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(Decis\u00e3o em primeiro turno)\n|image1 = [[File:JRArruda.jpeg|150x150px]]\n|Candidato1 = '''[[Jos\u00e9 Roberto Arruda]]'''\n|Partido1_cor = {{Partido da Frente Liberal/meta/cor}}\n|Partido1 = Partido da Frente Liberal\n|candidato_vice1 = '''[[Paulo Oct\u00e1vio]]'''\n|Partido1_sigla = PFL\n|Estado_de_origem1 = [[Itajub\u00e1]], [[Minas Gerais|MG]]\n|votos1 = '''663.364'''\n|porcentagem1 = '''50,38%'''\n|image2 = [[Ficheiro:Maria_de_Lourdes_Abadia_em_2018_(cropped).jpg|150x150px]]\n|Candidato2 = [[Maria de Lourdes Abadia]]\n|Partido2_cor = {{Partido da Social Democracia Brasileira/meta/cor}}\n|Partido2 = Partido da Social Democracia Brasileira\n|Partido2_sigla = PSDB\n|Estado_de_origem2 = [[Bela Vista de Goi\u00e1s]], [[Goi\u00e1s|GO]]\n|candidato_vice2 = [[Maur\u00edcio Corr\u00eaa]]\n|votos2 = 315.671\n|porcentagem2 = 23,97%\n\n|map_image =DF 2006.svg \n|map_size =300px \n|map_caption ='''Candidato mais votado por zona eleitoral no 1\u00ba turno (17):'''\n{{color box|#8cc63e}} Arruda (17)
\n|governador_titular = [[Maria de Lourdes Abadia]]\n|partido_titular = [[Partido da Social Democracia Brasileira|PSDB]]\n|governador_eleito = [[Jos\u00e9 Roberto Arruda]]\n|partido_eleito = [[Partido da Frente Liberal|PFL]]\n}}\n\nAs '''elei\u00e7\u00f5es estaduais no [[Distrito Federal (Brasil)|Distrito Federal]] em 2006''' aconteceram nas elei\u00e7\u00f5es federais, no [[Brasil]], em [[1\u00ba de outubro]]. Na ocasi\u00e3o foram eleitos o governador e vice, um senador, 8 deputados federais e 24 deputados distritais, al\u00e9m do Presidente da Rep\u00fablica. Os candidatos oficializados ao Governo do Distrito Federal foram: [[Arlete Sampaio]] ([[Partido dos Trabalhadores|PT]]), Expedito Mendon\u00e7a ([[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]]), F\u00e1tima Passos ([[Partido Social Democrata Crist\u00e3o|PSDC]]), [[Maria de Lourdes Abadia]] ([[Partido da Social Democracia Brasileira|PSDB]]), Toninho Andrade ([[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]]) e [[Jos\u00e9 Roberto Arruda]] ([[Partido da Frente Liberal|PFL]]), este \u00faltimo, eleito no primeiro turno.\n\nAo [[Senado Federal Brasileiro]], os principais candidatos foram: [[Agnelo Queiroz]] ([[Partido Comunista do Brasil|PCdoB]]), Ezequiel Nascimento ([[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]]), Marcos Cardoso ([[Partido da Frente Liberal|PFL]]) e [[Joaquim Roriz]] ([[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]]), este \u00faltimo, vitorioso.\n\n== Resultado da elei\u00e7\u00e3o para governador ==\n{| class=\"wikitable\" style=\"font-size: 95%;\"\n! Candidatos a governador do estado !! Candidatos a vice-governador !! N\u00famero !! Coliga\u00e7\u00e3o !! Vota\u00e7\u00e3o !! Percentual\n|-style=\"background-color: #adff2f\"\n|'''[[Jos\u00e9 Roberto Arruda]]'''
[[Democratas (Brasil)|PFL]] ||'''[[Paulo Oct\u00e1vio]]'''
[[Partido da Frente Liberal|PFL]] ||
25
||
Amor por Bras\u00edlia
(PFL, PP, PL, PPS, PSC, PMN, PRONA, PTN)
||
663.364
||
50,38%
\n|-\n|[[Maria de Lourdes Abadia]]
[[Partido da Social Democracia Brasileira|PSDB]]\n|[[Maur\u00edcio Jos\u00e9 Corr\u00eaa|Maur\u00edcio Corr\u00eaa]]
[[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|PMDB]]\n|
45
\n|
Juntos por Bras\u00edlia
(PSDB, PMDB, PTB, PAN, PHS, PRP, PTC, PTdoB)
\n|
315.671
\n|
23,97%
\n|-\n|[[Arlete Sampaio]]
[[Partido dos Trabalhadores|PT]]\n|Gast\u00e3o Ramos
[[Partido Verde (Brasil)|PV]]\n|
13
\n|
Uni\u00e3o por Bras\u00edlia
(PT, PV, PSB, PCdoB, PRB, PRTB)
\n|
275.660
\n|
20,93%
\n|-\n|Toninho Andrade
[[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]]\n|Fernando Guillen
[[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]]\n|
50
\n|
Frente de Esquerda
(PSOL, PSTU, PCB)
\n|
55.898
\n|
4,24%
\n|-\n|F\u00e1tima Passos
[[Democracia Crist\u00e3 (Brasil)|PSDC]]\n|Alexandre Santos Reis
[[Democracia Crist\u00e3 (Brasil)|PSDC]]\n|
27
\n|
\u2014
\n|
4.115
\n|
0,31%
\n|-\n|Expedito Mendon\u00e7a
[[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]]\n|Ricardo Machado
[[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]]\n|
29
\n|
\u2014
\n|
2.092
\n|
0,16%
\n|-\n|}\n{{legenda|#adff2f|Eleito}}\n\n== Resultado da elei\u00e7\u00e3o para senador ==\n{| class=\"wikitable\" style=\"font-size: 95%;\"\n!Candidatos a senador da Rep\u00fablica\n!Candidatos a suplente de senador\n!N\u00famero\n! style=\"width: 25em\" |Coliga\u00e7\u00e3o\n!Vota\u00e7\u00e3o\n!Percentual\n|- style=\"background-color: #adff2f\"\n|'''[[Joaquim Roriz]]'''
[[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|PMDB]]\n|'''[[Gim Argello]]'''
[[Partido Trabalhista Brasileiro (1981)|PTB]]
'''Marcos de Almeida'''
[[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|PMDB]]\n|
151
\n|
Juntos por Bras\u00edlia
(PSDB, PMDB, PTB, PAN, PHS, PRP, PTC, PTdoB)
\n|
657.217
\n|
51,83%
\n|-\n|[[Agnelo Queiroz]]
[[Partido Comunista do Brasil|PCdoB]]\n|Messias de Souza
[[Partido Comunista do Brasil|PCdoB]]
Ricardo Attuch
[[Partido Socialista Brasileiro|PSB]]\n|
656
\n|
Uni\u00e3o por Bras\u00edlia
(PT, PV, PSB, PCdoB, PRB, PRTB)
\n|
544.313
\n|
42,93%
\n|-\n|Ezequiel Nascimento
[[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]]\n|Taciano Carvalho
[[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]]
Cleuza Carlesso
[[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]]\n|
123
\n|
\u2014
\n|
30.851
\n|
2,43%
\n|-\n|Marcos Cardoso
[[Partido da Frente Liberal|PFL]]\n|Saulo Santos Diniz
[[Partido da Frente Liberal|PFL]]
F\u00e1bio de Carvalho
[[Partido da Frente Liberal|PFL]]\n|
255
\n|
Amor por Bras\u00edlia
(PFL, PP, PL, PPS, PSC, PMN, PRONA, PTN)
\n|
16.978
\n|
1,34%
\n|-\n|Rodrigo Dantas
[[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]]\n|\u00c2ngelo Balbino
[[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]]
Rog\u00e9rio Marzola
[[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]]\n|
500
\n|
\u2014
\n|
10.974
\n|
0,87%
\n|-\n|Newton Lins
[[Partido Social Liberal|PSL]]\n|Ar\u00e3o Dias
[[Partido Social Liberal|PSL]]
D\u00e1rio C\u00e9sar Morais
[[Partido Social Liberal|PSL]]\n|
170
\n|
\u2014
\n|
3.777
\n|
0,30%
\n|-\n|Frank Svensson
[[Partido Comunista Brasileiro|PCB]]\n|Jamil Magari
[[Partido Comunista Brasileiro|PCB]]
Dalva Nascimento
[[Partido Comunista Brasileiro|PCB]]\n|
211
\n|
\u2014
\n|
1.835
\n|
0,14%
\n|-\n|G\u00edlson Dobbin
[[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]]\n|Fl\u00e1vio Caetano
[[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]]
Ivo Brito
[[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]]\n|
290
\n|
\u2014
\n|
1.363
\n|
0,11%
\n|-\n|Francisco Targino
[[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]]\n|Diomenes Albuquerque
[[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]]
Rosa de Melo
[[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]]\n|
161
\n|
\u2014
\n|
740
\n|
0,06%
\n|-\n|}\n{{legenda|#adff2f|Eleito}}\n\n== Regras ==\n=== Governador e Vice-governador ===\nNo geral, as regras para as elei\u00e7\u00f5es presidenciais tamb\u00e9m se aplicam \u00e0s estaduais. Isto \u00e9, as elei\u00e7\u00f5es t\u00eam dois turnos, se nenhum dos candidatos alcan\u00e7a maioria absoluta dos votos v\u00e1lidos, um segundo turno entre os dois mais votados acontece. Todos os candidatos com cargos executivos deveriam renunciar at\u00e9 [[3 de abril]], para poderem disputar.\n\n=== Senador ===\nConforme rod\u00edzio previsto para as elei\u00e7\u00f5es para o [[Senado Federal do Brasil|Senado]], em [[2006]] uma vaga para cada estado ser\u00e1 disputada para o mandato de 8 anos. Apenas o candidato mais votado \u00e9 eleito. Nas elei\u00e7\u00f5es legislativas n\u00e3o h\u00e1 segundo turno.\n\n== Candidatos para o Governo de Estado e ao Senado ==\nNo Distrito Federal, foram seis candidatos \u00e0 governador, dos quais se elegeu [[Jos\u00e9 Roberto Arruda]]. Para senador foram dez candidatos dos quais se elegeu [[Joaquim Roriz]].[http://g1.globo.com/Noticias/Eleicoes/0,,6290,00.html G1] G1 Elei\u00e7\u00f5es 2006 no Distrito Federal. Acessado em 21 de fevereiro de 2016.\n\n=== Coliga\u00e7\u00e3o Amor por Bras\u00edlia ===\nA chapa de [[Jos\u00e9 Roberto Arruda]] \u00e9 composta por 08 partidos (PFL / PP / PPS / PL / PSC / PMN / PRONA / PTN).\n\nAs candidaturas confirmadas para a chapa s\u00e3o:\n\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|-\n! style=\"width:140px;\"| Cargo\n! style=\"width:60px;\"| Partido\n! style=\"width:20px;\"| N\u00famero\n! style=\"width:260px;\"| Nome\n|-\n| '''Governador''' || '''[[Partido da Frente Liberal|PFL]]''' || '''25''' || '''[[Jos\u00e9 Roberto Arruda]]'''\n|-\n| Vice-Governador || [[Partido da Frente Liberal|PFL]] || - || [[Paulo Oct\u00e1vio]]\n|-\n| '''Senador''' || '''[[Partido da Frente Liberal|PFL]]''' || '''255''' || '''Marcos Cardoso'''\n|-\n| Primeiro suplente || [[Partido da Frente Liberal|PFL]] || - || Saulo Santos Diniz\n|-\n| Segundo suplente || [[Partido da Frente Liberal|PFL]] || - || F\u00e1bio de Carvalho\n|}\n\n=== Coliga\u00e7\u00e3o Juntos por Bras\u00edlia ===\nA chapa de [[Maria de Lourdes Abadia]] \u00e9 composta por 08 partidos (PSDB / PMDB / PTB / PHS / PTC / PAN / PRP / PTdoB).\n\nAs candidaturas confirmadas para a chapa s\u00e3o:\n\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|-\n! style=\"width:140px;\"| Cargo\n! style=\"width:60px;\"| Partido\n! style=\"width:20px;\"| N\u00famero\n! style=\"width:260px;\"| Nome\n|-\n| '''Governador''' || '''[[Partido da Social Democracia Brasileira|PSDB]]''' || '''45''' || '''[[Maria de Lourdes Abadia]]'''\n|-\n| Vice-Governador || [[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]] || - || [[Maur\u00edcio Corr\u00eaa]]\n|-\n| '''Senador''' || '''[[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]]''' || '''151''' || '''[[Joaquim Roriz]]'''\n|-\n| Primeiro suplente || [[Partido Trabalhista Brasileiro|PTB]] || - || [[Gim Argello]]\n|-\n| Segundo suplente || [[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]] || - || Marcos de Almeida\n|}\n\n=== Coliga\u00e7\u00e3o Uni\u00e3o por Bras\u00edlia ===\nA chapa de [[Arlete Sampaio]] \u00e9 composta por 06 partidos (PT / PV / PCdoB / PSB / PRB / PRTB).\n\nAs candidaturas confirmadas para a chapa s\u00e3o:\n\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|-\n! style=\"width:140px;\"| Cargo\n! style=\"width:60px;\"| Partido\n! style=\"width:20px;\"| N\u00famero\n! style=\"width:260px;\"| Nome\n|-\n| '''Governador''' || '''[[Partido dos Trabalhadores|PT]]''' || '''13''' || '''[[Arlete Sampaio]]'''\n|-\n| Vice-Governador || [[Partido Verde (Brasil)|PV]] || - || Gast\u00e3o Ramos\n|-\n| '''Senador''' || '''[[Partido Comunista do Brasil|PCdoB]]''' || '''656''' || '''[[Agnelo Queiroz]]'''\n|-\n| Primeiro suplente || [[Partido Comunista do Brasil|PCdoB]] || - || Messias de Souza\n|-\n| Segundo suplente || [[Partido Socialista Brasileiro|PSB]] || - || Ricardo Attuch\n|}\n\n=== Coliga\u00e7\u00e3o Frente de Esquerda ===\nA chapa de Toninho Andrade \u00e9 composta por 3 partidos (PSOL / PSTU / PCB). A Coliga\u00e7\u00e3o, sem consenso para a candidatura ao Senado Federal, decidiu lan\u00e7ar um nome de cada partido componente.\n\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|-\n! style=\"width:140px;\"| Cargo\n! style=\"width:60px;\"| Partido\n! style=\"width:20px;\"| N\u00famero\n! style=\"width:260px;\"| Nome\n|-\n| '''Governador''' || '''[[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]]''' || '''50''' || '''Toninho Andrade'''\n|-\n| Vice-Governador || [[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]] || - || Ricardo Guillen\n|-\n| '''Senador''' || '''[[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]]''' || '''500''' || '''Rodrigo Dantas'''\n|-\n| Primeiro suplente || [[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]] || - || \u00c2ngelo Balbino\n|-\n| Segundo suplente || [[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]] || - || Rog\u00e9rio Marzola\n|-\n| '''Senador''' || '''[[Partido Comunista Brasileiro|PCB]]''' || '''211''' || '''Frank Svensson'''\n|-\n| Primeiro suplente || [[Partido Comunista Brasileiro|PCB]] || - || Jamil Magari\n|-\n| Segundo suplente || [[Partido Comunista Brasileiro|PCB]] || - || Dalva Nascimento\n|-\n| '''Senador''' || '''[[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]]''' || '''161''' || '''Francisco Targino'''\n|-\n| Primeiro suplente || [[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]] || - || Diomenes Albuquerque\n|-\n| Segundo suplente || [[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]] || - || Rosa de Melo\n|}\n\n=== Chapa do PSDC ===\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|-\n! style=\"width:140px;\"| Cargo\n! style=\"width:60px;\"| Partido\n! style=\"width:20px;\"| N\u00famero\n! style=\"width:260px;\"| Nome\n|-\n| '''Governador''' || '''[[Partido Social Democrata Crist\u00e3o|PSDC]]''' || '''27''' || '''F\u00e1tima Passos'''\n|-\n| Vice-Governador || [[Partido Social Democrata Crist\u00e3o|PSDC]] || - || Alexandre Santos Reis\n|}\n\n=== Chapa do PCO ===\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|-\n! style=\"width:140px;\"| Cargo\n! style=\"width:60px;\"| Partido\n! style=\"width:20px;\"| N\u00famero\n! style=\"width:260px;\"| Nome\n|-\n| '''Governador''' || '''[[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]]''' || '''29''' || '''Expedito Mendon\u00e7a'''\n|-\n| Vice-Governador || [[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]] || - || Ricardo Machado\n|-\n| '''Senador''' || '''[[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]]''' || '''290''' || '''G\u00edlson Dobbin'''\n|-\n| Primeiro suplente || [[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]] || - || Fl\u00e1vio Caetano\n|-\n| Segundo suplente || [[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]] || - || Ivo Brito\n|}\n\n=== Chapa do PDT ===\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|-\n! style=\"width:140px;\"| Cargo\n! style=\"width:60px;\"| Partido\n! style=\"width:20px;\"| N\u00famero\n! style=\"width:260px;\"| Nome\n|-\n| '''Senador''' || '''[[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]]''' || '''123''' || '''Ezequiel Nascimento'''\n|-\n| Primeiro suplente || [[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]] || - || Taciano Carvalho\n|-\n| Segundo suplente || [[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]] || - || Cleuza Carlesso\n|}\n\n=== Chapa do PSL ===\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|-\n! style=\"width:140px;\"| Cargo\n! style=\"width:60px;\"| Partido\n! style=\"width:20px;\"| N\u00famero\n! style=\"width:260px;\"| Nome\n|-\n| '''Senador''' || '''[[Partido Social Liberal|PSL]]''' || '''170''' || '''Newton Lins'''\n|-\n| Primeiro suplente || [[Partido Social Liberal|PSL]] || - || Ar\u00e3o Dias\n|-\n| Segundo suplente || [[Partido Social Liberal|PSL]] || - || D\u00e1rio C\u00e9sar Morais\n|}\n\n== Pesquisas ==\n=== Governador ===\n
\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n! Data !! Instituto !! Jos\u00e9 Roberto Arruda
(PFL) !! Maria de Lourdes Abadia
(PSDB) !! Arlete Sampaio
(PT) !! Toninho Andrade
(PSOL)!! F\u00e1tima Passos
(PSDC) !! Expedito Mendon\u00e7a
(PCO) !!Brancos e Nulos !!Indecisos\n|-\n| 11/08/2006 {{citar web|url=http://noticias.terra.com.br/eleicoes2006/interna/0,,OI1094736-EI6761,00.html|t\u00edtulo=Ibope/DF: Jos\u00e9 Roberto Arruda lidera com 47%. |autor=Terra|acessodata=21 de fevereiro de 2016}}|| Ibope || {{yes2|47%}} || 19% || 10% || 1% || 0% || 0% || 11% || 12%\n|-\n| 24/08/2006 {{citar web|url=http://noticias.terra.com.br/eleicoes2006/interna/0,,OI1105735-EI6761,00-IbopeDF+Arruda+amplia+vantagem+e+venceria+no+turno.html|t\u00edtulo=Ibope/DF: Ibope/DF: Arruda amplia vantagem e venceria no 1\u00ba turno. |autor=Terra|acessodata=21 de fevereiro de 2016}}|| Ibope || {{yes2|51%}} || 17% || 12% || 1% || 0% || 0% || 10% || 9%\n|-\n| 05/09/2006 {{citar web|url=http://noticias.terra.com.br/eleicoes2006/interna/0,,OI1124207-EI6761,00-IbopeDF+Arruda+perde+pontos+mas+vence+no+turno.html|t\u00edtulo=Ibope/DF: Arruda perde 3 pontos mas vence no 1\u00ba turno. |autor=Terra|acessodata=21 de fevereiro de 2016}}|| Ibope || {{yes2|48%}} || 19% || 11% || 1% || 0% || 0% || 9% || 12%\n|-\n| 21/09/2006 {{citar web|url=http://noticias.terra.com.br/eleicoes2006/interna/0,,OI1151694-EI6761,00-IbopeDF+Arruda+vence+com+Abadia+tem.html|t\u00edtulo=Ibope/DF: Arruda vence com 54%, Abadia tem 20%. |autor=Terra|acessodata=21 de fevereiro de 2016}}|| Soma || {{yes2|54%}} || 20% || 13% || 1% || 0% || 0% || 7% || 5%\n|-\n| 25/09/2006 {{citar web|url=http://noticias.terra.com.br/eleicoes2006/interna/0,,OI1157024-EI6761,00-DF+Arruda+tem+das+intencoes+afirma+pesquisa.html|t\u00edtulo=DF: Arruda tem 50% das inten\u00e7\u00f5es, afirma pesquisa. |autor=Terra|acessodata=21 de fevereiro de 2016}}|| CB-Data || {{yes2|50%}} || 18% || 15% || 0% || 0% || 0% || 7% || 7%\n|-\n| 30/09/2006 {{citar web|url=http://noticias.terra.com.br/eleicoes2006/interna/0,,OI1167916-EI6761,00-IbopeDF+Arruda+vence+com+dos+votos+validos.html. |t\u00edtulo=Ibope/DF: Arruda vence com 56% dos votos v\u00e1lidos. |autor=Terra|acessodata=21 de fevereiro de 2016}}|| Ibope || {{yes2|56%}} || 22% || 18% || 3% || 1% || 0% || - || -\n|-\n| 01/10/2006 {{citar web|url=http://noticias.terra.com.br/eleicoes2006/interna/0,,OI1168574-EI6761,00-BocadeurnaDF+Arruda+lidera+com.html|t\u00edtulo=Boca de Urna/DF: Arruda lidera com 52%|autor=Terra|acessodata=21 de fevereiro de 2016}}|| Ibope || {{yes2|52%}} || 22% || 20% || 3% || 1% || 1% || - || -\n|}\n
\n\n=== Senador ===\n
\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n! Data !! Instituto !! Joaquim Roriz
(PMDB) !! Agnelo Queiroz
(PCdoB) !! Ezequiel Nascimento
(PDT) !! Marcos Cardoso
(PFL)!! Rodrigo Dantas
(PSOL) !! Newton Lins
(PSL) !! Frank Svensson
(PCB) !! G\u00edlson Dobbin
(PCO)!! Francisco Targino
(PSTU)!!Brancos/Nulos/Indecisos\n|-\n| 20/09/2006 {{citar web|url=http://noticias.uol.com.br/fernandorodrigues/arquivos/pesquisas/pais/2006/1turno/pe_sen-2006-distritofederal.jhtm|t\u00edtulo=Pesquisas Eleitorais - Senado pelo DF. |autor=UOL|acessodata=21 de fevereiro de 2016}}|| Ibope || {{yes2|53%}} || 30% || 2% || 1% || 1% || 0% || 0% || 0% || 0% || 12%\n|-\n| 30/09/2006 || Ibope || {{yes2|51%}} || 34% || 2% || 1% || 2% || 0% || 0% || 0% || 0% || 10%\n|}\n
\n\n==Resultados==\n\n=== Presidente - 1\u00b0 Turno ===\nResultado do 1\u00ba turno da elei\u00e7\u00e3o para Presidente da Rep\u00fablica no [[Distrito Federal (Brasil)|Distrito Federal]].[http://g1.globo.com/Noticias/Eleicoes2006/0,,AUA0-6290,00.html G1 Elei\u00e7\u00f5es 2006] Distrito Federal - Apura\u00e7\u00e3o. Acessado em 29 de fevereiro de 2015.\n{| class=\"wikitable\"\n! colspan=\"4\" | 1\u00ba Turno
{{small|[[1\u00ba de outubro]] de [[2006]]}}\n|-\n! rowspan=\"2\" | Candidato(a)\n! rowspan=\"2\" | Vice\n! colspan=\"2\" | Vota\u00e7\u00e3o\n|-\n! {{small|Porcentagem}}\n! {{small|Total}}\n|- \n| style=\"background:#ffc;\"|[[Geraldo Alckmin]] {{small|([[Partido da Social Democracia Brasileira|PSDB]])}}\n| style=\"background:#ffc;\"|[[Jos\u00e9 Jorge de Vasconcelos Lima|Jos\u00e9 Jorge Lima]] {{small|([[Partido da Frente Liberal|PFL]])}}\n| style=\"background:#ffc; text-align:right;\"|44,11%\n| style=\"background:#ffc; text-align:right;\"|594.521\n|- #FFFFCC\n| style=\"background:#ffc;\"|[[Luiz In\u00e1cio Lula da Silva|Lula da Silva]] {{small|([[Partido dos Trabalhadores|PT]])}}\n| style=\"background:#ffc;\"|[[Jos\u00e9 Alencar]] {{small|([[Partido Republicano Brasileiro|PRB]])}}\n| style=\"background:#ffc; text-align:right;\"|37,05%\n| style=\"background:#ffc; text-align:right;\"|499.407\n|-\n| [[Helo\u00edsa Helena]] {{small|([[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]])}}\n| [[C\u00e9sar Benjamin]] {{small|(PSOL)}}\n| style=\"text-align:right;\"|12,27%\n| style=\"text-align:right;\"|165.420\n|-\n| [[Crist\u00f3vam Buarque]] {{small|([[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]])}}\n| [[Jefferson Peres]] {{small|(PDT)}}\n| style=\"text-align:right;\"|6,15%\n| style=\"text-align:right;\"|82.854\n|-\n| [[Ana Maria Rangel]] {{small|([[Partido Republicano Progressista|PRP]])}}\n| Delma Gama {{small|(PRP)}}\n| style=\"text-align:right;\"|0,18%\n| style=\"text-align:right;\"|2.367\n|-\n| [[Jos\u00e9 Maria Eymael]] {{small|([[Partido Social Democrata Crist\u00e3o|PSDC]])}}\n| Jos\u00e9 Paulo Silva Neto {{small|(PSDC)}}\n| style=\"text-align:right;\"|0,13%\n| style=\"text-align:right;\"|1.718\n|-\n| [[Luciano Bivar]] {{small|([[Partido Social Liberal|PSL]])}}\n| [[Am\u00e9rico de Souza]] {{small|(PSL)}}\n| style=\"text-align:right;\"|0,11%\n| style=\"text-align:right;\"|1.518\n|-\n| [[Rui Costa Pimenta]] {{small|([[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]])}}\n| Pedro Paulo {{small|(PCO)}}\n| style=\"text-align:right;\"|0,00%\n| style=\"text-align:right;\"|0\n|-\n! colspan=\"2\" | Total de votos v\u00e1lidos\n! style=\"text-align:right;\"|94,56%\n! style=\"text-align:right;\"|1.347.805\n|-\n| colspan=\"2\" | Votos em branco\n| style=\"text-align:right;\"|1,49%\n| style=\"text-align:right;\"|21.237\n|-\n| colspan=\"2\" | Votos nulos\n| style=\"text-align:right;\"|3,95%\n| style=\"text-align:right;\"|56.258\n|-\n! colspan=\"2\" | Votos apurados\n! style=\"text-align:right;\"|86,12%\n! style=\"text-align:right;\"|1.425.300\n|-\n! colspan=\"2\" | Absten\u00e7\u00f5es\n! style=\"text-align:right;\"|13,88%\n! style=\"text-align:right;\"|229.750\n|-\n! colspan=\"2\" | Total de eleitores\n! style=\"text-align:right;\"|100,00%\n! style=\"text-align:right;\"|1.655.050\n|}\n{{legenda|#FFFFCC|Segundo Turno}}\n\n{{bar box\n|title=Esquema Gr\u00e1fico da elei\u00e7\u00e3o para Presidente no DF em 2006 (1\u00ba Turno)\n|titlebar=#ddd\n|width=425px\n|barwidth=700px\n|bars=\n{{bar percent|[[Geraldo Alckmin]]|{{Partido da Social Democracia Brasileira/meta/cor}}|44.11}}\n{{bar percent|[[Lula da Silva]]|{{Partido dos Trabalhadores/meta/cor}}|37.05}}\n{{bar percent|[[Helo\u00edsa Helena]]|{{Partido Socialismo e Liberdade/meta/cor}}|12.27}}\n{{bar percent|[[Cristovam Buarque]]|{{Partido Democr\u00e1tico Trabalhista/meta/cor}}|6.15}}\n{{bar percent|[[Ana Maria Rangel]]|{{Partido Republicano Progressista/meta/cor}}|0.18}}\n{{bar percent|[[Jos\u00e9 Maria Eymael]]|{{Partido Social Democrata Crist\u00e3o/meta/cor}}|0.13}}\n{{bar percent|[[Luciano Bivar]]|{{Partido Social Liberal/meta/cor}}|0.11}}\n{{bar percent|[[Rui Costa Pimenta]]|{{Partido da Causa Oper\u00e1ria/meta/cor}}|0.00}}\n}}\n\n===Governador - 1\u00ba Turno ===\nResultado do 1\u00ba turno da elei\u00e7\u00e3o para governador.[http://g1.globo.com/Noticias/Eleicoes2006/0,,AUA0-6297-3,00.html G1 Elei\u00e7\u00f5es 2006] Apura\u00e7\u00e3o para governador do Distrito Federal. Acessado em 01 de mar\u00e7o de 2013.\n\n{| class=\"wikitable\"\n! colspan=\"4\" | 1\u00ba Turno
{{small|[[1\u00ba de outubro]] de [[2006]]}}\n|-\n! rowspan=\"2\" | Candidato(a)\n! rowspan=\"2\" | Vice\n! colspan=\"2\" | Vota\u00e7\u00e3o\n|-\n! {{small|Porcentagem}}\n! {{small|Total}}\n|- \n| style=\"background:#F8C109;\" | [[Jos\u00e9 Roberto Arruda]] {{small|([[Partido da Frente Liberal|PFL]])}}\n| style=\"background:#F8C109;\" | [[Paulo Oct\u00e1vio]] {{small|([[Partido da Frente Liberal|PFL]])}}\n| style=\"background:#f8c109; text-align:right;\"|50,38%\n| style=\"background:#f8c109; text-align:right;\"|663.364\n|-\n| [[Maria de Lourdes Abadia]] {{small|([[Partido da Social Democracia Brasileira|PSDB]])}}\n| [[Maur\u00edcio Corr\u00eaa]] {{small|([[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|23,97%\n| style=\"text-align:right;\"|315.671\n|-\n| [[Arlete Sampaio]] {{small|([[Partido dos Trabalhadores|PT]])}}\n| Gast\u00e3o Ramos {{small|([[Partido Verde (Brasil)|PV]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|20,93%\n| style=\"text-align:right;\"|275.660\n|-\n| Toninho Andrade {{small|([[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]])}}\n| Ricardo Guillen {{small|([[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|4,24%\n| style=\"text-align:right;\"|55.898\n|-\n| F\u00e1tima Passos {{small|([[Partido Social Democrata Crist\u00e3o|PSDC]])}}\n| Alexandre Santos Reis {{small|(PSDC)}}\n| style=\"text-align:right;\"|0,31%\n| style=\"text-align:right;\"|4.115\n|-\n| Expedito Mendon\u00e7a {{small|([[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]])}}\n| Ricardo Machado {{small|(PCO)}}\n| style=\"text-align:right;\"|0,16%\n| style=\"text-align:right;\"|2.092\n|-\n! colspan=\"2\" | Total de votos v\u00e1lidos\n! style=\"text-align:right;\"|92,39%\n! style=\"text-align:right;\"|1.316.800\n|-\n| colspan=\"2\" | Votos em branco\n| style=\"text-align:right;\"|2,50%\n| style=\"text-align:right;\"|35.647\n|-\n| colspan=\"2\" | Votos nulos\n| style=\"text-align:right;\"|5,11%\n| style=\"text-align:right;\"|72.853\n|-\n! colspan=\"2\" | Votos apurados\n! style=\"text-align:right;\"|86,12%\n! style=\"text-align:right;\"|1.425.300\n|-\n! colspan=\"2\" | Absten\u00e7\u00f5es\n! style=\"text-align:right;\"|13,88%\n! style=\"text-align:right;\"|229.750\n|-\n! colspan=\"2\" | Total de eleitores\n! style=\"text-align:right;\"|100,00%\n! style=\"text-align:right;\"| 1.655.050\n|}\n{{legenda|#F8C109|Eleito}}\n\n{{bar box\n|title=Esquema Gr\u00e1fico da elei\u00e7\u00e3o para o Governo do DF em 2006\n|titlebar=#ddd\n|width=425px\n|barwidth=700px\n|bars=\n{{bar percent|[[Jos\u00e9 Roberto Arruda]]|{{Partido da Frente Liberal/meta/cor}}|50.38}}\n{{bar percent|[[Maria de Lourdes Abadia]]|{{Partido da Social Democracia Brasileira/meta/cor}}|23.97}}\n{{bar percent|[[Arlete Sampaio]]|{{Partido dos Trabalhadores/meta/cor}}|20.93}}\n{{bar percent|Toninho Andrade|{{Partido Socialismo e Liberdade/meta/cor}}|4.24}}\n{{bar percent|F\u00e1tima Passos|{{Partido Social Democrata Crist\u00e3o/meta/cor}}|0.31}}\n{{bar percent|Expedito Mendon\u00e7a|{{Partido da Causa Oper\u00e1ria/meta/cor}}|0.16}}\n}}\n\n===Senador===\nResultado da elei\u00e7\u00e3o para senador.{{Citar web |url= http://g1.globo.com/Noticias/Eleicoes2006/0,,AUA0-6290-5,00.html |t\u00edtulo=Apura\u00e7\u00e3o para senador do Distrito Federal |autor=[[G1]] |obra= |data= |acessodata=1 de mar\u00e7o de 2016}}\n\n{| class=\"wikitable\"\n! colspan=\"4\" | 1\u00ba Turno
{{small|[[1\u00ba de outubro]] de [[2006]]}}\n|-\n! rowspan=\"2\" | Candidato(a)\n! rowspan=\"2\" | Suplentes\n! colspan=\"2\" | Vota\u00e7\u00e3o\n|-\n! {{small|Porcentagem}}\n! {{small|Total}}\n|- \n| style=\"background:#F8C109;\" |[[Joaquim Roriz]] {{small|([[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]])}}\n| style=\"background:#F8C109;\" |[[Gim Argello]] {{small|([[Partido Trabalhista Brasileiro|PTB]])}}
Marcos de Almeida {{small|([[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]])}}\n| style=\"background:#f8c109; text-align:right;\"|51,83%\n| style=\"background:#f8c109; text-align:right;\"|657.217\n|-\n| [[Agnelo Queiroz]] {{small|([[Partido Comunista do Brasil|PCdoB]])}}\n| Messias de Souza {{small|([[Partido Comunista do Brasil|PCdoB]])}}
Ricardo Attuch {{small|([[Partido Socialista Brasileiro|PSB]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|42,93%\n| style=\"text-align:right;\"|544.313\n|-\n| Ezequiel Nascimento {{small|([[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]])}}\n| Taciano Carvalho {{small|([[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]])}}
Cleuza Carlesso {{small|([[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|2,43%\n| style=\"text-align:right;\"|30.851\n|-\n| Marcos Cardoso {{small|([[Partido da Frente Liberal|PFL]])}}\n| Saulo Santos Diniz ([[Partido da Frente Liberal|PFL]])
F\u00e1bio de Carvalho {{small|([[Partido da Frente Liberal|PFL]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|1,34%\n| style=\"text-align:right;\"|16.978\n|-\n| Rodrigo Dantas {{small|([[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]])}}\n| \u00c2ngelo Balbino ([[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]])
Rog\u00e9rio Marzola {{small|([[Partido Socialismo e Liberdade|PSOL]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|0,87%\n| style=\"text-align:right;\"|10.974\n|-\n| Newton Lins {{small|([[Partido Social Liberal|PSL]])}}\n| Ar\u00e3o Dias {{small|([[Partido Social Liberal|PSL]])}}
D\u00e1rio C\u00e9sar Morais {{small|([[Partido Social Liberal|PSL]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|0,30%\n| style=\"text-align:right;\"|3.777\n|-\n| Frank Svensson {{small|([[Partido Comunista Brasileiro|PCB]])}}\n| Jamil Magari {{small|([[Partido Comunista Brasileiro|PCB]])}}
Dalva Nascimento {{small|([[Partido Comunista Brasileiro|PCB]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|0,14%\n| style=\"text-align:right;\"|1.835\n|-\n| G\u00edlson Dobbin {{small|([[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]])}}\n| Fl\u00e1vio Caetano ([[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]])
Ivo Brito {{small|([[Partido da Causa Oper\u00e1ria|PCO]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|0,11%\n| style=\"text-align:right;\"|1.363\n|-\n| Francisco Targino {{small|([[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]])}}\n| Diomenes Albuquerque ([[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]])
Rosa de Melo {{small|([[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado|PSTU]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|0,06%\n| style=\"text-align:right;\"|740\n|-\n! colspan=\"2\" | Total de votos v\u00e1lidos\n! style=\"text-align:right;\"|88,97%\n! style=\"text-align:right;\"|1.268.048\n|-\n| colspan=\"2\" | Votos em branco\n| style=\"text-align:right;\"|3,91%\n| style=\"text-align:right;\"|55.695\n|-\n| colspan=\"2\" | Votos nulos\n| style=\"text-align:right;\"|7,13%\n| style=\"text-align:right;\"|101.557\n|-\n! colspan=\"2\" | Votos apurados\n! style=\"text-align:right;\"|86,12%\n! style=\"text-align:right;\"|1.425.300\n|-\n! colspan=\"2\" | Absten\u00e7\u00f5es\n! style=\"text-align:right;\"|13,88%\n! style=\"text-align:right;\"|229.750\n|-\n! colspan=\"2\" | Total de eleitores\n! style=\"text-align:right;\"|100,00%\n! style=\"text-align:right;\"|1.655.050\n|}\n{{legenda|#F8C109|Eleito}}\n\n{{bar box\n|title=Esquema Gr\u00e1fico da elei\u00e7\u00e3o para Senador pelo DF em 2006\n|titlebar=#ddd\n|width=425px\n|barwidth=700px\n|bars=\n{{bar percent|[[Joaquim Roriz]]|Green|51.83}}\n{{bar percent|[[Agnelo Queiroz]]|{{Partido dos Trabalhadores/meta/cor}}|42.93}}\n{{bar percent|[[Ezequiel Nascimento]]|Darkslateblue|2.43}}\n{{bar percent|Marcos Cardoso|Deepskyblue|1.34}}\n{{bar percent|Rodrigo Dantas|Orange|0.87}}\n{{bar percent|Newton Lins|#FFFCCC|0.30}}\n{{bar percent|Frank Svensson|Darkred|0.14}}\n{{bar percent|G\u00edlson Dobbin|saddlebrown|0.11}}\n{{bar percent|Francisco Targino|Red |0.06}}\n}}\n\n=== Presidente - 2\u00b0 Turno ===\n{| class=\"wikitable\"\n! colspan=\"4\" | 2\u00ba Turno
{{small|[[29 de outubro]] de [[2006]]}}\n|-\n! rowspan=\"2\" | Candidato(a)\n! rowspan=\"2\" | Vice\n! colspan=\"2\" | Vota\u00e7\u00e3o\n|-\n! {{small|Porcentagem}}\n! {{small|Total}}\n|- \n| style=\"background:#F8C109;\" | [[Lula da Silva]] {{small|([[Partido dos Trabalhadores|PT]])}}\n| style=\"background:#F8C109;\" | [[Jos\u00e9 Alencar]] {{small|([[Partido Republicano Brasileiro|PRB]])}}\n| style=\"background:#f8c109; text-align:right;\"|56,96%\n| style=\"background:#f8c109; text-align:right;\"|765.008\n|-\n| [[Geraldo Alckmin]] {{small|([[Partido da Social Democracia Brasileira|PSDB]])}}\n| [[Jos\u00e9 Jorge de Vasconcelos Lima|Jos\u00e9 Jorge Lima]] {{small|([[Partido da Frente Liberal|PFL]])}}\n| style=\"text-align:right;\"|43,04%\n| style=\"text-align:right;\"|578.137\n|-\n! colspan=\"2\" | Total de votos v\u00e1lidos\n! style=\"text-align:right;\"|96,23%\n! style=\"text-align:right;\"|1.343.145\n|-\n| colspan=\"2\" | Votos em branco\n| style=\"text-align:right;\"|1,12%\n| style=\"text-align:right;\"|15.578\n|-\n| colspan=\"2\" | Votos nulos\n| style=\"text-align:right;\"|2,65%\n| style=\"text-align:right;\"|37.043\n|-\n! colspan=\"2\" | Votos apurados\n! style=\"text-align:right;\"|84,33%\n! style=\"text-align:right;\"|1.395.766\n|-\n! colspan=\"2\" | Absten\u00e7\u00f5es\n! style=\"text-align:right;\"|15,67%\n! style=\"text-align:right;\"|259.284\n|-\n! colspan=\"2\" | Total de eleitores\n! style=\"text-align:right;\"|100,00%\n! style=\"text-align:right;\"|1.655.050\n|}\n{{legenda|#F8C109|Eleito(a)}}\n\n{{bar box\n|title=Esquema Gr\u00e1fico da elei\u00e7\u00e3o para Presidente no DF em 2006 (2\u00ba Turno)\n|titlebar=#ddd\n|width=425px\n|barwidth=700px\n|bars=\n{{bar percent|[[Lula da Silva]]|{{Partido dos Trabalhadores/meta/cor}}|56.96}}\n{{bar percent|[[Geraldo Alckmin]]|{{Partido da Social Democracia Brasileira/meta/cor}}|43.04}}\n}}\n\n== Deputados federais eleitos ==\nForam eleitos oito (08) deputados federais pelo DF.[http://g1.globo.com/Noticias/Eleicoes/0,,AA1294270-6290-2613,00.html G1 Elei\u00e7\u00f5es 2006] Deputados federais eleitos pelo DF. Acessado em 01 de mar\u00e7o de 2016.\n\n{{Quote box|width=12%|align=right|quote=\n'''Representa\u00e7\u00e3o eleita'''\n{{Legenda|#FF8C00|[[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|PMDB]]: 2}}\n{{Legenda|#8CC63E|[[Democratas (Brasil)|PFL]]: 2}}\n{{Legenda|#c4122d|[[Partido dos Trabalhadores|PT]]: 1}}\n{{Legenda|#ec008c|[[Cidadania (partido pol\u00edtico)|PPS]]: 1}}\n{{Legenda|#000000|[[Partido Trabalhista Brasileiro (1981)|PTB]]: 1}}\n{{Legenda|#e5ad02|[[Partido Socialista Brasileiro (1985)|PSB]]: 1}}\n|source='''Fonte\u02d0'''}}\n\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|-\n! Candidato (a) !! N\u00ba !! Coliga\u00e7\u00e3o !! Votos !! %\n|-\n| [[Tadeu Filippelli]] ([[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]]) || 1515 ||
''Avan\u00e7a DF''
PSDB / PMDB / PTB / PTdoB
|| 129.771 || 9,85%\n|-\n| [[Alberto Fraga]] ([[Partido da Frente Liberal|PFL]]) || 2525 ||
''Por amor a Bras\u00edlia''
PFL / PPS / PL / PSC / PMN / PRONA / PTN
|| 95.514 || 7,25%\n|-\n| [[Geraldo Magela (pol\u00edtico)|Geraldo Magela]] ([[Partido dos Trabalhadores|PT]]) || 1313 ||
''Uni\u00e3o por Bras\u00edlia''
PT / PV / PCdoB / PSB / PRB / PRTB
|| 87.649 || 6,66%\n|-\n| [[Augusto Silveira de Carvalho|Augusto Carvalho]] ([[Partido Popular Socialista|PPS]]) || 2323 ||
''Por amor a Bras\u00edlia''
PFL / PPS / PL / PSC / PMN / PRONA / PTN
|| 79.235 || 6,02%\n|-\n| [[Jofran Frejat]] ([[Partido Trabalhista Brasileiro|PTB]]) || 1414 ||
''Avan\u00e7a DF''
PSDB / PMDB / PTB / PTdoB
|| 69.450 || 5,27%\n|-\n| [[Robson Rodovalho|Bispo Rodovalho]] ([[Partido da Frente Liberal|PFL]]) || 2522 ||
''Por amor a Bras\u00edlia''
PFL / PPS / PL / PSC / PMN / PRONA / PTN
|| 68.378 || 5,19%\n|-\n| [[Laerte Bessa]] ([[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]]) || 1510 ||
''Avan\u00e7a DF''
PSDB / PMDB / PTB / PTdoB
|| 61.850 || 4,70%\n|-\n| [[Rodrigo Rollemberg]] ([[Partido Socialista Brasileiro|PSB]]) || 4040 ||
''Uni\u00e3o por Bras\u00edlia''
PT / PV / PCdoB / PSB / PRB / PRTB
|| 55.917 || 4,25%\n|}\nObs.: A tabela acima mostra somente os deputados federais eleitos.\n\n== Deputados distritais eleitos ==\nForam eleitos vinte e quatro (24) deputados distritais pelo DF.[http://g1.globo.com/Noticias/Eleicoes/0,,AA1294276-6290-2676,00.html G1 Elei\u00e7\u00f5es 2006] Deputados distritais eleitos neste domingo (1\u00ba) pelo DF. Acessado em 01 de mar\u00e7o de 2016.\n\n{{Quote box|width=12%|align=right|quote=\n'''Representa\u00e7\u00e3o eleita'''\n{{Legenda|#c4122d|[[Partido dos Trabalhadores|PT]]: 4}}\n{{Legenda|#8CC63E|[[Democratas (Brasil)|PFL]]: 4}}\n{{Legenda|#FF8C00|[[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|PMDB]]: 3}}\n{{Legenda|#000000|[[Partido Trabalhista Brasileiro (1981)|PTB]]: 2}}\n{{Legenda|#0080FF|[[Partido da Social Democracia Brasileira|PSDB]]: 2}}\n{{Legenda|#0000DD|[[Progressistas|PP]]: 1}}\n{{Legenda|#EC2300|[[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]]: 1}}\n{{Legenda|#301b6a|[[Partido Liberal (1985)|PL]]: 1}}\n{{Legenda|#e5ad02|[[Partido Socialista Brasileiro (1985)|PSB]]: 1}}\n{{Legenda|#ec008c|[[Cidadania (partido pol\u00edtico)|PPS]]: 1}}\n{{Legenda|#34B233|[[Partido de Reedifica\u00e7\u00e3o da Ordem Nacional|PRONA]]: 1}}\n{{Legenda|#DD3333|[[Partido da Mobiliza\u00e7\u00e3o Nacional|PMN]]: 1}}\n{{Legenda|#800080|[[Partido Social Liberal|PSL]]: 1}}\n{{Legenda|#000080|[[Partido Republicano Progressista (1989)|PRP]]: 1}}\n|source='''Fonte\u02d0'''}}\n\n{| class=\"wikitable\" style=\"font-size: 95%;\"\n| bgcolor=\"#cccccc\" |'''N\u00famero'''\n| bgcolor=\"#cccccc\" |'''Deputados distritais eleitos'''\n| bgcolor=\"#cccccc\" |'''Partido'''\n| bgcolor=\"#cccccc\" |'''Vota\u00e7\u00e3o'''\n| bgcolor=\"#cccccc\" |'''Percentual'''\n| bgcolor=\"#cccccc\" |'''Localidade onde nasceu'''\n| bgcolor=\"#cccccc\" |'''Unidade federativa'''\n|-\n|align=\"center\"|13013\n|[[Paulo Tadeu]]\n|align=\"center\"|[[Partido dos Trabalhadores|PT]]\n|align=\"center\"|28.505\n|align=\"center\"|2,15%\n|[[Bras\u00edlia]]\n|{{BR-DF}}\n|-\n|align=\"center\"|14014\n|[[Cristiano Nogueira Ara\u00fajo|Cristiano Ara\u00fajo]]\n|align=\"center\"|[[Partido Trabalhista Brasileiro (1981)|PTB]]\n|align=\"center\"|28.505\n|align=\"center\"|1,98%\n|[[Bras\u00edlia]]\n|{{BR-DF}}\n|-\n|align=\"center\"|12200\n|[[Jos\u00e9 Reguffe]]\n|align=\"center\"|[[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]]\n|align=\"center\"|25.805\n|align=\"center\"|1,94%\n|[[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]]\n|{{BR-RJ}}\n|-\n|align=\"center\"|45123\n|[[Milton Barbosa]]\n|align=\"center\"|[[Partido da Social Democracia Brasileira|PSDB]]\n|align=\"center\"|24.478\n|align=\"center\"|1,84%\n|[[Itaberaba]]\n|{{BR-BA}}\n|-\n|align=\"center\"|45151\n|[[Jaqueline Roriz]]\n|align=\"center\"|[[Partido da Social Democracia Brasileira|PSDB]]\n|align=\"center\"|24.129\n|align=\"center\"|1,82%\n|[[Luzi\u00e2nia]]\n|{{BR-GO}}\n|-\n|align=\"center\"|25444\n|[[J\u00fanior Brunelli]]\n|align=\"center\"|[[Democratas (Brasil)|PFL]]\n|align=\"center\"|23.734\n|align=\"center\"|1,79%\n|[[S\u00e3o Paulo]]\n|{{BR-SP|tamanho=20px}}\n|-\n|align=\"center\"|22000\n|[[Aguinaldo de Jesus]]\n|align=\"center\"|[[Partido Liberal (1985)|PL]]\n|align=\"center\"|23.262\n|align=\"center\"|1,75%\n|[[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]]\n|{{BR-RJ}}\n|-\n|align=\"center\"|13131\n|[[Chico Leite]]\n|align=\"center\"|[[Partido dos Trabalhadores|PT]]\n|align=\"center\"|23.109\n|align=\"center\"|1,74%\n|[[Milagres (Cear\u00e1)|Milagres]]\n|{{BR-CE}}\n|-\n|align=\"center\"|15154\n|[[R\u00f4ney Nemer]]\n|align=\"center\"|[[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|PMDB]]\n|align=\"center\"|22.966\n|align=\"center\"|1,73%\n|[[Vi\u00e7osa (Minas Gerais)|Vi\u00e7osa]]\n|{{BR-MG}}\n|-\n|align=\"center\"|13104\n|[[\u00c9rika Kokay]]\n|align=\"center\"|[[Partido dos Trabalhadores|PT]]\n|align=\"center\"|22.916\n|align=\"center\"|1,72%\n|[[Fortaleza]]\n|{{BR-CE}}\n|-\n|align=\"center\"|25125\n|[[Eliana Pedrosa]]\n|align=\"center\"|[[Democratas (Brasil)|PFL]]\n|align=\"center\"|22.664\n|align=\"center\"|1,71%\n|[[Bicas]]\n|{{BR-MG}}\n|-\n|align=\"center\"|15151\n|[[Pedro Passos J\u00fanior]]\n|align=\"center\"|[[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|PMDB]]\n|align=\"center\"|20.431\n|align=\"center\"|1,54%\n|[[Arax\u00e1]]\n|{{BR-MG}}\n|-\n|align=\"center\"|13190\n|[[Sidney da Silva Patr\u00edcio|Sidney Patr\u00edcio]]\n|align=\"center\"|[[Partido dos Trabalhadores|PT]]\n|align=\"center\"|18.889\n|align=\"center\"|1,42%\n|[[Gama (Distrito Federal)|Gama]]\n|{{BR-DF}}\n|-\n|align=\"center\"|25222\n|[[Leonardo Prudente]]\n|align=\"center\"|[[Democratas (Brasil)|PFL]]\n|align=\"center\"|18.624\n|align=\"center\"|1,40%\n|[[Goi\u00e2nia]]\n|{{BR-GO}}\n|-\n|align=\"center\"|15444\n|[[Ben\u00edcio Tavares]]\n|align=\"center\"|[[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|PMDB]]\n|align=\"center\"|15.367\n|align=\"center\"|1,16%\n|[[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]]\n|{{BR-RJ}}\n|-\n|align=\"center\"|40123\n|[[Rog\u00e9rio Ulysses]]\n|align=\"center\"|[[Partido Socialista Brasileiro (1985)|PSB]]\n|align=\"center\"|14.932\n|align=\"center\"|1,12%\n|[[Bras\u00edlia]]\n|{{BR-DF}}\n|-\n|align=\"center\"|23456\n|[[Al\u00edrio Neto]]\n|align=\"center\"|[[Cidadania (partido pol\u00edtico)|PPS]]\n|align=\"center\"|13.055\n|align=\"center\"|0,98%\n|[[Piripiri]]\n|{{BR-PI}}\n|-\n|align=\"center\"|11234\n|[[Benedito Domingos]]\n|align=\"center\"|[[Progressistas|PP]]\n|align=\"center\"|12.955\n|align=\"center\"|0,98%\n|[[S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Para\u00edso]]\n|{{BR-MG}}\n|-\n|align=\"center\"|14141\n|[[Charles Lima]]\n|align=\"center\"|[[Partido Trabalhista Brasileiro (1981)|PTB]]\n|align=\"center\"|11.591\n|align=\"center\"|0,87%\n|[[Bras\u00edlia]]\n|{{BR-DF}}\n|-\n|align=\"center\"|25123\n|[[Paulo Roriz]]\n|align=\"center\"|[[Democratas (Brasil)|PFL]]\n|align=\"center\"|11.409\n|align=\"center\"|0,86%\n|[[Luzi\u00e2nia]]\n|{{BR-DF}}\n|-\n|align=\"center\"|56123\n|[[Wilson Lima]]\n|align=\"center\"|[[Partido de Reedifica\u00e7\u00e3o da Ordem Nacional|PRONA]]\n|align=\"center\"|8.983\n|align=\"center\"|0,68%\n|[[Ceres (Goi\u00e1s)|Ceres]]\n|{{BR-GO}}\n|-\n|align=\"center\"|33389\n|[[Aylton Gomes]]\n|align=\"center\"|[[Partido da Mobiliza\u00e7\u00e3o Nacional|PMN]]\n|align=\"center\"|8.448\n|align=\"center\"|0,64%\n|[[Bras\u00edlia]]\n|{{BR-DF}}\n|-\n|align=\"center\"|17123\n|[[Raimundo Ribeiro]]\n|align=\"center\"|[[Partido Social Liberal|PSL]]\n|align=\"center\"|8.303\n|align=\"center\"|0,62%\n|[[Piracuruca]]\n|{{BR-PI}}\n|-\n|align=\"center\"|44015\n|[[Jos\u00e9 Matildes Batista]]\n|align=\"center\"|[[Partido Republicano Progressista (1989)|PRP]]\n|align=\"center\"|6.890\n|align=\"center\"|0,52%\n|[[Itaporanga (Para\u00edba)|Itaporanga]]\n|{{BR-PB}}\n|}\nObs.: A tabela acima mostra somente os deputados distritais eleitos.\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Elei\u00e7\u00f5es brasileiras de 2006]]\n*[[Par\u00e1]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\nAs liga\u00e7\u00f5es a seguir s\u00e3o da p\u00e1gina oficial do [[Tribunal Superior Eleitoral]].\n*[http://www.tse.gov.br/sadEleicao2006DivCand/procCandidatoListar.jsp?cargo=1 Candidatos a Governador]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1=data=abril de 2019 }} - {{((pt))}}\n*[http://www.tse.gov.br/sadEleicao2006DivCand/procCandidatoListar.jsp?cargo=2 Candidatos a Senadores]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1=data=abril de 2019 }} - {{((pt))}}\n*[https://web.archive.org/web/20090309123208/http://www.tse.gov.br/sadEleicao2006DivCand/procCandidatoListar.jsp?cargo=3 Candidatos a Deputados Federais] - {{((pt))}}\n*[http://www.tse.gov.br/sadEleicao2006DivCand/procCandidatoListar.jsp?cargo=4 Candidatos a Deputados Estaduais]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1=data=abril de 2019 }} - {{((pt))}}\n*[https://web.archive.org/web/20061023104050/http://www.tse.gov.br/eleicoes/urna_eletronica/simulacao_votacao/UrnaApplet.htm Simula\u00e7\u00e3o de vota\u00e7\u00e3o em Urna Eletr\u00f4nica] - {{((pt))}}\n\n{{Elei\u00e7\u00f5es distritais no Distrito Federal}}\n{{Elei\u00e7\u00f5es gerais no Brasil em 2006}}\n\n{{sem imagem}}\n\n[[Categoria:Elei\u00e7\u00f5es estaduais no Brasil em 2006|Distrito Federal]]\n[[Categoria:Elei\u00e7\u00f5es no Distrito Federal (Brasil)|2006]]\n[[Categoria:2006 no Distrito Federal]]"}]},"6618304":{"pageid":6618304,"ns":0,"title":"Being Frank","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Filme\n |nome = Being Frank\n |t\u00edtulo-pt = \n |t\u00edtulo-br = Duas Fam\u00edlias e Um Segredo\n |t\u00edtulo-or = \n |imagem = \n |imagem_tamanho = \n |imagem_legenda =\n |pa\u00eds = {{EUA}}\n |ano = 2018\n |cor-pb = cor\n |dura\u00e7\u00e3o = 110{{cite web|url=https://www.hollywoodreporter.com/review/you-can-choose-your-family-1094463 |title='You Can Choose Your Family' Review |publisher=The Hollywood Reporter |date=2018-03-14 |accessdate=2019-02-11}}\n |dire\u00e7\u00e3o = Miranda Bailey \t\n |codire\u00e7\u00e3o = \n |produ\u00e7\u00e3o = Karen Kehela Sherwood
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[[Logan Miller]]
[[Samantha Mathis]]
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Imagine Entertainment\n |distribui\u00e7\u00e3o = [[The Film Arcade]]\n |lan\u00e7amento = {{EUAb}} 11 de mar\u00e7o de 2018 ([[South by Southwest]])\n |or\u00e7amento = \n |receita = [[$]]67.343{{cite web|url=https://www.boxofficemojo.com/movies/?id=beingfrank.htm |title=Being Frank (2019) |publisher=Box Office Mojo |date= |accessdate=2019-09-06}}\n |precedido_por = \n |seguido_por = \n |website = \n |c\u00f3digo-IMDB = \n}}\n'''''Being Frank''''' ({{BRPT|Cinema|Duas Fam\u00edlias e Um Segredo}}) \u00e9 um [[filme de com\u00e9dia]] [[Cinema dos Estados Unidos|estadunidense]] de [[2018 no cinema|2018]] dirigido por Miranda Bailey e escrito por Glen Lakin. O filme \u00e9 estrelado por [[Jim Gaffigan]], [[Logan Miller]], [[Samantha Mathis]], [[Alex Karpovsky]] e [[Anna Gunn]]. Foi lan\u00e7ado em 14 de junho de 2019, pela [[The Film Arcade]].\n\n== Sinopse ==\nA vida familiar de um pai normal vira de cabe\u00e7a para baixo quando seu filho descobre que seu pai tem outra fam\u00edlia.\n\n== Elenco == \n*[[Jim Gaffigan]] como Frank Hansen\n*[[Logan Miller]] como Philip Hansen\n*[[Samantha Mathis]] como Bonnie\n*[[Alex Karpovsky]] como Ross\n*[[Anna Gunn]] como Laura Hansen\n*[[Danielle Campbell]] como Allison\n*Isabelle Phillips como Kelly\n*Emerson Tate Alexander como Lib Hansen\n*Daniel Rashid como Lewis\n*Gage Polchlopek como Eddie\n*Thomas Mulzac como Troy\n*[[Hayes MacArthur]] como Stan Kempler\n*Michelle Hurd como Marcy Kempler\n\n== Lan\u00e7amento e recep\u00e7\u00e3o ==\nO filme estreou na [[South by Southwest]] em 11 de mar\u00e7o de 2018. {{cite web|last=Grobar |first=Matt |url=https://deadline.com/2018/03/you-can-choose-your-family-jim-gaffigan-miranda-bailey-sxsw-interview-1202335477/ |title=Jim Gaffigan Humanizes Antihero With \u2018You Can Choose Your Family\u2019 |publisher=Deadline |date=2018-03-11 |accessdate=2019-02-11}} O filme foi lan\u00e7ado em 14 de junho de 2019, pela [[The Film Arcade]].{{cite web|last=Evry |first=Max |url=https://www.comingsoon.net/movies/trailers/1065957-exclusive-being-frank-trailer-with-jim-gaffigan |title=Exclusive Being Frank Trailer With Jim Gaffigan! |publisher=Comingsoon.net |date=2019-05-08 |accessdate=2019-05-16}}\n\nNo [[Rotten Tomatoes]], o filme tem uma taxa de aprova\u00e7\u00e3o de 31% com base em 39 resenhas, com uma classifica\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 5.58/10. O consenso dos cr\u00edticos do site diz: \"''Being Frank'' sugere que Jim Gaffigan pode ter um futuro real como ator dram\u00e1tico -- se ao menos ele oferecesse projetos que n\u00e3o sofram com tanto potencial desperdi\u00e7ado.\"https://www.rottentomatoes.com/m/being_frank_2019\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{IMDb t\u00edtulo|6547044|Being Frank}}\n\n{{Portal3|Arte|Cinema|Entretenimento|Estados Unidos}}\n\n[[Categoria:Filmes dos Estados Unidos de 2018]]\n[[Categoria:Filmes de com\u00e9dia dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Filmes de com\u00e9dia da d\u00e9cada de 2010]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua inglesa]]"}]},"4572806":{"pageid":4572806,"ns":0,"title":"Pokrevenik","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade da S\u00e9rvia\n|Nome = Pokrevenik\n|Nome Cir\u00edlico = {{lang|sr|\u041f\u043e\u043a\u0440\u0435\u0432\u0435\u043d\u0438\u043a}}\n|Imagem = Pokrevenik01.jpg\n|Legenda = Vue g\u00e9n\u00e9rale de Pokrevenik\n|Bras\u00e3o = \n|Mapa =\n|Lema =\n|Prov\u00edncia = [[S\u00e9rvia central]]\n|Regi\u00e3o = [[Visok (regi\u00e3o)|Visok]]\n|Distrito = [[Pirot (distrito)|Pirot]]\n|Munic\u00edpio = [[Pirot]]\n|lat_deg = |lat_min = |lat_sec =\n|lon_deg = |lon_min = |lon_sec =\n|Altitude = 699\n|\u00c1rea = \n|Popula\u00e7\u00e3o = 57\n|Censo = 2011\n|Densidade =\n|Placa =\n|C\u00f3digo postal = \n|C\u00f3digo telefone=\n|Endere\u00e7o =\n|Website sem www=\n|e-mail =\n|Prefeito = \n|Partido =\n|Nuts =\n|Mapa distrito =\n|Mapa regi\u00e3o =\n}}\n'''Pokrevenik''' (em [[Alfabeto cir\u00edlico|cir\u00edlico]]:'' {{lang|sr|\u041f\u043e\u043a\u0440\u0435\u0432\u0435\u043d\u0438\u043a}}'') \u00e9 uma vila da [[S\u00e9rvia]] localizada no munic\u00edpio de [[Pirot]], pertencente ao distrito de [[Pirot (distrito)|Pirot]], na regi\u00e3o de [[Visok (regi\u00e3o)|Visok]]. A sua popula\u00e7\u00e3o era de 57 habitantes segundo o censo de 2011.{{citar web|url=http://media.popis2011.stat.rs/2011/prvi_rezultati.pdf|t\u00edtulo=Recensement de la population, des m\u00e9nages et des logements dans la R\u00e9publique de Serbie 2011|data=10 de novembro de 2011|publicado=Site de l'Institut de statistiques de la [[S\u00e9rvia|R\u00e9publique de Serbie]]|acessodata=}}{{Hist\u00f3rico da popula\u00e7\u00e3o (S\u00e9rvia)}}\n\n== Demografia ==\n{{Demografia|\n|1948= 651\n|1953= 679\n|1961= 696\n|1971= 647\n|1981= 476\n|1991= 170\n|2002= 126{{Historique de la population (Serbie)}}\n|2011= 57\n}}\n\n\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{citar web|url=http://www.maplandia.com/serbia-and-montenegro/srbija/pokrevenik/ |t\u00edtulo=Pokrevenik Map|data=|publicado=Maplandia.com|acessodata=|l\u00edngua=en}}\n* {{citar web|url=http://www.fallingrain.com/world/RI/00/Pokrevenik.html |t\u00edtulo=Pokrevenik Map|data=|publicado=Fallingrain.com|acessodata=|l\u00edngua=en}}\n\n{{Distrito de Pirot}}\n{{Esbo\u00e7o-geo-servia}}\n{{Portal3|S\u00e9rvia}}\n\n[[Categoria:Vilas de Pirot]]"}]},"6230463":{"pageid":6230463,"ns":0,"title":"Chrysosphaerales","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia \n| nome= Chrysosphaerales\n| imagem=\n| imagem_legenda=\n| imagem_largura=250px\n| dom\u00ednio = [[Eukarya]]\n| reino = [[Chromalveolata]]\n| filo_sc = [[Supergrupo SAR]]\n| filo = [[Stramenopiles]]\n| classe = [[Chrysophyceae]]\n| ordem='''Chrysosphaerales'''\n| ordem_autoridade = Bourrelly, 1957Bourrelly, P. (1957) Recherches sur les Chrysophyc\u00e9es: morphologie, phylog\u00e9nie, syst\u00e9matique. ''Revue Algologique, m\u00e9moire hors-s\u00e9ries'', 1: 1\u2013412.\n| subdivis\u00e3o_nome = Fam\u00edlias\n| subdivis\u00e3o = \n* [[Chrysostomataceae]]\n* [[Phaeodermatiaceae]]\n* [[Phaeoplacaceae]]\n* [[Pterosphermaceae]]\n* [[Stichogloeaceae]]\n| sin\u00f3nimos= \n* [[Chrysophyta]] [[Pascher]], 1914 (''pro parte'')\n* [[Chrysomonadida]] [[Calkins]], 1926 (''pro parte'')\n}}\n'''Chrysosphaerales''' \u00e9 uma ordem de [[alga]]s unicelulares [[heteroconte]]s da classe [[Chrysophyceae]],[http://taxonomicon.taxonomy.nl/TaxonTree.aspx?src=0&id=115385 The Taxonomicon: Order Chrysosphaerales (alga)].\n{{citar web |url=https://www.ncbi.nlm.nih.gov/Taxonomy/Browser/wwwtax.cgi?mode=Tree&id=2825&lvl=2 |titulo=www.ncbi.nlm.nih.gov |publicacao= |acessodata=2009-06-13}}[https://www.marinespecies.org/aphia.php?p=taxdetails&id=591201 WoRMS : Chrysosphaerales]. maioritariamente de \u00e1gua doce,[http://encyclopedia.kids.net.au/page/ch/Chromulinales Kids.Net.Au: Chromulinales]. que apresentam uma caracter\u00edstica colora\u00e7\u00e3o amarelo-dourada devido \u00e0 presen\u00e7a de [[pigmento acess\u00f3rio|pigmentos acess\u00f3rios]] que mascaram a [[clorofila]].[https://encyclopedia2.thefreedictionary.com/Chromulinales TFD: Golden algae]. A ordem engloba 1-5 fam\u00edlias consoante o sistema de classifica\u00e7\u00e3o.[https://github.com/mdoering/backbone/tree/master/life/Chromista/Ochrophyta/Chrysophyceae/Chrysosphaerales/Stichogloeaceae Git Hub: Chrysosphaerales].\n\n==Descri\u00e7\u00e3o==\nA ordem Chrysosphaerales engloba [[microalga]]s [[unicelular]]es, incluindo algumas de car\u00e1cter [[Col\u00f3nia (biologia)|colonial]] n\u00e3o-filamentoso, de colora\u00e7\u00e3o amarelada dada a presen\u00e7a de [[pigmento acess\u00f3rio|pigmentos acess\u00f3rios]], caracterizadas por no seu [[ciclo de vida]] n\u00e3o apresentarem a transforma\u00e7\u00e3o directa num [[zo\u00f3sporo]] ou outra qualquer forma dotada de [[motilidade]].\n\n==Taxonomia e sistem\u00e1tica==\nEmbora a [[circunscri\u00e7\u00e3o taxon\u00f3mica]] e a classifica\u00e7\u00e3o permane\u00e7am inst\u00e1veis, a ordem Chrysosphaerales engloba as seguintes fam\u00edlias:\n* [[Chrysostomataceae]]\n* [[Phaeodermatiaceae]]\n* [[Phaeoplacaceae]]\n* [[Pterosphermaceae]]\n* [[Stichogloeaceae]]\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n{{Wikispecies}}\n{{Commonscat}}\n* [https://www.itis.gov/servlet/SingleRpt/SingleRpt?search_topic=TSN&search_value=1874#null ITIS: Chrysosphaerales]\n* [http://taxonomicon.taxonomy.nl/TaxonTree.aspx?src=0&id=115385 The Taxonomicon: Order Chrysosphaerales (alga)].\n\n{{Taxonbar|from=Q5114940}}\n{{Heterokonta}}\n\n[[Categoria:Chrysophyceae]]\n[[Categoria:Ochrophyta]]"}]},"2534013":{"pageid":2534013,"ns":0,"title":"Laakirchen","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Cidade da \u00c1ustria\n| nome = Laakirchen\n| imagem = Gm\u00f6ser Moorteich.jpg\n| texto da imagem = \n| bras\u00e3o = Wappen_at laakirchen.png\n| mapa = \n| lema = \n| estado = [[Alta \u00c1ustria]]\n| distrito = [[distrito de Gmunden]]\n| lat_deg = 47\n| lat_min = 58\n| lat_sec = 58\n| lon_deg = 13\n| lon_min = 49\n| lon_sec = 27\n| \u00e1rea = 32.5\n| altitude = 441\n| popula\u00e7\u00e3o = 9454\n| censo = 31.12.2006\n| densidade = \n| placa = GM\n| codigopostal = 4663\n| codigotelefone = 07613\n| endere\u00e7o = Rathausplatz 1\n| website = laakirchen.at/\n| e-mail = \n| prefeito = Mag. Anton Holzleithner\n| partido = [[\u00d6sterreichische Volkspartei|\u00d6VP]]\n| nuts = \n| mapa distrito = Laakirchen im Bezirk GM.png\n| mapa estado = \n}}\n\n'''Laakirchen''' \u00e9 um munic\u00edpio da [[\u00c1ustria]] localizado no [[distrito de Gmunden]], no [[Estados da \u00c1ustria|estado]] de [[Alta \u00c1ustria]].{{citar web|url=http://www.statistik.at/blickgem/gemDetail.do?gemnr=40711|t\u00edtulo=Ein Blick auf die Gemeinde|autor=|data=|publicado=Statistik.at|acessodata=15 de agosto de 2012|l\u00edngua2=de}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|\u00c1ustria}}\n{{Esbo\u00e7o-geoat}}\n\n{{\u00c1ustria/Distrito de Gmunden}}\n\n\n[[Categoria:Distrito de Gmunden]]\n[[Categoria:Cidades da Alta \u00c1ustria]]"}]},"4263070":{"pageid":4263070,"ns":0,"title":"From the Inside","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o|From the Inside}}\n\n*[[From the Inside (\u00e1lbum de Alice Cooper)]]\n*[[From the Inside (\u00e1lbum de Laura Pausini)]]\n*[[From the Inside (can\u00e7\u00e3o)]] - da banda norte-americana Linkin Park\n\n== Veja tamb\u00e9m ==\n*[[From the Inside Out]]\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00e3o]]"}]},"5788631":{"pageid":5788631,"ns":0,"title":"Santa Fe (filme)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Filme\n|nome = Santa Fe\n|t\u00edtulo-bra = Santa F\u00e9\n|t\u00edtulo-prt = {{semtitprt}} \n|imagem = \n|imagem_tamanho = 233px\n|imagem_legenda = Cartaz promocional\n|pa\u00eds = [[Estados Unidos]]\n|ano = 1951\n|cor-pb = [[Technicolor]]\n|dura\u00e7\u00e3o = 87\n|dire\u00e7\u00e3o = [[Irving Pichel]]\n|produ\u00e7\u00e3o = [[Harry Joe Brown]]\n|roteiro = \n|elenco = [[Randolph Scott]]
[[Janis Carter]]
[[Jerome Coultland]]\n|g\u00eanero = [[Cinema western|faroeste]]\n|tipo = LF\n|idioma = [[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]]\n|est\u00fadio = [[Columbia Pictures]]\n|distribui\u00e7\u00e3o = Columbia Pictures\n}}\n'''''Santa Fe''''' {{titbra|Santa F\u00e9{{Citar livro|t\u00edtulo=Os filmes de hoje na TV |ultimo=EWALD FILHO|primeiro=Rubens|editora=Global|ano=1975|local=[[S\u00e3o Paulo]]|p\u00e1ginas=210|autorlink=Rubens Ewald Filho|p\u00e1gina=176}}}} \u00e9 um [[filme norte-americano]] de [[1951 no cinema|1951]], dos g\u00eaneros [[fic\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica (cinema)|fic\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica]] e [[Cinema western|faroeste]], dirigido por [[Irving Pichel]] e estrelado por [[Randolph Scott]] e [[Janis Carter]].\n\nEsp\u00e9cie de vers\u00e3o condensada de ''[[Union Pacific (filme)|Union Pacific]]'',{{citar livro|\u00faltimo=Hardy|primeiro=Phil|t\u00edtulo=The Encyclopedia of Western Movies|local=[[Londres]]|editora=Octopus Books|ano=1985|isbn=0706412850|l\u00edngua=ingl\u00eas}} ''Santa Fe'' foi o pen\u00faltimo filme dirigido por Irving Pichel.\n\n== Sinopse ==\nAp\u00f3s o fim da [[Guerra de Secess\u00e3o]], os irm\u00e3os Canfield -- Britt, Terry, Tom e Clint -- deixam o Sul em dire\u00e7\u00e3o ao Oeste, onde pretendem come\u00e7ar vida nova. Britt aceita emprego na Ferrovia Santa F\u00e9, um trabalho honesto, ainda que duro, por\u00e9m pago com dinheiro [[Yankee]]. O fato o leva a romper com os irm\u00e3os, que preferem o outro lado da Lei. Mas o grande inimigo de Britt \u00e9 Cole Sanders, o intoc\u00e1vel jogador que desencaminhou seus parentes.{{citar web |url=http://www.allmovie.com/movie/santa-fe-v108841/ |t\u00edtulo=Santa Fe |acessodata=16 de julho de 2018 |autor=Erickson, Hal |publicado=[[AllMovie]]|l\u00edngua=ingl\u00eas}}{{citar livro|\u00faltimo=Hirschhorn|primeiro=Clive|t\u00edtulo=The Columbia Story|local=Londres|editora=Pyramid Books|ano=1989|isbn=1871307872|l\u00edngua=ingl\u00eas}}\n\n== Elenco ==\n{|class=\"wikitable\" style=\"font-size: 90%;\" border=\"2\" cellpadding=\"4\" background: #f9f9f9;\n|- align=\"center\"\n! style=\"background:#B0C4DE;\" | Ator/Atriz\n! style=\"background:#B0C4DE;\" | Personagem\n|-\n| Randolph Scott\n| ''Britt Canfield''\n|-\n| Janis Carter\n| ''Judith Chandler''\n|-\n| [[Jerome Courtland]]\n| ''Terry Canfield''\n|-\n| [[Peter Thompson (ator)|Peter Thompson]]\n| ''Tom Canfield''\n|-\n| [[John Archer]]\n| ''Clint Canfield''\n|-\n| [[Warner Anderson]]\n| ''Dave Baxter''\n|-\n| [[Roy Roberts]]\n| ''Cole Sanders''\n|-\n| [[Billy House]]\n| ''Luke Plummer''\n|-\n| [[Olin Howland]]\n| ''Dan Dugan''\n|-\n| [[Allene Roberts]]\n| ''Ella Sue Canfield''\n|-\n| [[Jock Mahoney]]\n| ''Crake''\n|-\n| [[Harry Cording]]\n| ''Moose Legrande''\n|-\n| [[Sven Hugo Borg]]\n| '''Swede' Swanstrom''\n|-\n| [[Frank Ferguson]]\n| ''[[Bat Masterson]]''\n|-\n| Irving Pichel\n| ''Harned''\n|}\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-filme-eua}}\n{{portal3|cinema|ferrovias|Estados Unidos}}\n{{normdaten}}\n{{DEFAULTSORT:Santa Fe 1951}}\n[[Categoria:Filmes dos Estados Unidos de 1951]]\n[[Categoria:Filmes de fic\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Filmes com trilha sonora de Paul Sawtell]]\n[[Categoria:Filmes de faroeste dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Filmes baseados em romances de autores do Reino Unido]]\n[[Categoria:Filmes sobre transporte ferrovi\u00e1rio]]\n[[Categoria:Filmes dirigidos por Irving Pichel]]\n[[Categoria:Representa\u00e7\u00f5es culturais de Bat Masterson]]\n[[Categoria:Filmes de faroeste da d\u00e9cada de 1950]]\n[[Categoria:Filmes da Columbia Pictures]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua inglesa]]"}]},"340007":{"pageid":340007,"ns":0,"title":"Cyclotrichium","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n |nome =Cyclotrichium\n\n |reino = [[Plantae]]\n |filo = [[Magnoliophyta]]\n |classe = [[Magnoliopsida]]\n |ordem = [[Lamiales]]\n |fam\u00edlia = [[Lamiaceae]]\n |g\u00e9nero = Cyclotrichium\n |g\u00e9nero_autoridade = \n |subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n |subdivis\u00e3o = \n
''Ver texto.''\n}}\n'''''Cyclotrichium''''' \u00e9 um [[g\u00eanero (biologia)|g\u00eanero]] bot\u00e2nico da [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] ''[[Lamiaceae]]''{{Citar web |url=http://www.worldfloraonline.org/taxon/{{#property:P7715}} |titulo=Cyclotrichium \u2014 World Flora Online |acessodata=2020-08-19 |website=www.worldfloraonline.org}}\n\n== Esp\u00e9cies ==\n{|\n|-valign=top\n|\n* ''[[Cyclotrichium depauperatum]]''\n* ''[[Cyclotrichium floridum]]''\n* ''[[Cyclotrichium glabrescens]]''\n* ''[[Cyclotrichium haussknechtii]]''\n* ''[[Cyclotrichium leucotrichum]]''\n|\n* ''[[Cyclotrichium longifiorum]]''\n* ''[[Cyclotrichium niveum]]''\n* ''[[Cyclotrichium origanifolium]]''\n* ''[[Cyclotrichium stamineum]]''\n* ''[[Cyclotrichium straussii]]''\n|}\n\n==Refer\u00eancias==\n\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* {{Link||2=http://www.mobot.org/MOBOT/Research/APweb/ |3= |4=Site oficial}}\n* {{Link||2=http://132.236.163.181/index.html?/DiversityOfLife.org |3=}}\n* {{Link||2=http://www.homolaicus.com/scienza/erbario/utility/botanica_sistematica/ |3=}}\n* {{Link||2=http://www.ppp-index.de/ |3=}}\n\n{{Esbo\u00e7o-lamiales}}\n{{Portal3|Bot\u00e2nica}}\n\n[[Categoria:G\u00e9neros de Lamiaceae]]"}]},"21948":{"pageid":21948,"ns":0,"title":"Est\u00eav\u00e3o de Inglaterra","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Nobre\n| nome = Est\u00eav\u00e3o\n| titulo = Rei dos Ingleses e Duque dos Normandos\n| imagem = Stepan Blois.jpg\n| imgw = 245px\n| sucess\u00e3o = [[Lista de monarcas da Inglaterra|Rei da Inglaterra]]\n| reinado = {{dtlink|22|12|1135}}
a {{dtlink|25|10|1154}}\n| predecessor = [[Henrique I de Inglaterra|Henrique I]]\n| sucessor = [[Henrique II de Inglaterra|Henrique II]]\n| coroa\u00e7\u00e3o = {{nowrap|{{dtlink|26|12|1135}}}}\n| conjugue = [[Matilde I, Condessa de Bolonha]]\n| tipo-conjugue = Esposa\n| descendencia = Baldu\u00edno de Blois
[[Eust\u00e1cio IV, Conde de Bolonha]]
Matilde de Blois
[[Guilherme I, Conde de Bolonha]]
[[Maria, Condessa de Bolonha]]\n| casa = [[Casa de Blois|Blois]]\n| pai = [[Est\u00eav\u00e3o II de Blois|Est\u00eav\u00e3o II, Conde de Blois]]\n| m\u00e3e = [[Adela da Normandia]]\n| data de nascimento = [[Circa|c.]] [[1092]] ou [[1096]]\n| local de nascimento = [[Blois]], [[Condado de Blois|Blois]], [[Reino da Fran\u00e7a|Fran\u00e7a]]\n| data da morte = {{morte|25|10|1154}}\n| local da morte = [[Dover (Inglaterra)|Dover]], [[Kent]], [[Reino da Inglaterra|Inglaterra]]\n| local de enterro = Abadia de Faversham, Kent, Inglaterra\n| religi\u00e3o = [[Igreja Cat\u00f3lica|Catolicismo]]\n}}\n'''Est\u00eav\u00e3o''' ([[Blois]], [[Circa|c.]] [[1092]]/[[1096]] \u2013 [[Dover (Inglaterra)|Dover]], {{dtlink|25|10|1154}}), tamb\u00e9m chamado de '''Est\u00eav\u00e3o de Blois''', foi o [[Lista de monarcas da Inglaterra|Rei da Inglaterra]] de 1135 at\u00e9 sua morte e [[Conde de Bolonha]] [[Jure uxoris|em direito de sua esposa]]. Seu reinado foi marcado pela [[A Anarquia|Anarquia]], guerra civil que travou contra sua prima [[Matilde de Inglaterra|Matilde da Inglaterra]]. Foi sucedido pelo filho dela, [[Henrique II de Inglaterra|Henrique II]], o primeiro da [[dinastia Plantageneta]].\n\nSeu pai [[Est\u00eav\u00e3o II de Blois]] morreu enquanto Est\u00eav\u00e3o ainda era jovem, com ele sendo levado at\u00e9 sua m\u00e3e [[Adela da Normandia]]. Colocado na corte de [[Henrique I de Inglaterra|Henrique I]], seu tio e rei da [[Reino da Inglaterra|Inglaterra]], Est\u00eav\u00e3o ganhou proemin\u00eancia e recebeu v\u00e1rias terras. Casou-se com [[Matilde I, Condessa de Bolonha|Matilde de Bolonha]], herdando propriedades em [[Bolonha-sobre-o-Mar|Bolonha]] e [[Kent]] que transformaram o casal em um dos mais ricos do pa\u00eds. Est\u00eav\u00e3o escapou de afogar-se junto com [[Guilherme Adelino]], filho e herdeiro de Henrique I, no naufr\u00e1gio do ''[[Barco Branco]]'' em 1120; a morte de Guilherme deixou em aberto a sucess\u00e3o do trono ingl\u00eas. Quando o rei morreu em 1135, Est\u00eav\u00e3o rapidamente cruzou o [[Canal da Mancha]] e, com a ajuda de seu irm\u00e3o [[Henrique de Blois|Henrique]], um poderoso cl\u00e9rigo, tomou o trono afirmando que a preserva\u00e7\u00e3o da ordem no reino era mais importante que seus juramentos prestados \u00e0 imperatriz Matilde, filha de Henrique I.\n\nApesar de [[David I da Esc\u00f3cia]], rebeldes galeses e [[Godofredo V, Conde de Anjou|Godofredo V de Anjou]], marido de Matilde, terem repetidas vezes atacado suas terras na Inglaterra e na [[Ducado da Normandia|Normandia]], os primeiros anos de seu reinado foram bem sucedidos. [[Roberto, 1\u00ba Conde de Gloucester|Roberto de Gloucester]], o meio-irm\u00e3o da imperatriz, rebelou-se contra Est\u00eav\u00e3o em 1138 amea\u00e7ando uma guerra civil. Junto com Valerano de Beaumont, seu conselheiro, Est\u00eav\u00e3o firmemente defendeu a Inglaterra, inclusive prendendo uma poderosa fam\u00edlia de bispos. Quando a imperatriz e Roberto invadiram em 1139, ele n\u00e3o conseguiu esmagar a rebeli\u00e3o rapidamente, que centrou-se no sudoeste da Inglaterra. Est\u00eav\u00e3o foi abandonado por muitos de seus seguidores ap\u00f3s ser capturado na [[Batalha de Lincoln (1141)|Batalha de Lincoln]] em 1141, tamb\u00e9m perdendo o controle da Normandia. Ele foi libertado depois de sua esposa e Guilherme de Ypres, um de seus comandantes militares, terem capturado Roberto, por\u00e9m a guerra continuou por anos com nenhum dos lados conseguindo grande vantagem.\n\nEst\u00eav\u00e3o ficou cada vez mais preocupado em garantir que seu filho [[Eust\u00e1cio IV, Conde de Bolonha|Eust\u00e1cio]] fosse seu sucessor. Ele tentou convencer a igreja a coroar o filho para refor\u00e7ar sua posi\u00e7\u00e3o: o [[papa Eug\u00eanio III]] recusou-se e o rei come\u00e7ou a discutir cada vez mais com seus cl\u00e9rigos. O filho da imperatriz invadiu a Inglaterra em 1153 para armar uma alian\u00e7a com poderosos bar\u00f5es a fim de conquistar o trono. Os dois ex\u00e9rcitos confrontaram-se no Castelo de Wallingford, por\u00e9m nenhum dos lados saiu vitorioso. Est\u00eav\u00e3o come\u00e7ou a considerar e negociar a paz, um processo que foi apressado ap\u00f3s a morte repentina de Eust\u00e1cio. Est\u00eav\u00e3o e Henrique assinaram o [[Tratado de Wallingford]] no final do ano, em que o rei reconhecia Henrique como seu herdeiro em troca da paz. Est\u00eav\u00e3o morreu no ano seguinte. Historiadores modernos j\u00e1 debateram como a personalidade de Est\u00eav\u00e3o, eventos externos e a fraqueza do estado normando contribu\u00edram para o longo per\u00edodo de guerra civil. \n\n==In\u00edcio de vida==\n[[Ficheiro:North West France 1150.png|thumb|262x262px|O norte da Fran\u00e7a por volta da \u00e9poca do nascimento de Est\u00eav\u00e3o.]]\n===Inf\u00e2ncia===\nEst\u00eav\u00e3o nasceu em [[Blois]], [[Condado de Blois]], [[Reino da Fran\u00e7a|Fran\u00e7a]], em 1092 ou 1096.{{nota de rodap\u00e9|As opini\u00f5es variam sobre a data exata do nascimento de Est\u00eav\u00e3o. R. H. C. Davis prop\u00f5e 1092, e King fala em 1096. {{harvnb|Davis|1977|p=1}}; {{harvnb|King|2010|p=5}} }} Seu pai era [[Est\u00eav\u00e3o II de Blois|Est\u00eav\u00e3o II, Conde de Blois]], um nobre franc\u00eas que participou pouco da inf\u00e2ncia do filho por ser um cruzado. {{harvnb|Davis|1977|p=1}} Est\u00eav\u00e3o II adquiriu a reputa\u00e7\u00e3o de covarde durante a [[Primeira Cruzada]] e voltou ao combate em 1101 para reconstruir seu nome, morrendo no ano seguinte na Batalha de Ramla. {{harvnb|Davis|1977|p=4}} A m\u00e3e de Est\u00eav\u00e3o era [[Adela da Normandia]], filha do rei [[Guilherme I de Inglaterra|Guilherme I da Inglaterra]] e [[Matilde de Flandres]], famosa entre seus contempor\u00e2neos por sua piedade, riqueza e talento pol\u00edtico. Ela teve grande influ\u00eancia no in\u00edcio da vida de Est\u00eav\u00e3o. {{harvnb|King|2010|p=5}} \n\nA Fran\u00e7a do s\u00e9culo XII era um conjunto de condados, ducados e organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas menores sob o controle m\u00ednimo de um rei. O poder do monarca estava ligado ao seu controle da rica prov\u00edncia de [[Ilha de Fran\u00e7a]], leste de Blois. {{harvnb|Barlow|1999|p=111}}; {{harvnb|Duby|1993=p=192}} No oeste jazia os condados de [[Maine (prov\u00edncia)|Maine]], [[Anjou]] e [[Touraine]], e ao norte estava o [[Ducado da Normandia]], de onde Guilherme I havia [[Conquista normanda da Inglaterra|conquistado a Inglaterra em 1066]]. O controle da heran\u00e7a anglo-normanda ainda estava sendo disputado pelos filhos de Guilherme. {{harvnb|Carpenter|2004|p=137}} Apesar de dialetos regionais, os governantes da regi\u00e3o falavam uma l\u00edngua similar, seguiam a mesma religi\u00e3o e eram relacionados; tamb\u00e9m eram muito competitivos e frequentemente entravam em conflito por territ\u00f3rios valiosos e castelos. {{harvnb|Barlow|1999|p=111}}; {{harvnb|Koziol|1992|p=17}}; {{harvnb|Thompson|2002|p=3}} \n\nEst\u00eav\u00e3o tinha pelo menos quatro irm\u00e3os e uma irm\u00e3, al\u00e9m de provavelmente duas meias-irm\u00e3s. Guilherme era seu irm\u00e3o mais velho, e sob circunst\u00e2ncias normais teria herdado o t\u00edtulo de conde. Guilherme provavelmente sofria de [[retardo mental]]{{nota de rodap\u00e9|Guilherme foi descrito como sendo \"deficiente em intelig\u00eancia ... segunda classe\"; ele tamb\u00e9m fez um estranho juramento na [[Catedral de Chartres]] para matar um bispo local. As especificidades de sua condi\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o claras. {{harvnb|Davis|1977|p=4}}; {{harvnb|King|2010|p=8}} }} e Adela passou o t\u00edtulo para [[Teobaldo IV de Blois|Teobaldo]], seu segundo filho, que posteriormente adquiriria o [[Condado de Champagne]] al\u00e9m de Blois e [[Chartres]]. O outro irm\u00e3o mais velho de Est\u00eav\u00e3o, Eudes, morreu jovem ainda na adolesc\u00eancia. Seu irm\u00e3o mais novo [[Henrique de Blois|Henrique]] nasceu provavelmente quatro anos depois de Est\u00eav\u00e3o. Os irm\u00e3os formavam uma fam\u00edlia muito unida, com Adela encorajando Est\u00eav\u00e3o a tornar-se um cavaleiro feudal e Henrique a virar cl\u00e9rigo possivelmente para que seus objetivos pessoais n\u00e3o entrassem em conflito. {{harvnb|Davis|1977|p=5}}; {{harvnb|King|2010|p=5}} Est\u00eav\u00e3o foi criado na casa da m\u00e3e em vez de com um parente, algo fora do comum; ele aprendeu [[latim]] e cavalgada, estudando hist\u00f3ria e hist\u00f3rias b\u00edblicas com Guilherme, o Normando. {{harvnb|Crouch|2002|p=241}}; {{harvnb|King|2010|p=9}} \n\n===Rela\u00e7\u00e3o com Henrique I===\n[[Ficheiro:Adela syni.jpg|thumb|left|220px|\u00c1rvore geneal\u00f3gica da fam\u00edlia de Est\u00eav\u00e3o, com sua m\u00e3e Adela no topo e em baixo, da esquerda para a direita, Guilherme, Teobaldo e Est\u00eav\u00e3o.]]\nO rei [[Henrique I de Inglaterra|Henrique I da Inglaterra]] tamb\u00e9m era seu tio e foi uma grande influ\u00eancia no in\u00edcio da vida de Est\u00eav\u00e3o. Henrique chegou ao poder ap\u00f3s a morte de seu irm\u00e3o mais velho, o rei [[Guilherme II de Inglaterra|Guilherme II]]. Ele invadiu e capturou o [[Ducado da Normandia]] em 1106, que era controlado por seu irm\u00e3o mais velho [[Roberto II da Normandia|Roberto II]], derrotando o ex\u00e9rcito normando na Batalha de [[Tinchebray]]. {{harvnb|Huscroft|2005|p=69}} Henrique ent\u00e3o entrou em conflito com o rei [[Lu\u00eds VI de Fran\u00e7a|Lu\u00eds VI da Fran\u00e7a]], que aproveitou a oportunidade para declarar que [[Guilherme Clito]], filho de Roberto, era o leg\u00edtimo Duque da Normandia. A resposta do rei ingl\u00eas foi formar uma rede de alian\u00e7as com os condados ocidentais da Fran\u00e7a contra Lu\u00eds, criando um conflito regional que duraria por toda a inf\u00e2ncia de Est\u00eav\u00e3o. {{harvnb|Huscroft|2005|p=70}} Adela e Teobaldo aliaram-se com Henrique, com a m\u00e3e de Est\u00eav\u00e3o decidindo coloc\u00e1-lo na corte. {{harvnb|King|2010|p=13}} A pr\u00f3xima campanha de Henrique na Normandia come\u00e7ou em 1111, lutando contra rebeldes que se opunham ao seu dom\u00ednio. Est\u00eav\u00e3o provavelmente acompanhou o rei durante a campanha militar de 1112, onde foi feito cavaleiro, definitivamente estando presente na corte durante a visita de Henrique \u00e0 Abadia de Saint-Evroul em 1113. {{harvnb|King|2010|p=11}} Est\u00eav\u00e3o foi a Inglaterra pela primeira vez em 1113 ou 1115, quase certamente como parte da corte real.\n\nHenrique tornou-se um poderoso patrono de Est\u00eav\u00e3o; o rei provavelmente escolheu apoi\u00e1-lo porque era parte de sua fam\u00edlia e um aliado regional, mas sem riqueza ou poder suficiente para ser uma amea\u00e7a contra ele ou seu herdeiro, [[Guilherme Adelino]]. Mesmo em uma fam\u00edlia com grande influ\u00eancia regional, Est\u00eav\u00e3o era o terceiro filho e precisava do apoio de um patrono poderoso para progredir. {{harvnb|Davis|1977|p=10}} Ele rapidamente come\u00e7ou a acumular terras e possess\u00f5es com o aux\u00edlio de Henrique. O rei confiscou o Condado de Mortain de Guilherme de Mortain e o Honour de Eye, um grande senhorio pertencente a Roberto Malet, logo depois da Batalha de Tinchebray. Est\u00eav\u00e3o recebeu em 1113 os t\u00edtulos e as honras junto com outras terras que eram propriedades reais. {{harvnb|Davis|1977|p=7}}; {{harvnb|King|2010|p=13}} A entrega da Honour de Lencastre seguiu-se depois de ter sido confiscada das m\u00e3os de Rog\u00e9rio, o Poitevino. {{harvnb|Davis|1977|p=8}} Est\u00eav\u00e3o tamb\u00e9m recebeu [[Alen\u00e7on]] no sul da Normandia, por\u00e9m os locais se rebelaram e procuraram a ajuda do Conde de Anjou. {{harvnb|King|2010|p=15}} Ele e Teobaldo foram derrotados na campanha subsequente, que culminou na Batalha de Alen\u00e7on, e os territ\u00f3rios n\u00e3o foram recuperados. {{harvnb|Davis|1977|p=6}}; {{harvnb|King|2010|p=15}} \n\nFinalmente, o rei arranjou em 1125 seu casamento com [[Matilde I, Condessa de Bolonha|Matilde]], filha e \u00fanica herdeira de [[Eust\u00e1cio III, Conde de Bolonha]], que dominava tanto o importante porto de [[Bolonha-sobre-o-Mar|Bolonha]] quanto grandes propriedades no noroeste e sudeste da Inglaterra. Guilherme Clito, um potencial pretendente ao trono ingl\u00eas, parecia em 1127 que iria tornar-se o [[Conde da Flandres]]; Henrique enviou Est\u00eav\u00e3o em miss\u00e3o para impedir isso e, ap\u00f3s sua elei\u00e7\u00e3o, Clito atacou as terras de Est\u00eav\u00e3o em Bolonha como retalia\u00e7\u00e3o. {{harvnb|King|2010|pp=32\u201333}} Posteriormente foi declarada uma tr\u00e9gua e Guilherme Clito morreu no ano seguinte. {{harvnb|King|2010|p=34}} \n\n===''Barco Branco'' e sucess\u00e3o===\n[[Ficheiro:WhiteShipSinking.jpg|thumb|right|220px|Uma representa\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIV do naufr\u00e1gio do ''Barco Branco''.]]\nA situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da Inglaterra mudou drasticamente em 1120. Trezentas pessoas embarcaram no ''[[Barco Branco]]'' em [[Barfleur]] para chegarem na Inglaterra. Dentre essas pessoas estava Guilherme Adelino, herdeiro do trono, e outros nobres.{{harvnb|Bradbury|2009|p=1}} Est\u00eav\u00e3o deveria ter viajado no mesmo navio, por\u00e9m mudou de ideia no \u00faltimo momento e decidiu esperar outra embarca\u00e7\u00e3o, ou por medo da superlota\u00e7\u00e3o ou por estar sofrendo de [[diarreia]].{{nota de rodap\u00e9|Cr\u00f4nicos contempor\u00e2neos variam na explica\u00e7\u00e3o sobre a aus\u00eancia de Est\u00eav\u00e3o no ''Barco Branco''. Orderico Vitalis cita uma doen\u00e7a como o motivo. {{harvnb|Bradbury|2009|p=2}} }} O navio naufragou no caminho e Adelino morreu junto com os passageiros.{{nota de rodap\u00e9|Houve grandes especula\u00e7\u00f5es sobre a causa do naufr\u00e1gio do ''Barco Branco''. Algumas teorias focam-se na superlota\u00e7\u00e3o, outros afirmam que o capit\u00e3o e os oficiais beberam demais.}} {{harvnb|Bradbury|2009|p=3}} \n\nA heran\u00e7a do trono ingl\u00eas foi posta em d\u00favida com a morte de Adelino. As regras de sucess\u00e3o no oeste da [[Europa]] eram incertas na \u00e9poca; a [[primogenitura]] masculina, em que o filho mais velho herdava o t\u00edtulo, estava ficando cada vez mais popular em algumas partes da Fran\u00e7a. Tamb\u00e9m era uma tradi\u00e7\u00e3o para o rei franc\u00eas coroar seu sucessor enquanto ainda estava vivo, deixando bem claro a linha de sucess\u00e3o. Entretanto, o caso era diferente na Inglaterra. Em outras partes da Europa, como na Normandia e na Inglaterra, a tradi\u00e7\u00e3o mandava as terras serem divididas, com o mais velho recebendo as terras maiores e mais valiosas e o mais jovem ficando com as menores ou recentemente adquiridas. {{harvnb|Barlow|1999|p=162}} O problema complicava-se ainda mais pela sequ\u00eancia de inst\u00e1veis sucess\u00f5es anglo-normandas \u2013 Guilherme I tomou a Inglaterra pela for\u00e7a; Guilherme II e [[Roberto II da Normandia|Roberto II, Duque da Normandia]], lutaram entre si para estabelecer a heran\u00e7a; e Henrique I adquiriu a Normandia tamb\u00e9m pela for\u00e7a. N\u00e3o houve sucess\u00f5es pac\u00edficas e incontestadas. {{harvnb|Carpenter|2004|p=124}}; {{harvnb|Huscroft|2005|pp=65, 69\u201371}} \n\nHenrique tinha apenas outra filha leg\u00edtima, [[Matilde de Inglaterra|Matilde]], por\u00e9m como mulher ela tinha uma grande desvantagem pol\u00edtica. Mesmo casando-se com [[Adeliza de Lovaina]], ficou cada vez mais improv\u00e1vel que o rei tivesse outro filho leg\u00edtimo, assim ele colocou Matilde como seu herdeira. {{harvnb|Bradbury|2009|pp=6\u20137}} Ela havia se casado com o imperador [[Henrique V do Sacro Imp\u00e9rio Romano-Germ\u00e2nico]], dando-lhe o t\u00edtulo de \"imperatriz\", por\u00e9m ele morreu em 1125. Tr\u00eas anos depois ela casou-se com [[Godofredo V, Conde de Anjou]], cujas terras faziam fronteira com o Ducado da Normandia. {{harvnb|Barlow|1999|p=160}} Godofredo n\u00e3o era popular entre a elite anglo-normanda: por pertencer \u00e0 [[Dinastia Plantageneta|Casa de Plantageneta]], era um inimigo tradicional dos normandos. {{harvnb|Barlow|1999|p=161}} As tens\u00f5es continuaram a crescer como resultado das pol\u00edticas internas de Henrique, particularmente sua renda para pagar v\u00e1rias guerras. {{harvnb|Carpenter|2004|p=160}} O conflito foi diminu\u00eddo pela personalidade e reputa\u00e7\u00e3o do rei. {{harvnb|Carpenter|2004|p=161}}; {{harvnb|Stringer|1993|p=8}} \n\nHenrique tentou construir uma base pol\u00edtica para apoiar Matilde, exigindo em 1127, 1128 e 1131 que toda a corte prestasse juramentos para reconhec\u00ea-la como sucessora e seus descendentes como seus sucessores depois dela. {{harvnb|Bradbury|2009|p=9}}; {{harvnb|Barlow|1999|p=161}} Est\u00eav\u00e3o prestou o juramento em 1127. {{harvnb|Barlow|1999|p=161}}; {{harvnb|King|2010|pp=30\u201331}} Mesmo assim, as rela\u00e7\u00f5es entre Henrique, Matilde e Godofredo ficaram cada vez mais tensas ao final da vida do rei. Matilde e Godofredo sentiam que n\u00e3o tinham apoio genu\u00edno na Inglaterra. Eles propuseram a Henrique em 1135 que o rei entregasse os castelos reais da Normandia enquanto ainda vivo para insistir que a nobreza normanda apoiasse Matilde, dando ao casal uma posi\u00e7\u00e3o muito mais forte ap\u00f3s a morte dele. {{harvnb|King|2010|pp=38\u201339}} O rei recusou-se, provavelmente com medo que Godofredo tentasse tomar o controle da regi\u00e3o antes do esperado. {{harvnb|Crouch|2008a|p=162}}; {{harvnb|King|2010|p=38}} Uma rebeli\u00e3o ent\u00e3o come\u00e7ou no sul da Normandia no mesmo ano e Godofredo e Matilde intervieram pelo lado dos rebeldes. Durante os confrontos, Henrique adoeceu e morreu perto de [[Lyons-la-For\u00eat]].\n\n==Ascens\u00e3o==\n[[Ficheiro:StepanAngl.jpg|thumb|left|220px|Uma representa\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIII da coroa\u00e7\u00e3o de Est\u00eav\u00e3o.]]\nEst\u00eav\u00e3o era uma figura estabelecida na sociedade anglo-normanda em 1135. Era extremamente rico, bem-educado e querido por seus companheiros. Tamb\u00e9m era considerado um homem capaz de a\u00e7\u00f5es firmes. Os cr\u00f4nicos contam que Est\u00eav\u00e3o era um l\u00edder modesto e f\u00e1cil de lidar, gostava de sentar com seus homens e criados, casualmente rindo e comendo com eles apesar de sua riqueza e poder. {{harvnb|King|2010|p=301}} Ele era bem devoto, tanto na manuten\u00e7\u00e3o dos ritos religiosos quanto em sua generosidade para a igreja. {{harvnb|Crouch|2002|pp=279\u2013281}} Est\u00eav\u00e3o tinha um confessor pessoal indicado pelo arcebispo da Cantu\u00e1ria, que implementou para ele um regime de [[penit\u00eancia]]. Ele tamb\u00e9m encorajou a rec\u00e9m criada [[Ordem de Cister]] a formar abadias em suas propriedades, conseguindo aliados dentro da igreja. {{harvnb|Barlow|1999|p=164}} Entretanto, continuaram os rumores sobre a covardia de seu pai na [[Primeira Cruzada]], e o desejo de evitar a mesma reputa\u00e7\u00e3o pode ter influenciado algumas de suas decis\u00f5es militares mais precipitadas. {{harvnb|Barlow|1999|p=167}} Matilde, sua esposa, foi important\u00edssima na administra\u00e7\u00e3o de suas propriedades, que contribu\u00edam para deix\u00e1-los como a segunda fam\u00edlia mais rica do pa\u00eds, atr\u00e1s apenas do rei. {{harvnb|King|2010|p=24}} O nobre flamenco Guilherme de Ypres juntou-se \u00e0 criadagem de Est\u00eav\u00e3o em 1133 junto com Faramus de Bolonha, um parente flamenco e amigo de Matilde. {{harvnb|Amt|1993|p=86}}; {{harvnb|Bennett|2000|pp=102, 106}} \n\nEnquanto isso, Henrique de Blois tamb\u00e9m ascendeu muito durante o reinado de Henrique I. Ele havia tornado-se um monge da [[Abadia de Cluny]] e foi com Est\u00eav\u00e3o para a Inglaterra, onde o rei lhe transformou no abade de [[Abadia de Glastonbury|Glastonbury]], a abadia mais rica do pa\u00eds. Depois o rei o nomeou como o [[Bispo de Winchester]], um dos bispados mais ricos, permitindo que mantivesse Glastonbury. A renda dos dois cargos transformaram Henrique em um dos homens mais ricos da Inglaterra. {{harvnb|King|2010|p=29}} Ele queria reverter o que era visto como invas\u00e3o da igreja pelos reis normandos. {{harvnb|Stringer|1993|p=66}} Os reis normandos tradicionalmente exerceram grande poder e autonomia em seus territ\u00f3rios sobre a igreja. Desde a d\u00e9cada de 1040, de acordo com o historiador Richard Huscroft, os papas colocaram mensagens reformistas que enfatizavam a import\u00e2ncia da igreja como sendo \"governada de forma mais coerente e mais hierarquicamente do centro\" e estabelecendo \"a sua pr\u00f3pria esfera de compet\u00eancia e jurisdi\u00e7\u00e3o, separada e independente do governante leigo\". {{harvnb|Hushcroft|2005|p=190}} \n\n[[Ficheiro:HenryBlois.jpg|thumb|220px|Representa\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea de Henrique de Blois.]]\nNenhum dos potenciais pretendentes ao trono estava preparado quando a not\u00edcia da morte de Henrique I em 1 de dezembro espalhou-se. Godofredo e Matilde estavam em Anjou, apoiando os rebeldes em sua campanha contra o ex\u00e9rcito real, que inclu\u00edam v\u00e1rios dos apoiadores de Matilde como seu meio-irm\u00e3o [[Roberto, 1\u00ba Conde de Gloucester]]. Muitos desses bar\u00f5es haviam jurado permanecer na Normandia at\u00e9 o rei ser enterrado, algo que impedia seus retornos ao pa\u00eds. {{harvnb|Crouch|2002|p=246}} [[Teobaldo IV de Blois|Teobaldo]], irm\u00e3o de Est\u00eav\u00e3o, estava em Blois, ainda mais ao sul. {{harvnb|Barlow|1999|pp=163\u2013164}} Entretanto, Est\u00eav\u00e3o estava em Bolonha e partiu para a Inglaterra junto com seu ex\u00e9rcito particular assim que soube sobre a morte de Henrique I. Roberto de Gloucester tinha guarnecido os portos de [[Dover (Inglaterra)|Dover]] e [[Cantu\u00e1ria]] e alguns relatos sugerem que ele recusou-se a permitir que Est\u00eav\u00e3o atracasse. {{harvnb|Barlow|1999|p=163}}; {{harvnb|King|2010|p=43}} Mesmo assim, Est\u00eav\u00e3o provavelmente chegou em sua propriedade na parte de fora de [[Londres]] em 8 de dezembro e come\u00e7ou a tomar o controle da Inglaterra. {{harvnb|King|2010|p=43}} \n\nO povo de Londres tradicionalmente reivindicava um direito de eleger o novo rei, proclamando Est\u00eav\u00e3o como monarca, acreditando que em troca ele garantiria privil\u00e9gios e direitos \u00e0 cidade. {{harvnb|King|2010|p=45}} Henrique de Blois providenciou o apoio da igreja: Est\u00eav\u00e3o conseguiu avan\u00e7ar at\u00e9 [[Winchester]], onde Rog\u00e9rio, [[Bispo de Salisbury]] e [[Lord Chancellor|Lorde Chanceler]], deu instru\u00e7\u00f5es para o tesouro real ser entregue a ele. {{harvnb|King|2010|pp=45\u201346}} Henrique entregou ao irm\u00e3o em 15 de dezembro um acordo que garantiria grandes liberdades a igreja, em troca o Arcebispo da Cantu\u00e1ria e o embaixador papal apoiariam sua sucess\u00e3o. {{harvnb|King|2010|p=46}} Havia o problema do juramento que havia prestado para apoiar Matilde, por\u00e9m Henrique convenceu todos que o rei estava errado em insistir que sua corte fizesse o juramento. Al\u00e9m disso, Henrique I insistiu no juramento para proteger a estabilidade do reino, e em fun\u00e7\u00e3o do caos que poderia seguir-se, Est\u00eav\u00e3o teria justificativas para ignor\u00e1-lo. Henrique tamb\u00e9m conseguiu convencer [[Hugo Bigot]], criado real, a afirmar que Henrique I havia mudado de ideia sobre a sucess\u00e3o no leito de morte, nomeando Est\u00eav\u00e3o.{{nota de rodap\u00e9|Historiadores modernos como Edmund King duvidam que Hugo Bigot estava sendo verdadeiro em seu relato. {{harvnb|King|2010|p=52}} }} {{harvnb|Crouch|2002|p=247}} A coroa\u00e7\u00e3o ocorreu em 26 de dezembro na [[Abadia de Westminster]].{{nota de rodap\u00e9|As opini\u00f5es variam sobre o quanto da tomada de poder de Est\u00eav\u00e3o pode ser considerada um golpe. Frank Barlow descreve claramente como um [[golpe de estado]]. Edmund King n\u00e3o tem tanta certeza que essa seja uma descri\u00e7\u00e3o apropriada para os eventos. {{harvnb|Barlow|1999|p=165}}; {{harvnb|King|2010|p=46}} }} {{harvnb|King|2010|p=47}} \n\nEnquanto isso, os nobres normandos reuniram-se em [[Le Neubourg]] para discutir a possibilidade de nomear Teobaldo rei, provavelmente logo em seguida das not\u00edcias que Est\u00eav\u00e3o estava ganhando apoio na Inglaterra. {{harvnb|King|2010|pp=46\u201347}} Os normandos afirmavam que como conde e o neto mais velho de Guilherme I, ele tinha a reivindica\u00e7\u00e3o mais v\u00e1lida para o reino e o ducado, certamente uma escolha melhor que Matilde. Teobaldo encontrou-se com bar\u00f5es normandos e Roberto de Gloucester em [[Lisieux]] no dia 21 de dezembro, por\u00e9m a reuni\u00e3o foi interrompida pelas not\u00edcias que a coroa\u00e7\u00e3o de Est\u00eav\u00e3o iria acontecer na semana seguinte. {{harvnb|Barlow|1999|p=163}}; {{harvnb|King|2010|p=47}} Teobaldo ent\u00e3o concordou em ser feito rei, mas descobriu que seu apoio havia desaparecido: os bar\u00f5es n\u00e3o estavam preparados em apoiar a divis\u00e3o da Inglaterra e Normandia ao se oporem a Est\u00eav\u00e3o. {{harvnb|Barlow|1999|p=163}} Est\u00eav\u00e3o compensou financeiramente Teobaldo, que em troca permaneceu em Blois e apoiou a sucess\u00e3o do irm\u00e3o.{{nota de rodap\u00e9|Os eventos na [[Normandia]] n\u00e3o s\u00e3o bem registrados, e a sequ\u00eancia exata de eventos n\u00e3o \u00e9 muito clara. O historiador Robert Helmerichs, por exemplo, descreve algumas inconsist\u00eancias nesses relatos. Alguns historiadores, como David Crouch e Helmerichs, dizem que Teobaldo e Est\u00eav\u00e3o provavelmente haviam feito um acordo para tomar o trono ap\u00f3s a morte de Henrique. {{harvnb|Crouch|2002|p=245}}; {{harvnb|Helmerich|2001|pp=136\u2013137}} }} {{harvnb|Barlow|1999|p=163}}; {{harvnb|Carpenter|2004|p=168}} \n\n==Come\u00e7o do reinado==\n===Primeiros anos===\n[[Ficheiro:Stephen bird.jpg|thumb|left|220px|Representa\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIV de Est\u00eav\u00e3o com uma [[Falcoaria|ave de ca\u00e7a]].]]\nO reino anglo-normando de Est\u00eav\u00e3o fora moldado pela [[Conquista normanda da Inglaterra|conquista normanda]] em 1066 e a posterior expans\u00e3o para o sul de [[Principado de Gales|Gales]] nos anos seguintes. {{harvnb|Barlow|1999|p=86}} Tanto o reino quanto o ducado eram dominados por um pequeno n\u00famero de poderosos bar\u00f5es que possu\u00edam terras dos dois lados do [[Canal da Mancha]], com bar\u00f5es menores logo abaixo com castelos mais localizados. {{harvnb|Barlow|1999|pp=91\u201392}} Ainda n\u00e3o era claro o quanto dessas terras podiam ser passadas pela hereditariedade ou por presente real, com a quest\u00e3o come\u00e7ando a gerar tens\u00f5es durante o reinado de [[Henrique I de Inglaterra|Henrique I]]. Algumas das terras da Normandia, passadas hereditariamente, eram consideradas mais importantes para os grandes bar\u00f5es que aquelas na Inglaterra, onde suas possess\u00f5es n\u00e3o eram t\u00e3o claras. Henrique I havia aumentado a autoridade e a capacidade da administra\u00e7\u00e3o real, frequentemente trazendo \"novos homens\" para ocupar posi\u00e7\u00f5es chaves em vez de escolher a nobreza j\u00e1 estabelecida. {{harvnb|Carpenter|2004|p=159}} Ele conseguiu maximizar rendas e conter despesas no processo, criando um super\u00e1vit e aumentando o tesouro, por\u00e9m ao mesmo tempo aumentando as tens\u00f5es.{{nota de rodap\u00e9|Os historiadores muito debateram sobre a natureza da administra\u00e7\u00e3o de Henrique I e as liga\u00e7\u00f5es entre a [[Inglaterra]] e o [[Ducado da Normandia]]. Por exemplo, C. Warren Hollister afirma que o rei criou um sistema pol\u00edtico equilibrado e funcional, equilibrando as diferentes tens\u00f5es nos dois territ\u00f3rios; uma an\u00e1lise que Frank Barlow tamb\u00e9m faz. Em contraste, David Carpenter salienta a press\u00e3o no sistema anglo-normando e as tens\u00f5es que se acumularam durante o per\u00edodo. A an\u00e1lise de Marjorie Chibnall sobre a Normandia nota aspectos distintos da pol\u00edtica, a press\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s do [[Canal da Mancha]] e as rela\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas entre as elites inglesa e normanda. {{harvnb|Barlow|1999|p=162}}; {{harvnb|Carpenter|2004|pp=159\u2013160}}; {{harvnb|Chibnall|2008|pp=94, 115}}; {{harvnb|Helmerichs|2001|p=137}} }} {{harvnb|Carpenter|2004|p=155}} \n\nEst\u00eav\u00e3o teve de intervir no norte da Inglaterra imediatamente ap\u00f3s sua coroa\u00e7\u00e3o. O rei [[David I da Esc\u00f3cia]] invadiu assim que soube da morte de Henrique, tomando [[Carlisle]], [[Newcastle upon Tyne|Newcastle]] e outros castelos. O norte da Inglaterra era um territ\u00f3rio bem disputado na \u00e9poca, com os reis [[Reino da Esc\u00f3cia|escoceses]] reivindicando [[C\u00fambria]], e David tamb\u00e9m reivindicando o [[Reino da Nort\u00fambria]] por seu casamento com a filha de um antigo conde anglo-sax\u00e3o. {{harvnb|Carpenter|2004|p=165}} Est\u00eav\u00e3o rapidamente marchou para o norte com um ex\u00e9rcito e encontrou David em [[Durham]]. Um acordo foi fechado com o rei escoc\u00eas e David devolveu todos os territ\u00f3rios que conquistou com a exce\u00e7\u00e3o de [[Carlisle]]. Em troca, Est\u00eav\u00e3o confirmou as posses inglesas do pr\u00edncipe [[Henrique da Esc\u00f3cia|Henrique]], filho de David, incluindo seu t\u00edtulo de Conde de Huntingdon. {{harvnb|King|2010|p=53}} \n\nEst\u00eav\u00e3o realizou sua primeira corte na P\u00e1scoa de 1136 assim que voltou para o sul. {{harvnb|King|2010|p=57}} V\u00e1rios nobres reuniram-se em Westminster para o evento, incluindo muitos bar\u00f5es anglo-normandos e a maioria dos alto oficiais da igreja. {{harvnb|King|2010|pp=57\u201360}}; {{harvnb|Davis|1977|p=22}} Est\u00eav\u00e3o emitiu uma nova escritura real, confirmando promessas feitas para a igreja, comprometendo-se a reverter as pol\u00edticas de Henrique em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s florestas reais e realizar reformas contra abusos do sistema legal real. {{harvnb|Carpenter|2004|p=167}} O novo rei mostrou-se como um sucessor natural das pol\u00edticas de Henrique I, reafirmando a exist\u00eancia dos sete condados do reino e seus senhores. {{harvnb|White|2000|p=78}} A corte de P\u00e1scoa foi um evento luxuoso, com muito dinheiro gasto no pr\u00f3prio evento, em roupas e presentes. {{harvnb|Crouch|2002|p=250}} Est\u00eav\u00e3o concedeu terras e favores para todos os presentes, entregando tamb\u00e9m muitas terras e privil\u00e9gios a funda\u00e7\u00f5es religiosas. {{harvnb|Crouch|2008a|p=29}}; {{harvnb|King|2010|pp=54\u201355}} Sua ascens\u00e3o ao trono ainda precisava ser ratificada pelo papa e Henrique de Blois parece ter sido o respons\u00e1vel por garantir os testemunhos de apoio do irm\u00e3o Teobaldo e do rei Lu\u00eds VI da Fran\u00e7a, a quem Est\u00eav\u00e3o representava um equil\u00edbrio para o poder angevino no norte franc\u00eas. {{harvnb|Crouch|2008b|pp=46\u201347}} O [[papa Inoc\u00eancio II]] confirmou Est\u00eav\u00e3o como rei em carta enviada no final do ano, com os conselheiros reais espalhando c\u00f3pias por toda a Inglaterra para mostrar a legitimidade do reinado. {{harvnb|Crouch|2002|pp=248\u2013249}} \n\nOs problemas continuaram. O sul de Gales entrou em rebeli\u00e3o ap\u00f3s sua vit\u00f3ria na Batalha de Llwchwr em janeiro de 1136 e a emboscada contra Ricardo FitzGilbert de Clare em abril, come\u00e7ando ao leste de [[Glamorgan]] e rapidamente espalhando-se para o resto da regi\u00e3o durante o ano de 1137. {{harvnb|Carpenter|2004|pp=164\u2013165}}; {{harvnb|Crouch|1998|p=258}} Owain Gwynedd e Gruffydd ap Rhys conseguiram capturar muitos territ\u00f3rios, incluindo o Castelo de [[Carmarthen]]. Est\u00eav\u00e3o respondeu enviando Baldu\u00edno, irm\u00e3o de Ricardo, e o lorde Roberto FitzHarold de Ewyas at\u00e9 Gales para pacificar a regi\u00e3o. Nenhum dos dois foi muito bem sucedido e, ao final do ano, o rei pareceu ter abandonado suas tentativas para encerrar a rebeli\u00e3o. O historiador David Crouch sugere que Est\u00eav\u00e3o \"se curvou a Gales\" nesse per\u00edodo para concentrar-se em outros problemas. {{harvnb|Crouch|1998|pp=260, 262}} Ao mesmo tempo, ele teve de suprimir duas revoltas lideradas por Baldu\u00edno de Redvers e Roberto de Brampton; Baldu\u00edno foi capturado e posteriormente libertado, viajando para a Normandia e tornando-se um dos maiores cr\u00edticos do rei. {{harvnb|Bradbury|2009|pp=27\u201332}} \n\nA seguran\u00e7a da Normandia tamb\u00e9m era uma preocupa\u00e7\u00e3o. Godofredo de Anjou invadiu a regi\u00e3o no in\u00edcio de 1136 e, depois de uma tr\u00e9gua tempor\u00e1ria, atacou novamente no final do ano, saqueando e queimando propriedades ao inv\u00e9s de mant\u00ea-las como territ\u00f3rio. {{harvnb|Barlow|1999|p=168}} Eventos na Inglaterra impediram que o pr\u00f3prio Est\u00eav\u00e3o fosse para a Normandia, ent\u00e3o Teobaldo e Valerano de Beaumont, nomeado governador da Normandia, lideraram os esfor\u00e7os para defender o ducado. {{harvnb|Crouch|2002|p=252}}; {{harvnb|Crouch|2008b|pp=46\u201347}} O rei retornou para a regi\u00e3o apenas em 1137, encontrando-se com Lu\u00eds VI e Teobaldo para formar uma alian\u00e7a regional informal, provavelmente intermediada por seu irm\u00e3o Henrique, a fim de conter o crescente poder angevino na regi\u00e3o. {{harvnb|Crouch|2008b|p=47}} Como parte do acordo, Lu\u00eds reconheceu Eust\u00e1cio, filho de Est\u00eav\u00e3o, como o Duque da Normandia em troca dele jurar vassalagem ao rei franc\u00eas. Por\u00e9m, Est\u00eav\u00e3o n\u00e3o foi t\u00e3o bem sucedido em manter territ\u00f3rios ao longo da fronteira da [[Normandia]] com [[Anjou (prov\u00edncia)|Anjou]], que Godofredo havia tomado no final de 1135. {{harvnb|Davis|1977|p=27}} O rei formou um ex\u00e9rcito para retomar a regi\u00e3o, por\u00e9m atritos entre seus mercen\u00e1rios [[flamengos]] liderados por Guilherme de Ypres e os bar\u00f5es normandos locais resultaram em um conflito dentro de suas pr\u00f3prias for\u00e7as. {{harvnb|Bennett|2000|p=102}}; {{harvnb|Davis|1977|p=27}} Os normandos desertaram, for\u00e7ando Est\u00eav\u00e3o a desistir de sua campanha. {{harvnb|Davis|1977|p=28}} Ele concordou com uma nova tr\u00e9gua com Godofredo, prometendo pagar dois mil marcos por ano em troca da paz.{{nota de rodap\u00e9|[[Godofredo V de Anjou|Godofredo]] concordou com o acordo em parte por causa da press\u00e3o criada pela alian\u00e7a regional anglo-franco-normanda contra ele. {{harvnb|Barlow|1999|p=168}}; {{harvnb|Crouch|2008b|p=50}} }}\n\nA rela\u00e7\u00e3o de Est\u00eav\u00e3o com a igreja ficou gradualmente mais complexa. A carta r\u00e9gia de 1136 prometeu rever a posse de todas as terras tiradas da igreja pela coroa desde 1087, por\u00e9m essas propriedades estavam sob o dom\u00ednio de nobres. Em seu papel de Abade de Glastonbury, as reivindica\u00e7\u00f5es de Henrique de Blois acerca de v\u00e1rias terras em Devon levou a uma consider\u00e1vel agita\u00e7\u00e3o. Em 1136, Guilherme de Corbeil, Arcebisbo da Cantu\u00e1ria, morreu. Est\u00eav\u00e3o confiscou sua fortuna pessoal, criando um descontento em parte do clero. Henrique queria chegar ao posto, mas seu irm\u00e3o apoiou [[Teobaldo de Bec]], que posteriormente foi nomeado para o cargo. O papado acabou nomeando Henrique como [[legado papal]], possivelmente como consola\u00e7\u00e3o. {{harvnb|King|2010|p=317}} \n\nOs primeiros anos de Est\u00eav\u00e3o podem ser interpretados de maneiras diferentes. Positivamente, ele estabeleceu a fronteira norte com a Esc\u00f3cia, conteve os ataques de Godofredo na Normandia, fez paz com Lu\u00eds VI, teve boas rela\u00e7\u00f5es com a igreja e foi amplamente apoiado por seus bar\u00f5es. {{harvnb|Barlow|1998|pp=165, 167}}; {{harvnb|Stringer|1993|pp=17\u201318}} Mesmo assim, houve v\u00e1rios problemas. O norte da Inglaterra era agora controlado por David e o pr\u00edncipe Henrique, Est\u00eav\u00e3o havia abandonado Gales, as batalhas na Normandia haviam desestabilizado o ducado e um n\u00famero cada vez maior de bar\u00f5es passou a acreditar que o rei n\u00e3o lhes havia dado as terras e os t\u00edtulos que achavam serem merecidos. {{harvnb|Barlow|1998|p=168}}; {{harvnb|Crouch|1998|p=264}}; {{harvnb|Carpenter|2004|p=168}} O dinheiro tamb\u00e9m estava acabando: o consider\u00e1vel tesouro de Henrique I foi esvaziado em 1138 pelos custos da corte e pela necessidade de manter for\u00e7as mercen\u00e1rias na Inglaterra e Normandia. {{harvnb|Carpenter|2004|p=169}} \n\n===Defendendo o reino ===\n[[Ficheiro:Goodrich Castle keep1.jpg|thumb|right|220px|A torre de menagem de Goodrich, um exemplo de fortifica\u00e7\u00e3o que na d\u00e9cada de 1130 lentamente come\u00e7ou a substituir os castelos de mota.]]\nEst\u00eav\u00e3o foi atacado em v\u00e1rios frontes diferentes em 1138. Primeiro, Roberto de Gloucester rebelou-se, iniciando o caminho para uma guerra civil na Inglaterra. Roberto, filho bastardo de Henrique I e meio-irm\u00e3o de Matilde, era um dos mais poderosos bar\u00f5es anglo-normandos, controlando propriedades na Normandia e no Condado de Gloucester. Ele era conhecido por ser um grande estadista, por sua experi\u00eancia militar e capacidade de lideran\u00e7a. {{harvnb|Barlow|1998|p=169}} Roberto havia tentado convencer Teobaldo em 1135 a tomar o trono; ele n\u00e3o compareceu \u00e0 primeira corte de Est\u00eav\u00e3o em 1136 e foram necess\u00e1rias v\u00e1rias intima\u00e7\u00f5es para faz\u00ea-lo comparecer a corte em [[Oxford]] naquele mesmo ano. {{harvnb|King|2010|pp=61\u201362}} Roberto renunciou sua vassalagem a Est\u00eav\u00e3o em 1138 e declarou seu apoio a Matilde, iniciando uma grande rebeli\u00e3o regional em [[Kent]] e no sudeste da Inglaterra, apesar do pr\u00f3prio ter permanecido na Normandia. {{harvnb|Stringer|1993|p=18}} Na Fran\u00e7a, Godofredo de Anjou aproveitou a situa\u00e7\u00e3o e invadiu novamente a Normandia. David da Esc\u00f3cia tamb\u00e9m invadiu o norte da Inglaterra, afirmando apoiar a reivindica\u00e7\u00e3o de sua sobrinha Matilde ao trono, avan\u00e7ando em dire\u00e7\u00e3o ao sul at\u00e9 [[Yorkshire (Inglaterra)|Yorkshire]].{{nota de rodap\u00e9|David era relacionado \u00e0 imperatriz Matilde e [[Matilde I, Condessa de Bolonha|Matilde de Bolonha]] atrav\u00e9s de sua m\u00e3e, a rainha [[Margarida da Esc\u00f3cia (santa)|Margarida]].}} {{harvnb|Carpenter|2004|p=166}} \n\nOs embates anglo-normandos durante o reinado de Est\u00eav\u00e3o foram caracterizados por campanhas militares baseadas na [[guerra de exaust\u00e3o]], em que os comandantes tentavam tomar importantes castelos do inimigo para permitir o controle do territ\u00f3rio advers\u00e1rio e, no final, ter uma vit\u00f3ria lenta e estrat\u00e9gica. {{harvnb|Bradbury|2009|p=71}} Os ex\u00e9rcitos da \u00e9poca baseavam-se em soldados montados e [[cavaleiro]]s de armadura, apoiados pela [[infantaria]] e [[Besta (arma)|besteiros]]. {{harvnb|Bradbury|2009|p=74}} Essas for\u00e7as eram levas feudais, convocadas pelos nobres locais por um limitado per\u00edodo de servi\u00e7o durante a campanha ou, cada vez mais, mercen\u00e1rios, que eram mais caros por\u00e9m mais flex\u00edveis e mais habilidosos. Entretanto, esses ex\u00e9rcitos eram inadequados para sitiar castelos, tanto os antigos [[Castelo de mota|castelos de mota]] quanto as novas [[Torre de menagem|torres de menagem]] feitas de pedra. As m\u00e1quinas de cerco eram muito menos poderosas que o [[trabuco]], dando aos defensores uma vantagem substancial contra seus agressores. Como resultado, ao inv\u00e9s de ataques diretos, os comandantes preferiam longos cercos para derrotar os inimigos pela fome ou opera\u00e7\u00f5es para enfraquecer as muralhas. Ocasionalmente os ex\u00e9rcitos travavam batalhas campais, por\u00e9m eram consideradas manobras de alto risco e frequentemente evitadas pelos comandantes mais cautelosos. Os custos das guerras cresceram consideravelmente durante o in\u00edcio do s\u00e9culo XII e reservas monet\u00e1rias adequadas estavam mostrando-se cada vez mais importantes para o sucesso das campanhas. {{harvnb|Stringer|1993|pp=24\u201325}} \n\n[[Ficheiro:Prince Henry of Scotland 1139 692124.jpg|thumb|left|220px|Um [[penny]] de prata do pr\u00edncipe Henrique, cunhada em sua homenagem em Corbridge ap\u00f3s seu acordo de paz com Est\u00eav\u00e3o.]]\nAs qualidades pessoais de Est\u00eav\u00e3o como l\u00edder militar focavam-se em suas habilidades em combate pessoal, suas capacidades em guerra de cerco e uma not\u00e1vel capacidade de mover for\u00e7as militares rapidamente por dist\u00e2ncias relativamente longas. {{harvnb|Davis|1977|p=127}}; {{harvnb|Stringer|1993|pp=15\u201316}} Em resposta \u00e0s invas\u00f5es e revoltas, o rei rapidamente assumiu v\u00e1rias campanhas militares, primariamente na Inglaterra em vez da Normandia. Sua esposa Matilde foi enviada at\u00e9 Kent com navios e recursos de Bolonha com a tarefa de tomar de volta o porto de [[Dover (Inglaterra)|Dover]], controlado por Roberto. Um pequeno n\u00famero de cavaleiros pessoais de Est\u00eav\u00e3o foram enviados para o norte a fim de ajudar na luta contra os escoceses. As for\u00e7as de David foram derrotadas em agosto do mesmo ano na Batalha de Standard. David ainda mantinha parte do norte apesar da derrota. Est\u00eav\u00e3o foi para o oeste para tentar reconquistar [[Gloucestershire]], primeiro atacando as fronteiras galesas no norte, tomando [[Hereford]] e [[Shrewsbury]], em seguida marchando para sul rumo a [[Bath (Somerset)|Bath]]. A cidade de [[Bristol]] mostrou-se muito resistente e Est\u00eav\u00e3o se contentou em saquear a \u00e1rea pr\u00f3xima. Parecia que os rebeldes esperavam que Roberto viesse intervir, por\u00e9m ele ficou na Normandia tentando convencer a imperatriz Matilde a invadir a Inglaterra. {{harvnb|Bradbury|2009|p=67}} Dover se rendeu \u00e0 rainha no final de 1139. {{harvnb|Crouch|2002|p=256}} \n\nA campanha militar de Est\u00eav\u00e3o progrediu bem na Inglaterra e o historiador David Crouch a descreve como \"uma realiza\u00e7\u00e3o militar de primeira\". O rei aproveitou a oportunidade com uma vantagem militar e fez um acordo de paz com a Esc\u00f3cia. Sua esposa foi enviada para negociar outro acordo entre Est\u00eav\u00e3o e David, chamado de Tratado de Durham; Nort\u00fambria e [[C\u00fambria]] ficariam com o pr\u00edncipe [[Henrique da Esc\u00f3cia|Henrique]], filho de David, em troca de fidelidade e paz na fronteira. Entretanto, o poderoso [[Ranulfo de Gernon, 4\u00ba Conde de Chester]], considerava ter os direitos de Carlisle e Cumberland, ficando extremamente insatisfeito com o acordo com os escoceses. {{harvnb|Davis|1977|p=50}} Mesmo assim, o rei agora podia concentrar sua aten\u00e7\u00e3o na iminente invas\u00e3o de Roberto e Matilde. {{harvnb|Carpenter|2004|p=170}} \n\n===Pr\u00e9-guerra civil===\n[[Ficheiro:Great Seal of King Stephen.jpg|thumb|270px|[[Grande Selo do Reino Unido|Grande Selo]] de Est\u00eav\u00e3o.]]\nEst\u00eav\u00e3o se preparou para a invas\u00e3o angevina criando um n\u00famero maior de condados. {{harvnb|Bradbury|2009|p=52}} Durante o reinado de Henrique I, existiam apenas um n\u00famero pequeno e eram principalmente de natureza simb\u00f3lica. Est\u00eav\u00e3o criou muitos outros, colocando neles homens considerados leais e competentes comandantes militares, tamb\u00e9m entregando novas terras e poderes executivos adicionais em \u00e1reas mais vulner\u00e1veis do pa\u00eds. {{harvnb|Bradbury|2009|p=70}} O rei tinha v\u00e1rios objetivos em mente, que inclu\u00edam garantir a lealdade de seus principais apoiadores ao dar-lhes t\u00edtulos de nobreza e melhorar as defesas das principais partes do reino. Valerano de Beaumont, Conde de Meulan e seu principal conselheiro, irm\u00e3o g\u00eameo de Roberto de Beaumont, 2\u00ba Conde de Leicester, foi uma grande influ\u00eancia. Os g\u00eameos Beaumont, seu irm\u00e3o mais novo e seus primos receberam a maioria dos novos condados. {{harvnb|Barlow|1999|pp=171\u2013172}}; {{harvnb|Crouch|2008a|p=29}} A partir de 1138, Est\u00eav\u00e3o entregou a fam\u00edlia os condados de Worcester, Leicester, Hereford, Warwick e Pembroke, que \u2013 combinados com as terras do pr\u00edncipe Henrique em Cumberland e Nort\u00fambria \u2013 criavam um territ\u00f3rio que servia de [[zona-tamp\u00e3o]] entre o sudeste, [[Chester]] e o resto do reino. {{harvnb|Barlow|1999|p=172}} O poder dos Beaumont cresceu tanto com suas novas terras que o historiador David Crouch sugere que ficou \"perigoso ser qualquer coisa diferente de amigo de Valerano\" na corte de Est\u00eav\u00e3o. {{harvnb|Crouch|2008a|p=43}} \n\nEst\u00eav\u00e3o tomou atitudes para retirar de seu caminho um grupo de bispos que ele considerava uma amea\u00e7a ao seu reinado. A administra\u00e7\u00e3o real sob Henrique I ficou a cargo de Rog\u00e9rio, [[Bispo de Salisbury]], apoiado por seus sobrinhos Alexandre e Nigel, respectivamente os bispos de Lincoln e Ely, e seu filho Rog\u00e9rio le Poer, o [[Lord Chancellor|Lorde Chanceler]]. {{harvnb|Davis|1977|p=31}} Esses bispos eram poderosos donos de terras e l\u00edderes eclesi\u00e1sticos que come\u00e7aram a construir novos castelos e aumentar suas for\u00e7as militares, o que levou Est\u00eav\u00e3o a suspeitar que estavam prestes a defender a imperatriz Matilde. Rog\u00e9rio e sua fam\u00edlia tamb\u00e9m eram inimigos de Valerano, discordando de seu controle da administra\u00e7\u00e3o real. O rei realizou sua corte em Oxford em junho de 1139, onde ocorreu uma luta entre Alan da Bretanha e os homens de Rog\u00e9rio, um incidente provavelmente criado de forma deliberada por Est\u00eav\u00e3o. {{harvnb|Davis|1977|p=32}} O rei respondeu exigindo que Rog\u00e9rio e os outros bispos entregassem todos os seus castelos na Inglaterra. Essa exig\u00eancia foi apoiada pela pris\u00e3o dos bispos, com a exce\u00e7\u00e3o de Nigel que fugiu para o Castelo de Devizes; o bispo se rendeu apenas depois de Est\u00eav\u00e3o cercar o castelo e amea\u00e7ar executar Rog\u00e9rio le Poer. {{harvnb|Yoshitake|1988|p=98}} Os castelos restantes foram entregues ao rei.{{nota de rodap\u00e9|Foi muito discutido impacto dessas pris\u00f5es na efic\u00e1cia da subsequente administra\u00e7\u00e3o real e na lealdade da igreja da Inglaterra. Kenji Yoshitake representa o consenso acad\u00eamico atual de que o impacto dessas pris\u00f5es \"n\u00e3o foi s\u00e9rio\", colocando o in\u00edcio da desintegra\u00e7\u00e3o do governo real na posterior [[Batalha de Lincoln (1141)|Batalha de Lincoln]]. {{harvnb|Yoshitake|1988|pp=97\u201398; 108\u2013109}} }}\n\nHenrique de Blois ficou alarmado, tanto por princ\u00edpio, j\u00e1 que Est\u00eav\u00e3o havia concordado em 1135 em respeitar as liberdades da igreja, quanto por pragmatismo porque ele pr\u00f3prio havia constru\u00eddo seis castelos recentemente e n\u00e3o queria ser tratado da mesma maneira. Como legado papal, Henrique convocou o rei a comparecer perante um conselho eclesi\u00e1stico a fim de responder pela confisca\u00e7\u00e3o das propriedades. Henrique afirmava os direitos da igreja de investigar e julgar todas as acusa\u00e7\u00f5es contra membros do clero. Est\u00eav\u00e3o designou Aubrey de Vere como seu porta-voz, alegando que Rog\u00e9rio de Salisbury foi preso n\u00e3o como bispo, mas como um bar\u00e3o que estava se preparando para apoiar Matilde. O rei apoiou Hugo, [[Arquidiocese de Rouen|Arcebispo de Ru\u00e3o]], que desafiou os bispos a provar que o [[Direito can\u00f3nico|direito can\u00f4nico]] lhes dava permiss\u00e3o para construir e serem donos de castelos. {{harvnb|Barlow|1999|p=173}} O incidente acabou com qualquer amea\u00e7a militar dos bispos, por\u00e9m danificou a rela\u00e7\u00e3o que Est\u00eav\u00e3o tinha com o clero, particularmente com o irm\u00e3o.{{nota de rodap\u00e9|Keith Stringer afirma que Est\u00eav\u00e3o \"certamente estava correto\" em confiscar os castelos e que a a\u00e7\u00e3o foi uma \"demonstra\u00e7\u00e3o calculada de maestria real\"; Jim Bradbury e Frank Barlow elogiam a solidez militar da t\u00e1tica. Entretanto, David Carpenter e R. H. C. Davis salientam que Est\u00eav\u00e3o acabou quebrando suas promessas com a igreja, foi for\u00e7ado a comparecer perante um julgamento e danificou sua rela\u00e7\u00e3o com o irm\u00e3o, algo que teria implica\u00e7\u00f5es em 1141. {{harvnb|Barlow|1999|p=173}}; {{harvnb|Bradbury|2009|p=61}}; {{harvnb|Carpenter|2004|p=170}}; {{harvnb|Davis|1977|p=35}}; {{harvnb|Stringer|1993|p=20}} }} {{harvnb|Barlow|1999|p=173}}; {{harvnb|Davis|1977|p=34}} \n\n==Guerra civil==\n{{principal|A Anarquia}}\n===Fase inicial===\n[[Ficheiro:Matylda.jpg|thumb|130px|left|Representa\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea da imperatriz Matilde.]]\nA invas\u00e3o angevina chegou em 1139. Baldu\u00edno de Redvers cruzou o [[Canal da Mancha]] em agosto indo at\u00e9 Wareham, inicialmente tentando capturar o porto para receber o ex\u00e9rcito de invas\u00e3o de Matilde, por\u00e9m as for\u00e7as de Est\u00eav\u00e3o o for\u00e7aram a recuar para o sudeste. Entretanto, a imperatriz foi convidada pela vi\u00fava rainha Adeliza no m\u00eas seguinte a desembarcar em [[Arundel]]. Matilde e Roberto de Gloucester chegaram na Inglaterra com 140 cavaleiros no dia 30 setembro.{{nota de rodap\u00e9|Edmund King n\u00e3o acredita que Matilde recebeu um convite para aportar em [[Arundel]], afirmando que ela apareceu sem aviso. {{harvnb|King|2010|p=116}} }} {{harvnb|Davis|1977|p=39}} Ela ficou no [[Castelo de Arundel]] enquanto Roberto marchou para [[Wallingford]] e [[Bristol]] no noroeste, esperando conseguir apoio para uma rebeli\u00e3o e encontrar Miles de Gloucester, um competente comandante militar que aproveitou a oportunidade para abdicar de sua fidelidade ao rei. {{harvnb|Davis|1977|p=40}} Est\u00eav\u00e3o rapidamente foi para o sul, cercando Arundel e prendendo Matilde dentro do castelo. {{harvnb|Bradbury|2009|p=78}} \n\nEst\u00eav\u00e3o concordou com uma tr\u00e9gua proposta pelo irm\u00e3o Henrique; os detalhes do acordo s\u00e3o desconhecidos, mas o resultado foi que o rei libertou Matilde do cerco e ent\u00e3o deixou que ela e seus cavaleiros fossem para o sudeste, reunindo-se com Roberto de Gloucester. A decis\u00e3o de libertar sua rival ainda n\u00e3o \u00e9 clara. Cr\u00f4nicos contempor\u00e2neos sugerem que Henrique de Blois convenceu Est\u00eav\u00e3o que estaria nos seus melhores interesses libertar a imperatriz e concentrar suas for\u00e7as em Roberto, e que o rei viu Roberto e n\u00e3o Matilde como seu principal oponente no conflito. Ele tamb\u00e9m tinha um dilema em Arundel: o castelo era considerado inexpugn\u00e1vel e o rei pode ter se preocupado em prender seu ex\u00e9rcito no sul enquanto Roberto percorria livremente o oeste. {{harvnb|Bradbury|2009|p=79}} Outra teoria diz que Est\u00eav\u00e3o libertou Matilde como um senso de [[cavalaria medieval]]; o rei era certamente conhecido por sua personalidade generosa e cort\u00eas, e normalmente n\u00e3o se esperava que as mulheres fossem alvos nas guerras anglo-normandas.{{nota de rodap\u00e9|\"Cavalaria medieval\" era um princ\u00edpio muito estabelecido nas guerras anglo-normandas no per\u00edodo de Est\u00eav\u00e3o. N\u00e3o era considerado algo apropriado ou normal, por exemplo, executar prisioneiros da elite. O historiador John Gillingham salienta que nem Est\u00eav\u00e3o e nem Matilde quebraram essa regra, com exce\u00e7\u00e3o de quando o oponente j\u00e1 havia infringido as normas da conduta militar. {{harvnb|Gillingham|1994|pp=49\u201350}} }} {{harvnb|Gillingham|1994|p=31}} \n\nEst\u00eav\u00e3o ent\u00e3o focou seus esfor\u00e7os em pacificar o sudoeste da Inglaterra. {{harvnb|Bradbury|2009|p=82}}; {{harvnb|Davis|1977|p=47}} Apesar de poucas deser\u00e7\u00f5es para o lado de Matilde, seus inimigos controlavam um bloco compacto que ia de Gloucester e Bristol no sudoeste, passando por [[Devon]] e [[Cornualha]], para as fronteiras galesas e at\u00e9 [[Oxford]] e [[Wallingford]] no leste, amea\u00e7ando Londres. {{harvnb|Bradbury|2009|p=81}} O rei come\u00e7ou atacando o Castelo de Wallingford, mantido por Brian FitzCount, amigo de inf\u00e2ncia da imperatriz, por\u00e9m ele estava muito bem defendido. {{harvnb|Bradbury|2009|p=83}} Est\u00eav\u00e3o deixou algumas for\u00e7as para bloquear o castelo e continuou para o oeste a fim de atacar Trowbridge, tomando no caminho os castelos de South Cerney e [[Malmesbury]]. {{harvnb|Bradbury|2009|pp=82\u201383}} Enquanto isso, Miles de Gloucester marchou para o leste, atacando as for\u00e7as de retaguarda em Wallingford e amea\u00e7ando partir para Londres. {{harvnb|Davis|1977|p=42}} Est\u00eav\u00e3o foi for\u00e7ado a abandonar sua campanha no oeste e voltar para o leste a fim de estabilizar a situa\u00e7\u00e3o e proteger sua capital. {{harvnb|Davis|1977|p=43}} \n\n[[Ficheiro:Political map of England 1140.PNG|thumb|220px|right|Mapa pol\u00edtico da revolta angevina e galesa de 1140. Vermelho indica as \u00e1reas controladas por Est\u00eav\u00e3o, azul pelos [[Casa de Anjou|angevinos]] e cinza pelos galeses.]]\nNigel, Bispo de Ely, cujos castelos foram confiscados por Est\u00eav\u00e3o no ano anterior, rebelou-se tamb\u00e9m no in\u00edcio de 1140. Ele queria tomar Anglia do Leste e estabelecer sua base de opera\u00e7\u00f5es na Ilha de Ely. O rei respondeu rapidamente, pegando um ex\u00e9rcito e usando barcos amarrados juntos para formar uma ponte que permitiu um ataque surpresa contra a ilha. Nigel fugiu para Gloucester, por\u00e9m seus homens e castelo foram capturados, com a ordem sendo temporariamente restaurada no leste. {{harvnb|Bradbury|2009|p=88}} Os homens de Roberto de Gloucester retomaram alguns dos territ\u00f3rios que Est\u00eav\u00e3o conquistou em sua campanha de 1139. {{harvnb|Bradbury|2009|p=90}} Henrique de Blois, num esfor\u00e7o para negociar a paz, realizou uma confer\u00eancia em Bath; a rainha foi enviada para representar o marido. A confer\u00eancia falhou sobre a insist\u00eancia de Henrique e os cl\u00e9rigos de que eles deveriam impor os termos do acordo, algo que Est\u00eav\u00e3o considerou inaceit\u00e1vel. {{harvnb|Bradbury|2009|p=91}} \n\nRanulfo de Chester continuou insatisfeito com Est\u00eav\u00e3o entregando o norte da Inglaterra ao pr\u00edncipe Henrique. Ele criou um plano para lidar com o problema; emboscaria Henrique enquanto o pr\u00edncipe viaja da corte inglesa de volta para a Esc\u00f3cia depois do natal. O rei respondeu aos rumores acompanhando pessoalmente Henrique at\u00e9 o norte, por\u00e9m isso foi uma afronta muito grande para Ranulfo. {{harvnb|Davis|1977|p=50}} Ele anteriormente afirmava ter os direitos do Castelo de Lincoln, mantido por Est\u00eav\u00e3o, e sob a desculpa de uma visita social, atacou e tomou o castelo em um ataque surpresa. {{harvnb|Davis|1977|pp=50\u201351}} Est\u00eav\u00e3o marchou para Lincoln e concordou com uma tr\u00e9gua, provavelmente para impedir que Ranulfo se juntasse a Matilde, entregando-lhe o castelo. Ao voltar para Londres, o rei recebeu a not\u00edcia de que Ranulfo, seu irm\u00e3o e sua fam\u00edlia estavam relaxando no castelo de Lincoln com uma guarda m\u00ednima, perfeito para um ataque surpresa. Abandonando o acordo rec\u00e9m firmado, Est\u00eav\u00e3o juntou novamente seu ex\u00e9rcito e foi para o norte, por\u00e9m n\u00e3o foi r\u00e1pido o bastante \u2013 Ranulfo fugiu de Lincoln e declarou apoio a imperatriz e Est\u00eav\u00e3o foi for\u00e7ado a cercar o castelo. {{harvnb|Davis|1977|p=51}} \n\n===Segunda fase===\n[[Ficheiro:BattleOf Lincoln.jpg|thumb|left|240px|Ilustra\u00e7\u00e3o quase contempor\u00e2nea da Batalha de Lincoln. Est\u00eav\u00e3o ouve Baldu\u00edno de Clare fazer seu discurso de batalha.]]\nRoberto de Gloucester e Ranulfo de Chester avan\u00e7aram contra as posi\u00e7\u00f5es do rei com uma grande for\u00e7a enquanto Est\u00eav\u00e3o e seu ex\u00e9rcito cercavam o Castelo de Lincoln no in\u00edcio de 1141. Quando soube das not\u00edcias, Est\u00eav\u00e3o reuniu um conselho para decidir se caminhava para a batalha ou se retirava para reunir mais soldados: decidiu lutar, resultando na [[Batalha de Lincoln (1141)|Batalha de Lincoln]] em 2 de fevereiro de 1141. {{harvnb|Davis|1977|p=52}} Est\u00eav\u00e3o comandou o centro do ex\u00e9rcito, com Alan da Bretanha na direita e Guilherme de Aumale na esquerda. As for\u00e7as de Roberto e Ranulfo tinham superioridade na cavalaria e Est\u00eav\u00e3o desmontou muitos de seus cavaleiros para formar uma infantaria s\u00f3lida; ele pr\u00f3prio lutou sem cavalo.{{nota de rodap\u00e9|David Crouch afirma que foi a fraca infantaria que causou a derrota das for\u00e7as reais em [[Batalha de Lincoln (1141)|Lincoln]], dizendo que a mil\u00edcia da cidade n\u00e3o era p\u00e1reo para a infantaria galesa de [[Roberto, 1\u00ba Conde de Gloucester|Roberto de Gloucester]]. {{harvnb|Crouch|2002|p=260}} }} {{harvnb|Bradbury|2009|p=105}} Est\u00eav\u00e3o n\u00e3o era um bom orador p\u00fablico, pedindo para Baldu\u00edno de Clare realizar o discurso pr\u00e9-batalha, que inflamou as tropas. {{harvnb|Bradbury|2009|p=104}} Depois de um sucesso inicial onde Guilherme destruiu a infantaria angevina galesa, a batalha piorou para o rei. A cavalaria de Roberto e Ranulfo cercou o centro de Est\u00eav\u00e3o e o pr\u00f3prio rei. {{harvnb|Bradbury|2009|p=108}} Muitos de seus apoiadores fugiram nesse momento, incluindo Valerano de Beaumont e Guilherme de Ypres, mas Est\u00eav\u00e3o continuou lutando, se defendendo com sua espada e, depois dela ter quebrado, um machado de guerra. Finalmente, ele foi subjugado e capturado. {{harvnb|Bradbury|2009|pp=108\u2013109}} \n\nRoberto levou Est\u00eav\u00e3o at\u00e9 Gloucester, onde o rei encontrou com Matilde, e depois para o Castelo de Bristol, tradicionalmente usado para manter prisioneiros importantes. Ele inicialmente foi mantido em boas condi\u00e7\u00f5es, por\u00e9m sua seguran\u00e7a logo aumentou e ele foi acorrentado. {{harvnb|King|2010|p=154}} A imperatriz come\u00e7ou a tomar as medidas necess\u00e1rias para ser coroada rainha, que seria a aprova\u00e7\u00e3o da igreja e uma cerim\u00f4nia em Westminster. {{harvnb|King|2010|p=155}} Henrique de Blois, em sua fun\u00e7\u00e3o de legado papal, chamou um conselho em Winchester pouco antes da p\u00e1scoa para discutir as vis\u00f5es da igreja. Ele fez um acordo confidencial com Matilde que entregaria o apoio do clero, apenas se ela concordasse em entregar-lhe o controle dos neg\u00f3cios da igreja na Inglaterra. {{harvnb|King|2010|p=156}} Henrique entregou o tesouro real, bem esgotado exceto pela coroa de Est\u00eav\u00e3o, e excomungou muitos dos apoiadores do irm\u00e3o que recusaram-se a trocar de lado. {{harvnb|Davis|1977|p=57}}; {{harvnb|King|2010|p=175}} Entretanto, o [[arcebispo de Cantu\u00e1ria]] [[Teobaldo de Bec]] n\u00e3o estava disposto a coroar Matilde t\u00e3o r\u00e1pido, liderando uma delega\u00e7\u00e3o formada por cl\u00e9rigos e nobres para ver Est\u00eav\u00e3o em Bristol e discutir seu dilema: eles deveriam abandonar seus juramentos de lealdade ao rei? Dada a situa\u00e7\u00e3o, Est\u00eav\u00e3o concordou que estava preparado para liberar seus s\u00faditos de seus juramentos, e o clero reuniu-se novamente em Winchester depois da P\u00e1scoa para declarar Matilde \"Senhora da Inglaterra e Normandia\" como um t\u00edtulo precursor de sua coroa\u00e7\u00e3o. {{harvnb|Carpenter|2004|p=171}}; {{harvnb|King|2010|p=158}} Quando foi para Londres para preparar sua coroa\u00e7\u00e3o em junho, Matilde encontrou um levante popular apoiando Est\u00eav\u00e3o. Ela foi for\u00e7ada a fugir para Oxford sem ser coroada. {{harvnb|King|2010|p=163}} \n\nQuando Godofredo de Anjou soube da captura de Est\u00eav\u00e3o, ele invadiu a Normandia novamente e, na aus\u00eancia de Valerano de Beaumont que ainda estava lutando na Inglaterra, tomou todo o ducado ao sul do [[rio Sena]] e a leste do [[rio Risle]]. {{harvnb|Carpenter|2004|p=173}}; {{harvnb|Crouch|2008b|p=47}}; {{harvnb|Davis|1977|p=47}} Teobaldo, irm\u00e3o de Est\u00eav\u00e3o, n\u00e3o conseguiu ajudar, aparentemente preocupado com seus pr\u00f3prios problemas com a Fran\u00e7a \u2013 [[Lu\u00eds VII de Fran\u00e7a|Lu\u00eds VII]], o novo rei franc\u00eas, rejeitou a alian\u00e7a regional de seu pai, melhorando as rela\u00e7\u00f5es com Anjou e tomando uma atitude mais belicosa com Teobaldo, algo que levaria a uma guerra no ano seguinte. {{harvnb|Crouch|2008b|p=52}} O sucesso de Godofredo na Normandia, aliado \u00e0 fraqueza de Est\u00eav\u00e3o na Inglaterra, come\u00e7aram a influenciar a lealdade de muitos bar\u00f5es anglo-normandos, temerosos em perder suas terras na Inglaterra para Roberto e Matilde, e suas posses na Normandia para Godofredo. {{harvnb|Davis|1977|p=67}} Muitos come\u00e7aram a abandonar Est\u00eav\u00e3o. Valerano foi um dos que decidiram desertar em 1141, cruzando de volta para a Normandia a fim de proteger suas posses ancestrais e aliar-se aos angevinos, levando consigo Worcestershire para o lado da imperatriz. {{harvnb|Davis|1977|pp=67\u201368}} Roberto de Leicester, irm\u00e3o g\u00eameo de Valerano, efetivamente abandonou o conflito na mesma \u00e9poca. Outros apoiadores de Matilde receberam seus antigos castelos de volta, como o bispo Nigel de Ely, enquanto outros receberam novos condados na Inglaterra. O controle real da [[Casa da Moeda]] tamb\u00e9m quebrou, fazendo com que as moedas ficassem retidas com bar\u00f5es e bispos locais por todo o pa\u00eds. {{harvnb|Blackburn|1998|p=199}} \n\n[[Ficheiro:Oxford Castle.JPG|thumb|right|180px|Est\u00eav\u00e3o quase capturou Matilde na Torre de S\u00e3o Jorge do Castelo de Oxford.]]\nA esposa de Est\u00eav\u00e3o, Matilde, teve uma papel important\u00edssimo em manter a causa viva. A rainha reuniu os comandantes restantes do marido \u00e0 sua volta e a fam\u00edlia real no sudeste, indo para Londres quando a popula\u00e7\u00e3o rejeitou a imperatriz. {{harvnb|Crouch|2002|p=261}} Guilherme de Ypres ficou com a rainha em Londres; Guilherme Martel, o criado real, comandou opera\u00e7\u00f5es a partir de Sherborne em Dorset, com Faramus de Bolonha ficando encarregado da criadagem real. {{harvnb|Bennett|2000|p=106}}; {{harvnb|Crouch|2002|p=261}} A rainha parecia ter gerado simpatia e apoio genu\u00edno nos seguidores mais leais de Est\u00eav\u00e3o. A alian\u00e7a de Henrique de Blois com a imperatriz foi curta; eles logo divergiram sobre o clientelismo pol\u00edtico e a pol\u00edtica eclesi\u00e1stica. O bispo encontrou-se com a rainha Matilde em [[Guildford]] e transferiu seu apoio. {{harvnb|Barlow|1999|p=176}} \n\nA liberta\u00e7\u00e3o do rei veio da derrota angevina no [[Tumulto de Winchester]]. Roberto e a imperatriz Matilde cercaram Henrique na cidade em julho. {{harvnb|Bradbury|2009|p=121}} O ex\u00e9rcito da rainha Matilde e Guilherme de Ypres, refor\u00e7ado com soldados descansados de Londres, ent\u00e3o cercou os angevinos. As for\u00e7as da imperatriz foram derrotadas e Roberto de Gloucester feito prisioneiro na batalha que se seguiu. Negocia\u00e7\u00f5es tentaram um acordo de paz, por\u00e9m a rainha n\u00e3o queria ceder para a imperatriz e Roberto recusou-se a mudar de lado. Em vez disso, em novembro, os dois lados simplesmente trocaram Roberto e o rei, e Est\u00eav\u00e3o come\u00e7ou a restabelecer sua autoridade. Henrique organizou outro conselho da igreja, desta vez reafirmando a legitimidade do irm\u00e3o e coroando novamente Est\u00eav\u00e3o e Matilde de Bolonha no natal de 1141. {{harvnb|Barlow|1999|p=177}} \n\nEst\u00eav\u00e3o adoeceu no in\u00edcio de 1142 e na \u00e9poca da P\u00e1scoa rumores come\u00e7aram a circular que ele tinha morrido. {{harvnb|Bradbury|2009|pp=134, 136}} A doen\u00e7a possivelmente era resultado de seu aprisionamento, por\u00e9m ele recuperou-se e viajou para o norte a fim de reunir novas for\u00e7as e convencer Ranulfo de Chester e mudar de lado novamente. {{harvnb|Barlow|1999|p=178}} Est\u00eav\u00e3o passou o ver\u00e3o atacando alguns dos novos castelos angevinos constru\u00eddos no ano anterior, incluindo Cirencester, Bampton e Wareham. Ele viu uma oportunidade de capturar a pr\u00f3pria imperatriz em Oxford no m\u00eas de setembro. {{harvnb|Bradbury|2009|p=136}} Oxford era uma cidade bem protegida, com muralhas e o rio Isis (parte do [[rio T\u00e2misa]]), por\u00e9m o rei realizou um ataque surpresa cruzando o rio, liderando as for\u00e7as e nadando parte do caminho. Uma vez na outra margem, ele e seus homens invadiram a cidade e prenderam Matilde no castelo. Por\u00e9m, o [[Castelo de Oxford]] era uma fortaleza poderosa e Est\u00eav\u00e3o decidiu realizar um cerco ao inv\u00e9s de atac\u00e1-lo, certo de que a imperatriz estava totalmente sem alternativas. {{harvnb|Bradbury|2009|p=137}} Pouco antes do natal, Matilde saiu do castelo sem ser vista, cruzando o rio congelante e escapando a p\u00e9 at\u00e9 Wallingford. As for\u00e7as que defendiam o castelo logo se renderam, por\u00e9m Est\u00eav\u00e3o perdeu a oportunidade de capturar sua oponente. {{harvnb|Bradbury|2009|pp=137\u2013138}} \n\n===Impasse===\n[[Ficheiro:Invasion of Normandy 1142-3.png|thumb|left|220px|Mapa da invas\u00e3o de Godofredo de Anjou na Normandia.]]\nEnquanto Godofredo de Anjou consolidava seu poder na Normandia, a guerra entre os dois lados na Inglaterra chegava em um impasse na metade da d\u00e9cada de 1140. {{harvnb|Davis|1977|p=78}} O ano come\u00e7ou mal para Est\u00eav\u00e3o quando foi cercado por Roberto de Gloucester no Castelo de Wilton, um ponto de encontro para as for\u00e7as reais em [[Herefordshire]]. {{harvnb|Bradbury|2009|p=139}} O rei tentou fugir, resultando na Batalha de Wilton. A cavalaria angevina novamente mostrou-se muito forte e por um momento pareceu que Est\u00eav\u00e3o seria capturado mais uma vez. {{harvnb|Bradbury|2009|p=140}} Entretanto, desta vez Guilherme Martel fez uma grande esfor\u00e7o na retaguarda, permitindo que o rei escapasse da batalha. Est\u00eav\u00e3o valorizou tanto a lealdade de Guilherme que concordou em trocar o Castelo de Sherborne por sua liberta\u00e7\u00e3o \u2013 essa foi uma das poucas ocasi\u00f5es em que ele estava disposto a entregar um castelo por um de seus homens. {{harvnb|Bradbury|2009|pp=140\u2013141}} \n\nEst\u00eav\u00e3o enfrentou uma nova amea\u00e7a no leste ao final de 1143 quando Godofredo de Mandeville, 1\u00ba Conde de Essex, rebelou-se. {{harvnb|Bradbury|2009|p=141}} O rei h\u00e1 muito n\u00e3o gostava do bar\u00e3o e provocou o conflito chamando Godofredo para a corte e o prendendo. Est\u00eav\u00e3o amea\u00e7ou executar Godofredo se ele n\u00e3o entregasse seus castelos, que inclu\u00edam a [[Torre de Londres]], Walden e Pleshey, fortifica\u00e7\u00f5es importantes por estarem dentro ou nos arredores de Londres. {{harvnb|Bradbury|2009|p=143}} Godofredo cedeu, mas quando foi libertado acabou indo para Ilha de Ely, come\u00e7ando uma campanha militar contra [[Cambridge]] com a inten\u00e7\u00e3o de ir sul rumo a capital. {{harvnb|Bradbury|2009|p=144}} Com tantos problemas e Hugo Bigot ainda em revolta em Norfolk, o rei n\u00e3o tinha recursos para ir atr\u00e1s de Godofredo e acabou formando uma teia de castelos entre Ely e Londres. {{harvnb|Bradbury|2009|p=145}} \n\nA situa\u00e7\u00e3o continuou a piorar por um per\u00edodo. Ranulfo de Chester rebelou-se outra vez no ver\u00e3o de 1144, dividindo o Honour de Lencastre entre si mesmo e o pr\u00edncipe Henrique. No oeste, Roberto de Gloucester e seus seguidores continuaram a atacar territ\u00f3rios lealistas e o Castelo de Wallingford permaneceu uma fortifica\u00e7\u00e3o angevina bem perto de Londres. {{harvnb|Barlow|1999|p=179}} Enquanto isso, Godofredo de Anjou terminou de estabelecer seu dom\u00ednio no sul da Normandia; em janeiro de 1144 ele foi para [[Ru\u00e3o]], a capital do ducado, concluindo sua campanha. Lu\u00eds VII o reconheceu como Duque da Normandia pouco depois. {{harvnb|Amt|1993|p=7}} Nesse momento da guerra, Est\u00eav\u00e3o dependia cada vez mais de seus aliados mais pr\u00f3ximos, como Guilherme de Ypres e outros, e n\u00e3o tinha o apoio de poderosos bar\u00f5es que poderiam lhe providenciar for\u00e7as adicionais; o rei pouco usou sua rede de condes depois dos eventos de 1141. {{harvnb|Crouch|2002|p=269}}; {{harvnb|White|1998|p=133}} \n\nA guerra empacou depois de 1143, por\u00e9m progrediu um pouco melhor para Est\u00eav\u00e3o. {{harvnb|Bradbury|2009|p=158}} Miles de Gloucester, um dos melhores comandantes angevinos, morreu enquanto ca\u00e7ava no natal, diminuindo um pouco a press\u00e3o no oeste. {{harvnb|Bradbury|2009|p=147}} A rebeli\u00e3o de Godofredo de Mandeville continuou at\u00e9 setembro de 1144, quando morreu enquanto atacava Burwell. A guerra no oeste continuou melhor em 1145, com o rei capturando o Castelo de Faringdon em [[Oxfordshire]]. {{harvnb|Bradbury|2009|p=146}} No norte, Est\u00eav\u00e3o fez um novo acordo com Ranulfo de Chester, por\u00e9m em 1146 ele repetiu o mesmo ardil que havia usado contra Godofredo de Mandeville alguns anos antes, primeiro convidando Ranulfo para a corte e depois prendendo-o e amea\u00e7ando-o a menos que entregasse seus castelos, incluindo Lincoln e Coventry. Tamb\u00e9m como Godofredo, assim que Ranulfo foi libertado ele imediatamente rebelou-se, por\u00e9m a situa\u00e7\u00e3o era um impasse: Est\u00eav\u00e3o tinha poucas for\u00e7as no norte para iniciar uma nova campanha e Ranulfo n\u00e3o tinha os castelos para atacar o rei. Entretanto, sua pr\u00e1tica de convidar bar\u00f5es para a corte e prend\u00ea-los lhe trouxe descr\u00e9dito e crescente desconfian\u00e7a. {{harvnb|Davis|1977|p=97}} \n\n===Fases finais===\n[[Ficheiro:Jindra Eleonora.jpg|thumb|170px|right|Representa\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIV de Henrique e Leonor.]]\nA Inglaterra sofreu muito com a guerra, com historiadores vitorianos chamando o per\u00edodo de \"[[a Anarquia]]\". A ''[[Cr\u00f4nica Anglo-Sax\u00f4nica]]'' registra que \"havia apenas perturba\u00e7\u00e3o, perversidade e roubos\". {{harvnb|Huscroft|2005|p=76}} As lutas e os ataques certamente causaram grandes devasta\u00e7\u00f5es em algumas partes do pa\u00eds, como [[Wiltshire]], [[Berkshire]], o vale do [[Rio T\u00e2misa|T\u00e2misa]] e Anglia do Leste. {{harvnb|Barlow|1999|p=181}} V\u00e1rios lordes locais constru\u00edram castelos sem autoriza\u00e7\u00e3o \u2013 o cr\u00f4nico Roberto de Torigni fala que por volta de 1115 castelos foram constru\u00eddos durante o conflito, apesar disso provavelmente ser um exagero j\u00e1 que em outro lugar ele sugere que foram 126. {{harvnb|Bradbury|2009|p=191}}; {{harvnb|Coulson|1998|p=69}} O centralizado sistema da moeda estava fragmentado, com Est\u00eav\u00e3o, Matilde e lordes locais cunhando suas pr\u00f3prias moedas. As leis florestais ru\u00edram em v\u00e1rias partes do pa\u00eds. {{harvnb|Carpenter|2004|p=197}} Por\u00e9m, algumas partes mal foram tocadas pela guerra civil \u2013 por exemplo, as terras de Est\u00eav\u00e3o no sudeste e as terras angevinas perto de Gloucester e Bristol pouco foram afetadas, e David I governou suas terras no norte da Inglaterra sem muitos transtornos. A renda do rei vinda de suas posses caiu muito durante o per\u00edodo, particularmente depois de 1141, com o controle real sobre a cunhagem de novas moedas permanecendo limitado fora do sudoeste e de Anglia do Leste. {{harvnb|Blackburn|1998|p=199}}; {{harvnb|White|1998|p=43}} Com o rei baseado no sudoeste da Inglaterra, Westminster tornou-se cada vez mais o centro do governo real. {{harvnb|Green|1992|pp=110\u2013111}} \n\nA forma de conflito gradualmente come\u00e7ou a mudar; como o historiador Frank Barlow sugere, no final da d\u00e9cada de 1140 \"a guerra civil tinha acabado\", com a exce\u00e7\u00e3o de alguma eclos\u00e3o isolada de combate. Roberto de Gloucester morreu em 1147 e no ano seguinte Matilde deixou o sudoeste da Inglaterra para a Normandia. Os dois eventos contribu\u00edram para reduzir o ritmo da guerra. A [[Segunda Cruzada]] foi anunciada e muitos dos apoiadores [[Casa de Anjou|angevinos]], incluindo Valerano de Beaumont, partiram para [[Jerusal\u00e9m]], ficando longe da regi\u00e3o por v\u00e1rios anos. {{harvnb|Barlow|1999|p=180}} Muitos bar\u00f5es come\u00e7aram a fazer acordos de paz individuais uns com os outros para manter suas terras e esp\u00f3lios de guerra. {{harvnb|Davis|1977|pp=111\u2013112}} [[Henrique II de Inglaterra|Henrique FitzEmpress]], filho de Matilde e Godofredo de Anjou, montou uma pequena invas\u00e3o mercen\u00e1ria em 1147, por\u00e9m a expedi\u00e7\u00e3o falhou por n\u00e3o ter recursos para pagar seus homens. Surpreendentemente, Est\u00eav\u00e3o acabou pagando os custos e Henrique voltou para casa em seguran\u00e7a; n\u00e3o se sabe seus motivos para fazer isso. Uma explica\u00e7\u00e3o era sua cortesia para os membros de sua fam\u00edlia, outra que ele come\u00e7ava a pensar como terminar a guerra pacificamente, vendo a a\u00e7\u00e3o como um modo de se relacionar com Henrique. {{harvnb|Barlow|1999|p=180}}; {{harvnb|King|2010|p=243}} \n\nO jovem Henrique voltou para a Inglaterra em 1149 planejando uma alian\u00e7a com Ranulfo de Chester. {{harvnb|King|2010|p=253}} O plano angevino envolvia Ranulfo concordando em abandonar sua reivindica\u00e7\u00e3o a [[Carlisle]], mantida pelos escoceses, em troca de receber os direitos do Honour de Lencastre; ele homenagearia David I e Henrique FitzEmpress, com Henrique tendo senioridade. {{harvnb|King|2010|p=254}} Depois do acordo, os dois concordaram em atacar [[Iorque]], provavelmente tamb\u00e9m com a ajuda dos escoceses. {{harvnb|King|2010|p=255}} Est\u00eav\u00e3o marchou para Iorque e o plano se desintegrou. Henrique voltou para a Normandia e foi declarado duque por seu pai.{{nota de rodap\u00e9|King acredita que o ataque nunca chegou perto de Iorque. Davis acha que ele chegou e foi impedido pelas for\u00e7as de Est\u00eav\u00e3o. {{harvnb|Davis|1977|p=107}}; {{harvnb|King|2010|p=255}} }}\n\nHenrique, mesmo jovem, cada vez mais ganhava a reputa\u00e7\u00e3o de l\u00edder en\u00e9rgico e capaz. Seu prest\u00edgio e poder aumentaram mais em 1152 quando casou-se com [[Leonor da Aquit\u00e2nia]]; ela era a atraente Duquesa da Aquit\u00e2nia, esposa rec\u00e9m divorciada de Lu\u00eds VII e o casamento fez de Henrique o futuro l\u00edder de dois grandes territ\u00f3rios na Fran\u00e7a. {{harvnb|Carpenter|2004|p=188}} \n\nNos anos finais da guerra, Est\u00eav\u00e3o come\u00e7ou a focar sua aten\u00e7\u00e3o nas quest\u00f5es da sua fam\u00edlia e sucess\u00e3o. {{harvnb|King|2010|p=237}} Ele queria confirmar [[Eust\u00e1cio IV, Conde de Bolonha|Eust\u00e1cio]], seu filho mais velho, como seu sucessor, apesar de cr\u00f4nicos registrarem que Eust\u00e1cio era famoso pela cobran\u00e7a de pesados impostos e por extorquir dinheiro daqueles que moravam em suas terras. {{harvnb|King|2010|pp=237\u2013238}} [[Guilherme I, Conde de Bolonha|Guilherme]], segundo filho de Est\u00eav\u00e3o, casou-se com a rica Isabel de Warenne. {{harvnb|King|2010|pp=238\u2013239}} O rei construiu a Abadia de Faversham em 1148 como o local de repouso final dele e de sua fam\u00edlia. A rainha Matilde, sua esposa, e seu irm\u00e3o Teobaldo morreram em 1152. {{harvnb|Bradbury|2009|p=206}}; {{harvnb|Crouch|2002|p=275}} \n\n===Discuss\u00e3o com a igreja===\n[[Ficheiro:Bernard of Clairvaux 13th century.jpg|thumb|left|230px|Representa\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIII de Bernardo de Claraval, que discutiu com Est\u00eav\u00e3o sobre a pol\u00edtica eclesi\u00e1stica.]]\nA rela\u00e7\u00e3o de Est\u00eav\u00e3o com a igreja deteriorou muito ao final de seu reinado. O movimento reformista de dentro da igreja, que defendia maior autonomia do clero em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 autoridade real, continuava a crescer enquanto novas vozes como a Ordem de Cister ganhavam mais prest\u00edgio dentro das ordens mon\u00e1sticas, sobrepujando ordens mais antigas como a de [[Ordem de Cluny|Cluny]]. {{harvnb|Davis|1977|p=98}} A briga de Est\u00eav\u00e3o com a igreja teve suas origens em 1140 quando o arcebispo Turstin de Iorque morreu. Come\u00e7ou uma discuss\u00e3o entre um grupo de reformistas de Iorque apoiados por [[Bernardo de Claraval]], chefe da Ordem de Cister, que preferiam Guilherme de Rievaulx como o novo arcebispo, enquanto Est\u00eav\u00e3o e Henrique de Blois preferiam algum de seus parentes. {{harvnb|Davis|1977|pp|99\u2013100}} A disputa entre Henrique e Bernardo come\u00e7ou a ficar cada vez mais pessoal e o irm\u00e3o do rei usou sua autoridade de legado papal em 1144 para nomear seu sobrinho Guilherme de Iorque para o cargo. Por\u00e9m, quando o [[papa Inoc\u00eancio II]] morreu no ano seguinte, Bernardo conseguiu fazer com que a nomea\u00e7\u00e3o fosse rejeitada por [[Roma]]. {{harvnb|Davis|1977|p=100}} Ele convenceu em 1147 o [[papa Eug\u00eanio III]] a anular completamente a decis\u00e3o de Henrique, depondo Guilherme e colocando Henrique Murdac no lugar. {{harvnb|Davis|1977|p=101}} \n\nEst\u00eav\u00e3o ficou furioso, vendo a a\u00e7\u00e3o como um precedente de interfer\u00eancia papal sobre sua autoridade, inicialmente recusando-se a permitir que Murdac entrasse na Inglaterra. Quando Teobaldo de Bec foi consultar com o papa sobre a quest\u00e3o, o rei tamb\u00e9m n\u00e3o deixou que ele retornasse, apreendendo suas terras. {{harvnb|Davis|1977|pp=101, 104}} Est\u00eav\u00e3o tamb\u00e9m cortou rela\u00e7\u00f5es com a Ordem de Cister, virando-se para a de Cluny, a qual Henrique era membro. {{harvnb|Davis|1977|p=103}} \n\nMesmo assim, a press\u00e3o para Est\u00eav\u00e3o confirmar Eust\u00e1cio como seu herdeiro leg\u00edtimo continuou a crescer. O rei deu ao filho o Condado de Bolonha em 1147, mas ainda n\u00e3o estava claro se Eust\u00e1cio herdaria a Inglaterra tamb\u00e9m. Est\u00eav\u00e3o preferia ter Eust\u00e1cio coroado enquanto ele pr\u00f3prio ainda estivesse vivo, como era o costume na Fran\u00e7a, por\u00e9m isso n\u00e3o era uma pr\u00e1tica normal na Inglaterra. O [[papa Celestino II]], durante seu breve per\u00edodo \u00e0 frente da igreja entre 1143 e 1144, baniu quaisquer mudan\u00e7as nas pr\u00e1ticas. J\u00e1 que o arcebispo Teobaldo era a \u00fanica pessoa que poderia coroar Eust\u00e1cio, a quest\u00e3o chegou num impasse porque o cl\u00e9rigo recusava-se a fazer isso sem o consentimento do papa Eug\u00eanio III.{{nota de rodap\u00e9|O historiador Keith Stringer diz que Teobaldo provavelmente tamb\u00e9m estava pensando sobre um eventual acordo de paz na Inglaterra envolvendo Henrique FitzEmpress, achando que a coroa\u00e7\u00e3o de Eust\u00e1cio apenas garantiria a continua\u00e7\u00e3o da guerra civil ap\u00f3s a morte de Est\u00eav\u00e3o. {{harvnb|Stringer|1993|p=68}} }} {{harvnb|Davis|1977|p=105}} Orei e o arcebispo chegaram a um acordo tempor\u00e1rio no final de 1148 que permitiria a volta de Teobaldo \u00e0 Inglaterra. Ele foi nomeado legado papal em 1151, aumentando sua autoridade. {{harvnb|King|2010|pp=263\u2013264}} Est\u00eav\u00e3o ent\u00e3o tentou novamente coroar Eust\u00e1cio na p\u00e1scoa de 1152, reunindo seus nobres para jurar fidelidade e insistindo para que Teobaldo e seus bispos o reconhecessem como rei. Quando o arcebispo recusou-se novamente, Est\u00eav\u00e3o e Eust\u00e1cio o prenderam junto com todos os bispos e recusaram-se a libert\u00e1-los a menos que coroassem Eust\u00e1cio. Teobaldo conseguiu escapar e foi para ex\u00edlio tempor\u00e1rio em [[Flandres]], perseguido at\u00e9 a costa pelos cavaleiros do rei, marcando o ponto mais baixo da rela\u00e7\u00e3o de Est\u00eav\u00e3o com a igreja. {{harvnb|King|2010|p=264}} \n\n===Tratados e paz===\n[[Ficheiro:Political map of England 1153.PNG|thumb|right|220px|Mapa pol\u00edtico de 1153. Vermelho indica as \u00e1reas controladas por Est\u00eav\u00e3o, azul pelos [[Casa de Anjou|angevinos]], cinza pelos galeses, creme por Ranulfo de Chester e Roberto de Leicester, e verde por David I da Esc\u00f3cia.]]\nHenrique FitzEmpress voltou para a Inglaterra no in\u00edcio de 1153 com um pequeno ex\u00e9rcito, tendo apoio no norte e oeste por Ranulfo de Chester e Hugo Bigot. {{harvnb|Bradbury|2009|pp=178\u2013179}} O castelo de Est\u00eav\u00e3o em Malmesbury foi cercado pelas for\u00e7as de Henrique e o rei respondeu marchando para o oeste com um ex\u00e9rcito. Est\u00eav\u00e3o tentou, sem sucesso, for\u00e7ar o ex\u00e9rcito de Henrique a travar uma batalha perto do [[Rio Avon (Bristol)|rio Avon]]. Com o inverno chegando, ele concordou com uma tr\u00e9gua tempor\u00e1ria e voltou para Londres, deixando Henrique viajar para o norte pelas [[Midlands]] onde o poderoso Roberto de Beaumont, 2\u00ba Conde de Leicester, anunciou seu apoio a causa angevina. {{harvnb|Bradbury|2009|p=180}} Henrique e seus aliados agora controlavam as Midlands, o sudoeste e grande parte do norte da Inglaterra apesar do pequeno ex\u00e9rcito. {{harvnb|Bradbury|2009|p=181}} \n\nEst\u00eav\u00e3o intensificou o cerco do Castelo de Wallingford no ver\u00e3o numa tentativa final de tomar a principal fortifica\u00e7\u00e3o angevina. {{harvnb|Bradbury|2009|p=182}} A queda de Wallingford parecia iminente e Henrique marchou para o sul para tentar quebrar o cerco, chegando com seu pequeno ex\u00e9rcito e cercando as for\u00e7as reais. Quando Est\u00eav\u00e3o recebeu as not\u00edcias, ele reuniu uma grande for\u00e7a e os dois lados encontraram-se em julho. {{harvnb|Bradbury|2009|p=183}} Nesse ponto da guerra, os bar\u00f5es de ambos os lados pareciam querer evitar batalhas. Como resultado, ao inv\u00e9s de um confronto aberto, membros da igreja conseguiram uma tr\u00e9gua, irritando muito tanto Est\u00eav\u00e3o quanto Henrique. {{harvnb|Bradbury|2009|p=183}}; {{harvnb|Crouch|2002|p=276}}; {{harvnb|King|2010|p=277}} \n\nAp\u00f3s Wallingford, Est\u00eav\u00e3o e Henrique conversaram em particular sobre um poss\u00edvel fim para a guerra. Eust\u00e1cio ficou furioso com o final pac\u00edfico em Wallingford. Ele deixou o pai e voltou para Cambridge a fim de arrecadar fundos para uma nova campanha, adoecendo e morrendo no m\u00eas seguinte. {{harvnb|Crouch|2002|p=276}}; {{harvnb|King|2010|pp=278\u2013279}} A morte de Eust\u00e1cio retirou um reivindicante \u00f3bvio ao trono e foi politicamente conveniente para aqueles que desejavam uma paz permanente na Inglaterra. Entretanto, \u00e9 poss\u00edvel que Est\u00eav\u00e3o j\u00e1 considerava retirar a reivindica\u00e7\u00e3o de Eust\u00e1cio; o historiador Edmund King comenta que a reivindica\u00e7\u00e3o de Eust\u00e1cio ao trono nunca foi mencionada nas discuss\u00f5es em Wallingford, possivelmente aumentando a f\u00faria do filho do rei. {{harvnb|King|2010|p=278}} \n\nAs lutas continuaram depois de Wallingford, por\u00e9m menos severas. Est\u00eav\u00e3o perdeu as cidades de Oxford e Stamford enquanto combatia Hugo Bigot no oeste, por\u00e9m o [[Castelo de Nottingham]] resistiu a um ataque angevino para captur\u00e1-lo. {{harvnb|Bradbury|2009|p=184}} Enquanto isso, Henrique de Blois e Teobaldo de Bec estavam juntos em um esfor\u00e7o para criar uma paz permanente, pressionando o rei para aceitar um acordo. {{harvnb|Bradbury|2009|p=187}}; {{harvnb|King|2010|pp=279\u2013280}} Os ex\u00e9rcitos de Est\u00eav\u00e3o e Henrique encontraram-se novamente em Winchester, onde os l\u00edderes ratificariam os termos de um acordo de paz permanente. {{harvnb|King|2010|p=280}} Em novembro, Est\u00eav\u00e3o anunciou na catedral local o [[Tratado de Wallingford]]: reconheceu Henrique como seu filho adotivo e sucessor, em troca de Henrique prestar [[homenagem]] a ele; o rei prometeu ouvir os conselhos de Henrique, mas manteve seu poder; [[Guilherme I, Conde de Bolonha|Guilherme]], filho de Est\u00eav\u00e3o, prestaria homenagem a Henrique e renunciaria sua reivindica\u00e7\u00e3o ao trono em troca de prote\u00e7\u00e3o para suas terras; importantes castelos seriam mantidos em nome de Henrique por Est\u00eav\u00e3o e todas as for\u00e7as mercen\u00e1rias seriam dispensadas. {{harvnb|Barlow|1999|pp=187\u2013188}}; {{harvnb|Bradbury|2009|pp=189\u2013190}}; {{harvnb|King|2010|pp=280\u2013283}} Est\u00eav\u00e3o e Henrique selaram o acordo com um [[\u00f3sculo santo]] na catedral. {{harvnb|King|2010|p=281}} \n\n==Morte==\nNa \u00e9poca, a decis\u00e3o de Est\u00eav\u00e3o de reconhecer Henrique como seu herdeiro n\u00e3o era necessariamente a solu\u00e7\u00e3o final para a guerra civil. Apesar da cunhagem de uma nova moeda e reformas administrativas, Est\u00eav\u00e3o ainda poderia viver por muitos anos, enquanto a posi\u00e7\u00e3o de Henrique n\u00e3o estava segura. {{harvnb|Bradbury|2009|p=211}}; {{harvnb|Holt|1998|p=306}} Apesar de Guilherme, filho do rei, ainda ser jovem e sem nenhum preparo para desafiar Henrique pelo trono, a situa\u00e7\u00e3o poderia mudar nos anos seguintes \u2013 por exemplo, houve rumores em 1154 que Guilherme planejava assassinar Henrique. {{harvnb|Crouch|2002|p=277}} O historiador Graeme J. White descreve o tratado como uma \"paz prec\u00e1ria\", capturando o julgamento da maioria dos historiadores modernos: a situa\u00e7\u00e3o no final de 1153 ainda era incerta e imprevis\u00edvel. {{harvnb|White|1990|p=12}} \n\nCertamente restavam v\u00e1rios problemas para serem resolvidos, incluindo o reestabelecimento da autoridade real nas prov\u00edncias e a resolu\u00e7\u00e3o da complexa quest\u00e3o sobre quais bar\u00f5es deveriam controlar as terras e propriedades contestadas ap\u00f3s a longa guerra civil. {{harvnb|Davis|1977|pp=122\u2013123}} Est\u00eav\u00e3o entrou em atividade no come\u00e7o de 1154, viajando muito pelo reino. {{harvnb|Amt|1993|p=19}} Ele come\u00e7ou a emitir v\u00e1rios decretos para o sudoeste da Inglaterra e viajou para Iorque a fim de realizar uma grande corte para tentar impressionar os bar\u00f5es do norte de que a autoridade real estava sendo reafirmada. Depois do atarefado ver\u00e3o de 1154, Est\u00eav\u00e3o viajou para Dover para se encontrar com [[Teodorico da Als\u00e1cia|Teodorico da Als\u00e1cia, Conde de Flandres]]; alguns historiadores acreditam que ele j\u00e1 estava doente e preparando-se para ajeitar seus assuntos de fam\u00edlia. Est\u00eav\u00e3o adoeceu do est\u00f4mago e morreu no dia [[25 de outubro]], sendo enterrado na Abadia de Faversham ao lado de sua esposa Matilde e Eust\u00e1cio. {{harvnb|King|2010|p=300}} \n\n==Legado==\nAp\u00f3s a morte de Est\u00eav\u00e3o, Henrique o sucedeu no trono da Inglaterra como Henrique II. Ele firmemente reestabeleceu a autoridade real depois da guerra civil, derrubou castelos e aumentou a renda, apesar de v\u00e1rios desses atos terem se iniciado ainda no reinado de Est\u00eav\u00e3o. A destrui\u00e7\u00e3o de castelos promovida por Henrique n\u00e3o foi t\u00e3o grande como j\u00e1 se acreditou, e apesar dele ter restaurado as rendas reais, a economia inglesa pouco mudou sob os dois monarcas. {{harvnb|Amt|1993|p=44}}; {{harvnb|White|1998|p=137}} Guilherme, o filho restante de Est\u00eav\u00e3o, foi confirmado como Conde de Surrey por Henrique, prosperando durante o novo reinado, apesar da ocasional tens\u00e3o com o rei. {{harvnb|Crouch|2002|p=281}} A filha de Est\u00eav\u00e3o, [[Maria, Condessa de Bolonha|Maria]], tamb\u00e9m sobreviveu ao pai; ela havia sido colocada em um convento por Est\u00eav\u00e3o, por\u00e9m saiu depois de sua morte e casou-se. O primeiro filho de Est\u00eav\u00e3o, Baldu\u00edno, e sua primeira filha, Matilde, morreram em 1135 e foram enterrados no Priorado da Sant\u00edssima Trindade. {{harvnb|King|2010|pp=xvi, 313}} Est\u00eav\u00e3o tamb\u00e9m teve provavelmente tr\u00eas filhos bastardos com sua amante Damette: Gerv\u00e1sio, Raul e Am\u00e9rico. Gerv\u00e1sio tornou-se Abade de Westminster em 1138, por\u00e9m ap\u00f3s a morte do pai foi retirado em 1157, morrendo pouco depois. {{harvnb|King|2010|p=98}}; {{harvnb|Mason|1996|pp=37, 58}} \n\n===Historiografia===\n[[Ficheiro:Peterborough.Chronicle.firstpagetrimmed.jpg|thumb|left|220px|P\u00e1gina da [[Cr\u00f4nica de Peterborough]] na ''Cr\u00f4nica Anglo-Sax\u00f4nica'', escrita por volta de 1150 e que detalha os eventos do reinado de Est\u00eav\u00e3o.]]\nMuito da hist\u00f3ria moderna sobre o reinado de Est\u00eav\u00e3o \u00e9 baseada em cr\u00f4nicos que viveram no s\u00e9culo XII ou perto desse per\u00edodo, formando relatos relativamente ricos sobre a \u00e9poca. {{harvnb|King|2006|p=195}} Todos os principais cr\u00f4nicos carregavam preconceitos regionais na maneira como retratavam os eventos. V\u00e1rias cr\u00f4nicas importantes foram escritas no sudoeste da Inglaterra, incluindo a ''Gesta Stephani'' (\"Atos de Est\u00eav\u00e3o\") e a ''Historia Novella'' (\"Nova Hist\u00f3ria\") de [[Guilherme de Malmesbury]]. Na Normandia, Orderico Vitalis escreveu ''Ecclesiastical History'', cobrindo o reinado de Est\u00eav\u00e3o at\u00e9 1141, e Roberto de Torigni escreveu posteriormente sobre o resto do per\u00edodo. {{harvnb|Davis|1977|p=146}} [[Henrique de Huntingdon]] vivia no leste da Inglaterra, produzindo a ''Historia Anglorum'' que mostra um relato regional sobre o reinado. {{harvnb|Davis|1977|pp=147, 150}} A ''[[Cr\u00f4nica Anglo-Sax\u00f4nica]]'' j\u00e1 n\u00e3o estava mais em seu auge, por\u00e9m \u00e9 lembrada por seu marcante relato sobre as condi\u00e7\u00f5es durante \"a Anarquia\". {{harvnb|Davis|1977|p=154}} A maioria dos cr\u00f4nicos eram tendenciosos contra ou a favor de Est\u00eav\u00e3o, Roberto de Gloucester ou outra figura importante do conflito. {{harvnb|Davis|1977|pp=146\u2013152}} Daqueles que escreviam para a igreja depois dos eventos do final do reinado de Est\u00eav\u00e3o, como [[Jo\u00e3o de Salisbury]], mostravam o rei como um tirano por sua discuss\u00e3o com o arcebispo da Cantu\u00e1ria; em contraste, os cl\u00e9rigos em Durham o consideravam um salvador pela contribui\u00e7\u00e3o na derrota dos escoceses na Batalha de Sandard. {{harvnb|Barlow|1999|p=188}} Cr\u00f4nicos posteriores durante o reinado de Henrique II eram geralmente mais negativos: Valter Map, por exemplo, descrevia Est\u00eav\u00e3o como \"um bom cavaleiro, mas em outros aspectos quase um tolo\". {{harvnb|Stringer|1993|p=3}} V\u00e1rios foros foram emitidos durante o reinado, dando detalhes sobre eventos contempor\u00e2neos e da rotina di\u00e1ria, muito utilizados como fontes por historiadores modernos. {{harvnb|Chibnall|2008|p=1}} \n\nHistoriadores de ideologia ''[[Partido Whig (Reino Unido)|whig]]'' que emergiram durante a [[era vitoriana]] tra\u00e7aram um curso progressivista e universalista no desenvolvimento pol\u00edtico e econ\u00f4mico no per\u00edodo medieval. {{harvnb|Coss|2002|p=81}}; {{harvnb|Dyer|2009|p=4}} William Stubbs se focou nesses aspectos constitucionais do reinado de Est\u00eav\u00e3o em ''Constitutional History of England'', come\u00e7ando um duradouro interesse em Est\u00eav\u00e3o e seu reinado. A an\u00e1lise de Stubbs, focando-se na desordem do per\u00edodo, influenciou seu aluno J. Horace Round a cunhar o termo \"a Anarquia\", um r\u00f3tulo que, apesar de algumas vezes criticado, continua a ser usado at\u00e9 os dias de hoje. O acad\u00eamico Frederic William Maitland tamb\u00e9m apresenta a possibilidade de que o reinado marcou um ponto de virada na hist\u00f3ria legal inglesa. {{citar web|url=http://www.history.ac.uk/reviews/review/1038|t\u00edtulo=King Stephen|local=Reviews in History|acessodata=22 de junho de 2013|primeiro=David|\u00faltimo=Crouch }} \n\nEst\u00eav\u00e3o permanece um assunto popular para estudos hist\u00f3ricos: David Crouch sugere que ele \u00e9, depois do rei [[Jo\u00e3o de Inglaterra|Jo\u00e3o]], \"indiscutivelmente o rei medieval ingl\u00eas com mais obras escritas a seu respeito\". Historiadores modernos variam sobre suas avalia\u00e7\u00f5es de Est\u00eav\u00e3o como rei. A influente biografia de R. H. Davis mostra um monarca fraco: um competente l\u00edder militar no campo, agrad\u00e1vel e cheio de energia, por\u00e9m \"sob a superf\u00edcie ... desconfiado e dissimulado\", com um p\u00e9ssimo julgamento estrat\u00e9gico que no final prejudicou seu reinado. {{harvnb|Davis|1977|p=127}} A falta de talento de Est\u00eav\u00e3o para julgamentos pol\u00edticos e sua in\u00e9pcia para assuntos internacionais, que levaram \u00e0 perda da Normandia e sua consequente incapacidade para vencer a guerra civil, tamb\u00e9m s\u00e3o destacadas pelo historiador David Crouch. {{harvnb|Crouch|2008b|p=58}} O bi\u00f3grafo e historiador Edmund King, apesar de mostrar uma imagem um pouco mais positiva que Davis, conclui que Est\u00eav\u00e3o, mesmo estoico, piedoso e um l\u00edder genial, era raramente dono de si mesmo, frequentemente pedindo ajuda para pessoas mais fortes como sua esposa e seu irm\u00e3o. {{harvnb|King|2010|pp=338\u2013339}} Keith Stringer \u00e9 mais positivo, discutindo que o fracasso final de Est\u00eav\u00e3o como rei n\u00e3o seu deu como resultado de suas falhas pessoais, mas sim de press\u00f5es externas no estado normando. {{harvnb|Stringer|1993|pp=86, 90}} \n\n===Cultura popular===\nEst\u00eav\u00e3o e seu reinado ocasionalmente foram usados em obras de fic\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Ele e seus apoiadores apareceram na s\u00e9rie hist\u00f3rica ''Brother Cadfael Chronicles'', romances escritos por Edith Pargeter, que se passam entre 1137 e 1145. A representa\u00e7\u00e3o de Pargeter do reinado de Est\u00eav\u00e3o \u00e9 essencialmente uma narrativa local focada na cidade de [[Shrewsbury]] e arredores. {{harvnb|Rielly|2000|p=62}} Pargeter mostra o rei como um homem tolerante e um monarca sensato, apesar de executar os defensores de Shrewsbury ap\u00f3s tomar a cidade em 1138. {{harvnb|Rielly|2000|p=68}} Em contraste, Est\u00eav\u00e3o \u00e9 representado antipaticamente no romance ''[[Os Pilares da Terra|The Pillars of the Earth]]'', de [[Ken Follett]], e na [[Os Pilares da Terra (miniss\u00e9rie)|miniss\u00e9rie de televis\u00e3o]] que o adapta. {{harvnb|Ramet|1999|p=108}}; {{harvnb|Turner|1996|p=122}} {{citar web|url=http://tv.nytimes.com/2010/07/23/arts/television/23pillars.html?_r=2|t\u00edtulo=Blood on Their Hands, and Sex on Their Minds|obra=[[The New York Times]]|acessodata=22 de junho de 2013|data=23 de julho de 2010|primeiro=Mike|\u00faltimo=Hale }} \n\n==Descend\u00eancia==\nEst\u00eav\u00e3o casou-se com [[Matilde I, Condessa de Bolonha]] em 1125. Eles tiveram cinco filhos: {{citar web|url=http://www.royalist.info/execute/descendants?person=133|t\u00edtulo=King Stephen > Descendants|obra=RoyaList|acessodata=21 de julho de 2013 }} \n#Baldu\u00edno (c. 1126\u20131135), morreu jovem;\n#[[Eust\u00e1cio IV, Conde de Bolonha|Eust\u00e1cio]] (c. 1130\u20131153), casou-se com Const\u00e2ncia da Fran\u00e7a, sem descend\u00eancia;\n#Matilde (1133\u20131135), morreu jovem;\n#[[Guilherme I, Conde de Bolonha|Guilherme]] (c. 1134\u20131159), casou-se com Isabel de Warrenne, sem descend\u00eancia;\n#[[Maria, Condessa de Bolonha|Maria]] (?\u20131182), casou-se com [[Mateus da Als\u00e1cia]], com descend\u00eancia.\n\n==Ancestrais==\n{{ahnentafel top|width=100%|Ancestrais de Est\u00eav\u00e3o de Inglaterra {{citar web|url=http://www.royalist.info/execute/ancestors?person=133|t\u00edtulo=King Stephen > Ancestors|obra=RoyaList|acessodata=21 de julho de 2013 }} }}\n
{{ahnentafel-compact5\n|style=font-size: 90%; line-height: 110%;\n|border=1\n|boxstyle=padding-top: 0; padding-bottom: 0;\n|boxstyle_1=background-color: #fcc;\n|boxstyle_2=background-color: #fb9;\n|boxstyle_3=background-color: #ffc;\n|boxstyle_4=background-color: #bfc;\n|boxstyle_5=background-color: #9fe;\n|1= '''Est\u00eav\u00e3o de Inglaterra'''\n|2= [[Est\u00eav\u00e3o II de Blois|Est\u00eav\u00e3o II, Conde de Blois]]\n|3= [[Adela da Normandia]]\n|4= [[Teobaldo III de Blois|Teobaldo III, Conde de Blois]]\n|5= Gersenda de Maine\n|6= [[Guilherme I de Inglaterra|Guilherme I da Inglaterra]]\n|7= [[Matilde de Flandres]]\n|8= [[Od\u00e3o II de Blois|Eudes II, Conde de Blois]]\n|9= Ermengarda de Auv\u00e9rnia\n|10= Herberto I, Conde de Maine\n|12= [[Roberto I da Normandia|Roberto I, Duque da Normandia]]\n|13= [[Arlete de Falaise]]\n|14= [[Baldu\u00edno V da Flandres|Baldu\u00edno V, Conde de Flandres]]\n|15= Adela da Fran\u00e7a\n|16= [[Eudes I de Blois|Eudes I, Conde de Blois]]\n|17= [[Berta da Borgonha]]\n|18= Roberto I, Conde de Auv\u00e9rnia\n|20= Hugo II, Conde de Maine\n|24= [[Ricardo II da Normandia|Ricardo II, Duque da Normandia]]\n|25= Judite da Bretanha\n|26= [[Fulberto de Falaise]]\n|28= [[Baldu\u00edno IV da Flandres|Baldu\u00edno IV, Conde de Flandres]]\n|29= Ogiva de Luxemburgo\n|30= [[Roberto II de Fran\u00e7a|Roberto II da Fran\u00e7a]]\n|31= [[Constan\u00e7a de Arles]]\n}}
\n{{ahnentafel bottom}}\n\n{{Notas|col=2}}\n\n{{Refer\u00eancias|col=4}}\n\n==Bibliografia==\n{{refbegin|3}}\n*{{citar livro|sobrenome=Amt|nome=Emilie|t\u00edtulo=The Accession of Henry II in England: Royal Government Restored, 1149\u20131159|local=Woodbridge|editora=Boydell Press|ano=1993|isbn=978-0-85115-348-3|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Barlow|nome=Frank|t\u00edtulo=The Feudal Kingdom of England, 1042\u20131216|local=Harlow|editora=Pearson Education|ano=1999|edi\u00e7\u00e3o=5|isbn=0-582-38117-7|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Bennett|nome=Matthew|editor=Dunn, Diana E. S. (ed.)|t\u00edtulo=War and society in medieval and early modern Britain|local=Liverpool|editora=Liverpool University Press|ano=2000|cap\u00edtulo=The Impact of 'Foreign' Troops in the Civil Wars of Stephen's Reign|isbn=978-0-85323-885-0|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Blackburn|nome=Mark|editor=King, Edmund (ed.)|t\u00edtulo=The Anarchy of King Stephen's Reign|local=Oxford|editora=Clarendon Press|ano=1998|cap\u00edtulo=Coinage and Currency|isbn= 0-19-820364-0|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Bradbury|nome=Jim|t\u00edtulo=Stephen and Matilda: the Civil War of 1139\u201353|local=Stroud|editora=The History Press|ano=2009|isbn=978-0-7509-3793-1|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Carpenter|nome=David|t\u00edtulo=Struggle for Mastery: The Penguin History of Britain 1066\u20131284|local=Londres|editora=Penguin|ano=2004|isbn=978-0-14-014824-4|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Chibnall|nome=Marjorie|editor=Dalton, Paul; White, Graeme J. (eds.)|t\u00edtulo=King Stephen's reign (1135\u20131154)|local=Woodbridge|editora=Boydell Press|ano=2008|cap\u00edtulo=Introduction|isbn=978-1-84383-361-1|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Coulson|nome=Charles|editor=King, Edmund (ed.)|t\u00edtulo=The Anarchy of King Stephen's Reign|local=Oxford|editora=Clarendon Press|ano=1998|cap\u00edtulo=The Castles of the Anarchy|isbn=0-19-820364-0|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Coss|nome=Peter|editor=Fryde, Natalie; Monnet, Pierre; Oexle, Oto (eds.)|t\u00edtulo=Die Gegenwart des Feudalismus|local=G\u00f6ttingen|editora=Vandenhoeck and Ruprecht|ano=2002|cap\u00edtulo=From Feudalism to Bastard Feudalism|isbn=978-3-525-35391-2|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Crouch|nome=David|editor=King, Edmund (ed.)|t\u00edtulo=The Anarchy of King Stephen's Reign|local=Oxford|editora=Clarendon Press|ano=1998|cap\u00edtulo=The March and the Welsh Kings|isbn=0-19-820364-0|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Crouch|nome=David|t\u00edtulo=The Normans: The History of a Dynasty|local=Londres|editora=Hambledon Continuum|ano=2002|isbn=978-1-85285-595-6|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Crouch|nome=David|t\u00edtulo=The Beaumont Twins: The Roots and Branches of Power in the Twelfth Century|local=Cambridge|editora=Cambridge University Press|ano=2008a|isbn=978-0-521-09013-1|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Crouch|nome=David|editor=Dalton, Paul; White, Graeme (eds.)|t\u00edtulo=King Stephen's reign (1135\u20131154)|local=Woodbridge|editora=Boydell Press|ano=2008b|cap\u00edtulo=King Stephen and northern France|isbn=978-1-84383-361-1|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Davis|nome=R. 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C.|editor=King, Edmund (ed.)|t\u00edtulo=The Anarchy of King Stephen's Reign|local=Oxford|editora=Clarendon Press|ano=1998|cap\u00edtulo=1153: The Treaty of Westminster|isbn=0-19-820364-0|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Huscroft|nome=Richard|t\u00edtulo=Ruling England, 1042\u20131217|local=Harlow|editora=Pearson|ano=2005|isbn=0-582-84882-2|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=King|nome=Edmund|editor=Bates, David; Crick, Julia C.; Hamilton, Sarah (eds.)|t\u00edtulo=Writing Medieval Biography, 750\u20131250: Essays in Honour of Professor Frank Barlow|local=Woodbridge|editora=Boydell Press|ano=2006|cap\u00edtulo=The ''Gesta Stephani''|isbn=978-1-84383-262-1|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=King|nome=Edmund|t\u00edtulo=King Stephen|local=New Haven|editora=Yale University Press|ano=2010|isbn=978-0-300-11223-8|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Koziol|nome=Geoffrey|t\u00edtulo=Begging Pardon and Favor: Ritual and Political Order in Early Medieval France|local=Nova Iorque|editora=Cornell University|ano=1992|isbn=978-0-8014-2369-7|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Mason|nome=Emma|t\u00edtulo=Westminster Abbey and its people, c.1050-c.1216|local=Woodbridge|editora=Boydell Press|ano=1996|isbn=978-0-85115-396-4|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Ramet|nome=Carlos|t\u00edtulo=Ken Follett: The Transformation of a Writer|local=Bowling Green|editora=Bowling Green State University Press|ano=1999|isbn=978-0-87972-798-7|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Rielly|nome=Edward J.|editor=Browne, Ray Broadus; Kreiser, Lawrence A. (eds.)|t\u00edtulo=The Detective as Historian: History and Art in Historical Crime|local=Bowling Green|editora=Bowling Green State University Press|ano=2000|cap\u00edtulo=Ellis Peters: Brother Cadfael|isbn=978-0-87972-815-1|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Stringer|nome=Keith J.|t\u00edtulo=The Reign of Stephen: Kingship, Warfare and Government in Twelfth-Century England|local=Londres|editora=Routledge|ano=1993|isbn=978-0-415-01415-1|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Thompson|nome=Kathleen|t\u00edtulo=Power and Border Lordship in Medieval France: the County of the Perche, 1000\u20131226|local=Woodbridge|editora=Boydell Press|ano=2002|isbn=978-0-86193-254-2|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Turner|nome=Richard Charles|t\u00edtulo=Ken Follett: A Critical Companion|local=Westport|editora=Greenwood Press|ano=1996|isbn=978-0-313-29415-0|ref=harv }}\n*{{citar peri\u00f3dico|sobrenome=White|nome=Graeme J.|data=1990|t\u00edtulo=The End of Stephen's Reign|jornal=History|p\u00e1ginas= 3\u201322 }}\n*{{citar livro|sobrenome=White|nome=Graeme J.|editor=King, Edmund (ed.)|t\u00edtulo=The Anarchy of King Stephen's Reign|local=Oxford|editora=Clarendon Press|ano=1998|cap\u00edtulo=Continuity in Government|isbn=0-19-820364-0|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=White|nome=Graeme J.|editor=Dunn, Diana E. S. (ed.)|t\u00edtulo=War and society in medieval and early modern Britain|local=Liverpool|editora=Liverpool University Press|ano=2000|cap\u00edtulo=Earls and Earldoms during King Stephen's Reign|isbn=978-0-85323-885-0|ref=harv }}\n*{{citar peri\u00f3dico|sobrenome=Yoshitake|nome=Kenji|data=1988|t\u00edtulo=The Arrest of the Bishops in 1139 and its Consequences|jornal=Journal of Medieval History|p\u00e1ginas= 97\u2013114|ref=harv }}\n{{refend}}\n\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n|-\n! colspan=\"3\" style=\"background: #FBEC5D;\" | Est\u00eav\u00e3o de Inglaterra
'''[[Condado de Blois|Casa de Blois]]'''
c. 1092/1096 \u2013 25 de outubro de 1154\n|- style=\"text-align:center;\"\n|width=\"30%\" align=\"center\" rowspan=\"2\"| Precedido por
'''[[Henrique I de Inglaterra|Henrique I]]'''\n|width=\"40%\" style=\"text-align: center;\"|'''[[Lista de monarcas da Inglaterra|Rei da Inglaterra]]'''
{{nowrap|22 de dezembro de 1135 \u2013 25 de outubro de 1154}}\n|width=\"30%\" align=\"center\"| Sucedido por
'''[[Henrique II de Inglaterra|Henrique II]]'''\n|-\n|width=\"40%\" style=\"text-align: center;\"|'''[[Duque da Normandia]]'''
22 de dezembro de 1135 \u2013 janeiro de 1144\n|width=\"30%\" align=\"center\"| Sucedido por
'''[[Godofredo V de Anjou|Godofredo]]'''\n|-\n|width=\"30%\" align=\"center\"| Precedido por
'''[[Eust\u00e1cio III, Conde de Bolonha|Eust\u00e1cio III]]'''\n|width=\"40%\" style=\"text-align: center;\"|'''[[Condado de Bolonha|Conde de Bolonha]]'''
1125 \u2013 25 de dezembro de 1146
''com [[Matilde I, Condessa de Bolonha|Matilde I]]''\n|width=\"30%\" align=\"center\"| Sucedido por
'''[[Eust\u00e1cio IV, Conde de Bolonha|Eust\u00e1cio IV]]'''\n|}\n\n\n{{Monarcas ingleses}}\n{{Duques da Normandia}}\n{{Portal3|Reino Unido|Biografias|Hist\u00f3ria|Pol\u00edtica|Guerra}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Anglo-normandos]]\n[[Categoria:Casa de Blois]]\n[[Categoria:Condes de Bolonha]]\n[[Categoria:Monarcas da Inglaterra]]\n[[Categoria:Duques da Normandia]]\n[[Categoria:Monarcas cat\u00f3licos romanos]]\n[[Categoria:Reis cat\u00f3licos da Inglaterra]]\n[[Categoria:Personalidades da Anarquia]]\n[[Categoria:Crist\u00e3os da Segunda Cruzada]]\n[[Categoria:Normandos do s\u00e9culo XI]]\n[[Categoria:Normandos do s\u00e9culo XII]]\n[[Categoria:Naturais de Blois]]\n{{artigo bom}}"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:A coloured voting box.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Adela syni.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:BattleOf Lincoln.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bernard of Clairvaux 13th century.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app Login Manager.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Cscr-featured2.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Goodrich Castle keep1.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Great Seal of King Stephen.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:HenryBlois.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:History hourglass.svg"}]},"5086254":{"pageid":5086254,"ns":0,"title":"Cowspiracy","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Filme\n |nome = Cowspiracy: The Sustainability Secret\n |t\u00edtulo-br = \n |t\u00edtulo-pt = \n |imagem = PosterCowspiracy.jpg\n |imagem_tamanho = \n |imagem_legenda = P\u00f4ster promocional do filme\n |pa\u00eds = [[Estados Unidos]]\n |ano = 2014\n |cor-pb = \n |dura\u00e7\u00e3o = 91 minutos\n |dire\u00e7\u00e3o = Kip Andersen
Keegan Kuhn\n |produ\u00e7\u00e3o = Kip Andersen
Keegan Kuhn\n |roteiro = \n |hist\u00f3ria =\n |elenco = Kip Andersen
Howard Lyman
Richard Oppenlander
Michael Pollan
Michael Klaper\n |est\u00fadio = \n |distribui\u00e7\u00e3o = A.U.M. Films
First Spark Media\n |g\u00eanero = [[Document\u00e1rio]]\n |lan\u00e7amento = 26 de Junho de 2014\n |tipo = LD\n |idioma = [[L\u00edngua inglesa|Ingl\u00eas]]\n |website = \n |c\u00f3digo-IMDB = \n}}\n'''Cowspiracy: O Segredo da Sustentabilidade''' ( '''Cowspiracy: The Sustainability Secret''', em ingl\u00eas) \u00e9 um [[document\u00e1rio]] de 2014 dirigido e produzido por Kip Andersen e Keegan Kuhn. O filme examina os impactos da [[pecu\u00e1ria]] e da [[pesca]] na natureza, e investiga como as organiza\u00e7\u00f5es ambientais lidam com a quest\u00e3o. As organiza\u00e7\u00f5es analisadas no document\u00e1rio incluem o [[Greenpeace]], [[Sierra Club]], [[Sea Shepherd Conservation Society]], [[Rainforest Action Network]], entre outras.{{Citar web|url=http://www.huffingtonpost.com/ellen-kanner/meatless-monday-cowspirac_b_5634983.html|titulo=Meatless Monday -- 'Cowspiracy:' The One Thing No One Talks About|data=2014-08-04|acessodata=2017-07-12|obra=Huffington Post|ultimo=Kanner|primeiro=Ellen|lingua=en-US}}{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Network|primeiro=The Real News|data=2015-11-12|titulo=Animal Agriculture: A Neglected Agent of Global Warming?|jornal=The Real News Network|url=http://therealnews.com/t2/index.php?option=com_content&task=view&id=31&Itemid=74&jumival=12659|idioma=en-gb}}{{Citar peri\u00f3dico|data=2015-02-19|titulo=Cowspiracy|jornal=Village Magazine|url=http://villagemagazine.ie/index.php/2015/02/cowspiracy/|idioma=en-US}}{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Do|primeiro=Tiffany|titulo=Burgers Are Ending the World, Says Cowspiracy|jornal=SF Weekly|url=http://www.sfweekly.com/foodie/2014/06/25/burgers-are-ending-the-world-says-cowspiracy|idioma=en}}\n\nPara ser realizado, o filme contou com um [[financiamento coletivo]] no site especializado [[Indiegogo]], e 1.449 contribuidores doaram 117 mil d\u00f3lares at\u00e9 o final da campanha, superando em 247% o objetivo inicial de arrecada\u00e7\u00e3o. Gra\u00e7as ao investimento, o document\u00e1rio foi dublado em espanhol e alem\u00e3o, e legendado para outros dez idiomas, incluindo chin\u00eas e russo.{{Citar web|url=https://www.indiegogo.com/projects/cowspiracy-the-sustainability-secret#/|titulo=COWSPIRACY: the sustainability secret|acessodata=2017-07-12|obra=Indiegogo|lingua=en-US}} Para obter os direitos de exibi\u00e7\u00e3o do filme \u00e9 necess\u00e1rio negociar com distribuidor ou com o website Tugg.\n\nUma nova vers\u00e3o do document\u00e1rio, tendo [[Leonardo DiCaprio]] como [[produtor-executivo]], estreou mundialmente na [[Netflix]] em 2015.{{Citar web|url=http://decider.com/2015/08/27/cowspiracy-the-sustainability-documentary-netflix/|titulo=EXCLUSIVE: Interview With Directors Of \u2018Cowspiracy: The Sustainability Secret\u2019 On Netflix, A Controversial New Documentary|data=2015-08-27|acessodata=2017-07-12|obra=Decider {{!}} Where To Stream Movies & Shows on Netflix, Hulu, Amazon Instant, HBO Go}}\n\n== Pessoas entrevistadas em destaque ==\n*[[Michael Klaper]] (m\u00e9dico, escritor)\n*[[Howard Lyman]] (ex-fazendeiro, escritor, ativista)\n*[[lauren Ornelas]] (Ativista)\n*[[Michael Pollan]] (escritor, professor universit\u00e1rio)\n*[[Richard Oppenlander]] (escritor, consultor de sustentabilidade, pesquisador)\n*[[William Potter]] (jornalista)\n*[[Kirk R. Smith]] (cientista pesquisador da sustentabilidade do meio ambiente)\n*[[Josh Tetrick]] (fundador da ''Hampton Creek)''\n\n== Pr\u00eamios ==\nCowspiracy foi escolhido pelo p\u00fablico como ganhador do ''South African Eco Film Festival'',http://southafricanecofilmfestival.com/2015/04/09/cowspiracy-wins-audience-choice-award/ ganhando tamb\u00e9m como melhor filme estrangeiro na d\u00e9cima segunda edi\u00e7\u00e3o do ''Festival de films pour l'environnement''.{{Citar web|url=http://www.cinemapolitica.org/blog/network/vote-2015-audience-choice-award|titulo=Vote for the 2015 Audience Choice Award!|acessodata=2017-07-12|obra=cinema politica|lingua=en}} Foi indicado como melhor filme na edi\u00e7\u00e3o de 2015 do festival ''Cinema Politica''.\n\n== Recep\u00e7\u00e3o e cr\u00edticas ==\nA [[Union of Concerned Scientists]] contestou a afirma\u00e7\u00e3o do filme de que a maioria dos [[gases do efeito estufa]] s\u00e3o produzidos \u200b\u200bpela [[agricultura]] e pela [[pecu\u00e1ria]]. O [[consenso cient\u00edfico]] \u00e9 que as [[Mudan\u00e7a do clima|mudan\u00e7as clim\u00e1ticas]] s\u00e3o causadas por gases de efeito estufa liberados pela queima de [[Combust\u00edvel f\u00f3ssil|combust\u00edveis f\u00f3sseis]].{{Citar peri\u00f3dico|data=2016-06-10|titulo=Movie Review: There's a Vast Cowspiracy about Climate Change|jornal=Union of Concerned Scientists|url=http://blog.ucsusa.org/doug-boucher/cowspiracy-movie-review|idioma=en-US}}\n\n== Veja tamb\u00e9m ==\n\n* [[Antropoceno]]\n* [[Direitos dos animais]]\n* [[Confinamento (animais)|Confinamento de animais]]\n* [[Racing Extinction]]\n* [[Extin\u00e7\u00e3o em massa do Holoceno]]\n{{refer\u00eancias|col=2}}{{Vegetarianismo}}\n{{Portal3|Cinema|Televis\u00e3o|Estados Unidos}}\n[[Categoria:Filmes dos Estados Unidos de 2014]]\n[[Categoria:Document\u00e1rios dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua inglesa]]\n[[Categoria:Filmes distribu\u00eddos pela Netflix]]\n[[Categoria:Aquecimento global]]"}]}}}}