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{"continue":{"imcontinue":"75930|Anopheles_stephensi.jpeg","grncontinue":"0.836879495888|0.836879495888|0|0","continue":"grncontinue||revisions"},"warnings":{"main":{"*":"Subscribe to the mediawiki-api-announce mailing list at for notice of API deprecations and breaking changes. Use [[Special:ApiFeatureUsage]] to see usage of deprecated features by your application."},"revisions":{"*":"Because \"rvslots\" was not specified, a legacy format has been used for the output. This format is deprecated, and in the future the new format will always be used."}},"query":{"pages":{"75930":{"pageid":75930,"ns":0,"title":"Culicidae","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|redir=Mosquito|outras acep\u00e7\u00f5es com esse termo|Mosquito (desambigua\u00e7\u00e3o)}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = Culicidae\n| cor = pink\n| imagem = Mosquito 2007-2.jpg\n| imagem_legenda = ''Culiseta longiareolata''\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Arthropoda]]\n| classe = [[Insecta]]\n| ordem = [[Diptera]]\n| subordem = [[Nematocera]]\n| fam\u00edlia = Culicidae\n| subdivis\u00e3o_nome = SubFam\u00edlia\n| subdivis\u00e3o =\n[[Toxorhynchitinae]]\n\n[[Culicinae]]\n\n[[Anophelinae]]\n}}\n'''Culicidae''' \u00e9 uma [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] de [[insetos]] habitualmente chamados de '''muri\u00e7oca''', '''mosquitos''' ou '''pernilongos'''. As [[f\u00eamea]]s em muitas regi\u00f5es s\u00e3o designadas vulgarmente como ''melgas''. Como os outros membros da ordem [[Diptera]], os mosquitos t\u00eam um par de [[asa]]s e um par de [[Balancim (biologia)|halteres]]. Em geral, apresentam [[dimorfismo sexual]] acentuado: as [[f\u00eamea]]s apresentam [[antena (biologia)|antena]]s pilosas e s\u00e3o muito mais corpulentas que os [[macho]]s, que apresentam antenas plumosas.\n\nAs f\u00eameas na maioria das esp\u00e9cies de mosquitos sugam [[sangue]] ([[hemat\u00f3faga]]) de outros [[Animal|animais]],{{Citar web|url=http://www.tinymosquito.com/ |t\u00edtulo=Tiny Mosquito: Understanding the Mosquito |acessodata=2007-05-19}} que lhes deu a fama de ser o mais [[Morte|mort\u00edfero]] [[Vector (epidemiologia)|vetor]] de [[doen\u00e7a]]s conhecido pelo [[Homo sapiens|homem]], matando milh\u00f5es de pessoas ao longo de milhares de [[ano]]s e que continuam a matar milh\u00f5es por ano com a dissemina\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as.{{citar jornal|primeiro =Afshin |\u00faltimo =Molavi |autorlink = |coautor= |t\u00edtulo=Africa's Malaria Death Toll Still \"Outrageously High\" |url=http://news.nationalgeographic.com/news/2003/06/0612_030612_malaria.html |obra= |publicado=National Geographic |data=2003-06-12 |acessodata=2007-07-27 }}{{Citar web |url=http://thegreenguide.com/reports/product.mhtml?id=16 |t\u00edtulo=Pest Control\u2014Mosquitoes |acessodata=2007-07-27 |obra= |arquivourl=https://web.archive.org/web/20070711031609/http://www.thegreenguide.com/reports/product.mhtml?id=16 |arquivodata=2007-07-11 |urlmorta=yes }}\n\nO [[comprimento]] varia, mas raramente \u00e9 superior a 16 [[mil\u00edmetro]]s,{{Citar web |url=http://www.ext.vt.edu/departments/entomology/factsheets/mosquito.html |t\u00edtulo=Mosquito |acessodata=2007-05-19 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20071211221752/http://www.ext.vt.edu/departments/entomology/factsheets/mosquito.html |arquivodata=2007-12-11 |urlmorta=yes }} e peso de at\u00e9 2,5 mg. Um mosquito pode voar por 1 a 4 horas continuamente at\u00e9 1\u20132 [[Quil\u00f4metro por hora|km / h]]{{Citar web |url=http://www.sove.org/Journal%20PDF/journal%202004%20pdfs/Kaufmann.pdf |titulo=C\u00f3pia arquivada |acessodata=2007-12-30 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20071202120847/http://www.sove.org/Journal%20PDF/journal%202004%20pdfs/Kaufmann.pdf |arquivodata=2007-12-02 |urlmorta=yes }} viajando at\u00e9 10 km em uma [[noite]]. A maioria das esp\u00e9cies alimenta-se no per\u00edodo com menos [[luminosidade]], do [[entardecer]] ao [[amanhecer]].\n\n== Regionalismos ==\nEm v\u00e1rias partes do [[Brasil]], faz-se distin\u00e7\u00e3o entre mosquito e pernilongo: o primeiro refere-se a pequenas moscas, como as [[dros\u00f3fila]]s, enquanto que o segundo, al\u00e9m dessa denomina\u00e7\u00e3o, \u00e9 tamb\u00e9m referido como \"muri\u00e7oca\".Dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio de L\u00edngua Portuguesa, ed. Nova Fronteira Na maioria dos estados da [[Regi\u00e3o Norte do Brasil]], este pernilongo chama-se \"carapan\u00e3\".Dicion\u00e1rio Online de Portugu\u00eas, http://www.dicio.com.br/carapana_2/ 10 de Janeiro de 2010 As f\u00eameas do pernilongo s\u00e3o tamb\u00e9m conhecidas como \"melgas\" ou \"trompeteiros\".\n\n== Etimologia ==\n\"Mosquito\" vem do [[latim]] ''musca''.FERREIRA, A. B. H. ''Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa''. Segunda edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. pp.1 163,1 162 \"Pernilongo\" \u00e9 uma refer\u00eancia \u00e0s longas [[perna]]s do inseto.FERREIRA, A. B. H. ''Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa''. Segunda edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 314 \"Mosquito-prego\" \u00e9 uma refer\u00eancia a sua picada que se assemelha \u00e0 perfura\u00e7\u00e3o de um [[prego]]. \"Muri\u00e7oca\", \"meru\u00e7oca\" e \"muru\u00e7oca\" s\u00e3o oriundos do [[L\u00edngua tupi|tupi]] ''muri'soka''.FERREIRA, A. B. H. ''Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa''. Segunda edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 \"Carapan\u00e3\" vem do tupi ''karapa'n\u00e3''.FERREIRA, A. B. H. ''Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa''. Segunda edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.348 \"Carapan\u00e3-pinima\" vem da jun\u00e7\u00e3o dos termos tupis ''karapa'n\u00e3'' (\"mosquito\") e ''pi'nima'' (\"pintado). \"Finc\u00e3o\" e \"fincudo\" vem de \"fincar\"FERREIRA, A. B. H. ''Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa''. Segunda edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.781 e s\u00e3o uma refer\u00eancia a sua picada. \"Sovela\" \u00e9 uma refer\u00eancia ao instrumento cortante hom\u00f4nimo utilizado pelos sapateiros e correeiros,FERREIRA, A. B. H. ''Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa''. Segunda edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 616 numa alus\u00e3o \u00e0 picada dos insetos. \"Perereca\" vem do [[ger\u00fandio]] do tupi ''pere'reg'', \"ir aos saltos\"FERREIRA, A. B. H. ''Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa''. Segunda edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 308 e \u00e9 uma alus\u00e3o ao h\u00e1bito do inseto de pular de um lugar para outro para fugir de seus inimigos. \"Bicuda\" \u00e9 uma alus\u00e3o \u00e0 sua picada.\n\n== Evolu\u00e7\u00e3o ==\n[[Imagem:Insects in baltic amber.jpg|thumb|200px|Um [[mosquito]] e uma [[mosca]] num colar de [[\u00e2mbar]] [[B\u00e1ltico]], estimado entre 40 e 60 milh\u00f5es de [[ano]]s.]]\nAcredita-se que os mosquitos tenham evolu\u00eddo h\u00e1 cerca de 170 milh\u00f5es de anos, o primeiro registro conhecido ocorreu durante o per\u00edodo [[Jur\u00e1ssico]] (h\u00e1 199 a 144 milh\u00f5es de anos), sendo o mais antigo [[f\u00f3ssil]] conhecidos do [[Cret\u00e1ceo]] (h\u00e1 144 a 65 milh\u00f5es de anos).[http://cat.inist.fr/?aModele=afficheN&cpsidt=16117891 French language]\nAcredita-se que tenham evolu\u00eddo na [[Am\u00e9rica do Sul]], espalhando-se inicialmente para o norte do [[continente]] [[Laur\u00e1sia]] e retornando aos [[tr\u00f3pico]]s pelo [[norte]].{{Citar web |url=http://www.sciencemag.org/feature/data/letters/v295i5557p971a.pdf |titulo=C\u00f3pia arquivada |acessodata=2007-12-30 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20071202120846/http://www.sciencemag.org/feature/data/letters/v295i5557p971a.pdf |arquivodata=2007-12-02 |urlmorta=yes }}\n\n== Biologia ==\n=== H\u00e1bitos alimentares ===\nNos chamados mosquitos a [[prob\u00f3scide]] (tromba) est\u00e1 adaptada para a suc\u00e7\u00e3o de [[l\u00edquido]]s como [[n\u00e9ctar]], [[seiva]] ou [[sangue]]. Ambos os sexos se [[Alimenta\u00e7\u00e3o|alimentam]] de n\u00e9ctar, mas a f\u00eamea tamb\u00e9m \u00e9 capaz de hematofagia (beber sangue). F\u00eameas n\u00e3o precisam de sangue para sobreviver, mas precisam de subst\u00e2ncias suplementares (como prote\u00ednas e ferro) para o desenvolvimento e postura dos seus [[ovo]]s, menos a sub familia [[Toxorhynchitinae]] que \u00e9 constitu\u00edda de [[larva]]s [[Preda\u00e7\u00e3o|predadoras]].\n\n=== Anatomia ===\nO mosquito \u00e9 composto por uma [[cabe\u00e7a]], t\u00f3rax e [[abd\u00f3men]], o [[corpo]] \u00e9 composto de uma s\u00e9rie de [[Segmenta\u00e7\u00e3o (biologia)|segmentos]]. A cabe\u00e7a \u00e9, na sua maior parte, composta dos [[olho]]s e prob\u00f3scide. Cada olho \u00e9 constitu\u00eddo por muitas e min\u00fasculas lentes que formam um olho composto. Este tipo de olho permite um grande campo de vis\u00e3o que facilita a dete\u00e7\u00e3o de [[movimento]]s. O prob\u00f3scide \u00e9 o aparelho perfurante usado para sugar sangue de suas presas. O t\u00f3rax tem um par de asas e um par de halteres. No abd\u00f3men se encontra o [[intestino]] posterior e as [[g\u00f3nada]]s.\n\n=== Ciclo de vida ===\nEm seu ciclo de vida do mosquito sofre [[Metamorfose|metamorfose completa]], passando por quatro fases distintas: ovo, larva, [[pupa]], e [[adulto]]s, primeiramente descrito pelo [[fil\u00f3sofo]] [[Gr\u00e9cia|grego]] [[Arist\u00f3teles]].{{Citar web |url=http://www.mosquitoes.org/LifeCycle.html |titulo=C\u00f3pia arquivada |acessodata=2007-12-31 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20030805155738/http://www.mosquitoes.org/LifeCycle.html |arquivodata=2003-08-05 |urlmorta=yes }}\n\n==== Ovo ====\nA f\u00eamea do mosquito p\u00f5e seus ovos, um de cada vez ou juntos em jangadas com uma centena ou mais, numa superf\u00edcie fresca ou quaisquer [[\u00c1gua estagnada|\u00e1guas estagnadas]]. Os mosquitos ''[[Anopheles]]'' e ''[[Aedes]]'' n\u00e3o fazem ovo jangadas mas p\u00f5e seus ovos separadamente. ''[[Culex]]'', [[Culiseta]] e Anopheles p\u00f5e os seus ovos na \u00e1gua enquanto Aedes p\u00f5e seus ovos em [[solo]] [[Humidade|h\u00famido]] que \u00e9 periodicamente alagado pela \u00e1gua. A maioria dos ovos [[Eclos\u00e3o|eclodem]] em larvas em cerca de 48 horas.\n\n==== Larval ====\n[[Imagem:Larva aedes.JPG|thumb|[[Larva]]s de Culicidae coletadas pela vigil\u00e2ncia [[Epidemiologia|epidemiol\u00f3gica]].]]\nOs ovos [[Incuba\u00e7\u00e3o|incubados]] transformam-se em larvas que vivem na \u00e1gua, pr\u00f3ximo \u00e0 superf\u00edcie, para respirar o [[ar atmosf\u00e9rico]]. A primeira fase larval \u00e9 conhecida como o primeiro [[\u00cdnstar|est\u00e1gio]]. Com o crescimento ocorrem as [[Ecdise|mudas]], cerca de quatro vezes, que cresce ap\u00f3s cada muda. Ap\u00f3s a primeira muda ocorre o segundo est\u00e1gios e, em seguida, o terceiro est\u00e1gio, depois o quarto. A maioria das larvas utiliza o sif\u00e3o, que \u00e9 um tubo ligado \u00e0 superf\u00edcie da \u00e1gua para respirar. As larvas ''Anopheles'' n\u00e3o t\u00eam um sif\u00e3o e por isso se mant\u00e9m paralelas \u00e0 superf\u00edcie da \u00e1gua. As larvas comem [[microrganismos]] e [[mat\u00e9ria org\u00e2nica]] na \u00e1gua. Elas podem viver na \u00e1gua de 7 a 14 dias, dependendo da [[temperatura]]. O comprimento das tr\u00eas primeiras etapas (ou est\u00e1gios) depende da esp\u00e9cie e da temperatura, com temperaturas mais baixas h\u00e1 o aumento da dura\u00e7\u00e3o da fase de desenvolvimento.{{Citar web |url=http://app.nea.gov.sg/cms/htdocs/article.asp?pid=2960 |titulo=C\u00f3pia arquivada |acessodata=2007-12-31 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20071215112203/http://app.nea.gov.sg/cms/htdocs/article.asp?pid=2960 |arquivodata=2007-12-15 |urlmorta=yes }}\n\n==== Pupa ====\nAs pupas s\u00e3o mais leves que a \u00e1gua e [[Impuls\u00e3o|flutuam]] sobe a superf\u00edcie enquanto ocorre a [[metamorfose]] da larva mosquito (mudan\u00e7as) em um mosquito adulto em cerca de dois dias. N\u00e3o apresentam boca e durante este per\u00edodo o mosquito n\u00e3o se alimenta e utiliza as reservas de energia acumuladas durante o per\u00edodo larval.\n\n==== Adulto ====\nOs adultos rec\u00e9m emergidos do estado de pupa deve repousar sobre a superf\u00edcie da \u00e1gua por um curto espa\u00e7o de tempo para permitir que o seu [[exoesqueleto]] se seque e todos os seus componentes endure\u00e7am antes que possa voar.\n\n== Chave ==\n[[Chave (biologia)|Chave de identifica\u00e7\u00e3o]] das subfam\u00edlias que est\u00e3o contidas na [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] Culicidae.\n\n=== Larva ===\nA subfam\u00edlia ''Toxorhynchitinae'' se diferencia das outras subfam\u00edlias por ter a larva de porte grande com listra na regi\u00e3o cef\u00e1lica. O ''Culicinae'' e ''Anophelinae'' se diferenciam pelo sif\u00e3o respirat\u00f3rio, que no ''Anophelinae'' esta ausente, o que os obriga a nadar paralelamente \u00e0 \u00e1gua, e em ''Culicinae'' est\u00e1 presente, o que os permite formar um \u00e2ngulo de 45\u00b0, em m\u00e9dia, com a l\u00e2mina de \u00e1gua.\n\n\nImagem:Mosquito larva.jpg|Larva da subfam\u00edlia [[Culicinae]] com sif\u00e3o respirat\u00f3rio.\nImage:Culicidae fg05.jpg|Sif\u00e3o respirat\u00f3rio presente nos Culicineos.\nImagem:Anopheles larve.jpg|Larva da [[subfam\u00edlia]] [[Anophelinae]], sem sif\u00e3o respirat\u00f3rio.\nImagem:Toxorhynchites speciosus 03 L.D..jpg|Larva da [[subfam\u00edlia]] [[Toxorhynchitinae]] com sif\u00e3o respirat\u00f3rio.\n\n\n=== Adulto ===\nNos adultos, ''Toxorhynchitinae'' se diferencia das outras subfam\u00edlia por ter a prob\u00f3scide curva, normalmente para baixo, adaptada para coletar n\u00e9ctar, e o ''Culicinae'' e ''Anophelinae'' se diferenciam devido ao [[escutelo (entomologia)|escutelo]] arredondado e primeiro [[Esclerito (artr\u00f3podes)|tergito]] abdominal nu no ''Anophelinae'', enquanto em ''Culicinae'' primeiro tergito abdominal com escamas e escutelo \u00e9 trilobado.\n\n\nImagem:Anopheles gambiae mosquito feeding 1354.p lores.jpg|Adulto da [[subfam\u00edlia]] [[Anophelinae]].\nImagem:Anopheles stephensi.jpeg|Adulto da [[subfam\u00edlia]] [[Anophelinae]].\nImagem:Aedes aegypti biting human.jpg|Adulto da [[subfam\u00edlia]] [[Culicinae]].\nImagem:Mattiparkkonen Aedesaegypti.JPG|Adulto da [[subfam\u00edlia]] [[Culicinae]].\nImagem:Toxorhynchites speciosus 01 L.D..jpg|Adulto da [[subfam\u00edlia]] [[Toxorhynchitinae]].\n\n\n== Refer\u00eancia bibliogr\u00e1fica ==\n{{wikispecies|Culicidae}}\n* {{Refer\u00eancia a artigo |autor= Consoli RAGB, Louren\u00e7o-de-Oliveira R. | t\u00edtulo = Principais mosquitos de import\u00e2ncia sanit\u00e1ria no Brasil| url =http://www.fiocruz.br/editora/media/05-PMISB03.pdf | formato = PDF | editora = Editora Funda\u00e7\u00e3o Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, Brasil | data = 1994}}\n* Corr\u00eaa RR, Ramalho GR. Revis\u00e3o de Phoniomyia Theobald, 1903. Folia Cl\u00ednica et Biol\u00f3gica, 1956,25:1-176\n* Forattini OP. Culicidologia m\u00e9dica: identifica\u00e7\u00e3o, biologia, epidemiologia v.2. EDUSP S\u00e3o Paulo, 2002.\n* Peryass\u00fa AG. Os Culic\u00eddeos do Brasil. Trabalho do Instituto de Manguinhos. Typographia Leuzinger, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1908,322-407\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.mosquitocatalog.org/default.aspx Cat\u00e1logo de Mosquito]\n\n[[Categoria:Culicidae| ]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Aedes aegypti biting human.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Anopheles gambiae mosquito feeding 1354.p lores.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Anopheles larve.jpg"}]},"2800870":{"pageid":2800870,"ns":0,"title":"Fator X","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=junho de 2019}}\nO '''Fator X''', tamb\u00e9m conhecido pelo [[ep\u00f4nimo]] '''fator Stuart-Prower''' ou como '''protrombinase''', \u00e9 uma [[enzima]] da cascata de [[coagula\u00e7\u00e3o]]. \u00c9 uma endopeptidase serina (grupo protease S1).\n\n{{Antitromb\u00f3ticos}}\n\n{{esbo\u00e7o-bioqu\u00edmica}}\n\n[[Categoria:Coagula\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Prote\u00ednas humanas]]"}]},"4487028":{"pageid":4487028,"ns":0,"title":"Nialus varians","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Nialus varians''\n| imagem = \n| imagem_legenda = \n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Artr\u00f3pode|Arthropoda]]\n| classe = [[Insetos|Insecta]]\n| ordem = [[Besouro|Coleoptera]]\n| subordem = [[Polyphaga]]\n| fam\u00edlia = [[Aphodiidae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Nialus]]''\n| subg\u00e9nero = \n| esp\u00e9cie = '''''N. varians'''''\n| binomial = ''Nialus varians''\n| binomial_autoridade = (Duftschmid, 1805)\n}}\n'''''Nialus varians''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[insetos]] [[Besouro|cole\u00f3pteros]] [[Polyphaga|pol\u00edfagos]] pertencente \u00e0 [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Aphodiidae]].{{faunaeur |acessodata = 22 de setembro de 2019}}\n\nA autoridade cient\u00edfica da esp\u00e9cie \u00e9 [[Duftschmid]], tendo sido descrita no ano de 1805.\n\nTrata-se de uma esp\u00e9cie presente no territ\u00f3rio [[Portugal|portugu\u00eas]].\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* ''[http://www.biodiversitylibrary.org/name/Nialus_varians Nialus varians]'' - [[Biodiversity Heritage Library]] - Bibliografia\n* ''[http://www.ncbi.nlm.nih.gov/taxonomy/?term=Nialus%varians Nialus varians]'' - NCBI Taxonomy Database\n* ''[http://www.gbif.org/species/search?q=Nialus+varians Nialus varians]'' - [[Global Biodiversity Information Facility]]\n* ''[http://eol.org/search?q=Nialus+varians&search=Go Nialus varians]'' - [[Encyclopedia of Life]]\n\n{{esbo\u00e7o-cole\u00f3ptero}}\n\n{{Portal3|Zoologia|Fauna de Portugal}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Cole\u00f3pteros pol\u00edfagos de Portugal]]\n[[Categoria:Aphodiidae|Nialus]]\n[[Categoria:Cole\u00f3pteros descritos em 1805]]"}]},"5485931":{"pageid":5485931,"ns":0,"title":"Posicionamento por Ponto Simples","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Posicionamento por ponto simples''' (tamb\u00e9m chamado de aut\u00f4nomo e por ponto) \u00e9 a t\u00e9cnica [[GNSS]] que utiliza apenas o receptor para adquirir sinais dos sat\u00e9lites e calcular a sua posi\u00e7\u00e3o, utilizando-se as [[efem\u00e9rides]] transmitidas {{Citar livro|autor= Kaplan, E.D., Hegarty, C.J. |t\u00edtulo= Understanding GPS: principles and applications|idioma= |edi\u00e7\u00e3o= |local= |editora= Artech House |ano= 2006 |p\u00e1ginas= |volumes= |isbn= }}. Trata-se de uma t\u00e9cnica de posicionamento absoluto j\u00e1 que seu referencial \u00e9 o geocentro (enquanto o posicionamento relativo est\u00e1 relacionado com o referencial materializado){{Citar livro|autor= Monico, J.G. |t\u00edtulo= Posicionamento GNSS|subt\u00edtulo= descri\u00e7\u00e3o, fundamentos e aplica\u00e7\u00f5es|idioma= |edi\u00e7\u00e3o= |local= |editora= UNESP |ano= 2008 |p\u00e1ginas= |volumes= |isbn= }}{{Citar peri\u00f3dico |autor= Vani, B.C.; Monico, J.F.G., Shimabukuro, M.H.|ano= 2014 |titulo= Fundamentos e aspectos computacionais para posicionamento computacionais para posicionamento por ponto GPS|jornal= Revista Brasileira de Geom\u00e1tica|volume= 2|numero=1 |paginas= 8-19|editora= |local= |issn=2317-4285||pmid= |doi= |bibcode= |oclc= |id= |url= https://periodicos.utfpr.edu.br/rbgeo/issue/view/313|lingua2= |lingua3= |idioma= |formato= |acessadoem= |aspas= |notas= }}.\n\n==Veja tamb\u00e9m==\n*[[DGPS]]\n*[[Galileo]]\n*[[GPS]]\n*[[GLONASS]]\n*[[Real Time Kinematic]]\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-tecnologia}}\n\n[[Categoria:Cartografia]]\n[[Categoria:Geom\u00e1tica]]\n[[Categoria:Sistemas de navega\u00e7\u00e3o por sat\u00e9lite]]"}]},"5937906":{"pageid":5937906,"ns":0,"title":"Theodore Ushev","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Ficheiro:Theodore_Ushev.jpg|miniaturadaimagem|Theodore Ushev]]\n'''Theodore Ushev''' ([[Kyustendil]], [[4 de fevereiro]] de [[1968]]) \u00e9 um [[animador]], [[designer gr\u00e1fico]] e [[ilustrador]] [[Bulg\u00e1ria|b\u00falgaro]]. Como reconhecimento, foi nomeado ao [[Oscar 2017]] na categoria de [[Oscar de melhor curta-metragem de anima\u00e7\u00e3o|Melhor Anima\u00e7ao em Curta-metragem]] por ''[[Blind Vaysha]]''.{{citar web|url=https://www.hollywoodreporter.com/lists/oscars-2017-winners-list-updating-live-970379/item/best-documentary-short-oscar-nominations-2017-960068|t\u00edtulo=Oscar 2017: The Complete Winners list|publicado=[[Hollywood Reporter]]|data=26 de fevereiro de 2017|acessodata=25 de fevereiro de 2019}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-animador}}\n\n{{Portal3|Bulg\u00e1ria|}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n[[Categoria:Naturais da Bulg\u00e1ria]]\n[[Categoria:Animadores]]\n[[Categoria:Kyustendil]]"}]},"647639":{"pageid":647639,"ns":0,"title":"Montoneros","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{tradu\u00e7\u00e3o}}\n\nMontoneros foi uma organiza\u00e7\u00e3o guerrilheira argentina da esquerda marxista que, no entanto, se definia como peronista. Isso o diferenciava de outras organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edtico-militares (que surgiram entre as d\u00e9cadas de 1960 e 1970) e que apenas reconheciam uma origem comum no marxismo. Seus membros geralmente se referiam a ele como \"a Orga\". Seus objetivos iniciais eram a resist\u00eancia contra a ditadura que se autodenominava \"Revolu\u00e7\u00e3o Argentina\" (1966-1973), o retorno ao pa\u00eds de Juan Domingo Per\u00f3n e a convoca\u00e7\u00e3o de elei\u00e7\u00f5es livres sem proscri\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s a restaura\u00e7\u00e3o da democracia e o presidente eleito, H\u00e9ctor Jos\u00e9 C\u00e1mpora, assumiu o poder em 25 de maio de 1973, suas a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, legislativas, culturais, jornal\u00edsticas, sindicais, de bairro, de solidariedade, etc. eles foram ao estabelecimento de um \"socialismo nacional\", que consideravam a evolu\u00e7\u00e3o natural do peronismo. Ap\u00f3s o assassinato do l\u00edder sindical Jos\u00e9 Ignacio Rucci (setembro de 1973), um ataque que a organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o recebeu, embora tudo indique que era respons\u00e1vel, esse fato levou a uma crescente rejei\u00e7\u00e3o de Per\u00f3n e, portanto, do peronismo, levando-os a uma isolamento gradual. Alguns dias antes, Per\u00f3n afirmou em um relat\u00f3rio: \u201cNunca conduzimos o movimento de maneira r\u00edgida ou r\u00edgida [\u2026]. Eu permito tudo no movimento [...]. Temos homens de extrema direita e homens de extrema esquerda \u201d, o que, segundo o pr\u00f3prio Per\u00f3n, n\u00e3o implicava aceitar a\" luta de classes \".\n\nA lideran\u00e7a de Montoneros decidiu voltar a se esconder em 6 de setembro de 1974.5 Um ano depois, em 8 de setembro de 1975, foi declarada ilegal e terrorista pelo governo constitucional de Mar\u00eda Estela Mart\u00ednez de Per\u00f3n.\n\nA organiza\u00e7\u00e3o foi posteriormente desmantelada pela \u00faltima ditadura c\u00edvico-militar, que derrubou Mart\u00ednez de Per\u00f3n em 24 de mar\u00e7o de 1976 e continuou at\u00e9 1983.\n\n==Origens, ideologia==\n[[Ficheiro:Seal of Montoneros.svg|200px|miniaturadaimagem]]\nAs ra\u00edzes do movimento podem-se encontrar na [[d\u00e9cada de 1960]], na conflu\u00eancia de militantes do Movimento Nacionalista Tacuara, a Agrupa\u00e7\u00e3o de Estudos Sociais de Santa F\u00e9, e o integrismo das prov\u00edncias de [[Prov\u00edncia de Buenos Aires|Buenos Aires]], [[Prov\u00edncia de Santa F\u00e9|Santa F\u00e9]] e [[Prov\u00edncia de C\u00f3rdoba (Argentina)|C\u00f3rdova]]. Desde ditas vertentes perfilam-se grupos que logo afian\u00e7ar-se-iam junto \u00e0 milit\u00e2ncia cat\u00f3lica de novos pertencentes a classes m\u00e9dias e altas, cujo \u00f3rg\u00e3o de imprensa aglutinante era a revista ''Cristianismo y Revoluci\u00f3n'', dirigida por [[Juan Garc\u00eda Elorrio]] o qual, junto ao grupo conduzido por Jos\u00e9 Sabino Navarro, podem ser consideradas as c\u00e9lulas iniciais de Montoneros.\n\nPara final da d\u00e9cada de 1960 foram organizando-se politicamente junto ao [[peronismo]] revolucion\u00e1rio, de perfil [[populismo|populista]] e anti-imperialista, enquanto a sua ideologia se ia estruturando com uma mistura da doutrina peronista, com elementos do [[marxismo]] latino-americano revolucion\u00e1rio provenientes do [[Che Guevara]] e de [[Fidel Castro]], recebendo ademais fortes influ\u00eancias [[catolicismo|cat\u00f3lica]]s desde o Movimento de Sacerdotes para o Terceiro Mundo. V\u00e1rios fundadores conheceram-se quando eram seguidores do sacerdote terceiro-mundista [[Carlos M\u00fagica]].{{carece de fontes|data=abril de 2017}} A partir de [[1\u00ba de maio]] de [[1974]] os graves erros pol\u00edticos cometidos ocasionaram o rep\u00fadio por parte do mesmo l\u00edder e dos setores sindicais e pol\u00edticos do peronismo ortodoxo, motivaram o gradual isolamento e a passagem \u00e0 clandestinidade do grupo. Autodefinidos nos seus come\u00e7os como uma vanguarda nacionalista, cat\u00f3lica e peronista, e utilizando slogans tais como \"''Per\u00f3n ou morte''\", Montoneros torna-se numa organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtico militar na prov\u00edncia de [[Buenos Aires]]\n\n== Fundadores == \nFoi encabe\u00e7ada por Fernando Abal Medina, Carlos Gustavo Ramus, Jos\u00e9 Sabino Navarro, Emilio Maza, [[Carlos Capuano Mart\u00ednez]], [[Norma Arrostito]], Mario Firmenich, entre outros. Posteriormente, outros dirigentes not\u00f3rios foram Julio Roqu\u00e9, Dardo Cabo, Marco Osatinsky, Roberto Quieto, Horacio Mendiz\u00e1bal, Ra\u00fal Yaguer, Roberto Perd\u00eda, Fernando Vaca Narvaja, Rodolfo Galimberti.\n\nOs fundadores decidiram adotar esse nome para ressaltar a continuidade hist\u00f3rica com os [[caudilho]]s do interior argentino no s\u00e9culo XIX e as \"[[montonera]]s\" originais, estabelecendo assim uma linha pol\u00edtica nacionalista, anti-imperialista e federal que, partindo de San Mart\u00edn e as guerras da independ\u00eancia,[[Juan Manuel de Rosas]], terminando em [[Juan Domingo Per\u00f3n]]. V\u00e1rios dos seus comandos adotaram o nome desses caudilhos. Esta pr\u00e1tica abandonou-se posteriormente quando os comandos firmavam ent\u00e3o com os nomes dos companheiros mortos.\n\n==A rela\u00e7\u00e3o com Per\u00f3n==\n\nMontoneros integra a JAEN (Juventude Argentina para a Emancipa\u00e7\u00e3o Nacional). Os dirigentes de dita agrupa\u00e7\u00e3o eram [[Rodolfo Galimberti]], [[Ernesto Jauretche]] e [[Rodolfo Galimberti]]. Montoneros impuseram a consigna: ''Luche y vuelva'' (\u201cLute e volte\u201d) para influir politicamente no levantamento da proscri\u00e7\u00e3o do [[justicialismo|peronismo]] e a posterior convocat\u00f3ria a elei\u00e7\u00f5es. Desde o seu ex\u00edlio em [[Madrid]], [[Juan Domingo Per\u00f3n|Per\u00f3n]] alentou-os sua proceder, pois a lealdade desta organiza\u00e7\u00e3o era \u00fatil para ele pressionar e desestabilizar os governos ditatoriais da chamada \u201c[[Revolu\u00e7\u00e3o Argentina]]\u201d, que governava naquele tempo no pa\u00eds. Per\u00f3n denominou-os \u00abforma\u00e7\u00f5es especiais\u00bb, dando a entender que a exist\u00eancia dos Montoneros era uma circunst\u00e2ncia tempor\u00e1ria e t\u00e1tica, que se justificava pela exist\u00eancia de uma ditadura militar. Os Montoneros creram assim ser a vanguarda revolucion\u00e1ria funcional dos planos do [[Per\u00f3n]] para a constru\u00e7\u00e3o de uma P\u00e1tria [[socialismo|Socialista]].Chavez, Gonzalo y Lewinger, Jorge. ''Los del \u00b473 (memorias montoneras)''. Editora De la Campana. ISBN 987-9125-13-4\n\nA [[11 de Mar\u00e7o]] de 1973 nas elei\u00e7\u00f5es gerais, o [[Frente Justicialista de Liberta\u00e7\u00e3o]] ([[FREJULI]]) ligava o [[Partido Justicialista]], o [[Partido Conservador Popular]], o [[Partido Socialista Unificado]] e a outras for\u00e7as menores, e ganhou por estonteante maioria, tendo como candidato a presidente o Dr. [[H\u00e9ctor Jos\u00e9 C\u00e1mpora]]. Per\u00f3n retornou definitivamente para a [[Argentina]], e a partir desses dias modificaria substancialmente a sua rela\u00e7\u00e3o com as correntes de [[esquerda]] do seu pr\u00f3prio partido, preferindo apoiar e ser apoiado na ala hist\u00f3rica mais conservadora do amplo espetro dos seus colaboradores e simpatizantes de [[direita]], marcando pelo tanto uma crescente dist\u00e2ncia discursiva para Montoneros, e tirando-lhes gradualmente espa\u00e7o e protagonismo pol\u00edtico dentro do movimento que indiscutivelmente ele liderava. Per\u00f3n come\u00e7ou a se afastar, tanto dos Montoneros quanto das suas liga\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, os membros das [[Juventude Peronista|Juventudes Peronistas]] da [[Tend\u00eancia Revolucion\u00e1ria]]. Montoneros j\u00e1 sofria um processo de contradi\u00e7\u00f5es internas entre a realidade do projeto de Per\u00f3n e as suas pr\u00f3prias expetativas. O objetivo montonero era mostrar as suas for\u00e7as e os seus limites desafiando o pr\u00f3prio Per\u00f3n, e reclamar com isso a quota de poder que lhes era negado dentro do peronismo.{{Citar web |url=http://tiempo.infonews.com/notas/claudia-rucci-declaro-justicia-que-su-padre-mato-triple |titulo=C\u00f3pia arquivada |acessodata=2013-10-05 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20131012050747/http://tiempo.infonews.com/notas/claudia-rucci-declaro-justicia-que-su-padre-mato-triple |arquivodata=2013-10-12 |urlmorta=yes }}\n\n==O Primeiro de Maio==\nO ponto de m\u00e1xima tens\u00e3o no processo de expuls\u00e3o de Montoneros do movimento peronista ocorreu a [[1 de Maio]] de [[1974]], em ocasi\u00e3o dos festejos pelo [[Dia do Trabalho]].\nJ\u00e1 no ocaso da sua vida, em pleno exerc\u00edcio das suas faculdades como Presidente da Na\u00e7\u00e3o, e indignado pelos c\u00e2nticos ofensivos que entonavam as colunas montoneras (contra a sua esposa, contra [[Jos\u00e9 L\u00f3pez Rega|L\u00f3pez Rega]] e acusando ao governo de \"estar cheio de [[gorilas]]\"), durante uma grande convocat\u00f3ria na [[Pra\u00e7a de Maio]] Per\u00f3n chamou-os de ''est\u00fapidos'' e ''imberbes'' num aceso e recordado discurso desde a varanda da [[Casa Rosada|Casa de Governo]]. A rea\u00e7\u00e3o dos militantes e simpatizantes montoneros provocou alguns confrontos e a imediata retirada da [[Pra\u00e7a de Maio|Pra\u00e7a]] das colunas da organiza\u00e7\u00e3o.\nLogo de tal acontecimento, a hierarquia montonera passou de fato \u00e0 clandestinidade, e retomou as suas opera\u00e7\u00f5es militares, agora j\u00e1 em aberta contradi\u00e7\u00e3o com o peronismo oficial, e sem contar com a mais m\u00ednima expetativa de apoio por parte do l\u00edder do movimento. O retorno \u00e0 atividade clandestina \u00e9 reconhecido formalmente pela Condu\u00e7\u00e3o Nacional de Montoneros no m\u00eas de Setembro de 1974. Ao assumir a sua esposa e vice-presidente [[Mar\u00eda Estela Mart\u00ednez de Per\u00f3n]] a primeira magistratura,o grupo rompeu definitivamente com o governo.Larraquy, Marcelo y Caballero, Roberto. ''Galimberti, de Per\u00f3n a Susana, de Montoneros a la CIA''. Buenos Aires 2000. ISBN 987-9334-93-0\n\nA partir de 1975 come\u00e7aram as conversa\u00e7\u00f5es para conseguir uma aproxima\u00e7\u00e3o entre os dirigentes de Montoneros e do [[Ex\u00e9rcito Revolucion\u00e1rio do Povo]] (ERP), outra organiza\u00e7\u00e3o (neste caso de ideologia [[Marxismo-Leninismo|marxista-leninista]]) bra\u00e7o armado do [[Partido Revolucion\u00e1rio dos Trabalhadores]] (PRT), quem sempre agiram desde uma oposi\u00e7\u00e3o ao [[peronismo]] por consider\u00e1-lo uma mera express\u00e3o pol\u00edtica [[populista]] do [[capitalismo]] e a [[burguesia]]. A [[7 de Setembro]] de 1970 em William Morris, [[prov\u00edncia de Buenos Aires]], faleceram o membros Fernando Abal Medina e Carlos Gustavo Ramus. Desde ent\u00e3o, a milit\u00e2ncia do setor de esquerda peronista comemora essa data como o \"Dia do Montonero\".Ramus, Susana. ''Sue\u00f1os sobrevivientes de una montonera''. Editorial Colihue. ISBN 950-581-599-9\n\n== A\u00e7\u00f5es ==\n\n===Sua primeira a\u00e7\u00e3o p\u00fablica===\nA organiza\u00e7\u00e3o armada Montoneros apresentou-se frente da sociedade a [[1 de Junho]] de [[1970]] mediante o sequestro e assassinato do general [[Pedro Eugenio Aramburu]], quem fora a cabe\u00e7a da [[Revoluci\u00f3n Libertadora (Argentina)|Revolu\u00e7\u00e3o Libertadora]], uma subleva\u00e7\u00e3o c\u00edvico-militar que em [[1955]] derrocara o segundo governo constitucional peronista. Aramburu foi submetido a \"julgamento revolucion\u00e1rio\" numa chacra da localidade de [[Timote]], [[prov\u00edncia de Buenos Aires]], e acusado por trai\u00e7\u00e3o \u00e0 p\u00e1tria, pelos [[Fuzilamentos de Jos\u00e9 Le\u00f3n Su\u00e1rez]] e pelo desaparecimento do cad\u00e1ver de [[Evita]] e posteriormente executado por Fernando Abal Medina. Geralmente os estudiosos estabelecem o ponto fundacional neste sequestro, mas na pr\u00e1tica Montoneros j\u00e1 existia como uma organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica desde v\u00e1rios meses antes, embora muito minorit\u00e1ria e quase segreda.\n\n====Sua segunda a\u00e7\u00e3o====\nA [[1 de Julho]] de 1970, \u00e0s 7.30, os Montoneros assaltaram o Banco da Prov\u00edncia de C\u00f3rdova de [[La Calera (C\u00f3rdova)|La Calera]], na central telef\u00f4nica e deixaram no banco uma caixa -supostamente um explosivo- que na realidade continha um gravador com a marcha peronista. Diversos problemas no repregue e incorretas medidas de seguran\u00e7a determinam a deten\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios militantes, entre eles alguns fundadores da organiza\u00e7\u00e3o. Morreu no confronto [[Emilio Maza]].\n\n====Terceira a\u00e7\u00e3o p\u00fablica: O sequestro dos Born====\nNo meio de um clima pol\u00edtico e social enrarecido e conflituoso, a [[19 de Setembro]] de 1974 um comando montonero concretiza o maior sequestro extorsivo de toda a hist\u00f3ria argentina. A organiza\u00e7\u00e3o obteve sessenta milh\u00f5es de d\u00f3lares, pelo resgate e entrega com vida dos irm\u00e3os Juan e Jorge Born ([[Bunge & Born]]), aos seis e nove meses respectivamente. Os irm\u00e3os Born eram naquele tempo os principais acionistas do maior conglomerado produtor e exportador cereal\u00edstico argentino.O pagamento final de uns 17 milh\u00f5es de d\u00f3lares foi cobrado e administrado pelo banqueiro [[David Graiver]], quem tinha as suas oficinas na cidade de [[Nova Iorque]] e faleceu num duvidoso acidente de avia\u00e7\u00e3o.\n\n==Isolamento e derrota==\nCom o transcurso do tempo os Montoneros sofreram um gradual isolamento da base popular peronista em que se apoiavam,Firmenich, Mario E. \"Eutopia. Una alternativa al modelo Neoliberal\". Editorial Colihue. ISBN 950-581-948-X at\u00e9 serem completamente derrotados pelo autodenominado [[Processo de Reorganiza\u00e7\u00e3o Nacional]], uma [[ditadura militar]] que se iniciou em [[1976]] derrocando ao d\u00e9bil governo constitucional da vi\u00fava de Per\u00f3n. Para aniquilar os seus opositores, este novo regime ditatorial (cujos dirigentes e quadros militares foram treinados na famosa \"[[Escola das Am\u00e9ricas]]\" a cargo dos [[EUA]], e em onde eram ensinadas entre outras mat\u00e9rias t\u00e9cnicas de a\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica, [[tortura]], e controlo populacional) iniciou uma pol\u00edtica institucionalizada de [[sequestro]], [[desaparecimento for\u00e7ado]], tortura e exterm\u00ednio em mais de 340 [[Centros clandestinos de deten\u00e7\u00e3o na Argentina|centros clandestinos de deten\u00e7\u00e3o]].Gasparini, Juan. Montoneros, final de cuentas. Buenos Aires, Editora De la Campana. Anos depois, os defensores de tal regime alegariam que este \"continuou a pol\u00edtica ordenada pela Presidenta Mart\u00ednez de Per\u00f3n\", atrav\u00e9s de dois decretos pelos quais em 1975 ordenava \"aniquilar o acionar subversivo\".\n\nNa segunda metade de 1976 a Condu\u00e7\u00e3o Nacional e a alta hierarquia partiram para o ex\u00edlio, no [[M\u00e9xico]]. A opera\u00e7\u00e3o p\u00f4de ser desbaratada gra\u00e7as a um dos integrantes do comando, [[Tulio Valenzuela]], que, ao chegar ao [[M\u00e9xico]] p\u00f4s-se em contato com a organiza\u00e7\u00e3o e denunciou a manobra. Logo de uma estadia em [[Havana]], a condu\u00e7\u00e3o montonera deslocou-se para a [[Europa]].\n\nDurante o transcurso da ditadura, a maioria dos quadros ativos da organiza\u00e7\u00e3o Montoneros foram mortos ou sequestrados, ficando \"detidos/desaparecidos\".Ramus, Susana. ''Sue\u00f1os sobrevivientes de una montonera''. Editorial Colihue. ISBN 950-581-599-9\n\nPor\u00e9m, alguns membros da c\u00fapula dirigente de Montoneros (Firmenich, Perd\u00eda e Vaca Narvaja), sobreviveram.M\u00e1rquez, Nicol\u00e1s La Verdad de La Otra parte . Mar del Plata. Edici\u00f3n del copyright 2004 Alguns (tal o caso do pr\u00f3prio Firmenich) foram acusados de agir como agentes de contra intelig\u00eancia e entregadores dos seus pr\u00f3prios companheiros pelo fiscal Romero Vitorica. Acusa\u00e7\u00e3o da qual sa\u00edram exonerados por falta de provas.\n\n==Atualidade==\nAtualmente a organiza\u00e7\u00e3o Montoneros parou de existir. Poucos dos seus militantes org\u00e2nicos sobreviveram ao exterm\u00ednio durante a ditadura.Garc\u00eda, Prudencio (1995). El drama de la autonom\u00eda militar: Argentina bajo las juntas militares. Alianza Editorial. p. 505 Foi uma das organiza\u00e7\u00f5es mais castigada dentre os milheiros de [[Desaparecidos pela ditadura argentina|desaparecidos]]. (A cifra total de desaparecidos \u00e9 incerta. Popularmente \u00e9 mencionada a cifra de 30 000, que \u00e9 a que mencionam a grande maioria das agrupa\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e de direitos humanos. A pesquisa da [[CONADEP]] (Comiss\u00e3o Nacional para o Desaparecimento de Personas) indicou cerca de 10 000 desaparecidos denunciados). Entre os que conseguiram salvar-se, uns criticam duramente a que fora a sua condu\u00e7\u00e3o nacional, alguns outros intentam minimizar ou negar a sua participa\u00e7\u00e3o e outros, ainda reconhecendo muitos erros graves cometidos, reivindicam a sua perten\u00e7a e a sua pr\u00e1tica na organiza\u00e7\u00e3o guerrilheira enquadrando-a num contexto hist\u00f3rico e geopol\u00edtico.\n\n== Refer\u00eancias ==\n*Firmenich, Mario E. \"Eutopia. Una alternativa al modelo Neoliberal\". Editorial Colihue. ISBN 950-581-948-X\n* [[Bonasso, Miguel]]. ''Recuerdo de la Muerte''. Buenos Aires: Planeta. ISBN 950-742-437-7\n* Ramus, Susana. ''Sue\u00f1os sobrevivientes de una montonera''. Editorial Colihue. ISBN 950-581-599-9\n* Chavez, Gonzalo y Lewinger, Jorge. ''Los del \u00b473 (memorias montoneras)''. Editora De la Campana. ISBN 987-9125-13-4\n* Falcone, Jorge. ''Memorial de guerra larga. Un pibe entre cientos de miles''. Editorial De la Campana. ISBN 978-987-9125-33-5\n* Guillespie R. ''Montoneros: Soldados de Per\u00f3n\". Grijalbo. ISBN 950-28-0235-7''\n* Sadi, Marisa. ''Montoneros, la resistencia despu\u00e9s del final\". Buenos Aires, Nuevos Tiempos, 2004.\n* [[Juan Gasparini|Gasparini, Juan]]. ''Montoneros, final de cuentas''. Buenos Aires, Editora De la Campana. ISBN 987-9125-12-6\n* Perd\u00eda, Roberto Cirilo. ''Otra Historia''. Editorial Agora. ISBN 987-96235-0-9\n* Anguita y Caparr\u00f3s. ''La Voluntad''. 5 Tomos, Editorial Booket. ISBN 987-58-0067-8\n* M\u00e1rquez, Nicol\u00e1s ''La otra parte de la Verdad''. Mar del Plata: Edici\u00f3n del autor, 2004. ISBN 987-43-8267-8\n* Lanusse, Lucas. ''Montoneros - El Mito de sus 12 Fundadores''. Buenos Aires: Vergara, 2005. ISBN 950-15-2359-4\n* Larraquy, Marcelo y Caballero, Roberto. ''Galimberti, de Per\u00f3n a Susana, de Montoneros a la CIA''. Buenos Aires 2000. ISBN 987-9334-93-0\n\n== Bibliografia ==\n* Carranza, Octavio, ''Radiograf\u00eda de los Populismos Argentinos'', Buenos Aires: Liber Liberat, 2007, ISBN 978-987-05-3074-9\n* {{Citar livro\n| autor=Carranza, Octavio\n| t\u00edtulo=Radiograf\u00eda de los Populismos Argentinos\n| ano=2007\n| publica\u00e7\u00e3o=Buenos Aires: Liber Liberat\n| isbn=978-987-05-3074-9\n}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.hacer.org/pdf/Carranza00.pdf \"Radiografia dos Populismos Argentinos\" de Octavio Carranza] {{es}}\n*[http://www.hacer.org/pdf/Carranza00.pdf \"Radiografia dos Populismos Argentinos\" de Octavio Carranza 2] {{es}}\n\n[[Categoria:Hist\u00f3ria da Argentina]]\n[[Categoria:Grupos guerrilheiros]]"}]},"6695":{"pageid":6695,"ns":0,"title":"Exposi\u00e7\u00e3o","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Ficheiro:Exposi\u00e7\u00e3o.JPG|thumb|direita|Exposi\u00e7\u00e3o de obras do [[Pintura do Barroco|pintor barroco]] italiano [[Michelangelo Merisi]].]]\nUma '''exposi\u00e7\u00e3o''' (do [[latim]] ''expositione''), em um amplo sentido, \u00e9 uma apresenta\u00e7\u00e3o organizada e exibi\u00e7\u00e3o de uma sele\u00e7\u00e3o de itens. Na pr\u00e1tica, as exposi\u00e7\u00f5es geralmente ocorrem em um ambiente cultural ou educacional, tal como [[museu]], [[galeria de arte]], [[parque]], [[biblioteca]], [[Centro de conven\u00e7\u00f5es|sala de exposi\u00e7\u00f5es]] ou espa\u00e7os para [[Exposi\u00e7\u00e3o mundial|exposi\u00e7\u00f5es mundiais]] . As exposi\u00e7\u00f5es podem ser dos mais diversos formatos e realizadas com diferentes objetos, como a de arte em museus importantes e galerias menores, as exposi\u00e7\u00f5es interpretativas, as realizadas em [[Museu de hist\u00f3ria natural|museus de hist\u00f3ria natural]] e museus de hist\u00f3ria, e tamb\u00e9m de variedades, como as [[Feira profissional|feiras de neg\u00f3cios]].\n\nNa m\u00fasica, ''exposi\u00e7\u00e3o'' se refere \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o inicial dos elementos tem\u00e1ticos em uma [[fuga]], [[sonata]] etc.FERREIRA, A. B. H. ''Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa''. 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 744.\n\n== Hist\u00f3ria ==\n[[Ficheiro:Affischutst\u00e4llning,_Riksutst\u00e4llningars_entre,_2015-11.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|Exposi\u00e7\u00e3o de p\u00f4steres no sagu\u00e3o da [[Ag\u00eancia Sueca de Exposi\u00e7\u00f5es]] 2015]]\nEm meados do s\u00e9culo XIX, muitos dos novos museus nacionais da Europa estavam em funcionamento e realizando exposi\u00e7\u00f5es de suas pr\u00f3prias cole\u00e7\u00f5es, de cole\u00e7\u00f5es emprestadas ou uma mistura entre elas, pr\u00e1tica que perdura na atualidade. A \"Cronologia das Exposi\u00e7\u00f5es Tempor\u00e1rias no [[Museu Brit\u00e2nico]]\" remonta a 1838.[https://www.britishmuseum.org/pdf/RP_Exhibitions_Chronology.pdf British Museum Research Publication no. 189], \"Chronology of Temporary Exhibitions at the British Museum\", PDF\n\nAs exposi\u00e7\u00f5es modernas est\u00e3o preocupadas com a preserva\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o e demonstra\u00e7\u00e3o. As primeiras exposi\u00e7\u00f5es foram planejadas para atrair o interesse e a curiosidade do p\u00fablico. Antes da ado\u00e7\u00e3o generalizada da [[fotografia]], a exposi\u00e7\u00e3o de um \u00fanico objeto poderia atrair grandes multid\u00f5es.{{Citar jornal |ultimo=Mondello |primeiro=Bob |url=https://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=97377145 |titulo=A History Of Museums, 'The Memory Of Mankind' |data=24 de novembro de 2008 |acessodata=14 de agosto de 2013 |website=NPR}} Alguns visitantes relatam terem sido acometidos pela [[s\u00edndrome de Stendhal]], sentindo-se tontos ou oprimidos pela intensa [[experi\u00eancia sensorial]] de uma exposi\u00e7\u00e3o.{{Citar jornal |ultimo=Squires |primeiro=Nick |url=https://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/italy/7914746/Scientists-investigate-Stendhal-Syndrome-fainting-caused-by-great-art.html |titulo=Scientists investigate Stendhal Syndrome \u2013 fainting caused by great art |data=28 de julho de 2010 |acessodata=14 de agosto de 2013 |website=The Telegraph}}\n\n== Exposi\u00e7\u00e3o art\u00edstica ==\nAs exposi\u00e7\u00f5es de arte podem ocorrer em s\u00e9rie ou periodicamente, como \u00e9 o caso das bienais, trienais e quadrienais. A primeira exposi\u00e7\u00e3o de arte a ser um sucesso de bilheteria parece ter sido a de [[Pablo Picasso]] em 1960 no [[Tate]] em Londres.[https://www.museumbookstore.com/blogs/blog/the-worlds-first-art-blockbuster Museum Bookstore]\n[[Ficheiro:Les_Ma\u00eetres_de_l'Affiche_-7e_Exposition_du_Salon_des_Cent'_(bgw20_0313).jpg|miniaturadaimagem|233x233px|Cartaz para uma exposi\u00e7\u00e3o de arte comercial de 1894 em Paris. O poeta [[Paul Verlaine]] \u00e0 esquerda e [[Jean Mor\u00e9as]] \u00e0 direita.]]\n\n== Exposi\u00e7\u00e3o digital ==\nAs mudan\u00e7as na comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e o surgimento da Internet levaram \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de [[Exposi\u00e7\u00e3o digital|exposi\u00e7\u00f5es digitais]] ou online. Esse tipo de exposi\u00e7\u00e3o pode \n\nincluir a visualiza\u00e7\u00e3o digital de exibi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas; tours de v\u00eddeo em museus, galerias de arte e outros locais culturais; e exposi\u00e7\u00f5es online de arte, modelos ou ferramentas educacionais [[Natodigital|natodigitais.]] A integra\u00e7\u00e3o da [[tecnologia da informa\u00e7\u00e3o]] em museus e arquivos tamb\u00e9m criou oportunidades para experi\u00eancias interativas e multim\u00eddia dentro de institui\u00e7\u00f5es culturais. Muitos museus e galerias possuem extensos recursos online que complementam ou aprimoram suas exposi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas. Assim, por um lado, o [[Museu Brit\u00e2nico]], o [[Louvre]] e o MET, por exemplo, colocaram suas cole\u00e7\u00f5es online e, por outro lado, houve exposi\u00e7\u00f5es digitais consideradas excelentes, como a \"Public Poet, Private Man\", realizada em 2009 sobre o trabalho de [[Henry Wadsworth Longfellow]] pela Association of College and Research Libraries.{{Citar jornal |ultimo=Reuell |primeiro=Peter |url=http://news.harvard.edu/gazette/story/2009/09/longfellow-online-exhibition-recognized-by-acrl/ |titulo=Longfellow online exhibition recognized by ACRL |data=15 de setembro de 2009 |acessodata=14 de agosto de 2013 |website=Harvard Gazette}}\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n{{Commons|Category:Exhibitions}}\n* [[Julgamento]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-entretenimento}}\n{{Portal3|Entretenimento|Arte}}\n\n[[Categoria:Eventos]]\n[[Categoria:Exposi\u00e7\u00f5es]]\n[[Categoria:Promo\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00f5es de marketing]]\n[[Categoria:!Wikiconcurso Casa Brasileira (artigos)]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Affischutst\u00e4llning, Riksutst\u00e4llningars entre, 2015-11.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Commons-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Exposi\u00e7\u00e3o.JPG"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Les Ma\u00eetres de l'Affiche -7e Exposition du Salon des Cent' (bgw20 0313).jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Les Ma\u00eetres de l'Affiche - 15 - 7e Exposition du Salon des Cent (bgw20 0313).jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:P culture.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Pictograma Arte rupestre.PNG"}]},"3881260":{"pageid":3881260,"ns":0,"title":"Leishmania infantum","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n| cor = rosybrown\n| nome = ''Leishmania infantum''\n| imagem = Leishmania infantum.png\n| imagem_legenda = Formas amastigotas\n| reino_sc = [[Excavata]]\n| filo = [[Euglenozoa]]\n| classe = [[Kinetoplastida]]\n| ordem = [[Trypanosomatida]]\n| fam\u00edlia = [[Trypanosomatidae]]\n| g\u00eanero = ''[[Leishmania]]''\n| esp\u00e9cie = '''''L. infantum'''''\n| binomial = ''Leishmania infantum''\n| binomial_autoridade = [[Charles Nicolle|Nicolle]], 1908\n| sin\u00f3nimos = \n* ''Leishmania chagasi''\n}}\n\n'''''Leishmania infantum''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[protozo\u00e1rio]] flagelado da fam\u00edlia [[Trypanosomatidae]]. A esp\u00e9cie \u00e9 o agente etiol\u00f3gico da [[leishmaniose visceral]] do [[Velho Mundo]] e [[Novo Mundo]].\n\nA esp\u00e9cie foi descrita em 1908 por [[Charles Nicolle]] como ''Leishmania infantum''.{{citar peri\u00f3dico |autor=NICOLLE, C. |ano=1908 |t\u00edtulo= Origine canine du kala-azar |jornal=Archives de L'Institut Pasteur de Tunis |volume=3 |p\u00e1ginas=59-62}} Em 1937, [[Evandro Chagas]] e Cunha descreveram a esp\u00e9cie ''Leishmania chagasi'' como causadora da leishmaniose visceral na Am\u00e9rica.{{citar peri\u00f3dico |autor=CUNHA, A.M.; CHAGAS, E. |ano=1937 |t\u00edtulo=New species of protozoa of the genus Leishmania pathogenic to man Leishmania chagasi n. sp previous note |jornal=O Hospital |volume=11 |p\u00e1ginas3\u20139}} Pesquisas moleculares comprovaram que se tratavam da mesma esp\u00e9cie, sendo ent\u00e3o a ''chagasi'' considerada como [[sinon\u00edmia (taxonomia)|sin\u00f4nimo]] de ''infantum''.{{citar peri\u00f3dico |autor=MAUR\u00cdCIO, I.L.; STOTHARD,J.R.; MILES,M.A. |ano=2000 |t\u00edtulo=The strange case of ''Leishmania chagasi'' |jornal=Parasitology Today |volume=16 |p\u00e1ginas=188\u2013189}}\n\n''Leishmania infantum'' \u00e9 muito pr\u00f3xima da ''[[Leishmania donovani]]'', e alguns autores acreditam que estas duas esp\u00e9cies s\u00e3o t\u00e3o relacionadas que podem ser tratadas como uma \u00fanica esp\u00e9cie com duas subesp\u00e9cies,{{citar peri\u00f3dico |doi=10.1016/0035-9203(86)90320-2 |autor=LE BLANCQ, S.M.; PETERS, W. |t\u00edtulo=''Leishmania'' in the Old World: 4. The distribution of ''L. donovani'' sensu lato zymodemes |jornal=Trans. R. Soc. Trop. Med. Hyg. |volume=80 |n\u00famero=3 |p\u00e1ginas=367\u201377 |ano=1986}} entretanto [[filogenia|an\u00e1lises filogen\u00e9ticas]] podem distinguir estes dois grupos como esp\u00e9cies distintas, e demonstraram que alguns isolados de ''L. donovani'' tinham sido erroneamente classificados como ''L. infantum'' e que ''Leishmania donovani'' \u00e9 constitu\u00edda por diversos grupos gen\u00e9ticos.{{citar peri\u00f3dico |autor=KUHLS, K.; MAUR\u00cdCIO, I.L.; PRATLONG, F.; PRESBER, W.; SCH\u00d6NIAN, G. |t\u00edtulo=Analysis of ribosomal DNA internal transcribed spacer sequences of the ''Leishmania donovani'' complex |jornal=Microbes Infection |volume=7 |n\u00famero=11-12 |p\u00e1ginas=1224\u201334 |ano=2005 |doi=10.1016/j.micinf.2005.04.009}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-protozo\u00e1rio}}\n\n[[Categoria:Leishmania]]\n[[Categoria:Parasitas]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies descritas em 1908]]"}]},"552898":{"pageid":552898,"ns":0,"title":"Reciclagem de pl\u00e1stico","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{sem-notas|data=janeiro de 2010}}\n[[Imagem:LixoPET20080220MarcelloCasalJrAgenciaBrasil.jpg|250px|right|thumb|Embalagens pl\u00e1sticas depositadas em [[aterro sanit\u00e1rio]].
(foto: Marcello Casal Jr./Ag\u00eancia Brasil)]]\n\nA '''reciclagem de pl\u00e1stico''' consiste no processo de reciclagem de artefatos fabricados a partir de resinas ([[pol\u00edmero]]s), geralmente sint\u00e9ticas e derivadas do [[petr\u00f3leo]].\n\n== Reciclagem prim\u00e1ria ou pr\u00e9-consumo ou Mec\u00e2nica ==\n\u00c9 a convers\u00e3o de res\u00edduos [[pl\u00e1stico]]s por tecnologias convencionais de processamento em produtos com caracter\u00edsticas de desempenho equivalentes \u00e0s daqueles produtos fabricados a partir de resinas virgens.\n\n== Reciclagem secund\u00e1ria ou p\u00f3s-consumo ==\n\u00c9 a convers\u00e3o de res\u00edduos pl\u00e1sticos de lixo por um processo ou por uma combina\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es. Os materiais que se inserem nessa classe prov\u00eam de lix\u00f5es, sistema de coleta seletiva, sucatas, etc. s\u00e3o constitu\u00eddos pelos mais diferentes tipos de material e resina, o que exige uma boa prepara\u00e7\u00e3o, para poderem ser aproveitados.\n\n=== Reciclagem Qu\u00edmica ===\n\u00c9 a convers\u00e3o de res\u00edduos pl\u00e1sticos em produtos qu\u00edmicos e combust\u00edveis, por processos termoqu\u00edmicos ([[pir\u00f3lise]], [[quim\u00f3lise]], [[convers\u00e3o cat\u00e1lica]]). Por esses processos, os materiais pl\u00e1sticos s\u00e3o convertidos em mat\u00e9rias-primas que podem originar novamente as resinas virgens ou outras subst\u00e2ncias interessantes para a ind\u00fastria, como gases e \u00f3leos combust\u00edveis.\n\n=== Reciclagem Energ\u00e9tica ===\nPor incinera\u00e7\u00e3o, obtendo-se di\u00f3xido de carbono, \u00e1gua e calor.\n\n=== Separa\u00e7\u00e3o ===\nOs diferentes tipos de pl\u00e1sticos s\u00e3o separados antes de serem reciclados. Esse processo \u00e9 feito atrav\u00e9s das densidades destes.\n\n* [[Polipropileno]] 0,90 \u2013 0,915\n* [[Polietileno de baixa densidade|Polietileno de Baixa Densidade]] 0,910 - 0,930\n* [[Polietileno de alta densidade|Polietileno de Alta Densidade]] 0,940 - 0,960\n* [[Poliestireno]] 1,05\n* Nylon 1,13 \u2013 1,15\n* Acr\u00edlico 1,17 \u2013 1,20\n* [[Policloreto de vinila|Poli (cloreto de vinila)]] 1,220 - 1,300\n* [[Politereftalato de etileno|Poli (tereflalato de etileno)]] 1,220 - 1,400\n\n== No Brasil ==\nCada [[brasil]]eiro consome, em m\u00e9dia, aproximadamente 30 quilos de pl\u00e1stico recicl\u00e1vel por ano, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Qu\u00edmica (Abiquim). Em 2010, de acordo com anu\u00e1rio do setor qu\u00edmico da entidade, foram consumidas no pa\u00eds cerca de 5,9 mil toneladas de pl\u00e1stico, o que representa 50% a mais do que h\u00e1 dez anos. Segundo levantamento feito pela entidade em 350 cidades que concentram quase metade da popula\u00e7\u00e3o urbana brasileira, 42% do lixo do pa\u00eds n\u00e3o receberam uma destina\u00e7\u00e3o adequada no ano passado. Ao todo, foram 23 milh\u00f5es de toneladas de lixo levadas para lix\u00f5es ou aterros controlados, que n\u00e3o s\u00e3o ambientalmente apropriados. \n\nParadoxalmente no Brasil a reciclagem funciona como um dep\u00f3sito para onde se encaminham produtos ainda utiliz\u00e1veis ou mesmo materiais reutiliz\u00e1veis em processos de reciclagem parcial. A reciclagem parcial consiste em reprocessar resinas pl\u00e1sticas sem contaminantes e reconduz\u00ed-la ao mercado na forma de produtos diversos, de utilidade dom\u00e9stica a pe\u00e7as industriais.\n\nPor\u00e9m esse tipo de reciclagem n\u00e3o \u00e9 compreendido pelos governantes que estimulam o trabalho de catadores em lix\u00f5es ou aterros onde pessoas em subemprego catam materiais para revend\u00ea-lo \u00e0 ind\u00fastria que reprocessa esses materiais sem conhecimento do p\u00fablico.\n\nExiste a possibilidade de cerca de 70% do lixo dom\u00e9stico ser reaproveitado na fabrica\u00e7\u00e3o de produtos pl\u00e1sticos destinados ao uso dom\u00e9stico na forma de utilidades dom\u00e9sticas, incluindo a\u00ed itens que podem entrar em contato com alimentos, levando potenciais contaminantes \u00e0 mesa do consumidor.\n\nPor outro lado, a manuten\u00e7\u00e3o de estrutura de cooperativas de catadores estimula a perman\u00eancia das pessoas no subemprego e alimenta um mercado paralelo de sucatas onde empresas de grande porte buscam materiais a pre\u00e7o simb\u00f3lico e a revenda desses materiais com valores pr\u00f3ximos do plastico virgem.\n\nO aterro sanit\u00e1rio surge como op\u00e7\u00e3o assim como a gera\u00e7\u00e3o de energia utilizando-se desses materiais combust\u00edveis ( pl\u00e1stico, madeira e papel ), podendo se tornar fonte de energia a abastecer metr\u00f3poles a um custo por Kw/H menores que os praticados pelas concession\u00e1rias de energia. \n\nPara [[aterro sanit\u00e1rio|aterros sanit\u00e1rios]], em que existem sistemas para evitar contamina\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e solo, foram levadas 31 milh\u00f5es de toneladas de lixo.{{citar web |url=http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-07-07/brasileiro-consome-30-quilos-de-plastico-reciclavel-por-ano-mostra-pesquisa |publicado=Ag\u00eancia brasil |t\u00edtulo=Brasileiro consome 30 quilos de pl\u00e1stico recicl\u00e1vel por ano, mostra pesquisa | |primeiro= |ultimo= |obra= |ano=2011 |cita\u00e7\u00e3o=pl\u00e1stico recicl\u00e1vel |acessodata=7 de julho de 2011}} O [[fungo]], nativo da [[amaz\u00f4nia]], ''[[Pestalotiopsis microspora]]'', pode alimentar-se de [[pl\u00e1stico]]s produzidos \u00e0 base de [[poliuretano]].{{citar web |l\u00edngua2=pt |url=http://www.tecmundo.com.br/ciencia/18714-descoberto-fungo-que-sobrevive-comendo-plastico-e-que-pode-ajudar-a-salvar-o-planeta.htm |publicado=Tecmundo.com.br |autor= |t\u00edtulo=Descoberto fungo que sobrevive comendo pl\u00e1stico e que pode ajudar a salvar o planeta |data= |acessodata=12 de mar\u00e7o de 2012}}{{citar web |l\u00edngua2=en |url=http://aem.asm.org/content/early/2011/07/15/AEM.00521-11.abstract?maxtoshow=&hits=10&RESULTFORMAT=&fulltext=+Pestalotiopsis+microspora+&searchid=1&FIRSTINDEX=0&resourcetype=HWCIT |publicado=American Society for Microbiology |autor= |t\u00edtulo=Biodegradation of Polyester Polyurethane by Endophytic Fungi |data= |acessodata=12 de mar\u00e7o de 2012}}\n\n==Exemplos de reciclagem de pl\u00e1stico==\n\n===Prim\u00e1ria ou pr\u00e9-consumo===\n\n[[Ficheiro:Penguin of Plastic Bottles.JPG|miniaturadaimagem|Escultura com garrafas pl\u00e1sticas em [[Pindamonhangaba-SP]] - dez/2011|116x116px]]\n\n===Secund\u00e1ria ou p\u00f3s-consumo===\nTecidos ecol\u00f3gicos podem ser produzidos a partir de fios provenientes do processamento de materiais pl\u00e1sticos [[Politereftalato de etileno|PET]], de embalagens j\u00e1 utilizadas.\n\n===Terci\u00e1ria===\n\n===Quatern\u00e1ria===\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{link|1=|2=http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010160070702|3=Uma nova era na reciclagem dos pl\u00e1sticos}}\n* {{link|1=|2=http://www.videolar.com.br/paginas/significados_simbolos.asp|3=Significado dos s\u00edmbolos de reciclagem|4=www.videolar.com.br}}\n{{Portal3|Qu\u00edmica|Ambiente}}\n\n[[Categoria:Reciclagem]]"}]},"4310594":{"pageid":4310594,"ns":0,"title":"Ponte das Aigues-Vertes","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Ponte\n|nome_ponte = Ponte das Aigues-Vertes\n|imagem = Pont Aigues-Vertes 2.JPG\n|tamanho_imagem = 200 px\n|legenda = \n|nome_oficial = Pont d'Aigues-Vertes\n|via = Autoestrada A1\n|cruza = [[Rio R\u00f3dano]]\n|localiza\u00e7\u00e3o = {{CH-GE}}, {{SUI}}\n|mantida = \n|design = Ponte de vigas\n|pilar_principal = \n|vao_livre = \n|arquitetura = \n|comprimento = 251 m\n|largura = 13,5\t\n|altura = 5 m\n|tr\u00e1fego = [[Viatura]]s \n|eleva\u00e7\u00e3o_cima = \n|in\u00edcio = \n|completagem = 1987 \n|abertura = \n|fechamento = \n|demoli\u00e7\u00e3o = \n|destrui\u00e7\u00e3o = \n|ped\u00e1gio = \n|material = [[Bet\u00e3o armado]] \n|latd= 46 |latm= 12 |lats= 09 |latNS= N\n|longd=06 |longm=04 |longs=34 |longEW=E\n|coord_display =\n|coord_escala =\n|coord_tipo =\n}}\n\nA '''Ponte das Aigues-Vertes''' fica sobre o [[rio R\u00f3dano]] no [[cant\u00e3o de Genebra]] na [[Su\u00ed\u00e7a]] entre as localidades de [[Vernier (comuna)|Vernier]] na margem direita e [[Bernex]].\n\nNas proximidades desta ponte fica o \"Instituto Aigues-Vertes\" para deficientes mentais.{{link | FR |2=http://www.aigues-vertes.ch/site/pages/default.aspx |3= Instituto Aigues-Vertes|4= Visitado: Fev. 2014}} \n\n==Caracter\u00edsticas==\nConstru\u00edda por duas pontes separadas em [[Bet\u00e3o armado]], foi edificada em 1987 durante a constru\u00e7\u00e3o da autoestrada de desvio de [[Genebra]], um prolongamento da [[Lista das autoestradas da Su%C3%AD\u00e7a#De_A1_a_A9|autoestrada A1]]. Esta ponte encontra-se entre a [[trincheira]] de Ch\u00e8vres e o [[t\u00fanel]] de Vernier.\n\n==Regelo==\nPelo facto de se encontras pouco acima de um rio e ser atravessado pela [[Lista das autoestradas da Su%C3%AD\u00e7a#De_A1_a_A9|autoestrada A1]], condi\u00e7\u00f5es ideais par o ocorr\u00eancia de [[regelo]], a ponte est\u00e1 equipada com uma instala\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica de lan\u00e7amento de [[salmoura]].{{link | FR |2= http://cat.inist.fr/?aModele=afficheN&cpsidt=2858986 |3= Salmonagem |4= Visitado: Fev. 2014}} \n\n==Ver tamb\u00e9m==\n* [[Lista das pontes do cant\u00e3o de Genebra]]\n\n{{notas}}\n* Valores num\u00e9ricos segundo a [[:fr:Pont_d%27Aigues-Vertes|vers\u00e3o francesa]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n\n\n[[Categoria:Pontes sobre o rio R\u00f3dano|A]]\n[[Categoria:Pontes de Genebra|A]]"}]}}}}