionais + 1/3 ,13º salário proporcional e a multa de 20% sobre o FGTS. 

Contudo, não tem direito ao seguro-desemprego e só pode sacar 80% do saldo FGTS. 

 

  • Rescisão Indireta

Essa rescisão deve ser pedida pelo funcionário na Justiça do Trabalho, nos casos em que são cometidas faltas graves pela empresa. São vários motivos que podem levar o funcionário a pedir a sua rescisão, por exemplo, o assédio moral e sexual, situações discriminatórias, entre outras. 

 

  • Rescisão por culpa recíproca

 Essa forma de término de contrato de trabalho também deve ser pedida na Justiça, quando ocorre infrações pelo funcionário e pela empresa. Assim, quando uma das partes iniciar o processo, a Justiça pode ter o entendimento que houve falha dos dois lados. 

Dessa forma, a Justiça vai condenar as duas partes e determinar a rescisão por culpa recíproca do funcionário e da empresa. Como ficam as verbas rescisórias neste caso? 

O pagamento da rescisão será dividido pela metade: da multa do FGTS, do aviso prévio,13º salário e férias proporcionais acrescido de 1/3. 

Além disso o funcionário não tem direito ao seguro-desemprego, mas pode sacar o FGTS. 

 

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Em 2013, optou por sair de sua posi\u00e7\u00e3o no banco e se dedicar integralmente aos Doutores da Alegria, atuando como palha\u00e7o Borogod\u00f3 (codinome de Pablo). Nesta ocasi\u00e3o, escreveu um livro que conta sua experi\u00eancia como Doutor da Alegria.\n\n==== Na internet ====\nAtrav\u00e9s da internet, \u00e0 \u00e9poca, conheceu o cantor e compositor Jhama. 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Pablo Bispo, adota linguagem e a realidade dos jovens em suas aulas, incluindo m\u00fasica, redes sociais e atividades l\u00fadicas|data=29-2-2016|acessodata=15-6-2023|website=Espro|arquivourl=http://web.archive.org/web/20171201041346/http://www.espro.org.br/central-de-midia/noticias/boletim-aprendiz/121-boletim-aprendiz-edicao-35/2826-29fev16-e-ai-instrutor-pablo-bispo-adota-linguagem-e-a-realidade-dos-jovens-em-suas-aulas-incluindo-musica-redes-sociais-e-atividades-ludicas|arquivodata=1-12-2017|urlmorta=sim}}\n\n==== Carreira art\u00edstica ====\nO produtor comp\u00f4s diversos hits da atualidade, que foram gravados por artistas como [[Iza (cantora)|Iza]], [[Anitta]], [[Pabllo Vittar]], [[Gloria Groove]], [[Ludmilla]], [[Pedro Sampaio]], [[Preta Gil]], entre outros. No cen\u00e1rio internacional, j\u00e1 realizou trabalhos com [[Major Lazer]], [[Ciara]] e [[Charli XCX]].{{Citar web|ultimo=Oliver|primeiro=Rafael|url=https://www.hypeness.com.br/2020/08/pablo-bispo-o-hitmaker-por-tras-dos-sucessos-de-anitta-ludmilla-iza-vittar-gloria-groove/|titulo=Pablo Bispo: o hitmaker por tr\u00e1s dos sucessos de Anitta, Ludmilla, Iza, Vittar, Gl\u00f3ria Groove|data=2020-08-09|acessodata=2023-06-15|website=Hypeness|lingua=en-US}}{{Citar web|url=https://www.rio2c.com/palestrantes_rio2c/pablo-bispo/|titulo=PABLO BISPO|acessodata=2023-06-15|website=Rio2C - It's all connected|lingua=pt-br}}\n\nAtualmente, Pablo, [[S\u00e9rgio Santos (produtor musical)|S\u00e9rgio Santos]] e Ruxell trabalham juntos como compositores e produtores, sendo conhecidos como \u201cDogz\u201d.{{Citar web|url=https://www.mundodamusicamm.com.br/index.php/comunicacao/item/1007-pablo-bispo-selo-inbraza-som-livre-entrevista-mercado.html|titulo=Pablo Bispo, Produtor Musical: \"o Inbraza surge da necessidade de criar algo novo para o mercado\"|acessodata=2023-06-15|website=www.mundodamusicamm.com.br}}\n\nPablo Bispo tamb\u00e9m faz parte do time de produtores Brabo Music Team, que tamb\u00e9m inclui [[Maffalda]], Rodrigo Gorky, Zebu e Arthur Marques.{{citar web|ultimo=Glauber|primeiro=Willians|url=https://podpop.com.br/PodPOP/quem-e-pablo-bispo-compositor-de-hits-de-anitta-pabllo-vittar-iza/|titulo=Conhecendo Pablo Bispo, coautor de hits de Anitta, Pabllo Vittar, Iza {{!}} mini perfil #1|data=maio de 2019|acessodata=15-6-2023|website=Pod Pop}}\n\n=== Educa\u00e7\u00e3o ===\nPablo Luiz \u00e9 formado em Administra\u00e7\u00e3o na Universidade Est\u00e1cio de S\u00e1.\n\n==Discografia==\n===Como produtor ou compositor===\nAbaixo a lista de composi\u00e7\u00f5es de Pablo Bispo.{{Citar web|url=https://dicionariompb.com.br/artista/pablo-bispo/#obras|titulo=Pablo Bispo - Obras|acessodata=15-6-2023|website=Dicion\u00e1rio Cravo Albin}}\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n! style=\"width:200px;\"| Can\u00e7\u00e3o\n! width=\"35\"| Ano\n! style=\"width:230px;\"| Artista\n! style=\"width:150px;\"| \u00c1lbum\n|-\n|\"[[Essa Mina \u00c9 Louca]]\"\n| align=\"center\" rowspan=\"2\"|2015\n| rowspan=\"2\"|[[Anitta]]\n| align=\"center\" rowspan=\"2\"|''[[Bang (\u00e1lbum de Anitta)|Bang]]''\n|-\n|\"[[Cravo e Canela (can\u00e7\u00e3o)|Cravo e Canela]]\"\n|-\n|\"Eu Sou do Mundo, um Vencedor\"\n| align=\"center\" rowspan=\"5\"|2016\n| rowspan=\"1\"|[[Ronaldinho Ga\u00facho]]\n| align=\"center\"|''Paralimp\u00edadas Rio 2016''\n|-\n|\"[[K.O. (can\u00e7\u00e3o)|K.O.]]\"\n| rowspan=\"3\"|[[Pabllo Vittar]]\n| align=\"center\" rowspan=\"3\"|''[[Vai Passar Mal]]''\n|-\n|\"Pode Apontar\"\n|-\n|\"Indestrut\u00edvel\"\n|-\n|\"Ningu\u00e9m Segura Ela\"\n| rowspan=\"1\"|[[Biel (cantor)|Biel]]\n|rowspan=\"2\" {{n/a}}\n|-\n|\"Cadinho de Amor\"\n| align=\"center\" rowspan=\"8\"| 2017\n| ''[[Carinha de Anjo]]''\n|-\n|\"[[Sua Cara]]\"\n| rowspan=\"1\"|[[Major Lazer]]\n| align=\"center\" rowspan=\"1\"|''[[Know No Better (EP)|Know No Better]]''\n|-\n|\"Solo Seduzente\"\n|Dani Russo\n|{{n/a}}\n|-\n|\"[[Decote (can\u00e7\u00e3o)|Decote]]\n| rowspan=\"1\"|[[Preta Gil]]\n| align=\"center\" rowspan=\"1\"|''Todas as Cores''\n|-\n|\"[[Pesad\u00e3o]]\n| rowspan=\"1\"|[[Iza (cantora)|Iza]]\n| align=\"center\" rowspan=\"1\"|''Dona de Mim''\n|-\n|\"Enquadra\"\n| [[Day & Lara]]\n|rowspan=\"5\" {{n/a}}\n|-\n| \"[[Para\u00edso (can\u00e7\u00e3o)|Para\u00edso]]\"\n| [[Lucas Lucco]] com [[Pabllo Vittar]]\n|-\n| \"Bumbum de Ouro\"\n| [[Gloria Groove]]\n|-\n| \"Lentamente\"\n| rowspan=\"11\" align=\"center\" |2018\n| [[Tchakabum]]\n|-\n| \"Joga Bunda\"\n| [[Aretuza Lovi]] com participa\u00e7\u00e3o de [[Pabllo Vittar]] e [[Gloria Groove]]\n|-\n|\"Parceira\"\n|[[Mulher Pepita]]\n|\n|-\n|\"Ginga\"\n|[[Iza (cantora)|Iza]] e [[Rincon Sapi\u00eancia]]\n| rowspan=\"1\" | ''Dona de Mim''\n|-\n|\"Dona de Mim\"\n|[[Iza (cantora)|Iza]]\n| ''Dona de Mim''\n|-\n|\"Apaga a Luz\"\n| rowspan=\"2\" |[[Gloria Groove]]\n|\n|-\n|\"Coisa Boa\"\n|\n|-\n|\"Arrasta\"\n|[[Gloria Groove]] e [[L\u00e9o Santana]]\n|\n|-\n|\"Seu Crime\"\n|[[Pabllo Vittar]]\n|\n|-\n|\"Loko!\"\n|[[Wanessa Camargo]]\n|\n|-\n|\"Excesso de Gostosura\"\n|[[Preta Gil]]\n|\n|-\n|\"Brisa\"\n| rowspan=\"4\" |2019\n|[[Iza (cantora)]]\n|\n|-\n|\"Yoyo\"\n|[[Gloria Groove]] e [[Iza (cantora)]]\n|\n|-\n|\"[[Garupa]]\"\n|[[Lu\u00edsa Sonza]] e [[Pabllo Vittar]]\n| ''Pandora''\n|-\n|\"S\u00f3 o Amor\"\n|[[Preta Gil]] e [[Gloria Groove]]\n|\n|}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n* [https://www.instagram.com/pablobispo/ Pablo Bispo] no instagram\n{{Refer\u00eancias}}\n[[Categoria:Compositores do Brasil]]"}]},"5687050":{"pageid":5687050,"ns":0,"title":"Persan (Val-d'Oise)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n |nome = Persan\n |regi\u00e3o = \u00cele-de-France\n |departamento = Val-d'Oise\n |arrondissement = Pontoise\n |cant\u00e3o = L'Isle-Adam\n |prefeito = Alain Kasse\n |\u00e1rea = 5.14\n |altitude_min = 24\n |altitude_m\u00e1x = 55\n |latP = N | latG = 49 | latM = 09 | latS = 00\n |lonP = E | lonG = 2 | lonM = 16 | lonS = 00\n |popula\u00e7\u00e3o = 10 790\n |densidade = auto\n |censo = 2014\n |insee = 95487\n |insee_ref = s\n |c\u00f3dpostal = 95340\n |mapa = \n |mapaX = \n |mapaY = \n |lema = \n |escudo = Blason ville fr Persan (Val-d'Oise).svg\n |bandeira = \n |imagem = Persan (95), mairie, avenue Gaston-Vermeire (1).jpg\n |legenda = Mairie de Persan.\n |gent\u00edlico = Persanais\n |website = [http://www.ville-persan.fr/ ville-persan.fr]\n |notas = \n}}\n'''Persan''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] situada no [[Departamentos da Fran\u00e7a|departamento]] de [[Val-d'Oise]], na [[Regi\u00f5es da Fran\u00e7a|regi\u00e3o]] da [[Ilha de Fran\u00e7a]]. Ela forma com as cinco comunas vizinhas a [[unidade urbana de Persan - Beaumont-sur-Oise]].\n\n== Geografia ==\n\n=== Comunas lim\u00edtrofes ===\nPersan tem seis comunas lim\u00edtrofes, duas das quais, [[Chambly (Oise)|Chambly]] e [[Le Mesnil-en-Thelle]], pertencem ao departamento do Oise. A leste est\u00e1 a comuna de [[Bernes-sur-Oise]]. A oeste est\u00e1 a comuna de [[Champagne-sur-Oise]]. Com [[Beaumont-sur-Oise]] e Chambly, Persan comuna forma o centro de uma [[Unit\u00e9 urbaine|unidade urbana]] no sentido do [[Institut national de la statistique et des \u00e9tudes \u00e9conomiques|INSEE]], reunindo seis comunas no total.Code de l'unit\u00e9 urbaine : 00459 ; cf. {{citar web|url=http://www.insee.fr/fr/methodes/nomenclatures/zonages/zone.asp?zonage=UU2010&zone=00459|t\u00edtulo=Composition de l'unit\u00e9 urbaine 2010 de Persan - Beaumont-sur-Oise|website=INSEE|acessodata=24 de novembro de 2011}}. Beaumont e Persan s\u00e3o separadas apenas pela Oise, e a [[Gare de Persan - Beaumont|esta\u00e7\u00e3o por Beaumont]], serve as duas cidades. Al\u00e9m de Beaumont, uma \u00fanica comuna lim\u00edtrofe est\u00e1 localizada na margem esquerda do Oise, [[Mours]], mas o limite da comuna n\u00e3o \u00e9 mais do que 500 m.Communes limitrophes et autres renseignements topographiques selon la carte topographique 1 : 25 000e \u00ab TOP 25 \u00bb de l'IGN, consultable en 3D sur le site {{citar web|url=http://www.geoportail.fr/|t\u00edtulo=Geoportail|acessodata=24 de novembro de 2011}}. Distances mesur\u00e9es par l'outil propos\u00e9 dans le mode de visionnage en 3D.\n\n=== Transportes ===\n[[Ficheiro:Gare_de_Persan_-_Beaumont_02.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|Novo edif\u00edcio de passageiros da esta\u00e7\u00e3o de Persan-Beaumont.]]\nNa [[esta\u00e7\u00e3o de Persan - Beaumont]], duas linhas ferrovi\u00e1rias se cruzam. A primeira \u00e9 a [[Ligne d'\u00c9pinay - Villetaneuse au Tr\u00e9port - Mers|linha de Paris-Nord a Le Tr\u00e9port-Mers]] para [[Esta\u00e7\u00e3o de Beauvais|Beauvais]], onde a oferta consiste de [[TER Picardie]] sem paradas entre Paris e Persan-Beaumont, depois semi-diretos ou omnibus at\u00e9 Beauvais, assim como de trens [[Transilien]] Paris-Nord - Persan-Beaumont. Estes trens da [[linha H do Transilien]] s\u00e3o semi-diretos no [[Hora de ponta|hor\u00e1rio de ponta]], e os trens omnibus o resto do tempo. Eles colocam 42 min, respectivamente, de 45 min para a totalidade do trajeto, enquanto que os TER demoram cerca de 30 min. No entanto, os trens Transilien circulam a cada 30 minutos (com alguns refor\u00e7os no hor\u00e1rio de ponta), e os TER apenas a cada 60 min. A notar a exist\u00eancia de TER adicionais nos hor\u00e1rios de ponta, que s\u00e3o sem paradas entre Paris e [[Gare de Chambly|Chambly]]. A segunda linha que serve a \u00e1rea metropolitana \u00e9 a [[Ligne de Pierrelaye \u00e0 Creil|linha de Pontoise a Creil]], servida unicamente por trens omnibus assegurando um servi\u00e7o de proximidade, notadamente para [[Esta\u00e7\u00e3o de L'Isle-Adam - Parmain|L'Isle-Adam - Parmain]], [[Esta\u00e7\u00e3o de Boran-sur-Oise|Boran-sur-Oise]] e [[Esta\u00e7\u00e3o de Pr\u00e9cy-sur-Oise|Pr\u00e9cy-sur-Oise]]. Esta oferta \u00e9 completada por uma nova linha expressa de \u00f4nibus Mobilien '''CIF''' '''2''' '''100 (3)''' com destino de [[Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle|Roissyp\u00f4le]] para [[Asni\u00e8res-sur-Oise]], [[Viarmes]] e [[Luzarches]], funcionando todos os dias do ano e utiliz\u00e1vel com um \u00fanico ticket t+.\n\n== Topon\u00edmia ==\n''Parcentum'' em 1194, ''Parcench'' em 1237.Hippolyte Cocheris, ''Anciens noms des communes de Seine-et-Oise'', 1874, lan\u00e7ado online pelo [http://www.corpusetampois.com/cls-19-cocheris1874dictionnaire.html Corpus Etampois].\n\n== Hist\u00f3ria ==\n; O Castelo de Persan\n[[Ficheiro:Sch\u00e9ma_perspective_chateau_de_persan_val_oise.jpg|miniaturadaimagem|Esquema de perspectiva sobre o jardim a partir do primeiro andar do castelo de Persan. S\u00e9culo XVIII.]]\nAtualmente desaparecido, o castelo de Persan, e, como muitos castelos da Renascen\u00e7a, refletia a revolu\u00e7\u00e3o intelectual e art\u00edstica do tempo, da busca pela beleza em todas as suas formas.\n\nEm um texto em franc\u00eas antigo, encontrado nas Preuves pour l\u2019Ordre de Malte (Provas para a Ordem de Malta), o castelo \u00e9 descrito da seguinte forma:\n''\u00ab \u2026fort noble et ancien, accompagn\u00e9 de grands cors d\u2019hostels, tours, donjons couverts d\u2019ardoizes, fossez, jardins et parcq o\u00f9 en plusieurs endroits nous avons vu une quantit\u00e9 d\u2019escussons timbr\u00e9s les uns fassez d\u2019argent et d\u2019azur de 6 pi\u00e8ces avec le collier de l\u2019Ordre du Roy que l\u2019on nous a dit estre les Armes de messire Loys de Vaudetar chevalier, seigneur de Pouilly et baron dudit Persan [\u2026]les Armes de Dame Jeanne Boyl\u00e8ve, femme de Messire Roger de Vaudetar bisayeul et bisayeule maternelle (du dit pr\u00e9sent\u00e9) [\u2026] Loys de Vaudetar et Dame Nicola\u00ef son \u00e9pouse [\u2026]\u00bb'' (''\"...forte nobre e antigo, acompanhado de grandes cortes de pousadas, torres, masmorras cobertas de ard\u00f3sias, fossas, jardins e parque onde em v\u00e1rios lugares n\u00f3s vemos uma quantidade de escudetes timbrados a cada faces de prata e de azul de 6 pe\u00e7as com o colar da Ordem do Rei que nos diz que era para ser as Armas de messire Loys de Vaudetar cavaleiro, senhor de Pouilly e bar\u00e3o do dito Persan [...]as Armas de Dame Jeanne Boyl\u00e8ve, esposa de Messire Roger de Vaudetar bisav\u00f4 e bisav\u00f3 maternal (do dito presente) [...] Loys de Vaudetar e Dame Nicola\u00ef sua esposa [...]\"'')\n\nO castelo de Persan, devia certamente haver edif\u00edcios, est\u00e1bulos e estofados para os cavalos, abrigos para as carro\u00e7as, edif\u00edcios para todo o pessoal e para os animais da fazenda, cozinhas, celeiros, pombais, jardins, um parque, todo rodeado por fossos.\n\nO castelo devia ter uma biblioteca contendo livros da \u00e9poca, talvez, dos escritos de [[Fran\u00e7ois Rabelais]], [[Cl\u00e9ment Marot]], [[Michel de Montaigne]], dos poetas de [[La Pl\u00e9iade]]...\n\nAs partes do castelo deviam conter m\u00f3veis finos na moda da \u00e9poca, ornadas com embutidos de policromia, tape\u00e7arias ricas em cores, pinturas, mosaicos, esculturas, toda uma lou\u00e7a em cer\u00e2mica colorida.\n\n== Cultura local e patrim\u00f4nio ==\n=== Lugares e monumentos ===\n\nFile:Persan (95), \u00e9glise Saint-Germain, rue Pierre-Brossolette.jpg|Igreja de Saint-Germain.\nFile:Persan (95), mosqu\u00e9e, avenue Gaston-Vermeire.jpg|Mesquita, perto da prefeitura.\nFile:Persan (95), monument des F.F.I. et F.T.P.F., guerre 1940-44.jpg|Monumento aos mortos da 2\u00aa Guerra Mundial.\nFile:Persan (95), monument Desmortier et Ma\u00eetre, rue du Dr Touati.jpg|Monumento Desmortier e Ma\u00eetre.\n\nFile:Persan (95), nouveau centre culturel, place Salavador-Allende.jpg|O novo centro cultural.\nFile:Persan (95), maison de la Justice et du droit, avenue Gaston-Vermeire.jpg|Casa da Justi\u00e7a e do Direito de Persan.\nPersan (95), bains-douches municipaux.jpg|Os antigos banhos-duchas municipais.\nPersan (95), maisons du d\u00e9but du XXe si\u00e8cle, rue du Docteur Touati.jpg|Alinhamento das casas, do in\u00edcio do s\u00e9culo XX.\n\n\n* Igreja [[Germano de Auxerre|Saint-Germain]], rue Pierre Brossolette: Financiado pelo marqu\u00eas de Persan, foi inaugurado em [[1912]] , e est\u00e1 situado numa \u00e1rea residencial.Cf. {{article|l\u00edngua=fr|primeiro1=M.|autor1=Amiot|primeiro2=Fran\u00e7ois|autor2=Doury|primeiro3=Isabelle|autor3=Gaulon|t\u00edtulo=Le patrimoine des communes du Val-d\u2019Oise|subt\u00edtulo=Persan|publica\u00e7\u00e3o=Collection Le Patrimoine des Communes de France|editor=Flohic \u00c9ditions|local=Paris|volume=I|data=outubro de 1999|p\u00e1ginas=104-107|isbn=2-84234-056-6}} ; p. 106.\n* Mesquita, avenue Gaston-Vermeire, perto da prefeitura.\n* Monumento das [[For\u00e7as Francesas do Interior|F.F.I.]] e [[Francs-tireurs et partisans|F.T.P.F.]], rue du [[Dia da Vit\u00f3ria na Europa|8 de maio de 1945]], perto da ponte do Oise: Este memorial homenageia os membros da [[Resist\u00eancia francesa|Resist\u00eancia]] da regi\u00e3o [[mortos pela Fran\u00e7a]], e, mais geralmente, as v\u00edtimas da [[Segunda Guerra Mundial]] entre os habitantes de Persan. O monumento \u00e0s v\u00edtimas da [[Primeira Guerra Mundial]], inaugurado em 11 de novembro de 1928, se localiza na rue Pierre Brossolette.\n* Monumento Desmortier e Ma\u00eetre, rue du Dr-Touati, perto da ponte do Oise: Este monumento, que assume a forma de [[Monument aux morts|monumentos aos mortos]] habitual, \u00e9 dedicado aos dois patriotas Desmortier e Ma\u00eetre, mortos pelos [[Pr\u00fassia|Prussianos]] em defesa de Parmain em [[1870]], no contexto da [[Guerra Franco-Prussiana|Guerra Franco-Prussiana de 1870]].\n* [[Pombal (edif\u00edcio)|Colombier]], place de la R\u00e9publique.\n* Antigos banhos-duchas municipais, place [[Salvador Allende]]Cf. ''Le patrimoine des communes du Val-d\u2019Oise : Persan'', op. cit., p. 107.: Exemplar caracter\u00edstico deste tipo de equipamento, que datam do [[per\u00edodo entreguerras]] quando a maioria das casas estavam sem banheiro, com um [[mosaico]] [[Art d\u00e9co]], no topo do pavilh\u00e3o central.\n* Alinhamento de seis casas oper\u00e1rias do in\u00edcio do s\u00e9culo XX, rue du Dr-Touati, perto da ponte do Oise.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Esta\u00e7\u00e3o de Persan - Beaumont]]\n* [[Lista de comunas de Val-d'Oise]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [https://web.archive.org/web/20170710100021/http://www.ville-persan.fr/ Site oficial]\n\n[[Categoria:Comunas de Val-d'Oise]]"}]},"2743317":{"pageid":2743317,"ns":0,"title":"Turneria bidentata","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n|cor = pink\n|nome = ''Turneria bidentata''\n|imagem = Turneria bidentata casent0069974 profile 1.jpg\n|imagem_legenda =\n|estado =\n|reino = [[Animalia]]\n|filo = [[Arthropoda]]\n|classe = [[Insecta]]\n|superordem = [[Endopterygota]]\n|ordem = [[Hymenoptera]]\n|subordem = [[Apocrita]]\n|superfam\u00edlia = [[Vespoidea]]\n|fam\u00edlia = [[Formicidae]]\n|subfam\u00edlia = [[Dolichoderinae]]\n|g\u00e9nero = ''[[Turneria]]''\n|esp\u00e9cie = '''''Turneria bidentata'''''\n|binomial = ''Turneria bidentata''\n|binomial_autoridade =Forel, 1895\n|sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Turneria bidentata''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[formiga]] do g\u00eanero ''[[Turneria]]''.{{Citar web|url = https://www.gbif.org/species/5036026 |t\u00edtulo = Turneria bidentata |obra = [[Global Biodiversity Information Facility|Sistema Global de Informa\u00e7\u00e3o sobre Biodiversidade]] |l\u00edngua = en |acessodata = 29 de agosto de 2019}}\n\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n{{Commonscat|Turneria bidentata}}\n\n{{Esbo\u00e7o-formiga}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Dolichoderinae]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies descritas em 1895]]"}]},"6001222":{"pageid":6001222,"ns":0,"title":"Ant\u00f4nio Luz Neto","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Ant\u00f4nio Luz Neto''' ([[Rio de Janeiro]], {{dni|6|8|1969|si}}) \u00e9 um empres\u00e1rio e [[pol\u00edtico]] [[Brasileiros|brasileiro]].\n\nFilho de Alfredo Felipe da Luz Sobrinho e de Henriqueta M. de Magalh\u00e3es Luz. Bisneto de [[Herc\u00edlio Luz]].\n\nNas elei\u00e7\u00f5es de 2002 foi candidato a deputado estadual para a [[Assembleia Legislativa de Santa Catarina]], pelo [[Partido da Social Democracia Brasileira]] (PSDB), obtendo 8.139 votos e ficando como sexto suplente. Foi convocado e tomou posse na [[Lista dos deputados estaduais de Santa Catarina - 15\u00aa legislatura (2003 \u2014 2007)|15\u00aa Legislatura (2003-2007)]], exercendo o cargo por sessenta dias no ano de 2006. Em 2007 assumiu a cadeira do deputado [[Dado Cherem]], licenciado porque foi nomeado Secret\u00e1rio de Estado da Sa\u00fade, na administra\u00e7\u00e3o do governador [[Luiz Henrique da Silveira]].[http://memoriapolitica.alesc.sc.gov.br/biografia/1232-Antonio_Luz_Neto Ant\u00f4nio Luz Neto], Mem\u00f3ria Pol\u00edtica de Santa Catarina, em memoriapolitica.alesc.sc.gov.br\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-pol\u00edticasc}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Deputados estaduais de Santa Catarina]]"}]},"5048969":{"pageid":5048969,"ns":0,"title":"Jaime Pedro Gon\u00e7alves","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Prelado da Igreja Cat\u00f3lica \n |type = Arcebispo\n |nome = Jaime Pedro Gon\u00e7alves\n |fun\u00e7\u00e3o = [[Arcebispo em\u00e9rito]] da [[Arquidiocese da Beira|Beira]]\n |imagem = \n |t\u00edtulo = \n\n |diocese = [[Arquidiocese da Beira]]\n |serv_pastoral = \n |nomea\u00e7\u00e3o = \n |elei\u00e7\u00e3o = \n |entrada = {{dtlink|3|12|1976}}\n |predecessor = [[Ernesto Gon\u00e7alves da Costa]], [[Ordem dos Frades Menores|O.F.M.]]
{{small|(bispo)}}\n |sucessor = [[Claudio Dalla Zuanna]], [[Congrega\u00e7\u00e3o dos Sacerdotes do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus|S.C.J.]]\n |mandato = 1976\u20132012\n\n |diacono_data = \n |diacono_ord = \n |diacono_local =\n |padre_data = {{dtlink|17|12|1967}}\n |padre_local = \n |padre_ord = \n |bispo_nom = {{dtlink|19|12|1975}}\n |bispo_data = {{dtlink|28|3|1976}}\n |bispo_local = Igreja de Macuti\n |bispo_ord = [[Janu\u00e1rio Machaze Nhangumbe]]\n |bispo_lema = \n |bispo_bras\u00e3o = \n |arcebispo_nom = {{dtlink|4|6|1984}}\n |arcebispo_bras\u00e3o =\n\n |nascimento_local = [[Manica]]\n |nascimento_data = {{dni|26|11|1936|si}}\n |morte_local = [[Beira (Mo\u00e7ambique)|Beira]]\n |morte_data = {{nowrap|{{morte|6|4|2016|26|11|1936}}}}\n |nacionalidade = {{MOZn|o}}\n |exercidas = -[[Bispo coadjutor]] da [[Arquidiocese da Beira|Beira]] {{small|(1975-1976)}}
-Bispo da Beira {{small|(1976-1984)}}
-Presidente da [[Confer\u00eancia Episcopal de Mo\u00e7ambique]] {{small|(1976-1986)/(2002-2006)}}
-Presidente do Encontro Inter-regional dos Bispos do Sul da \u00c1frica {{small|(1985-1992)}}\n |t\u00edtulos =-[[Bispo titular]] de ''Ficus'' {{small|(1975-1976)}}\n |ch = goncjp\n}}\n'''Jaime Pedro Gon\u00e7alves''' ([[Manica]], 26 de novembro de 1936 \u2013 [[Beira (Mo\u00e7ambique)|Beira]], 6 de abril de 2016) foi um [[prelado]] [[Mo\u00e7ambicanos|mo\u00e7ambicano]] da [[Igreja Cat\u00f3lica]], [[arcebispo em\u00e9rito]] da [[Arquidiocese da Beira|Beira]].\n\n==Biografia==\nFrequentou o semin\u00e1rio em [[Zobu\u00e9]], prov\u00edncia de Tete, e prosseguiu os estudos em [[Maputo]], [[Namaacha]], [[Canad\u00e1]] e [[Roma]].{{link|2=https://observador.pt/2016/08/22/universidade-catolica-de-mocambique-cria-catedra-com-nome-de-antigo-arcebispo-da-beira/|3=Universidade Cat\u00f3lica de Mo\u00e7ambique cria c\u00e1tedra com nome de antigo arcebispo da Beira|4=Observador, 22.08.2016}}\n\nAp\u00f3s os estudos superiores em educa\u00e7\u00e3o, ci\u00eancias sociais e teologia, recebeu a [[ordena\u00e7\u00e3o presbiteral]] em 17 de dezembro de 1967.Catholic Hierarchy\n\nEm 19 de dezembro de 1975, o [[Papa Paulo VI]] o nomeou como [[bispo coadjutor]] de [[Arquidiocese da Beira|Beira]]. Recebeu a [[ordena\u00e7\u00e3o episcopal]] como [[bispo titular]] de ''Ficus'' em 28 de mar\u00e7o de 1976, na Igreja de Macuti, tendo como sagrante principal [[Janu\u00e1rio Machaze Nhangumbe]], bispo de [[Diocese de Pemba|Porto Am\u00e9lia]], coadjuvado por [[Alexandre Jos\u00e9 Maria dos Santos]], [[Ordem dos Frades Menores|O.F.M.]], [[arcebispo]] de [[Arquidiocese de Maputo|Louren\u00e7o Marques]] e [[Alberto Setele]], [[bispo]] de [[Diocese de Inhambane|Inhambane]].\n\nEm 1976, foi eleito presidente da [[Confer\u00eancia Episcopal de Mo\u00e7ambique]], cargo exercido at\u00e9 1986. Em 3 de dezembro de 1976, sucede como bispo da Beira. Com a eleva\u00e7\u00e3o da diocese da Beira \u00e0 arquidiocese metropolitana, torna-se seu primeiro [[arcebispo]], em 4 de junho de 1984.{{link|la|2=https://www.vatican.va/archive/aas/documents/AAS-76-1984-ocr.pdf|3=Provisio Ecclesiarum|4=AAS LXXVI (1984), p\u00e1g. 914}} No ano seguinte, foi eleito como presidente do Encontro Inter-regional dos Bispos do Sul da \u00c1frica, cargo exercido at\u00e9 1992.{{link|en|2=https://gcatholic.org/dioceses/conference/310.htm|3=Inter-Regional Meeting of Bishops of Southern Africa (I.M.B.I.S.A.)|4=GCatholic.org}}\n\nFoi um dos respons\u00e1veis diretos pela negocia\u00e7\u00e3o e posterior assinatura do [[Acordo Geral de Paz]] de Mo\u00e7ambique, que p\u00f4s fim \u00e0 [[Guerra Civil Mo\u00e7ambicana]]. Foi um dos idealizadores e respons\u00e1veis pela cria\u00e7\u00e3o da [[Universidade Cat\u00f3lica de Mo\u00e7ambique|Universidade Cat\u00f3lica da Beira]].{{link|2=http://www.ucm.ac.mz/?page_id=465|3=Hist\u00f3ria da Universidade Cat\u00f3lica de Mo\u00e7ambique}}\n\nFoi ainda mais uma vez eleito presidente da Confer\u00eancia Episcopal de Mo\u00e7ambique, para o per\u00edodo 2002-2006. Em 21 de maio de 2007, realizou [[visita ad limina|visita ''ad limina'']] ao [[Papa Bento XVI]], em Roma.{{link|it|2=https://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2007/05/21/0274/00722.html|3=Le Udienze, 21.05.2007|4=[[Sala de Imprensa da Santa S\u00e9]]}}\n\nTeve sua ren\u00fancia \u00e0 administra\u00e7\u00e3o pastoral da Arquidiocese da Beira aceite pelo Papa Bento XVI em 14 de janeiro de 2012.{{link|it|2=https://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2012/01/14/0023/00052.html#RINUNCIA%20DELL%E2%80%99ARCIVESCOVO%20DI%20BEIRA%20(MOZAMBICO)%20E%20NOMINA%20DELL%E2%80%99AMMINISTRATORE%20APOSTOLICO%20SEDE%20VACANTE%20ET%20AD%20NUTUM%20SANCTAE%20SEDIS%20DELLA%20MEDESIMA%20ARCIDIOCESI|3=RINUNCIA DELL\u2019ARCIVESCOVO DI BEIRA (MOZAMBICO) E NOMINA DELL\u2019AMMINISTRATORE APOSTOLICO SEDE VACANTE ET AD NUTUM SANCTAE SEDIS DELLA MEDESIMA ARCIDIOCESI |4=[[Sala de Imprensa da Santa S\u00e9]], RINUNCE E NOMINE, 14.01.2012}}\n\nMorreu em 6 de abril de 2016, v\u00edtima de complica\u00e7\u00f5es renais.{{citar web|url=http://www.dn.pt/mundo/interior/morreu-jaime-pedro-goncalves-ex-arcebispo-da-beira-5112541.html|t\u00edtulo=Morreu Jaime Pedro Gon\u00e7alves, ex-arcebispo da Beira|data=6 de abril de 2016|acessodata=7 de abril de 2016}}\n\nRecebeu o t\u00edtulo de ''[[doutor Honoris Causa]]'' da [[Universidade Cat\u00f3lica de Mo\u00e7ambique]], de forma p\u00f3stuma, em 17 de dezembro de 2020.{{citar web|url=https://www.vaticannews.va/pt/africa/news/2020-12/mocambique-ucm-atribui-o-grau-de-doutor-honoris-causa-ao-arcebi.html|t\u00edtulo=UCM atribui o grau de Doutor Honoris Causa ao Arcebispo D. Jaime Gon\u00e7alves|publicado=[[Vatican News]]|data=20.12.2020|acessodata=10.04.2024|autor=Rog\u00e9rio Maduca, R\u00e1dio Pax}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n{{wikiquote}}\n*{{GCatholic|pessoa|6491}}\n*{{Catholic-hierarchy|Jaime Pedro Gon\u00e7alves|goncjp}}\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|t\u00edtulo=[[Imagem:Template-Bishop.svg|50px]]
[[Bispo titular]] de ''Ficus''\n|anos =[[1975]] \u2014 [[1976]]\n|antes =Edward Francis Kelly, [[Mission\u00e1rios do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o|M.S.C.]]\n|depois=Crisostomo Ayson Yalung\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|t\u00edtulo=[[Imagem:Template-Bishop.svg|50px]]
[[Bispo]] da [[Arquidiocese da Beira|Beira]]\n|anos =[[1976]] \u2014 [[1984]]
{{small|Entre [[1975]] e [[1976]], como [[bispo coadjutor]]}}\n|antes =[[Ernesto Gon\u00e7alves da Costa]], [[Ordem dos Frades Menores|O.F.M.]]\n|depois=eleva\u00e7\u00e3o a arquidiocese\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|t\u00edtulo=Presidente da
[[Confer\u00eancia Episcopal de Mo\u00e7ambique]]\n|anos =[[1976]] \u2014 [[1986]]\n|antes =[[Manuel Vieira Pinto]]\n|depois=[[Paulo Mandlate]], [[Congrega\u00e7\u00e3o do Sant\u00edssimo Sacramento|S.S.S.]]\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|t\u00edtulo=[[Imagem:Template-Metropolitan Archbishop.svg|50px]]
[[Arcebispo]] da [[Arquidiocese da Beira|Beira]]\n|anos =[[1984]] \u2014 [[2012]]\n|antes =antes diocese\n|depois=[[Claudio Dalla Zuanna]], [[Congrega\u00e7\u00e3o dos Sacerdotes do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus|S.C.J.]]\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|t\u00edtulo=Presidente do
Encontro Inter-regional
dos Bispos do Sul da \u00c1frica\n|anos =[[1985]] \u2014 [[1992]]\n|antes =[[Joseph Patrick Fitzgerald]], [[Mission\u00e1rios Oblatos de Maria Imaculada|O.M.I.]]\n|depois=[[Patrick Fani Chakaipa]]\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|t\u00edtulo=Presidente da
[[Confer\u00eancia Episcopal de Mo\u00e7ambique]]\n|anos =[[2002]] \u2014 [[2006]]\n|antes =[[Francisco Jo\u00e3o Silota]], [[Sociedade dos Mission\u00e1rios da \u00c1frica|M. Afr.]]\n|depois=[[Tom\u00e9 Makhweliha]], [[Congrega\u00e7\u00e3o dos Sacerdotes do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus|S.C.J.]]\n}}\n{{Fim}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Goncalves, Jaime Pedro}}\n[[Categoria:Naturais de Mo\u00e7ambique colonial]]\n[[Categoria:Arcebispos cat\u00f3licos de Mo\u00e7ambique]]\n[[Categoria:Doutores honoris causa]]"}]},"1455190":{"pageid":1455190,"ns":0,"title":"Primeiram\u00e3o","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais notas|data=janeiro de 2020}}\nO '''Jornal Primeiram\u00e3o''' \u00e9 um [[jornal]] de classificados [[brasil]]eiro.\n\n== Hist\u00f3ria ==\nO Primeiram\u00e3o \u00e9 um jornal composto apenas por classificados que oferece an\u00fancios gratuitos.\n\nRepresentou uma revolu\u00e7\u00e3o de conceito{{Citar web|titulo=Jornal Pequenas Empresas Grandes Neg\u00f3cios -fev. 1989|url=https://serenaucelli.blog/jornal-pequenas-empresas-grandes-negocios-fev-1989/|obra=Serena Ucelli di Nemi|data=2019-11-28|acessodata=2019-11-29|lingua=pt-BR}}. At\u00e9 ent\u00e3o quem quisesse anunciar s\u00f3 tinha a op\u00e7\u00e3o de faz\u00ea-lo a pagamento na se\u00e7\u00e3o de classificados dos jornais tradicionais ou jornais de bairro distribu\u00eddos gratuitamente{{Citar web|titulo=Jornal Meio & Mensagem 28/10/1985 \u2013 A guerra dos Classificados|url=https://serenaucelli.blog/jornal-meio-mensagem-28-10-1985-a-guerra-dos-classificados/|obra=Serena Ucelli di Nemi|data=2019-11-28|acessodata=2019-11-29|lingua=pt-BR}}. Invertendo o paradigma disponibilizando os an\u00fancios gratuitamente e vendendo o jornal nas bancas, transferindo assim o custo da publica\u00e7\u00e3o unicamente sobre os leitores interessados na informa\u00e7\u00e3o{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Campos|primeiro=Juliana Harumi Fujisawa|titulo=Inova\u00e7\u00e3o e modelo de neg\u00f3cios como ferramentas competitivas em grandes empresas|url=http://dx.doi.org/10.11606/d.12.2018.tde-20022018-165604}}.\n\nDepois de um ano de pesquisas mercadol\u00f3gicas, Maria Serena REpetto{{Citar web|titulo=Serena Ucelli: ''Ser plena \u00e9 estar satisfeita consigo mesma''|url=https://www.plenamulher.com.br/editorias/entrevista/serena-ucelli-ser-plena-e-estar-satisfeita-consigo-mesma/|obra=Plena Mulher|data=2010-06-02|acessodata=2019-11-26|lingua=pt-BR|ultimo=Reda\u00e7\u00e3o}} e seu marido Franco Ucelli di Nemi apresentaram o projeto para [[Jo\u00e3o Carlos Saad]] do [[Grupo Bandeirantes de Comunica\u00e7\u00e3o]] e desta conversa nasceu a sociedade que desenvolveria o projeto, a Editora Haple{{Citar web|titulo=Primeiram\u00e3o faz 30 anos \u2013 Jornal de Propaganda e Marketing \u2013 8/11/2010|url=https://serenaucelli.blog/primeiramao-faz-30-anos-jornal-de-propaganda-e-marketing-8-11-2010/|obra=Serena Ucelli di Nemi|data=2019-11-28|acessodata=2019-11-29|lingua=pt-BR}}.\n\nA Editora Haple lan\u00e7ou em [[14 de novembro]] de [[1980]], o exemplar n\u00famero zero do ''Segundam\u00e3o'', nome que foi adotado inicialmente para o novo produto. O jornal era impresso na Grafica do [[OESP]] e distribu\u00eddo pela Distribuidora Fernando Chinaglia.\n\nInicialmente o Jornal Segundam\u00e3o teve que vencer a resistencia dos jornaleiros, pois muitos deles achavam se tratar de um jornal subversivo a causa da logomarca do jornal que levava na capa uma ma\u00e7\u00e3 vermelha. \n\nGra\u00e7as a uma maci\u00e7a campanha publicit\u00e1ria, na qual a pr\u00f3pria Maria Serena atuava como garota propaganda do jornal, ap\u00f3s tr\u00eas meses de circula\u00e7\u00e3o o jornal apresentou boas vendas algo n\u00e3o esperado para o mercado editorial que considerava que em m\u00e9dia, uma publica\u00e7\u00e3o levaria cerca de um a dois anos para se firmar. A tiragem j\u00e1 alcan\u00e7ava o patamar de trinta mil exemplares, com uma edi\u00e7\u00e3o semanal que circulava sempre \u00e0s quintas-feiras.\n\nFoi em fevereiro de 1981 que em conversa entre Serena e Franco Ucelli di Nemi e o publicit\u00e1rio [[Enio Mainardi]] surgiu a ideia de mudar o nome do jornal para Primeiram\u00e3o, para vencer o preconceito que o nome Segundam\u00e3o gerava com os potenciais anunciantes de publicidade.\n\nSob a dire\u00e7\u00e3o de Serena Ucelli di Nemi   disponibilizou todo o conteudo do Jornal Primeiro em 1993 pela BBS em parceria com Mandic e depois em 1995 pelo site de internet baseado em [[Miami]]{{Citar web|titulo=Primeiram\u00e3o se reinventa pela Intervet \u2013 Valor Economico -13-03-2001|url=https://serenaucelli.blog/primeiramao-se-reinventa-pela-intervet-valor-economico-13-03-2001/|obra=Serena Ucelli di Nemi|data=2019-11-28|acessodata=2019-11-29|lingua=pt-BR}} e, logo depois da feira de inform\u00e1tica [[Fenasoft]] do mesmo ano, com o inicio da Internet no Brasil, pelo website Primeiram\u00e3o.com.br. \n\nNa \u00e9poca, o jornal era vendido apenas na cidade de [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]]. Com o passar dos anos devido a procura por parte dos leitores de outras regi\u00f5es, como a [[Grande S\u00e3o Paulo]], a venda de jornais foi expandida.\n\nEm janeiro de [[1987]] o Primeiram\u00e3o j\u00e1 ultrapassava a marca dos 60 mil exemplares semanais e passou, ent\u00e3o, a contar com mais uma edi\u00e7\u00e3o na semana, agora aos [[domingo]]s.\n\nEsta vers\u00e3o ''domingueira'' durou dois anos, quando mais uma vez, por uma quest\u00e3o mercadol\u00f3gica, a edi\u00e7\u00e3o passou a circular apenas aos [[s\u00e1bado]]s. Devido a esta medida o jornal bateu novo recorde de tiragem chegando aos cem mil exemplares semanais, em julho de 1989. Com esta vendagem optou-se por lan\u00e7ar mais um edi\u00e7\u00e3o as [[ter\u00e7a-feira]]. Com mais esse incremento, chegou-se \u00e0 marca de 480 mil exemplares por m\u00eas.\n\n==Endere\u00e7o novo==\nCom o crescimento progressivo do Jornal Primeiram\u00e3o refletiu na expans\u00e3o do quadro de funcion\u00e1rios e das instala\u00e7\u00f5es da empresa. De uma pequena sobreloja no centro comercial \u2018Vitrine Iguatemi\u2019, na [[avenida Faria Lima]], para uma casa na rua Gabriel Monteiro da Silva e ap\u00f3s alguns anos para o para o atual pr\u00e9dio pr\u00f3prio na [[avenida Rebou\u00e7as|Avenida Rebou\u00e7as, 1585]]. Durante este per\u00edodo a Editora Haple tamb\u00e9m passou a ter, em vez de tr\u00eas, trezentos colaboradores.\n\nAl\u00e9m da matriz, h\u00e1 a filial ABC, localizada no munic\u00edpio de [[S\u00e3o Bernardo do Campo]], e quatro regionais que cobrem as zonas norte, sul, leste e oeste da cidade. Isto sem contar os franqueados que editam o Primeiram\u00e3o Santos, Primeiram\u00e3o Campinas e o Primeiram\u00e3o Vale, para a regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba.\n\n==Pioneirismo==\nEm [[1993]] com o crescimento da [[Internet]], o Primeiram\u00e3o instalou uma [[BBS]] e foi o primeiro ''jornal eletr\u00f4nico'' da cidade, permitindo que seu conte\u00fado fosse acess\u00edvel pelo computador.\n\nA partir [[1995]], o Primeiram\u00e3o disponibilizou uma grande quantidade de ofertas, aproximadamente 50 mil, que o colocou como o primeiro e maior website de classificados do Brasil. Reconhecimento que veio \u00e0 tona quando o ''Primeiram\u00e3o Web'' foi eleito um dos cem melhores sites do g\u00eanero pela revista [[PC Magazine]].\n\n==Novos produtos==\nO ano de 1995 foi lan\u00e7ado um novo produto, o ''Jornal Banco de Im\u00f3veis'' que sai aos s\u00e1bados. A editora Haple criou em [[1996]], o ''TV Primeiram\u00e3o'', com o objetivo de ampliar ainda mais a atua\u00e7\u00e3o da empresa onde as ofertas passaram a fazer parte de um verdadeiro projeto multim\u00eddia que envolve o jornal impresso, a TV e a Internet.\n\nMais dois anos de trabalho e a Editora Haple investiu novamente no mercado editorial com o lan\u00e7amento do ''SuperAuto'', um jornal especializado em ve\u00edculos. O jornal re\u00fane an\u00fancios de autos, motos, utilit\u00e1rios, acess\u00f3rios, servi\u00e7os etc.\n\n\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.primeiramao.com.br/ P\u00e1gina oficial do Primeiram\u00e3o]\n*[https://pt-br.facebook.com/PrimeiraMaoOficial/ Primeiram\u00e3o no Facebook]\n*[http://www.superauto.com.br/ P\u00e1gina do jornal Superauto]\n*[http://www.bancodeimoveis.com.br/ P\u00e1gina do jornal Banco de Im\u00f3veis]\n*[http://www.jornalmotoshop.com.br/ P\u00e1gina do jornal Motoshop]\n*[http://www.transposhop.com.br/ P\u00e1gina do jornal Transposhop]\n\n\n{{DEFAULTSORT:Jornal Primeiramao}}\n[[Categoria:Jornais da cidade de S\u00e3o Paulo]]\n[[Categoria:Publicidade do Brasil]]"}]},"4804":{"pageid":4804,"ns":0,"title":"Anguila","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{geocoordenadas|18_15_N_63_04_W_type:isle_region:AI|18\u00b0 15' N, 63\u00b0 4' W}}\n{{Mais notas|data=maio de 2022}}\n{{Formatar refer\u00eancias|data=novembro de 2022}}\n{{Ver desambig|a cidade estado-unidense|Anguilla (Mississippi)}}\n{{Info/Pa\u00eds|\n|nome_nativo = ''Anguilla''\n|nome_longo_convencional = Anguila\n|nome_pt = Anguila\n|imagem_bandeira = Flag of Anguilla.svg\n|descri\u00e7\u00e3o_bandeira = Bandeira\n|imagem_bras\u00e3o = Coat of arms of Anguilla.svg\n|leg_bandeira = [[Bandeira de Anguila|Bandeira]]\n|descri\u00e7\u00e3o_bras\u00e3o = Bras\u00e3o de armas\n|leg_bras\u00e3o = [[Bras\u00e3o de armas de Anguila|Bras\u00e3o]]\n|lema = ''\"Each Endeavouring, All Achieving\"''
(em portugu\u00eas: cada um se esfor\u00e7a, todos conseguem)\n|hino =[[God bless Anguilla]] [[File:God_Bless_Anguilla.ogg]]\n|localiza\u00e7\u00e3o = LocationAnguilla.png\n|localiza\u00e7\u00e3o_legenda = \n|gent\u00edlico = anguilano/a{{citar web|url=https://dicionario.priberam.org/anguilano|titulo=Verbete \"anguilano\"|obra=Dicion\u00e1rio Priberam da L\u00edngua Portuguesa|autor=Priberam Inform\u00e1tica|acessodata=20 de novembro de 2018}}\n|capital = [[The Valley]]\n|latitude = \n|longitude = \n|maior_cidade = \n|l\u00edngua_oficial = [[L\u00edngua inglesa|Ingl\u00eas]]\n|outras_l\u00ednguas = [[Crioulo anguilano]]\n|tipo_governo = [[Territ\u00f3rio brit\u00e2nico ultramarino]]\n|t\u00edtulo_l\u00edder1 = [[Lista de monarcas brit\u00e2nicos|Monarca]]\n|nome_l\u00edder1 = [[Carlos III do Reino Unido|Carlos III]]\n|t\u00edtulo_l\u00edder2 = [[Governador]]a\n|nome_l\u00edder2 = [[Julia Crouch]]\n|t\u00edtulo_l\u00edder3 = [[Vice-governador]]\n|nome_l\u00edder3 = [[Perin A. Bradley]]\n|t\u00edtulo_l\u00edder4 = [[Premier]]\n|nome_l\u00edder4 = [[Ellis Webster]]\n|popula\u00e7\u00e3o_estimada_ano = 2018\n|popula\u00e7\u00e3o_estimada = 14 731\n|popula\u00e7\u00e3o_estimada_pos = \n|popula\u00e7\u00e3o_censo_ano = 2011\n|popula\u00e7\u00e3o_censo = 13 452\n|popula\u00e7\u00e3o_urbana_pos = \n|popula\u00e7\u00e3o_urbana = \n|demog_densidade = 132\n|densidade_pos = \n|PIB_PPC_ano = \n|PIB_total = \n|PIB_pos = \n|PIB_per_capita = \n|PIB_per_capita_pos = \n|IDH_ano = \n|IDH = \n|IDH_pos = \n|IDH_categoria = \n|esp_vida = \n|esp_vida_pos = \n|mort_infantil = \n|mort_infantil_pos = \n|alfabetiza\u00e7\u00e3o = \n|alfabetiza\u00e7\u00e3o_pos = \n|moeda = [[D\u00f3lar das Cara\u00edbas Orientais]]\n|moeda_ISO = \n|fuso_hor\u00e1rio = \n|diferen\u00e7a_UCT = -4\n|fuso_hor\u00e1rio_DST = \n|diferen\u00e7a_UCT_ver\u00e3o = \n|c\u00f3digo_pa\u00eds = AI\n|tld = [[.ai]]\n|c\u00f3digo_telef = 1-264\n|website_governo =\n|organiza\u00e7\u00f5es = \n|preposi\u00e7\u00e3o = \n|mapa = \n}}\n[[Ficheiro:SSS Islands Map.png|thumb|Mapa]]\n[[Ficheiro:Anguilla-aerial view western portion.jpg|thumb|Vista a\u00e9rea da ilha de Anguila]]\n[[Ficheiro:Anguilla-Island Harbour.jpg|thumb|Porto da ilha de Anguila]]\n[[Ficheiro:Cap Juluca - Anguilla.jpg|thumb|Praia em Anguila]]\n'''Anguila'''[http://publications.europa.eu/code/pt/pt-5000500.htm Grafia utilizada oficialmente em portugu\u00eas pela Uni\u00e3o Europeia.][http://www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=gentilicos&act=list&select=90 Portal da L\u00edngua Portuguesa \u2013 Dicion\u00e1rio de Gent\u00edlicos e Top\u00f3nimos]{{Citar web |url=http://www.ciberduvidas.com/perguntas/get/284417 |titulo=Ciberd\u00favidas da L\u00edngua Portugal \u2013 Sobre os adjectivos p\u00e1trios |acessodata=23 de Janeiro de 2013 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20141209174603/http://www.ciberduvidas.com/perguntas/get/284417 |arquivodata=9 de Dezembro de 2014 |urlmorta=yes }}[http://www.infopedia.pt/vocabulario/Anguila Vocabul\u00e1rio Ortogr\u00e1fico da L\u00edngua Portuguesa da Porto Editora (dispon\u00edvel na Infop\u00e9dia)]{{liga\u00e7\u00e3o inativa|data=janeiro de 2019}}{{Citar peri\u00f3dico | ultimo = Macedo | primeiro = V\u00edtor | data = Primavera de 2013 | titulo = Lista de capitais do ''C\u00f3digo de Reda\u00e7\u00e3o Interinstitucional'' | jornal = A Folha \u2014 Boletim da l\u00edngua portuguesa nas institui\u00e7\u00f5es europeias | volume = | numero = n.\u00ba 41 | paginas = 11 | editora = S\u00edtio web da Direc\u00e7\u00e3o-Geral da Tradu\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Europeia no portal da Uni\u00e3o Europeia | issn = 1830-7809\n | url = http://ec.europa.eu/translation/portuguese/magazine/documents/folha41_pt.pdf | acessadoem = 23 de maio de 2013 }} (em [[L\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]]: ''Anguilla'') \u00e9 um [[territ\u00f3rio brit\u00e2nico ultramarino]] nas [[Caribe|Cara\u00edbas]], que compreende a [[ilha de Anguila]] e algumas ilhotas pr\u00f3ximas, e que tem fronteira mar\u00edtima, no [[canal de Anguila]], com a [[ilha de S\u00e3o Martinho]] (dividida em uma parte neerlandesa, [[S\u00e3o Martinho (Pa\u00edses Baixos)|Sint Maarten]], e uma parte francesa, [[S\u00e3o Martinho (Fran\u00e7a)|Saint-Martin]]). A oeste, tem como vizinhas mais pr\u00f3ximas as [[Ilhas Virgens Brit\u00e2nicas]]. A capital de Anguila \u00e9 [[The Valley]].\n\nAnguila tornou-se um [[para\u00edso fiscal]] popular, n\u00e3o tendo ganhos de capital, patrim\u00f4nio, lucro ou outras formas de tributa\u00e7\u00e3o direta de pessoas f\u00edsicas ou jur\u00eddicas. Em abril de 2011, diante de um d\u00e9ficit crescente, a ilha introduziu uma \"taxa de estabiliza\u00e7\u00e3o provis\u00f3ria\" de 3%, a primeira forma de imposto de renda de Anguila.http://www.kpmg.com/global/en/issuesandinsights/articlespublications/taxation-international-executives/anguilla/pages/default.aspx\n\n== Hist\u00f3ria ==\n{{artigo principal|[[Hist\u00f3ria de Anguila]]}}\n=== Pr\u00e9-colombiana ===\n\nAntes da chegada dos [[europeus]], a ilha chamava-se Malliouhana, que significa \"serpente do mar em forma de arco\". Era habitada pelos povos ind\u00edgenas Arahuaco, que se dedicavam \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de [[milho]], [[algod\u00e3o]], [[batata doce]] e [[pesca]]. Foi descoberta em 1493 por [[Crist\u00f3v\u00e3o Colombo]], e seu nome \"Anguila\" \u00e9 provavelmente devido \u00e0 sua forma alongada.\n\n=== Coloniza\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica ===\n\nAnguila foi colonizada por ingleses de San Cristobal e Nieves em 1650. Foi administrada pelo [[Reino Unido]] at\u00e9 1825, quando a ilha foi passada para a administra\u00e7\u00e3o de [[S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o e Neves]] contra a vontade dos habitantes de Anguila. Desde ent\u00e3o, em v\u00e1rias ocasi\u00f5es, Anguila tentou se separar.\n\n=== Independ\u00eancia ===\n{{artigo principal|Rep\u00fablica de Anguila}}\nEm 11 de julho de 1967, foi realizado um referendo sobre a autonomia, que foi vencido pelos separatistas (1813 votos contra 5). Em 17 de junho, sua independ\u00eancia foi proclamada unilateralmente. Depois de v\u00e1rios dias de tens\u00e3o quando a autonomia n\u00e3o foi concedida no referendo e a expuls\u00e3o dos \u00fanicos quatro brit\u00e2nicos da ilha, em 19 de mar\u00e7o de 1969 as tropas brit\u00e2nicas ocuparam a ilha, sem viol\u00eancia, situa\u00e7\u00e3o que perdurou at\u00e9 15 de setembro.http://w390w.gipuzkoa.net/WAS/CORP/DKPPrensaHistoricaWEB/getImageServlet.do?imagen&id={698253FC-BCF6-4D5D-8A6C-2D53F38D9769}http://w390w.gipuzkoa.net/WAS/CORP/DKPPrensaHistoricaWEB/getImageServlet.do?imagen&id={B72C35A6-2D5D-4CB0-BCFE-9A0A4446888F}\n\nFinalmente, em 1971, a ilha passou a ser administrada por um comiss\u00e1rio brit\u00e2nico e um Conselho da Ilha, obtendo a condi\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia brit\u00e2nica em 1976 com autonomia administrativa, gra\u00e7as ao l\u00edder do Conselho da Ilha, Ronald Webster, e consolida em 1980 separando formalmente do Estado associado a [[S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o e Neves]].\n\nEm 1992, a ilha entrou como membro associado da [[Comunidade do Caribe]] (CARICOM). Em 1995, o [[furac\u00e3o Luis]] causou grandes danos ao [[arquip\u00e9lago]], especialmente no [[setor agr\u00edcola]].\n\n== Geografia ==\n{{Artigo principal|[[Geografia de Anguila]]}}\nO arquip\u00e9lago se localiza no [[Caribe]], especificamente no extremo norte das [[Ilhas de Sotavento (Caribe)|ilhas de Sotavento]] nas [[Pequenas Antilhas|Antilhas Menores]]; compreende a habitada [[Anguila (ilha)|ilha de Anguila]] e as desabitadas ilhas [[ilha Scrub|Scrub]], [[ilha Dog|Dog]] e [[ilha Sombrero|Sombrero]]; e alguns ilh\u00e9us pr\u00f3ximos, tamb\u00e9m desabitados.\n\nO terreno \u00e9 em geral, rochoso e de pouca eleva\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 rios, s\u00f3 algumas pequenas [[lagoa]]s na ilha de Anguila. O [[clima]] \u00e9 [[clima tropical|tropical]] com uma [[temperatura]] m\u00e9dia de 27 [[Grau Celsius|\u00b0C]]. O per\u00edodo mais quente \u00e9 de julho a outubro e o mais frio \u00e9 de dezembro a fevereiro. A precipita\u00e7\u00e3o m\u00e9dia anual \u00e9 de 900 mm, os meses mais chuvosos s\u00e3o setembro e outubro e os mais secos s\u00e3o fevereiro e mar\u00e7o. A ilha recebe duas tempestades tropicais por ano e furac\u00f5es que v\u00eam de repente, que ocorrem entre julho e novembro. A ilha sofreu danos em 1995 devido ao [[Furac\u00e3o Luis]], inunda\u00e7\u00f5es severas devido ao [[furac\u00e3o Lenny]] e danos devastadores em 2017 devido ao [[furac\u00e3o Irma]].\n\nN\u00e3o possui uma divis\u00e3o pol\u00edtico-administrativa propriamente dita. Ainda que se podem assinalar as ilhas como a divis\u00e3o mais representativa. As ilhas que conformam o territ\u00f3rio s\u00e3o:\n\n* [[Ilha de Anguila|Anguila]]\n* [[Ilha Anguilita|Anguilita]]\n* [[Ilha Dog|Dog]]\n* [[Ilha Little Scrub|Little Scrub]]\n* [[Cayos de Prickly Pear|Prickly Pear]]\n* [[Ilha Sandy|Sandy]]\n* [[Ilha Scrub|Scrub]]\n* [[Ilha Seal|Seal]]\n* [[Ilha Sombrero|Sombrero]]\n\n=== Demografia ===\nSegundo estimativas feitas pela [[CIA World Factbook]], em 2018, Anguila tinha uma popula\u00e7\u00e3o de aproximadamente 14 731 habitantes. Toda a popula\u00e7\u00e3o do arquip\u00e9lago est\u00e1 concentrada na ilha principal de Anguila. A l\u00edngua oficial de Anguila \u00e9 o [[L\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]].https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/av.html Etnicamente a maioria da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 de ascend\u00eancia africana, com minorias mulatas e brancas.\n\nA maioria da popula\u00e7\u00e3o professa o [[cristianismo]] do ramo [[protestantismo|protestante]] (com maiorias [[anglicanismo|anglicana]] e [[metodista]] e minorias [[Igreja Adventista do S\u00e9timo Dia|adventista]] e [[Igreja Batista|batista]]). Tamb\u00e9m h\u00e1 uma minoria [[rastaf\u00e1ri]].\n\n== Pol\u00edtica ==\n\nAnguila est\u00e1 sob a [[Constitui\u00e7\u00e3o|Ordem Constitucional]] de 1 de abril de 1982, emendada em 1990.\n\nO [[Chefe de Estado]] \u00e9 o [[monarca do Reino Unido]], [[Carlos III do Reino Unido|Carlos III]], representado pelo Governador de Anguila, que \u00e9 designado pelo pr\u00f3prio rei. O Chefe de Governo \u00e9 o Ministro Chefe, que \u00e9 designado pelo Governador dentro do bloco maiorit\u00e1rio da [[Assembleia]] e que deve formar um [[Poder Executivo|Conselho Executivo]] aprovado por dita C\u00e2mara.\n\nA Assembleia \u00e9 unicameral com onze cadeiras, sete eleitas por [[Vota\u00e7\u00e3o|voto popular]], dois membros de of\u00edcio e dois designados pelo Governador para um mandato de cinco anos. Possui um tribunal (com um [[juiz]] enviado pelo Supremo Tribunal do Caribe Oriental).\n\n== Economia ==\n{{artigo principal|[[Economia de Anguila]]}}\nAnguila possui poucos [[recurso natural|recursos naturais]], e a economia depende bastante do [[turismo]], [[bancos]] estrangeiros, [[pesca]] de [[lagosta]]s e [[remessa]]s de emigrantes. A economia, especialmente o setor turismo, teve efeitos devastadores em 1995, por causa do [[Furac\u00e3o Luis]], mas se recuperou em 1996. Ao crescer o setor turismo, tamb\u00e9m p\u00f4de ajudar ao setor de constru\u00e7\u00e3o, que cresceu grandemente \u00e0 economia. Os bancos estrangeiros est\u00e3o estabelecidos, mas tem a participa\u00e7\u00e3o muito pequena, ainda que tamb\u00e9m em auge.\n\nOs principais produtos que produz e exporta s\u00e3o a [[sal]], [[pescado]], [[lagostas]], blocos de [[concreto]], [[gado]], [[fumo]] e [[rum]]. \u00c9 tamb\u00e9m uma fonte de renda para sua economia a emiss\u00e3o de selos postais destinados principalmente \u00e0 cole\u00e7\u00e3o. O [[arquip\u00e9lago]] possui como moeda o [[D\u00f3lar do Caribe Oriental]].\n\n== Transporte ==\nAnguila \u00e9 servida pelo [[Aeroporto Internacional Clayton J. Lloyd]] (at\u00e9 4 de julho de 2010, conhecido como Aeroporto Wallblake). A pista principal do aeroporto tem 1 164 p\u00e9s (1665 m) de comprimento e pode atender aeronaves de m\u00e9dio porte. Possui voos que operam para v\u00e1rios destinos do [[Caribe]] atrav\u00e9s da operadora regional LIAT, linhas a\u00e9reas locais e outras. Embora n\u00e3o haja voos diretos para a [[Am\u00e9rica]] ou a [[Europa continental]], o aeroporto pode operar com aeronaves de corpo estreito, como o [[Boeing 727]], o [[Boeing 737]] e o [[Boeing 757]].\n\nCom exce\u00e7\u00e3o dos t\u00e1xis, n\u00e3o h\u00e1 nenhum servi\u00e7o de [[transporte p\u00fablico]] na [[ilha]]. Os carros circulam pela esquerda.\n\nExistem balsas regulares de [[Sint Maarten]] para Anguila. H\u00e1 cerca de vinte minutos de travessia de Marigot, St. Martin a Blowing Point, Anguila. As balsas come\u00e7am a operar \u00e0s 7:00. H\u00e1 tamb\u00e9m um servi\u00e7o de fretamento, de Blowing Point, Anguila ao Aeroporto Princesa Juliana, para facilitar as transfer\u00eancias. Este meio de viagem \u00e9 o m\u00e9todo mais comum de transporte entre Anguila e Sint Maarten.\n\n== Cultura ==\nA cultura de Anguila \u00e9 um reflexo da mistura entre as tradi\u00e7\u00f5es e os costumes dos amer\u00edndios e dos colonos ingleses. Em 1993, o governo fundou o Anguila National Trust, uma institui\u00e7\u00e3o encarregada de manter, proteger e divulgar o patrim\u00f4nio do arquip\u00e9lago, tanto natural quanto hist\u00f3rico, arqueol\u00f3gico e cultural.https://web.archive.org/web/20091213032307/http://www.axanationaltrust.org/about.htm\n\nA gastronomia de Anguila \u00e9 influenciada pelo nativos [[caribenhos]], [[espanh\u00f3is]], [[franceses]] e [[ingleses]]. Os [[mariscos]] s\u00e3o abundantes, principalmente [[lagosta]], [[camar\u00e3o]], [[caranguejo]], [[carac\u00f3is]], entre outros. O [[sal]] \u00e9 um alimento b\u00e1sico em Anguila, consumido sozinho ou em ensopados, ensopados ou sopas. O [[gado]] \u00e9 limitado devido ao pequeno tamanho da [[ilha]], as pessoas usam [[aves de capoeira]], [[porcos]], [[cabras]] e [[ovelhas]], juntamente com carne importada. A carne de cabra \u00e9 a mais consumida, \u00e9 utilizada em diversos pratos. Os alimentos s\u00e3o [[arroz]], [[inhame]], [[batata doce]] e [[p\u00e3o]].http://traveltips.usatoday.com/foods-important-anguilla-20339.htmlhttps://web.archive.org/web/20110813021644/http://travel.nytimes.com/2007/01/28/travel/28anguilla.html\n\n=== Esporte ===\nUm dos principais esportes s\u00e3o as corridas de barco, sendo que as regatas de vela destacam-se. Como em muitas antigas col\u00f4nias brit\u00e2nicas, o [[cr\u00edquete]] \u00e9 um esporte muito praticado, o [[rugby]] tamb\u00e9m \u00e9 praticado (representado em Anguila por ''Anguilla Eels RFC''{{Citar web |url=http://www.news.ai/gl//article.php?story=20060425160749670 |titulo=C\u00f3pia arquivada |acessodata=20 de Maio de 2018 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20180521021347/http://www.news.ai/gl//article.php?story=20060425160749670 |arquivodata=21 de Maio de 2018 |urlmorta=yes }}) e o futebol, entre outros esportes.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n\n* [[Lista de territ\u00f3rios dependentes]]\n* [[Lista de Estados soberanos e territ\u00f3rios dependentes da Am\u00e9rica]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commons|Anguilla}}\n* [http://www.gov.ai/ Governo de Anguila] {{en}}\n\n{{Bloco de navega\u00e7\u00e3o\n|Am\u00e9rica Central\n|OECS\n|Reino Unido\n}}\n\n[[Categoria:Anguila| ]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Anguilla-Island Harbour.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Anguilla-aerial view western portion.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Cap Juluca - Anguilla.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Central America and the Caribbean (orthographic projection).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Coat of arms of Anguilla.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Commons-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disambig grey.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Edit-clear.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Anguilla.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Antigua and Barbuda.svg"}]},"135998":{"pageid":135998,"ns":0,"title":"Benissa","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento/Espanha|mun\n|nome =Benissa\n|nome_es =Benisa\n|cod_ine_sufixo =041\n|cod_ine_prefixo =03\n|predef_popula\u00e7\u00e3o =Popula\u00e7\u00e3o da Comunidade Valenciana\n|popula\u00e7\u00e3o_notas ={{Popula\u00e7\u00e3o da Comunidade Valenciana|REF=s}}\n|mapa_alfinete_legenda =Localiza\u00e7\u00e3o de Benissa na Espanha\n|mapa =Localitzaci\u00f3 de Benissa respecte del Pa\u00eds Valenci\u00e0.png\n|mapa_legenda =Localiza\u00e7\u00e3o de Benissa na Comunidade Valenciana\n|mapa_tamanho =180\n|prov\u00edncia =[[Alicante (prov\u00edncia)|Alicante]]\n|comun_aut =[[Comunidade Valenciana]]\n|imagem =Benissa.jpg\n|bandeira =Bandera de Benissa-2.svg\n|bras\u00e3o =Escut de Benissa de fet.svg\n|\u00e1rea =69.71\n|altitude =254\n|coord_t\u00edtulo =s\n|latd= 38 |latm=42 |lats=55\n|longd=0 |longm=3 |longEW=E\n|alcaide =Abel Cardona Castell\n|alcaide_partido =\n|alcaide_ano =2017\n|c\u00f3digo_postal =03720\n|s\u00edtio ={{URL|http://www.ayto-benissa.net}}\n}}\n'''Benissa''' (em [[L\u00edngua valenciana|valenciano]] e oficialmente) ou '''Benisa''' (em {{ling|es}}) \u00e9 um [[Munic\u00edpios da Espanha|munic\u00edpio]] da [[Espanha]] na [[Prov\u00edncias da Espanha|prov\u00edncia]] de [[Alicante (prov\u00edncia)|Alicante]], [[Comunidades aut\u00f3nomas da Espanha|Comunidade]] [[Comunidade Valenciana|Valenciana]]. Tem {{fmtn|69.71|[[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]}} de \u00e1rea e em {{Popula\u00e7\u00e3o da Comunidade Valenciana|TXT=a\u00f1o}} tinha {{POB-Val\u00eancia|03041}} habitantes ({{Densidade populacional Val\u00eancia|03041|69.71}}).\n\n==Demografia==\n{{Evolu\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica\n|t\u00edtulo=Varia\u00e7\u00e3o [[demografia|demogr\u00e1fica]] do munic\u00edpio entre 1991 e 2004\n|cor =#C0C0C0\n|ano1=1991 |ano2=1996 |ano3=2001 |ano4=2004\n|pop1=8045 |pop2=9154 |pop3=9821 |pop4=11405\n}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Commonscat}}\n{{Espanha/Comunidade Valenciana/Alicante}}\n{{Portal3|Espanha|Comunidade Valenciana}}\n{{esbo\u00e7o-munic\u00edpios-es}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios de Alicante (prov\u00edncia)]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios por nome da Comunidade Valenciana]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Espanha por nome]]\n[[Categoria:Localidades de Alicante (prov\u00edncia)]]\n[[Categoria:Localidades da Comunidade Valenciana]]\n[[Categoria:Localidades da Espanha]]"}]},"1733911":{"pageid":1733911,"ns":0,"title":"Modernismo em Portugal","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais notas|Este artigo|arte|pr\u00abt|data=julho de 2020}}\n[[Imagem:Cardoso10.jpg|thumb|\"Pintura\", [[Amadeo de Souza-Cardoso]] (1917), Centro de Arte Moderna, [[Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian]], Lisboa]]\nO '''[[modernismo]] em Portugal''' desenvolveu-se aproximadamente no in\u00edcio do s\u00e9culo XX at\u00e9 ao final do [[Estado Novo (Portugal)|Estado Novo]], na d\u00e9cada 1970. Seu in\u00edcio ocorreu num momento em que o panorama mundial estava muito conturbado. Al\u00e9m da [[Revolu\u00e7\u00e3o Russa de 1917]], no ano de 1914 eclodiu a [[Primeira Guerra Mundial]]. Em [[Portugal]] este per\u00edodo foi dif\u00edcil, porque, com a guerra, estavam em jogo as col\u00f3nias africanas que eram cobi\u00e7adas pelas [[grandes pot\u00eancias]] desde o final do s\u00e9culo XIX. Al\u00e9m disto, em 1911, foi eleito o primeiro presidente da Rep\u00fablica. \n\nO marco inicial do modernismo portugu\u00eas foi a publica\u00e7\u00e3o da revista ''[[Revista Orpheu|Orpheu]]'', em 1915, influenciada pelas grandes correntes est\u00e9ticas europeias, como o [[Futurismo]], o [[Expressionismo]], etc., reunindo [[Fernando Pessoa]], [[M\u00e1rio de S\u00e1 Carneiro]] e [[Almada Negreiros]], entre outros. A sociedade portuguesa vivia uma situa\u00e7\u00e3o de crise aguda e de desagrega\u00e7\u00e3o de valores.\n\n[[Imagem:Dominguez Alvarez, Pintura CASARIO E 4 FIGURAS.jpg|alt=Dominguez Alvarez (c. 1931-1934)|miniaturadaimagem|[[Dominguez Alvarez]], ''Casario e quatro figuras'' (c. 1931-1934)]]\n\nOs modernistas portugueses respondem a esse momento, deixando atr\u00e1s o acanhado meio cultural portugu\u00eas, entregando-se \u00e0 vertigem das sensa\u00e7\u00f5es da vida moderna, da velocidade, da t\u00e9cnica, das m\u00e1quinas. Era preciso esquecer o passado, comprometer-se com a nova realidade e interpret\u00e1-la cada um a seu modo. \n\nNas p\u00e1ginas da revista ''Orpheu'', esta gera\u00e7\u00e3o publicou uma poesia complexa e de dif\u00edcil acesso, causadora de um grande esc\u00e2ndalo naquela \u00e9poca. Tendo uma curta dura\u00e7\u00e3o, foram publicadas apenas duas edi\u00e7\u00f5es. \n\nS\u00e3o caracter\u00edsticas de estilo deste movimento: o rompimento com o passado, o car\u00e1cter an\u00e1rquico, o sentido demolidor e irreverente, o [[nacionalismo]] com m\u00faltiplas facetas \u2014 o nacionalismo cr\u00edtico, que retoma o nacionalismo em uma postura cr\u00edtica, ir\u00f3nica e questiona a situa\u00e7\u00e3o social e cultural do pa\u00eds, e o nacionalismo ufanista (conservador), ligado principalmente \u00e0s posturas da extrema-direita.\n\nAquele per\u00edodo apresentava-se dividido em tr\u00eas partes:\n* [[Orfismo (movimento art\u00edstico)|Orfismo]] \u2014 escritores respons\u00e1veis pela revista Orpheu, e por trazer Portugal de volta \u00e0s discuss\u00f5es culturais na Europa; \n* [[Presencismo]] \u2014 integrada por aqueles que ficaram de fora do orfe\u00edsmo, que fundaram a revista Presen\u00e7a e que buscavam, sem romper com as ideias da gera\u00e7\u00e3o anterior, aprofundar em Portugal a discuss\u00e3o sobre teoria da literatura e sobre novas formas de express\u00e3o que continuavam surgindo pelo mundo; \n* [[Neorrealismo]] \u2014 movimento que combateu o fascismo, e que defendeu uma literatura como cr\u00edtica/den\u00fancia social, combativa, reformadora, a servi\u00e7o da sociedade \u2013 extremamente pr\u00f3xima do realismo no Brasil, da\u00ed advindo a nomenclatura \u201cneorrealismo\u201d, um novo realismo para \u201calertar\u201d as pessoas e tir\u00e1-las da passividade.\n\n== Contexto hist\u00f3rico ==\nEm in\u00edcios do [[s\u00e9culo XX]], em Portugal, a produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria e pl\u00e1stica era ainda profundamente marcada pelo [[classicismo]] racionalista e naturalista, em manifesta\u00e7\u00f5es ap\u00e1ticas e decadentes, que evidenciavam forte resist\u00eancia \u00e0 inova\u00e7\u00e3o. Ao mon\u00f3tono e decadente rotativismo pol\u00edtico correspondia uma n\u00e3o menos mon\u00f3tona e decadente produ\u00e7\u00e3o intelectual. Os interesses materiais dos burgueses sobrepunham-se aos interesses culturais, condicionando a liberdade de express\u00e3o.\n\nA partir de certo momento, grupos de intelectuais portugueses organizaram-se em c\u00edrculos de contesta\u00e7\u00e3o da velha ordem e iniciam-se no recurso a estrat\u00e9gias provocat\u00f3rias e na resposta, por vezes desabrida, \u00e0s formas pol\u00edticas e culturais conservadoras e reacion\u00e1rias \u00e0 modernidade. \u00c9 o modernismo, enquanto movimento est\u00e9tico e liter\u00e1rio de rutura com o marasmo intelectual, que irrompe em Portugal em un\u00edssono com a arte e a literatura mais avan\u00e7adas da [[Europa]], sem preju\u00edzo, todavia, da originalidade nacional.\n\nForam lan\u00e7adas revistas, organizadas exposi\u00e7\u00f5es e confer\u00eancias, sob iniciativa privada, num esfor\u00e7o de autonomia relativamente aos apoios estatais, atrav\u00e9s das quais as novas op\u00e7\u00f5es culturais eram demonstradas e divulgadas. No entanto, o baixo n\u00edvel de alfabetiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o portuguesa e o conservadorismo dos meios urbanos, onde as novidades intelectuais t\u00eam maior presen\u00e7a, n\u00e3o proporcionaram abund\u00e2ncia de p\u00fablico interessado nos novos eventos culturais.\n\n== Pintura ==\nO movimento ficou conhecido em Portugal a partir de duas exposi\u00e7\u00f5es: a primeira, em 1915, ocorreu no [[Porto]], tendo sido chamada de ''Humoristas e Modernistas''; as segundas, em 1916, em [[Lisboa]] e no Porto, de [[Amadeu de Souza-Cardoso]]. O pa\u00eds, que entrara no s\u00e9culo agarrado a uma [[naturalismo|pintura naturalista]] e rom\u00e2ntica em que artistas como [[Jos\u00e9 Malhoa]] eram a refer\u00eancia, reagiu violentamente ao movimento. A nova est\u00e9tica internacional, desconhecida no pa\u00eds, estava a ser mostrada por artistas que tinham estado em [[Paris]].\n\n[[Dominguez Alvarez]] \u00e9 considerado um dos mais fascinantes artistas do \"segundo modernismo portugu\u00eas\" e apesar de ter exposto uma \u00fanica vez individualmente em vida, em 1936 no Porto, ap\u00f3s a sua morte precoce com apenas 36 anos (1942), teve o tardio reconhecimento.{{Citar web |url=https://www.dn.pt/arquivo/2006/obra-de-dominguez-alvarez-revisitada-640825.html |titulo=Obra de Dominguez Alvarez revisitada |acessodata=2021-02-04 |website=www.dn.pt |lingua=pt}}\n\n=== I Gera\u00e7\u00e3o de Paris ===\nOcorreu com o regresso \u00e0 p\u00e1tria de artistas como [[D\u00f3rdio Gomes]] e [[Santa-Rita Pintor]]. Seguiram-se os do 2\u00ba grupo modernista (cerca de 1914). Este segundo grupo era constitu\u00eddo pelos artistas que regressaram de Paris com a eclos\u00e3o da [[I Guerra Mundial|Grande Guerra]] ([[Diogo de Macedo]], [[Eduardo Afonso Viana|Eduardo Viana]], [[Amadeo de Souza-Cardoso]]). Estiveram ligados \u00e0 [[gera\u00e7\u00e3o d\u2019Orpheu]].\n\nAt\u00e9 \u00e0 morte de [[Guilherme de Santa-Rita|Santa-Rita Pintor]] e de Amadeo de Souza-Cardoso (v\u00edtimas da pneumonia em 1918), a renova\u00e7\u00e3o da pintura portuguesa centrou-se nestes artistas e ainda nos grupos ligados ao [[Orpheu (revista)|Orpheu]]. O mais not\u00e1vel representante desta gera\u00e7\u00e3o foi Amadeo de Souza-Cardoso, que, inicialmente influenciado por [[C\u00e9zanne]], evoluiu para um cubismo misturado com todas as tend\u00eancias com que contactou.\n\n=== II Gera\u00e7\u00e3o de Paris ===\nFoi constitu\u00edda pelos artistas portugueses que regressaram a Paris depois da guerra (devido \u00e0 aus\u00eancia de p\u00fablico em Portugal), nos anos 20, e em que se destacaram [[D\u00f3rdio Gomes]], [[Abel Manta]], [[M\u00e1rio Eloy]], [[Diogo de Macedo]], [[Lino Ant\u00f3nio]], [[Jorge Barradas]], os [[irm\u00e3os Franco]] e [[Almada Negreiros]], entre outros.\n\nFizeram diversas exposi\u00e7\u00f5es divulgando a nova est\u00e9tica internacional. A arte foi muito prejudicada a partir de 1935 com as limita\u00e7\u00f5es impostas pela [[censura]] e pelo [[Secretariado de Propaganda Nacional]], que organizava as mostras, promovia os artistas, impunha temas e est\u00e9tica e levou ao ex\u00edlio de muitos. As d\u00e9cadas de [[D\u00e9cada de 1930|1930]] e [[d\u00e9cada de 1940|1940]] foram marcadas pela propaganda do regime salazarista com a [[Exposi\u00e7\u00e3o do Mundo Portugu\u00eas]]. [[Ant\u00f3nio Ferro]], homem do governo de [[Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar|Salazar]] mas inteligente e moderno, chamou diversos artistas para o trabalho com o Estado na prepara\u00e7\u00e3o da Exposi\u00e7\u00e3o (1940) que envolveu diversos projetos arquitet\u00f3nicos e art\u00edsticos e desenvolveu um estilo de cariz nacionalista.\n\nA partir dos anos 30 destacou-se [[Maria Helena Vieira da Silva]], pintora radicada em Paris que se tornou um dos expoentes do [[abstraccionismo]]. Ali realizou a sua primeira exposi\u00e7\u00e3o individual (''A Rua \u00e0 Noite''; ''Atelier'', ''Lisbonne'' e ''A Guerra''). Embora tenha sido pouco reconhecida em Portugal e a sua arte tivesse estado mais ligada aos movimento internacionais que ao movimento art\u00edstico portugu\u00eas, n\u00e3o deixou de refletir nas suas telas, num quadriculado que evocou os [[azulejo]]s portugueses, as refer\u00eancias ao seu pa\u00eds.\n\nPor alturas da [[II Guerra Mundial]], fez-se a primeira exposi\u00e7\u00e3o de [[surrealismo]] em Portugal. O surrealismo e o neorrealismo dominaram durante anos as tend\u00eancias art\u00edsticas nacionais. Destacaram-se como surrealistas [[M\u00e1rio Cesariny]], [[Moniz Pereira]], [[Fernando de Azevedo]] e [[Marcelino Vespeira]] e como neorrealistas [[Ant\u00f3nio Dacosta]] e [[Ant\u00f3nio Pedro]] (interven\u00e7\u00e3o rom\u00e2ntica).\n\nEsses diferentes movimentos tinham al\u00e9m do ismo em seus nomes \u2014 posi\u00e7\u00f5es homens em rela\u00e7\u00e3o as artes :liberdades, interpreta\u00e7\u00e3o pessoal da realidade, rebeldia, elogicidade,em busca de novas formas de express\u00e3o,etc.\n\n== Escultura ==\nA escultura atingiu desenvolvimento importante nos in\u00edcios do s\u00e9culo. S\u00f3 durante o [[Estado Novo (Portugal)|Estado Novo]] se desenvolveu uma escultura de fei\u00e7\u00e3o nacionalista, pouco aberta \u00e0 modernidade. Principais escultores da primeira metade do s\u00e9culo: [[Francisco Franco de Sousa]], [[Canto da Maia]], [[Leopoldo de Almeida]], [[Lagoa Henriques]], [[Gustavo Bastos (escultor)|Gustavo Bastos]], [[Alvaro de Br\u00e9e]] e [[Barata Feyo]].\n\n== Arquitetura ==\n{{Artigo principal|[[Estilo Portugu\u00eas Suave]]}}\n[[Imagem:Descubrimiento.jpg|esquerda|thumb|[[Monumento aos Descobrimentos|Padr\u00e3o dos Descobrimentos]], o original foi encomendado aos arquitectos [[Cottinelli Telmo]] e [[Leopoldo de Almeida]] para a [[Exposi\u00e7\u00e3o do Mundo Portugu\u00eas]] (1940), [[Santa Maria de Bel\u00e9m|Bel\u00e9m]], [[Lisboa]]]]\nA arquitetura n\u00e3o registou grandes desenvolvimentos neste per\u00edodo. As dificuldades pol\u00edticas vividas durante a [[I Rep\u00fablica]], a que se juntavam as dificuldades econ\u00f3micas e financeiras, n\u00e3o propiciaram os empreendimentos arquitet\u00f3nicos, normalmente dispendiosos. Por conseguinte, o pouco que se construiu permaneceu fechado \u00e0 inova\u00e7\u00e3o e revela a persist\u00eancia dos esquemas arquitet\u00f3nicos cl\u00e1ssicos.\n\nS\u00f3 no final dos [[d\u00e9cada de 1920|anos 20]] e sobretudo durante o [[Estado Novo (Portugal)|Estado Novo]] \u00e9 que se notam algumas preocupa\u00e7\u00f5es em conjugar formas do modernismo europeu com o [[nacionalismo]] salazarista. \n\nO pavilh\u00e3o da [[Exposi\u00e7\u00e3o do Mundo Portugu\u00eas]], de [[Cotinelli Telmo]], entretanto demolido, e a [[Igreja de Nossa Senhora de F\u00e1tima (Lisboa)|Igreja de Nossa Senhora de F\u00e1tima]], em Lisboa, de [[Pardal Monteiro]], com vitrais de Almada Negreiros e um friso na entrada de [[Francisco Franco (escultor)|Francisco Franco]], constituem as manifesta\u00e7\u00f5es mais importantes do modernismo arquitet\u00f3nico portugu\u00eas.\n\nNo Porto, alguns arquitetos, como [[Morais Soares]] e [[Cunha Le\u00e3o]], iniciaram um movimento de renova\u00e7\u00e3o a caminho da modernidade que teria o seu impulso mais din\u00e2mico na obra de [[Carlos Ramos]], quando este esteve \u00e0 frente da Escola de Belas-Artes do Porto. \n\nNo in\u00edcio da d\u00e9cada de 1950, este movimento de renova\u00e7\u00e3o viria a ser marcado pelas obras do arquiteto [[Siza Vieira]].\n\n\n== Literatura ==\n[[Imagem:Orpheu1915.jpg|thumb|right|upright|Primeiro n\u00famero de ''Orpheu \u2014 Revista Trimestral de Literatura'', Janeiro\u2013Fevereiro\u2013Mar\u00e7o de 1915]]\n\nO modernismo na literatura foi praticado por duas gera\u00e7\u00f5es de intelectuais ligados a duas publica\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias: um primeiro modernismo surgido em 1915, em torno da revista ''[[Revista Orpheu|Orpheu]]''; um segundo modernismo organizado em 1927, em torno da revista ''[[Presen\u00e7a (revista)|Presen\u00e7a]]''.\n\nAinda antes destas, surgiram em Portugal revistas que propunham diferentes solu\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas e pol\u00edticas para recuperar o atraso portugu\u00eas a este n\u00edvel, como a ''[[Na\u00e7\u00e3o Portuguesa]]'', de fei\u00e7\u00e3o conservadora, e a [[Seara Nova]], de tend\u00eancias mais progressistas e democr\u00e1ticas. Nesta revista colaboraram investigadores como o historiador [[Jaime Cortes\u00e3o]], [[Ant\u00f3nio S\u00e9rgio]] e os escritores [[Aquilino Ribeiro]] e [[Raul Brand\u00e3o]].\n\n=== Revista Orpheu (Orphismo) ===\nOs \u00fanicos dois n\u00fameros de ''[[Revista Orpheu|Orpheu \u2014 Revista Trimestral de Literatura]]'', lan\u00e7ados em Mar\u00e7o e Junho de 1915, marcaram a introdu\u00e7\u00e3o do modernismo em Portugal. Tratava-se de uma revista onde [[M\u00e1rio de S\u00e1-Carneiro]], [[Almada Negreiros]] e [[Fernando Pessoa]], entre outros intelectuais de menor vulto, subordinados \u00e0s novas formas e aos novos temas, publicaram os seus primeiros poemas de interven\u00e7\u00e3o na contesta\u00e7\u00e3o da velha ordem liter\u00e1ria; o primeiro n\u00famero provocou o esc\u00e2ndalo e a tro\u00e7a dos cr\u00edticos, conforme era desejo dos autores; o segundo n\u00famero, que j\u00e1 incluiu tamb\u00e9m pinturas [[futurismo|futuristas]] de [[Santa-Rita Pintor]], suscitou as mesmas rea\u00e7\u00f5es. Perante o insucesso financeiro, a revista teve de fechar portas, pois quem custeava as publica\u00e7\u00f5es era o pai de M\u00e1rio de S\u00e1 Carneiro e este cometeu suic\u00eddio em 1916. No entanto, n\u00e3o se desfez o movimento organizado em torno da publica\u00e7\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio, refor\u00e7ou-se com a ades\u00e3o de novos criadores e passou a desenvolver intensa atividade na den\u00fancia inconformista da crise de consci\u00eancia intelectual disfar\u00e7ada pela mediocridade acad\u00e9mica e provinciana da produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria instalada na cultura portuguesa desde o fim da [[gera\u00e7\u00e3o de 70]], de que [[J\u00falio Dantas]] (alvo do [[Manifesto Anti-Dantas]], de Almada) constitu\u00eda um bom exemplo.\n\n=== Revista Presen\u00e7a (Presencismo) ===\n[[Imagem:Presenca.jpg |thumb|upright|Primeiro n\u00famero da revista ''Presen\u00e7a \u2014 Folha de Arte e Cr\u00edtca'', Coimbra, 10 de Mar\u00e7o de 1927]]\n\nA revista [[Presen\u00e7a (revista)|Presen\u00e7a \u2014 Folha de Arte e Cr\u00edtica]], foi fundada em 1927, em [[Coimbra]], por [[Branquinho da Fonseca]], [[Jo\u00e3o Gaspar Sim\u00f5es]] e [[Jos\u00e9 R\u00e9gio]]. N\u00e3o obstante ter passado tempos dif\u00edceis, n\u00e3o s\u00f3 financeira como intelectualmente, foi publicada at\u00e9 1940 demonstrando grande longevidade. O movimento que surgiu em torno desta publica\u00e7\u00e3o inseriu-se intelectualmente na linha de pensamento e interven\u00e7\u00e3o iniciada com o movimento Orpheu, que acabou por integrar. Continuou a luta pela cr\u00edtica livre contra o [[academismo|academismo liter\u00e1rio]] e, inspirados na psican\u00e1lise de [[Freud]], os seus intelectuais bateram-se pelo primado do individual sobre o coletivo, do psicol\u00f3gico sobre o social, da intui\u00e7\u00e3o sobre a raz\u00e3o. Al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o nacional, a revista Presen\u00e7a divulgou tamb\u00e9m textos de escritores europeus, sobretudo franceses. Alguns dos escritores deste Segundo Modernismo foram: [[Miguel Torga]], [[Adolfo Casais Monteiro]], [[Aquilino Ribeiro]], [[Ferreira de Castro]], [[Vitorino Nem\u00e9sio]], [[Pedro Homem de Mello]], [[Tom\u00e1s de Figueiredo]] e [[E\u00e7a Leal]].\n\n=== Neorrealismo ===\n{{AP|Neorrealismo}}\nJovens estudantes de Coimbra adotam o combativismo da Gera\u00e7\u00e3o de 70, cujo socialismo ut\u00f3pico denunciam e iniciam-se no combate \u00e0 opress\u00e3o, inspirados pelo socialismo marxista. \u00c9 nesta conjuntura que surgem em Portugal os primeiros cultores do neorrealismo ou realismo social, claramente em rutura com o individualismo e intelectualismo psicol\u00f3gico do movimento Presen\u00e7a. [[Ferreira de Castro]], nos seus romances ''Emigrantes'' e ''A Selva'', introduz a an\u00e1lise de problemas de natureza social, trata as popula\u00e7\u00f5es que emigram, que se empregam e desempregam. [[Alves Redol]], [[Soeiro Pereira Gomes]], [[Manuel da Fonseca (escritor)|Manuel da Fonseca]], [[\u00c1lvaro Cunhal]], [[M\u00e1rio Dion\u00edsio]], [[Jos\u00e9 Gomes Ferreira]], entre outros, continuam a tratar os problemas, as tristezas e as mis\u00e9rias do povo laborioso esmagado pela gan\u00e2ncia de uma minoria de representantes do capital, adaptando \u00e0 realidade nacional o rigor formal e tem\u00e1tico dos escritores neorrealistas europeus.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[https://modernismo.pt/index.php Projecto Modernismo online], Faculdade de Ci\u00eancias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa\n*[https://www.rtp.pt/play/estudoemcasa/p7905/e511445/historia-a-12-ano As vanguardas: os caminhos da literatura. O Modernismo em Portugal], RTP Play\n\n{{Hist\u00f3ria da arte em Portugal}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Modernismo Portugal}}\n[[Categoria:Escolas da Literatura portuguesa]]\n[[Categoria:Modernismo em Portugal]]"}]},"3894965":{"pageid":3894965,"ns":0,"title":"Estado do Maranh\u00e3o e Piau\u00ed","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Estado extinto\n|nome_oficial = Estado do Maranh\u00e3o e Piau\u00ed\n|nome_completo = \n|nome_comum = Maranh\u00e3o\n|\n|\n|\n|continente = Am\u00e9rica do Sul\n|regi\u00e3o = \n|pa\u00eds = Imp\u00e9rio Portugu\u00eas\n|era = \n|estatuto = Col\u00f4nia\n|estatuto_texto = [[Estado colonial Portugu\u00eas]]\n|imp\u00e9rio = Portugal\n|forma_de_governo = Monarquia\n|\n|\n|\n|ano_in\u00edcio = 1772\n|ano_fim = 1811\n|\n|\n|\n|\n|\n|evento_in\u00edcio = \n|data_in\u00edcio = \n|evento_fim = \n|data_fim = \n|\n|evento1 = \n|data_evento1 = \n|ano_evento1 = \n|\n|evento_anterior = Estado do Maranh\u00e3o e Gr\u00e3o-Par\u00e1\n|ano_evento_anterior = 1621\n|\n|\n|p1 = Estado do Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Maranh\u00e3o\n|bandeira_p1 = Flag Portugal (1750).svg\n|s1 = Capitania do Maranh\u00e3o \n |bandeira_s1 = Flag Portugal (1750).svg\n |s2 = Capitania do Piau\u00ed \n |bandeira_s2 = Flag Portugal (1750).svg\n|imagem_bandeira = Flag Portugal (1750).svg\n|bandeira = Lista de bandeiras de Portugal\n|bandeira_tipo = Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves\n|\n|mapa = \n|legenda_mapa = \n|\n|\n|capital = [[S\u00e3o Lu\u00eds (Maranh\u00e3o)|S\u00e3o Lu\u00eds]]\n|\n|idioma = [[L\u00edngua portuguesa|Portugu\u00eas]]\n|l\u00edngua_n\u00e3o_oficial = L\u00edngua Geral Brasileira, Dialetos Ind\u00edgenas, Dialetos Africanos \n|religi\u00e3o = Cat\u00f3lica\n|moeda = \n|\n|t\u00edtulo_l\u00edder = Rei\n|l\u00edder1 = Jos\u00e9 I de Portugal\n|ano_l\u00edder1 = 1772-1775\n|\n}}\nO '''Estado do Maranh\u00e3o e Piau\u00ed''' foi uma unidade administrativa criada em [[1772]] por [[Sebasti\u00e3o Jos\u00e9 de Carvalho e Melo, marqu\u00eas de Pombal|Marqu\u00eas de Pombal]], na [[Am\u00e9rica Portuguesa]]. Compreendia as [[capitanias do Brasil|capitanias]] do [[Capitania do Maranh\u00e3o|Maranh\u00e3o]] e do [[capitania do Piau\u00ed|Piau\u00ed]].{{citar web |url=http://notapajos.globo.com/lernoticias.asp?id=43656 |t\u00edtulo=Amaz\u00f4nia: Ocupa\u00e7\u00e3o e administra\u00e7\u00e3o |publicado=Terra: Hist\u00f3ria por Voltaire Schilling }}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }}\n[[Ficheiro:CARTa R\u00c9GIA DO PIAUI DE 10 DE OUTUBRO DE 1811.pdf|miniaturadaimagem|esquerda|[[Carta R\u00e9gia]] de 10 de outubro de 1811, que separa as administra\u00e7\u00f5es das capitanias do Maranh\u00e3o e Piau\u00ed.]]\nFoi regulamentada em 20 de agosto de 1772 e concretizada dois anos depois em 9 de julho de 1774.SANTOS, Fabiano Vila\u00e7a dos. O governo das conquistas do norte : trajet\u00f3rias administrativas no Estado do Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Maranh\u00e3o (1751-1780) [online]. S\u00e3o Paulo : Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas, Universidade de S\u00e3o Paulo, 2008, p. 36. Tese de Doutorado em Hist\u00f3ria Social. [acesso 2013-02-06]. Dispon\u00edvel em: . \n\nExistiu at\u00e9 1808, com a [[Transfer\u00eancia da corte portuguesa para o Brasil|instala\u00e7\u00e3o da Corte joanina]] no Rio de Janeiro,CABRAL, Maria do Socorro Coelho. ''Caminhos do Gado: Conquista e Ocupa\u00e7\u00e3o do Sul do Maranh\u00e3o.'' S\u00e3o Lu\u00eds, SECMA, 1992, p. 89, [https://books.google.com.br/books?id=pRMsAAAAYAAJ]. dando-se os primeiros passos na integra\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da Amaz\u00f4nia com o resto do Brasil.{{citar web|url=http://educaterra.terra.com.br/voltaire/500br/amazonia3.htm |t\u00edtulo=Par\u00e1 tamb\u00e9m nasceu de uma divis\u00e3o |publicado=NoTapaj\u00f3s}} Por\u00e9m, outras fontes apontam datas como 1811 (quando a [[capitania do Piau\u00ed]] deixou de ser subordinada \u00e0 [[capitania do Maranh\u00e3o]])Brand\u00e3o, C. A. P., & Miranda, L. B. B. ''Demoniza\u00e7\u00e3o e Mitifica\u00e7\u00e3o de Lu\u00eds Carlos da Serra Negra'', [http://www.encontro2012.historiaoral.org.br/resources/anais/3/1340394649_ARQUIVO_DemonizacaoENHO2012UFRJ.pdf].{{citar web|\u00faltimo=Guerra|primeiro=Amanda Estela|t\u00edtulo=Breve hist\u00f3rico da configura\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-administrativa brasileira|url=ftp://geoftp.ibge.gov.br/organizacao_territorial/divisao_territorial/evolucao_da_divisao_territorial_do_brasil_1872_2010/breve_historico_da_configuracao_politico_administrativa_brasileira.pdf|publicado=IBGE|acessodata=21 de outubro de 2015}}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} ou 1815 (eleva\u00e7\u00e3o do [[Estado do Brasil]] a [[Reino do Brasil]]). No entanto nunca existiu um dispositivo jur\u00eddico portugu\u00eas que levou a hipot\u00e9tica reunifica\u00e7\u00e3o das duas capitanias ao Estado do Brasil e depois ao Reino do Brasil. Assim Maranh\u00e3o e Piau\u00ed permaneceram como duas col\u00f4nias aut\u00f4nomas portuguesas na pr\u00e1tica at\u00e9 1823, quando foram anexadas autoritariamente pelo [[Imp\u00e9rio do Brasil]] rec\u00e9m fundado.\n\nOutros estudos afirmam ainda que a unidade seria um \"pseudo-estado\" (assim como [[Estado do Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Rio Negro]]), estando reintegrada \u00e0 antiga reparti\u00e7\u00e3o do '''[[Estado do Brasil]]''', e n\u00e3o subordinada diretamente a Portugal.{{citar web|\u00faltimo=dos Santos|primeiro=Fabiano Vila\u00e7a|t\u00edtulo=O governo das conquistas do norte: trajet\u00f3rias administrativas no Estado do Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Maranh\u00e3o (1751-1780)|url=http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-06072008-140850/|publicado=Cat\u00e1logo USP}}\n\n== Ver Tamb\u00e9m ==\n* [[Estado do Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Maranh\u00e3o]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Imp\u00e9rio Portugu\u00eas}}\n{{Antigos Estados e Territ\u00f3rios do Brasil}}\n\n{{Esbo\u00e7o-hist\u00f3riabr}}\n\n[[Categoria:Estados extintos do Brasil]]\n[[Categoria:Coloniza\u00e7\u00e3o do Brasil\u200e]]\n[[Categoria:Estados e territ\u00f3rios fundados em 1772]]\n[[Categoria:Estados e territ\u00f3rios extintos em 1775]]"}]}}}}