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O que é contabilidade ambiental?
Antes de tudo, a contabilidade ambiental, é uma área focada na mensuração, registro e comunicação dos impactos ambientais e custos associados às atividades empresariais, desempenha um papel crucial na gestão ambiental e sustentabilidade das organizações.   Dessa forma a importância reside na obtenção de dados quantitativos sobre os impactos ambientais das atividades empresariais.   Esses dados possibilitam às[...]
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Custo fixo x custo variável, entenda a diferença.
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Qual é a importância de cumprir prazos com a contabilidade?
Na vida, é de suma importância cumprirmos prazos. Seja do ponto de vista profissional, pessoal ou empresarial. Esse compromisso é ainda mais importante no caso das contabilidades, pois questões como crescimento da sua empresa, taxas e tributos estão envolvidas. Cumprir os prazos de entrega da documentação é essencial, porque o atraso na entrega de um documento, poderá atrapalhar o trabalho de todos os envolvidos naquele projeto,[...]
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{"continue":{"imcontinue":"117527|A_coloured_voting_box.svg","grncontinue":"0.427238655019|0.427238655019|0|0","continue":"grncontinue||revisions"},"warnings":{"main":{"*":"Subscribe to the mediawiki-api-announce mailing list at for notice of API deprecations and breaking changes. Use [[Special:ApiFeatureUsage]] to see usage of deprecated features by your application."},"revisions":{"*":"Because \"rvslots\" was not specified, a legacy format has been used for the output. This format is deprecated, and in the future the new format will always be used."}},"query":{"pages":{"3827140":{"pageid":3827140,"ns":0,"title":"J\u00falio C\u00e9sar de Carvalho Teixeira","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''J\u00falio C\u00e9sar de Carvalho Teixeira''' [[Ordem Militar de Cristo|GCC]] \u2022 [[Ordem Militar de Avis|GCA]] \u2022 [[Ordem Civil do M\u00e9rito Agr\u00edcola e Industrial|GCMAI]] (1884 \u2014 [[Lisboa]], 26 de junho de 1959) foi um pol\u00edtico e militar [[Portugal|portugu\u00eas]].{{sem-imagem|data=Outubro de 2012}}\n{{Info/Biografia\n |bgcolour = \n |nome = J\u00falio C\u00e9sar de Carvalho Teixeira\n |imagem = J\u00falio C\u00e9sar de Carvalho Teixeira.jpg\n |imagem_tamanho = \n |imagem_legenda = \n |nome_completo = \n |nascimento_data = \n |nascimento_local = {{nascimento|||1884|lang=PT}}\n |morte_data = {{morte|26|6|1959|lang=PT}}\n |morte_local = [[Lisboa]]\n |nacionalidade = {{PRT}}\n |ocupa\u00e7\u00e3o = Pol\u00edtico e militar\n |causa_morte = \n |nome_m\u00e3e = \n |nome_pai = \n |pr\u00e9mios = \n |patente = [[Brigadeiro]]\n |Condecora\u00e7\u00f5es = [[Ordem Militar de Cristo|GCC]]
[[Ordem Militar de Avis|GCA]]
[[Ordem Civil do M\u00e9rito Agr\u00edcola e Industrial|GCMAI]]\n |cargo = \n |empregador = \n |parentesco = \n |c\u00f4njuge = \n |filhos = \n |outros_nomes = \n}}\n==Biografia==\nCarvalho Teixeira participou na [[Primeira Guerra Mundial]] em [[Fran\u00e7a]], tendo sido condecorado e recebido v\u00e1rios louvores. Tamb\u00e9m foi professor no [[Instituto de Altos Estudos Militares]], e nas Escolas [[Escola do Ex\u00e9rcito|do Ex\u00e9rcito]] e [[Escola Central de Oficiais|Central de Oficiais]].{{Citar jornal|pagina=258|titulo=In Memoriam| data=1 de Julho de 1959|jornal=Gazeta dos Caminhos de Ferro|volume= 72|numero=1717|url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1959/N1717/N1717_master/GazetaCFN1717.pdf|acessodata=31 de Outubro de 2012}}\n\nExerceu outros cargos p\u00fablicos como o primeiro comiss\u00e1rio do desemprego, vice-presidente da [[C\u00e2mara Municipal de Lisboa]], entre 1926 e 1927, e como Ministro do [[Minist\u00e9rio do Com\u00e9rcio (Portugal)|Com\u00e9rcio e Comunica\u00e7\u00f5es]].\n\n==Pr\u00e9mios e homenagens==\nA 31 de dezembro de 1920 foi feito Oficial da da [[Ordem Militar de Avis]], sendo elevado a Comendador em 28 de abril de 1928 e a Grande-Oficial em 28 de junho de 1941.{{citar web|url=http://www.ordens.presidencia.pt/?idc=153|t\u00edtulo=Cidad\u00e3os Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas|data=|acessodata=2014-05-11|publicado=Presid\u00eancia da Rep\u00fablica Portuguesa|autor=|notas=Resultado da busca de \"J\u00falio C\u00e9sar de Carvalho Teixeira\".}}\n\nEm 5 de Outubro de 1930 foi feito a Gr\u00e3-Cruz da [[Ordem do M\u00e9rito Agr\u00edcola, Comercial e Industrial]], (actual Ordem do M\u00e9rito Empresarial) Classe M\u00e9rito Industrial.\n\nEm 10 de janeiro de 1947 foi feito Gr\u00e3-Cruz da [[Ordem Militar de Cristo]].\n\nCarvalho Teixeira recebeu ainda 8 medalhas militares.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n
\n{{Ministros do Com\u00e9rcio da Ditadura}}\n{{Ministros das Comunica\u00e7\u00f5es da Ditadura}}\n{{3.\u00ba governo da ditadura}}\n\n{{Portal3|Militar|Pol\u00edtica|Biografias}}\n{{esbo\u00e7o-militar}}\n\n{{DEFAULTSORT:Julio Cesar Carvalho Teixeira}}\n[[Categoria:Militares de Portugal]]\n[[Categoria:Veteranos da Primeira Guerra Mundial de Portugal]]\n[[Categoria:Ministros do Com\u00e9rcio de Portugal]]\n[[Categoria:Gr\u00e3-Cruzes da Ordem Militar de Cristo\u200e]]\n[[Categoria:Grandes-Oficiais da Ordem Militar de Avis]]\n[[Categoria:Comendadores da Ordem Militar de Avis]]\n[[Categoria:Oficiais da Ordem Militar de Avis]]\n[[Categoria:Gr\u00e3-Cruzes da Ordem do M\u00e9rito Empresarial]]"}]},"117527":{"pageid":117527,"ns":0,"title":"Anarquismo individualista","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Socialismo libert\u00e1rio}}\nO '''Anarquismo individualista''' (ou '''anarcoindividualismo''') \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o [[filosofia|filos\u00f3fica]] do [[anarquismo]] com \u00eanfase no [[indiv\u00edduo]],Brooks, Frank H. 1994. The Individualist Anarchists: An Anthology of Liberty (1881-1908) e sua [[vontade]], argumentando que cada um \u00e9 seu pr\u00f3prio mestre, interagindo com os outros atrav\u00e9s de uma [[Livre associa\u00e7\u00e3o (comunismo e anarquismo)|associa\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria]]. O anarquismo individualista refere-se a algumas tradi\u00e7\u00f5es de pensamento dentro do movimento anarquista que priorizam o indiv\u00edduo sobre todo tipo de determina\u00e7\u00e3o externa, que ele \u00e9 um fim em si mesmo e n\u00e3o um meio para uma causa, incluindo grupos, \"bem-comum\", sociedade, tradi\u00e7\u00f5es e sistemas ideol\u00f3gicos.\"O que eu entendo por individualismo? Doutrina moral, n\u00e3o baseada em qualquer dogma, nenhuma tradi\u00e7\u00e3o ou determina\u00e7\u00e3o externa, que apela apenas para a consci\u00eancia individual.\" [http://www.marxists.org/archive/ryner/1905/mini-manual.htm Mini-Manual do individualismo], de Han Ryner O anarquismo individualista n\u00e3o \u00e9 uma filosofia simples, mas que se refere a um conjunto de filosofias individualistas que est\u00e3o frequentemente em conflito umas com as outras. As primeiras influ\u00eancias sobre o anarquismo individualista foram os pensamentos de [[William Godwin]],[http://plato.stanford.edu/entries/godwin/ William Godwin] artigo na Stanford Encyclopedia of Philosophy de Mark Philip, 2006-05-20 [[Henry David Thoreau]] com a tem\u00e1tica do [[transcendentalismo]],[http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=2044944 A insubordina\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria. O anarco-individualismo espanhol durante a ditadura e a Segunda Rep\u00fablica (1923-1938)] [[Josiah Warren]] defendendo a soberania individual, [[Lysander Spooner]], [[Pierre Joseph Proudhon]] e [[Benjamin Tucker]]De acordo com Tucker, \"se o indiv\u00edduo tem o direito de governar a si mesmo, todos os governos externos s\u00e3o uma tirania Tucker, Benjamin R. (10 de mar\u00e7o de 1888). \u00abSocialismo estatal e Anarquismo: at\u00e9 que ponto concordam e em que se diferem]\u00bb Liberty 5 (16): pp. 2-3, 6. focando no [[Mutualismo (pol\u00edtica)|Mutualismo]], [[Herbert Spencer]]Freeden, Micheal. Ideologies and Political Theory: A Conceptual Approach. Oxford University Press. [[ISBN]] 0-19-829414-X. pp. 313-314 e [[Max Stirner]][http://plato.stanford.edu/entries/max-stirner/ Max Stirner] artigo da Stanford Encyclopedia of Philosophy por David Leopold, 2006-08-04 com sua vertente mais extrema. Esta \u00e9 uma das duas principais categorias em que se divide o anarquismo, sendo a outra o [[anarquismo coletivista]].[[Geoffrey Ostergaard|Ostergaard, Geoffrey]]. \"Anarchism\". ''The Blackwell Dictionary of Modern Social Thought''. Blackwell Publishing. p. 14.Morris, Christopher W. 1998. ''An Essay on the Modern State''. Cambridge University Press. p 50 (uses \"collectivist\" and \"communitarian\" synonymously)[[Robert Paul Wolff|Wolff. Robert Paul]]. \"Anarchism\". ''The Oxford Companion to the Politics of the World'', 2e. Joel Krieger, ed. Oxford University Press Inc. 2001. Oxford Reference Online. Oxford University Press Acrescentemos que ao contr\u00e1rio do anarquismo comunista, o anarquismo individualista nunca foi um movimento social, mas um fen\u00f4meno filos\u00f3fico/liter\u00e1rio.[[Alexandre Skirda]], (2002). ''Facing the Enemy: A History of Anarchist Organization from Proudhon to May 1968'', AK Press. O [[anarquismo filos\u00f3fico]], isto \u00e9, que n\u00e3o defende uma revolu\u00e7\u00e3o para remover o estado, \"\u00e9 um componente especial do anarquismo individualista\".(2003) \u00abAnarchism\u00bb, ''The Blackwell Dictionary of Modern Social Thought'', 2nd edici\u00f3n, Blackwell Publishing, p. 12\n\nSurge em primeiro lugar nos [[Estados Unidos]], depois na [[Europa]] no s\u00e9culo XIX, sendo aderido especialmente por autores e ativistas estadunidenses que formaram tradi\u00e7\u00e3o individualista nativa.[http://www.antorcha.net/biblioteca_virtual/historia/anarquia_tiempos/nettlau3.html O anarquismo individualista nos Estados Unidos, na Inglaterra e em outros lugares. Os antigos intelectuais libert\u00e1rios americanos], por [[Max Nettlau]] {{es}}[http://www.bibliojuridica.org/libros/libro.htm?l=760 As correntes liberais nos Estados Unidos] ([[Pioneiros da liberdade americana]]), por [[Rudolf Rocker]] {{es}} Tamb\u00e9m teve um desenvolvimento particularmente forte em 1920 na [[Fran\u00e7a]] e no [[Reino Unido]].\n\n== Vis\u00e3o geral ==\nDentre as semelhan\u00e7as dos diversos tipos de anarquismo individualista, est\u00e3o:\n\n# A concentra\u00e7\u00e3o sobre o [[indiv\u00edduo]] e sua vontade sobre quaisquer constru\u00e7\u00f5es, tais como moralidade, ideologia, costume social, religi\u00e3o, metaf\u00edsica, ideias ou vontade de terceiros.''Max Stirner'', Encyclopedia Stanford of Philosophy; 4 de Agosto de 2006Nisbet, Robert; ''La formaci\u00f3n del pensamiento sociol\u00f3gico''. Amorrortu, 1977, pp. 20-31.Rocker, Rudolf; ''Las corrientes liberales en los Estados Unidos''. Americalee, Buenos Aires, 1944, pp.251-256\n# A rejei\u00e7\u00e3o ou restri\u00e7\u00e3o sobre a ideia de revolu\u00e7\u00e3o, vendo-a como um momento de revolta em massa que poderia trazer novas hierarquias. Em vez disso, \u00e9 a favor de m\u00e9todos mais evolutivos de levar a anarquia atrav\u00e9s de experi\u00eancias alternativas e conhecimentos que poderiam ser trazidos hoje,\"A primeira \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o aos meios de a\u00e7\u00e3o no aqui e agora (e assim a maneira pela qual a anarquia surgir\u00e1). Individualistas geralmente preferem a educa\u00e7\u00e3o e a cria\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es alternativas, tais como bancos m\u00fatuos, uni\u00f5es, comunidades, etc\u2026 Essas atividades, argumentam eles, v\u00e3o garantir que a sociedade atual se desenvolver\u00e1 gradualmente fora do governo, em um meio anarquista. S\u00e3o principalmente evolucionistas, n\u00e3o revolucion\u00e1rios, e n\u00e3o gostam do anarquismo social do \"uso a\u00e7\u00e3o direta para criar situa\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias.\" [http://www.infoshop.org/page/AnarchistFAQSectionA3#seca31 An Anarchist FAQ, Section A.3.1 ''What are the differences between individualist and social anarchists?''] {{Wayback|url=http://www.infoshop.org/page/AnarchistFAQSectionA3#seca31 |date=20101123103313 }}\"Toda revolu\u00e7\u00e3o, portanto, feita em nome de princ\u00edpios abstratos, tais como igualdade, fraternidade, liberdade, ou humanidade, tem a mesma finalidade, a anula\u00e7\u00e3o da vontade e da soberania do indiv\u00edduo, de modo a ser capaz de domin\u00e1-lo.\" [http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=2044944 A insubordina\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria. O anarco-individualismo espanhol durante a ditadura e a Segunda Rep\u00fablica (1923-1938)] as revolu\u00e7\u00f5es aut\u00eanticas se experimentam nas consci\u00eancias e nos pequenos atos cotidianos.{{citar web |url=http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=2044944 |publicado= Universidad de La Rioja |obra= La Insumici\u00f3n Voluntaria|autor=Xavier D\u00edez |t\u00edtulo= El Anerquismo Individualista|data=abril de 2006 |acessodata=19 de julho de 2013 |l\u00edngua= }} Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 visto como desej\u00e1vel, por alguns indiv\u00edduos, o fato de ter de esperar pela revolu\u00e7\u00e3o para come\u00e7ar a experimentar experi\u00eancias alternativas fora do que \u00e9 oferecido no sistema social vigente.\"[http://recollectionbooks.com/siml/library/illegalistsDougImrie.htm THE \"ILLEGALISTS] {{Wayback|url=http://recollectionbooks.com/siml/library/illegalistsDougImrie.htm |date=20150908072801 }}\" por Doug Imrie\n# O ponto de vista de que as rela\u00e7\u00f5es com as pessoas e outras coisas devem ser do pr\u00f3prio interesse e isto sendo transit\u00f3rio e sem compromisso. Max Stirner recomendou associa\u00e7\u00f5es de ego\u00edstas formadas por indiv\u00edduos livres que podem unir-se periodicamente para colaborar,Finalmente, y este es un tema poco resuelto por el fil\u00f3sofo b\u00e1varo, resulta evidente que, a pesar de todo culto a la soberan\u00eda individual, es necesario y deseable que los individuos cooperen. Pero el peligro de la asociaci\u00f3n conlleva la reproducci\u00f3n, a escala diferente, de una sociedad, y es evidente que en este contexto, los individuos deban renunciar a buena parte de su soberan\u00eda. Stirner propone \"uniones de ego\u00edstas\", formadas por individuos libres que pueden unirse epis\u00f3dicamente para colaborar, pero evitando la estabilidad o la permanencia.\" [http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=2044944 A insubordina\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria. O anarco-individualismo espanhol durante a ditadura e a Segunda Rep\u00fablica (1923-1938)][No Gods, No Masters, vol. 1, p. 23] [http://www.infoshop.org/page/AnarchistFAQSectionA3#seca31 \"What are the differences between individualist and social anarchists?\"] {{Wayback|url=http://www.infoshop.org/page/AnarchistFAQSectionA3#seca31 |date=20101123103313 }} motivada por uma defesa radical da liberdade individual, entendida como o direito absoluto de agir, obedecendo unicamente a sua pr\u00f3pria consci\u00eancia, em uma afirma\u00e7\u00e3o de que cada personalidade tem um valor \u00fanico, cuja expans\u00e3o n\u00e3o deva ser limitada por nenhuma fronteira.Jos\u00e9 \u00c1lvarez Junco; ''La Ideolog\u00eda Pol\u00edtica del Anarquismo Espa\u00f1ol\" (1868-1910)\"; Seculo XX; Madrid; (1976) Por isso a experi\u00eancia e explora\u00e7\u00e3o individual s\u00e3o temas enfatizados.\n\n== Primeiras influ\u00eancias ==\n=== William Godwin ===\n{{Artigo principal|William Godwin}}\n[[Imagem:WilliamGodwin.jpg|thumb|180px|esquerda|''[[William Godwin]]'', [[Pintura a \u00f3leo|\u00f3leo sobre tela]] de [[James Northcote]] de 1802 na [[National Portrait Gallery]]. William Godwin, um [[liberalismo|liberal]] radical e [[Utilitarismo|utilitarista]], foi um dos primeiros a expor o que viria a ser conhecido como anarquismo individualista.]]\nWilliam Godwin pode ser considerado um anarcoindividualistaWoodcock, George. 2004. Anarchism: A History Of Libertarian Ideas And Movements. Broadview Press. p. 20 e um [[Anarquismo filos\u00f3fico|anarquista filos\u00f3fico]] que foi influenciado pelas ideias [[Iluminismo|iluministas]]\"Anarchism\", ''[[Encarta]] Online Encyclopedia'' 2006 (UK version) e desenvolveu o que muitos consideram ser a primeira express\u00e3o do pensamento anarquista [[modernidade|moderno]]. Segundo [[Piotr Kropotkin]], Godwin foi \"o primeiro a formular os conceitos pol\u00edticos e econ\u00f4micos do anarquismo, mesmo n\u00e3o adotando tal denomina\u00e7\u00e3o em sua obra.\"[[Peter Kropotkin]], \"[http://dwardmac.pitzer.edu/Anarchist_Archives/kropotkin/britanniaanarchy.html Anarchism]\", [[Encyclop\u00e6dia Britannica]], 1910Godwin himself attributed the first anarchist writing to [[Edmund Burke]]'s ''A Vindication of Natural Society''. \"Most of the above arguments may be found much more at large in Burke's ''Vindication of Natural Society''; a treatise in which the evils of the existing political institutions are displayed with incomparable force of reasoning and lustre of eloquence\u2026\" \u2013 footnote, Ch. 2 ''Political Justice'' by William Godwin. Godwin se op\u00f4s ao governo, pois este infringe o direito do indiv\u00edduo de \"julgamento privado\" para determinar que a\u00e7\u00f5es podem maximizar a utilidade, e tamb\u00e9m faz uma cr\u00edtica de toda a autoridade sobre o julgamento do indiv\u00edduo. Neste aspecto, a filosofia de Godwin, com exce\u00e7\u00e3o do utilitarismo, foi desenvolvida da forma mais extrema posteriormente por Stirner.McLaughlin, Paul (2007). ''Anarchism and Authority: A Philosophical Introduction to Classical Anarchism''. Ashgate Publishing,. p. 123.\n\nO individualismo de Godwin foi radical de tal forma que ele mesmo era contra indiv\u00edduos que realizam juntos uma [[orquestra]], escrevendo, em ''Political Justice'', que \"tudo o que se entende por coopera\u00e7\u00e3o \u00e9, em certo sentido, um [[mal]].\"[http://www.britannica.com/EBchecked/topic/236959/William-Godwin \"Godwin, William\"]. (2006). In Britannica Concise Encyclopaedia. Retrieved December 7, 2006, from Encyclop\u00e6dia Britannica Online. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o aparente \u00e0 oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 coopera\u00e7\u00e3o \u00e9 a associa\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea, que pode surgir quando uma sociedade \u00e9 amea\u00e7ada por for\u00e7a violenta. Godwin se op\u00f5e \u00e0 ideia de governo, mas escreveu que o [[Estado m\u00ednimo]], no presente, \u00e9 um \"mal necess\u00e1rio\"[[Willian Godwin|Godwin, William]] (1796) [1793]. ''Enquiry Concerning Political Justice and its Influence on Modern Morals and Manners''. G.G. and J. Robinson. OCLC 2340417. que se tornaria cada vez mais irrelevante e impotente pela expans\u00e3o gradual do conhecimento. Ele foi expressamente contra a [[democracia]], temendo a opress\u00e3o do indiv\u00edduo pela [[maioria]] (embora ele acreditasse que a democracia seria prefer\u00edvel \u00e0 [[ditadura]]).\n\nGodwin defendeu o [[direito de propriedade]], definindo-o como \"o imp\u00e9rio atrav\u00e9s do qual todo homem tem direito sobre o produto de sua pr\u00f3pria ind\u00fastria.\" Contudo, ele tamb\u00e9m advogou indiv\u00edduos darem seu excedente de propriedade a outros na ocasi\u00e3o em que estes necessitem, mas sem envolver [[com\u00e9rcio]] (ver ''[[economia do dom]]''). Assim, enquanto pessoas t\u00eam o direito a propriedade, elas ''devem'' d\u00e1-la como gesto de [[altru\u00edsmo]]. Entretanto, a benevol\u00eancia n\u00e3o era for\u00e7ada, sendo quest\u00e3o da liberdade individual: o \"julgamento pessoal\". Ele n\u00e3o defendeu a comunidade dos bens ou afirmou a propriedade coletiva como \u00e9 abrangida no [[comunismo]], mas sua cren\u00e7a no dever do indiv\u00edduo de partilhar com aqueles que necessitam foi influente no desenvolvimento do [[Anarcocomunismo|anarquismo comunista]].\n\nA vis\u00e3o pol\u00edtica de Godwin foi diversa de e em n\u00e3o perfeito acordo com as ideologias que afirmam sua influ\u00eancia; escritores do ''Socialist Standard'', jornal do [[Partido Socialista da Gr\u00e3-Bretanha]], consideram Godwin tanto individualista quanto comunista;\"William Godwin, Shelly and Communism\" by ALB, The Socialist Standard e o historiador [[Albert Weisbord]] considera-o um anarquista individualista sem ressalvas.{{citar livro\n|\u00faltimo =Weisbord\n|primeiro =Albert\n|autorlink =Albert Weisbord\n|t\u00edtulo=The Conquest of Power\n|acessodata=2008-08-05\n|ano=1937\n|publicado=Covici-Friede\n|local=[[New York]]\n|oclc=1019295\n|cap\u00edtulo=Libertarianism\n|cap\u00edtulourl=http://www.weisbord.org/conquest8.htm\n}} Alguns escritos demonstram um conflito na sua defesa do \"julgamento pessoal\" e do utilitarismo. Ele disse que a \u00e9tica requer que os indiv\u00edduos forne\u00e7am seus excedentes de propriedade a outros, resultando em uma sociedade [[igualitarismo|igualit\u00e1ria]], mas, ao mesmo tempo, insiste que todas as coisas s\u00e3o deixadas \u00e0 escolha individual. Muitas das vis\u00f5es de Godwin mudaram ao longo do tempo, como observou [[Kropotkin]].\n\n=== Pierre-Joseph Proudhon ===\n{{Artigo principal|Pierre-Joseph Proudhon}}\nPierre-Joseph Proudhon (1809\u20131865) foi o primeiro fil\u00f3sofo a definir-se como um \"anarquista\".[http://www.bbc.co.uk/radio4/history/inourtime/inourtime_20061207.shtml \"Anarchism\"], [[BBC]] Radio 4 program, In Our Time, Thursday December 7, 2006. Hosted by Melvyn Bragg of the BBC, with John Keane, Professor of Politics at [[University of Westminster]], Ruth Kinna, Senior Lecturer in Politics at Loughborough University, and [[Peter Marshall]], philosopher and historian. Alguns consideram Proudhon como um anarcoindividualista,George Edward Rines, ed (1918). ''Encyclopedia Americana''. New York: Encyclopedia Americana Corp.. pp. 624. OCLC 7308909.Hamilton, Peter (1995). ''Emile Durkheim''. New York: Routledge. pp. 79. ISBN [http://en.wikipedia.org/wiki/Special:BookSources/0415110475 0415110475]. enquanto outros consideram-o um [[anarquismo social|social anarquista]].Bowen, James & Purkis, Jon. 2004. ''Changing Anarchism: Anarchist Theory and Practice in a Global Age''. Manchester University Press. p. 24Knowles, Rob. \"Political Economy from below : Communitarian Anarchism as a Neglected Discourse in Histories of Economic Thought\". History of Economics Review, No.31 Winter 2000. Alguns comentaristas n\u00e3o identificam Proudhon como um anarquista individualista devido a sua prefer\u00eancia pela associa\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias de grande porte, ao inv\u00e9s do controle individual.Woodcock, George. ''Anarchism: A History of Libertarian Ideas and Movements'', Broadview Press, 2004, p. 20 No entanto, ele foi influente entre alguns dos individualistas americanos; nas d\u00e9cadas de 1840 e 1850, [[Charles Dana|Charles A. Dana]]Dana, Charles A. [http://dwardmac.pitzer.edu/anarchist_archives/proudhon/dana.html Proudhon and his \"Bank of the People\"] ([[1848]]). e [[Willian Greene|William B. Greene]] apresentaram as obras de Proudhon aos [[Estados Unidos]]. Greene adaptou o mutualismo de Proudhon \u00e0s condi\u00e7\u00f5es americanas e apresentou-o a [[Benjamin Tucker|Benjamin R. Tucker]].Tucker, Benjamin R., \"On Picket Duty\", Liberty (''Not the Daughter but the Mother of Order'') (1881\u20131908); 5 January 1889; 6, 10; APS Online pg. 1\n\nProudhon op\u00f5e-se ao privil\u00e9gio do governo que protege os capitalistas, os bancos e os interesses fundi\u00e1rios, e \u00e0 acumula\u00e7\u00e3o ou aquisi\u00e7\u00e3o de bens (e qualquer forma de [[coer\u00e7\u00e3o]] que levasse a isso), que ele acreditava que prejudicam a [[concorr\u00eancia]] e mant\u00eam a riqueza nas m\u00e3os de poucos. Proudhon protegeu o direito dos indiv\u00edduos de manter o produto do seu trabalho como sua propriedade, mas acreditava que nenhuma propriedade al\u00e9m do que a que um indiv\u00edduo tinha produzido e poderia possuir era leg\u00edtima. Assim, ele viu a propriedade privada como essencial tanto para a liberdade como para a tirania, a primeira quando resultou do trabalho e foi necess\u00e1ria para o trabalho, e a \u00faltima quando resultou na explora\u00e7\u00e3o (juros, aluguel, impostos). Ele geralmente chama a primeira de \"posse\" e a \u00faltima de \"propriedade\". Para a ind\u00fastria em grande escala, ele apoiou as associa\u00e7\u00f5es de trabalhadores para substituir o trabalho assalariado e foi contra a propriedade da terra.\n\n[[Imagem:Proudhonpropietat.JPG|esquerda|thumb|180px|Contracapa de edi\u00e7\u00e3o de 1846 de [[O Que \u00c9 a Propriedade?]]]]\n\nProudhon sustentou que os que trabalham devem receber a totalidade do que produzem, e que os [[monop\u00f3lio]]s sobre o [[cr\u00e9dito]] e a [[Terra (economia)|terra]] s\u00e3o as for\u00e7as que os pro\u00edbem de tal. Ele defendia um sistema econ\u00f4mico que inclu\u00edsse a propriedade privada como posse e o [[mercado de c\u00e2mbio]], mas sem fins lucrativos, que ele chamou de [[mutualismo (pol\u00edtica)|mutualismo]]. \u00c9 a filosofia de Proudhon que foi expressamente rejeitada por [[Joseph D\u00e9jacque]] no in\u00edcio do comunismo anarquista, afirmando este numa carta para Proudhon que \"n\u00e3o \u00e9 o produto do trabalho dele ou dela que o trabalhador tem direito a, mas a satisfa\u00e7\u00e3o de suas necessidades, seja qual for a sua natureza.\" Individualista, antes de anarcocomunista,Faguet, Emile (1970). ''Politicians & Moralists of the Nineteenth Century''. Freeport: Books for Libraries Press. pp. 147. ISBN 0836918282. Proudhon afirmou que \"o comunismo [...] \u00e9 a pr\u00f3pria nega\u00e7\u00e3o da sociedade em sua funda\u00e7\u00e3o [...]\"Proudhon, Pierre-Joseph. The Philosophy of Misery: The Evolution of Capitalism. BiblioBazaar, LLC (2006). ISBN 1426409087 pp. 217 e declarou que \"a propriedade \u00e9 um roubo!\" em refer\u00eancia a sua rejei\u00e7\u00e3o dos direitos de propriedade da terra quando concedida a uma pessoa que n\u00e3o est\u00e1 usando/ocupando-a.\n\n==== Mutualismo ====\n{{Artigo principal|Mutualismo (pol\u00edtica)}}\n\nO mutualismo \u00e9 uma [[Vertentes do Anarquismo|vertente do anarquismo]] que pode ser delineada nos escritos de Pierre-Joseph Proudhon, que imaginou uma sociedade onde cada pessoa pode possuir um meio de produ\u00e7\u00e3o, individual ou coletivamente, com trocas comerciais que representam quantidades equivalentes de trabalho no mercado livre.[http://www.mutualist.org/ Mutualist.org Introduction] Imprescind\u00edvel para o projeto foi a cria\u00e7\u00e3o de um banco de cr\u00e9dito m\u00fatuo, que faria empr\u00e9stimos aos produtores a uma taxa de juros m\u00ednima suficiente apenas para cobrir os custos de administra\u00e7\u00e3o.Miller, David. 1987. \"Mutualism.\" The Blackwell Encyclopedia of Political Thought. Blackwell Publishing. p. 11 O mutualismo \u00e9 baseado na [[teoria do valor-trabalho]], que afirma que o valor da mercadoria \u00e9 determinado pela quantidade de trabalho que \u00e9 necess\u00e1rio para a produzir. Mutualistas s\u00e3o contra \u00e0 ideia de indiv\u00edduos receberem uma renda atrav\u00e9s de empr\u00e9stimos, investimentos, ou aluguel, pois afirmam que essas receitas n\u00e3o prov\u00e9m de seu trabalho, mas do de terceiros. Apesar de Proudhon se op\u00f4r a este tipo de [[renda]], ele expressou: \"[...] Eu nunca quis proibir ou [...] suprimir, por decreto soberano, terreno de aluguel e juros sobre o capital. Penso que todas estas formas de atividade humana devem continuar a ser livres e opcionais para todos.\"''Solution of the Social Problem'', 1848-49.\n\nNa medida em que assegura o direito dos trabalhadores ao produto completo de seu trabalho, mutualistas apoiam os [[mercado]]s e a [[propriedade privada]] do produto do trabalho. No entanto, eles defendem t\u00edtulos condicionais a terra, cuja propriedade privada s\u00f3 \u00e9 leg\u00edtima desde que ela perman\u00e7a em uso ou ocupa\u00e7\u00e3o (o que Proudhon chamado \"possess\u00e3o\").Swartz, Clarence Lee. [http://www.panarchy.org/swartz/mutualism.6.html What is Mutualism? VI. Land and Rent] Proudhon apoia o trabalho de empresas cooperativas e associa\u00e7\u00f5es,Hymans, E., Pierre-Joseph Proudhon, pp. 190-1, Woodcock, George. ''Anarchism: A History of Libertarian Ideas and Movements'', Broadview Press, 2004, pp. 110 & 112 porque para \"n\u00e3o precisarmos hesitar, n\u00e3o temos escolha [...] \u00e9 necess\u00e1rio formar uma associa\u00e7\u00e3o entre os trabalhadores [...] porque sem isso, permanecer\u00edamos relacionados como subordinados e superiores, e poderiam advir duas... [[casta]]s de mestres e oper\u00e1rios assalariados, o que \u00e9 incompat\u00edvel com uma sociedade livre e democr\u00e1tica\" e assim \"se torna necess\u00e1rio que os trabalhadores constituam-se em sociedades democr\u00e1ticas, com condi\u00e7\u00f5es iguais para todos os membros, sob pena de uma reca\u00edda ao [[feudalismo]].\"''General Idea of the Revolution'', Pluto Press, pp. 215-216 and p. 277 Quanto aos bens de capital (trabalho humano, terra, \"[[meios de produ\u00e7\u00e3o]]\"), os pareceres mutualistas divergem sobre se estas deveriam ser normalmente [[ativo]]s geridos por propriedade p\u00fablica ou privada.\n\nMutualistas t\u00eam se distinguido do [[Socialismo autorit\u00e1rio|socialismo de Estado]], e n\u00e3o defendem o controle social sobre os meios de produ\u00e7\u00e3o pelo uso da for\u00e7a. [[Benjamin Tucker]] disse, de Proudhon, que \"embora contr\u00e1rio \u00e0 socializa\u00e7\u00e3o da propriedade de capital, o objetivo de Proudhon \u00e9 socializar seus efeitos, tornando-o seu uso ben\u00e9fico para todos, em vez de um meio de empobrecer a muitos e enriquecer poucos... submetendo o [[capital (economia)|capital]] \u00e0 lei natural da competi\u00e7\u00e3o, levando o pre\u00e7o do seu pr\u00f3prio uso ao de custo.\"Tucker, Benjamin, State Socialism and Anarchism\n\n=== Max Stirner ===\n{{Artigo principal|Max Stirner}}\n[[Imagem:Max stirner.jpg|thumb|direita|[[Max Stirner]]. Retrato por [[Friedrich Engels]].]]\nJohann Kaspar Schmidt, conhecido pelo pseud\u00f4nimo [[Max Stirner]]\n([[Bayreuth]], [[25 de Outubro]] de [[1806]] \u2014 [[Berlim]], [[26 de Junho]] de [[1856]]), foi um fil\u00f3sofo [[Alemanha|alem\u00e3o]] classificado como um dos pais da literatura do [[niilismo]], [[existencialismo]], [[p\u00f3s-modernismo]] e do [[anarquismo]], mais especificamente do anarquismo individualista. Sua principal obra foi ''[[O \u00fanico e sua propriedade]]'', cuja primeira publica\u00e7\u00e3o ocorreu em 1844 em [[Leipzig]], e desde ent\u00e3o surgiram diversas edi\u00e7\u00f5es e tradu\u00e7\u00f5es.\n\n==== Ego\u00edsmo ====\n{{Artigo principal|Anarquismo ego\u00edsta}}\nA filosofia ego\u00edsta de Stirner \u00e9 a forma mais extrema do anarquismo individualista.Goodway, David (2006). Anarchist Seeds Beneath the Snow. Liverpool University Press. p. 99. Em sua obra ''[[O \u00fanico e sua propriedade]]'' ([[1844]]), este autor procura demonstrar como, atrav\u00e9s da hist\u00f3ria, a humanidade foi levada a se sacrificar por [[Ideal (\u00e9tica)|ideais]] [[abstra\u00e7\u00e3o|abstratos]] (fantasmas). Estes ideais, ao inv\u00e9s de trazerem [[felicidade]], apenas serviram de fachada para que uma [[minoria]] de indiv\u00edduos [[Ego\u00edsmo|ego\u00edstas]] se beneficiasse do trabalho da [[maioria]] da popula\u00e7\u00e3o. Contra isto, Max Stirner prop\u00f4s n\u00e3o que nos torn\u00e1ssemos todos [[cristianismo|crist\u00e3os]] ou [[altru\u00edsmo|altru\u00edstas]], mas que todos os indiv\u00edduos se tornassem ego\u00edstas tamb\u00e9m, se associando [[vontade|voluntariamente]] conforme necess\u00e1rio, mas zelando pelos seus pr\u00f3prios interesses pessoais. Segundo ele, s\u00f3 assim a explora\u00e7\u00e3o de poucos por muitos poderia ser abolida.\n\nStirner n\u00e3o recomenda, ao indiv\u00edduo, tentar eliminar o [[Estado]], mas simplesmente desconsider\u00e1-lo e, quando ele entrar em conflito com suas escolhas aut\u00f4nomas, combat\u00ea-lo. Ao fazer isso, o indiv\u00edduo estar\u00e1 de acordo com seus pr\u00f3prios interesses.Moggach, Douglas. The New Hegelians. Cambridge University Press, 2006 p. 190 Ele diz que o ego\u00edsta rejeita a busca da devo\u00e7\u00e3o a \"uma grande ideia, uma [[doutrina]], um [[sistema]], uma voca\u00e7\u00e3o sublime\", dizendo que o ego\u00edsta n\u00e3o tem voca\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, mas \"vive por si s\u00f3\" sem levar em conta \"qu\u00e3o bem ou mal a humanidade assim passa\".Moggach, Douglas. The New Hegelians. Cambridge University Press, 2006 p. 183 Stirner considerou que a \u00fanica limita\u00e7\u00e3o sobre os [[direito subjetivo|direitos]] do indiv\u00edduo \u00e9 o seu [[poder]] para obter o que deseja.The Encyclopedia Americana: A Library of Universal Knowledge. Encyclopedia Corporation. p. 176\n\nEmbora a filosofia de Stirner seja individualista, ela tem influenciado alguns [[comunismo libert\u00e1rio|comunistas libert\u00e1rios]] e anarcocomunistas. O livro ''For Ourselves: Council for Generalized Self-Management'' discute Stirner e fala de um \"ego\u00edsmo comunista\", que se diz ser uma \"s\u00edntese de individualismo e coletivismo\", e diz que \"a gan\u00e2ncia em seu sentido mais amplo \u00e9 a \u00fanica base poss\u00edvel da sociedade comunista\".For Ourselves, [http://home.teleport.com/~rasputin/RTBGreedy-v1_2_5-en.htm] {{Wayback|url=http://home.teleport.com/~rasputin/RTBGreedy-v1_2_5-en.htm |date=20081228054533 }} The Right to Be Greedy: Theses On The Practical Necessity Of Demanding Everything, 1974. Formas de comunismo libert\u00e1rio como o [[situacionismo]] sofreram influ\u00eancia de Stirner.veja, por exemplo, Christopher Gray, ''Leaving the Twentieth Century'', p. 88. A anarcocomunista [[Emma Goldman]] foi influenciada por Stirner e Peter Kropotkin e juntou ambas as filosofias junto \u00e0 sua pr\u00f3pria, como mostrado em livros dela como ''O Anarquismo e Outros Ensaios''.Emma Goldman, Anarchism and Other Essays, p. 50.\n\n== A tradi\u00e7\u00e3o Americana ==\n=== Origens ===\n{{Artigo principal|Henry David Thoreau|Josiah Warren}}\n[[Imagem:Henry David Thoreau.jpg|esquerda|thumb|180px|Henry David Thoreau]]\n[[Henry David Thoreau]] (1817-1862) foi um dos primeiros pensadores individualistas influentes nos [[Estados Unidos]] e na [[Europa]]. Escritor estadunidense, poeta, naturalista, contr\u00e1rio a todo imposto, cr\u00edtico da industrializa\u00e7\u00e3o e progresso, historiador, fil\u00f3sofo e um dos principais [[Transcendentalismo|transcendentalistas]]. \u00c9 muito conhecido por seu livro ''[[Walden]]'', uma reflex\u00e3o sobre a [[Simplicidade volunt\u00e1ria|vida simples]] em ambientes naturais, e tamb\u00e9m por seu famoso ensaio ''[[A Desobedi\u00eancia Civil]]'', uma declara\u00e7\u00e3o a favor da resist\u00eancia individual ao governo civil em oposi\u00e7\u00e3o moral a uma situa\u00e7\u00e3o injusta. Seu pensamento \u00e9 primordial nas ideias do anarquismo ecologista, mas com \u00eanfase na experi\u00eancia individual do mundo natural, que influenciaria posteriormente o pensamento das correntes [[Naturismo|naturistas]].\n\nA ideia de uma vida simples com rejei\u00e7\u00e3o a um [[estilo de vida]] [[materialismo|materialista]]/[[consumismo|consumista]] e a [[autossufici\u00eancia]] eram as metas de Thoreau, e seus projetos por completo se inspiravam na filosofia transcendentalista. \"Muitos t\u00eam visto, em Thoreau, um dos precursores do [[ecologismo]] e do [[anarcoprimitivismo]] representado atualmente por [[John Zerzan]]. Para [[George Woodcock]], essa atitude pode ser motivada por certas ideias de resist\u00eancia ao progresso e rejei\u00e7\u00e3o ao crescente [[materialismo]] da sociedade americana no meio do s\u00e9culo XX.\"\"EL NATURISMO LIBERTARIO EN LA PEN\u00cdNSULA IB\u00c9RICA (1890-1939)\" por Josep Maria Rosell Em sua principal obra, ''A Desobedi\u00eancia Civil'', que teve sua primeira publica\u00e7\u00e3o em 1849, Henry Thoreau argumenta que as pessoas n\u00e3o deveriam permitir, aos governos, anularem ou atrofiarem suas consci\u00eancias, e que as pessoas t\u00eam o dever de evitar que tal consentimento permita ao governo torn\u00e1-los agentes de injusti\u00e7a.\n\nThoreau foi motivado em parte por seu desgosto pela [[escravid\u00e3o]] e pela [[Guerra Mexicano-Americana]]. Influenciou [[Mohandas Gandhi]], [[Martin Luther King Jr.]], [[Martin Buber]] e [[Leon Tolst\u00f3i]] na defesa da [[resist\u00eancia n\u00e3o violenta]].[http://www.ppu.org.uk/e_publications/dd-trad8.html#anarch%20and%20violence RESISTING THE NATION STATE the pacifist and anarchist tradition by Geoffrey Ostergaard] Ele foi tamb\u00e9m o principal precedente do [[anarcopacifismo]]. A vers\u00e3o americana do individualismo anarquista tem uma forte \u00eanfase no [[princ\u00edpio da n\u00e3o agress\u00e3o]] e na [[soberania individual]].Madison, Charles A. (1945). \"[http://jstor.org/stable/2707055 Anarchism in the United States]\". ''Journal of the History of Ideas'' (University of Pennsylvania Press) 6 (1): 46\u201366. doi:10.2307/2707055. http://jstor.org/stable/2707055. Alguns anarcoindividualistas, como Thoreau,Johnson, Ellwood. ''The Goodly Word: The Puritan Influence in America Literature'', Clements Publishing, 2005, p. 138.''Encyclopaedia of the Social Sciences'', edited by Edwin Robert Anderson Seligman, Alvin Saunders Johnson, 1937, p. 12. n\u00e3o falam de economia mas simplesmente do direito de \"separa\u00e7\u00e3o\" de cada um do Estado, e prev\u00ea a elimina\u00e7\u00e3o gradual do Estado atrav\u00e9s da evolu\u00e7\u00e3o social. Seu anarquismo n\u00e3o s\u00f3 rejeita o Estado mas todas as associa\u00e7\u00f5es organizadas de qualquer tipo, defendendo a completa [[autossufici\u00eancia]] individual.Richard Orr Curry, Lawrence B. Goodheart. American Chameloen: American Chameleon: Individualism in Trans-national Context. Kent State University Press, 1991. p. 39\n\n[[Imagem:Josiah Warren.jpg|thumb|180px|Josiah Warren]]\nOutro anarquista individualista muito influente foi [[Josiah Warren]], que participou do [[Coletivismo|coletivo]] \"socialista ut\u00f3pico\" iniciado por [[Robert Owen]] chamado [[Nova Harmonia]]. Ap\u00f3s a experi\u00eancia falhar, Warren chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que tal sistema pecava com rela\u00e7\u00e3o ao respeito \u00e0 \"[[soberania]] do indiv\u00edduo\"\"Some portion, at least, of those who have attended the public meetings, know that EQUITABLE COMMERCE is founded on a principle exactly opposite to combination; this principle may be called that of Individuality. It leaves every one in undisturbed possession of his or her natural and proper sovereignty over its own person, time, property and responsibilities; & no one is acquired or expected to surrender any \"portion\" of his natural liberty by joining any society whatever; nor to become in any way responsible for the acts or sentiments of any one but himself; nor is there any arrangement by which even the whole body can exercise any government over the person, time property or responsibility of a single individual.\" - Josiah Warren, [http://tmh.floonet.net/articles/manifesto.shtml Manifesto] {{Wayback|url=http://tmh.floonet.net/articles/manifesto.shtml |date=20060822222054 }} e ao direito de dispor sua propriedade de acordo com seu pr\u00f3prio interesse. A partir de ent\u00e3o, fundou, junto a [[Stephen Pearl Andrews]], uma col\u00f4nia em [[Long Island]], em [[Nova Iorque (estado)|Nova York]], que concordava com seus princ\u00edpios.[http://books.google.com.br/books?id=-FV7QLVAny4C&printsec=frontcover&dq=modern+times+community&source=bl&ots=c7_W-DyEc_&sig=4i0GCSjVt4fVtqF4u_CYLpAXIsc&hl=pt-BR&ei=ofwfTPHdIsT_lge439y4Dg&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=2&ved=0CBsQ6AEwATgK#v=onepage&q=modern%20times%20community&f=false Low Living and High think at Modern Times, New York by Roger Wunderlich], 1.Scale Model of Liberty, pg. 2\n\nA comunidade, batizada de [[Modern Times (comuna)|Modern Times]], teve seu fim seis anos depois de sua funda\u00e7\u00e3o devido ao [[Crise de 1857|P\u00e2nico de 1857]], uma queda brusca na [[economia dos Estados Unidos]].Rockoff, Hugh (1997). \"Crisis of 1857\". in Glasner, David; Cooley, Thomas F., eds. Business cycles and depressions: an encyclopedia. New York: Garland Publishing. pp. 128\u201332. [[ISBN]] [http://en.wikipedia.org/wiki/Special:BookSources/0824009444 0824009444]. Havia produtos que a comuna n\u00e3o produzia, e isso obrigava-os a se inserir no mercado. Dessa forma, foram afetados pela crise.[http://www.bopsecrets.org/rexroth/communalism6.htm#16.%20Josiah%20Warren Communalism: From Its Origins to the Twentieth Century][http://www.trivia-library.com/a/attempted-utopias-society-fourier-modern-times-part-2.htm Attempted Utopian Society Modern Times Part 2] Ele editou um jornal de quatro p\u00e1ginas semanais durante 1833, chamado ''The Peaceful Revolutionist'', que foi o primeiro peri\u00f3dico anarquista publicado.[http://libertarian-labyrinth.org/warren/1stAmAnarch.pdf] {{Wayback|url=http://libertarian-labyrinth.org/warren/1stAmAnarch.pdf |date=20120204155505 }} ''Josiah Warren: The First American Anarchist \u2014 A Sociological Study, Boston: Small, Maynard & Co., 1906, p. 20' Foi tamb\u00e9m considerado, pelo bi\u00f3grafo Willian Bailie, o primeiro [[anarquismo|anarquista]] [[Estadunidenses|norte-americano]].[http://libertarian-labyrinth.org/warren/1stAmAnarch.pdf] {{Wayback|url=http://libertarian-labyrinth.org/warren/1stAmAnarch.pdf |date=20120204155505 }} Josiah Warren: The First American Anarchist \u2014 A Sociological Study, Boston: Small, Maynard & Co., 1906, p. 3\n\n=== Os anarquistas de Boston ===\n[[Imagem:BenjaminTucker.jpg|thumb|esquerda|180px|Benjamin Tucker]]\n[[Benjamin Tucker]] e outros anarquistas localizado na \u00e1rea ao redor de [[Boston]], foram influenciados por Warren, e sua interpreta\u00e7\u00e3o da [[teoria do valor-trabalho]]. Tucker acreditava que era injusto pessoas receberem maior renda que outros que haviam executado a mesma quantidade de trabalho. Tucker afirmou que a solu\u00e7\u00e3o para o crescimento dos [[sal\u00e1rio]]s era que o Estado cessasse de intervir na economia e de proteger os [[monop\u00f3lio]]s em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 [[concorr\u00eancia]].\n\nComo Warren, ele viu que as gan\u00e2ncias do trabalho eram sin\u00f4nimos de explora\u00e7\u00e3o (com exce\u00e7\u00e3o aos [[donativo]]s e [[heran\u00e7a]]s).Tucker, Benjamin. State Socialism and Anarchism Tucker e [[Lysander Spooner|Spooner]] \"concordam com a proposi\u00e7\u00e3o de que a propriedade \u00e9 leg\u00edtima apenas na medida em que essa engloba n\u00e3o mais do que o total do produto do trabalho individual.\"\"Anarchism\", Contemporary Political Ideologies, Roger Eatwell and Anthony Wright (eds.), p. 132 Ele argumentou que emprestar dinheiro com juros envolvendo uma parte que n\u00e3o exercia trabalho, como o caso do [[credor]], era uma forma de [[usura]]. Essas [[Receita (economia)|receitas]] foram concebidas como sendo injustas, porque, atrav\u00e9s delas, pessoas lucravam sem trabalhar. Para Tucker e a maioria dos individualistas americanos contempor\u00e2neos, o [[aluguel]] da terra s\u00f3 existe por causa do \"monop\u00f3lio\" e do \"privil\u00e9gio\" apoiados pelo [[governo]], que restringe a concorr\u00eancia no mercado e concentra riqueza nas m\u00e3os de poucos.\n\nTucker argumentou que o controle privado da terra deve ser apoiado apenas se o titular a estiver usando ou ocupando. Caso contr\u00e1rio, os titulares cobrariam aluguel daqueles que estavam trabalhando e produzindo. Tucker imaginou uma sociedade anarquista individualista onde \"cada homem colhesse os frutos de seus trabalhos e ningu\u00e9m fosse viver na [[\u00f3cio|ociosidade]] atrav\u00e9s da renda do capital... tornando-se uma grande [[colmeia]] de oper\u00e1rios anarquistas, indiv\u00edduos pr\u00f3speros e livres levando a produ\u00e7\u00e3o e a distribui\u00e7\u00e3o ao consumidor.\"The Individualist Anarchists, p. 276\n\nAo final do s\u00e9culo XIX, ocorreu uma diferencia\u00e7\u00e3o do anarquismo individualista norte-americano quando Tucker e alguns outros abandonaram a teoria dos [[direitos naturais]] e se proclamaram ego\u00edstas segundo a filosofia individualista de [[Max Stirner]]. Alguns dos \"anarquistas de Boston\", como Tucker, se definiram como [[Socialismo|socialistas]], algo que denota uma ampla significa\u00e7\u00e3o pela qual indicava o compromisso em resolver \"a quest\u00e3o do trabalho\" atrav\u00e9s de uma radical reforma econ\u00f4mica.Brooks, Frank H. 1994. ''The Individualist Anarchists: An Anthology of Liberty'' (1881\u20131908). Transaction Publishers. p. 75.\n\n==== Anarcocapitalismo ====\n[[Imagem:Murray Rothbard.jpg|thumb|180px|Rothbard por volta de 1955]]\n{{principal|Anarcocapitalismo}}\n\nA filosofia anarcoindividualista teve grande influ\u00eancia sobre os chamados [[Anarcocapitalismo|anarcocapitalistas]], uma radicaliza\u00e7\u00e3o do pensamento [[liberalismo cl\u00e1ssico|liberal cl\u00e1ssico]],[http://books.google.com/books?id=apstK1qIvvMC&pg=PA131&dq=anarcho-capitalism&lr=&hl=es#v=onepage&q=anarcho-capitalism&f=false Anarcho-capitalism] (p. 132). Anarchism, Political Ideology Today. Escrito por Ian Adams que defende a [[propriedade privada]] como [[direito natural]] e moral. Enquanto os anarcoindividualistas do s\u00e9culo XIX defendiam a teoria do valor-trabalho, e afirmavam que o trabalhador tem direito ao produto total de seu trabalho, os anarcocapitalistas - tal como [[Murray Rothbard]] - rejeitam essa ideia,Outhwaite, William. The Blackwell Dictionary of Modern Social Thought, Anarchism entry, Blackwell Publishing, 2003, p. 13 remontando \u00e0s ideias de [[Gustave de Molinari]].''Gustave de Molinari and the Anti-Statist liberal tradition, ensayo sobre el anarquismo de mercado de Molinari y su influencia'', por David M. Hart, original de 1973, edici\u00f3n de 2003. Rothbard define o anarquismo \"como um sistema que n\u00e3o prev\u00ea qualquer [[San\u00e7\u00e3o penal|san\u00e7\u00e3o legal]] para a agress\u00e3o contra a pessoa e a propriedade\" e diz que \"o que o anarquismo se prop\u00f5e a fazer, ent\u00e3o, \u00e9 abolir o Estado, isto \u00e9, abolir a institui\u00e7\u00e3o reguladora de [[coer\u00e7\u00e3o]].\"\n\nEssa nova corrente \u00e9 considerada por alguns como negligente com o termo e significado de ''anarquismo'',[anarcocapitalistas ''\"simplesmente substituem o Estado por empresas de seguran\u00e7a privada, e dificilmente podem ser descritos anarquistas como o termo \u00e9 normalmente entendido.'' Brian Morris, ''\"Global Anti-Capitalism\"'', pp. 170-6, ''Anarchist Studies'', vol. 14, no. 2, p. 175] e por conseguinte, contradit\u00f3ria \u00e0 sua filosofia.\"Thus anarchism is far more than the common dictionary definition of \"no government\" -- it also entails being against all forms of archy, including those generated by capitalist property. This is clear from the roots of the word \"anarchy.\"\" [http://www.infoshop.org/page/AnarchistFAQSectionF1 An Anarchist FAQ - F.1 Are \"anarcho\"-capitalists really anarchists?] {{Wayback|url=http://www.infoshop.org/page/AnarchistFAQSectionF1 |date=20100812032402 }} Argumentam que a \"ess\u00eancia do anarquismo \u00e9, antes de tudo, n\u00e3o a oposi\u00e7\u00e3o te\u00f3rica ao Estado, mas a luta te\u00f3rica e pr\u00e1tica contra a domina\u00e7\u00e3o\",sophisticated and developed anarchist theory proceeds further. It does not stop with a criticism of political organisation, but goes on to investigate the authoritarian nature of economic inequality and private property, hierarchical economic structures, traditional education, the patriarchal family, class and racial discrimination, and rigid sex- and age-roles, to mention just a few of the more important topics.\" For the \"essence of anarchism is, after all, not the theoretical opposition to the state, but the practical and theoretical struggle against domination.\" [[John Clark]], ''The Anarchist Moment'', p. 128 and p. 70 e que a propriedade privada gera essa domina\u00e7\u00e3o.[the \"anarcho\"-capitalist the] \"natural outcome of the voluntary transactions between various private property owners is decidedly non-egalitarian, hier'''archical''' and elitist.\" \"The Political Economy of Monarchy and Democracy and the Idea of a Natural Order\", Democracy: the God that Failed, p. 118\n\nMurray Rothbard, aluno de [[Ludwig von Mises]], combinou a economia da [[escola Austr\u00edaca]] de seu professor das vis\u00f5es absolutistas de direitos naturais com a rejei\u00e7\u00e3o ao Estado que ele absorveu estudando os anarquistas individualistas americanos do s\u00e9culo dezenove como Lysander Spooner e Benjamin Tucker.Blackwell Encyclopaedia of Political Thought, 1987, ISBN 0-631-17944-5, p. 290\n\nEm meados dos anos 1950, Rothbard escreveu um artigo sob um [[pseud\u00f4nimo]], dizendo que \"n\u00f3s n\u00e3o somos anarquistas... mas tamb\u00e9m n\u00e3o arquistas... Talvez, ent\u00e3o, poder\u00edamos nos chamar de um novo nome: ''n\u00e3o arquistas''\", preocupado em diferenciar-se de comunistas e socialistas do ponto de vista econ\u00f4mico de outros anarquistas (incluindo os anarquistas individualistas do s\u00e9culo XIX).Rothbard, Murray. ''[http://www.lewrockwell.com/rothbard/rothbard167.html Are Libertarians 'Anarchists'?] {{Wayback|url=http://www.lewrockwell.com/rothbard/rothbard167.html |date=20090706004722 }}. LewRockwell.com. Contudo, mais tarde Rothbard escolheu o termo \"anarcocapitalismo\" para sua filosofia e referiu a si mesmo como um anarquista.\n\n== Impacto do anarcoindividualismo na Europa ==\nAnarquistas individualistas europeus incluem [[Max Stirner]], [[Albert Libertad]], [[Shmuel Alexandrov]], [[Anselme Bellegarrigue]], [[\u00c9mile Armand]], [[Enrico Arrigoni]], [[Lev Chernyi]], [[John Henry Mackay]], [[Han Ryner]], [[Renzo Novatore]], [[Miguel Gim\u00e9nez Igualada]], e atualmente [[Michel Onfray]]. Dois influentes autores anarcoindividualistas na Europa s\u00e3o [[Friedrich Nietzsche]]Albert L\u00e9vy e Bernd A. Laska, ''Stirner e Nietzsche'', S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o & Arte, Editora Imagin\u00e1rio, 2013;
Cf. Bernd A. Laska: [http://www.lsr-projekt.de/poly/ptnietzsche.html ''A crise inicial de Nietzsche. Uma nova luz sobre a quest\u00e3o \"Nietzsche e Stirner\"'']
(ver ''[[Anarquismo e Friedrich Nietzsche]]'') e [[Georges Palante]].\n\nO anarquismo individualista europeu procedeu a partir das ra\u00edzes definidas por [[William Godwin]], [[Pierre-Joseph Proudhon]] e Max Stirner.\n\n=== Fran\u00e7a ===\n:''Ver tamb\u00e9m: [[Anarquismo na Fran\u00e7a]]''\n[[Imagem:Emilearmand01.jpg|esquerda|thumb|180px|[[\u00c9mile Armand]]]]\nDo legado de Proudhon e Stirner, surgiu uma forte tradi\u00e7\u00e3o do anarquismo individualista na [[Fran\u00e7a]]. Um primordial anarquista individualista foi [[Anselme Bellegarrigue]]. Ele participou da [[Revolu\u00e7\u00f5es de 1848|Revolu\u00e7\u00e3o Francesa de 1848]], foi autor e editor de \"''L'Anarchie, journal de l'ordre''\" e \"''Au fait ! Au fait ! Interpr\u00e9tation de l'id\u00e9e d\u00e9mocratique''\" e escreveu o importante e breve [[Manifesto Anarquista]] em 1850. ''Autonomie Individuelle'' era um peri\u00f3dico anarquista individualista que funcionou de 1887 a 1888; foi editado por [[Jean-Baptiste Louiche]], [[Carlos Schaeffer]] e [[Deherme Georges]].[http://www.la-presse-anarchiste.net/spip.php?rubrique258] Autonomie Individuelle (1887 \u2014 1888)\n\nMais tarde, a tradi\u00e7\u00e3o seguiu com intelectuais como [[Albert Libertad]], [[Andr\u00e9 Lorut]], [[\u00c9mile Armand]], [[Victor Serge]], [[Zo d'Axa]] e [[Rirette Maitrejean]], que desenvolveram suas teorias no principal jornal anarcoindividualista na Fran\u00e7a, ''[[L'Anarchie]]'',On the fringe of the movement, and particularly in the individualist faction which became relatively strong after 1900 and began to publish its own sectarian paper, -315- L'Anarchie ( 1905-14), there were groups and individuals who lived largely by crime. Among them were some of the most original as well as some of the most tragic figures in anarchist history.\" Woodcock, George. ''Anarchism: A History of Libertarian Ideas and Movements''. 1962 em 1905. Exterior a esse jornal, [[Han Ryner]] escreveu ''Petit Manuel individualiste'' (1903). Mais tarde, apareceu o jornal [[L'En-dehors]], criado por Zo d'Axa em 1891.\n\nAnarquistas individualistas franceses expuseram uma diversidade de posi\u00e7\u00f5es (por exemplo, sobre [[viol\u00eancia]] e [[n\u00e3o viol\u00eancia]]). \u00c9mile Armand rejeitou a viol\u00eancia e aderiu ao [[Mutualismo (pol\u00edtica)|mutualismo]] enquanto se tornava um importante propagandista do [[amor livre]], ao passo que Albert Libertad e Zo d'Axa foram influentes no meio [[Anarcoilegalismo|ilegalista]] e campe\u00f5es na [[propaganda pelo ato]], enquanto aderiam ao [[comunitarismo]] ou [[anarcocomunismo]]\"Libertad \u00e9tait un r\u00e9volt\u00e9, qui luttait non en dehors (tel les communautaires/colonies) ni \u00e0 c\u00f4t\u00e9 de la soci\u00e9t\u00e9 (les \u00e9ducationnistes), mais en son sein. Il sera \u00e9nonc\u00e9 comme une figure de l'anarchisme individualiste, n\u00e9anmoins, il ne se revendiquera jamais ainsi, m\u00eame si il ne rejetait pas l'individualisme, et que Libertad se revendiquait du communisme ; plus tard, Mauricius, qui \u00e9tait un des \u00e9diteurs du journal \"l'Anarchie\" dira \"Nous ne nous faisions pas d'illusions, nous savions bien que cette lib\u00e9ration totale de l'individu dans la soci\u00e9t\u00e9 capitaliste \u00e9tait impossible et que la r\u00e9alisation de sa personnalit\u00e9 ne pourrait se faire que dans une soci\u00e9t\u00e9 raisonnable, dont le communisme libertaire nous semblait \u00eatre la meilleure expression.\". Libertad s'associait \u00e0 la dynamique de r\u00e9volte individuelle radicale au projet d'\u00e9mancipation collective. Il insistait sur la n\u00e9cessit\u00e9 de d\u00e9velopper le sentiment de camaraderie, afin de remplacer la concurrence qui \u00e9tait la morale de la soci\u00e9t\u00e9 bourgeoise. \"\"Albert Libertad\" e rejeitavam o [[trabalho]]. Han Ryner, por outro lado, conciliou o anarquismo com o [[estoicismo]]. Todavia, os c\u00edrculos anarcoindividualistas franceses tiveram um forte senso de liberdade individual e experimenta\u00e7\u00e3o. O conte\u00fado do [[naturismo]] e do amor livre passou a ter forte influ\u00eancia nos c\u00edrculos anarquistas individualistas e, de l\u00e1, se expandiu para o resto do anarquismo, aparecendo tamb\u00e9m em grupos espanh\u00f3is anarcoindividualistas.\n\nO anarquismo naturista foi promovido por [[Henri Zisly]], [[\u00c9mile Gravelle]][http://www.eskimo.com/~recall/bleed/1121.htm The daily bleed] e [[Georges Butaud]]. Butaud foi um individualista \"partid\u00e1rio da ambientes livres\", editor da \"Flambeau\" (\"um inimigo da autoridade\") em 1901, em [[Viena]]. A maior parte de suas energias foram dedicadas \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de col\u00f4nias anarquistas (''communaut\u00e9s experimentales''), e ele participou de v\u00e1rias.[http://www.eskimo.com/~recall/bleed/0226.htm] \"1926 -- Fran\u00e7a: Georges Butaud (1868-1926) morre em Ermont.\"\n\n{{quote|Neste sentido, as posi\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e experi\u00eancias vitais do individualismo franc\u00eas s\u00e3o profundamente iconoclastas e [[esc\u00e2ndalo|escandalosas]], mesmo dentro dos c\u00edrculos libert\u00e1rios. O chamado naturismo nudista, a forte defesa de m\u00e9todos de [[controle de natalidade]], a ideia da \"associa\u00e7\u00e3o de ego\u00edstas\" com a \u00fanica justificativa de [[rela\u00e7\u00e3o sexual|pr\u00e1ticas sexuais]], que tentar\u00e3o colocar em pr\u00e1tica, n\u00e3o sem dificuldades, ir\u00e1 estabelecer uma forma de pensamento e a\u00e7\u00e3o, que resultar\u00e1 em simpatia de alguns, e forte rejei\u00e7\u00e3o de outros.|}}\n\n=== It\u00e1lia ===\n[[Imagem:Gino Lucetti.JPG|direita|thumb|180px|[[Gino Lucetti]], anarquista italiano que tentou assassinar o [[fascismo|fascista]] [[Benito Mussolini]]]]\nNa [[It\u00e1lia]], o anarquismo individualista tinha uma forte tend\u00eancia para [[Anarcoilegalismo|ilegalismo]] e [[propaganda pelo ato]], similar ao anarquismo individualista franc\u00eas, mas talvez mais extremo,{{Citar web |url=http://ita.anarchopedia.org/anarco-individualismolink |titulo=\"anarco-individualismo\" in italian anarchopedia |acessodata=2010-07-23 |arquivourl=https://archive.is/20110929141610/http://ita.anarchopedia.org/anarco-individualismolink |arquivodata=2011-09-29 |urlmorta=yes }}\"Neste momento, incentivados pela desilus\u00e3o que se seguiu ao colapso da greve geral, os individualistas terroristas que sempre - apesar da influ\u00eancia de [[Errico Malatesta|Malatesta]] - sobreviveram como uma pequena minoria entre os anarquistas italianos, intervindo assustadoramente e tragicamente.\" [[George Woodcock]]. ''Anarquismo: Uma Hist\u00f3ria das Ideias e Movimentos Libert\u00e1rios.'' 1962. que enfatizava a cr\u00edtica \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es sejam anarquistas ou de qualquer outro tipo.\"Em uma disputa com os anarquistas individualistas de Paterson, insistiram que o anarquismo n\u00e3o implicava absolutamente em organiza\u00e7\u00e3o, e que cada homem deve agir apenas sobre seus impulsos. Finalmente, em um debate ruidoso, o impulso individual de um determinado Ciancabilla dirigiu-se a atirar em Malatesta, que foi gravemente ferido, mas recusou-se obstinadamente a dar o nome de seu agressor.\" George Woodcock. ''Anarquismo: Uma Hist\u00f3ria das Ideias e Movimentos Libert\u00e1rios''. 1962 Neste contexto, podemos considerar os not\u00f3rios magnic\u00eddios realizados ou tentados por individualistas como [[Giovanni Passannante]], [[Sante Caserio]], [[Michele Angiolillo]], [[Luigi Luccheni]] e [[Gaetano Bresci]], que assassinou o rei [[Humberto I da It\u00e1lia]]. Caserio viveu na Fran\u00e7a coexistindo ao ilegalismo franc\u00eas; mais tarde, assassinou o presidente franc\u00eas [[Sadi Carnot]]. As sementes de te\u00f3ricos do [[anarquismo insurrecion\u00e1rio]] atual j\u00e1 foram estabelecidas no final do s\u00e9culo XIX na It\u00e1lia, em uma combina\u00e7\u00e3o da cr\u00edtica anarquista individualista de grupos permanentes com organiza\u00e7\u00f5es de uma vis\u00e3o socialista da luta de classes.\"Essa trova soprattutto in America del Nord un notevole seguito per opera del Galleani che esprime una sintesi fra l'istanza puramente individualista di stampo anglosassone e americano (ben espressa negli scritti di Tucker) e quella profondamente socialista del movimento anarchico di lingua italiana. Questa commistione di elementi individualisti e comunisti - che caratterizza bene la corrente antiorganizzatrice - rappresenta lo sforzo di quanti avvertirono in modo estremamente sensibile l'invadente burocratismo che pervadeva il movimento operaio e socialista.\"[http://ita.anarchopedia.org/anarchismo_insurrezionale \"anarchismo insurrezionale\" in italian anarchopedia] {{Webarchive|url=https://archive.is/20120709030012/http://ita.anarchopedia.org/anarchismo_insurrezionale |date=2012-07-09 }} Durante a ascens\u00e3o do [[fascismo]], esse pensamento tamb\u00e9m motivou [[Gino Lucetti]], Michele Schirru e Angelo Sbardellotto na tentativa de assassinar [[Benito Mussolini]].\n\nNo in\u00edcio do s\u00e9culo XX, foi importante o trabalho [[intelectual]] do anarquista individualista [[Renzo Novatore]], que foi influenciado por [[Max Stirner|Stirner]], [[Friedrich Nietzsche]], [[Georges Palante]], [[Oscar Wilde]], [[Henrik Ibsen]], [[Arthur Schopenhauer]] e [[Charles Baudelaire]]. Ele colaborou com v\u00e1rios jornais anarquistas e participou de correntes [[vanguarda|vanguardistas]] do [[futurismo]]. Em seu pensamento, ele aderiu ao desrespeito stirneriano \u00e0 propriedade privada, s\u00f3 reconhecendo a propriedade de um esp\u00edrito pr\u00f3prio.\"Novatore non era contrario all\u2019abolizione della propriet\u00e0 privata, poich\u00e8 riteneva che l\u2019unica propriet\u00e0 inviolabile fosse solo quella spirituale ed etica. Il suo pensiero \u00e8 esplicitato in \"Verso il nulla creatore\": Bisogna che tutto ci\u00f2 che si chiama \"propriet\u00e0 materiale\", \"propriet\u00e0 privata\", \"propriet\u00e0 esteriore\" diventi per gli individui ci\u00f2 che \u00e8 il sole, la luce, il cielo, il mare, le stelle. E ci\u00f2 avverr\u00e0!Avverr\u00e0 perch\u00e8 noi - gli iconoclasti - la violenteremo!Solo la ricchezza etica espirituale \u00e8 invulnerabile. E\u2019 vera propriet\u00e0 dell'individuo. Il resto no! Il resto \u00e8 vulnerabile! E tutto ci\u00f2 che \u00e8 vulnerabile sar\u00e0 vulnerato.\"[http://ita.anarchopedia.org/Renzo_Novatore \"Renzo Novatore\" na anarcop\u00e9dia italiana] {{Webarchive|url=https://archive.is/20120729185130/http://ita.anarchopedia.org/Renzo_Novatore |date=2012-07-29 }} Novatore colaborou com o jornal anarquista individualista ''Iconoclasta!'' juntamente com o jovem [[Max Stirner|stirnerista]] ilegalista [[Bruno Filippi]].[http://theanarchistlibrary.org/HTML/Bruno_Filippi__The_rebel_s_dark_laughter__the_writings_of_Bruno_Filippi.html The rebel's dark laughter: the writings of Bruno Filippi]\n\nO fil\u00f3sofo e poeta individualista Renzo Novatore pertencia \u00e0 [[esquerda (pol\u00edtica)|esquerda]] do movimento de vanguarda do futurismo,{{Citar web |url=http://www.novatore.it/Una_biografia.html |titulo=Novatore: una biografia |acessodata=2010-07-23 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20110722043805/http://www.novatore.it/Una_biografia.html |arquivodata=2011-07-22 |urlmorta=yes }} ao lado de outros anarcoindividualistas futuristas, como [[Dante Carnesecchi]], Rafanelli Leda, Auro d'Arcola e Governato Giovanni. Tamb\u00e9m h\u00e1 Pietro Bruzzi, que publicou o jornal ''L'individualista'' em 1920, mas que caiu diante das for\u00e7as fascistas posteriormente.\n\n=== Espanha ===\n:''Ver tamb\u00e9m [[Anarquismo na Espanha]]''\n\nA [[Espanha]] recebeu a influ\u00eancia do anarquismo individualista americano, mas a mais importante estava relacionada \u00e0s correntes francesas. Na virada do s\u00e9culo, o individualismo na Espanha ganhou for\u00e7a gra\u00e7as aos esfor\u00e7os de pessoas como Dorado Montero, [[Ricardo Mella]], [[Federico Urales]], [[Miguel Gim\u00e9nez Igualada]] e J. Elizalde que traduziria os individualistas franceses e americanos. Importantes neste contexto foram tamb\u00e9m revistas como a ''Idea La Libre'', ''La blanca revista'', ''\u00c9tica'', ''Iniciales'', ''Al Margen'', ''Est\u00fadios'' e ''Nosotros''. Os pensadores mais influentes foram [[Max Stirner]], Emile Armand e Han Ryner. Assim como na Fran\u00e7a, a divulga\u00e7\u00e3o do [[Esperanto]] e do [[antinacionalismo]] foram t\u00e3o importantes como o [[naturismo]] e as correntes de [[amor livre]]. Mais tarde, Armand e Ryner come\u00e7aram a escrever para a imprensa individualista espanhola. O conceito de Armand de camaradagem amorosa teve um papel importante na motiva\u00e7\u00e3o do poliamor como realiza\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo.\n\nUm importante anarquista individualista da Espanha foi [[Miguel Gim\u00e9nez Igualada]], que escreveu o longo livro te\u00f3rico chamado ''Anarquismo'' defendendo seu anarquismo individualista.slideshare.net/guest8dcd3f/anarquismo-miguel-gimenez-igualada ''Anarquismo'' por Miguel Gim\u00e9nez Igualada Entre outubro de 1937 e fevereiro de 1938, ele inicia como editor da revista anarquista individualista ''Nosotros'', em que muitas obras de Han Ryner e \u00c9mile Armand aparecem, e tamb\u00e9m participa na edi\u00e7\u00e3o de outra revista anarquista individualista: ''Al Margen: Publicaci\u00f3n quincenal individualista''.\"Entre los redactores y colaboradores de Al Margen, que trasladar\u00e1 su redacci\u00f3n a Elda, en Alicante, encontraremos a Miguel Gim\u00e9nez Igualada\u2026\" [http://www.acracia.org/xdiez.html La insumisi\u00f3n voluntaira: El anarquismo individualista espa\u00f1ol durante la dictadura y la segunda repp\u00fablica(1923-1938)] {{Wayback|url=http://www.acracia.org/xdiez.html |date=20060526224800 }} por Xavier Diez Seu pensamento foi profundamente influenciado por Max Stirner, do qual ele foi o principal divulgador na Espanha atrav\u00e9s de seus escritos. Ele editou e escreveu o [[pref\u00e1cio]] para a quarta edi\u00e7\u00e3o em espanhola de ''O \u00danico e Sua Propriedade'' de 1900. Ele prop\u00f4s a cria\u00e7\u00e3o de uma uni\u00e3o de ego\u00edstas, que seria uma Federa\u00e7\u00e3o de individualistas anarquistas na Espanha, mas n\u00e3o teve sucesso. Em 1956, publicou um extenso [[tratado (estudo)|tratado]] sobre Stirner, que dedicou ao seu colega anarquista individualista \u00c9mile Armand.[http://www.kclibertaria.comyr.com/lpdf/l147.pdf \"Stirner\"] por Miguel Gimenez Igualada Mais tarde, ele viajou e viveu na Argentina, Uruguai e M\u00e9xico.Xavier Diez. [http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UdG/AVAILABLE/TDX\u2026//txdr1de2.pdf L'ANARQUISME INDIVIDUALISTA A ESPANYA 1923-1938] {{Wayback|url=http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UdG/AVAILABLE/TDX%E2%80%A6//txdr1de2.pdf |date=20160304182515 }}\n\n[[Federico Urales]] foi um importante anarcoindividualista que [[Editora\u00e7\u00e3o|editou]] ''La Revista Blanca''.Xavier Diez. [http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UdG/AVAILABLE/TDX\u2026//txdr1de2.pdf L'anarquisme Individualista a Espanya 1923-1938] {{Wayback|url=http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UdG/AVAILABLE/TDX%E2%80%A6//txdr1de2.pdf |date=20160304182515 }} O anarquista individualista Urales foi influenciado por [[Auguste Comte]] e [[Charles Darwin]]. Ele via [[ci\u00eancia]] e [[raz\u00e3o]] como uma defesa contra o servilismo cego e a [[autoridade]]. Ele foi cr\u00edtico de influ\u00eancias de pensadores individualistas como [[Nietzsche]] e [[Stirner]] por promover uma associa\u00e7\u00e3o de ego\u00edstas individualistas em vez de promover um individualismo com solidariedade como um meio de garantir igualdade social e harmonia. No tema da organiza\u00e7\u00e3o, ele foi extremamente cr\u00edtico do [[anarcossindicalismo]], que viu atormentado por excesso de [[burocracia]] e de pensamentos que tendem ao [[reformismo]]. Ao inv\u00e9s, ele era a favor de [[grupo de afinidade|pequenos grupos]] baseados em alinhamento ideol\u00f3gico. Ele apoiou o estabelecimento da [[Federa\u00e7\u00e3o Anarquista Ib\u00e9rica]] em 1927, e participou dela.\n\n=== Alemanha ===\nNa [[Alemanha]], o [[Esc\u00f3cia|escoc\u00eas]] naturalizado alem\u00e3o [[John Henry Mackay]] tornou-se o propagandista mais importante para as ideias anarquistas individualistas. Ele fundiu o ego\u00edsmo de Stirner com as posi\u00e7\u00f5es de [[Benjamin Tucker]] e efetivamente traduziu Tucker para o alem\u00e3o. Dois textos semificcionais pr\u00f3prios, ''[[Die Anarchisten]]'' (\"Os Anarquistas\") (1891) e ''Der Freiheitsucher'' (O Investigador da Liberdade) (1921), contribu\u00edram para a teoria individualista atrav\u00e9s de uma atualiza\u00e7\u00e3o de temas ego\u00edstas dentro de uma an\u00e1lise do movimento anarquista. As tradu\u00e7\u00f5es inglesas dessas obras chegaram ao [[Reino Unido]] e a c\u00edrculos individualistas americanos liderados por Tucker.[http://tmh.floonet.net/articles/tariley.html \"New England Anarchism in Germany\"] {{WebCite|url=https://www.webcitation.org/660zyRMXN?url=http://tmh.floonet.net/articles/tariley.html |date=20120308171818 |dateformat=iso }} por Thomas A. Riley McKay tamb\u00e9m \u00e9 conhecido como um primordial ativista europeu para os direitos [[LGBT]].\n\nUsando o [[pseud\u00f4nimo]] de ''Sagitta'', Mackay escreveu uma s\u00e9rie de obras para a [[emancipa\u00e7\u00e3o]] homossexual, intitulado ''Die Buecher der namenlosen Liebe (Livros do Amor an\u00f4nimo)''. Esta s\u00e9rie foi concebida em 1905 e conclu\u00edda em 1913 e incluiu a ''Skaller Fenny'', a hist\u00f3ria de um [[pederastia|pederasta]].[http://home.pacbell.net/hubertk/Strauss.pdf RICHARD STRAUSS and JOHN HENRY MACKAY] {{Wayback|url=http://home.pacbell.net/hubertk/Strauss.pdf |date=20081002023257 }} por Hubert Kennedy Sob o mesmo pseud\u00f4nimo, ele tamb\u00e9m publicou [[fic\u00e7\u00e3o]], como ''Holanda'' (1924), e um romance pederasta de meninos de bares de [[Berlim]], ''DerPuppenjunge (The Hustler)'' (1926).\n[[Imagem:Der Eigene - 1896.jpg|esquerda|thumb|180px|''[[Der Eigene]]'', peri\u00f3dico [[stirner]]ista pioneiro no ativismo ''[[Gay]]'']]\n[[Adolf Brand]] (1874-1945) foi um escritor alem\u00e3o, anarquista stirnerista e ativista pioneiro para a aceita\u00e7\u00e3o da [[bissexualidade]] e [[homossexualidade]] masculina. Brand publicou um peri\u00f3dico alem\u00e3o homossexual, ''Der Eigene'', em 1896. Esta foi a primeira publica\u00e7\u00e3o homossexual em curso no mundo.[[Karl Heinrich Ulrichs]] iniciou um jornal chamado Prometheus em 1870, mas apenas uma edi\u00e7\u00e3o foi publicada. (Kennedy, Hubert, Karl Heinrich Ulrichs: First Theorist of Homosexuality, In: 'Science and Homosexualities', ed. Vernon Rosario (pp. 26\u201345). New York: Routledge, 1997. O nome foi tirado dos escritos do fil\u00f3sofo ego\u00edsta Max Stirner, que teve grande influ\u00eancia na juventude de Brand, e se refere ao conceito de Stirner de \"autopropriedade\" do indiv\u00edduo. A ''Der Eigene'' era concentrada em material cultural e acad\u00eamico, e pode ter tido uma m\u00e9dia de cerca de 1 500 assinantes por edi\u00e7\u00e3o durante sua vida, embora os n\u00fameros exatos sejam incertos. Contribuintes incluem [[Erich M\u00fchsam]], [[Kurt Hiller]], John Henry Mackay (sob o pseud\u00f3nimo de Sagitta) e os artistas [[Wilhelm von Gloeden]], [[Fidus]] e [[Sascha Schneider]]. Brand contribuiu com muitos poemas e artigos de si mesmo. [[Benjamin Tucker]] acompanhou este jornal dos [[Estados Unidos]].\n\n=== Gr\u00e3-Bretanha e Irlanda ===\n[[Imagem:Oscar Wilde portrait by Napoleon Sarony - albumen.jpg|180px|direita|thumb|[[Oscar Wilde]], famoso escritor [[Anarquismo|anarquista]] [[Irlanda|irland\u00eas]] do [[Decadentismo|movimento decadentista]] e famoso [[D\u00e2ndi]].]]\nO te\u00f3rico pol\u00edtico ingl\u00eas [[iluminismo|iluminista]] Willian Godwin exerceu uma importante e antecipada influ\u00eancia como mencionado antes. O escritor irland\u00eas do [[Decadentismo|movimento decadentista]] [[Oscar Wilde]], influenciou anarquistas como [[Renzo Novatore]]\"We must kill the christian philosophy in the most radical sense of the word. How much mostly goes sneaking inside the democratic civilization (this most cynically ferocious form of christian depravity) and it goes more towards the categorical negation of human Individuality. \"Democracy! By now we have comprised it that it means all that says Oscar Wilde Democracy is the people who govern the people with blows of the club for love of the people\".\" \"Towards the Hurricane\" by Renzo Novatore e ganhou admira\u00e7\u00e3o de [[Benjamin Tucker]]. Em seu importante ensaio ''[[A Alma do Homem sob o Socialismo]]'' de 1891, ele defendeu o socialismo como caminho para garantir o individualismo e assim disse que \"com a aboli\u00e7\u00e3o da propriedade privada, ent\u00e3o, teremos um Individualismo verdadeiro, belo e saud\u00e1vel. Ningu\u00e9m ir\u00e1 desperdi\u00e7ar sua vida em acumular coisas, e os s\u00edmbolos para as coisas. Ir\u00e3o viver. Viver \u00e9 a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas existe, e s\u00f3.\"[http://flag.blackened.net/revolt/hist_texts/wilde_soul.html The soul of man under Socialism] {{Wayback|url=http://flag.blackened.net/revolt/hist_texts/wilde_soul.html |date=20130914032335 }} por [[Oscar Wilde]] Para o anarquista historiador [[George Woodcock]], \"o objetivo de Wilde em ''A Alma do Homem sob o Socialismo'' \u00e9 perseguir a sociedade mais favor\u00e1vel ao artista... para Wilde, a [[arte]] \u00e9 o objetivo supremo, contendo, dentro de si, a ilumina\u00e7\u00e3o e regenera\u00e7\u00e3o, para que todo o resto da sociedade deve ser subordinado... Wilde representa o anarquista como [[est\u00e9tica|est\u00e9tico]].\"[[George Woodcock]]. ''Anarchism: A History of Libertarian Ideas and Movements''. 1962. (pg. 447) Woodcock acha que \"a contribui\u00e7\u00e3o mais ambiciosa para a literatura anarquista durante a d\u00e9cada de 1890 foi indubitavelmente ''A Alma do Homem sob o Socialismo'' de Oscar Wilde\" e acredita que foi influenciada sobretudo pelo pensamento de Willian Godwin.\n\nNo final do [[s\u00e9culo XIX]], no [[Reino Unido]], havia anarquistas individualistas como [[Wordsworth Donisthorpe]], Hiam Joseph Levy, Greevz Joseph Fisher, John Badcock, Jr., Albert Tarn, e [[Henry Seymour]],[http://www.uncletaz.com/liberty/english.html \"The English Individualists As They Appear In Liberty\"] por Carl Watner que eram pr\u00f3ximos ao grupo americano em torno da revista ''[[Liberty (peri\u00f3dico)|Liberty]]'' de Benjamin Tucker. Em meados de 1880, Seymour publicou um jornal chamado [[O Anarquista|''The Anarchist'']] e tamb\u00e9m mais tarde desenvolveu um interesse especial pela filosofia do [[amor livre]], como havia relatado no jornal ''The Adult: A Journal for the Advancement of Freedom in Sexual Relationships''. Tamb\u00e9m h\u00e1 o fil\u00f3sofo e escritor na linha do [[idealismo alem\u00e3o]] [[Herbert Read]], que escreveu sobre Godwin e Stirner, e escreveu trabalhos como ''To Hell With Culture'', ''[http://www.panarchy.org/read/anarchism.html The Paradox of Anarchism]'', ''[http://dwardmac.pitzer.edu/anarchist_archives/bright/read/philsofanar.html \"Philosophy of Anarchism\"]'', ''Anarchy & Order; Poetry & Anarchism and My Anarchism''. [[Henry Meulen]] foi um outro anarquista brit\u00e2nico; era conhecido pelo seu apoio ao sistema banc\u00e1rio livre.\n\n=== R\u00fassia ===\n{{Artigo principal|Anarquismo na R\u00fassia}}\nO anarquismo individualista foi uma das tr\u00eas categorias do [[anarquismo na R\u00fassia]], juntamente com o comunismo libert\u00e1rio e o mais proeminente [[anarcossindicalismo]].[[Paul Avrich|Avrich, Paul]] (2006). ''The Russian Anarchists''. Stirling: AK Press. p. 56. ISBN 1904859488. Os anarquistas individualistas russos eram predominantemente provenientes da ''[[intelligentsia]]'' e da [[classe trabalhadora]].\n\nNa [[R\u00fassia]], [[Lev Chernyi]] foi um importante anarquista individualista envolvido na resist\u00eancia contra o crescimento do poder do [[Partido Bolchevique]]. Estudiosos incluindo [[Paul Avrich]] e [[Allan Antliff]] interpretaram sua vis\u00e3o da sociedade como tendo grande influ\u00eancia dos anarquistas individualistas [[Max Stirner]] e [[Benjamin Tucker]].Antliff, Allan (2007). [https://muse.jhu.edu/login?uri=/journals/substance/v036/36.2antliff.pdf \"Anarchy, Power, and Poststructuralism\"]. SubStance 36 (113): 56\u201366. doi:10.1353/sub.2007.0026. https://muse.jhu.edu/login?uri=/journals/substance/v036/36.2antliff.pdf. Retrieved 2008-03-10. Em 1907, publicou um livro intitulado ''Anarquismo Associativo'', em que defendeu a \"livre-associa\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos independentes.\"{{Citar web |url=http://flag.blackened.net/liberty/libertarians.html |titulo=\"Prominent Anarchists and Left-Libertarians\" |acessodata=2010-07-26 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20101028163000/http://flag.blackened.net/liberty/libertarians.html |arquivodata=2010-10-28 |urlmorta=yes }} No seu retorno da [[Sib\u00e9ria]] em 1917, ele aproveitou a sua grande popularidade entre os trabalhadores de [[Moscou]] para atuar como conferencista. Chernyi foi tamb\u00e9m Secret\u00e1rio da ''Federa\u00e7\u00e3o dos Grupos Anarquistas de Moscou'', que foi formada em Mar\u00e7o de 1917. Morreu depois de ser acusado de participar de um epis\u00f3dio em que esse grupo bombardeou a sede do Comit\u00ea do [[Partido Comunista da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica|Partido Comunista]] de Moscou. Embora fosse mais prov\u00e1vel que ele n\u00e3o estivesse realmente envolvido com o bombardeio, possivelmente foi morto devido a [[tortura]].\n\nChernyi advogou a desconstru\u00e7\u00e3o [[Nietzsche]]ana dos [[valor (\u00e9tica)|valores]] da sociedade [[burguesia|burguesa]] russa, e rejeitou as comunas volunt\u00e1rias do anarcocomunista [[Peter Kropotkin]] como pren\u00fancio para a liberdade do indiv\u00edduo.Chernyi, Lev (1923) [1907]. ''Novoe Napravlenie v Anarkhizme: Asosiatsionnii Anarkhism (Moscow; 2nd ed.). New York.'' Ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do livro, Chernyi foi aprisionado na Sib\u00e9ria pelo regime [[Czar]]ista Russo por suas atividades revolucion\u00e1rias.Phillips, Terry (Fall 1984). [http://recollectionbooks.com/bleed/Encyclopedia/ChernyiLev.htm \"Lev Chernyi\"] {{Wayback|url=http://recollectionbooks.com/bleed/Encyclopedia/ChernyiLev.htm |date=20080211173334 }}. The Match! (79). http://recollectionbooks.com/bleed/Encyclopedia/ChernyiLev.htm {{Wayback|url=http://recollectionbooks.com/bleed/Encyclopedia/ChernyiLev.htm |date=20080211173334 }}. Retrieved 2008-03-10.\n\n== Anarcoindividualistas Latino-Americanos ==\n[[Imagem:Mlacerda.png|thumb|direita|180px|[[Maria Lacerda de Moura]], individualista [[Anarcafeminismo|anarcofeminista]]]]\nVicente Rojas Lizcano, cujo [[pseud\u00f4nimo]] era [[Bi\u00f3filo Panclasta]], foi um escritor anarquista individualista e [[ativismo|ativista]] [[Col\u00f4mbia|colombiano]]. Em 1904, ele come\u00e7ou a usar o nome Biofilo Panclasta. \"Biofilo\", em [[l\u00edngua espanhola|espanhol]], significa para \"amante da vida\" e \"Panclasta\", \"inimigo de todos\".PANCLASTA, Bi\u00f3filo (1928): ''Comprimidos psicol\u00f3gicos de los revolucionarios criollos''. Peri\u00f3dico Claridad, Bogot\u00e1, N\u00ba 52, 53, 54, 55 y 56. Visitou mais de cinquenta pa\u00edses propagando o anarquismo, que, no seu caso, foi fortemente influenciado pelo pensamento de [[Max Stirner]] e [[Friedrich Nietzsche]]. Entre suas obras escritas, est\u00e3o ''Siete a\u00f1os enterrado vivo en una de las mazmorras de Gomezuela: Horripilante relato de un resucitado (1932)'' e ''Mis prisiones, mis destierros y mi vida (1929)'', que falam sobre suas muitas aventuras enquanto vivia como um ativista aventureiro e vagabundo, bem como seu pensamento e as muitas vezes em que ele foi preso em diferentes pa\u00edses.\n\n[[Maria Lacerda de Moura]] foi uma [[professor]]a [[brasil]]eira, [[jornalismo|jornalista]], [[Anarcafeminismo|anarcafeminista]] e anarcoindividualista. Suas ideias sobre a educa\u00e7\u00e3o foram fortemente influenciadas por [[Francisco Ferrer]]. Ela, mais tarde, mudou-se para [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]] e envolveu-se com o jornalismo da imprensa anarquista e [[proletariado|prolet\u00e1ria]]. L\u00e1, ela tamb\u00e9m abordou temas como [[educa\u00e7\u00e3o]], [[direitos da mulher]], o [[amor livre]], e [[antimilitarismo]]. Seus escritos e [[ensaio (literatura)|ensaios]] alcan\u00e7aram aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 no Brasil, mas tamb\u00e9m na [[Argentina]] e no [[Uruguai]]. Em fevereiro de 1923, ela lan\u00e7ou ''Renascen\u00e7a'', um peri\u00f3dico ligado ao anarquismo, [[progressismo]] e a esferas de [[livre pensador]]es da \u00e9poca. Seu pensamento foi influenciado principalmente por anarquistas individualistas como [[Han Ryner]] e [[\u00c9mile Armand]].[http://www.nodo50.org/insurgentes/textos/mulher/09marialacerda.htm \"Maria Lacerda de Moura - Uma Anarquista Individualista Brasileira\"] Ela mantinha contato com grupos anarcoindividualistas da [[Espanha]].\n\n== Cr\u00edticas ==\n[[Imagem:George bernard shaw.jpg|thumb|180px|esquerda|[[George Bernard Shaw]] expressou d\u00favidas com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o de riqueza no anarquismo individualista.]]\nO socialista libert\u00e1rio [[Murray Bookchin]] criticou o anarquismo individualista por se opor \u00e0 democracia e adotar o \"[[Estilo de vida anarquista|anarquismo como estilo de vida]]\" em detrimento da [[luta de classes]].Bookchin, Murray (1995). ''Social Anarchism or Lifestyle Anarchism''. Stirling: AK Press. ISBN 9781873176832. Bookchin clama que o anarquismo individualista apoia apenas a [[Liberdades negativas|liberdade negativa]] e rejeita a [[liberdade positiva|positiva]].Bookchin, Murray. \"Communalism: The Democratic Dimensions of Social Anarchism\". ''Anarchism, Marxism and the Future of the Left: Interviews and Essays'', 1993-1998. [[AK Press]], 1999, p. 155 O [[Anarcocomunismo|anarcocomunista]] [[Albert Meltzer]] prop\u00f5e que o anarquismo individualista difere radicalmente do anarquismo revolucion\u00e1rio, e que \u00e9 \"\u00e0s vezes muito rapidamente admitido que este \u00e9, afinal, anarquismo'\". Ele afirmou que a aceita\u00e7\u00e3o por [[Benjamin Tucker]] do uso da for\u00e7a policial privada (inclusive para impedir manifesta\u00e7\u00f5es violentas para proteger a \"liberdade do patr\u00e3o\") \u00e9 contradit\u00f3ria \u00e0 defini\u00e7\u00e3o de anarquismo como \"sem governo\".Meltzer, Albert. ''Anarchism: Arguments For and Against''. AK Press, 2000. pp. 114-115 Meltzer se op\u00f4s ao anarcocapitalismo pelas mesmas raz\u00f5es, argumentando que seu apoio a \"ex\u00e9rcitos privados\" \u00e9, na verdade, uma defesa do \"Estado limitado/m\u00ednimo\". Ele alega que \"s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel conceber a anarquia como livre, 'comunisticamente' e n\u00e3o oferecendo nenhuma necessidade econ\u00f4mica para a repress\u00e3o contra ela mesma.\"Meltzer, Albert. ''Anarchism: Arguments For and Against''. AK Press, 2000. p 50\n\nDe acordo com Gareth Griffith, [[George Bernard Shaw]] inicialmente teve flertes com o anarquismo individualista antes de chegar \u00e0 conclus\u00e3o de que era \"a nega\u00e7\u00e3o do [[socialismo]], e \u00e9 na verdade, antissocialismo conduzido t\u00e3o pr\u00f3ximo da sua conclus\u00e3o l\u00f3gica quanto qualquer homem sensato ousa lev\u00e1-lo.\" O argumento de Shaw era que mesmo se a riqueza fosse inicialmente distribu\u00edda igualmente, o grau de ''[[laissez-faire]]'' defendido por Tucker resultaria numa redistribui\u00e7\u00e3o da riqueza se tornando novamente desigual, pois permitiria a apropria\u00e7\u00e3o privada e a acumula\u00e7\u00e3o.Griffith, Gareth. ''Socialism and Superior Brain: The Political Thought of George Bernard Shaw''. Routledge (UK). 1993. p. 310 Segundo o acad\u00eamico Carlotta Anderson, os anarquistas individualistas estadunidenses aceitam que a livre-concorr\u00eancia resulta em desigualdade na distribui\u00e7\u00e3o de riquezas, mas \"n\u00e3o veem isso como injusti\u00e7a\"Anderson, Carlotta R. ''All-American Anarchist: Joseph A. Labadie and the Labor Movement'', Wayne State University Press, 1998, p. 250 Tucker explica que \"Se eu passar a vida livre e rico, n\u00e3o vou chorar porque o meu vizinho, igualmente livre, \u00e9 mais rico. A liberdade que acabar\u00e1 por tornar todos os homens ricos, n\u00e3o far\u00e1 todos os homens igualmente ricos. A autoridade pode (ou n\u00e3o) fazer todos os homens igualmente ricos na carteira; e certamente ir\u00e1 torn\u00e1-los igualmente pobres em tudo o que faz a vida ser melhor\".Tucker, Benjamin. ''Economic Rent''.\n\nH\u00e1 tamb\u00e9m a cr\u00edtica contempor\u00e2nea entre as correntes do anarquismo individualista. O mutualista americano [[Joe Peacott]] criticou o anarcocapitalismo por tentar hegemonizar a classifica\u00e7\u00e3o do \"anarquismo individualista\" e fazer parecer que todo anarcoindividualista \u00e9 pr\u00f3-[[capitalismo]]\"No artigo dela sobre o anarquismo individualista em Outubro de 1984, ''New Libertarian'', Wendy McElroy erroneamente afirma que o anarcoindividualismo atual \u00e9 id\u00eantico ao anarcocapitalismo. Ela ignora o fato de que ainda h\u00e1 anarquistas individualistas que rejeitam o capitalismo tanto quanto o comunismo, na tradi\u00e7\u00e3o de Warren, Spooner, Tucker, e outros.\" \"Eu n\u00e3o questiono McElroy quando definisse como uma anarquista individualista. No entanto, n\u00e3o me agrada o fato de que ela tenta igualar o termo com o anarcocapitalismo. Isso \u00e9 simplesmente uma inverdade. Eu sou um anarquista individualista e sou contra a rela\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica capitalista, volunt\u00e1ria ou n\u00e3o.\" Benjamin Tucker, quando falou de seus ideais de \"sociedade contratual\", certamente n\u00e3o disse nada remotamente parecido com a sociedade capitalista contempor\u00e2nea.\" \"[http://flag.blackened.net/daver/anarchism/mcelroy2.html Resposta a Wendy Mc Elroy] {{Wayback|url=http://flag.blackened.net/daver/anarchism/mcelroy2.html |date=20090610111248 }}\", por [[Joe Peacott]] Ele afirmou que \"alguns individualistas, tanto no passado quanto no presente, concordam com o comunismo anarquista e que no presente o capitalismo \u00e9 baseado na coer\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, n\u00e3o no contrato volunt\u00e1rio. Aluguel e juros s\u00e3o esteios do capitalismo moderno, e s\u00e3o protegidos e executados pelo Estado. Sem essas institui\u00e7\u00f5es injustas, o capitalismo n\u00e3o poderia existir.\"{{Citar web |url=http://flag.blackened.net/daver/anarchism/mcelroy2.html |titulo=\"Reply to Wendy Mc Elroy\" por Joe Peacott |acessodata=2010-07-21 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20090610111248/http://flag.blackened.net/daver/anarchism/mcelroy2.html |arquivodata=2009-06-10 |urlmorta=yes }} Nesse sentido, ele adere ao mutualismo [[Anticapitalismo|anticapitalista]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n==Ver tamb\u00e9m==\n\n* [[T\u00f3picos no anarquismo]]\n== Bibliografia ==\n* Rodrigues, Edgar, Socialismo: S\u00edntese das Origens e Doutrinas, Achiame Editores, Rio de Janeiro, Brasil, 2006. (Edi\u00e7\u00e3o Revisada)\n* Rodrigues, Edgar, ABC do Anarquismo, 1976.\n* Rodrigues, Edgar, Socialismo: Uma Vis\u00e3o Alfab\u00e9tica, 1980.\n* P-J Proudhon, O que \u00e9 a Propriedade?, Editora Reconstruir, Buenos Ayres, Argentina, 1853.\n* P-J Proudhon, Sistema das Contradi\u00e7\u00f5es Econ\u00f4micas (ou Filosofia da Mis\u00e9ria), Ed. Brasiliense, Rio de Janeiro, Brasil,\n* Malatesta, Erico, Mikhail Bakunin, Pensiero e Volont\u00e1, It\u00e1lia, 1926.\n* Nettlau, Max, Bibliographie de l' Anarchie, 1897.\n* Beer, Max, Hist\u00f3ria do Socialismo, Ed. Brasiliense, Rio de Janeiro, Brasil, 1968.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link|de|2=http://www.lsr-projekt.de/msinda.html |3=Die Individual-Anarchisten und Max Stirner}}\n\n{{anarquismo}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Anarquismo individualista| ]]\n[[Categoria:Teorias pol\u00edticas]]"}]},"458717":{"pageid":458717,"ns":0,"title":"Jararaquinha-do-campo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| nome = Jararaquinha-do-campo\n| cor =pink\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Reptilia]]\n| ordem = [[Squamata]]\n| subordem = [[cobra|Serpentes]]\n| fam\u00edlia = [[Colubridae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Leimadophis]]''\n| esp\u00e9cie = '''''L. almadensis'''''\n| binomial = ''Leimadophis almadensis''\n| binomial_autoridade = \n}}\n\nA '''Jararaquinha-do-campo''' (''Leimadophis almadensis'') \u00e9 uma [[serpente]] da fam\u00edlia dos [[colubr\u00eddeos]], encontrada em quase todo o [[Brasil]]. Possui dorso castanho-escuro com manchas pretas, e abdome vermelho. Tamb\u00e9m \u00e9 chamada de '''cobra-espada''' e '''jararaca-de-barriga-vermelha'''.\n\n{{esbo\u00e7o-cobra}}\n\n[[Categoria:Colubridae]]\n[[Categoria:R\u00e9pteis descritos em 1824]]"}]},"80125":{"pageid":80125,"ns":0,"title":"Burnaby","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem-fontes|data=fevereiro de 2013}}\n{{geocoordenadas|49_16_00_N_122_58_O|49\u00b0 16' N 122\u00b0 58' O}}{{Info/Localidade}}[[Ficheiro:Burnaby, British Columbia Location.png|200px|direita|thumbnail|Localiza\u00e7\u00e3o de Burnaby na regi\u00e3o metropolitana da [[Vancouver]].]]\n'''Burnaby''' \u00e9 uma cidade da prov\u00edncia [[Canad\u00e1|canadense]] de [[Col\u00fambia Brit\u00e2nica]], e parte da regi\u00e3o metropolitana de [[Vancouver]]. Sua popula\u00e7\u00e3o \u00e9 de aproximadamente 198 mil habitantes. Situa-se ao leste de Vancouver e \u00e9 a terceira maior cidade em popula\u00e7\u00e3o da prov\u00edncia, atr\u00e1s somente de [[Surrey (Col\u00fambia Brit\u00e2nica)]] e de [[Vancouver]].\n\u00c9 nela que acontece a s\u00e9rie ''[[Being Ian|Se liga Ian]]''.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.city.burnaby.bc.ca Site de Burnaby] Ligada a Vancouver pela excelente linha de metr\u00f4 denominada Skytrain. Poucos minutos ligam Burnaby ao centro de Vancouver por esta linha. \n\n{{esbo\u00e7o-geoca}}\n{{Commonscat|Burnaby, British Columbia}}\n\n[[Categoria:Burnaby]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Blue pencil.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Burnaby, British Columbia Location.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Burnaby BC coat of arms.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Burnaby highrises across Deer Lake.JPG"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Commons-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Burnaby BC flying.JPG"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Canada.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:GVRD Burnaby.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Info Simple.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Question book.svg"}]},"191719":{"pageid":191719,"ns":0,"title":"Cabo Ocidental","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento\n|nome_oficial = Cabo Ocidental\n|assentamento_tipo = [[Prov\u00edncias da \u00c1frica do Sul]]\n|imagens_tamanho = \n|imagem_horizonte = AgulhasLighthouse.jpg\n|imagem_tamanho = \n|imagem_legenda = \n|imagem_bandeira = \n|bandeira_tamanho = \n|imagem_selo = \n|selo_tamanho = \n|imagem_escudo =\n|escudo_tamanho = \n|imagem_emblema_vazio = \n|apelido = \n|lema = \n|imagem_mapa = Western Cape in South Africa.svg\n|mapa_tamanho = \n|mapa_legenda = \n|imagem_mapa_ponto = \n|mapa_ponto_tamanho = \n|mapa_ponto_legenda = \n|ponto_x = |ponto_y = \n|mapa_alfinete = \n|mapa_alfinete_posi\u00e7\u00e3o = \n|mapa_alfinete_tamanho = \n|mapa_alfinete_legenda = \n|latd = |latm = |lats = |latNS = \n|longd = |longm = |longs = |longEW = \n|subdivis\u00e3o_tipo = Pa\u00eds\n|subdivis\u00e3o_nome = [[\u00c1frica do Sul]]\n|subdivis\u00e3o_tipo1 = Regi\u00e3o\n|subdivis\u00e3o_nome1 = \n|subdivis\u00e3o_tipo2 = Departamento\n|subdivis\u00e3o_nome2 = \n|estabelecido_t\u00edtulo = \n|estabelecido_data = [[27 de abril]] de [[1994]]\n|fundador = \n|nomeado_por = \n|sede_tipo = \n|sede = \n|governo_notas = \n|governo_tipo = Sistema parlamentar\n|l\u00edder_partido = [[Alian\u00e7a Democr\u00e1tica (\u00c1frica do Sul)|Alian\u00e7a Democr\u00e1tica]]\n|l\u00edder_t\u00edtulo = Premier\n|l\u00edder_nome = Hellen Zille\n|l\u00edder_t\u00edtulo1 = \n|l\u00edder_nome1 = \n|total_tipo = \n|unid_pref = Metric\n|\u00e1rea_notas = \n|\u00e1rea_magnitude = \n|\u00e1rea_total_km2 = 129462\n|\u00e1rea_total_sq_mi = \n|\u00e1rea_total_dunam = \n|\u00e1rea_terra_km2 = \n|\u00e1rea_terra_sq_mi = \n|\u00e1rea_\u00e1gua_km2 = \n|\u00e1rea_\u00e1gua_sq_mi = \n|\u00e1rea_\u00e1gua_percent = \n|altitude_notas = \n|altitude_m = 2325\n|altitude_ft = \n|popula\u00e7\u00e3o_notas = \n|popula\u00e7\u00e3o_total = 5822734\n|popula\u00e7\u00e3o_em = 2011\n|popula\u00e7\u00e3o_densidade_km2 = 45\n|popula\u00e7\u00e3o_densidade_sq_mi = \n|popula\u00e7\u00e3o_est = 6200100\n|popula\u00e7\u00e3o_est_em = 2015\n|popula\u00e7\u00e3o_obs = \n|gent\u00edlico = \n|timezone = \n|utc_offset = \n|timezone_DST = \n|utc_offset_DST = \n|c\u00f3digo_postal_tipo = \n|c\u00f3digo_postal = \n|c\u00f3digo_\u00e1rea_tipo = \n|c\u00f3digo_\u00e1rea = \n|s\u00edtio = [http://www.westerncape.gov.za westerncape.gov.za]\n|notas = \n}}\n'''Cabo Ocidental''' \u00e9 uma [[Prov\u00edncias da \u00c1frica do Sul|prov\u00edncia]] da [[\u00c1frica do Sul]], situada na costa sudoeste do pa\u00eds.Britannica, T. Editors of Encyclopaedia. [https://www.britannica.com/place/Western-Cape Western Cape]. Encyclopedia Britannica, 3 de fevereiro de 2024. \u00c9 a quarta maior das nove prov\u00edncias com uma \u00e1rea de 129 449 km\u00b2, e a terceira mais populosa, com uma estimativa de 7 milh\u00f5es de habitantes em 2020. Cerca de dois ter\u00e7os desses habitantes vivem na \u00e1rea metropolitana da [[Cidade do Cabo]], que tamb\u00e9m \u00e9 a capital da prov\u00edncia e a legislativa do pa\u00eds. Foi criada em 1994 a partir de parte da antiga prov\u00edncia do [[Cabo (prov\u00edncia)|Cabo]]. As duas maiores cidades s\u00e3o Cidade do Cabo e [[George (Cabo Ocidental)|George]].\n\n== Geografia ==\nA prov\u00edncia do Cabo Ocidental se estende para norte e leste do [[Cabo da Boa Esperan\u00e7a]], no canto sudoeste da [[\u00c1frica do Sul]]. Espalha-se por cerca de 400 km para o norte ao longo da costa atl\u00e2ntica e cerca de 500 km para o leste ao longo da costa sul da \u00c1frica do Sul (sul do [[Oceano \u00cdndico]]). \u00c9 limitado a norte pelo [[Cabo Setentrional]] e a leste pelo [[Cabo Oriental]]. A \u00e1rea total da prov\u00edncia \u00e9 de 129 462 km\u00b2, cerca de 10,6% do total do pa\u00eds. \u00c9 aproximadamente do tamanho da [[Inglaterra]]. Sua capital e maior cidade \u00e9 a [[Cidade do Cabo]], e algumas outras cidades importantes incluem [[Stellenbosch]], [[Worcester (\u00c1frica do Sul)|Worcester]], [[Paarl]] e [[George (Cabo Ocidental)|George]]. A [[Rota Jardim]] e o [[Overberg]] s\u00e3o \u00e1reas tur\u00edsticas costeiras populares.\n\nO Cabo Ocidental \u00e9 a regi\u00e3o mais meridional do continente africano com o [[Cabo das Agulhas]] como ponto mais meridional, a apenas 3 800 km da costa ant\u00e1rtica. O litoral varia de arenoso entre os cabos, rochoso a \u00edngreme e montanhoso em alguns lugares. O \u00fanico porto natural \u00e9 a [[Ba\u00eda de Saldanha]], na costa oeste, cerca de 140 km ao norte da Cidade do Cabo. No entanto, a falta de \u00e1gua doce na regi\u00e3o fez com que apenas recentemente fosse usado como porto. O principal porto da prov\u00edncia foi constru\u00eddo na [[Ba\u00eda da Mesa]], que em seu estado natural estava totalmente exposto \u00e0s tempestades do noroeste que trazem chuva para a prov\u00edncia no inverno, bem como os ventos secos de sudeste quase ininterruptos no ver\u00e3o. Mas a \u00e1gua doce vinda da [[Montanha da Mesa]] e do Devil's Peak permitiu que os primeiros colonizadores europeus constru\u00edssem a Cidade do Cabo nas margens deste ancoradouro.\n\n== Subdivis\u00f5es ==\n{{artigo principal|[[Lista de munic\u00edpios do Cabo Ocidental]]}}\nA prov\u00edncia est\u00e1 dividida em um munic\u00edpio metropolitano ([[Munic\u00edpio metropolitano da Cidade do Cabo|Cidade do Cabo]]) e cinco munic\u00edpios distritais, que se subdividem em 24 munic\u00edpios locais.\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commons category|Western Cape}}{{wikivoyage|Western Cape}}\n\n* [http://www.westerncape.gov.za/ Provincial Government of the Western Cape] (ingl\u00eas)\n* [https://web.archive.org/web/20071126003322/http://www.tourismcapetown.co.za/ Western Cape Tourism] (ingl\u00eas)\n* [http://www.wesgro.org.za/ Western Cape Investment and Trade Promotion Agency] (ingl\u00eas)\n* [http://www.demarcation.org.za/ Municipal Demarcation Board] (ingl\u00eas)\n* [http://wazimap.co.za/profiles/province-WC/ Western Cape on Wazimap.co.za] (ingl\u00eas)\n\n[[Categoria:Cabo Ocidental| ]]\n[[Categoria:Estados e territ\u00f3rios fundados em 1994]]"}]},"6761496":{"pageid":6761496,"ns":0,"title":"Jean Leurechon","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Ficheiro:Leurechon,_Jean_\u2013_R\u00e9cr\u00e9ations_math\u00e9matiques,_1642_\u2013_BEIC_197163.jpg|miniaturadaimagem| ''R\u00e9cr\u00e9ations math\u00e9matiques'', 1642]]\n'''Jean Leurechon''' ({{circa|1591}} \u2013 {{Morte|17|1|1670}}) foi um padre jesu\u00edta, astr\u00f4nomo e matem\u00e1tico franc\u00eas conhecido por ter descoberto o [[princ\u00edpio da casa dos pombos]] e nomeado o [[term\u00f4metro]].\n\n== Vida ==\nLeurechon nasceu em [[Bar-le-Duc]], onde seu pai, tamb\u00e9m chamado Jean Leurechon, trabalhava como m\u00e9dico do [[Lista de soberanos da Lorena|Duque de Lorena]].{{Citation|title=M\u00e9moires de la Soci\u00e9t\u00e9 des lettres, sciences et arts de Bar-le-Duc|year=1901|language=French|pages=271\u2013272|url=https://archive.org/details/MemoiresDeLaSocieteBarLeDuc1901/page/n325}} Ele enviou Leurechon para ser educado na universidade jesu\u00edta de [[Pont-\u00e0-Mousson]], desejando que ele se tornasse um m\u00e9dico; mas, sabendo que Leurechon desejava integrar o clero,{{Citation|title=Histoire de la Compagnie de J\u00e9sus en France : des origines \u00e0 la suppression, (1528\u20131762), Vol. III: \u00c9poque de Progr\u00e9s (1604\u20131623)|first1=Henri, SJ|last=Fouqeray|publisher=Bureaux des \u00c9tudes|year=1922|page=277|url=https://archive.org/details/histoiredelaco03fouq/page/276/mode/2up}} trouxe-o de volta para Bar-le-Duc. Em 1609, Leurechon fugiu de casa para retornar aos Jesu\u00edtas, e relata-se que isso enfureceu tanto sua m\u00e3e que ela tentou assassinar o l\u00edder da ordem jesu\u00edsta local com uma adaga. Seu pai apelou ao parlamento de Paris, que tinha jurisdi\u00e7\u00e3o sobre Pont-\u00e0-Mousson, e Leurechon teve que voltar para Bar-le-Duc, onde o Duque ordenou que Leurechon fosse mantido no convento dos [[Ordem dos M\u00ednimos|M\u00ednimos]] em [[Nancy]]. Isso n\u00e3o abateu sua vontade e, depois de um m\u00eas, seus pais deixaram-no partir.{{Citation|first1=John W., SJ|last=Padberg|title=Of all things...|pages=iii\u2013iv|journal=Studies in the Spirituality of Jesuites|volume=32|issue=5|date=2000|url=https://ejournals.bc.edu/index.php/jesuit/article/view/3984/3548}}\n\nLeurechon lecionou matem\u00e1tica de 1614 a 1629 em Pont-\u00e0-Mousson,{{Citation|last=Rittaud|first1=Beno\u00eet|last2=Heeffer|first2=Albrecht|doi=10.1007/s00283-013-9389-1|issue=2|journal=The Mathematical Intelligencer|mr=3207654|pages=27\u201329|title=The pigeonhole principle, two centuries before Dirichlet|volume=36|year=2014|url=https://biblio.ugent.be/publication/4115264}} e, em 1631, tornou-se [[reitor]] do Coll\u00e8ge Gilles de Tr\u00e8ves, uma escola jesu\u00edta em Bar-le-Duc.{{Citation|title=M\u00e9moires de la Soci\u00e9t\u00e9 des lettres, sciences et arts de Bar-le-Duc|year=1901|language=French|pages=271\u2013272|url=https://archive.org/details/MemoiresDeLaSocieteBarLeDuc1901/page/n325}}{{Citation|first1=John W., SJ|last=Padberg|title=Of all things...|pages=iii\u2013iv|journal=Studies in the Spirituality of Jesuites|volume=32|issue=5|date=2000|url=https://ejournals.bc.edu/index.php/jesuit/article/view/3984/3548}} Essa posi\u00e7\u00e3o trouxe a reconcilia\u00e7\u00e3o com seus pais, que legaram seus bens aos jesu\u00edtas. Em Bar-le-Duc, ele tamb\u00e9m recebeu a [[Confiss\u00e3o (sacramento)|confiss\u00e3o]] de [[Carlos IV da Lorena|Carlos IV, Duque de Lorena]].{{Citation|title=Histoire de la Compagnie de J\u00e9sus en France : des origines \u00e0 la suppression, (1528\u20131762), Vol. III: \u00c9poque de Progr\u00e9s (1604\u20131623)|first1=Henri, SJ|last=Fouqeray|publisher=Bureaux des \u00c9tudes|year=1922|page=277|url=https://archive.org/details/histoiredelaco03fouq/page/276/mode/2up}}\n\nDe 1649 a 1655, ele trabalhou em uma capela militar em [[Bruxelas]].{{Citation|url=https://www.jesuitica.be/assets/file/Etten-intro.pdf|first1=Albrecht|last=Heeffer|title=''R\u00e9cr\u00e9ations Math\u00e9matiques'' (1624) A Study on its Authorship, Sources and Influence|journal=Gibeciere|volume=1|pages=77\u2013167|year=2006}} Ele morreu em 17 de janeiro de 1670 em Pont-\u00e0-Mousson.{{Citation|title=Histoire de la Compagnie de J\u00e9sus en France : des origines \u00e0 la suppression, (1528\u20131762), Vol. III: \u00c9poque de Progr\u00e9s (1604\u20131623)|first1=Henri, SJ|last=Fouqeray|publisher=Bureaux des \u00c9tudes|year=1922|page=277|url=https://archive.org/details/histoiredelaco03fouq/page/276/mode/2up}}\n\n== Trabalhos ==\nDepois de dois trabalhos anteriores sobre astronomia,{{Citar enciclop\u00e9dia|url=https://www.encyclopedia.com/science/dictionaries-thesauruses-pictures-and-press-releases/leurechon-jean|titulo=Jean Leurechon|acessodata=2020-01-27|enciclop\u00e9dia=Encyclopedia.com}} em 1619 Leurechon publicou dois trabalhos sobre um [[cometa]] que foi avistado em novembro e dezembro de 1618.{{Citation|title=La Contre-R\u00e9forme Math\u00e9matique: Constitution et diffusion d'une culture math\u00e9matique j\u00e9suite \u00e0 la Renaissance (1540-1640)|first1=Antonella|last=Romano|author-link=Antonella Romano|publisher=Biblioth\u00e8que des \u00c9coles fran\u00e7aises d'Ath\u00e8nes et de Rome|year=1999|page=521|url=https://www.persee.fr/doc/befar_0257-4101_1999_mon_306_1}} Em 1622 ele publicou o livro ''Select\u00e6 Propositiones in Tota Sparsim Mathematica Pulcherrim\u00e6''.{{Citation|last=Rittaud|first1=Beno\u00eet|last2=Heeffer|first2=Albrecht|doi=10.1007/s00283-013-9389-1|issue=2|journal=The Mathematical Intelligencer|mr=3207654|pages=27\u201329|title=The pigeonhole principle, two centuries before Dirichlet|volume=36|year=2014|url=https://biblio.ugent.be/publication/4115264}} Outro livro, ''R\u00e9cr\u00e9ations Math\u00e9matiques'', sobre [[matem\u00e1tica recreativa]], foi publicado em 1624 em Pont-\u00e0-Mousson sob o nome de ''H. van Etten'', descrito na dedicat\u00f3ria do livro como um estudante que vivia em Pont-\u00e0-Mousson. A autoria da obra \u00e9 usualmente atribu\u00edda a Leurechon, e o nome van Etten costuma ser interpretado como um [[Pseud\u00f3nimo|pseud\u00f4nimo]] ou como uma \"modesta\" atribui\u00e7\u00e3o incorreta, mas isso foi contestado por alguns estudiosos, que argumentam que um estudante real chamado van Etten foi o autor.{{Citation|url=https://www.jesuitica.be/assets/file/Etten-intro.pdf|first1=Albrecht|last=Heeffer|title=''R\u00e9cr\u00e9ations Math\u00e9matiques'' (1624) A Study on its Authorship, Sources and Influence|journal=Gibeciere|volume=1|pages=77\u2013167|year=2006}}{{Citation|title=Old conjuring books: a bibliographical and historical study with a supplementary check-list|first1=Trevor H.|last=Hall|publisher=St. Martin's Press|year=1973|pages=101, 116\u2013117}}{{Citation|last=Borrelli|contribution=The Weatherglass And Its Observers In The Early Seventeenth Century|isbn=978-90-47-44231-8|volume=11|title=Philosophies of Technology: Francis Bacon and his Contemporaries|series=Intersections: Interdisciplinary Studies in Early Modern Culture|publisher=Brill|pages=67\u2013130|doi=10.1163/ej.9789004170506.i-582.24|editor4-link=Nicole C. Karafyllis|first1=Arianna|editor4-first=Nicole|editor4-last=Karafyllis|editor3-first=Gisela|editor3-last=Engel|editor2-first=Romano|editor2-last=Nanni|editor1-first=Claus|editor1-last=Zittel|year=2008}}. See in particular [https://books.google.com/books?id=aO55DwAAQBAJ&pg=PA119 ''The Thermometer as a Mathematical Instrument'', pp. 119\u2013122]. O livro foi influente no campo da [[matem\u00e1tica recreativa]], o que lhe rendeu v\u00e1rias republica\u00e7\u00f5es.\n\nO livro de 1622 continha uma breve refer\u00eancia ao [[princ\u00edpio da casa dos pombos]], escrita muito antes de ele ser enunciado por [[Johann Peter Gustav Lejeune Dirichlet|Peter Gustav Lejeune Dirichlet]], a quem geralmente \u00e9 atribu\u00eddo, em 1834. No livro de 1624, o princ\u00edpio encontra-se exposto com maior detalhamento.{{Citation|last=Rittaud|first1=Beno\u00eet|last2=Heeffer|first2=Albrecht|doi=10.1007/s00283-013-9389-1|issue=2|journal=The Mathematical Intelligencer|mr=3207654|pages=27\u201329|title=The pigeonhole principle, two centuries before Dirichlet|volume=36|year=2014|url=https://biblio.ugent.be/publication/4115264}} O livro de 1624 tamb\u00e9m continha o primeiro uso da palavra ''thermom\u00e8tre'' ([[term\u00f4metro]]) para se referir ao aparelho utilizado para medir temperaturas, anteriormente chamado de ''thermoscope'' ([[termosc\u00f3pio]]).{{Citation|last=Borrelli|contribution=The Weatherglass And Its Observers In The Early Seventeenth Century|isbn=978-90-47-44231-8|volume=11|title=Philosophies of Technology: Francis Bacon and his Contemporaries|series=Intersections: Interdisciplinary Studies in Early Modern Culture|publisher=Brill|pages=67\u2013130|doi=10.1163/ej.9789004170506.i-582.24|editor4-link=Nicole C. Karafyllis|first1=Arianna|editor4-first=Nicole|editor4-last=Karafyllis|editor3-first=Gisela|editor3-last=Engel|editor2-first=Romano|editor2-last=Nanni|editor1-first=Claus|editor1-last=Zittel|year=2008}}. See in particular [https://books.google.com/books?id=aO55DwAAQBAJ&pg=PA119 ''The Thermometer as a Mathematical Instrument'', pp. 119\u2013122].{{citation|title=The Development of the Thermometer|first=Mattie Bell|last=Fretwell|journal=The Mathematics Teacher|volume=30|issue=2|date=1937|pages=80\u201383|doi=10.5951/MT.30.2.0080|jstor=27952013}}\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\u00a0\n[[Categoria:Cl\u00e9rigos-cientistas cat\u00f3licos]]\n[[Categoria:Jesu\u00edtas cientistas]]\n[[Categoria:Matem\u00e1ticos da Fran\u00e7a do s\u00e9culo XVII]]\n[[Categoria:Mortos em 1670]]\n[[Categoria:Nascidos em 1591]]"}]},"4245523":{"pageid":4245523,"ns":0,"title":"Here Comes the Navy","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Filme\n |nome = Here Comes the Navy\n |t\u00edtulo-bra = A\u00ed Vem a Marinha!\n |t\u00edtulo-prt = Marinheiros em Terra\n |imagem = Here Comes the Navy.jpg\n |imagem_tamanho = \n |imagem_legenda = James Cagney e Gloria Stuart no ''trailer'' do filme\n |pa\u00eds = {{EUA}}\n |ano = [[1934 no cinema|1934]]\n |cor-pb = p&b\n |dura\u00e7\u00e3o = 87\n |dire\u00e7\u00e3o = Lloyd Bacon\n |produ\u00e7\u00e3o = [[Hal B. Wallis]]
[[Jack Warner]]\n |produ\u00e7\u00e3o executiva = \n |roteiro = [[Earl Baldwin]]
[[Ben Markson]]\n |elenco = James Cagney
Pat O'Brien
Gloria Stuart\n |g\u00eanero = Com\u00e9dia\n |tipo = LF\n |idioma = [[l\u00edngua inglesa|Ingl\u00eas]]\n |m\u00fasica = \n |edi\u00e7\u00e3o = [[George Amy]]\n |diretor de arte = [[Esdras Hartley]]\n |diretor de fotografia = [[Arthur Edeson]]\n |figurino = [[Orry-Kelly]]\n |est\u00fadio = [[Warner Bros.]]\n |distribui\u00e7\u00e3o = Warner Bros.\n |lan\u00e7amento = {{EUAb}} [[21 de julho]] de 1934
{{PORb}} [[27 de julho]] de [[1944]]\n |or\u00e7amento = \n |receita = \n |c\u00f3digo-IMDB = 0025238\n}}\n'''''Here Comes the Navy''''' ({{BRPT|cinema|A\u00ed Vem a Marinha!|Marinheiros em Terra}}) \u00e9 um [[filme]] [[Estados Unidos|norte-americano]] de [[1934 no cinema|1934]], do g\u00eanero [[filme de com\u00e9dia|com\u00e9dia]], dirigido por [[Lloyd Bacon]] e estrelado por [[James Cagney]] e [[Pat O'Brien]].\n\n==Produ\u00e7\u00e3o==\n[[Ficheiro:James Cagney and Pat O'Brien in Here Comes the Navy trailer.jpg|thumb|300px|left|
James Cagney e Pat O'Brien em cena do ''[[trailer]]'' do filme
]]\nFilmado a bordo do [[navio de guerra]] U. S. S. Arizona (que seria afundado pelos [[japoneses]] durante o ataque a [[Pearl Harbor]] em [[1941]]) e na [[Base Naval de San Diego]],{{citar livro|ultimo=Gomes de Mattos|primeiro=Antonio Carlos|t\u00edtulo=Hollywood Anos 30|local=[[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]]|editora=[[EBAL]]|ano=1991}} ''Here Comes the Navy'' \u00e9 o primeiro dos [[oito]] filmes que James Cagney fez com Pat O'Brien -- e um dos melhores. Foi tamb\u00e9m o primeiro de Cagney ap\u00f3s a forma\u00e7\u00e3o da [[Catholic League of Decency]], o que significou a diminui\u00e7\u00e3o da [[viol\u00eancia]] contra [[mulher]]esHIRSCHHORN, Clive, '''The Warner Bros. Story''', [[Londres]]: Octopus Books, [[1986]] {{en}}(Cagney ficara famoso por atirar ''[[grapefruit]]'' no [[face|rosto]] de [[Mae Clarke]] no cl\u00e1ssico ''[[The Public Enemy]]''. Maltratar mulheres era uma caracter\u00edstica dos muitos [[g\u00e2ngster]]es que ele interpretou no [[cinema]]).\n\nNa [[d\u00e9cada de 1930]], ficaram populares filmes de [[propaganda]] que incentivavam o alistamento nas [[For\u00e7as Armadas]].SHINDLER, Colin, ''Hollywood Holds Back'', in '''Movies of the Thirties''', editado por Ann Lloyd, [[Londres]]: Orbis, [[1985]] {{en}} O [[diretor cinematogr\u00e1fico|diretor]] Lloyd Bacon, um oficial da [[Marinha dos Estados Unidos|Marinha]] na reserva, dirigiu [[cinco]] deles, o primeiro tendo sido exatamente ''Here Comes the Navy'' (os outros foram realizados entre [[1935]] e [[1943]]).\n\nMais interessante por retratar o dia a dia na Marinha do que por seu [[enredo]] de rotina, a pel\u00edcula foi indicada pela [[Academia de Artes e Ci\u00eancias Cinematogr\u00e1ficas|Academia]] ao [[Oscar de melhor filme|Oscar de Melhor Filme]].\n\n==Sinopse==\nO arrogante Chesty O'Conner perde a [[namorada]] para o oficial da Marinha Biff Martin e alista-se no mesmo [[navio]] em que o [[advers\u00e1rio|rival]] est\u00e1 engajado, s\u00f3 para conseguir uma revanche. Indisciplinado e intrat\u00e1vel, ele acumula [[amizade|inimizades]], mas n\u00e3o se importa porque est\u00e1 atra\u00eddo por Dorothy, que vem a ser a [[irm\u00e3]] de Biff. Com o tempo, Chesty muda o [[temperamento (psicologia)|temperamento]] e consegue at\u00e9 mostrar-se capaz de um gesto [[her\u00f3i|heroico]].\n\n==Premia\u00e7\u00f5es==\n{|class=\"wikitable\" style=\"font-size: 90%;\" border=\"2\" cellpadding=\"4\" background: #f9f9f9;\n|- align=\"center\"\n! style=\"background:#B0C4DE;\" | Pr\u00eamio\n! style=\"background:#B0C4DE;\" | Categoria\n! style=\"background:#B0C4DE;\" | Situa\u00e7\u00e3o\n|-\n| [[\u00d3scar|Oscar]]\n| Melhor Filme\n| Indicado\n|-\n|}\n\n==Elenco==\n{|class=\"wikitable\" style=\"font-size: 90%;\" border=\"2\" cellpadding=\"4\" background: #f9f9f9;\n|- align=\"center\"\n! style=\"background:#B0C4DE;\" | Ator/Atriz\n! style=\"background:#B0C4DE;\" | Personagem\n|-\n| James Cagney\n| ''Chesty O'Conner''\n|-\n| Pat O'Brien\n| ''Biff Martin''\n|-\n| [[Gloria Stuart]]\n| ''Dorothy Martin''\n|-\n| [[Frank McHugh]]\n| ''Droopy Mullins''\n|-\n| [[Robert Barrat]]\n| ''[[Comandante]] Denny''\n|-\n| [[Willard Robertson]]\n| ''Oficial Executivo''\n|-\n| [[Howard Hickman]]\n| ''[[Capit\u00e3o (n\u00e1utica)|Capit\u00e3o]]''\n|-\n| [[George Irving]]\n| ''[[Almirante]]\n|-\n|}\n{{refer\u00eancias}}\n==Bibliografia==\n* {{citar livro|autor=ALBAGLI, Fernando|t\u00edtulo=Tudo Sobre o Oscar|local=[[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]]|editora=[[EBAL]]|ano=1988}}\n* {{citar livro|autor =FILHO, Rubens Ewald|autorlink =Rubens Ewald Filho|t\u00edtulo=O Oscar e Eu|local=[[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]]|editora=[[Companhia Editora Nacional]]|ano=2003}}\n* MALTIN, Leonard, '''Classic Movie Guide''', segunda edi\u00e7\u00e3o, [[Nova Iorque]]: Plume, [[2010]] {{en}}\n\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{imdb t\u00edtulo|0025238}}\n* [http://www.allmovie.com/movie/here-comes-the-navy-v95007/ Here Comes the Navy no AllMovie] {{en}}\n* [http://www.tcm.com/tcmdb/title/201/Here-Comes-the-Navy/ Here Comes the Navy no TCM Movie Database] {{en}}\n\n{{portal3|cinema}}\n\n{{DEFAULTSORT:Here Comes Navy}}\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua inglesa]]\n[[Categoria:Filmes dos Estados Unidos de 1934]]\n[[Categoria:Filmes dirigidos por Lloyd Bacon]]\n[[Categoria:Filmes em preto e branco]]\n[[Categoria:Filmes de com\u00e9dia dos Estados Unidos]]"}]},"2386321":{"pageid":2386321,"ns":0,"title":"Metamiel\u00f3cito","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"O '''metamiel\u00f3cito''' \u00e9 uma c\u00e9lula da linhagem granuloc\u00edtica da [[medula \u00f3ssea]], a mais madura ap\u00f3s o miel\u00f3cito. metamiel\u00f3cito in Dicion\u00e1rio infop\u00e9dia da L\u00edngua Portuguesa [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2018. [consult. 2018-09-11 20:59:55]. Dispon\u00edvel na Internet: https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/metamiel\u00f3cito O miel\u00f3cito \u00e9 uma c\u00e9lula cujo n\u00facleo \u00e9 redondo e o metamiel\u00f3cito constituindo uma etapa posterior de matura\u00e7\u00e3o dessa c\u00e9lula, come\u00e7a a apresentar uma chanfradura em seu n\u00facleo que o leva a ficar mais alongado, antes de tomar a forma em bast\u00e3o que \u00e9 a etapa posterior de matura\u00e7\u00e3o da [[c\u00e9lula]].\n{{refer\u00eancias}}\n[[Categoria:C\u00e9lulas animais]]"}]},"1357371":{"pageid":1357371,"ns":0,"title":"Darlington (Indiana)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambigua\u00e7\u00e3o|Darlington}}\n{{Info/Localidade dos Estados Unidos\n |nome = Darlington\n |imagem = Darlongton-sign.jpg\n|imagem_legenda = \n |estado = Indiana\n |condado = [[Condado de Montgomery (Indiana)|Condado de Montgomery]]\n |popula\u00e7\u00e3o = 842\n |data_pop = 2006\n |\u00e1rea = 0.8\n |\u00e1rea_\u00e1gua = 0.0\n |latG = 40\n |latM = 6\n |latS = 29\n |latP = N\n |lonG = 86\n |lonM = 46\n |lonS = 35\n |lonP = W\n |coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = 230\n |c\u00f3digoFIPS = 16840\n |tipo = cidade \n |mapa_detalhado = \n}}\n'''Darlington''' \u00e9 uma [[cidade]] localizada no [[Estados dos Estados Unidos da Am\u00e9rica|estado]] [[Estados Unidos|americano]] de [[Indiana]], no [[Condado de Montgomery (Indiana)|Condado de Montgomery]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] americano de 2000, a sua popula\u00e7\u00e3o era de 854 [[habitante]]s.{{Citar web|autor=|url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html|t\u00edtulo=U.S. Census Bureau. Census 2000 Summary File 1|l\u00edngua=|obra=|data=|acessodata=|arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html|arquivodata=2010-01-11|urlmorta=yes}}\nEm 2006, foi estimada uma popula\u00e7\u00e3o de 842,{{Citar web |autor= |url=http://www.census.gov/popest/datasets.html |t\u00edtulo=U.S. Census Bureau. Estimativa da popula\u00e7\u00e3o (julho de 2006) |l\u00edngua= |obra= |data= |acessodata=}} um decr\u00e9scimo de 12 (-1.4%).\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de\n0,8 km\u00b2, dos quais 0,8 km\u00b2 cobertos por terra e 0,0 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]]. Darlington localiza-se a aproximadamente 230{{Citar web |autor= |url=http://geonames.usgs.gov/domestic/download_data.htm |t\u00edtulo=U.S. Board on Geographic Names. Topical Gazetteers Populated Places. Gr\u00e1ficos do banco de dados de altitudes dos Estados Unidos da Am\u00e9rica |l\u00edngua= |obra= |data= |acessodata=}} m acima do [[N\u00edvel m\u00e9dio das \u00e1guas do mar|n\u00edvel do mar]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[Raio (geometria)|raio]] de 16 km ao redor de Darlington.\n
\n[[Ficheiro:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a.]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Ficheiro:Map pointer black.svg|20px|Darlington.]]'''Darlington'''}}\n{{Image label|x=0.626|y=0.066|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|8px|Localidades com 680 habitantes (2000).]][[Clarks Hill (Indiana)|Clarks Hill]] (16 km)}}\n{{Image label|x=0.759|y=0.233|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|8px|Localidades com 768 habitantes (2000).]][[Colfax (Indiana)|Colfax]] (13 km)}}\n{{Image label|x=0.212|y=0.717|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|20px|Localidades com 15243 habitantes (2000).]][[Crawfordsville (Indiana)|Crawfordsville]] (13 km)}}\n{{Image label|x=0.197|y=0.248|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|8px|Localidades com 700 habitantes (2000).]][[Linden (Indiana)|Linden]] (14 km)}}\n{{Image label|x=0.902|y=0.436|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 1562 habitantes (2000).]][[Thorntown (Indiana)|Thorntown]] (14 km)}}\n
{{limpar|left}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Darlington|Indiana}}\n\n{{Portal3|Estados Unidos}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Cidades de Indiana]]"}]},"5142481":{"pageid":5142481,"ns":0,"title":"Ral\u00e9","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Filme\n |nome = Ral\u00e9\n |pa\u00eds = {{BRA}}\n |ano = 2015\n |cor-pb = cor\n |dura\u00e7\u00e3o = 73\n |dire\u00e7\u00e3o = [[Helena Ignez]]\n |produ\u00e7\u00e3o = \n |roteiro = Helena Ignez\n |elenco = [[Jos\u00e9 Celso Martinez Correa]]
[[Helena Ignez]]
[[Ney Matogrosso]]
[[Djin Sganzerla]]
[[Simone Spoladore]]\n |g\u00eanero = \n |tipo = LF\n |idioma = [[L\u00edngua portuguesa|Portugu\u00eas]]\n |m\u00fasica = \n |edi\u00e7\u00e3o = [[S\u00e9rgio Gagliardi]]\n |diretor de arte = \n |diretor de fotografia = [[Toni Nogueira]]\n |figurino = \n |est\u00fadio = \n |distribui\u00e7\u00e3o = {{BRAb}} [[Pandora Filmes]][http://www.adorocinema.com/filmes/filme-240686/ AdoroCinema]\n |lan\u00e7amento = 2015\n |or\u00e7amento = 400 mil reais[http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/03/1605716-rale-repete-parceria-de-ney-matogrosso-e-helena-ignez.shtml 'Ral\u00e9' repete parceria de Ney Matogrosso e Helena Ignez]\n |receita = \n |website = \n |c\u00f3digo-IMDB = 5695842\n}}\n'''''Ral\u00e9''''' \u00e9 um [[filme]] [[brasil]]eiro escrito e dirigido por [[Helena Ignez]], lan\u00e7ado em 2015.\n\n==Sinopse==\nO t\u00edtulo do filme \u00e9 uma refer\u00eancia a uma pe\u00e7a do escritor russo [[M\u00e1ximo Gorki]]. Na hist\u00f3ria, um bar\u00e3o ([[Ney Matogrosso]]), ex-viciado em hero\u00edna, inicia uma seita que conduz rituais com [[ayahuasca]]. A Exibicionista ([[Simone Spoladore]]) \u00e9 uma atriz escalada para um filme dirigido por duas crian\u00e7as. Segundo a diretora, \u00e9 \"uma [[chanchada]] c\u00f3smica: [[Modernismo|modernista]] e [[tropicalismo|tropicalista]]\" \n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{imdb t\u00edtulo|5695842}} \n* [http://revistacinetica.com.br/home/rale-de-helena-ignez-brasil-2015/ Cr\u00edtica por Pedro Henrique Ferreira]\n* [https://web.archive.org/web/20160624105939/http://revistacult.uol.com.br/home/2016/05/feminismo-e-cinema-a-logica-da-desmontagem-em-helena-ignez/ Cr\u00edtica por M\u00e1rcia Tiburi]\n\n[[Categoria:Filmes distribu\u00eddos pela Pandora Filmes]]\n[[Categoria:Filmes do Brasil de 2015]]\n[[Categoria:Filmes dirigidos por Helena Ignez]]"}]}}}}