Pigatti Contabilidade - Escritório de Contabilidade em SP - Home
Nós usamos cookies
Eles são usados para aprimorar a sua experiência. Ao fechar este banner ou continuar na página, você concorda com o uso de cookies. 
pigatti

escritorio de contabilidade em sp

    (11) 3340.6655     contato@pigatti.com.br      Cliente      Zen   
    
  
O que você
deseja?
proposta
quero trocar de
ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE ESPECIALIZADO PARA
A PIGATTI É MAIS DO QUE UM ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE

Com mais de 60 anos de história podemos dizer que não paramos no tempo.
Unimos pessoas, tecnologia, consultoria, gestão e marketing com o objetivo de fazer você construir resultados.

O nosso propósito é fazer o seu negócio dar certo!

Queremos evitar que a sua empresa feche as portas, e entre na estatística: 06 a cada 10 empresas fecham as portas em menos de cinco anos de atividade (Levantamento do IBGE)

Temos um compilado de serviços para manter a sua empresa ativa e em constante crescimento!
Soluções que englobam todas a maioria das necessidades do seu negócio.

CONTRATE UM ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE E GANHE UMA VERDADEIRA CONSULTORIA
NOSSOS SERVIÇOS
NOSSOS ÚLTIMOS ARTIGOS
pigatti

Como reduzir a carga tributária de sua empresa
A carga tributária é uma das preocupações constantes para empresas de todos os portes. A busca por formas legais e eficientes de reduzir os impostos é fundamental para melhorar a lucratividade e a competitividade no mercado. Neste artigo, vamos explorar algumas estratégias e dicas para reduzir a carga tributária de sua empresa. Escolha do regime tributário adequado O primeiro passo para reduzir a carga tributária é escolher[...]
+ continue lendo
pigatti

O que são impostos diretos e indiretos? Entenda as diferenças
No mundo da contabilidade e das finanças empresariais, é crucial compreender a distinção entre impostos diretos e indiretos. Esses termos referem-se a diferentes formas de tributação que afetam empresas e indivíduos de maneiras distintas. Neste artigo, vamos explorar o significado de impostos diretos e indiretos, suas características e exemplos relevantes. Impostos diretos Os impostos diretos são aqueles que incidem diretamente sobre a[...]
+ continue lendo
pigatti

Gestão de Conflitos: Transformando Desafios em Oportunidades
A gestão de conflitos é uma habilidade crucial em qualquer ambiente, especialmente nas organizações modernas que valorizam a colaboração e o trabalho em equipe. Neste artigo, exploraremos como a gestão eficaz de conflitos está intrinsecamente ligada a conceitos como liderança, autodesenvolvimento, ambiente saudável, trabalho em equipe e custos elevados, enquanto destacamos ferramentas valiosas como os 9 degraus da escalada do conflito,[...]
+ continue lendo
{"continue":{"imcontinue":"1323|Wikisource-logo.svg","grncontinue":"0.019694380529|0.019694380529|0|0","continue":"grncontinue||revisions"},"warnings":{"main":{"*":"Subscribe to the mediawiki-api-announce mailing list at for notice of API deprecations and breaking changes. Use [[Special:ApiFeatureUsage]] to see usage of deprecated features by your application."},"revisions":{"*":"Because \"rvslots\" was not specified, a legacy format has been used for the output. This format is deprecated, and in the future the new format will always be used."}},"query":{"pages":{"2856460":{"pageid":2856460,"ns":0,"title":"Eudesmia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Eudesmia''\n| imagem =\n| imagem_legenda=\n| estado =\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Artr\u00f3pode|Arthropoda]]\n| classe = [[Insetos|Insecta]]\n| ordem = [[Lepidoptera]]\n| fam\u00edlia = [[Arctiidae]]\n| g\u00e9nero = '''''Eudesmia'''''\n| g\u00e9nero_autoridade=\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o = {{centro|Ver texto}}\n| sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Eudesmia''''' \u00e9 um g\u00eanero de [[Lepidoptera|tra\u00e7a]] pertencente \u00e0 fam\u00edlia [[Arctiidae]].{{Citar web|url = https://www.gbif.org/species/1815380 |t\u00edtulo = Eudesmia |obra = [[Global Biodiversity Information Facility|Sistema Global de Informa\u00e7\u00e3o sobre Biodiversidade]] |l\u00edngua = en |acessodata = 15 de agosto de 2019}}\n\n\n\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n== Bibliografia ==\n* Bates DL, Fenton MB (1990) Aposematism or startle? Predators learn their responses to the defenses of prey. ''Can J Zool'' 68:49\u201352\n* Dunning DC, Kr\u00fcger M (1995) Aposematic sounds in African moths. ''Biotropica'' 27:227\u2013231\n* Dunning DC, Acharya L, Merriman CB, Ferro LD (1992) Interactions between bats and arctiid moths. ''Can J Zool'' 70:2218\u20132223\n* Fullard JH, Fenton MB, Simmons JA (1979) Jamming bat echolocation: the clicks of arctiid moths.'' Can J Zool'' 57:647\u2013649\n* William Conner (ed.). (2009). ''Tiger moths and woolly bears : behavior, ecology, and evolution of the Arctiidae.'' [[Oxford University Press]]: [[New York City|New York]]. ISBN 9780195327373\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.nhm.ac.uk/jdsml/research-curation/projects/butmoth/GenusList3.dsml?searchPageURL=index.dsml&SUPERFAMIL=&FAMILYqtype=starts+with&FAMILY=arctiidae&SUBFAMILYqtype=starts+with&SUBFAMILY=&TRIBEqtype=starts+with&TRIBE=&SUBTRIBEqtype=starts+with&SUBTRIBE=&GENUSqtype=starts+with&GENUS=&AUTHORqtype=starts+with&AUTHOR=&YEARqtype=equals&YEAR=&sort=GENUS Natural History Museum - Lepidoptera - cat\u00e1logo de nomes gen\u00e9ricos]\n\n{{Esbo\u00e7o-lepid\u00f3ptero}}\n{{Taxonbar}}\n\n[[Categoria:Arctiidae]]"}]},"1323":{"pageid":1323,"ns":0,"title":"M\u00e9todo cient\u00edfico","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais notas|data=maio de 2022}}\n[[Ficheiro:Metodo cientifico.svg|thumb|350px|[[Esbo\u00e7o]] contendo os principais passos do m\u00e9todo cient\u00edfico. O m\u00e9todo come\u00e7a pela observa\u00e7\u00e3o, que deve ser sistem\u00e1tica e controlada, a fim de que se obtenham os fatos cient\u00edficos. O m\u00e9todo \u00e9 c\u00edclico, girando em torno do que se denomina [[teoria cient\u00edfica]], a uni\u00e3o indissoci\u00e1vel do [[conjunto (matem\u00e1tica)|conjunto]] de todos os fatos cient\u00edficos conhecidos e de um conjunto de [[hip\u00f3tese]]s test\u00e1veis e testadas capaz de explic\u00e1-los. Os fatos cient\u00edficos, embora n\u00e3o necessariamente [[laborat\u00f3rio|reprodut\u00edveis]], t\u00eam que ser necessariamente [[museu de hist\u00f3ria natural|verific\u00e1veis]]. As hip\u00f3teses t\u00eam que ser test\u00e1veis frente aos fatos, e por tal, [[falseabilidade|false\u00e1veis]]. As teorias nunca s\u00e3o provadas e sim corroboradas.]]\n\nO '''m\u00e9todo cient\u00edfico''' refere-se a um conjunto de regras b\u00e1sicas dos procedimentos que produzem o conhecimento cient\u00edfico, quer um novo conhecimento, quer uma corre\u00e7\u00e3o (evolu\u00e7\u00e3o) ou um aumento na \u00e1rea de incid\u00eancia de conhecimentos anteriormente existentes. Na maioria das disciplinas cient\u00edficas consiste em juntar evid\u00eancias [[Empirismo|emp\u00edricas]] verific\u00e1veisSINGH, Simon. ''Big Bang''. Rio de Janeiro; S\u00e3o Paulo: Editora Record, 2006. ISBN 85-01-07213-3. Cap\u00edtulo \"O que \u00e9 ci\u00eancia?\", e demais. \u2014 baseadas na observa\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica e controlada, geralmente resultantes de experi\u00eancias ou pesquisa de campo \u2014 e analis\u00e1-las com o uso da l\u00f3gica. Para muitos autores, o m\u00e9todo cient\u00edfico nada mais \u00e9 do que a [[l\u00f3gica]] aplicada \u00e0 [[ci\u00eancia]]. Os m\u00e9todos que fornecem as bases l\u00f3gicas ao conhecimento cient\u00edfico s\u00e3o: [[m\u00e9todo indutivo]], [[m\u00e9todo dedutivo]], [[m\u00e9todo hipot\u00e9tico-dedutivo]], [[m\u00e9todo dial\u00e9tico]], [[fenomenologia|m\u00e9todo fenomenol\u00f3gico]], etc..\n\nDescri\u00e7\u00f5es de m\u00e9todos s\u00e3o encontradas desde as civiliza\u00e7\u00f5es antigas, como no Antigo Egito e na Gr\u00e9cia Antiga, mas s\u00f3 foi na sociedade \u00e1rabe, h\u00e1 cerca de mil anos que as bases do que seria o m\u00e9todo cient\u00edfico atual foram sendo constru\u00eddas, com o trabalho do cientista [[Alhazen|Ibn Al- Haytham]] nos seus estudos sobre \u00f3tica, fazendo ele ser considerado por muitos \"o primeiro cientista\". O m\u00e9todo utilizado por ele j\u00e1 contava com similaridades com o m\u00e9todo de Descartes e o atual como: a observa\u00e7\u00e3o e a pesquisa te\u00f3rica anterior ao fazer do experimento, a separa\u00e7\u00e3o em categorias e comparar a hip\u00f3tese de acordo com os resultados.Sobhi Rayan. (2014). Analogical reasoning roots in Ibn al-Haytham's scientific method of research. pg 321-322.\n\nA metodologia cient\u00edfica se refor\u00e7a no pensamento de [[Ren\u00e9 Descartes]], que foi posteriormente desenvolvido empiricamente pelo f\u00edsico ingl\u00eas [[Isaac Newton]]. Descartes prop\u00f4s chegar \u00e0 verdade atrav\u00e9s da d\u00favida sistem\u00e1tica e da decomposi\u00e7\u00e3o do problema em pequenas partes, caracter\u00edsticas que definiram a base da pesquisa cient\u00edfica.{{Nota de rodap\u00e9|Trata-se da metodologia [[reducionismo|reducionista]], certamente em larga escala difundida em v\u00e1rias \u00e1reas cient\u00edficas modernas: compreenda primeiro cada uma das partes e como estas interagem entre si para ent\u00e3o compreender o todo. Embora o alicerce de muitas cadeiras cient\u00edficas, com destaque certamente para as ci\u00eancias naturais como [[f\u00edsica]], [[qu\u00edmica]] e [[biologia]], esta metodologia n\u00e3o \u00e9 em absoluto necess\u00e1ria \u00e0 defini\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo cient\u00edfico, havendo metodologias de trabalho n\u00e3o reducionistas que tamb\u00e9m mostram-se completamente compat\u00edveis com o m\u00e9todo cient\u00edfico em sua forma geral, a citar-se a metodologia atrelada \u00e0s [[complexidade|teorias complexas]], como a [[teoria do caos]].}} Compreendendo-se os sistemas mais simples, gradualmente se incorporam mais e mais vari\u00e1veis, em busca da descri\u00e7\u00e3o do todo.\n\nO [[C\u00edrculo de Viena]] acrescentou a esses princ\u00edpios a necessidade de verifica\u00e7\u00e3o e o [[m\u00e9todo indutivo]]. [[Karl Popper]] demonstrou que nem a verifica\u00e7\u00e3o nem a indu\u00e7\u00e3o sozinhas serviam ao prop\u00f3sito em quest\u00e3o \u2013 o de compreender a realidade conforme esta \u00e9 e n\u00e3o conforme gostar-se-ia que fosse \u2013 pois o cientista deve trabalhar com o [[Falseabilidade|falseamento]], ou seja, deve fazer uma [[hip\u00f3tese]] e testar suas hip\u00f3teses procurando n\u00e3o apenas evid\u00eancias de que ela est\u00e1 certa, mas sobretudo evid\u00eancias de que ela est\u00e1 errada. Se a hip\u00f3tese n\u00e3o resistir ao teste, diz-se que ela foi falseada. Caso n\u00e3o, diz-se que foi corroborada. Popper afirmou tamb\u00e9m que a ci\u00eancia \u00e9 um conhecimento provis\u00f3rio, que funciona atrav\u00e9s de sucessivos [[Falseabilidade|falseamentos]]. Nunca se prova uma [[teoria cient\u00edfica]].HAWKING, Stephen. ''[[Uma breve hist\u00f3ria do tempo]]''. Lisboa: Gradiva, 1988. ISBN 972-662-010-4. Rio de Janeiro: Rocco, 1988. ISBN 85-325-0252-0.{{nota de rodap\u00e9|\"... qualquer [[teoria]] em [[F\u00edsica]] [cient\u00edfica] \u00e9 sempre provis\u00f3ria, no sentido de que \u00e9 apenas uma [[hip\u00f3tese]], voc\u00ea nunca pode prov\u00e1-la em definitivo. N\u00e3o importa quantas vezes os resultados das experi\u00eancias estejam de acordo com algumas teorias, n\u00e3o se pode ter a certeza de que na pr\u00f3xima vez o resultado n\u00e3o ir\u00e1 contradiz\u00ea-las. Por outro lado, voc\u00ea pode refutar uma teoria por encontrar uma \u00fanica observa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o concorde com as suas previs\u00f5es\" - Stephen Hawking - Conforme publicado em ''[[Uma breve hist\u00f3ria do tempo]]''}} [[Thomas Kuhn]] percebeu que os [[paradigma]]s s\u00e3o elementos essenciais do m\u00e9todo cient\u00edfico, sendo os momentos de mudan\u00e7a de paradigmas chamados de revolu\u00e7\u00f5es cient\u00edficas. O m\u00e9todo cient\u00edfico \u00e9 constru\u00eddo de forma que a ci\u00eancia e suas teorias evoluam com o tempo.\n\nN\u00e3o apenas recentemente mas desde os prim\u00f3rdios a metodologia cient\u00edfica tem sido alvo de in\u00fameros debates de ordem filos\u00f3fica, sendo criticada por v\u00e1rios pensadores aversos ao pensamento cartesiano,{{nota de rodap\u00e9|Existem v\u00e1rias e v\u00e1rias \u00e1reas do [[conhecimento]] em que os m\u00e9todos cient\u00edficos n\u00e3o se aplicam \u2013 ou cujos m\u00e9todos transcendem os definidos pela metodologia cient\u00edfica \u2013 e como exemplo pode-se citar a pr\u00f3pria [[Filosofia]]. Em ambos os casos tais \u00e1reas n\u00e3o se caracterizam, contudo, como \u00e1reas de estudo cient\u00edficas, e no caso particular das cr\u00edticas filos\u00f3ficas \u00e0 metodologia cient\u00edfica a ci\u00eancia geralmente responde de forma enf\u00e1tica: \"Ci\u00eancia \u00e9 o que voc\u00ea sabe. Filosofia \u00e9 o que voc\u00ea n\u00e3o sabe\" ([[Bertrand Russell]]); \"A filosofia da ci\u00eancia \u00e9 t\u00e3o \u00fatil para o cientista quanto a ornitologia para os p\u00e1ssaros\" ([[Richard Feynman]]) - conforme relatado por Simon Singh - Big Bang - p\u00e1g. 459.}} a citarem-se as cr\u00edticas elaboradas pelo fil\u00f3sofo franc\u00eas [[Edgar Morin]]. Morin prop\u00f5e, no lugar da divis\u00e3o do objeto de pesquisa em partes, uma vis\u00e3o sist\u00eamica, do todo. Esse novo paradigma \u00e9 chamado de Teoria da [[complexidade]] (complexidade entendida como abra\u00e7ar o todo). Embora tal paradigma n\u00e3o implique a rigor na invalidade do m\u00e9todo cient\u00edfico em sua forma geral, este certamente prop\u00f5e uma nova forma de se aplic\u00e1-lo no que se refere \u00e0s particularidades de cada \u00e1rea quanto ao objetivo \u00e9 compreender a realidade na melhor forma poss\u00edvel.\n\n== Evolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo ==\nMetodologia cient\u00edfica literalmente refere-se ao estudo dos pormenores dos m\u00e9todos empregados em cada \u00e1rea cient\u00edfica espec\u00edfica, e em ess\u00eancia dos passos comuns a todos estes m\u00e9todos, ou seja, do m\u00e9todo da ci\u00eancia em sua forma geral, que se sup\u00f5e universal. Embora procedimentos variem de uma \u00e1rea da ci\u00eancia para outra (as disciplinas cient\u00edficas), diferenciadas por seus distintos objetos de estudo, consegue-se determinar certos elementos que diferenciam o m\u00e9todo cient\u00edfico de outros m\u00e9todos encontrados em \u00e1reas n\u00e3o cient\u00edficas, a citarem-se os presentes na [[filosofia]], na [[matem\u00e1tica]] e mesmo nas [[religi\u00e3o|religi\u00f5es]].\n\nA hist\u00f3ria do m\u00e9todo cient\u00edfico se mistura com a hist\u00f3ria da ci\u00eancia. Documentos do [[Antigo Egito]] j\u00e1 descrevem m\u00e9todos de diagn\u00f3sticos m\u00e9dicos. Na cultura da [[Gr\u00e9cia Antiga]], os primeiros ind\u00edcios do m\u00e9todo cient\u00edfico come\u00e7am a aparecer. Grande avan\u00e7o no m\u00e9todo foi feito no come\u00e7o da [[filosofia]] [[Islamismo|isl\u00e2mica]], h\u00e1 cerca de mil anos, com a contribui\u00e7\u00e3o de [[Alhazen|Ibn al- Haytham]], cientista \u00e1rabe, que em sua pesquisa sobre \u00f3tica, organizou o que muitos consideram as bases do m\u00e9todo cient\u00edfico moderno que se consolidaram com o surgimento da [[F\u00edsica]] nos s\u00e9culos XVII e XVIII. [[Francis Bacon]], em seu trabalho [[Novum Organum]] (1620) \u2014 uma refer\u00eancia ao ''[[Organon]]'' de [[Arist\u00f3teles]] \u2014 especifica um novo sistema l\u00f3gico para melhorar o velho processo filos\u00f3fico do [[silogismo]].Rosanna Gorini. \u201calHaytham the man of experience. First Steps in the Science of Vision\u201d. JOURNA OF THEINTERNATIONAL SOCIETYFOR THEHISTORY OF ISLAMIC, Institute of Neurosciences, Laboratoryof Psychobiologyand Psychopharmacology, Roma, It\u00e1lia, Vol 2.No 4. Outubro de 2003, 53-55, p. 55.HAWKING, Stephen. ''[[Uma breve hist\u00f3ria do tempo]]''. Lisboa: Gradiva, 1988. ISBN 972-662-010-4. Rio de Janeiro: Rocco, 1988. ISBN 85-325-0252-0.\n\nA metodologia cient\u00edfica tem sua origem no pensamento de Descartes, que foi posteriormente desenvolvido empiricamente pelo f\u00edsico ingl\u00eas [[Isaac Newton]]. [[Ren\u00e9 Descartes]] prop\u00f4s chegar \u00e0 verdade atrav\u00e9s da d\u00favida sistem\u00e1tica e da decomposi\u00e7\u00e3o do problema em pequenas partes, caracter\u00edsticas que definiram a base da pesquisa cient\u00edfica.\n\nL\u00ea-se no livro o ''[[Discurso do m\u00e9todo]]'': \n\n{{Cita\u00e7\u00e3o2|cinzabq=s|1=...E como a multiplicidade de leis serve frequentemente para escusar os v\u00edcios, de sorte que um estado \u00e9 muito melhor governado quando, possuindo poucas, elas s\u00e3o a\u00ed rigorosamente aplicadas, assim, em lugar de um grande n\u00famero de preceitos dos quais a l\u00f3gica \u00e9 composta, acrediteis que j\u00e1 me seriam bastante quatro, contanto que tomasse a firme e constante resolu\u00e7\u00e3o de n\u00e3o deixar uma vez s\u00f3 de observ\u00e1-los
O primeiro consistia em nunca aceitar, por verdadeira, coisa nenhuma que n\u00e3o conhecesse como evidente; isto \u00e9, devia evitar cuidadosamente a precipita\u00e7\u00e3o e a preven\u00e7\u00e3o; e nada incluir em meus ju\u00edzos que n\u00e3o se apresentasse t\u00e3o claramente e t\u00e3o distintamente ao meu esp\u00edrito que n\u00e3o tivesse nenhuma ocasi\u00e3o de o p\u00f4r em d\u00favida.
O segundo \u2013 dividir cada uma das dificuldades que examinasse em tantas parcelas quantas pudessem ser e fossem exigidas para melhor compreend\u00ea-las.
O terceiro \u2013 conduzir por ordem os meus pensamentos, come\u00e7ando pelos objetos mais simples e f\u00e1ceis de serem conhecidos, para subir, pouco a pouco, como por degraus, at\u00e9 o conhecimento dos mais compostos, e supondo mesmo certa ordem entre os que n\u00e3o se precedem naturalmente uns aos outros.
E o \u00faltimo \u2013 fazer sempre enumera\u00e7\u00f5es t\u00e3o completas e revis\u00f5es t\u00e3o gerais, que ficasse certo de nada omitir.\"...}}\n\nCorrentemente estas regras s\u00e3o: 1) da evid\u00eancia; 2) da divis\u00e3o ou an\u00e1lise; 3) da ordem ou dedu\u00e7\u00e3o; e, 4) da enumera\u00e7\u00e3o (contar, especificar), classifica\u00e7\u00e3o.\n\n== Contexto de uma pesquisa ==\nExistem diferentes tipos de pesquisa, quando se usa o m\u00e9todo cient\u00edfico como divisor de \u00e1guas.{{citar livro|url=https://www.amazon.com.br/dp/B09WPXSFMB|t\u00edtulo=Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 pesquisa cient\u00edfica: Aprenda sobre a pesquisa cient\u00edfica, e como ela pode ser parte da sua carreira|ultimo=Pires|primeiro=Jorge Guerra|editora=Edi\u00e7\u00e3o do autor|ano=2022|local=Ouuro Preto}} Como exemplo, vamos falar do [[m\u00e9todo hipot\u00e9tico-dedutivo]].\n\n=== Pesquisa focada no m\u00e9todo hipot\u00e9tico-dedutivo ===\nPrimeiramente, os pesquisadores definem proposi\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas ou suposi\u00e7\u00f5es - as [[hip\u00f3tese]]s - para explicar certos fen\u00f4menos e observa\u00e7\u00f5es, e ent\u00e3o desenvolvem experi\u00eancias ou observa\u00e7\u00f5es a serem feitas em que testam essas hip\u00f3teses. Se confirmadas, ''as hip\u00f3teses podem gerar leis'', e juntamente com as evid\u00eancias associadas, geram as teorias cient\u00edficas; isso seria pensando na constru\u00e7\u00e3o teorias. Ou seja, nesse cen\u00e1rio o pesquisador foca em gerar \"percep\u00e7\u00f5es\" do mundo em forma de hip\u00f3teses, e test\u00e1-las.
\"Hip\u00f3tese pode ser definida como qualquer afirma\u00e7\u00e3o sobre algo. Fazemos observa\u00e7\u00f5es, e criamos hip\u00f3teses, que seria a forma como pensamos que o sistema funciona. Em seguida, criamos formas de testar nossas hip\u00f3teses. Toda pesquisa tem hip\u00f3tese, estando ou n\u00e3o o pesquisador ciente.\"{{citar livro|url=https://www.amazon.com.br/dp/B09WPXSFMB|t\u00edtulo=Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 pesquisa cient\u00edfica: Aprenda sobre a pesquisa cient\u00edfica, e como ela pode ser parte da sua carreira|ultimo=Pires|primeiro=Jorge Guerra|editora=Edi\u00e7\u00e3o do autor, Edi\u00e7\u00e3o do Kindle|ano=2022|local=Ouro Preto|p\u00e1gina=111}}
Embora as hip\u00f3teses sejam geralmente formuladas em cima de um subconjunto de fatos de particular interesse ou relev\u00e2ncia, vale ressaltar que o m\u00e9todo pode impor a integra\u00e7\u00e3o entre todo conhecimento produzido. Isso ocorre quando a hip\u00f3tese trata algo maior, como a hip\u00f3tese da velocidade constante da luz da teoria da relatividade.\n\nA rigor n\u00e3o h\u00e1 in\u00fameros subconjuntos de evid\u00eancias, cada um particular a uma teoria restrita, mas sim um conjunto \u00fanico e universal de evid\u00eancias, com as quais, qualquer que seja, uma hip\u00f3tese v\u00e1lida n\u00e3o pode conflitar, quer seja esteja esta hip\u00f3tese associada a um sistema em particular que busque esta ser uma explica\u00e7\u00e3o geral para os fen\u00f4menos naturais. Integrando-se o conjunto de fatos e as hip\u00f3teses de diversas \u00e1reas em uma \u00fanica e coerente estrutura de conhecimento formam-se teorias cada vez mais amplas e abrangentes, e ao fim do que se denomina por [[ci\u00eancia]]. Com tal imposi\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo, colocam-se as hip\u00f3teses sempre que poss\u00edvel em um patamar bem mais amplo de abrang\u00eancia, podendo estas virem a receber o t\u00edtulo honor\u00edfico de [[lei (ci\u00eancia)|leis cient\u00edficas]] e as teorias pertinentes virem a ser reconhecidas consensualmente pela comunidade cient\u00edfica como um [[paradigma]] v\u00e1lido \u00e0 \u00e9poca em quest\u00e3o.{{carece de fontes|data=novembro de 2023}}\n\n=== Constru\u00e7\u00e3o do conhecimento ===\nOutra caracter\u00edstica do m\u00e9todo \u00e9 que o processo de produ\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico precisa ser objetivo e o [[cientista]] deve ser imparcial na interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados. Sobre a objetividade, que consiste em se atentar \u00e0s propriedades do objeto em estudo e n\u00e3o \u00e0s do sujeito que as estuda (subjetividade), \u00e9 conhecida a afirma\u00e7\u00e3o de [[Hans Selye]], pesquisador canadense que formulou a moderna concep\u00e7\u00e3o de estresse: \"Quem n\u00e3o sabe o que procura n\u00e3o entende o que encontra\", referindo-se \u00e0 necessidade de formula\u00e7\u00e3o de defini\u00e7\u00f5es precisas (a ess\u00eancia dos conceitos) e que possam ser respondidas com um simples sim ou n\u00e3o, e aos cuidados que se deve ter com a subjetividade inerente ao ser humano. Tanto a imparcialidade (evid\u00eancia) quanto a objetividade foram inclu\u00eddas por [[Ren\u00e9 Descartes]] (1596 \u2013 1649) nas regras l\u00f3gicas que caracterizam o m\u00e9todo cient\u00edfico.{{carece de fontes|data=novembro de 2023}}\n\nAl\u00e9m disso, o procedimento precisa ser documentado, tanto no que diz respeito \u00e0 fonte de dados como \u00e0s regras de an\u00e1lise, para que outros cientistas possam reanalisar, reproduzir e verificar a confiabilidade dos resultados. Assim se distinguem os relatos cient\u00edficos (artigos, monografias, teses e disserta\u00e7\u00f5es) de um simples estilo (padr\u00e3o) ou arquitetura de texto orientados pelo que caracterizam as normas da [[Ret\u00f3rica]] ou o estudo do uso [[Teoria da persuas\u00e3o|persuasivo]] da linguagem, em fun\u00e7\u00e3o da [[Orat\u00f3ria|eloqu\u00eancia]].\n\n\u00c9 comum o uso da an\u00e1lise [[matem\u00e1tica]] ou [[estat\u00edstica]] de forma direta ou mediante aproxima\u00e7\u00e3o por modelos abstratos idealizados ao qual se acrescem gradualmente as vari\u00e1veis necess\u00e1rias para satisfazer \u00e0 complexidade do problema enfocado e precis\u00e3o desejada, precis\u00e3o que depende do objetivo da pesquisa (identificar, descrever, analisar, etc.). Como exemplo, na constru\u00e7\u00e3o de modelos para sistemas biol\u00f3gicos, onde o modelo pode come\u00e7ar do simples para o complexo.{{Citar livro|url=https://www.amazon.com.br/dp/B09NMLZGYC|t\u00edtulo=Uma introdu\u00e7\u00e3o aos m\u00e9todos matem\u00e1ticos nas ci\u00eancias da vida: aprendendo sobre modelos computacionais e matem\u00e1ticos aplicados \u00e0 biologia e medicina, vol. I|ultimo=Pires|primeiro=Jorge Guerra|data=2021|editora=Jorge Guerra Pires|edicao=1\u00aa edi\u00e7\u00e3o}}\n\nEmbora os estudos preliminares possam ter natureza qualitativa, o enfoque final deve ser quantitativo, e este \u00e9 essencial \u00e0 ci\u00eancia, sendo \"o universo do mais ou menos\" um universo, a rigor, alheio ao m\u00e9todo cient\u00edfico.{{carece de fontes|data=novembro de 2023}}\n\nA divis\u00e3o da [[ci\u00eancia]] em grandes \u00e1reas, \u00e1reas de estudo, cadeiras e disciplinas cient\u00edficas distintas t\u00eam levado em considera\u00e7\u00e3o, em vista do debatido acima, as adequa\u00e7\u00f5es dos diferentes pormenores da metodologia cient\u00edfica exigidas pelo alvo dos estudos em cada situa\u00e7\u00e3o. \u00c9 comum a afirma\u00e7\u00e3o de que em fun\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o e defini\u00e7\u00e3o atual do m\u00e9todo cient\u00edfico, num extremo t\u00eam-se a [[f\u00edsica]] e [[qu\u00edmica]] seguida da [[biologia]], da [[geologia]], e demais cadeiras das [[ci\u00eancias naturais]], e no outro, se n\u00e3o violando mantendo-se contudo na fronteira dos rigores do m\u00e9todo cient\u00edfico, as [[ci\u00eancias sociais]], a citar-se a [[psicologia]] e as [[Teoria Geral do Direito|ci\u00eancias jur\u00eddicas]], estas quase se aproximando da filosofia e estudo das [[cren\u00e7a]]s (senso comum) ou ci\u00eancias do esp\u00edrito (sistemas [[Mitologia|m\u00edtico]] - [[Religi\u00e3o|religiosos]]), estas \u00faltimas j\u00e1 certamente alheias ao que se denomina de \u00e1rea cient\u00edfica de estudo.\n\nNo caso da biologia, isso levou alguns a afirmarem, trazendo de volta um fantasma da qu\u00edmica vs. f\u00edsica{{Citation|title=Virtual Human {{!}} in conversation with Alexey Kolodkin, PhD|url=https://www.youtube.com/watch?v=SzncKsokU6c|accessdate=2022-04-01|language=pt-BR}} [tradu\u00e7\u00e3o livre]:
Todas as ci\u00eancias s\u00e3o ou f\u00edsica ou cole\u00e7\u00e3o de selos''citado em Motion Mountain - The Adventure of Physics\u200e - P\u00e1gina 30, de Christoph Schiller, Publicado por Christoph Schiller, 2007, ISBN 3000219463''
Mais discuss\u00f5es em Pires (2022).\n\nContudo, pensadores contempor\u00e2neos veem nessas duas abordagens uma oposi\u00e7\u00e3o complementar, enquanto que as pesquisas quantitativas que visam descrever e explicar fen\u00f3menos que produzem regularidades mensur\u00e1veis s\u00e3o recorrentes e exteriores ao sujeito (objetivos), na pesquisa qualitativa o observador (sujeito) \u00e9 da mesma natureza que o objeto de sua an\u00e1lise e, ele pr\u00f3prio, uma parte da sua observa\u00e7\u00e3o (o subjetivo). \u00c9 importante ter em mente que as pesquisas cient\u00edficas se relacionam com modelos, com uma constela\u00e7\u00e3o de pressupostos e hip\u00f3teses, escalas de valores, t\u00e9cnicas e conceitos compartilhados pelos membros de uma determinada comunidade cient\u00edfica num determinado momento hist\u00f3rico, ou seja, a um paradigma v\u00e1lido \u00e0 \u00e9poca em considera\u00e7\u00e3o.{{carece de fontes|data=novembro de 2023}}\n\n== Elementos do m\u00e9todo cient\u00edfico ==\n[[Ficheiro:Charles Darwin statue 5665r.jpg|thumb|200px|Est\u00e1tua de [[Charles Darwin]] em [[Londres]]]]\n\n\"Ci\u00eancia \u00e9 muito mais uma maneira de pensar do que um corpo de conhecimentos.\" - [[Carl Sagan]]\n\n\"...ci\u00eancia consiste em agrupar factos para que leis gerais ou conclus\u00f5es possam ser tiradas deles.\" - [[Charles Darwin]]\n\nO m\u00e9todo cient\u00edfico \u00e9 composto dos seguintes elementos:\n\n* Caracteriza\u00e7\u00e3o - Quantifica\u00e7\u00f5es, observa\u00e7\u00f5es e medidas;\n* Hip\u00f3teses - Explica\u00e7\u00f5es hipot\u00e9ticas das observa\u00e7\u00f5es e medidas;\n* Previs\u00f5es - Dedu\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas das hip\u00f3teses;\n* Experimentos - Testes dos tr\u00eas elementos acima.\n\nO m\u00e9todo cient\u00edfico consiste dos seguintes aspectos:\n\n* '''Observa\u00e7\u00e3o''' - Uma observa\u00e7\u00e3o pode ser feita de forma simples, ou seja, \u00e9 realizada a olho nu, ou pode utilizar-se de instrumentos apropriados. Todavia, deve ser controlada com o objetivo de que seus resultados correspondam \u00e0 verdade e n\u00e3o a ilus\u00f5es advindas das defici\u00eancias inerentes pr\u00f3prias dos [[sentido]]s [[homem|humanos]] em obter a realidade;\n* '''Descri\u00e7\u00e3o''' - O experimento necessita ser replic\u00e1vel (capaz de ser reproduzido). \u00c9 importante especificar que fala-se aqui dos procedimentos necess\u00e1rios para testarem-se as hip\u00f3teses, e n\u00e3o dos fatos em si, que n\u00e3o precisam ser antropogenicamente reproduzidos, mas apenas verific\u00e1veis;\n* '''Previs\u00e3o''' - As hip\u00f3teses precisam ser tidas e declaradas como v\u00e1lidas para observa\u00e7\u00f5es realizadas no passado, no presente e no futuro;{{Citar web |url=http://cienciahoje.org.br/coluna/o-que-esperar-do-futuro/ |titulo=O que esperar do futuro?|website=Ci\u00eancia Hoje |primeiro=Adilson de|\u00faltimo=Oliveira|data=2014|wayb=20200930013031}}\n* '''[[Grupo de controle|Controle]]''' - Para maior seguran\u00e7a nas conclus\u00f5es, toda experi\u00eancia deve ser controlada. Experi\u00eancia controlada \u00e9 aquela que \u00e9 realizada com t\u00e9cnicas que permitem descartar as vari\u00e1veis pass\u00edveis de mascarar o resultado;\n* '''[[Falseabilidade]]''' - toda hip\u00f3tese deve conter a testabilidade, e por tal falseabilidade ou refutabilidade. Isso n\u00e3o quer dizer que a hip\u00f3tese seja falsa, errada ou t\u00e3o pouco d\u00fabia ou duvidosa, mas sim que ela ''pode'' ser verificada, contestada. Ou seja, ela deve ser proposta em uma forma que a permita atribuir-se a ela ambos os valores l\u00f3gicos, falso e verdadeiro, de forma que ''se'' ela realmente for falsa, a contradi\u00e7\u00e3o com os fatos ou contradi\u00e7\u00f5es internas com a teoria venha a demonstr\u00e1-lo;\n* '''Explica\u00e7\u00e3o das Causas''' - Em todas as \u00e1reas da ci\u00eancia a causalidade \u00e9 fator chave, e n\u00e3o tem-se teoria cient\u00edfica - ao menos at\u00e9 a presente data - que viole a [[causalidade]].{{nota de rodap\u00e9|Nem mesmo as ideias e fatos associados \u00e0 [[mec\u00e2nica qu\u00e2ntica]], \u00e1rea da [[f\u00edsica]] [[f\u00edsica moderna|moderna]] que trouxe \u00e0 tona consider\u00e1veis debates sobre a validade ou n\u00e3o de diversos pressupostos inerentes ao m\u00e9todo cient\u00edfico, foram capazes de derrubar a validade da causalidade, e t\u00e3o pouco da localidade a esta associada (o postulado segundo da [[relatividade restrita]]), como princ\u00edpios b\u00e1sicos para a descri\u00e7\u00e3o da natureza. Conforme encontrado em Griffitsh, David J. -Introduction to Quantum Mechanics, encontrando-se subentendido no texto por \"Influ\u00eancias causais\" todos os entes capazes de estabelecer rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito, quer seja informa\u00e7\u00e3o, quer energia, ou mesmo mat\u00e9ria: \"Influ\u00eancias causais n\u00e3o podem propagar-se mais r\u00e1pido que a velocidade da luz\", mesmo no \u00e2mbito da mec\u00e2nica qu\u00e2ntica, de forma que o evento causa e o evento efeito sempre ordenam-se adequadamente no tempo. Para mais informa\u00e7\u00f5es, vide: Griffith, David J. - Introduction to Quantum Mechanics - p\u00e1g.: 381, entre outras. Ver tamb\u00e9m o artigo [[Tempo]].}} Nessas condi\u00e7\u00f5es os seguintes requisitos s\u00e3o vistos como importantes no entendimento cient\u00edfico:\n**'''Identifica\u00e7\u00e3o das causas''';\n** '''Correla\u00e7\u00e3o dos eventos''' - As causas precisam ser condizentes com as observa\u00e7\u00f5es, e as correla\u00e7\u00f5es entre observa\u00e7\u00f5es e evid\u00eancias devem realmente implicar rela\u00e7\u00e3o de causa efeito;{{nota de rodap\u00e9|\u00c9 relevante perceber que nem toda correla\u00e7\u00e3o implica causalidade. Um excelente exemplo foi explorado por [[Bobby Henderson]] em sua [[Flying Spaghetti Monsterism#Carta Aberta ao Conselho de Educa\u00e7\u00e3o do Kansas|carta ao conselho educacional do estado norte-americano do Kansas]] que culminou na funda\u00e7\u00e3o de uma nova religi\u00e3o, o [[Pastafarianismo]]. Nela o autor compara a correla\u00e7\u00e3o existente entre o aumento nas temperaturas m\u00e9dias anuais nos \u00faltimos s\u00e9culos - associado ao aquecimento global - e o decr\u00e9scimo do n\u00famero de piratas no mesmo per\u00edodo, demonstrando que h\u00e1 uma correla\u00e7\u00e3o precisa entre os dois.}}\n** '''Ordem dos eventos''' - As causas precisam preceder no [[tempo]] os efeitos observados.\n\nNa \u00e1rea da sa\u00fade a natureza da associa\u00e7\u00e3o causal foi formulada por Hence e adaptada por [[Robert Koch]] em [[1877]] para demonstra\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o causal entre microrganismos e patologias, fundando-se a proposta de Koch basicamente nos mesmos princ\u00edpios enunciado acima, ou seja: for\u00e7a da associa\u00e7\u00e3o, ou conectividade (correla\u00e7\u00e3o nem sempre implica causalidade); sequ\u00eancia temporal (assimetria); transitividade (evid\u00eancia experimental); previsibilidade e estabilidade dos resultados.\n\nUma maneira linearizada e pragm\u00e1tica de se seguir o m\u00e9todo cient\u00edfico est\u00e1 exposto a seguir passo a passo. Vale a pena notar que \u00e9 apenas uma refer\u00eancia, podendo haver, em acordo com a situa\u00e7\u00e3o, passos necess\u00e1rios, contudo nesta lista n\u00e3o relacionados ou mesmo passos listados; cujos cumprimento n\u00e3o se faz necess\u00e1rio. Na verdade, na maioria dos casos n\u00e3o se seguem todos esses passos, ou mesmo parte deles. O m\u00e9todo cient\u00edfico n\u00e3o \u00e9 uma receita: ele requer [[intelig\u00eancia]], [[imagina\u00e7\u00e3o]] e [[criatividade]]. O importante \u00e9 que os aspectos e elementos apresentados anteriormente estejam presentes:\n\n* Definir o problema: estes problemas podem ser de tr\u00eas tipos: (1) '''Te\u00f3ricos''' que se centra a produzir novas teorias, enquanto que se pretendemos transformar uma situa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica o problema ser\u00e1 (2) '''pr\u00e1tico''' e, finalmente, existem aqueles que se adequam aos dois sendo assim designados (3) '''te\u00f3rico-pr\u00e1ticos''';{{Citar peri\u00f3dico|data=2017-08-15|titulo=Pesquisa cient\u00edfica: primeiros passos - Augusto Bene|jornal=Augusto Bene|url=https://augustobene.com/pesquisa-cientifica-primeiros-passos/}}\n* Recolhimento de [[dados]];\n* Proposta de uma ou mais hip\u00f3teses;\n* Realiza\u00e7\u00e3o de uma experi\u00eancia controlada, para testar a validade da(s) hip\u00f3tese(s);\n* An\u00e1lise dos resultados;\n* Interpretar os dados e tirar conclus\u00f5es, o que serve para a formula\u00e7\u00e3o de novas hip\u00f3teses;\n* Publica\u00e7\u00e3o dos resultados em [[monografia]]s, [[Disserta\u00e7\u00e3o|disserta\u00e7\u00f5es]], [[tese]]s, artigos ou livros aceitos por universidades e ou reconhecidos pela comunidade cient\u00edfica.\n\nObserve-se que nem todas as hip\u00f3tese podem ser facilmente confirmadas ou refutadas por experimentos ou evid\u00eancias e que em muitas \u00e1reas do conhecimento o recolhimento de dados e a tentativas de interpret\u00e1-los j\u00e1 \u00e9 uma grande tarefa como nas [[ci\u00eancias humanas]] e [[Direito|jur\u00eddicas]] ([[criminologia]]), contudo a necessidade de faz\u00ea-lo \u00e9 inerente \u00e0 ci\u00eancia.\n\n== Ci\u00eancias humanas ==\nA limita\u00e7\u00e3o \u00e9tica da realiza\u00e7\u00e3o de experimentos com seres humanos, o estudo das subjetividades ou do essencialmente subjetivo, individual e particular psiquismo humano, ou a natureza hist\u00f3rica do objeto das ci\u00eancias sociais, conduziram os pensadores a distintos caminhos ou proposi\u00e7\u00f5es de estudo para o m\u00e9todo cient\u00edfico. Contudo, parafraseando Minayo,...\"uma base de dados quando bem trabalhada te\u00f3rica e praticamente, produz riqueza de informa\u00e7\u00f5es, aprofundamento e maior fidedignidade interpretativa\"...\n\nAs principais diverg\u00eancias na an\u00e1lise dos resultados de pesquisas em ci\u00eancias sociais ou humanas se d\u00e3o no plano da contextualiza\u00e7\u00e3o dos dados ou informa\u00e7\u00f5es obtidas em campo nos diversos sistemas te\u00f3ricos, ou seja, conjunto de teorias e leis reconhecidas como consensuais em distintos momentos hist\u00f3ricos e/ou segmentos das comunidades cient\u00edficas. Nas ci\u00eancias sociais identifica-se tr\u00eas grandes correntes de pensamentos:\n\n* [[Positivismo]] / [[Auguste Comte]];\n* [[Fenomenologia]] ([[Fenomenologia do Esp\u00edrito]] / [[Estruturalismo]]);\n* [[Materialismo dial\u00e9tico]]; [[Dial\u00e9ctica]].\n\nPara HaguetteHAGUETTE, Teresa Maria F. Metodologias qualitativas na sociologia. Petr\u00f3polis, RJ: Vozes, 2013. ISBN 978-85-326-0854-3 a individualiza\u00e7\u00e3o das ci\u00eancias sociais que se deu a partir do s\u00e9culo XIX, trouxe consigo a quest\u00e3o [[Ci\u00eancia pol\u00edtica|pol\u00edtica]] como problema, mais especificamente o advento do marxismo como [[pr\u00e1xis]] ou possibilidade de interven\u00e7\u00e3o no curso da [[Economia marxiana|hist\u00f3ria]]. Ainda segundo essa autora, apenas no s\u00e9culo XX desenvolveu-se as chamadas metodologias de [[pesquisa qualitativa]] n\u00e3o limitadas aos aspectos explicativos da realidade como vistos at\u00e9 ent\u00e3o.\n\nAs metodologias de pesquisa qualitativa, a exemplo do [[interacionismo simb\u00f3lico]], as [[etnometodologia]]s e por excel\u00eancia a pesquisa-a\u00e7\u00e3o ([[Pesquisa participativa|pesquisa-participante]]), derivam da convic\u00e7\u00e3o de que a a\u00e7\u00e3o social \u00e9 fundamental na configura\u00e7\u00e3o da sociedade, ou seja n\u00e3o mais dissociada do processo hist\u00f3rico-pol\u00edtico que a conduz.\n\n== O acidente ==\n{{Artigo principal|serendipidade}}\n\u00c9 comum considerar alguns dos mais importantes avan\u00e7os na ci\u00eancia, tais como as descobertas da [[radioatividade]] por [[Henri Becquerel]] ou da [[penicilina]] por [[Alexander Fleming]], como tendo ocorrido por [[acidente]]. No entanto, o que \u00e9 poss\u00edvel afirmar \u00e0 luz da observa\u00e7\u00e3o [[ci\u00eancia|cient\u00edfica]] \u00e9 que ter\u00e3o sido ''parcialmente'' acidentais, uma vez que as pessoas envolvidas haviam aprendido a \"[[Filosofia da ci\u00eancia|pensar cientificamente]]\", estando, portanto, conscientes de que observaram algo novo e interessante.\n\nOs progressos da ci\u00eancia s\u00e3o acompanhados de muitas [[hora]]s de [[Trabalho acad\u00eamico|trabalho]] cuidadoso, que segue um caminho mais ou menos [[sistema|sistem\u00e1tico]] na busca de [[resposta]]s a quest\u00f5es cient\u00edficas. \u00c9 este o caminho denominado de ''m\u00e9todo cient\u00edfico''.\n\n== Hip\u00f3tese ==\nA [[Hip\u00f3tese]] \u00e9 uma proposi\u00e7\u00e3o que se admite de modo provis\u00f3rio como verdadeira e como ponto de partida a partir do qual se pode deduzir, pelas regras da l\u00f3gica, um conjunto secund\u00e1rio de proposi\u00e7\u00f5es, que t\u00eam por objetivo elucidar o mecanismo associado \u00e0s evid\u00eancias e dados experimentais a se explicar.\n\nLiteralmente pode ser compreendida como uma suposi\u00e7\u00e3o ou proposi\u00e7\u00e3o na forma de pergunta, uma conjetura que orienta uma investiga\u00e7\u00e3o por antecipar caracter\u00edsticas prov\u00e1veis do objeto investigado e que vale quer pela concord\u00e2ncia com os fatos conhecidos quer pela confirma\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de dedu\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas dessas caracter\u00edsticas, quer pelo confronto com os resultados obtidos via novos caminhos de investiga\u00e7\u00e3o (novas hip\u00f3teses e novos experimentos).\n\nNo m\u00e9todo cient\u00edfico, a proposi\u00e7\u00e3o de [[hip\u00f3tese]]s \u00e9 o caminho que deve levar \u00e0 formula\u00e7\u00e3o de uma [[teoria]]. O cientista, na sua hip\u00f3tese, tem dois objetivos: explicar um ou geralmente um conjunto de ''fatos'' e prever outros acontecimentos e fatos dele decorrentes (deduzir as consequ\u00eancias). A hip\u00f3tese dever\u00e1 ser testada frente a fatos obtidos de observa\u00e7\u00f5es sistem\u00e1ticas e controladas resultantes de [[experi\u00eancia cient\u00edfica|experi\u00eancias]] laboratoriais e de pesquisa em campo. Se, ap\u00f3s muitas dessas experi\u00eancias, os resultados obtidos pelos pesquisadores n\u00e3o contrariarem a hip\u00f3tese, esta ent\u00e3o ser\u00e1 aceita como v\u00e1lida, promovida \u00e0 lei se for simples contudo de abrang\u00eancia geral, e integrada \u00e0 teoria e/ou sistema te\u00f3rico pertinente.\n\nA promo\u00e7\u00e3o da hip\u00f3tese ao patamar de integrante de uma teoria ou sistema te\u00f3rico pertinente n\u00e3o lhe aufere, contudo, o t\u00edtulo de dogma. Todas as hip\u00f3teses cient\u00edficas est\u00e3o em perp\u00e9tuo teste frente aos fatos naturais, frente aos resultados experimentais e frente aos rigores de consist\u00eancia l\u00f3gica com as demais hip\u00f3teses aceitas como v\u00e1lidas no presente momento! Uma hip\u00f3tese indubit\u00e1vel hoje pode ser falsa amanh\u00e3, e isto vale para todas as hip\u00f3teses cient\u00edficas, independente dos \"t\u00edtulos honor\u00edficos\" que possuam. Mesmo as leis cient\u00edficas n\u00e3o passam de meras hip\u00f3teses neste contexto.\n\n== Investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica ==\nA investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica geralmente visa obter [[conhecimento]] na forma de [[explica\u00e7\u00f5es test\u00e1veis]]{{Citar peri\u00f3dico |url=http://dx.doi.org/10.1086/352392 |t\u00edtulo=''The New Elements of Mathematics''. Charles S. Peirce , Carolyn Eisele |data=1979-12 |acessodata=2023-11-18 |peri\u00f3dico=Isis |n\u00famero=4 |ultimo=Jones |primeiro=Charles V. |pagina=629-631 |paginas=37-38 :\"Pois n\u00e3o \u00e9 suficiente que uma hip\u00f3tese seja justific\u00e1vel. Qualquer hip\u00f3tese que explique os fatos \u00e9 justificada criticamente. Mas entre as hip\u00f3teses justific\u00e1veis, temos que selecionar aquela que \u00e9 adequada para ser testada por experimento.\" |doi=10.1086/352392 |issn=0021-1753}}{{Citar web|ultimo=Peirce, Charles S.|url=http://dx.doi.org/10.3998/mpub.11435021.cmp.6|titulo=Screenshot of Itunes Library - Archived Platform Itunes 2010|data=1902|acessodata=2023-11-18|website=dx.doi.org|citacao=\"Consequentemente, descobrir \u00e9 simplesmente acelerar um evento que ocorreria mais cedo ou mais tarde, se n\u00e3o nos tiv\u00e9ssemos incomodado em fazer a descoberta. Consequentemente, a arte da descoberta \u00e9 puramente uma quest\u00e3o de economia. A economia da pesquisa \u00e9, no que diz respeito \u00e0 l\u00f3gica, a principal doutrina sobre a arte da descoberta. Consequentemente, a condu\u00e7\u00e3o da abdu\u00e7\u00e3o, que \u00e9 principalmente uma quest\u00e3o de heur\u00edstica e \u00e9 a primeira quest\u00e3o da heur\u00edstica, deve ser governada por considera\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas.\"}} que os cientistas podem usar para prever os resultados de futuros [[Experi\u00eancia cient\u00edfica|experimentos]]. Isso permite que os cientistas obtenham uma melhor compreens\u00e3o do t\u00f3pico em estudo e, posteriormente, usem esse entendimento para intervir em seus mecanismos causais (como para curar doen\u00e7as). Quanto melhor uma explica\u00e7\u00e3o \u00e9 em fazer previs\u00f5es, mais \u00fatil ela frequentemente pode ser, e mais prov\u00e1vel ser\u00e1 que continue a explicar um corpo de evid\u00eancias melhor do que suas alternativas. As explica\u00e7\u00f5es mais bem-sucedidas - aquelas que explicam e fazem previs\u00f5es precisas em uma ampla gama de circunst\u00e2ncias - s\u00e3o frequentemente chamadas de [[teorias cient\u00edficas]].\n\nA maioria dos resultados experimentais n\u00e3o produz grandes mudan\u00e7as no entendimento humano; melhorias no entendimento cient\u00edfico te\u00f3rico geralmente resultam de um processo gradual de desenvolvimento ao longo do tempo, \u00e0s vezes em diferentes dom\u00ednios da ci\u00eancia{{Citar peri\u00f3dico |url=http://dx.doi.org/10.3390/jintelligence6020025 |t\u00edtulo=How to Think Rationally about Psychology |data=2018-04-25 |acessodata=2023-11-18 |peri\u00f3dico=Pearson of education |n\u00famero=2 |ultimo=Stanovich |primeiro=Keith |pagina=123 |paginas= |doi=10.3390/jintelligence6020025 |issn=2079-3200}}. Os modelos cient\u00edficos variam na extens\u00e3o em que foram testados experimentalmente e por quanto tempo, e em sua aceita\u00e7\u00e3o na comunidade cient\u00edfica. Em geral, as explica\u00e7\u00f5es se tornam aceitas ao longo do tempo \u00e0 medida que as evid\u00eancias se acumulam em um determinado t\u00f3pico, e a explica\u00e7\u00e3o em quest\u00e3o se prova mais poderosa do que suas alternativas na explica\u00e7\u00e3o das evid\u00eancias. Muitas vezes, pesquisadores subsequentes reformulam as explica\u00e7\u00f5es ao longo do tempo, ou combinam explica\u00e7\u00f5es para produzir novas explica\u00e7\u00f5es.\n\nDavid Hunter Tow v\u00ea o m\u00e9todo cient\u00edfico em termos de um [[algoritmo evolutivo]] aplicado \u00e0 ci\u00eancia e tecnologia.{{Citar peri\u00f3dico |t\u00edtulo=The Future of Life: A Unified Theory of Evolution |data=2010 |ultimo=Hunter Tow |primeiro=David |pagina=262 |citacao=Ap\u00f3s uma an\u00e1lise mais aprofundada, o m\u00e9todo cient\u00edfico tem uma semelhan\u00e7a impressionante com o processo maior da evolu\u00e7\u00e3o em si. [...] De grande significado \u00e9 o algoritmo evolutivo, que usa um subconjunto simplificado do processo de evolu\u00e7\u00e3o natural aplicado para encontrar a solu\u00e7\u00e3o para problemas que s\u00e3o muito complexos para resolver por m\u00e9todos anal\u00edticos tradicionais. Em ess\u00eancia, \u00e9 um processo de tentativa e erro acelerado e rigoroso que se baseia no conhecimento anterior para refinar uma hip\u00f3tese existente, ou descart\u00e1-la completamente para encontrar um modelo melhor. [...] O algoritmo evolutivo \u00e9 uma t\u00e9cnica derivada da evolu\u00e7\u00e3o do processamento de conhecimento aplicado no contexto da ci\u00eancia e tecnologia, ele pr\u00f3prio um resultado da evolu\u00e7\u00e3o. O m\u00e9todo cient\u00edfico continua a evoluir atrav\u00e9s de recompensa adaptativa, tentativa e erro, e aplica\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo a si mesmo.}} Veja ''[[Ceteris paribus]]'' e ''[[Mutatis mutandis]].''\n\n=== Propriedades da investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica ===\nO conhecimento cient\u00edfico est\u00e1 intimamente ligado a descobertas [[Empirismo|emp\u00edricas]] e pode permanecer sujeito a [[Falseabilidade|falsifica\u00e7\u00e3o]] se novas observa\u00e7\u00f5es experimentais forem incompat\u00edveis com o que \u00e9 encontrado. Ou seja, nenhuma teoria pode ser considerada final, pois novas evid\u00eancias problem\u00e1ticas podem ser descobertas. Se tal evid\u00eancia for encontrada, uma nova teoria pode ser proposta, ou (mais comumente) descobre-se que modifica\u00e7\u00f5es na teoria anterior s\u00e3o suficientes para explicar a nova evid\u00eancia. A for\u00e7a de uma teoria est\u00e1 relacionada ao tempo que persistiu sem grandes altera\u00e7\u00f5es em seus princ\u00edpios fundamentais.{{carece de fontes|data=novembro de 2023}}\n\nAs teorias tamb\u00e9m podem ser subsumidas por outras teorias. Por exemplo, as leis de Newton explicaram milhares de anos de observa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas dos planetas quase perfeitamente. No entanto, essas leis foram ent\u00e3o determinadas como casos especiais de uma teoria mais geral ([[Teoria da relatividade|relatividade]]), que explicou tanto as exce\u00e7\u00f5es (anteriormente inexplicadas) \u00e0s [[leis de Newton]] quanto previu e explicou outras observa\u00e7\u00f5es, como a deflex\u00e3o da luz pela gravidade. Assim, em certos casos, observa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas independentes e desconectadas podem ser conectadas, unificadas por princ\u00edpios de poder explicativo crescente.{{citar peri\u00f3dico |t\u00edtulo=The Philosophy Behind Physics |data=1993 |ultimo=Brody |primeiro=Thomas A. |paginas=44-45}}{{citar peri\u00f3dico |t\u00edtulo=\"Photon and graviton mass limits |data=2010 |peri\u00f3dico=Rev. Mod. Phys. |ultimo=Alfred Scharff |primeiro=Goldhaber |pagina=942 |paginas=939-979 |volume=82}}\n\nComo novas teorias podem ser mais abrangentes do que as que as precederam, e assim ser capazes de explicar mais do que as anteriores, as teorias sucessoras podem ser capazes de atender a um padr\u00e3o mais alto, explicando um corpo maior de observa\u00e7\u00f5es do que suas predecessoras. Por exemplo, a [[Teoria da evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies|teoria da evolu\u00e7\u00e3o]] explica a diversidade da vida na Terra, como as esp\u00e9cies se adaptam aos seus ambientes e muitos outros padr\u00f5es observados no mundo natural;{{citar peri\u00f3dico |t\u00edtulo=Assembling the tree of life |data=2005 |peri\u00f3dico=Oxford University Press |ultimo=Cracraft |primeiro=J. |ultimo2=Donoghue |pagina=592 |isbn=978-0-19-517234-8}} sua modifica\u00e7\u00e3o principal mais recente foi a unifica\u00e7\u00e3o com a [[gen\u00e9tica]] para formar a [[s\u00edntese evolutiva moderna]]. Em modifica\u00e7\u00f5es subsequentes, tamb\u00e9m subsumiu aspectos de muitos outros campos, como [[bioqu\u00edmica]] e [[biologia molecular]].\n\n=== Cren\u00e7as e vieses ===\nA metodologia cient\u00edfica geralmente direciona que as [[hip\u00f3tese]]s sejam testadas em condi\u00e7\u00f5es controladas sempre que poss\u00edvel. Isso \u00e9 frequentemente poss\u00edvel em certas \u00e1reas, como nas [[Biologia|ci\u00eancias biol\u00f3gicas]], e mais dif\u00edcil em outras \u00e1reas, como na [[astronomia]].\n\nA pr\u00e1tica de controle experimental e [[reprodutibilidade]] pode ter o efeito de diminuir os efeitos potencialmente prejudiciais das circunst\u00e2ncias e, at\u00e9 certo ponto, do [[Vi\u00e9s|vi\u00e9s pessoal.]] Por exemplo, cren\u00e7as preexistentes podem alterar a interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados, como no [[Vi\u00e9s de confirma\u00e7\u00e3o|vi\u00e9s de confirma\u00e7\u00e3o;]] esta \u00e9 uma [[heur\u00edstica]] que leva uma pessoa com uma cren\u00e7a particular a ver as coisas como refor\u00e7ando sua cren\u00e7a, mesmo que outro observador possa discordar (em outras palavras, as pessoas tendem a observar o que esperam observar).{{citar peri\u00f3dico |t\u00edtulo=When Belief Creates Reality |data=1984 |peri\u00f3dico=Advances in Experimental Social Psychology |ultimo=Snyder |primeiro=Mark |paginas=247-305 |volume=18}}
A a\u00e7\u00e3o do pensamento \u00e9 excitada pela irrita\u00e7\u00e3o da d\u00favida e cessa quando a cren\u00e7a \u00e9 alcan\u00e7ada.\n\n\u2014 [[Charles Sanders Peirce|C.S. Peirce]], ''How to Make Our Ideas Clear'' (1877){{citar peri\u00f3dico |t\u00edtulo=\"How to Make Our Ideas Clear\" |data=1877 |peri\u00f3dico=Popular Science Monthly. |ultimo=Peirce |primeiro=Charles Sanders |paginas=286-302 |volume=12}}
Um exemplo hist\u00f3rico \u00e9 a cren\u00e7a de que as pernas de um cavalo galopante est\u00e3o espalhadas no ponto em que nenhuma das pernas do cavalo toca o ch\u00e3o, a ponto de essa imagem ser inclu\u00edda em pinturas por seus apoiadores. No entanto, as primeiras imagens de a\u00e7\u00e3o parada de um galope de cavalo por [[Eadweard Muybridge]] mostraram que isso \u00e9 falso, e que as pernas est\u00e3o, ao contr\u00e1rio, reunidas.\n\nOutro vi\u00e9s humano importante que desempenha um papel \u00e9 a prefer\u00eancia por novas e surpreendentes afirma\u00e7\u00f5es (veja [[Argumentum ad novitatem|Apelo \u00e0 novidade]]), que pode resultar em uma busca por evid\u00eancias de que o novo \u00e9 verdadeiro. Cren\u00e7as mal atestadas podem ser acreditadas e agidas por meio de uma [[heur\u00edstica]] menos rigorosa.{{citar peri\u00f3dico |t\u00edtulo=Ethics and corporate social responsibility: Why giants fall |data=2003 |ultimo=Sims |primeiro=Ronald R. |pagina=21 |citacao=\"'Um mito \u00e9 uma cren\u00e7a aceita sem cr\u00edtica pelos membros de um grupo ...' \u2013 Weiss, \u00c9tica Empresarial p. 15.\"}}\n\nGoldhaber e Nieto publicaram em 2010 a observa\u00e7\u00e3o de que se estruturas te\u00f3ricas com \u201cmuitos assuntos vizinhos pr\u00f3ximos s\u00e3o descritas conectando conceitos te\u00f3ricos, ent\u00e3o a estrutura te\u00f3rica adquire uma robustez que a torna cada vez mais dif\u00edcil - embora certamente nunca imposs\u00edvel - de derrubar\u201d. Quando uma narrativa \u00e9 constru\u00edda, seus elementos se tornam mais f\u00e1ceis de acreditar.{{citar peri\u00f3dico |t\u00edtulo=The Black Swan |data=2007 |publicado=Random House |ultimo=Nassim Nicholas |primeiro=Taleb |pagina=72 |isbn=978-1-4000-6351-2}}\n\nFleck 1979{{citar peri\u00f3dico |t\u00edtulo=Genesis and Development of a Scientific Fact |data=1979 |publicado=Univ. of Chicago |ultimo=Fleck |primeiro=Ludwik |pagina=27 |isbn=978-0-226-25325-1}}, p. 27 observa \u201cPalavras e ideias s\u00e3o originalmente equival\u00eancias fon\u00e9ticas e mentais das experi\u00eancias que coincidem com elas. \u2026 Tais proto-ideias s\u00e3o inicialmente sempre muito amplas e insuficientemente especializadas. \u2026 Uma vez que um sistema de opini\u00f5es estruturalmente completo e fechado, consistindo de muitos detalhes e rela\u00e7\u00f5es, foi formado, ele oferece resist\u00eancia duradoura a qualquer coisa que o contradiga\u201d. \u00c0s vezes, essas rela\u00e7\u00f5es t\u00eam seus elementos assumidos ''[[A priori e a posteriori|a priori,]]'' ou cont\u00eam algum outro defeito l\u00f3gico ou [[Metodologia|metodol\u00f3gico]] no processo que as produziu. [[Donald Mackay|Donald M. MacKay]] analisou esses elementos em termos de limites para a precis\u00e3o da medi\u00e7\u00e3o e os relacionou a elementos instrumentais em uma categoria de medi\u00e7\u00e3o.\n\n==Metodologia da investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica==\n===Modelo cl\u00e1ssico===\nO modelo cl\u00e1ssico de investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica deriva de Arist\u00f3teles,\n{{cite book |author=[[Aristotle]] |chapter=[[Prior Analytics]] |translator=Hugh Tredennick |pages=181\u2013531 |title=Aristotle, Volume 1 |series=[[Loeb Classical Library]] |publisher=William Heinemann |place=London |year=1938}}\n que distinguia as formas de racioc\u00ednio aproximado e exato, estabeleceu o esquema tr\u00edplice de [[infer\u00eancia]] [[Abdu\u00e7\u00e3o (l\u00f3gica filos\u00f3fica)|abdutiva]], [[M\u00e9todo dedutivo|dedutiva]] e [[M\u00e9todo indutivo|indutiva]], e tamb\u00e9m tratava das formas compostas, como o racioc\u00ednio por [[analogia]].\n\n=== Modelo hipot\u00e9tico-dedutivo ===\n{{sem-fontes|Esta se\u00e7\u00e3o|data=novembro de 2023}}\nO modelo ou [[m\u00e9todo hipot\u00e9tico-dedutivo]] \u00e9 uma descri\u00e7\u00e3o proposta do m\u00e9todo cient\u00edfico. Neste contexto, as previs\u00f5es derivadas da hip\u00f3tese s\u00e3o centrais: se assumirmos que a hip\u00f3tese \u00e9 verdadeira, quais s\u00e3o as consequ\u00eancias?\n\nSe uma investiga\u00e7\u00e3o emp\u00edrica subsequente n\u00e3o demonstrar que essas consequ\u00eancias ou previs\u00f5es correspondem ao mundo observ\u00e1vel, pode-se concluir que a hip\u00f3tese \u00e9 falsa.\n\n=== Modelo pragm\u00e1tico ===\nEm 1877,{{cite wikisource |last=Peirce |first=Charles Sanders |year=1877 |title=The Fixation of Belief |journal=Popular Science Monthly |volume=12 |pages=1\u201315 |wslink=The Fixation of Belief}}. [[Charles Sanders Peirce]] (1839\u20131914) caracterizou a investiga\u00e7\u00e3o de maneira geral n\u00e3o como a busca da verdade em si, mas como a luta para se libertar de d\u00favidas irritantes e inibidoras nascidas de surpresas, desacordos, e similares, e para chegar a uma [[#Cren\u00e7as e vieses|cren\u00e7a segura]], sendo essa cren\u00e7a aquela na qual se est\u00e1 preparado para agir. Ele concebeu a investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica como parte de um espectro mais amplo e impulsionada, como a investiga\u00e7\u00e3o em geral, por d\u00favidas reais, n\u00e3o meramente [[D\u00favida hiperb\u00f3lica|d\u00favidas hiperb\u00f3licas]] ou verbais, que ele considerava infrut\u00edferas. Ele delineou quatro m\u00e9todos para firmar opini\u00f5es, ordenados do menos ao mais bem-sucedido.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n{{multicol}}\n* [[Artigo cient\u00edfico]]\n* [[Ci\u00eancia]]\n* [[Rela\u00e7\u00e3o entre religi\u00e3o e ci\u00eancia|Ci\u00eancia X Religi\u00e3o]]\n* [[Cientificismo]]\n* [[Complexidade]]\n* [[Disserta\u00e7\u00e3o]]\n* [[Divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica]]\n* [[Epistemologia]]\n* [[Falseabilidade]]\n* [[Filosofia da ci\u00eancia]]\n{{multicol-break}}\n* [[Gaston Bachelard]]\n* [[Georg Wilhelm Friedrich Hegel]]\n* [[Hip\u00f3tese]]\n* [[Hist\u00f3ria da ci\u00eancia]]\n* [[Karl Popper]]\n* [[Lei (ci\u00eancia)]]\n* [[L\u00f3gica]]\n* [[M\u00e9todo hist\u00f3rico]]\n* [[Navalha de Occam]]\n* [[Paradigma]]\n{{multicol-break}}\n* [[Paradoxo]]\n* [[Paul Feyerabend]]\n* [[Pesquisa]]\n* [[Pseudoci\u00eancia]]\n* [[Reducionismo]]\n* [[Revista cient\u00edfica]]\n* [[Teoria cient\u00edfica]]\n* [[Tese]]\n* [[Thomas Kuhn]]\n* [[Verdade]]\n{{multicol-end}}\n\n{{Notas}}\n\n{{refer\u00eancias|grupo=\"Ref.\"|refs=\n\nGRIFFITHS, David J. ''Introduction to Quantum Mechanics''. Printice Hall, 1994. ISBN 0-13-124405-1.\n\n{{citar web |url=ftp://ftp.usjt.br/pub/revint/199_38.pdf |t\u00edtulo=Estudos do m\u00e9todo cient\u00edfico }}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|data=janeiro de 2019}}\n\nMINAYO, Maria Cec\u00edlia de Souza (Org.); DESLANDES, Suely Ferreira; GOMES, Romeu. ''Pesquisa social, teoria m\u00e9todo e criatividade''. Petr\u00f3polis, RJ: Vozes, 2007.\n\nDESCARTES, Ren\u00e9. ''Discurso do m\u00e9todo''. Tradu\u00e7\u00e3o, pref\u00e1cio e notas de Jo\u00e3o Cruz Costa. S\u00e3o Paulo: Ed de Ouro, 1970. Dispon\u00edvel para download em: [http://www.dominiopublico.gov.br/ Dom\u00ednio P\u00fablico] e [http://www.eBooket.net eBooket] -{{Link||2=http://www.intratext.com/Catalogo/Autori/AUT135.HTM |3=IntraText Ren\u00e9 Descartes - e-books}}\n\n}}\n\n\n\n== Bibliografia complementar==\n*BECKER, Howard S. ''M\u00e9todos de pesquisa em ci\u00eancias sociais''. S\u00e3o Paulo: Hucitec, 1999.\n*CHIZZOTTI, Antonio. ''Pesquisa em ci\u00eancia humanas e sociais''. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2006.\n*HADDAD, Nagib. ''Metodologia de estudos em ci\u00eancias da sa\u00fade'': como planejar, analisar e apresentar um trabalho cient\u00edfico. S\u00e3o Paulo: Roca, 2004.\n*LAKATOS, Eva Maria; [[Marina de Andrade Marconi|MARCONI, Marina de Andrade]]. ''Metodologia cient\u00edfica''. S\u00e3o Paulo: Atlas, 2007.\n*SELYE, Hans. ''Stress a tens\u00e3o da vida''. S\u00e3o Paulo: IBRASA, 1965.\n* Pires, JG. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 pesquisa cient\u00edfica: Aprenda sobre a pesquisa cient\u00edfica, e como ela pode ser parte da sua carreira 2022, [https://www.amazon.com.br/dp/B09WPXSFMB Amazon]\n\n{{Filosofia da ci\u00eancia}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{Portal3|Ci\u00eancia|Educa\u00e7\u00e3o|Filosofia|Hist\u00f3ria da ci\u00eancia}}\n{{Categoriza\u00e7\u00e3o AD e AB de outras wikis}}\n\n{{DEFAULTSORT:Metodo Cientifico}}\n[[Categoria:M\u00e9todo cient\u00edfico| ]]\n[[Categoria:Filosofia da ci\u00eancia]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Charles Darwin statue 5665r.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Magnifying glass 01.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Metodo cientifico.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Nuvola apps edu miscellaneous.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Nuvola apps kalzium.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Question book-new.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Question book.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:SeptemArtes-Philosophia-Detail.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Wikidata-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Wikipedia-pt-hist-cien-logo.png"}]},"2818416":{"pageid":2818416,"ns":0,"title":"Nome coreano","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais notas|data=outubro de 2020}}\n{{Corrigir}}\n{{Info/Nome coreano\n|imagem = KimLiPark.png\n|imagem_tamanho = 270px\n|legenda = A maioria dos nomes coreanos se apelidam de '''Kim''' (21%), '''Lee''' (15%) e '''Park''' (9%).\n|hangul = \uc774\ub984 / \uc131\uba85\n|hanja = \u59d3\u540d\n|rr = Ireum / Seongmyeong\n|mr = Ir\u016dm / S\u014fngmy\u014fng\n}}\nO '''nome coreano''' consiste em um nome de fam\u00edlia ([[patron\u00edmico]] ou sobrenome), seguido por um nome pessoal. Na [[Coreia do Sul]], ambos se comp\u00f5em geralmente de [[Hanja]], que s\u00e3o caracteres chineses na pron\u00fancia coreana. Oficialmente n\u00e3o usa mais Hanja para ser escrever na [[Coreia do Norte]], ainda que seja entendido, seu uso se restringe a aproximadamente 5 mil caracteres na Coreia do Sul.\n\nNa maioria dos casos, o nome da fam\u00edlia consiste em uma s\u00f3 s\u00edlaba, enquanto que o nome pessoal consiste em duas. Ao usar idiomas [[Europa|europeus]], alguns coreanos guardam na ordem original, e outros invertem o nome para emparelhar a ordem [[Ocidente|ocidental]].\n\nOs nomes pessoais coreanos se comp\u00f5em geralmente de dois caracteres ou s\u00edlabas. Poucas pessoas t\u00eam nome com uma ou tr\u00eas s\u00edlabas, como a cantora [[Park Bom]] e o [[Ditadura militar|ditador militar]] [[Yeon Gaesomun]]. Frequentemente, as pessoas com sobrenomes de duas s\u00edlabas t\u00eam nomes pessoais de apenas uma.{{Carece de fontes}}\n\nOs coreanos usam cerca de aproximadamente 250 sobrenomes.U.S. Library of Congress, [http://countrystudies.us/south-korea/38.htm Traditional Family Life.] Destes ''Kim'', ''Lee'', e ''Park'' s\u00e3o os mais comuns. Ainda que estes nomes de fam\u00edlia sejam comuns, a maioria das pessoas assim chamadas n\u00e3o est\u00e3o relacionadas. Os nomes de fam\u00edlia atuais t\u00eam a sua origem no sistema de linhagem usados em per\u00edodos hist\u00f3ricos anteriores. Cada cl\u00e3 \u00e9 associado com um lugar espec\u00edfico, como em ''Gimhae Kim''. Na maioria dos casos, esta cl\u00e3 remonta sua origem a um antepassado patrilineal comum.\n\nNo curso da [[Hist\u00f3ria da Coreia|hist\u00f3ria coreana]], o uso dos nomes t\u00eam evolu\u00eddo. Alguns nomes registrados cedo de acordo com o [[L\u00edngua coreana|idioma coreano]] se registram desde o per\u00edodo dos [[Tr\u00eas Reinos da Coreia]] (57 a.C. - 668 d.C.), mas foram substitu\u00eddos gradualmente por nomes baseados em caracteres chineses com a ado\u00e7\u00e3o cada vez maior da [[Cultura da China|cultura deste pa\u00eds]]. Durante os per\u00edodos mongol e da denomina\u00e7\u00e3o manchu, a classe predominante mudava seus nomes coreanos por outros [[Mong\u00f3lia|mong\u00f3is]] e [[manchu]]s. Durante a [[ocupa\u00e7\u00e3o japonesa na Coreia]], entre [[1910]] e [[1945]], os coreanos foram for\u00e7ados a adotar nomes [[Jap\u00e3o|japoneses]].\n\n== Nomes de fam\u00edlia ==\nAtualmente se usam 250 sobrenomes, mais ou menos. Cada um destes se divide em um ou mais cl\u00e3s ''[[bon-gwan]]'', identificados pela cidade original do cl\u00e3. Por exemplo, o cl\u00e3 mais populoso \u00e9 ''Gimhae Kim''. O cl\u00e3 Kim da cidade de [[Gimhae]]. Como no caso de outras culturas asi\u00e1ticas do leste, as [[mulher]]es coreanas guardam seus nomes de fam\u00edlia depois do [[matrim\u00f4nio]], mas seus filhos tomam o nome do pai. Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, cada cl\u00e3 publica uma geneologia compreensiva (''[[jokbo]]'') a cada 30 anos.Nahm, p\u00e1g. 33-34.\n\nOs sobrenomes coreanos foram influenciados pela [[onom\u00e1stica chinesa]], e em quase todos eles consistem um [[Hanja]] e, portanto, de uma s\u00f3 [[s\u00edlaba]]. Existem aproximadamente duas dezenas de sobrenomes com duas s\u00edlabas, que com frequ\u00eancia n\u00e3o entram sequer entre os cem apelidos mais comuns, como nos sobrenomes chineses. Os cinco sobrenomes mais comuns s\u00e3o levados por mais da metade da popula\u00e7\u00e3o coreana, umas 20 milh\u00f5es de pessoas para cada caso na [[Coreia do Sul]].{{Citar web |url=http://kosis.nso.go.kr/cgi-bin/sws_999.cgi?ID=DT_1INOOSB&IDTYPE=3 |titulo=National Statistical Office. |acessodata=2010-07-16 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20070301110942/http://kosis.nso.go.kr/cgi-bin/sws_999.cgi?ID=DT_1INOOSB&IDTYPE=3 |arquivodata=2007-03-01 |urlmorta=yes }}\n\n=== Romaniza\u00e7\u00e3o e pron\u00fancia ===\nApesar dos sistemas coreanos oficiais de romaniza\u00e7\u00e3o usarem nomes geogr\u00e1ficos entre outros nas duas [[Coreia]]s, os nomes pessoais se romanizam geralmente segundo a prefer\u00eancia pessoal. assim, um nome como \"''Li''\" pode ser encontrado como ''Lee'' (por influ\u00eancia da [[l\u00edngua inglesa]]), \"I\", \"Yi\", \"Rhi\", \"Rhee\" (outra vez seguindo a grafia [[Am\u00e9rica Anglo-Sax\u00f4nica|anglo-sax\u00f4nica]]) e \"Rhie\".Although the \"I\" romanization is uncommon, it does follow the strict ''Revised Romanization of Korean'', and is used by Yonhap (2004) and others due to its clear representation of the underlying hangul.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Lista de prenomes coreanos]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{DEFAULTSORT:Nome Coreano}}\n[[Categoria:Sobrenomes da l\u00edngua coreana]]"}]},"1804024":{"pageid":1804024,"ns":0,"title":"R\u00e9mering","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a\n |nome = R\u00e9mering\n |regi\u00e3o = Grande Leste\n |departamento = Mosela\n |\u00e1rea = 4.94\n |altitude = \n |latP = N| latG = 49| latM = 15|latS = 55\n |lonP = E| lonG = 6| lonM = 37|lonS = 46\n |popula\u00e7\u00e3o = 481\n |densidade = auto\n |censo = 1999\n |insee = 57570\n|insee_ref = s\n |c\u00f3dpostal = 57550 \n |mapa = \n |mapaX = \n |mapaY = \n |escudo = \n |bandeira = \n |imagem = Eglise Remering.JPG\n |legenda = \n |gent\u00edlico = \n |website = \n |notas = \n}}\n'''R\u00e9mering''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] de [[Grande Leste]], no [[Departamentos franceses|departamento]] de [[Mosela]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 4,94 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]. {{Pop comuna francesa2|57570|4.94}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n{{Comunas de Mosela}}\n{{Portal3|Fran\u00e7a}}\n\n{{DEFAULTSORT:Remering}}\n[[Categoria:Comunas de Mosela]]"}]},"3945690":{"pageid":3945690,"ns":0,"title":"Concord (cratera)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Cratera}}\n'''Concord''' \u00e9 uma [[cratera]] [[Marte (planeta)|marciana]]. Tem como caracter\u00edstica 20.7 [[quil\u00f4metro]]s de di\u00e2metro.{{citar web|url=http://planetarynames.wr.usgs.gov/Feature/1284|titulo=USGS Nomenclatura planet\u00e1ria|publicado=[[Uni\u00e3o Astron\u00f3mica Internacional]]|l\u00edngua=Ingl\u00eas|acessodata=16 de mar\u00e7o de 2013}} Deve o seu nome a [[Concord (Massachusetts)|Concord]], uma cidade situada em [[Massachusetts]], nos [[Estados Unidos]].\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n\n* [[Lista de crateras em Marte: A-G]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-cratera}}\n\n[[Categoria:Crateras de Marte]]"}]},"6521091":{"pageid":6521091,"ns":0,"title":"Saint-G\u00e9nis-des-Fontaines","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n|nome = Saint-G\u00e9nis-des-Fontaines\n|regi\u00e3o = Occit\u00e2nia\n|departamento = Piren\u00e9us Orientais\n|imagem = St-G\u00e9nis-des-Fontaines 01.JPG\n|latP = N| latG = 42| latM = 32|latS = 33\n|lonP = E| lonG = 2| lonM = 55|lonS = 22\n|\u00e1rea = 9.90\n|popula\u00e7\u00e3o = 2,836\n|densidade = auto\n|censo = 2018\n|insee = 66175 \n|c\u00f3dpostal = 66740 \n|legenda = \n}}\n'''Saint-G\u00e9nis-des-Fontaines''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] da [[Occit\u00e2nia (regi\u00e3o francesa)|Occit\u00e2nia]], no [[Departamentos franceses|departamento]] dos [[Piren\u00e9us Orientais]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 9.90 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]], com 2.836 habitantes, segundo o [[censo]] de [[2018]], com uma [[densidade populacional|densidade]] de 290 hab/km\u00b2.{{citar web|url=https://www.insee.fr/fr/statistiques/5001880?geo=COM-66175 |t\u00edtulo=Populations l\u00e9gales 2018|autor=|data=28 de dezembro de 2020|publicado=[[Institut national de la statistique et des \u00e9tudes \u00e9conomiques|INSEE]]|acessodata=16 de mar\u00e7o de 2021|ling=fr}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n{{Comunas dos Piren\u00e9us Orientais}}\n{{Controle de autoridade}}\n[[Categoria:Comunas dos Piren\u00e9us Orientais]]"}]},"1309029":{"pageid":1309029,"ns":0,"title":"Giuseppe Gaudenzi","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Giuseppe Gaudenzi''' ([[Cesenatico]], [[22 de agosto]] de [[1875]] \u2013 [[1966]]) foi um [[escultor]] [[it\u00e1lia|italiano]] radicado na cidade de [[Porto Alegre]] na primeira metade do [[s\u00e9culo XX]].[http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Biografia_Artista.asp?idArtistaBiografia=7455 Biografia de Giuseppe Gaudenzi]\n\n== Biografia ==\n[[Imagem:Confeitaria Rocco6.jpg|thumb|direita|260px|''Atlante Jovem'', na fachada da Confeitaria Rocco]]\nNasceu na [[prov\u00edncia de Forl\u00ec]], na [[It\u00e1lia]]. Aprendeu seu of\u00edcio estudando [[desenho]], [[arquitetura]], [[pintura]] e [[escultura]] na Escola Industrial de [[Pesaro]] e na Academia de Belas Artes de [[Bolonha]]. Na Real Academia de [[Roma]] aperfei\u00e7oou seus estudos. Foram seus mestres [[Giuseppe Cellini]] em pintura, e [[Ettore Ferrari]], na escultura. Em 1905 fez a decora\u00e7\u00e3o do Sal\u00e3o de Veneza.Corona, Fernando. \"Cem Anos de Formas Pl\u00e1sticas e seus Autores\". In: Becker, Klaus [org.]. ''Enciclop\u00e9dia Sul-Riograndense''. Canoas: La Salle, 1956, v. 2, pp. 158-215\n\nNesta \u00e9poca foi apresentado por [[Pedro Weing\u00e4rtner]] a [[Jo\u00e3o L\u00fcderitz]], professor da Escola de Engenharia de Porto Alegre, que estava na [[Europa]] com a miss\u00e3o de contratar novos mestres. Contratado, chega a Porto Alegre em 1909, instalando um ''[[atelier]]'' de escultura e dando aulas no Instituto Parob\u00e9, sendo o seu primeiro professor de [[Modelagem]].\n\nRealizou diversos projetos arquitet\u00f4nicos na capital ga\u00facha, e a decora\u00e7\u00e3o para edif\u00edcios p\u00fablicos e privados, como as est\u00e1tuas do antigo pr\u00e9dio do [[Col\u00e9gio J\u00falio de Castilhos]] (hoje substitu\u00eddo por uma constru\u00e7\u00e3o moderna) e da [[Confeitaria Rocco]].\n\nFoi um dos administradores da oficina de decora\u00e7\u00e3o de [[Jo\u00e3o Vicente Friedrichs]], onde projetou interiores, esculturas e mobili\u00e1rio para a [[Biblioteca P\u00fablica do Estado (Porto Alegre)|Biblioteca P\u00fablica]], dentre outras obras, e foi o primeiro professor de desenho do importante pintor ga\u00facho [[Jo\u00e3o Fahrion]]. No fim da vida radicou-se na [[Ilha do Governador]], no [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]], onde se dedicou \u00e0 pr\u00e1tica da [[aquarela]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Biografias}}\n\n{{NF|1875|1966|Gaudenzi, Giuseppe}}\n[[Categoria:Escultores do Rio Grande do Sul]]\n[[Categoria:Brasileiros de ascend\u00eancia italiana]]\n[[Categoria:Naturais de Cesenatico]]\n[[Categoria:Italianos expatriados no Brasil]]"}]},"5757609":{"pageid":5757609,"ns":0,"title":"Sasano (juiz)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{ver desambig||Sasano (desambigua\u00e7\u00e3o)}}\n{{Info/Biografia\n|nome = Sasano\n|nacionalidade = {{ISAS}}\n|etnia = [[Persas|Persa]]\n|ocupa\u00e7\u00e3o = Nobre\n|religi\u00e3o = [[Zoroastrismo]]\n}}\n'''Sasano''' ({{langx|la|''Sasanus''}}; {{langx|pal|''s's'n''||''S\u0101s\u0101n''}}; {{langx|xpr|''s'sn''||''S\u0101s\u0101n''}}; {{langx|grc|\u03a3\u03b1\u03c3\u03b1\u03bd(\u03b5\u03c2)||''Sasan(es)''}}) foi um oficial sass\u00e2nida do {{s\u00e9c|III}}, ativo durante o reinado do [[x\u00e1 do Imp\u00e9rio Sass\u00e2nida|x\u00e1]] {{lknb|Sapor|I}} {{nwrap|r.|240|270}}. \u00c9 conhecido apenas a partir da inscri\u00e7\u00e3o ''[[Feitos do Divino Sapor]]'' segundo a qual era juiz (''d\u0101dwar'' em persa, ''d\u0101d\u03b2ar'' em parta e dicasta em grego). Aparece numa lista de dignit\u00e1rios da corte e est\u00e1 classificado na sexag\u00e9sima quinta posi\u00e7\u00e3o dentre os 67 dignit\u00e1rios.{{Citar web|url=http://www.dr-ursula-weber.de/Prosopographie/web/viewer.php?file=ShKZ_IV.pdf|t\u00edtulo=\u0160KZ: IV. Hofstaat \u0160\u0101buhrs I., des K\u00f6nigs der K\u00f6nige(67 Mitglieder)}}{{Citar web|url=http://www.dr-ursula-weber.de/Prosopographie/web/viewer.php?file=Sasan_Richter.pdf|t\u00edtulo=S\u0101s\u0101n, Richter [d\u0101dwar] [\u0160KZ IV 65]}} Se sup\u00f5e que talvez fosse um [[eunuco]] a julgar por sua posi\u00e7\u00e3o.{{sfn|Vanzan|1998}}\n\n{{refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Bibliografia ==\n\n* {{Citar web|sobrenome=Vanzan|nome=Anna|url=http://www.iranicaonline.org/articles/eunuchs|t\u00edtulo=Eunuchs|ano=1998|editora=Enciclop\u00e9dia Ir\u00e2nica|ref=harv}}\n\n[[Categoria:Persas do s\u00e9culo III]]\n[[Categoria:Oficiais de Sapor I]]\n[[Categoria:Feitos do Divino Sapor]]\n[[Categoria:Eunucos do Imp\u00e9rio Sass\u00e2nida]]"}]},"1839815":{"pageid":1839815,"ns":0,"title":"Est\u00eav\u00e3o Radoslau","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem-notas|data=maio de 2013}}\n{{Info/Monarca\n|nome =Est\u00eav\u00e3o Radoslau\n|t\u00edtulo =[[Reino da S\u00e9rvia|Rei da S\u00e9rvia]]\n|imagem =Stefanradoslav.jpg\n|legenda =Est\u00eav\u00e3o Radoslau\n|sepultamento=[[Mosteiro de Studenica]]\n}}\n\n'''Est\u00eav\u00e3o Radoslau Nem\u00e2nica Ducas''' (em [[L\u00edngua servo-croata|s\u00e9rvio]] [[Alfabeto cir\u00edlico|cir\u00edlico]] '''\u0421\u0442\u0435\u0444\u0430\u043d \u0420\u0430\u0434\u043e\u0441\u043b\u0430\u0432''', ou \u00e0s vezes tamb\u00e9m ''Stefan Radoslav''; 1192-1234) foi um rei s\u00e9rvio de 1228 at\u00e9 sua morte em 1234, soberano da [[dinastia Nem\u00e2nica]]. Era segundo filho de [[Est\u00eav\u00e3o II Nem\u00e2nica]]. Est\u00eav\u00e3o se sentia mais grego do que s\u00e9rvio em raz\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o bizantina que recebeu de sua m\u00e3e Eud\u00f3xia. Isto se sabe gra\u00e7as a sua correspond\u00eancia com seu sogro, [[Teodoro Comneno Ducas]], [[d\u00e9spota do Epiro]]. Acabou por casar-se com Ana, filha de Teodoro.\n\nEst\u00eav\u00e3o Radoslau, durante seu curto reinado, repousava sobre a experi\u00eancia de seu tio [[S\u00e3o Sava]], quem o ajudou em todos os dom\u00ednios; ele deveria reinar por muito tempo sobre a S\u00e9rvia, mas em raz\u00e3o de sua fragilidade e de sua toler\u00e2ncia laxista, perdeu rapidamente o trono. Ap\u00f3s a derrota de seu sogro em [[1230]], na [[batalha de Klokotnitsa]], face aos b\u00falgaros de [[Jo\u00e3o Asen II da Bulg\u00e1ria|Jo\u00e3o Asen II]] (r. 1218-1241), o d\u00e9spota do Epiro n\u00e3o mais o apoiou.\n\nEm [[1233]], os nobres s\u00e9rvios se aproveitaram para derrub\u00e1-lo e Radoslau, \"o Bizantino\", se refugiou em [[Dubrovnik|Ragusa]] e [[Durr\u00ebs|Durazzo]]. Ele se escondeu sob o nome de Jo\u00e3o no [[Mosteiro de Studenica]]. N\u00e3o teve filhos com Ana. Seu irm\u00e3o mais novo, [[Est\u00eav\u00e3o Ladislau I da S\u00e9rvia]], sucedeu-o no trono da S\u00e9rvia.\n\nEst\u00eav\u00e3o Radoslau foi sepultado no Mosteiro de Studenica em [[1234]]. \n\n== Bibliografia ==\n* Dusan Batkovic, \"Hist\u00f3ria do povo s\u00e9rvio\", Paris: L'Age d'Homme {{ISBN|282511958X}}\n* Georges Castelhan, ''Hist\u00f3ria dos B\u00e1lc\u00e3s, XIV-XX'', editora Fayard {{ISBN|2213605262}}\n* Donald M. Nicol, ''Les Derniers si\u00e9cles de Byzance, 1261-1453'', editora os Belhes Lettres {{ISBN|2251380744}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.rastko.org.yu/rastko-bl/istorija/corovic/istorija/3_8_l.html Vladimir \u0106orovi\u0107 : a Hist\u00f3ria dos s\u00e9rvios] em s\u00e9rvio (latim)\n*[http://www.rodoslovlje.com/medieval_serbia/ser/istorija.htm Medieval Serbia], a Ordre do Dragon Vermelho (em s\u00e9rvio latim)\n*[https://web.archive.org/web/20060925143510/http://www.snaga.org.yu/Ilustrovana_istorija_srba/tekst/srpski/01/01-uvod.html A Hist\u00f3ria Ilhustrado] em s\u00e9rvio (latim)\n*[https://web.archive.org/web/20061021011713/http://www.tvorac-grada.com/indexx.html Os fondateurs da cidade] em s\u00e9rvio (latim)\n*[https://web.archive.org/web/20100130020842/http://www.srbija-info.yu/cinjenice/srednjivek.html Serbia Info] em s\u00e9rvio (latim)\n* Batricevic, Ana, \"Legal Transplants and the Code of Serbian Tsar Stephan Dushan: A Comparative Study\" (December 22, 2006). Avail\u00e1vel at SSRN: http://ssrn.com/abstract=953277 \n* A site made se the ocas\u00e3o of the 650th anniversary of the promulga\u00e7\u00e3o of Dushan\u00e3o s Code. Contains the fulh text of the Code in Serbian, Russian and English: https://web.archive.org/web/20090219000206/http://www.dusanov-zakonik.co.yu/indexe.html\n\n== Notas ==\n\n\n{{Monarcas da S\u00e9rvia}}\n\n[[Categoria:Dinastia nem\u00e2nica]]\n[[Categoria:Mortos em 1234]]\n[[Categoria:S\u00e9rvios do s\u00e9culo XIII]]"}]},"5651317":{"pageid":5651317,"ns":0,"title":"Nata\u00e7\u00e3o no Campeonato Mundial de Esportes Aqu\u00e1ticos de 2017 - 4x200 m livre feminino","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Budapeste17}}\nA prova do '''revezamento 4x200 metros livre feminino''' da [[nata\u00e7\u00e3o no Campeonato Mundial de Esportes Aqu\u00e1ticos de 2017]] ocorreu no dia [[27 de julho]] em [[Budapeste]] na [[Hungria]].[http://omegatiming.com/File/Download?id=000111010A0201F801FFFFFFFFFFFF00 Lista de inscritos]\n\n== Recordes ==\nAntes desta competi\u00e7\u00e3o, os recordes mundiais e do campeonato nesta prova eram os seguintes:\n{{Recordes\n|competi\u00e7\u00e3o2 =Campeonato\n|tipo =Tempo\n|mundial_atleta={{CHN}}\n|mundial_marca =7:42.08\n|mundial_local ={{ITAb}} [[Roma]]\n|mundial_data =[[30 de julho]] de [[2009]]\n|mundial_ref =\n|compet2_atleta={{CHN}}\n|compet2_marca =7:42.08\n|compet2_local ={{ITAb}} [[Roma]]\n|compet2_data =[[30 de julho]] de [[2009]]\n|compet2_ref =\n}}\n\n==Medalhistas==\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align:left\"\n|- align=\"center\"\n| width=200 bgcolor=gold|'''Ouro'''||width=200 bgcolor=silver|'''Prata'''|| width=200 bgcolor=CC9966|'''Bronze'''\n|-\n|valign=top|{{USA}}
[[Leah Smith]]
[[Mallory Comerford]]
[[Melanie Margalis]]
[[Katie Ledecky]]
[[Cierra Runge]]
[[Hali Flickinger]]
[[Madisyn Cox]]\n|valign=top|{{CHN}}
[[Ai Yanhan]]
[[Liu Zixuan]]
[[Zhang Yuhan]]
[[Li Bingjie]]
[[Wang Jingzhuo]]
[[Shen Duo]]\n|valign=top|{{AUS}}
[[Madison Wilson]]
[[Emma McKeon]]
[[Kotuku Ngawati]]
[[Ariarne Titmus]]
[[Shayna Jack]]
[[Leah Neale]] \n|}\n\n== Resultados ==\n\n=== Eliminat\u00f3rias ===\nEsses foram os resultados das eliminat\u00f3rias. Foram realizadas no dia 27 de julho com in\u00edcio \u00e0s 10:48. [http://omegatiming.com/File/Download?id=000111010A0201F801FFFFFFFFFFFF01 Resultado da eliminat\u00f3ria revezamento 4x200 metros livre feminino]\n\n{| class=\"wikitable sortable\" style=\"text-align:center\"\n|-\n! Pos. !! Raia !! Nacionalidade !! Nadadoras !! Tempo !! Notas\n|-bgcolor=ccffcc\n| 1 || 6 || align=left|{{CHN}} ||align=left|[[Zhang Yuhan]] (1:57.13)
[[Liu Zixuan]] (1:56.82)
[[Wang Jingzhuo]] (1:59.09)
[[Shen Duo]] (1:58.71) || 7:51.75 || '''Q'''\n|-bgcolor=ccffcc\n| 2 || 8 || align=left|{{JPN}} ||align=left|[[Chihiro Igarashi]] (1:58.74)
[[Rikako Ikee]] (1:58.53)
[[Tomomi Aoki]] (1:58.64)
[[Aya Takano]] (1:57.76) || 7:53.67 || '''Q'''\n|-bgcolor=ccffcc\n| 3 || 4 || align=left|{{USA}} ||align=left|[[Melanie Margalis]] (1:56.58)
[[Cierra Runge]] (1:59.17)
[[Hali Flickinger]] (1:58.46)
[[Madisyn Cox]] (1:59.52) || 7:53.73 || '''Q'''\n|-bgcolor=ccffcc\n| 4 || 5 || align=left|{{AUS}} ||align=left|[[Madison Wilson]] (1:57.88)
[[Kotuku Ngawati]] (1:58.82)
[[Shayna Jack]] (1:58.77)
[[Leah Neale]] (1:59.27) || 7:54.74 || '''Q'''\n|-bgcolor=ccffcc\n| 5 || 1 || align=left|{{NED}} ||align=left|[[Robin Neumann]] (1:59.00)
[[Femke Heemskerk]] (1:56.51)
[[Esmee Vermeulen]] (1:59.09)
[[Marjolein Delno]] (2:00.56) || 7:55.16 || '''Q'''\n|-bgcolor=ccffcc\n| 6 || 2 || align=left|{{RUS}} ||align=left|[[Daria Ustinova]] (1:59.00)
[[Viktoriya Andreyeva]] (1:57.95)
[[Anastasia Guzhenkova]] (2:00.06)
[[Arina Openysheva]] (1:58.66) || 7:55.67 || '''Q'''\n|-bgcolor=ccffcc\n| 7 || 7 || align=left|{{HUN}} ||align=left|[[Ajna K\u00e9sely]] (1:58.60)
[[Evelyn Verraszt\u00f3]] (1:58.90)
[[Zsuzsanna Jakabos]] (1:57.54)
[[Fanni Gyurinovics]] (2:00.73) || 7:55.77 || '''Q'''\n|-bgcolor=ccffcc\n| 8 || 3 || align=left|{{CAN}} ||align=left|[[Katerine Savard]] (1:59.16)
[[Mary-Sophie Harvey]] (1:59.39)
[[Rebecca Smith]] (1:58.54)
[[Kayla Sanchez]] (1:59.40) || 7:56.49 || '''Q'''\n|-\n| 9 || 0 || align=left|{{ITA}} ||align=left|[[Alice Mizzau]] (1:59.56)
[[Stefania Pirozzi]] (1:59.58)
[[Anna Mascolo]] (2:01.68)
[[Simona Quadarella]] (2:02.00) || 8:02.82 || \n|-\n| 10 || 9 || align=left|{{DEN}} ||align=left|[[Signe Bro]] (2:01.29)
[[Marina Hansen]] (2:00.56)
[[Maj Howardsen]] (2:02.38)
[[Anina Lund]] (2:02.44) || 8:06.67 || \n|}\n\n===Final===\nA final foi realizada em 27 de julho \u00e0s 19h16. [http://omegatiming.com/File/Download?id=000111010A0201F804FFFFFFFFFFFF01 Resultado final revezamento 4x200 metros livre feminino]\n\n{| class=\"wikitable sortable\" style=\"text-align:center\"\n|-\n! Pos. !! Raia !! Nadadoras !! Nacionalidade !! Tempo !! Notas\n|-\n| {{Medalha de ouro|N\u00famero}} || 3 || align=left|{{USA}} || align=left|[[Leah Smith]] (1:55.97)
[[Mallory Comerford]] (1:56.92)
[[Melanie Margalis]] (1:56.48)
[[Katie Ledecky]] (1:54.02) || 7:43.39 || \n|-\n| {{Medalha de prata|N\u00famero}} || 4 || align=left|{{CHN}} || align=left|[[Ai Yanhan]] (1:56.62)
[[Liu Zixuan]] (1:56.34)
[[Zhang Yuhan]] (1:56.54)
[[Li Bingjie]] (1:55.46) || 7:44.96 ||\n|-\n| {{Medalha de bronze|N\u00famero}} || 6 || align=left|{{AUS}} || align=left|[[Madison Wilson]] (1:57.33)
[[Emma McKeon]] (1:56.26)
[[Kotuku Ngawati]] (1:58.31)
[[Ariarne Titmus]] (1:56.61) || 7:48.51 ||\n|-\n| 4 || 7 || align=left|{{RUS}} || align=left|[[Veronika Popova]] (1:55.95)
[[Viktoriya Andreyeva]] (1:57.48)
[[Daria Ustinova]] (1:56.93)
[[Arina Openysheva]] (1:58.23) || 7:48.59 || {{NR}}\n|-\n| 5 || 5 || align=left|{{JPN}} || align=left|[[Chihiro Igarashi]] (1:57.84)
[[Rikako Ikee]] (1:57.38)
[[Tomomi Aoki]] (1:57.72)
[[Aya Takano]] (1:57.49) || 7:50.43 || {{NR}}\n|-\n| 6 || 1 || align=left|{{HUN}} || align=left|[[Ajna K\u00e9sely]] (1:58.62)
[[Zsuzsanna Jakabos]] (1:58.09)
[[Evelyn Verraszt\u00f3]] (1:58.34)
[[Katinka Hossz\u00fa]] (1:56.28) || 7:51.33 || \n|-\n| 7 || 2 || align=left|{{NED}} || align=left|[[Robin Neumann]] (1:58.83)
[[Femke Heemskerk]] (1:55.46)
[[Esmee Vermeulen]] (1:59.55)
[[Marjolein Delno]] (2:00.45) || 7:54.29 || \n|-\n| 8 || 8 || align=left|{{CAN}} || align=left|[[Mary-Sophie Harvey]] (1:58.57)
[[Rebecca Smith]] (1:58.70)
[[Katerine Savard]] (1:58.23)
[[Mackenzie Padington]] (2:00.07) || 7:55.57|| \n|}\n\n{{Legenda Recordes|Campeonato=sim}}\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n* [http://www.fina.org Site da Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Nata\u00e7\u00e3o]\n{{Campe\u00e3s mundiais de nata\u00e7\u00e3o - 4x200 m livre feminino}}\n{{Portal3|desporto|Hungria|nata\u00e7\u00e3o}}\n\n[[Categoria:Eventos do Campeonato Mundial de Esportes Aqu\u00e1ticos de 2017]]"}]}}}}