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Se tornou profissional em 1965 e permaneceu at\u00e9 1972. Dedicou principalmente ao [[ciclismo de pista]].\n\n== Carreira ==\nComo amador, participou nos [[Jogos Ol\u00edmpicos de T\u00f3quio 1964]], onde conquistou uma medalha de bronze na prova de [[Ciclismo nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1964#Persegui\u00e7\u00e3o por equipes masculino|persegui\u00e7\u00e3o por equipes]] de 4 km,{{citar web|URL=http://www.sports-reference.com/olympics/athletes/ou/jaap-oudkerk-1.html|t\u00edtulo=Jaap Oudkerk|autor=|data=|publicado=[[Sports Reference]]|lingua=ingl\u00eas|acessodata=23 de dezembro de 2015|arquivodata=14 de dezembro de 2012|arquivourl=https://web.archive.org/web/20121214214544/http://www.sports-reference.com/olympics/athletes/ou/jaap-oudkerk-1.html}} junto com seus compatriotas [[Cor Schuuring]], [[Henk Cornelisse]] e [[Gerard Koel]].\n\nEm [[Roma 1960]], tamb\u00e9m obteve um bom resultado ao terminar na quinta posi\u00e7\u00e3o competindo na [[Ciclismo nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1960 - Persegui\u00e7\u00e3o por equipes masculino|mesma prova]].\n\nAinda como amador, venceu o [[Campeonato Mundial de Ciclismo de Pista|Campeonato Mundial]] e dois campeonatos nacionais. Como profissional, conquistou tr\u00eas campeonatos nacionais em pista.{{citar web|URL=http://www.cyclingarchives.com/coureurfiche.php?coureurid=3241|t\u00edtulo=Jaap Oudkerk|autor=|data=|publicado=Cycling Archives|acessodata=23 de dezembro de 2015|lingua=ingl\u00eas}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n[[Lista de ciclistas ol\u00edmpicos holandeses]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{Campe\u00f5es do mundo de meio-fundo amadores}}\n{{Portal3|Biografias|Ciclismo|Pa\u00edses Baixos}}\n{{esbo\u00e7o-desportista|ciclismo}}\n\n{{DEFAULTSORT:Oudkerk, Jaap}}\n[[Categoria:Naturais de Landsmeer]]\n[[Categoria:Ciclistas ol\u00edmpicos dos Pa\u00edses Baixos]]\n[[Categoria:Ciclistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1960]]\n[[Categoria:Ciclistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1964]]\n[[Categoria:Medalhistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1964]]\n[[Categoria:Medalhistas ol\u00edmpicos do ciclismo]]\n[[Categoria:Medalhistas ol\u00edmpicos dos Pa\u00edses Baixos]]\n[[Categoria:Ciclistas de pista dos Pa\u00edses Baixos]]\n[[Categoria:Campe\u00f5es mundiais de ciclismo em pista]]"}]},"618856":{"pageid":618856,"ns":0,"title":"Cornelis Matelieff de Jonge","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=agosto de 2020}}\n[[Ficheiro:Cornelis Matelieff de Jonge.jpg|thumb|right|Cornelis Matelieff de Jonge]]\n'''Cornelis Matelieff de Jonge''' foi um almirante holand\u00eas que comandou uma armada de doze navios da [[VOC]] com destino \u00e0 [[Insul\u00edndia]]. Tinha instru\u00e7\u00f5es para conquistar [[Malaca]] aos portugueses, o que de facto tentou pondo-lhe um cerco que foi for\u00e7ado a levantar com a aproxima\u00e7\u00e3o da armada do vice-rei da \u00cdndia, D. [[Martim Afonso de Castro]]. Na [[batalha do Cabo Rachado]], em [[18 de Agosto]] de [[1606]], sofreu grandes baixas batendo em retirada, mas depois de recomposto atacou e provocou a destrui\u00e7\u00e3o da maioria dos navios de alto-bordo portugueses que estavam surtos frente a Malaca.\n\n{{esbo\u00e7o-biografia}}\n\n[[Categoria:Exploradores dos Pa\u00edses Baixos|Jonge]]\n[[Categoria:Guerra Luso-Holandesa]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Cornelis Matelieff de Jonge.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app Login Manager.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Question book.svg"}]},"3634341":{"pageid":3634341,"ns":0,"title":"Su\u00edones","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:Scandinavia-12th century.png|thumb|250px|[[Su\u00e9cia]] no {{s\u00e9c|XII}}, antes da tomada da [[Finl\u00e2ndia]] no {{s\u00e9c|XIII}}]]\n[[Imagem:Norway 1020 AD.png|thumb|250px|Reino dos su\u00edones (''Svearike'') ca. 1020]]\n\nOs '''Su\u00edones''' ou '''Sui\u00f5es''',{{sfn|Houaiss|2018}}, por vezes citados como '''Sveas''' ({{langx|sv|''Svear''}}){{sfn|Svebilius|1918}}{{sfn|Soares|2017|p=418}} ({{langx|non|''Sv\u00edar''}}; {{langx |no |''Svear''}}; {{langx|da|''Sveer''}}; {{langx|is|''Sv\u00edar''}}; {{langx|ang|''Sweonas''}}; {{langx|la|''Suiones'', ''Suehans'', ''Sueones''}}), eram uma [[Povos germ\u00e2nicos|tribo germ\u00e2nica]], composta por uma am\u00e1lgama de grupos e cl\u00e3s com diversos l\u00edderes, que viviam na [[Escandin\u00e1via]].{{sfn|Enciclop\u00e9dia Nacional Sueca (a)}} Habitavam principalmente a \u00e1rea do [[Vale do M\u00e4laren]], nas prov\u00edncias hist\u00f3ricas da [[Uppland]], [[V\u00e4stmanland]] e [[S\u00f6dermanland]], uma regi\u00e3o ent\u00e3o designada de [[Svitjod]], a qual equivalia ''[[grosso modo]]'' \u00e0 atual regi\u00e3o hist\u00f3rica da [[Sveal\u00e2ndia]] (''Terra dos Su\u00edones''; {{langx|sv|''Svealand''}}).{{sfn|Melin|2006|p= 27}}{{sfn |Wahlberg |2003 |p=305-6}}{{sfn|Birro|2017|p=19}}{{citar web |url=https://snl.no/svear|t\u00edtulo=Svear|publicado=[[Store norske leksikon]] (''Grande Enciclop\u00e9dia Norueguesa'') |autor= |l\u00edngua=noruegu\u00eas |acessodata=15 de abril de 2020}}{{citar web |issn=1102-0822 |autores=Fredrik & Henrik Lindstr\u00f6m|t\u00edtulo=De \u00e4kta folkungarna|publicado=Popul\u00e4r historia |ano=2005|n\u00famero=10|p\u00e1ginas=|acessodata=15 de abril de 2020|url=https://popularhistoria.se/sveriges-historia/medeltiden/de-akta-folkungarna}} \n\n==O nome==\nO historiador [[Roma Antiga|romano]] [[T\u00e1cito]], na sua obra [[Germ\u00e2nia (T\u00e1cito)|Germ\u00e2nia]] em [[latim]] do {{s\u00e9c|I}}, designou com o termo latino ''Suiones'' (uma latiniza\u00e7\u00e3o de ''Svear'') um povo germ\u00e2nico do Norte, provavelmente residente na Su\u00e9cia, e famoso pelos seus navios:{{sfn|Kraft|2015|p=200}}{{sfn|name=TaXLIV|T\u00e1cito|98|p=XLIV}}{{sfn|Enciclop\u00e9dia Nacional Sueca}}\n{{Cquote|'''''Suionum''' hinc civitates ipso in Oceano praeter viros armaque classibus valent.''|autor=[[T\u00e1cito]] |fonte=[[Germ\u00e2nia (T\u00e1cito)|Germ\u00e2nia]]}}\n\nE o historiador [[Imp\u00e9rio Bizantino |bizantino]] [[Jordanes]], na sua obra [[G\u00e9tica]] em latim do {{s\u00e9c|VI}}, refere os povos de uma ilha do mar do Norte chamada [[Escandza]], e menciona no cap\u00edtulo III um povo chamado sue\u00e3s ({{langx|la|''suehans''}}; derivado do equivalente [[l\u00edngua g\u00f3tica|g\u00f3tico]] ''sweans'' para ''svear''), que vivia na Sue\u00f4nia e tinha excelentes cavalos, e um outro povo chamado su\u00e9cidos ({{langx |la|''suetidi''}}; distor\u00e7\u00e3o do [[n\u00f3rdico antigo]] ''Svi\u00feiud/Svetjud''), que vivia na Su\u00e9dia e era constitu\u00eddo por pessoas de grande estatura:{{sfn|name=We30|Wess\u00e9n|1969|p=15; 30}}{{sfn |Jordanes |1997 |loc=III.16-24; IV.25; V.30-36; XVII.94-96; XXIV.121}}{{sfn|Duczko|2004|p=34}}\n{{Cquote|''Alia vero gens ibi moratur '''Suehans''', quae velud Thyringi equis utuntur eximiis.''|autor=[[Jordanes]] |fonte=[[G\u00e9tica]]; III.21}}\n\n{{Cquote|''Sunt et his exteriores Ostrogothae, Raumarici, Aeragnaricii, Finni mitissimi, Scandzae cultoribus omnibus mitiores; nec non et pares eorum Vinoviloth; '''Suetidi''', cogniti in hac gente reliquis corpore eminentiores: quamvis et Dani, ex ipsorum stirpe progressi, Herulos propriis sedibus expulerunt, qui inter omnes Scandiae nationes nomen sibi ob nimia proceritate affectant praecipuum.''|autor=[[Jordanes]] |fonte=[[G\u00e9tica]]; III.24}}\n\nA identifica\u00e7\u00e3o e caracteriza\u00e7\u00e3o deste tr\u00eas povos \u2013 ''Suiones'', ''Suehans'', ''Suetidi'' \u2013 como sendo os mesmos que os consagrados ''sviar'' ou ''svear'' (lit. su\u00edones) mencionados pelos historiadores escandinavos medievais ([[Snorri Sturluson]], [[Sax\u00e3o Gram\u00e1tico]], etc...), assim como pelas [[sagas islandesas]] ([[Saga dos Inglingos]], [[Saga de Herv\u00f6r]], etc.), e ainda pelas leis medievais suecas ([[Lei da Gotal\u00e2ndia Ocidental]], [[Lei da Upl\u00e2ndia]], etc...), para al\u00e9m dos historiadores modernos e contempor\u00e2neos da [[Su\u00e9cia]] ([[Dick Harrison]], Stig Welinder, Curt Weibull, Thomas Lindkvist, Lars O. Lagerqvist, etc.), \u00e9 uma quest\u00e3o hist\u00f3rica em aberto. De anotar \u00e9 tamb\u00e9m o facto da palavra ''svea'' ter dado as palavras atuais ''svensk'' (sueco) e ''Sverige'' (Su\u00e9cia; Reino dos Su\u00edones).{{sfn|Harrison|2009|p=33-36}}{{sfn|Sverdrup|1918}}\n\nCom a expans\u00e3o do poder de seus reis, o Dom\u00ednio dos Su\u00edones (''[[Svitjod]]'') acabou por dar forma ao Reino dos Su\u00edones (''Svearike'' ou ''Swerike'') - originando mais tarde o atual [[Reino da Su\u00e9cia]] (''Sverige'').{{sfn|Lindstr\u00f6m|2006|p=29}}{{sfn|Enciclop\u00e9dia Nacional Sueca (b)}}{{sfn|ILMP|2016}} Um ponto de discuss\u00e3o, com diferentes interpreta\u00e7\u00f5es, \u00e9 se o termo ''svea'' teria mudado sucessivamente de significado e conota\u00e7\u00e3o, tendo a partir de certa altura passado a significar ''sueco''. O historiador dinamarqu\u00eas [[Sax\u00e3o Gram\u00e1tico]] designa de \"su\u00edones de cima\" (''uppsvear'') os habitantes da antiga \"terra dos su\u00edones\" (Sveal\u00e2ndia), deixando no ar a pergunta \"Quem s\u00e3o os outros su\u00edones?\".{{carece de fonte}}\n\n==Hist\u00f3ria==\n[[Imagem:Chernyakhov-pt.svg|thumb|Territ\u00f3rios originais dos godos e culturas arqueol\u00f3gicas g\u00f3ticas entre os s\u00e9culos III-IV, e ainda Gotal\u00e2ndia e Gotl\u00e2ndia, na Escandin\u00e1via, e o [[Imp\u00e9rio Romano]]]]\n\nOs su\u00edones habitavam a regi\u00e3o de [[Sveal\u00e2ndia]], no centro-sul da Su\u00e9cia atual. Inicialmente, estavam confinados \u00e0 [[Upl\u00e2ndia]], mas foram sucessivamente alargando a sua esfera a [[Vestm\u00e2nia]], [[Suderm\u00e2nia]], [[Gestr\u00edcia]] e [[Ner\u00edcia]]. A tribo tinha como centros principais [[Velha Ups\u00e1lia]], [[Helg\u00f6]], [[Birka]] e [[Sigtuna]]. Pouco a pouco, a cidade de [[Ups\u00e1lia]] tornou-se o centro pol\u00edtico e religioso da [[Su\u00e9cia]] durante a [[Idade M\u00e9dia]].{{sfn|Melin|2006|p=26-29}}\n\nA primeira men\u00e7\u00e3o a este povo foi feita pelos historiadores romanos, notadamente na ''[[Germ\u00e2nia (T\u00e1cito)|Germ\u00e2nia]]'' de [[T\u00e1cito]], que cita-os como uma tribo poderosa, cujos reis eram considerados descendentes do deus [[Frei (deus)|Frei]].{{sfn|Johansson|1995}} No {{s\u00e9c|VI}}, o [[historiador bizantino]] [[Jordanes]] refere os sue\u00e3s e su\u00e9cidos na sua obra ''[[G\u00e9tica]]''. Nas [[sagas islandesas]] dos s\u00e9culos IX e X, s\u00e3o citados os ''svia''{{sfn|B\u00e4gerfeldt|2011}} e no {{s\u00e9c|XI}}, o historiador alem\u00e3o [[Ad\u00e3o de Brema]] aponta os sue\u00f5es (''Sueones'') em sua obra ''[[Gesta Hammaburgensis Ecclesiae Pontificum]]''.{{carece de fontes}}\n\nDurante a [[Era Viquingue]] foram a base dos [[varegues]] ou [[Rus']], que dariam \u00e0 R\u00fassia seu nome. Os reis su\u00edones s\u00e3o considerados os primeiros monarcas da [[Su\u00e9cia]], e os habitantes de Sveal\u00e2ndia gozavam de um [[estatuto]] de semi-aristocracia dentro do reino, e n\u00e3o tinham que pagar tributo ao rei, exceto ovelhas e suprimentos aos soldados em tempos de guerra, ao contr\u00e1rio dos [[gotas]] e [[gutas]], que pagavam impostos.{{carece de fontes}}\n\nEstes privil\u00e9gios foram obtidos pelos su\u00edones depois que eles derrotaram os gotas, durante a [[Era de Vendel]], segundo descri\u00e7\u00f5es apontadas em sagas e lendas, como no antigo [[Beovulfo]] [[Inglaterra|ingl\u00eas]], que menciona as famosas batalhas de gelo e [[Batalha de Br\u00e5valla|Br\u00e5valla]], muito citadas na ''[[Feitos dos Danos]]'' de [[Sax\u00e3o Gram\u00e1tico]]. Este privil\u00e9gio foi abolido ap\u00f3s a [[batalha de Sparrs\u00e4tra]], ocorrida em meados de {{s\u00e9c|XIII}}, refletindo a oposi\u00e7\u00e3o entre os gotas ou g\u00f3ticos de um lado, e os suiones ou suecos, do outro.{{carece de fontes}}\n\n===Refer\u00eancias hist\u00f3ricas===\n\n* O historiador romano [[T\u00e1cito]], na sua obra [[Germ\u00e2nia]] no {{s\u00e9c|I}}, refere os su\u00edones (''Suiones''), um povo guerreiro, como bons marinheiros.{{sfn|Welinder|2009|p=443}}{{sfn|name=Li29|Lindkvist|2006|p=29}} \n* O historiador bizantino [[Jordanes]], no {{s\u00e9c|VI}}, escreve na sua obra [[G\u00e9tica]] que havia 28 tribos, algures na Escandin\u00e1via, entre os quais os sue\u00e3s (''suehans'') e os su\u00e9cidos (''suetidi''), com localiza\u00e7\u00f5es diferentes.\n* O historiador alem\u00e3o [[Ad\u00e3o de Brema]], no {{s\u00e9c|XI}}, na sua obra [[Gesta Hammaburgensis Ecclesiae Pontificum]], refere os ''Sueones'', e diz que estes n\u00e3o eram crist\u00e3os.{{sfn|Welinder|2009|p=445}}\n\n==Os Su\u00edones, os Gautas e a Su\u00e9cia==\n\nO significado dos termos ''Svear'' e ''G\u00f6tar'' variou atrav\u00e9s dos tempos e das fontes referenciais. Tanto podiam designar vagamente comunidades \u00e9tnicas e lingu\u00edsticas, como cl\u00e3s de l\u00edderes dominantes, como ainda todos os habitantes daquilo que mais tarde recebeu o nome de Su\u00e9cia. Igualmente, est\u00e1 rodeado de incertezas o relacionamento destes grupos com os termos usados por viajantes e cronistas estrangeiros. O cen\u00e1rio desta \u00e9pocas era protagonizado por uma s\u00e9rie de pequenos centros de poder, onde aristocratas, magnatas e assembleias em ascens\u00e3o geriam as popula\u00e7\u00f5es locais, gozando de autonomias e depend\u00eancias variadas, e estando \u00e0 merc\u00ea de poderios e alian\u00e7as militares vari\u00e1veis e inst\u00e1veis.{{sfn|Lindkvist|2006|p=32-35}}{{sfn|Welinder|2009|p=442-445}}{{sfn|Lihammer|2012|p=118}}{{sfn|Pires|2012}}\n\nN\u00e3o se sabe como foi o processo de unifica\u00e7\u00e3o entre os su\u00edones e os gautas, uma vez que n\u00e3o h\u00e1 documentos contempor\u00e2neos e as fontes hist\u00f3ricas existentes s\u00e3o tardias e estrangeiras. Antigamente pensava-se que o processo tinha sido violento, caracterizado por hostilidades entre su\u00edones e gautas. Hoje em dia, contudo, os historiadores inclinam-se para uma integra\u00e7\u00e3o fundamentalmente pac\u00edfica, com um ou outro conflito armado, mas principalmente atrav\u00e9s de rela\u00e7\u00f5es comerciais, casamentos e influ\u00eancia do cristianismo.{{sfn|Fahlbeck|1884}}\n\nQuando e como teve lugar a funda\u00e7\u00e3o do estado sueco e quem foi seu primeiro rei, s\u00e3o duas perguntas sem resposta definitiva, embora haja opini\u00f5es e conjecturas mais ou menos fundamentadas.{{sfn|Melin|2006|p=38}}{{sfn|Larsson|1999|p=49-57}}\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n* [[Svea (nome)]] (nome vulgar na Su\u00e9cia)\n* [[M\u00e3e Svea]] (personifica\u00e7\u00e3o nacional da Su\u00e9cia)\n\n{{refer\u00eancias|col=4}}\n\n== Bibliografia ==\n\n{{refbegin|2}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=B\u00e4gerfeldt|nome=Lars|t\u00edtulo=Forna G\u00f6tar och Svear - Ett sammandrag av k\u00e4llor h\u00f6rande till Sveriges tidiga historia|cap\u00edtulo= Isl\u00e4ndsk Annalistik|ano=2011|url=http://www.fnf.nu/_filer/bagerfeldt/93%20Forna%20G%C3%B6tar%20och%20Svear%20-%20Ett%20sammandrag%20av%20k%C3%A4llor.pdf| l\u00edngua=sueco|local=Falcopinga|editora=desconhecido|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Birro|nome=Renan Marques|t\u00edtulo=Uma Historia da Guerra Viking|idioma=portugu\u00eas|local=Lisboa|editora=Clube de Autores|ano=2017| cap\u00edtulo=Uma contextualiza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica: os primeiros s\u00e9culos |isbn=85-6185705-6 |ref=harv}}\n* {{Citar livro|sobrenome=Duczko|nome=Wladyslaw|t\u00edtulo=Viking Rus: Studies on the Presence of Scandinavians in Eastern Europe|cap\u00edtulo=2. Sub anno 839 in Annales Bertiniani - 2.4 The Rhos and Sweden |ano= 2004 |local= Leida|editora=Brill|ref=harv}}\n* {{Citar livro|ref={{harvid|Enciclop\u00e9dia Nacional Sueca (a)}}|t\u00edtulo=Enciclop\u00e9dia Nacional Sueca|cap\u00edtulo=Svear|local=Gotemburgo|editora=Universidade de Gotemburgo| cap\u00edtulourl=http://www.ne.se.ezproxy.ub.gu.se/lang/svear |l\u00edngua= sv}}\n* {{Citar livro|ref={{harvid|Enciclop\u00e9dia Nacional Sueca}}|t\u00edtulo=Enciclop\u00e9dia Nacional Sueca|cap\u00edtulo=Svioner|local=Gotemburgo|editora=Universidade de Gotemburgo| cap\u00edtulourl=http://www.ne.se.ezproxy.ub.gu.se/lang/svioner |l\u00edngua= sv}}\n* {{Citar livro|ref={{harvid|Enciclop\u00e9dia Nacional Sueca (b)}}|t\u00edtulo=Enciclop\u00e9dia Nacional Sueca|cap\u00edtulo=Svea rike|local=Gotemburgo|editora=Universidade de Gotemburgo| ano= 2018b|cap\u00edtulourl=http://www.ne.se.ezproxy.ub.gu.se/lang/svea-rike |l\u00edngua= sv}}\n* {{Citar web|sobrenome=Fahlbeck|nome=Pontus|ano=1884|url=https://kulturbilder.wordpress.com/2013/07/10/inga-belagg-for-motsattningar-mellan-svear-och-gotar-1/|t\u00edtulo=Inga bel\u00e4gg f\u00f6r mots\u00e4ttningar mellan Svear och G\u00f6tar |publicado=Kulturbilder|l\u00edngua=sueco|ref=harv}}\n* {{Citar livro|sobrenome=Harrison|nome=Dick|t\u00edtulo=Sveriges historia: 600-1350|cap\u00edtulo=Medeltiden|idioma=sueco|editora=Norstedt|local= Estocolmo|ano= 2009|isbn=978-91-1-302377-9|ref=harv}}\n* {{Citar web|ref={{harvid|Houaiss|2018}}|ano=2018|publicado=[[Dicion\u00e1rio Houaiss da L\u00edngua Portuguesa]]|t\u00edtulo=Sui\u00e3o|url=http://houaiss.uol.com.br/busca?palavra=sui%25C3%25A3o}}\n* {{Citar web|ref={{harvid|ILMP|2016}}|ano=2016|t\u00edtulo=Vad betyder namnet Sverige?|url=http://www.sprakochfolkminnen.se/sprak/namn/fragor-och-svar-om-namn/namnfragor/2016-01-18-vad-betyder-namnet--sverige--.html |publicado=Instituto da L\u00edngua e da Mem\u00f3ria Popular (Institutet f\u00f6r spr\u00e5k och folkminnen) |l\u00edngua=sueco}}\n* {{Citar web|sobrenome=Johansson|nome=Inger E.|url=https://norah4history.wordpress.com/skandinavisk-historia/svensk-historia/fran-tacitus-till-tahirs-ruser/|t\u00edtulo=Fr\u00e5n Tacitus till T\u00e2hirs ruser |l\u00edngua=sv |ano= 1995|ref=harv}}\n* {{Citar web|sobrenome=Jordanes|tradutor=Mierow, Charles C.|ano=1997|url=http://www.ucalgary.ca/~vandersp/Courses/texts/jordgeti.html|t\u00edtulo=The Origin and Deeds of the Getae|publicado=Universidade de Calgari|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Kraft|nome=John|t\u00edtulo=Svearnas land. Bos\u00e4ttning och samh\u00e4llsorganisation i M\u00e4lardalen under yngre j\u00e4rn\u00e5ldern|ano=2015|l\u00edngua= sueco|local=V\u00e4ster\u00e5s|editora=P. O. Flodbergs f\u00f6rlag |cap\u00edtulo=Svearna|isbn=9789198276305|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Larsson|nome=Hans Albin|t\u00edtulo=Boken om Sveriges historia|cap\u00edtulo=Medeltiden|ano=1999|idioma=sueco|local=Estocolmo|editora= Forum|p\u00e1ginas=344|isbn=9789137114842|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Larsson|nome=Mats G.|t\u00edtulo=G\u00f6tarnas riken (''Os reinos dos gautas'')|ano=2002|cap\u00edtulo=Den lilla \u00f6n vid v\u00e4rldens utkant|idioma= sueco|editora=Atlantis|local=Estocolmo|isbn=91-7486-641-9|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Lihammer|nome=Anna|t\u00edtulo=Vikingatidens h\u00e4rskare|idioma=sueco|local=Lunda|editora=Historiska media|ano=2012|p\u00e1ginas=271| cap\u00edtulo= Aristokraternas gods|citacao=Platsen har ofta f\u00f6rknippats med sagornas \"sveakungar\". \"Sveriges \u00e4ldsta kungar handlar det knappast om, n\u00e5got Sverige fanns inte p\u00e5 den tiden d\u00e5 monumenten i Gamla Uppsala restes.|isbn=978-91-87031-12-0|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Lindkvist|nome=Thomas|coautor=Sj\u00f6berg, Maria|t\u00edtulo=Det svenska samh\u00e4llet 800-1720|ano=2006|l\u00edngua=sueco|local=Lund|editora= Studentlitteratur|cap\u00edtulo=Vikingatid och tidig medeltid (''Era Viquingue e Idade M\u00e9dia inicial'')|isbn=91-44-01181-4|ref=harv}}\n* {{Citar livro|sobrenome=Lindstr\u00f6m|nome=Henrik|coautor=Lindstr\u00f6m, Fredrik|t\u00edtulo=Svitjods underg\u00e5ng och Sveriges f\u00f6delse|l\u00edngua=sueco|local=Estocolmo| editora=Bonnier|ano=2006|cap\u00edtulo=Vad fanns innan Sverige kom till? |isbn=91-0-010789-1|ref=harv}}\n* {{Citar livro|sobrenome=Melin|nome=Jan|coautor=Johansson, Alf; Hedenborg, Susanna|t\u00edtulo=Sveriges Historia. Koncentrerad uppslagsbok, fakta, \u00e5rtal, kartor, tabeller |idioma= sv |local= Estocolmo |editora= Prisma|ano=2006|cap\u00edtulo=Vikingatiden|isbn=9789151846668|ref=harv}}\n* {{Citar livro|sobrenome=Pires|nome=H\u00e9lio Fernando Vitorino|url=https://run.unl.pt/handle/10362/7873|t\u00edtulo=1. Territ\u00f3rio e comunidades|publicado= Incurs\u00f5es N\u00f3rdicas no Ocidente Ib\u00e9rico (844-1147): Fontes, Hist\u00f3ria e Vest\u00edgios|ref=harv}}\n* {{Citar peri\u00f3dico|sobrenome=Soares|nome=Vinicius Tivo|coautor=Reis, Jaime Est\u00eav\u00e3o dos|t\u00edtulo=Reflex\u00f5es sobre o Poema \u00c9pico Beowulf|editora=VIII Congresso Internacional de Hist\u00f3ria |issn= 2175-4446 |ano= 2017 |local=Maring\u00e1|url=http://www.cih.uem.br/anais/2017/trabalhos/3497.pdf|ref=harv}}\n* {{Citar web |sobrenome= Svebilius |nome=Olof|url=http://runeberg.org/nfcg/0485.html|t\u00edtulo=Svea lifgarde - Sveaorden - Svear - Svea rike - Sveasalen - Sveateatern - Sweater - Sweatingsystemet - Svea tr\u00e4ngk\u00e5r - Sveatypen - Sveber (Suever)|ano=1918|publicado=[[Projeto Runeberg]]|ref=harv}}\n* {{Citar web|sobrenome=Sverdrup|nome=Otto Neumann Knoph|url=http://runeberg.org/nfcg/0605.html|t\u00edtulo=Sverige, spr\u00e5kv|ano=1918|l\u00edngua=sv |ref=harv}}\n* {{Citar livro|sobrenome=T\u00e1cito|t\u00edtulo=[[Germ\u00e2nia (T\u00e1cito)|Germ\u00e2nia]]|url=https://www.gutenberg.org/files/7524/7524-h/7524-h.htm|ano=98 |ref=harv}}\n* {{Citar livro|sobrenome=Wahlberg|nome=Mats|t\u00edtulo=Svenskt ortnamnslexikon (''Dicion\u00e1rio das localidades suecas'')|cap\u00edtulo=Sverige|local=Ups\u00e1lia|ano= 2003|l\u00edngua= sv |editora= Spr\u00e5k- och folkminnesinstitutet e Institutionen f\u00f6r nordiska spr\u00e5k vid Uppsala universitet|isbn=91-7229-020-X|ref=harv}}\n* {{Citar livro |sobrenome= Welinder |nome=Stig|t\u00edtulo=Sveriges Historia {{AC|13000|x}}-{{DC|600|x}}|idioma=sueco|local=Estocolmo|editora=[[Norstedts]]|ano= 2009|p\u00e1ginas=502|cap\u00edtulo=G\u00f6tarna och svearna |isbn= 978-91-1-302376-2 |ref=harv}}\n* {{Citar peri\u00f3dico|sobrenome=Wess\u00e9n|nome=Elias|t\u00edtulo=Nordiska folkstammar och folknamn|jornal=Fornv\u00e4nnen (''Journal of Swedish Antiquarian Research'')| l\u00edngua= sv |volume= 39 |ano= 1969 |url= http://samla.raa.se/xmlui/bitstream/handle/raa/2076/1969_014.pdf?sequence=1|ref=harv}}\n\n{{refend}}\n{{Povos germ\u00e2nicos}}\n\n[[Categoria:Su\u00edones]]"}]},"581896":{"pageid":581896,"ns":0,"title":"V\u00e3o","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Image:Bending.svg|frame|right|Esquema de vista lateral de uma viga sujeita a cargas. O v\u00e3o \u00e9 a dist\u00e2ncia entre os apoios.]]\n'''V\u00e3o''' \u00e9 o termo utilizado em [[engenharia]] e [[arquitetura]] para designar a dist\u00e2ncia entre dois apoios consecutivos de uma estrutura, como uma [[ponte]], um [[tabuleiro (ponte)|tabuleiro]], uma [[viga]], um cabo el\u00e9trico, etc. Designa tamb\u00e9m a abertura ou intervalo numa parede para a coloca\u00e7\u00e3o de janela ou porta.{{citar web|t\u00edtulo=O que \u00e9 v\u00e3o?|url=http://www.colegiodearquitetos.com.br/dicionario/15/02/2009/o-que-e-vao/|publicado=colegiodearquitetos.com.br|acessodata=19 de outubro de 2013|data=15 de fevereiro de 2009|l\u00edngua=portugu\u00eas}}{{citar web|t\u00edtulo=V\u00e3o|url=http://www.priberam.pt/dlpo/v%C3%A3o|publicado=Priberam|acessodata=19 de outubro de 2013|l\u00edngua=portugu\u00eas}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{m\u00ednimo}}\n\n{{DEFAULTSORT:Vao}}\n[[Categoria:Engenharia estrutural]]\n[[Categoria:Engenharia]]\n[[Categoria:Elementos arquitet\u00f3nicos]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bending.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Wiki letter w.svg"}]},"3203988":{"pageid":3203988,"ns":0,"title":"Camprodon","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento/Espanha|\n|nome = Camprodon \n|nome_es = Camprod\u00f3n \n|num = 039\n|prov\u00edncia = [[Prov\u00edncia de Girona|Girona]] \n|comun_aut = [[Catalunha]] \n|imagem = SantPere.jpg\n|bandeira = \n|bras\u00e3o = Escut de Camprodon.svg\n|mapa = \n|\u00e1rea = 103.4\n|altitude = 988\n|popula\u00e7\u00e3o = 2479\n|censo = 2010\n|densidade = 23,97\n|latG = 42 | latM = 18 | latS = 57 | latP =N\n|lonG = 2 | lonM = 22 | lonS = 0 | lonP =E\n|alcaide = Esteve Pujol i Bad\u00e0 \n|alcaide_ano= 2007\n|gent\u00edlico = camprodon\u00e9s, camprodon\u00ed\n|Web = [http://www.ddgi.cat/cantallops/ www.ddgi.cat/cantallops]\n|cp = 17867\n|website = \n}}\n\n'''Camprodon''' \u00e9 um munic\u00edpio da [[Espanha]] na [[Prov\u00edncias da Espanha|prov\u00edncia]] de [[Prov\u00edncia de Girona|Girona]], [[Comunidades aut\u00f3nomas da Espanha|comunidade aut\u00f3noma]] da [[Catalunha]], com uma popula\u00e7\u00e3o de 2.479 habitantes ([[2010]]). O munic\u00edpio se encontra na [[Comarcas da Espanha|Comarca]] do [[Ripoll\u00e8s]].\n\nEst\u00e1 a uma dist\u00e2ncia de 120 km de [[Barcelona]] e a 75 de [[Girona]], no vale de mesmo nome e localizado na conflu\u00eancia dos rios [[Rio Ter|Ter]] e [[Ritort]]. Camprodon disp\u00f5e de variadas lojas, pra\u00e7as, avenidas, passeios frondosos e bairros residenciais. \u00c9 um dos munic\u00edpios mais extensos da comarca, gra\u00e7as \u00e0 anexa\u00e7\u00e3o do municipio de [[Freixanet]] e das aldeias de Rocabruna e Beget. Devido a sua natureza generosa, Camprodon tem uma tradi\u00e7\u00e3o de muitos anos no mundo excursionista e tur\u00edstico. Seu velho s\u00edtio convida a fazer longas caminhadas, seus dois rios e a abund\u00e2ncia de fontes urbanizadas constituem um passeio ideal, e seu clima de neves abundantes no inverno para os praticantes do [[esqui]]. O [[turismo]] em Camprodon tem estado presente desde o in\u00edcio do [[s\u00e9culo XIX]] com a chegada dos primeiros excursionistas e pessoas importantes da burguesia barcelonesa que edificaram suas mans\u00f5es de ver\u00e3o nos dois grandes Passeios: ''Paseos de La Fuente Nueva'' e ''Paseo Maristany''. Atualmente Camprodon desfruta de grande variedade de atividades l\u00fadicas e culturais: Curso Internacional de M\u00fasica, Festival de M\u00fasica, Exposi\u00e7\u00f5es, Feiras e v\u00e1rias atividades, etc.\n\n{| align=\"center\" rules=\"all\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"4\" style=\"border: 1px solid #999; border-right: 2px solid #999; border-bottom:2px solid #999\"\n|+ style=\"font-weight: bold; font-size: 1.1em; margin-bottom: 0.5em\"| Evolu\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica\n\n![[1900]] !! [[1930]] !! [[1950]] !! [[1970]] !! [[1981]] !! [[1986]] !! [[2006]]\n|-\n| align=center| 3.366|| align=center| 2.616 || align=center| 2.864 || align=center| 2.665 || align=center|2.386|| align=center|2.289 || align=center| 2.438 \n|}\n\n[[Ficheiro:Camprod\u00f3n.png\u200e|thumb|left|Localiza\u00e7\u00e3o de Camprod\u00f3n na provincia de [[Girona]].]]\n\n==Lugares de interesse==\n* '''[[Mosteiro de Sant Pere de Camprod\u00f3n|Mosteiro de Sant Pere]]'''\nConstruido em meados do [[s\u00e9culo X]] por [[Wifredo II de Besal\u00fa]] para a ordem [[Ordem de S\u00e3o Bento|beneditina]], segue o estilo [[rom\u00e2nico]], tem planta de cruz latina, com [[abside]] central e [[Zimb\u00f3rio]] octogonal que d\u00e1 suporte \u00e0 torre do [[campan\u00e1rio]].\n* '''Ponte Nova (Puente nuevo)'''\nConstru\u00edda sobre o rio [[rio Ter|Ter]] no [[s\u00e9culo XII]], com modifica\u00e7\u00f5es nos [[s\u00e9culo XVI|XVI]] e [[s\u00e9culo XVII|XVII]], permitia o acceso a Camprodon e formava parte da via que conduzia at\u00e9 a [[Cerdanha]].[[Ficheiro:Camprodon.jpg|thumb|A Ponte Nova (Puente Nuevo).]]\n* '''[[Igreja de Santa Maria de Camprod\u00f3n|Igreja de Santa Maria]]'''\nA igreja paroquial de Camprodon \u00e9 uma mistura de estilos: edificada en rom\u00e2nico, apresenta modifica\u00e7\u00f5es menores de estilo g\u00f3tico nos arcos da nave central e uma capela anexa no estilo [[barroco]]. Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, o templo conserva a [[arqueta de San Patllari]] com os restos do santo.\n* '''Museu de [[Isaac Alb\u00e9niz]]'''\nA junta mant\u00e9m un museu dedicado a este compositor catal\u00e3o, nascido na localidade em [[1860]]. Anualmente se celebra um festival de m\u00fasica que leva seu nome.\n* '''Paseo de la Font Nova y Paseo Maristany'''\nAmbos passeos s\u00e3o os eixos centrais das zonas residenciais dos primeros burgueses que chegaram a Camprod\u00f3n no fim do [[s\u00e9culo XIX]] e inicio do [[s\u00e9culo XX]].\n\n== Popula\u00e7\u00e3o das localidades do munic\u00edpio ==\n{| class=\"wikitable\" width=\"260px\"\n|- \n! Entidades de poblaci\u00f3n\n! Habitantes\n|- \n| [[Baget]] (''Beget'')\n| align=\"right\" | 27\n|- \n| [[Bestrac\u00e1]] (''Bestrac\u00e0'')\n| align=\"right\" | 0\n|- \n| [[Bol\u00f3s]] (''Bol\u00f2s'')\n| align=\"right\" | 22\n|- \n| Camprod\u00f3n '''(Sede do Munic\u00edpio)'''\n| align=\"right\" | 2.058\n|- \n| [[Caballera]] (''Cavallera'')\n| align=\"right\" | 19\n|- \n| [[Colonia Estebanell]]\n| align=\"right\" | 81\n|- \n| [[Greixenturre]] (''Creixenturri'')\n| align=\"right\" | 21\n|- \n| [[Freixanet]] (''Freixenet'')\n| align=\"right\" | 122\n|- \n| [[El Riberal]]\n| align=\"right\" | 13\n|- \n| [[Rocabruna]]\n| align=\"right\" | 70\n|- \n| [[Salars\u00e1]] (''Salarsa'')\n| align=\"right\" | 13\n|}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{commonscat|Camprodon}}\n* [http://www.ajcamprodon.com/ P\u00e1gina web da Junta]\n* [http://www10.gencat.net/pls/municat/mun_p01.dad_ens?via=1&cod=1703910007 Informa\u00e7\u00e3o da Generalidade de Catalu\u00f1a]\n* [http://www.idescat.es/territ/BasicTerr?TC=3&V0=1&V1=17039 Informa\u00e7\u00e3o do Instituto de Estat\u00edstica de Catalu\u00f1a]\n* [http://www.valldecamprodon.org/ P\u00e1gina do Vale de Camprodon]\n* [http://www.balconmicrobio.com/imagen.php?IDpic=83 Fotografias de Camprod\u00f3n]\n\n{{Espanha/Catalunha/Girona}}\n\n{{esbo\u00e7o-munic\u00edpios-es}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios de Girona (prov\u00edncia)|Camprodon]]"}]},"1087493":{"pageid":1087493,"ns":0,"title":"Propriedade de grande cardinal","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais-notas|data=Janeiro de 2013}}\nEm [[matem\u00e1tica]], especialmente na \u00e1rea da [[teoria dos conjuntos]], uma '''propriedade de grande cardinal''' \u00e9 um certo tipo de propriedade de [[n\u00famero cardinal|n\u00fameros cardinais]] transfinitos. Falando intuitivamente, cardinais com tais propriedades, como o nome sugere, s\u00e3o muito grandes: maiores que \\aleph_0 (a cardinalidade dos n\u00fameros naturais), maiores que 2^{\\aleph_0} (a [[cardinalidade do cont\u00ednuo]]), maiores que \\aleph_\\omega , etc. \n\n==Caracter\u00edsticas==\nNa teoria dos cardinais transfinitos de [[Cantor]] eram considerada uma sucess\u00e3o infinita de tais cardinais: \n\n: \\aleph_0, \\aleph_1, \\aleph_2, \\dots, \\aleph_n, \\dots, \\aleph_\\omega, \\aleph_{\\omega+1}, \\aleph_{\\omega+2}, \\dots, \\aleph_{\\omega+\\omega}, \\dots, \\aleph_{\\omega_{_1}}, \\dots, \\aleph_{\\omega_{_2}}, \\dots, \\aleph_{\\omega_\\omega}, \\dots \n\nEntretanto, j\u00e1 em 1908 Haussdorf questiona a exist\u00eancia de cardinais maiores, [[N\u00famero cardinal#Cardinais limites|cardinais limites]] [[Cardinais regulares e singulares|regulares]], que em 1914 denomina como \"cardinais exorbitantes\", nome adotado por Zermelo no seu trabalho de 1930. Com o surgimento da teoria axiom\u00e1tica de conjuntos [[ZFC]], essa proposta poderia assumir uma forma mais precisa como:\n\n:a) Um cardinal cuja exist\u00eancia n\u00e3o pode ser demonstrada em '''ZFC''', se '''ZFC''' for consistente;\n\n:b) esse cardinal \u00e9 maior que todos aqueles cuja exist\u00eancia possa ser demonstrada em '''ZFC'''.\n\nEsse crit\u00e9rio \u00e9 super abundante, pois coloca muitas propriedades que podem ser muito pouco interessantes. Por exemplo, dada um propriedade P de grande cardinal e sendo \\kappa o primeiro cardinal com essa propriedade P , o cardinal sucessor \\kappa^{+} tamb\u00e9m teria uma propriedade de grande cardinal: ''ser o sucessor do primeiro cardinal com a propriedade P '', coisa que pode resultar muito pouco interessante.\n\nPor esse motivo, alguns autores preferem uma defini\u00e7\u00e3o mais imprecisa, mas que atenda a crit\u00e9rios valorativos para ser \"mais interessante\". Por exemplo, ma propriedade de grande cardinal pode ser determinada pelas seguintes caracter\u00edsticas:[[#kanamori1978evolution|KANAMORI MAGIDOR (1978)]], p. 103.\n\n:a) Um cardinal com essa propriedade \u00e9 essencialmente \"maior\" que cardinais com propriedades mais fracas;\n\n:b) produz consequ\u00eancias que tornam a teoria de conjuntos \"mais forte\", por exemplo, novas propriedades combinat\u00f3rias.\n\n== Exemplo ==\nUm cardinal \u00e9 [[Cardinal inacess\u00edvel|fortemente inacess\u00edvel]] se ele for maior que \\aleph_0\\,, ele n\u00e3o pode ser obtido atrav\u00e9s da repeti\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o de pegar um cardinal ''x'' e computar (usando [[aritm\u00e9tica cardinal]]) ''2x'', e se a sua [[cofinalidade]] for igual a ele mesmo, ou seja, \u00e9 [[cardinais regulares e singulares|regular]].\n\nMais precisamente, ''\u03bb'' \u00e9 um cardinal fortemente inacess\u00edvel se:\n* \\lambda > \\aleph_0\\,\n* para todo ''k'' < ''\u03bb'' temos que ''2k < \u03bb''.\n* qualquer subconjunto ''k'' de ''\u03bb'' que satisfa\u00e7a \\forall x \\in \\lambda, \\exists y \\in k, x < y\\, tem cardinalidade igual a ''\u03bb''\n\nA exist\u00eancia de um cardinal fortemente inacess\u00edvel \u00e9 uma propriedade de grande cardinal: esse cardinal ser\u00e1 \"grande\", ''V\u03bb'' do [[Universo de von Neumann]], com ''\u03bb'' inacess\u00edvel, ser\u00e1 um [[modelo (matem\u00e1tica)|modelo]] da teoria dos conjuntos '''[[ZFC]]''' (os axiomas de Zermelo-Fraenkel com o axioma da escolha), se '''ZFC''' \u00e9 consistente.\n\n==Bibliografia==\n* {{citar livro\n| editor = M\u00dcLLER, G.H.; SCOTT, D.S. \n| ref = kanamori1978evolution\n| t\u00edtulo = Higher set theory\n| cap\u00edtulo = The evolution of large cardinal axioms in set theory\n| autor = KANAMORI, A.; MAGIDOR, M.\n| ano = 1978\n| editora = Springer\n| local = Berlin\n| p\u00e1gina = 99\u2212275\n| idioma = ingl\u00eas\n| notas = Lecture Notes in Mathematics 669\n}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n\n{{Teoria dos conjuntos}}\n\n{{Esbo\u00e7o-matem\u00e1tica}}\n\n[[Categoria:Teoria dos conjuntos]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:E-to-the-i-pi.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Question book-new.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Venn A intersect B.svg"}]},"1375821":{"pageid":1375821,"ns":0,"title":"Chanuki\u00e1","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais-fontes|data=julho de 2013}}\n{{Religiosidade judaica}}\n'''Chanuki\u00e1''' ou '''Chanuqui\u00e1''' (hebraico '''\u05d7\u05e0\u05d5\u05db\u05d9\u05d4''' - hanukiah, pronunciado \"ranuqui\u00e1\") \u00e9 um candelabro de nove bra\u00e7os, usado durante os [[oito]] dias do feriado judaico de [[Hanuk\u00e1|Chanuk\u00e1]], tamb\u00e9m chamado de '''Festa das Luzes'''. \n\nNesta celebra\u00e7\u00e3o, os [[judeu]]s de todo o mundo comemoram a liberta\u00e7\u00e3o do [[Templo de Jerusal\u00e9m]] do dom\u00ednio dos [[Grego]]s no s\u00e9culo II a.C. sob a lideran\u00e7a dos [[Macabeus]]{{Citar web |url=https://www.metmuseum.org/exhibitions/listings/2001/hanukkah-menorah |titulo=Exhibition Overview |acessodata=2021-03-10 |website=www.metmuseum.org}} e o milagre do azeite que havia numa botija - que duraria um dia s\u00f3 - e que queimou no candelabro do Templo por oito dias. Este \u00e9 o motivo dos nove bra\u00e7os da Chanuki\u00e1, sendo o bra\u00e7o do meio, mais proeminente, denominado '''Shamash''' (servente), pois a vela que \u00e9 colocada neste bra\u00e7o \u00e9 usada para acender as velas que s\u00e3o colocadas nos outros oito bra\u00e7os.\n\nOutro candelabro importante para a cultura judaica \u00e9 o [[Menor\u00e1]] (hebraico '''\u05de\u05e0\u05d5\u05e8\u05d4''' - menorah). O Menor\u00e1 possui sete bra\u00e7os e \u00e9 um dos s\u00edmbolos do [[Juda\u00edsmo]], juntamente com a [[Estrela de Davi]]. \n\n{| align=center\n|\n{| align=center\n|[[Ficheiro:Maurice_Ascalon_Menorah_Pal-Bell_2.jpg|thumb|200px|Pal-Bell Chanuki\u00e1, 1948, Maurice Ascalon.]]\n|[[Ficheiro:Chanukia.jpg|thumb|200px|Chanuki\u00e1 de prata.]]\n|}\n|-\n|\n{| align=center\n|[[Ficheiro:Chanuqui\u00e1-1.JPG|thumb|200px]]\n|[[Ficheiro:Chanuqui\u00e1-2.JPG|thumb|200px]]\n|-\n|colspan=2 align=center|Chanuqui\u00e1s \u00e0 venda num supermercado de [[Santa Cruz de la Sierra]], [[Bol\u00edvia]].\n|}\n|}{{Refer\u00eancias}}{{esbo\u00e7o-juda\u00edsmo}}\n[[Categoria:Objetos rituais judaicos]]\n[[Categoria:S\u00edmbolos judaicos]]\n[[Categoria:Religiosidade judaica]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Chanukia.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Chanuqui\u00e1-1.JPG"}]},"2750627":{"pageid":2750627,"ns":0,"title":"Leptogenys guineensis","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n|cor = pink\n|nome = ''Leptogenys guineensis''\n|imagem =\n|imagem_legenda =\n|estado =\n|reino = [[Animalia]]\n|filo = [[Arthropoda]]\n|classe = [[Insecta]]\n|superordem = [[Endopterygota]]\n|ordem = [[Hymenoptera]]\n|subordem = [[Apocrita]]\n|superfam\u00edlia = [[Vespoidea]]\n|fam\u00edlia = [[Formicidae]]\n|subfam\u00edlia = [[Ponerinae]]\n|g\u00e9nero = ''[[Leptogenys]]''\n|esp\u00e9cie = '''''Leptogenys guineensis'''''\n|binomial = ''Leptogenys guineensis''\n|binomial_autoridade =\n|sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Leptogenys guineensis''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[formiga]] do g\u00eanero ''[[Leptogenys]]'', pertencente \u00e0 subfam\u00edlia [[Ponerinae]].{{ITIS|id=583437|taxon=Leptogenys guineensis}}\n\n\n\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-formiga}}\n{{Taxonbar}}\n\n{{DEFAULTSORT:Leptogenys Guineensis}}\n[[Categoria:Leptogenys]]"}]},"4810229":{"pageid":4810229,"ns":0,"title":"Something","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o|Something}}\n*[[Something (can\u00e7\u00e3o de Andrius Pojavis)]]\n*[[Something (can\u00e7\u00e3o de Beatles)]]\n*[[Something (can\u00e7\u00e3o de Lasgo)]]"}]},"2788396":{"pageid":2788396,"ns":0,"title":"Doen\u00e7a infecciosa do sistema nervoso","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Doen\u00e7as infecciosas do sistema nervoso''' s\u00e3o doen\u00e7as causadas por [[Doen\u00e7a infecciosa|microrganismos]] na forma de [[Infec\u00e7\u00e3o|infec\u00e7\u00f5es]]. Apesar de [[Epidemiologia|epidemiologicamente]] falando encontrarmos na cl\u00ednica um n\u00famero restrito de infec\u00e7\u00f5es do sistema nervoso, potencialmente, o [[par\u00eanquima]], os envolt\u00f3rios e os vasos sangu\u00edneos do sistema nervoso, podem ser invadidos, praticamente, por todos os microrganismos [[Patog\u00e9nese|patog\u00eanicos]].MERRITT, Houston. Tratado de Neurologia. RJ, Guanabara-Koogan, 1977 A freq\u00fc\u00eancia de tais agentes infecciosos por sua vez est\u00e1, sem d\u00favida, associada \u00e0s caracter\u00edsticas epidemiol\u00f3gicas destes e/ou ao seu n\u00edvel end\u00eamico. Em fun\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o do estudo destas patologias \u00e9 comum sua divis\u00e3o por s\u00edndromes e/ou localiza\u00e7\u00e3o das estruturas afetadas, contudo, segundo o referido autor, s\u00e3o freq\u00fcentes o comprometimento de mais de uma dessas [[Neuroanatomia|estruturas]], o que torna essa classifica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m arbitr\u00e1ria.\n\n[[Ficheiro:Herpes zoster neck.png|thumb|120px|T\u00edpica les\u00e3o da [[Herpes zoster]].]]\n\nA maioria das doen\u00e7as infecciosas que acometem o [[Sistema Nervoso]] - SN est\u00e3o classificadas na categoria [[CID-10 Cap\u00edtulo VI: Doen\u00e7as do sistema nervoso|(G00-G09) Doen\u00e7as inflamat\u00f3rias do sistema nervoso central]] nas formas de (G00.) [[Meningite]]s e [[Encefalite]]s e ou [[Meningoencefalite]]s. Costumam ser classificadas em [[V\u00edrus|virais]] e [[Bact\u00e9ria|bacterianas]], mas como referido, est\u00e1 condicionada \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o end\u00eamico-epid\u00eamica de seus agentes causadores.\n\n== Neuroepidemiologia ==\nA propor\u00e7\u00e3o [[Epidemia|epid\u00eamica]] de algumas doen\u00e7as tanto causadas por agentes vivos, a exemplo da [[Neisseria meningitidis|doen\u00e7a meningoc\u00f3cica]] e [[poliomielite]], como pelos fatores causadores de doen\u00e7as e agravos n\u00e3o transmiss\u00edveis a exemplo do [[acidente vascular cerebral]], [[traumatismo craniano]] Centers for Disease Control and Prevention. (2014). Report to Congress on Traumatic Brain Injury in the United States: Epidemiology and Rehabilitation. National Center for Injury Prevention and Control; Division of Unintentional\nInjury Prevention. Atlanta, GA. [http://www.cdc.gov/traumaticbraininjury/pubs/congress_epi_rehab.html PDF] Aces. Abr. 2015 ou [[Mal de Alzheimer]], justifica uma abordagem especializada do sistema nervoso do ponto de vista epidemiol\u00f3gico, ou seja, quanto \u00e0s caracter\u00edsticas espec\u00edficas dos agentes, condi\u00e7\u00f5es do hospedeiro e meio ambiente, como proposto pela [[Epidemiologia|neuroepidemiologia]].\n\nO [http://www.cadastro.abneuro.org/site/conteudo.asp?id_secao=19&id_conteudo=21&ds_secao=%C3%9Altimas%20Apresenta%C3%A7%C3%B5es&ds_grupo=Departamento%20de%20Neuroepidemiologia Departamento de Neuroepidemiologia] da Academia Brasileira de Neurologia,[http://www.cadastro.abneuro.org/site/default.asp Academia Brasileira de Neurologia] por exemplo, tem como objetivos determinar as principais endemias neurol\u00f3gicas em nosso pa\u00eds. Somente esse objetivo poderia ser a fun\u00e7\u00e3o desta aplica\u00e7\u00e3o da epidemiologia, contudo, a capacidade de atravessar a [[barreira hematoencef\u00e1lica]] e a filia espec\u00edfica por estruturas espec\u00edficas do tecido nervoso como alguns v\u00edrus possuem - vide p\u00f3lio v\u00edrus, rabhdov\u00edrus, herpesv\u00edrus e mesmo a elevada patogenicidade especifica de algumas as bact\u00e9rias das [[Meninges|meningites]] Neisseria meningitidis contradizem a id\u00e9ia de que s\u00e3o principalmente as condi\u00e7\u00f5es do hospedeiro e circunst\u00e2ncias ambientais que determinam os processos epid\u00eamicos.\n\nO mesmo pode ser dito quanto a especificidade dos v\u00edrus capazes de atravessar a barreira fetoplacent\u00e1ria, hematoencef\u00e1lica e causar [[microcefalia]] e/ou outras [[Malforma\u00e7\u00e3o cong\u00eanita|malforma\u00e7\u00f5es]] especificas do sistema nervoso associadas ou n\u00e3o \u00e0 [[defici\u00eancia mental]] a exemplo do v\u00edrus da [[rub\u00e9ola]] (Rubivirus da fam\u00edlia TogaviridadeMINIST\u00c9RIO DA SA\u00daDE. Manual de Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica das Doen\u00e7as Exantem\u00e1ticas para erradica\u00e7\u00e3o do Sarampo, controle da Rub\u00e9ola e elimina\u00e7\u00e3o S\u00edndrome da Rub\u00e9ola Cong\u00eanita.. DF, Secretaria de VigiL\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica, MS, 2003), do [[citomegalov\u00edrus]], de protozo\u00e1rios e bact\u00e9rias como o [[Toxoplasmose|Toxoplasma gondii]] e [[Treponema pallidum]]BENENSON, Abram (Ed.). Controle das doen\u00e7as transmiss\u00edveis no homem. Publica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica N\u00ba 442. M\u00e9xico, OPAS, 1983\n\nPor outro lado apesar da elevada especificidade de alguns agentes como a da bact\u00e9ria causadora da s\u00edfilis (Treponema pallidum), capaz de invadir o sistema nervoso em meses ou semanas ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o inicial, a multiplicidade de formas de dano desta, implica na variedade de caracter\u00edsticas do hospedeiro. No caso da neuros\u00edfilis encontra-se desde casos assintom\u00e1ticos, a padr\u00f5es mais freq\u00fcentes tais como formas de ataxia (Tabes dorsal), de paralisia, dem\u00eancia ou psicose, naturalmente o est\u00e1gio de evolu\u00e7\u00e3o com que esses pacientes procuram a cl\u00ednica contribui para as estat\u00edsticas desse polimorfismo.\n\nTais propriedades seriam explic\u00e1veis pela a\u00e7\u00e3o tanto da barreira hematoencef\u00e1lica como da [[Neur\u00f3glia|glia]] em especial das micr\u00f3glias que s\u00e3o um tipo especializado destas com a fun\u00e7\u00e3o \u00e9 fagocitar detritos e restos celulares presentes no tecido nervoso. De acordo com LentLENT, Roberto Igualdade de g\u00eanero no sistema [http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/bilhoes-de-neuronios/igualdade-de-genero-no-sistema-nervoso/?searchterm=Glia Colunas / Bilh\u00f5es de neur\u00f4nios] {{Wayback|url=http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/bilhoes-de-neuronios/igualdade-de-genero-no-sistema-nervoso/?searchterm=Glia |date=20150926083004 }} Publicado em 29/12/2006 desde o final do s\u00e9culo XX experimentos foram mostrando uma infinidade de fun\u00e7\u00f5es que as c\u00e9lulas da glia exercem no sistema nervoso onde se inclui a tarefa de cuidar da defesa contra microrganismos e les\u00f5es de v\u00e1rias estirpes, produzindo rea\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias como faz o sistema imunit\u00e1rio no resto do organismo.\n\n== Principais agentes infecciosos ==\nApesar da aparente inespecificidade de [[Postulados de Koch|agentes causais]] de infec\u00e7\u00f5es no SN abrangendo desde ovos de vermes, tais como os da [[Cestoda|Taenia]] causadores da [[cisticercose]], protozo\u00e1rios como o ''[[Plasmodium falciparum]]'' e a ''[[Entamoeba histolytica]]'' capazes de causar o abscesso cerebral amebiano (A06.6) e a mal\u00e1ria cerebral ou a s\u00edndrome p\u00f3s mal\u00e1rica, respectivamente;CAMPOS, Patricia et al . Non tumoral intracranial expansive processes: clinical-tomographic correlation. Arq. Neuro-Psiquiatr., S\u00e3o Paulo, v. 49, n. 3, Sept. 1991 . Available from [http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X1991000300010&lng=en&nrm=iso Scielo]. Dec. 2011.SAMBO, Maria do Ros\u00e1rio et al. Mal\u00e1ria cerebral ou a s\u00edndrome neurol\u00f3gica p\u00f3s mal\u00e1rica [http://www.spmi.pt/revista/vol07/vol7_n3_2000_170-175.pdf Rev. Medicina Interna, v7 n 3, Lisboa 2000] Dez. 2011 bact\u00e9rias tipo a ''[[Mycobacterium leprae]]'' capaz de severas les\u00f5es no [[sistema nervoso perif\u00e9rico]], at\u00e9 os microsc\u00f3picos v\u00edrus ou mol\u00e9culas de prote\u00edna como os [[pr\u00edons]] respons\u00e1veis pelo [[kuru]] e a [[encefalopatia espongiforme bovina]] ou \"doen\u00e7a da vaca louca\". Alguns agentes pat\u00f3genos, por sua maior capacidade de \"invadir\" o sistema nervoso causando graves les\u00f5es, merecem destaque especial:\n\n- '''As bact\u00e9rias causadoras da meningite''': [[Neisseria meningitidis]] uma bact\u00e9ria do tipo CGN (Cocos gram-negativos) mais conhecida como meningococo bem como outros tipos de agente. Observe-se a diferen\u00e7a de caracter\u00edsticas destes para os mais e menos comuns a exemplo os Haemophilus Pneumococos, Estreptococos, Estafiloc\u00f3cicos etc. e/ou os agentes capazes de causar meningite viral tipo v\u00edrus do sarampo, rubeola, hemophilus ou da mononucleose. {{Artigo principal|[[Meningite]]}}\n\n- Os '''agentes causadores das encefalites''', mielite e encefalomielite especialmente das formas epid\u00eamicas como as causadoras da [[Doen\u00e7a de Lyme]], [[Rickettsiales|Rickettioses]] e [[Encefalopatia espongiforme bovina|encefalopatias espongiformes]]. {{Artigo principal|[[Encefalite]]}}\n\nOs grupos causadores das '''Paralisias''' e '''Dem\u00eancias''' em especial o [[Poliomielite|Poliov\u00edrus]] (Enterovirus poliovirus) capaz de destruir seletivamente neur\u00f4nios motores e alguns outros do grupo dos [[Enterovirus]] tipo o [[Coxsackie]] e ECHO tipo 71. Nas [[Dem\u00eancia]]s o Treponema pallidum, agente da [[s\u00edfilis]] e os [[prions]] podem ser considerados um modelo de [[Postulados de Koch|agente causador]].\n\n== Neuroepidemiologia das doen\u00e7as n\u00e3o infecciosas ==\nObserve-se que essa aplica\u00e7\u00e3o da epidemiologia n\u00e3o se limita ao estudo dos agentes patog\u00eanicos vivos ou infecciosos capazes de agredir o sistema nervoso, na tentativa de decifrar sua patogenicidade. S\u00e3o relevantes para o planejamento em sa\u00fade os estudos epidemiol\u00f3gicos dos acidentes e traumas causadores dano \u00e0 fun\u00e7\u00f5es cognitivas ou apenas as patologias do aparelho locomotor, os fatores relacionados \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o geradora e tipo de dano, bem como as diversas formas de neoplasias sejam origin\u00e1rias de c\u00e9lulas nervosas como os [[meningioma]]s e [http://en.wikipedia.org/wiki/Pinealoma pinealomas] ou de outras c\u00e9lulas situadas no sistema nervoso como vasos sangu\u00edneos e tecidos linf\u00e1ticos al\u00e9m das invas\u00f5es [[Met\u00e1stase|metast\u00e1ticas]] e dos danos [[S\u00edndrome paraneopl\u00e1sica|paraneopl\u00e1sicos]] produzidos por c\u00e9lulas secretoras ([[adenoma]]s) tipo o [[feocromocitoma]] produtor de subst\u00e2ncias adren\u00e9rgicas. A epidemiologia dos [[Transtorno mental|transtornos mentais]], insere-se num cap\u00edtulo \u00e0 parte, mais relacionado \u00e0 [[epidemiologia social]] embora h\u00e1 de se convir que estas possuem uma \u00e1rea em comum at\u00e9 mesmo com as doen\u00e7as infecciosas quando se lida com as patologias org\u00e2nicas do sistema nervoso\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n[[Image:Polio Egyptian Stele.jpg|thumb|right|Estela eg\u00edpcia representando uma v\u00edtima da [[poliomielite]], 18 Dynasty (1403\u20131365 BC)]]\n* [[Neur\u00f3nio]]\n* [[Neur\u00f3glia]]\n* [[Autoimunidade]]\n* [[Lentivirus]]\n* [[Esclerose m\u00faltipla]]\n* [[Raiva (doen\u00e7a)|Raiva (Hidrofobia)]]\n* [[Va-Mengoc-BC]]\n* [[S\u00edndrome de Guillain-Barr\u00e9]]\n* [[Encefalite do Nilo Ocidental]]\n* {{Link||2=http://en.wikipedia.org/wiki/2009%E2%80%932010_West_African_meningitis_outbreak |3=Epidemia de meningite no oeste africano |4=(Ing)}}\n* [[Doen\u00e7a de Creutzfeldt-Jakob]] ([[Kuru]])\n* [[CID-10 Cap\u00edtulo VI: Doen\u00e7as do sistema nervoso]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o}}\n{{Portal3|Sa\u00fade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Doenca Infecciosa Sistema Nervoso}}\n[[Categoria:Doen\u00e7as neurol\u00f3gicas]]\n[[Categoria:Inflama\u00e7\u00f5es]]\n[[Categoria:Doen\u00e7as infecciosas]]"}]}}}}