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[[Violoncelo]]
[[Contrabaixo]]\n|artigos =[[Hist\u00f3ria do violino]]
[[:Categoria:Luthiers|Luthiers]]\n}}\n[[File:MHVC-KyokoYonemoto-PaganiniCaprice24.ogv|thumb|281x281px|Kyoko Yonemoto tocando Caprice No. 24 de [[Niccol\u00f2 Paganini]] num violino]]\nO '''violino''' \u00e9 um [[instrumento musical]], classificado como [[Instrumento de cordas]] ou [[Instrumento de cordas|cordofone]]. Foi inventado por [[Gasparo da Sal\u00f2|Gasparo de Sal\u00f2]], um italiano que viveu entre os anos 1540 e 1609. O termo \"violino\" foi introduzido na l\u00edngua portuguesa no s\u00e9culo XX. At\u00e9 ent\u00e3o, a designa\u00e7\u00e3o do instrumento era rabeca, palavra que ainda se utiliza em muitos lugares.\n\n\u00c9 o menor e mais agudo dos instrumentos de sua fam\u00edlia {{Citar livro|url=https://books.google.com/books?id=rXBCtmjPw70C&pg=PA30&dq=is+the+violin+is+the+smallest+and+highest+pitched+string+instrument&hl=en&ei=DnuuS-bfBoT78Aarjp2iDw&sa=X&oi=book_result&ct=result|t\u00edtulo=Cengage Advantage Books: Music Listening Today|ultimo=Hoffer|primeiro=Charles|data=2008-01-02|editora=Cengage Learning|lingua=en}} (que ainda possui a [[viola]], o [[violoncelo]] e o [[contrabaixo]], correspondendo ao [[Soprano]] da voz humana). O violino possui quatro cordas[http://books.google.com/books?id=JAg6AAAAIAAJ&pg=PA252&dq=violin+is+a+string+instrument+that+is+played+with+a+bow&cd=1#v=onepage&q=violin%20is%20a%20string%20instrument%20that%20is%20played%20with%20a%20bow&f=false ADAMS, John S. (1865). Adams' New Musical Dictionary of Fifteen Thousand Technical Words, Phrases, Abbreviations, Initials, and Signs Employed in Musical and Rhythmical Art, p. 252. S. T. Gordon and Son.] Acessado em 23 Janeiro 2012.{{en}} percutidas, com afina\u00e7\u00e3o da mais aguda \u00e0 mais grave: O [[timbre]] do violino \u00e9 agudo, brilhante e estridente, mas dependendo do encordoamento utilizado e da forma que \u00e9 tocado, podem-se produzir timbres mais aveludados. O som geralmente \u00e9 produzido pela a\u00e7\u00e3o de friccionar as cerdas de um [[Arco (m\u00fasica)|arco]] de madeira sobre as cordas. Tamb\u00e9m pode ser executado beliscando ou dedilhando as cordas ([[pizzicato]]), pela fric\u00e7\u00e3o da parte de madeira do arco ([[col legno]]), ou mesmo por [[percuss\u00e3o]] com os dedos ou com a parte de tr\u00e1s do arco.\n\nToca-se com o arco a passar nas cordas e faz um som diferente de acordo com as cordas tocadas (corda mi aguda, corda sol grave).\n\nAssim como outros instrumentos de percuss\u00e3o, os violinos tamb\u00e9m podem ser [[amplificador|amplificados]] [[eletr\u00f3nica|eletronicamente]]. A sua utiliza\u00e7\u00e3o mais comum \u00e9 nos naipes de cordas das [[orquestra]]s. O g\u00e9nero mais comum \u00e9 a [[m\u00fasica erudita|m\u00fasica de concerto]]. Existem no entanto diversos m\u00fasicos que o utilizam na [[m\u00fasica folcl\u00f3rica]], popular, [[rock]] e outros g\u00e9neros.\n\nNa [[orquestra]], o [[l\u00edder]] do naipe de primeiros-violinos \u00e9 chamado de ''[[spalla]]''. Depois do [[maestro]], ele \u00e9 o comandante da [[orquestra]]. O spalla fica \u00e0 esquerda do maestro, logo na primeira [[estante]] do naipe dos primeiros-violinos.\n\nEsticada na parte inferior do arco est\u00e3o as cerdas, que s\u00e3o feitas de v\u00e1rios fios de crina de cavalo, ou de material sint\u00e9tico.\n\nA extens\u00e3o do violino \u00e9 do Sol 3 (mais grave e a \u00faltima corda solta), ao Si 6 (3 notas antes da mais aguda que se pode ouvir).\n\n== Hist\u00f3ria do violino ==\nA palavra ''violino'' \u00e9 um diminutivo de ''viola,'' palavra vinda do [[latim]] m\u00e9dio, ''vitula'', que significa ''instrumento de percuss\u00e3o''.{{citar web\n |url=http://www.etymonline.com/index.php?search=viola&searchmode=none\n |editor=Online Etymology Dictionary\n |titulo=Etimologia de ''viola''|accessodata=2012-01-23\n}}{{en}} Sua origem vem de instrumentos trazidos do leste da Europa do [[Imp\u00e9rio Bizantino]]. Os primeiros violinos foram feitos na It\u00e1lia entre os meados do fim do [[s\u00e9culo XVI]] e o in\u00edcio do [[s\u00e9culo XVII]], evoluindo de antecessores como a ''rebec,''{{Citar livro|\nultimo=Panum|primeiro=Hortense|ano=1939|titulo=The Stringed Instruments of the Middle Ages, Their Evolution and Development|local=London: William Reeves |pagina=434\n}}{{en}} a ''[[vielle]]'' e a ''lyra da braccio''. A sua cria\u00e7\u00e3o \u00e9 atribu\u00edda ao italiano [[Gasparo da Sal\u00f2|Gasparo de Sal\u00f2]].{{Citar web |url=http://books.google.com.br/books?id=cL6zQ9vAUwkC&pg=PA360&dq=Violino&lr=lang_pt&ei=TGGlStSSEp6yNNiMybgB#v=onepage&q=Violino&f=false |t\u00edtulo=Dicion\u00e1rio de termos e express\u00f5es da m\u00fasica |l\u00edngua= |autor= |obra= |data= |acessodata=}} Durante duzentos anos, a arte de fabricar violinos de primeira classe foi atributo de tr\u00eas fam\u00edlias de [[Cremona]]: Amati, Guarneri e [[Stradivarius]]. Toda a inven\u00e7\u00e3o do violino foi conduzida pelas ra\u00edzes do instrumento milenar chin\u00eas [[erhu]], as ra\u00edzes deste instrumento foram os instrumentos de cordas friccionados por arco mais antigos j\u00e1 descobertos.\n\nO violino propriamente dito manteve-se inalterado por duzentos anos. A partir do [[s\u00e9culo XIX]] modificou-se apenas a espessura das cordas, o uso de um cavalete mais alto e um bra\u00e7o mais inclinado. Inclusive, a forma do arco consolidou-se aproximadamente nessa \u00e9poca. Originalmente com um formato [[c\u00f4ncavo]], o arco agora tem uma curvatura [[convexa]], o que lhe permite suportar uma maior tens\u00e3o das crinas, gra\u00e7as \u00e0s mudan\u00e7as feitas pelo fabricante de arcos Fran\u00e7ois Tourte, a pedido do [[virtuose]] Giovanni Battista Viotti, em [[1782]].\n\nO violino tem longa hist\u00f3ria na execu\u00e7\u00e3o de m\u00fasicas de raiz [[popular]], que vem desde os seus antecessores (como a ''vielle''). A sua utiliza\u00e7\u00e3o tornou-se mais expressiva a partir da segunda metade do s\u00e9culo XV.\n\n=== [[Stradivarius]] ===\nOs violinos [[Stradivarius]] s\u00e3o provavelmente os mais valiosos do mundo. Foram feitos mais de mil instrumentos, entre eles violinos, [[viola|violas de arco]], [[violoncelo]]s e outros [[instrumento de corda|instrumentos de arco]] pelo mestre [[Antonio Stradivari]] (1644-1737), mas actualmente restam poucos destes instrumentos. Um violino Stradivarius de [[1720]], n\u00e3o dos mais famosos, foi comprado num leil\u00e3o em [[Novembro]] de [[1990]] por 1,7 milh\u00e3o de d\u00f3lares. Em 2006 foi leiloado na casa de leil\u00f5es Christie's um Stradivarius de 1729 (Hammer) que foi arrematado por 3,5 milh\u00f5es de d\u00f3lares.\n\n=== O Messias ===\nO mais famoso Stradivarius \u00e9 tamb\u00e9m o mais famoso e valioso violino do mundo. O Messias foi feito pelo mestre em 1716 e ainda hoje \u00e9 o violino antigo mais preservado do mundo, afirmado por muitos como aparentando ter acabado de ser feito.\n\nTamb\u00e9m foi o \u00fanico violino que Stradivari nunca vendeu, ficando em sua posse at\u00e9 sua morte.\n\nO Messias se encontra no Ashmolean Museum de Oxford, Inglaterra, no sal\u00e3o de musica Hill.\n\nEnquanto existem por volta 650 instrumentos Stradivarius sobreviventes, por outro lado tamb\u00e9m existem milhares de c\u00f3pias, grande parte com marcas com a inscri\u00e7\u00e3o \"Stradivarius\", feitos em sua homenagem.[http://www.si.edu/Encyclopedia_SI/nmah/stradv.htm Stradivarius na p\u00e1gina do Smithsonian.]{{en}} Muitos milhares destes foram feitos no s\u00e9culo XIX, com marcas que indicavam o modelo de origem, sem pretens\u00e3o de passarem por originais; por\u00e9m com o passar do tempo a hist\u00f3ria verdadeira se perdeu, a medida que estes instrumentos s\u00e3o redescobertos hoje, levam seus descobridores ao engano.\n\nUm dos v\u00e1rios segredos da beleza est\u00e9tica dos violinos de [[Estradiv\u00e1rio|Stradivarius]] reside no facto de o seu construtor os desenhar utilizando a [[Propor\u00e7\u00e3o \u00e1urea|Sec\u00e7\u00e3o \u00c1urea]]. A Sec\u00e7\u00e3o \u00c1urea representa um elemento de equil\u00edbrio est\u00e9tico.\n\nOs instrumentos de Stradivarius s\u00e3o refer\u00eancia mundial, por\u00e9m a arte da lutheria nunca deixou de se desenvolver, apesar de todos os mitos que cercam o instrumentos [[stradivarius]], recentemente foi feito um teste cego com violinistas solistas de fama internacional, para esse exame, pesquisadores franceses submeteram 12 violinos a esses concertistas - seis modernos e seis antigos, entre os antigos estavam cinco Stradivarius originais, para a surpresa dos pr\u00f3prios, muitos preferiram os instrumentos modernos. Os solistas testaram todos os instrumentos em uma sala de concertos de 300 lugares e uma mais ampla em Paris, acrescentam os pesquisadores, cujo estudo aparece na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da \"Proceedings of the National Academy of Sciences\". Cada teste durou mais de uma hora. Os m\u00fasicos n\u00e3o tinham como identificar visualmente os instrumentos, j\u00e1 que os modernos receberam um tratamento que os deixou parecendo antigos.\n\nOs autores do experimento afirmam que seis dos dez solistas preferiram um violino moderno. Um desses instrumentos parece ter se destacado dos demais. De qualquer forma Stradivarius nunca deixar\u00e1 de ser uma refer\u00eancia mundial e o valor hist\u00f3rico de sua obra \u00e9 inestim\u00e1vel, j\u00e1 que serve at\u00e9 hoje como modelo para a constru\u00e7\u00e3o de instrumentos modernos.\n\n== Detalhes da Constru\u00e7\u00e3o ==\nComo outros instrumentos de cordas, os violinos s\u00e3o constru\u00eddos por [[luthier]]s. A '''[[luthieria]]''' ou '''liuteria''' \u00e9 uma profiss\u00e3o art\u00edstica que engloba a produ\u00e7\u00e3o artesanal de instrumentos musicais de corda com caixa de resson\u00e2ncia. Tais palavras tiveram origem da constru\u00e7\u00e3o do [[ala\u00fade]], que em italiano se chama ''liuto''; portanto, ''liutaio'' significa ''aquele que faz ala\u00fades''.\n\nTradicionalmente s\u00e3o instrumentos puramente ac\u00fasticos, cujo som \u00e9 amplificado naturalmente pela caixa de resson\u00e2ncia de madeira. No entanto, existem instrumentos [[amplificador|amplificados]] [[eletr\u00f3nica|eletronicamente]], atrav\u00e9s de [[captador]]es ou [[microfone]]s. Assim como as [[guitarra el\u00e9ctrica|guitarras el\u00e9tricas]], os violinos eletrificados n\u00e3o necessitam de caixa de resson\u00e2ncia. Alguns possuem corpo maci\u00e7o e outros nem possuem corpo, mas apenas molduras para a sustenta\u00e7\u00e3o das cordas.[[Ficheiro:Violin case 1.PNG|thumb|Estojo de violino: vista geral.]]\n=== Partes do Violino ===\nO violino \u00e9 guardado, normalmente, num estojo cuja forma e material podem variar. Esse estojo cont\u00e9m necessariamente o violino, o arco, a [[resina]], a almofada (ou espaleira), uma surdina, uma [[flanela]] para limpeza e cordas sobressalentes. Pode conter, esporadicamente, dependendo do caso, [[partitura]]s, um outro arco, um [[metr\u00f3nomo|metr\u00f4nomo]], um [[higr\u00f4metro]], um umidificador, um [[diapas\u00e3o]], [[giz]] para conserva\u00e7\u00e3o das [[cravelha]]s.\n\n{| class=wikitable\n! [[Ficheiro:Violin case details1.PNG|center|300px]]\n! [[Ficheiro:Violin case details2.png|center|432x432px]]\n|-----\n| Legenda:\n# Voluta\n# Cravelha\n# Pestana\n# Espelho\n# Escala\n# Corda\n# [[Resina]] ou breu\n# Antiga corda de tripa. A sua antiguidade nota-se pela cor amarelada e pela sua forma (a extremidade conservou-se enrolada pela cravelha)\n# Higr\u00f3metro\n# Arco\n| Legenda:\n# Queixeira\n# Estandarte\n# Micro afinador:\n# Surdina\n# Tal\u00e3o\n# Humidificador\n# Corda nova no pacote\n# Espaleira\n|}\n[[Ficheiro:Violin Details.jpg|thumb|right|350px| Violino - detalhes.]]\n\n* '''Ouvidos''', '''Efes''' ou '''Aberturas ac\u00fasticas''' s\u00e3o os orif\u00edcios que permitem aos sons (vibra\u00e7\u00f5es), amplificados pelo corpo do instrumento, atingir o espa\u00e7o externo e finalmente os nossos ouvidos.\n* '''[[Cravelha]]s''' s\u00e3o as pe\u00e7as de madeira (quatro, uma para cada corda), onde se fixam as cordas, e s\u00e3o usadas para afinar o instrumento girando-as em sentido hor\u00e1rio ou anti-hor\u00e1rio, a fim de retesar ou afrouxar as cordas. Os violinos desafinam com facilidade, especialmente com mudan\u00e7as de temperatura, ou em viagens longas. Um violino precisa ser afinado muitas vezes at\u00e9 que as cordas novas se acomodem.\n* '''Cavalete''' \u00e9 a pe\u00e7a na qual se apoiam as 4 cordas distendidas. A parte inferior do cavalete - dois pequenos p\u00e9s - fica apoiada no ''plano harm\u00f4nico'' do violino (tampo superior - o inferior chama-se ''fundo''). Pequenas ranhuras no cavalete mant\u00eam as cordas no lugar. O cavalete transforma as vibra\u00e7\u00f5es horizontais em verticais e depois transmite as vibra\u00e7\u00f5es das cordas para o corpo do violino.\n* '''[[Corda (m\u00fasica)|Cordas]]''': Antigamente eram feitas de tripa de carneiro. Hoje s\u00e3o de a\u00e7o cromado ou de material sint\u00e9tico, revestidas com uma fita met\u00e1lica de alum\u00ednio, n\u00edquel, ou, as melhores, de prata. A afina\u00e7\u00e3o padr\u00e3o para as cordas seguindo por ordem de espessura \u00e9 Mi (1\u00aa corda, a mais aguda), L\u00e1 (2\u00aa corda), R\u00e9 (3\u00aa) e Sol (a 4\u00aa corda, a mais grave). . Essas notas geram o acorde G6/9.{{Citar web |url=https://www.guitar-chord-finder.com/print/G6(9) |titulo=printable guitar chord chart |acessodata=2021-05-26 |website=www.guitar-chord-finder.com}}\n* '''Estandarte''' \u00e9 uma pe\u00e7a aproximadamente triangular que fixa as cordas na extremidade oposta ao bra\u00e7o.\n* '''Fixo''' \u00e9 um pequeno acess\u00f3rio met\u00e1lico que se prende no estandarte, no furo correspondente \u00e0s cordas. Possui um parafuso que ao gir\u00e1-lo, permite precis\u00e3o na afina\u00e7\u00e3o da corda.\n* '''Queixeira''': Pe\u00e7a anat\u00f4mica que serve para o violinista acomodar de maneira mais confort\u00e1vel o violino ao maxilar. Foi inventada pelo alem\u00e3o [[Ludwig Spohr]].\n* O '''Arco''' \u00e9 feito de madeira (os melhores em [[Pau-Brasil]] [[Pernambuco|pernambucano]]). Fios de crina de cavalo (ou de pl\u00e1stico tipo ''[[nylon]]'') s\u00e3o ajustados \u00e0s duas extremidades desta pe\u00e7a de madeira, longa e curva, com cerca de 75 cm de comprimento. A crina de cavalo d\u00e1 uma maior qualidade ao som e o ajuste da sua tens\u00e3o \u00e9 feito por um parafuso colocado no tal\u00e3o, a parte segurada pela m\u00e3o direita do violinista. A outra extremidade do arco denomina-se ''ponta''. O arco do violino \u00e9 como a respira\u00e7\u00e3o para os cantores ou instrumentistas de sopro. Os seus movimentos e sua articula\u00e7\u00e3o constituem a [[dic\u00e7\u00e3o]] dos sons e a articula\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas r\u00edtmicas e mel\u00f3dicas. Todas as nuances sonoras, colorido e din\u00e2mica musical do violino est\u00e3o intimamente ligadas \u00e0 rela\u00e7\u00e3o existente entre a condu\u00e7\u00e3o do arco e a precis\u00e3o dos movimentos sincronizados da m\u00e3o esquerda junto com a m\u00e3o direita.\n* A '''espaleira''' \u00e9 um acess\u00f3rio utilizado para apoiar o violino ao ombro do musico. N\u00e3o \u00e9 um acess\u00f3rio obrigat\u00f3rio, apesar de ser muito utilizado.\n\n=== Cuidados ===\n* Mantenha o violino afastado do sol, pois o calor pode fazer a madeira rachar ou descolar.\n* Passar regularmente uma flanela no violino, pois a poeira al\u00e9m de desgastar o violino, diminui o tempo de dura\u00e7\u00e3o das cordas.\n* Sempre limpar as m\u00e3os antes de manusear o violino. (Isso evitar\u00e1 o desgaste do violino)\n* Passar sempre que necess\u00e1rio a [[resina]] nas cerdas do arco, se tocar.\n* Afrouxar as cerdas do arco antes de guardar o instrumento, recorrendo ao parafuso-sem-fim. Este ponto \u00e9 de grande import\u00e2ncia dado que a vara do arco (parte da madeira) tem uma curvatura ideal para produzir o som, quando a tens\u00e3o das cerdas se mant\u00e9m exagerada por longos per\u00edodos de tempo, esta curvatura tende a desaparecer e o arco fica ent\u00e3o inutilizado.\n* Ao tocar mantenha a postura correta. A postura errada afeta diretamente a sa\u00fade e o desempenho do m\u00fasico.\n* De tempos em tempos fa\u00e7a uma revis\u00e3o com um profissional experiente.\n\n== Execu\u00e7\u00e3o ==\nA execu\u00e7\u00e3o mais comum \u00e9 a fric\u00e7\u00e3o do arco nas cordas. Antes de tocar o instrumento, o violinista passa sobre as cerdas uma resina chamada [[breu]], que tem o efeito de produzir o atrito entre as cerdas e as [[corda (m\u00fasica)|cordas]], gerando o som. O som produzido pelas cordas \u00e9 transmitido ao corpo oco do violino, denominado caixa de resson\u00e2ncia, pela ''alma'', um cilindro de madeira que fica dentro do corpo do violino, mais ou menos abaixo do lado direito do cavalete. A alma liga, mec\u00e2nica e acusticamente, o tampo superior ao inferior do violino, fazendo com que o som vibre por todo o seu corpo.\n\n=== Posi\u00e7\u00e3o Correta ===\nCorpo ereto e busto para frente. As pernas devem ficar um pouco abertas para estabilizar o equil\u00edbrio do corpo. Motivo: Quando o movimento do arco for r\u00e1pido, o bra\u00e7o esquerdo ter\u00e1 maior facilidade para executar as notas. O peso do corpo deve ficar apoiado nas duas pernas. Por\u00e9m, em passagens mais aceleradas, pode-se jogar o peso s\u00f3 no p\u00e9 esquerdo.\n\n=== Posi\u00e7\u00e3o do violino no corpo ===\nO violino deve ser colocado em cima da clav\u00edcula esquerda e apoiado de leve no ombro esquerdo.\n\nO bra\u00e7o esquerdo deve estar na mesma dire\u00e7\u00e3o do p\u00e9 esquerdo.\n\nInclinar o violino para o lado direito. Puxar a queixeira e encost\u00e1-la no maxilar, para manter o violino horizontalmente. N\u00e3o levantar nem baixar o ombro esquerdo; deix\u00e1-lo solto. A t\u00e9cnica do violino \u00e9 muito delicada. For\u00e7ando-se o ombro, o movimento dos bra\u00e7os ser\u00e1 impedido. Se o ombro for baixo, usar almofada (Espaleira), para n\u00e3o for\u00e7ar o pesco\u00e7o nem o ombro. A almofada serve para adaptar o instrumento ao corpo do aluno. A queixeira deve ser adequada a cada pessoa para que o violinista fique bem \u00e0 vontade.\n\nQuando segurar o violino a posi\u00e7\u00e3o tem de ser natural, isto \u00e9, sentir o violino como se fosse uma parte do corpo. Observadas as posi\u00e7\u00f5es acima explicadas e o arco tocado com leveza, liberdade, harmonia de movimentos e perpendicular em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 corda, \u00e9 mais f\u00e1cil tocar o instrumento.\n\n=== Como usar a m\u00e3o esquerda ===\nO cotovelo esquerdo deve situar-se por baixo do tampo do violino, inclinado para a direita. Para facilitar a movimenta\u00e7\u00e3o dos dedos esquerdos, o pulso deve estar na mesma dire\u00e7\u00e3o do antebra\u00e7o e completamente relaxado.\n\nA conjuntura dos dedos esquerdos deve estar na altura das cordas. Os 4 dedos (indicador, m\u00e9dio, anelar e m\u00ednimo) devem estar encurvados. Coloc\u00e1-los na dire\u00e7\u00e3o da corda, para depois pous\u00e1-los.\n\nO polegar deve estar apoiado ao de leve no bra\u00e7o do violino, na dire\u00e7\u00e3o entre os dois primeiros dedos (indicador e m\u00e9dio). O polegar deve estar assim para que os 4 dedos restantes se apoiem com a mesma for\u00e7a nas cordas. Se algu\u00e9m tiver o polegar maior, este sobressair\u00e1 para cima do bra\u00e7o do violino junto \u00e0 corda sol.\n\nQuando as cordas forem abaixadas pelos dedos, cuidado para n\u00e3o endurecer as falanges dos dedos, nem o cotovelo. Os dedos devem ser colocados sem for\u00e7a, de modo leve sobre as cordas. Quando os dedos n\u00e3o est\u00e3o sendo usados, deix\u00e1-los na posi\u00e7\u00e3o natural, isto \u00e9, encurvados.\n\n=== Como pegar o arco ===\nDeixar o bra\u00e7o direito solto, como se estivesse a andar. Pegar no arco com a m\u00e3o direita livre, sem modificar sua posi\u00e7\u00e3o. Isto facilitar\u00e1 a movimenta\u00e7\u00e3o do arco nas cordas.\n\n(Deixar todo o peso do bra\u00e7o sobre o arco, como se o bra\u00e7o estivesse morto).\n\nForma igual \u00e0 anterior, com as duas falanges do polegar um pouco curvadas. A extremidade do polegar deve estar na extremidade do tal\u00e3o, deixando o polegar metade para a madeira do arco e metade para o tal\u00e3o. O polegar deve estar perpendicular em rela\u00e7\u00e3o ao arco.\n\nSegurar o arco entre a 1\u00aa e 2\u00aa falanges do indicador e na 1\u00aa falange do m\u00e9dio; deixar o dedo m\u00ednimo na forma arredondada, perto do bot\u00e3o do arco, e segurando pela ponta. O dedo anelar \u00e9 deixado naturalmente. O polegar deve estar no meio do dedo indicador e do m\u00e9dio, s\u00f3 que do outro lado do arco.\n\nSegurar o arco corretamente \u00e9 muito importante para uma boa execu\u00e7\u00e3o. O indicador direito controla a press\u00e3o do arco nas cordas, o que afeta o volume e o timbre do instrumento. O violinista precisa manter todo o corpo relaxado, \u00e0 vontade.\n\n\u00c9 importante dizer que o dedo indicador e o dedo m\u00ednimo promovem fun\u00e7\u00f5es importantes na intensidade do som obtido. Estas fun\u00e7\u00f5es s\u00e3o chamadas de [[prona\u00e7\u00e3o]] e [[supina\u00e7\u00e3o]], que s\u00e3o feitos atrav\u00e9s da \"rota\u00e7\u00e3o\" do \"antebra\u00e7o\".\n\n; Prona\u00e7\u00e3o\nA prona\u00e7\u00e3o \u00e9 o movimento de pressionar o dedo indicador no arco (rodar o antebra\u00e7o para o lado esquerdo gerando press\u00e3o no dedo indicador), aliviando a press\u00e3o exercida pelo dedo m\u00ednimo (mindinho). Este movimento, juntamente com a velocidade com que o violinista fricciona o arco nas cordas, acarretar\u00e1 uma maior intensidade do som.\n\n; Supina\u00e7\u00e3o\nA supina\u00e7\u00e3o \u00e9 o movimento de pressionar o dedo m\u00ednimo no arco (rodar o antebra\u00e7o para o lado direito) aliviando a press\u00e3o do dedo indicador, fazendo com que o som seja menos intenso. NOTA: N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio fazer press\u00e3o com o dedo m\u00ednimo, pois o pr\u00f3prio peso do tal\u00e3o \u00e9 suficiente para a intensidade do som.\n\nObserva\u00e7\u00e3o: ''Ponta do arco: Prona\u00e7\u00e3o. Tal\u00e3o do arco: Supina\u00e7\u00e3o''.\n\n\u00c9 importante para o violinista dominar estas t\u00e9cnicas, aliadas com outras, para uma melhor qualidade nas execu\u00e7\u00f5es.\n\n== T\u00e9cnicas do Violino ==\n* '''''[[Pizzicato]]''''' (beliscado) [produzido pela m\u00e3o direita]: Os violinistas nem sempre usam o arco quando tocam. O ''pizzicato'' consiste em tocar as cordas com os dedos, dando pequenos pux\u00f5es ou beliscadas. Raramente o ''pizzicato'' se estende pela melodia inteira, e quando se l\u00ea na partitura a palavra ''arco'' os executantes interrompem o pizzicato e voltam a usar o arco.\n* '''''[[Vibrato]]''''' (vibrado) [produzido pela m\u00e3o esquerda]: Uma das importantes t\u00e9cnicas de instrumentos de cordas. Existem 3 tipos de ''vibrato'': o de dedo, o de punho e o de bra\u00e7o. Consiste em fazer o som vibrar, formando uma flutua\u00e7\u00e3o m\u00ednima na [[afina\u00e7\u00e3o]] da nota, para cima e para baixo. O vibrato de dedo \u00e9 para passagens mais r\u00e1pidas. O de punho \u00e9 o mais comum, e o de bra\u00e7o \u00e9 para expressar com certa for\u00e7a, paix\u00e3o, drama um trecho. \u00c9 usado sobretudo em notas longas.\n* '''Corda dupla''' [t\u00e9cnica de arco]: Significa tocar, ao mesmo tempo, em duas, tr\u00eas cordas ou at\u00e9 mesmo quatro cordas, e consequentemente duas, tr\u00eas ou quatro notas (sob a forma de acordes), de uma s\u00f3 vez. \u00c9 poss\u00edvel tocar tr\u00eas ou quatro cordas simultaneamente, sob a forma de acordes, por\u00e9m pode-se sustentar apenas duas adjacentes.\n* '''[[Harm\u00f4nica|Harm\u00f4nico]]''' ou '''Flautado''' [produzido pela m\u00e3o esquerda]: Notas suaves produzidas pelo toque muito leve com a polpa dos dedos em pontos estrat\u00e9gicos sobre a corda. Assemelham-se \u00e0s notas da [[flauta]] e s\u00e3o usadas com mais frequ\u00eancia na m\u00fasica moderna.\n* '''''[[Glissando]]''''' (deslizando)[produzido pela m\u00e3o esquerda]: O violinista escorrega o dedo sobre a corda, tocando todas as notas dentro do [[intervalo]] tocado, o que permite que todos os sons interpostos sejam ouvidos. Os ''glissandi'' aparecem quase exclusivamente nas m\u00fasicas do [[s\u00e9culo XX]].\n* '''''Sul ponticello''''' (sobre o cavalete)[t\u00e9cnica de arco]: Indica que o violinista deve passar o arco pr\u00f3ximo ao cavalete, o que origina um som de timbre brilhante e estridente.\n* '''''Sul tasto''''' (sobre o espelho) [t\u00e9cnica de arco]: Indica que o violinista deve tanger o arco pr\u00f3ximo ao espelho, o que origina um timbre velado e mais suave.\n* '''''Col legno''''' [t\u00e9cnica de arco]: Termo italiano que significa ''Com a Madeira''. Este golpe consiste na rota\u00e7\u00e3o do arco de modo a percutir as cordas com a madeira do mesmo. Frequentemente utilizado em orquestra.\n\n== M\u00e9todos de estudo para aprendizagem e aperfei\u00e7oamento no violino ==\n* M\u00e9todo Suzuki (Suzuki Violin School) - S. Suzuki (Destinado a iniciantes)\n* O aprendiz de Violino (M\u00e9todo did\u00e1tico para crian\u00e7as, com can\u00e7\u00f5es do folclore brasileiro) - Keeyth Vianna (N\u00edvel: Iniciante) [http://www.musimed.com.br/as-aventuras-musicais-de-aipim-o-aprendiz-de-violino-e-duetos-para-violino-p56139/ As aventuras musicais de Aipim, o aprendiz de violino, Editora Musimed.]\n* T\u00e9cnicas fundamentais de arco para violino e viola - Marco Ant\u00f4nio Lavigne e Paulo Bos\u00edsio (Destinado a todos os n\u00edveis)\n* Notas sobre o estudo das escalas maiores - Marco Ant\u00f4nio Lavigne\n* 42 estudos e caprichos - Kreutzer (N\u00edvel intermedi\u00e1rio/avan\u00e7ado)\n* 24 Caprichos - Rode, Pierre (N\u00edvel avan\u00e7ado)\n* 24 Estudos e Caprichos - Dont\n* 75 estudos - Mazas (N\u00edvel Intermedi\u00e1rio)\n* Das Skalensysten (O sistema de escalas) - Carl Flesch (N\u00edvel avan\u00e7ado)\n* Applebaum ''String Builder''\n* Sevcik Op. 1 - ''Estudo da T\u00e9cnica, M\u00e3o esquerda, Velocidade, (Destinado a todos os n\u00edveis, do elementar ao avan\u00e7ado)''\n* Sevcik Op. 8 - Estudo de mudan\u00e7a de posi\u00e7\u00e3o, (''Destinado a todos os n\u00edveis, do elementar ao avan\u00e7ado)''\n* Hans Sitt - 15 Estudos para Violino Op. 116 (N\u00edvel intermedi\u00e1rio)\n* Kayser ''36 Elementary and Progressive Studies'' (Estudos, n\u00edvel intermedi\u00e1rio)\n* Giuseppe Tartini - L'Arte dell'Arco (Estudo de Arco)\n* M\u00e9todo de improvisa\u00e7\u00e3o para Violino (e Viola) no Jazz - Cordes Et Ame M\u00e9thode d'Improvisation et de Violon - (Didier Lockwood & Francis Darizcuren)\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n* [[Lista de violinistas por pa\u00eds]]\n* [[Hist\u00f3ria do violino]]\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* {{Link||2=http://www.atelierlabussiere.com/pcom4.htm |3=Partes do violino em detalhes}}\n\n{{Instrumentos musicais}}\n{{portal3|M\u00fasica erudita}}\n{{controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Violino}}\n[[Categoria:Violino]]\n[[Categoria:Inven\u00e7\u00f5es italianas]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:MHVC-KyokoYonemoto-PaganiniCaprice24.ogv"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Maestro.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Old violin.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Range violin.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Violin Details.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Violin case 1.PNG"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Violin case details1.PNG"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Violin case details2.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Wikidata-logo.svg"}]},"4940278":{"pageid":4940278,"ns":0,"title":"Davor Dominikovi\u0107","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/esporte/atleta\n|nome = Davor Dominikovi\u0107\n|esporte = [[Handebol]]\n|imagem = Davor Dominikovi\u0107 warmup DKB Handball Bundesliga HSG Wetzlar vs HSV Hamburg 2014-02 08.jpg\n|tamanho = 220px\n|legenda = Davor Dominikovi\u0107 \n|nomecompleto = Davor Dominikovi\u0107\n|apelido =\n|nacionalidade = {{CROb}} croata\n|data_nascimento = {{Dni|7|4|1978|lang=br}}\n|local_nascimento = [[Metkovi\u0107]], [[Cro\u00e1cia]]\n|peso = 103 kg\n|altura = 2,03 m\n| clube = {{GERb}} [[HSV Hamburg]] \n|medaltemplates =\n{{MedalCompetition|[[Jogos Ol\u00edmpicos]]}} \n{{MedalGold |[[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2004|Atenas 2004]] |[[Handebol nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2004|Equipe]]}}\n{{MedalWorldChampionships|link=Campeonato Mundial de Handebol}} \n{{MedalGold|[[Campeonato Mundial de Handebol Masculino de 2003|Portugal 2003]] |Equipe}} \n{{MedalSilver|[[Campeonato Mundial de Handebol Masculino de 2005|Tun\u00edsia 2005]] |Equipe}}\n{{MedalCompetition|[[Campeonato Europeu de Handebol|Campeonato Europeu]]}}\n{{MedalSilver|[[Campeonato Europeu de Handebol Masculino de 2008|Noruega 2008]]|Equipe}}\n}}\n'''Davor Dominikovi\u0107''' ([[Metkovi\u0107]], [[7 de abril]] de [[1978]]) \u00e9 um [[handebol]]ista profissional croata, campe\u00e3o ol\u00edmpico em Atenas 2004.{{citar web|URL=http://www.sports-reference.com/olympics/athletes/do/davor-dominikovic-1.html|t\u00edtulo=Perfil na Sports Reference|autor=|data=|publicado=|acessodata=12 de outubro de 2015}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-handebolista}}\n{{Portal3|Handebol|Olimp\u00edadas|Cro\u00e1cia}}\n{{DEFAULTSORT:Dominikovi\u0107, Davor}}\n[[Categoria:Handebolistas da Cro\u00e1cia]]\n[[Categoria:Handebolistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2004]]\n[[Categoria:Handebolistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2008]]\n[[Categoria:Medalhistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2004]]\n[[Categoria:Campe\u00f5es ol\u00edmpicos da Cro\u00e1cia]]"}]},"1388024":{"pageid":1388024,"ns":0,"title":"Castelo Real de Vila Franca","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Semimagem-arquitetura}}\n{{revisar|data=fevereiro de 2019}}\n\nO '''Castelo Real de Vila Franca''' localizava-se na Vila Franca, atual [[lista de munic\u00edpios portugueses|concelho]] de [[Vila Franca do Campo]], na costa sul da [[ilha de S\u00e3o Miguel]], nos [[A\u00e7ores]].\n\n== Hist\u00f3ria ==\nEm posi\u00e7\u00e3o dominante sobre este trecho da [[costa (geografia)|costa]], constituiu-se em uma fortifica\u00e7\u00e3o destinada \u00e0 defesa do ancoradouro da vila contra os [[ataque]]s de [[pirata]]s e [[cors\u00e1rio]]s, outrora frequentes nesta regi\u00e3o do [[oceano Atl\u00e2ntico]].\n\nAo final do [[s\u00e9culo XVIII]], a ''Rela\u00e7\u00e3o dos Castelos e mais Fortes da Ilha de S. Miguel do seu estado do da sua Artelharia, Palamentas, Muni\u00e7oens e do q.' mais precizam'', pelo major engenheiro [[Jo\u00e3o Leite de Chaves e Melo Borba Gato]], informava:\n\n:\"''Castelo Real - Na Villa Franca, flanquea a entrada do Ilheo, e defende a da V.a por 2 pequenas praias em cujo meio est\u00e1, cituad sobre a roxa firme, conserva-se em b\u00f5 estado: tem 6 canhoneiras e 4 pe\u00e7as montadas: palamenta nada, muni\u00e7\u00f5es 50 balas de artelharia, e hum barril de polvora.''\"BORBA GATO, 2000.\n\nO mapa da \"For\u00e7a Militar material existente em S. Miguel em Outubro de 1925\", que aponta quatro pontos fortificados com 51 bocas de fogo e respectiva palamenta na ilha, para este forte computa 3 pe\u00e7as de calibre 9 e 2 de 5.ALBUQUERQUE, 1826:25.\n\nEsta estrutura n\u00e3o chegou at\u00e9 aos nossos dias.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n* [[Lu\u00eds da Silva Mouzinho de Albuquerque|MOUZINHO DE ALBUQUERQUE, Luiz da Siva]]. ''Observa\u00e7\u00f5es sobre a Ilha de S. Miguel recolhidas pela commiss\u00e3o enviada a mesma ilha em Agosto de 1825, e regressada em Outubro de mesmo anno, por Luiz da Silva Mousinho de Albuquerque e seu ajudante Ignacio Pitta de Castro Menezes''. Lisboa: Impress\u00e3o R\u00e9gia, 1826. (reeditado em vers\u00e3o fac-simile pela C\u00e2mara Municipal da Povoa\u00e7\u00e3o, A\u00e7ores, 1989)\n* BASTOS, Bar\u00e3o de. \"Rela\u00e7\u00e3o dos fortes, Castellos e outros pontos fortificados que se ach\u00e3o ao prezente inteiramente abandonados, e que nenhuma utilidade tem para a defeza do Pais, com declara\u00e7\u00e3o d'aquelles que se podem desde ja desprezar.\" in ''Boletim do [[Instituto Hist\u00f3rico da Ilha Terceira]]'', vol. LV, 1997. p. 267-271.\n* BORBA GATO, Jo\u00e3o Leite de Chaves e Melo. \"Proposta de Plano Defensivo de S\u00e3o Miguel, e Situa\u00e7\u00e3o da Fortifica\u00e7\u00e3o e da Artilharia da Ilha\" ([[Arquivo Hist\u00f3rico Ultramarino]]). in ''Boletim do Instituto Hist\u00f3rico da Ilha Terceira'', vol. LVIII, 2000.\n* NEVES, Carlos; CARVALHO, Filipe; [[Artur Teodoro de Matos|MATOS, Artur Teodoro de]] (coord.). \"Documenta\u00e7\u00e3o sobre as Fortifica\u00e7\u00f5es dos A\u00e7ores existentes nos Arquivos de Lisboa \u2013 Cat\u00e1logo\". in ''Boletim do Instituto Hist\u00f3rico da Ilha Terceira'', vol. L, 1992.\n* VIEIRA, Alberto. \"Da poliorc\u00e9tica \u00e0 fortifica\u00e7\u00e3o nos A\u00e7ores: introdu\u00e7\u00e3o ao estudo do sistema defensivo nos A\u00e7ores nos s\u00e9culos XVI-XIX\". in ''Boletim do Instituto Hist\u00f3rico da Ilha Terceira'', vol. XLV, tomo II, 1987.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Lista de fortalezas de Portugal#Regi\u00e3o Aut\u00f3noma dos A\u00e7ores|Lista de fortifica\u00e7\u00f5es nos A\u00e7ores]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.ihit.pt/new/fortes/saomiguel.php Fortifica\u00e7\u00e3o/Ilha de S\u00e3o Miguel] in Instituto Hist\u00f3rico da Ilha Terceira\n\n{{controlo de autoria}}\n\n{{DEFAULTSORT:Castelo Real Vila Franca}}\n[[Categoria:Fortifica\u00e7\u00f5es dos A\u00e7ores]]\n[[Categoria:Vila Franca do Campo]]"}]},"5568734":{"pageid":5568734,"ns":0,"title":"Lista de munic\u00edpios do Par\u00e1 por IFDM","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"Esta \u00e9 uma\u00a0'''lista de munic\u00edpios do\u00a0[[Par\u00e1]] ordenados por\u00a0[[\u00cdndice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal]]'''\u00a0('''IFDM''') conforme dados divulgados pelo [[Sistema FIRJAN]] em [[2015]] com base no ano de [[2013]].{{citar web|url=http://www.firjan.com.br/ifdm/consulta-ao-indice/|titulo=\u00cdndice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM)|data=|acessodata=8 de Agosto de 2017|publicado=Sistema FIRJAN}}\n\nO \u00cdndice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) \u00e9 um [[estudo]] anual criado para acompanhar o desenvolvimento [[Desenvolvimento humano|humano]], [[Desenvolvimento econ\u00f4mico|econ\u00f4mico]] e [[Desenvolvimento social|social]] dos [[Munic\u00edpio (Brasil)|munic\u00edpios]] do Estado do [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]] e do [[Brasil]] (5.565 no total),{{citar web|url=http://noticias.cefet-rj.br/2009/08/25/indice-firjan-de-desenvolvimento-municipal-ifdm/|t\u00edtulo=\u00cdndice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal \u2013 IFDM|acessodata=27 de maio de 2014|autor=Portal de Not\u00edcias do Cefet RJ (25 de agosto de 2009)|arquivourl=https://web.archive.org/web/20120525112340/http://noticias.cefet-rj.br/2009/08/25/indice-firjan-de-desenvolvimento-municipal-ifdm/|arquivodata=2012-05-25|urlmorta=yes}} com base exclusivamente em estat\u00edsticas oficiais.{{citar web|url=http://www.cacodarosa.com/noticia/4983/joacaba-apresenta-alto-desenvolvimento-municipal-no-indice-firjan|t\u00edtulo=Joa\u00e7aba apresenta alto desenvolvimento municipal no \u00edndice FIRJAN|acessodata=3 de junho de 2014|autor=Caco da Rosa (02 de junho de 2014)}} Ele leva em conta tr\u00eas indicadores: [[emprego]] e [[renda]] como um \u00fanico indicador e [[educa\u00e7\u00e3o]] e [[sa\u00fade]] como indicadores separados,{{citar web|url=http://folhadointerior.com.br/v2/page/noticiasdtl.asp?t=RESENDE+%C9+A+TERCEIRA+MELHOR+CIDADE+DO+ESTADO,+SEGUNDO+%CDNDICE+FIRJAN&id=13407|t\u00edtulo=Resende \u00e9 a terceira melhor cidade do Estado, segundo \u00edndice FIRJAN|acessodata=27 de maio de 2014|autor=Jornal Folha do Interior}}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|data=janeiro de 2019}} cada qual com um conjunto respectivo de vari\u00e1veis. Devido \u00e0s suas caracter\u00edsticas, a ferramenta tem servido como uma fotografia de pol\u00edticas p\u00fablicas e como fonte para \"estudos nacionais e internacionais a respeito do desenvolvimento brasileiro\".{{citar web|url=http://publicacoes.firjan.org.br/ifdm/2014/|titulo=IFDM - \u00cdndice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (ano base 2011) - E-Pub|acessodata=2 de junho de 2014|autor=Sistema FIRJAN}} Mesmo porque seu resultado \u00e9 capaz de retratar o n\u00edvel de desenvolvimento de cada cidade e, assim, dar uma ideia sobre a qualidade de vida de seus cidad\u00e3os.{{citar web|url=http://www.soumaisniteroi.com.br/noticias/39-cidade/65107-firjan-faz-raios-x-dos-municipios.html|t\u00edtulo=FIRJAN divulga raios-x dos munic\u00edpios do estado do Rio de Janeiro|acessodata=3 de junho de 2014|autor=Sou Mais Niter\u00f3i}}\n\nO IFDM \u00e9 semelhante ao [[\u00cdndice de Desenvolvimento Humano]] (IDH), calculado pela [[ONU]].{{citar web|url=http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/as-50-cidades-mais-desenvolvidas-do-brasil|t\u00edtulo=As 50 cidades mais desenvolvidas do Brasil|acessodata=27 de maio de 2014|autor=Revista Exame (03 de dezembro de 2012)}} Uma diferen\u00e7a entre ambos \u00e9 que os dados do IFDM \u201cpodem ser coletados todo ano\u201d, ao passo que os do IDH s\u00f3 s\u00e3o levantados uma vez por d\u00e9cada,{{citar web|url=http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2308200913.htm|t\u00edtulo=C\u00e1lculo usado pela FIRJAN \u00e9 diferente do IDH|acessodata=27 de maio de 2014|autor=Folha de S.Paulo (23 de agosto de 2009)}} pois dependem de \u201cdados do [[censo demogr\u00e1fico]], realizado a cada 10 anos.\u201d{{citar web|url=http://www.avozdaserra.com.br/noticias.php?noticia=6254|t\u00edtulo=\u00cdndice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) auxilia no diagn\u00f3stico dos munic\u00edpios do pa\u00eds|acessodata=27 de maio de 2014|autor=A Voz da Serra Online (08 de setembro de 2009)}}\n\n==\u00a0Categorias ==\n[[Ficheiro:Mapa do IFDM do Par\u00e1 (2013).svg|miniaturadaimagem|351x351px|Mapa dos munic\u00edpios do [[Par\u00e1]] por [[IFDM]] em [[2013]].{{Limpar}}'''Legenda:'''{{legend|#330000|'''Alto''' (nenhum munic\u00edpio)}}{{legend|#770000|'''Moderado''' (18 munic\u00edpios)}}{{legend|#ff0000|'''Regular''' (111 munic\u00edpios)}}{{legend|#ff9797|'''Baixo''' (11 munic\u00edpios)}}{{legend|#cfcfcf|'''Sem dados''' (3 munic\u00edpios)}}]]\nO \u00edndice varia de zero (valor m\u00ednimo) at\u00e9 1 (valor m\u00e1ximo), sendo considerado:\n* '''Alto''', resultados superiores a 0,8 pontos;\n* '''Moderado''', resultados entre 0,6 e 0,8 pontos;\n* '''Regular''', resultados entre 0,4 e 0,6 pontos;\n* '''Baixo''', resultados inferiores a 0,4 pontos;\n\n== Lista dos munic\u00edpios ==\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align:center\"\n!Posi\u00e7\u00e3o\n!Munic\u00edpio\n![[\u00cdndice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal|IFDM]]\nConsolidado\n\n(2013)\n|-\n! colspan=\"3\" |'''Desenvolvimento alto'''\n|-\n| colspan=\"3\" |
''nenhum munic\u00edpio''
\n|-\n! colspan=\"3\" |'''Desenvolvimento moderado'''\n|-\n|1\u00ba\n|[[Cana\u00e3 dos Caraj\u00e1s]]\n|0.7351\n|-\n|2\u00ba\n|[[Parauapebas]]\n|0.7220\n|-\n|3\u00ba\n|[[Altamira]]\n|0.7012\n|-\n|4\u00ba\n|'''[[Bel\u00e9m (Par\u00e1)|Bel\u00e9m]]'''\n|0.6967\n|-\n|5\u00ba\n|[[Castanhal]]\n|0.6894\n|-\n|6\u00ba\n|[[Marab\u00e1]]\n|0.6830\n|-\n|7\u00ba\n|[[Paragominas]]\n|0.6818\n|-\n|8\u00ba\n|[[Santar\u00e9m (Par\u00e1)|Santar\u00e9m]]\n|0.6710\n|-\n|9\u00ba\n|[[Ananindeua]]\n|0.6531\n|-\n|10\u00ba\n|[[Tucuru\u00ed]]\n|0.6323\n|-\n|11\u00ba\n|[[Barcarena (Par\u00e1)|Barcarena]]\n|0.6308\n|-\n|12\u00ba\n|[[Reden\u00e7\u00e3o (Par\u00e1)|Reden\u00e7\u00e3o]]\n|0.6166\n|-\n|13\u00ba\n|[[Marituba]]\n|0.6164\n|-\n|14\u00ba\n|[[Vit\u00f3ria do Xingu]]\n|0.6152\n|-\n|15\u00ba\n|[[Igarap\u00e9-A\u00e7u]]\n|0.6137\n|-\n|16\u00ba\n|[[Rio Maria]]\n|0.6130\n|-\n|17\u00ba\n|[[Terra Alta (Par\u00e1)|Terra Alta]]\n|0.6117\n|-\n|18\u00ba\n|[[Tail\u00e2ndia (Par\u00e1)|Tail\u00e2ndia]]\n|0.6114\n|-\n! colspan=\"3\" |'''Desenvolvimento regular'''\n|-\n|19\u00ba\n|[[Xinguara]]\n|0.5987\n|-\n|20\u00ba\n|[[Abel Figueiredo]]\n|0.5980\n|-\n|21\u00ba\n|[[Tucum\u00e3 (Par\u00e1)|Tucum\u00e3]]\n|0.5954\n|-\n|22\u00ba\n|[[Ulian\u00f3polis]]\n|0.5908\n|-\n|23\u00ba\n|[[Benevides]]\n|0.5904\n|-\n|24\u00ba\n|[[Novo Progresso]]\n|0.5807\n|-\n|25\u00ba\n|[[Santar\u00e9m Novo]]\n|0.5778\n|-\n|26\u00ba\n|[[S\u00e3o Francisco do Par\u00e1]]\n|0.5742\n|-\n|27\u00ba\n|[[Juruti]]\n|0.5735\n|-\n|28\u00ba\n|[[Abaetetuba]]\n|0.5734\n|-\n|29\u00ba\n|[[Moju]]\n|0.5695\n|-\n|30\u00ba\n|[[Acar\u00e1 (Par\u00e1)|Acar\u00e1]]\n|0.5663\n|-\n|31\u00ba\n|[[Bonito (Par\u00e1)|Bonito]]\n|0.5648\n|-\n|32\u00ba\n|[[Irituia]]\n|0.5606\n|-\n|33\u00ba\n|[[Santa Izabel do Par\u00e1]]\n|0.5599\n|-\n|34\u00ba\n|[[Uruar\u00e1]]\n|0.5568\n|-\n|35\u00ba\n|[[Colares (Par\u00e1)|Colares]]\n|0.5558\n|-\n|36\u00ba\n|[[Nova Ipixuna]]\n|0.5544\n|-\n|37\u00ba\n|[[Oriximin\u00e1]]\n|0.5543\n|-\n|38\u00ba\n|[[Monte Alegre (Par\u00e1)|Monte Alegre]]\n|0.5524\n|-\n|39\u00ba\n|[[Itaituba]]\n|0.5506\n|-\n|40\u00ba\n|[[Capanema (Par\u00e1)|Capanema]]\n|0.5483\n|-\n|41\u00ba\n|[[Nova Timboteua]]\n|0.5381\n|-\n|42\u00ba\n|[[Brasil Novo (Par\u00e1)|Brasil Novo]]\n|0.5355\n|-\n|43\u00ba\n|[[Camet\u00e1]]\n|0.5278\n|-\n|44\u00ba\n|[[Rondon do Par\u00e1]]\n|0.5259\n|-\n|45\u00ba\n|[[Breu Branco]]\n|0.5255\n|-\n|46\u00ba\n|[[Almeirim (Par\u00e1)|Almeirim]]\n|0.5246\n|-\n|47\u00ba\n|[[Soure (Par\u00e1)|Soure]]\n|0.5234\n|-\n|48\u00ba\n|[[Salin\u00f3polis]]\n|0.5233\n|-\n|49\u00ba\n|[[Bragan\u00e7a (Par\u00e1)|Bragan\u00e7a]]\n|0.5228\n|-\n|50\u00ba\n|[[Ouril\u00e2ndia do Norte]]\n|0.5145\n|-\n|51\u00ba\n|[[Placas]]\n|0.5140\n|-\n|52\u00ba\n|[[S\u00e3o Geraldo do Araguaia]]\n|0.5135\n|-\n|53\u00ba\n|[[Tom\u00e9-A\u00e7u]]\n|0.5115\n|-\n|54\u00ba\n|[[Pau-d'Arco (Par\u00e1)|Pau-d'Arco]]\n|0.5091\n|-\n|55\u00ba\n|[[Brejo Grande do Araguaia]]\n|0.5079\n|-\n|56\u00ba\n|[[Sapucaia (Par\u00e1)|Sapucaia]]\n|0.5062\n|-\n|57\u00ba\n|[[Concei\u00e7\u00e3o do Araguaia]]\n|0.5052\n|-\n|58\u00ba\n|[[Santa B\u00e1rbara do Par\u00e1]]\n|0.5047\n|-\n|59\u00ba\n|[[Prainha (Par\u00e1)|Prainha]]\n|0.5030\n|-\n|60\u00ba\n|[[Santa Luzia do Par\u00e1]]\n|0.5027\n|-\n|61\u00ba\n|[[Curion\u00f3polis]]\n|0.5005\n|-\n|62\u00ba\n|[[Primavera (Par\u00e1)|Primavera]]\n|0.5004\n|-\n|63\u00ba\n|[[Our\u00e9m (Par\u00e1)|Our\u00e9m]]\n|0.5002\n|-\n|64\u00ba\n|[[Pi\u00e7arra]]\n|0.4998\n|-\n|65\u00ba\n|[[Medicil\u00e2ndia]]\n|0.4990\n|-\n|66\u00ba\n|[[Peixe-Boi (Par\u00e1)|Peixe-Boi]]\n|0.4961\n|-\n|67\u00ba\n|[[S\u00e3o Jo\u00e3o da Ponta]]\n|0.4923\n|-\n|68\u00ba\n|[[Floresta do Araguaia]]\n|0.4915\n|-\n|69\u00ba\n|[[Magalh\u00e3es Barata (cidade)|Magalh\u00e3es Barata]]\n|0.4860\n|-\n|70\u00ba\n|[[Terra Santa (Par\u00e1)|Terra Santa]]\n|0.4818\n|-\n|71\u00ba\n|[[Jacund\u00e1 (Par\u00e1)|Jacund\u00e1]]\n|0.4796\n|-\n|72\u00ba\n|[[Breves]]\n|0.4789\n|-\n|73\u00ba\n|[[Bai\u00e3o (Par\u00e1)|Bai\u00e3o]]\n|0.4788\n|-\n|74\u00ba\n|[[Viseu (Par\u00e1)|Viseu]]\n|0.4768\n|-\n|75\u00ba\n|[[Anapu]]\n|0.4742\n|-\n|76\u00ba\n|[[Cachoeira do Piri\u00e1|Cachoeira do Piria]]\n|0.4738\n|-\n|77\u00ba\n|[[Novo Repartimento]]\n|0.4729\n|-\n|78\u00ba\n|[[Conc\u00f3rdia do Par\u00e1]]\n|0.4700\n|-\n|79\u00ba\n|[[Afu\u00e1]]\n|0.4698\n|-\n|80\u00ba\n|[[Trair\u00e3o]]\n|0.4696\n|-\n|81\u00ba\n|[[Bom Jesus do Tocantins (Par\u00e1)|Bom Jesus do Tocantins]]\n|0.4690\n|-\n|82\u00ba\n|[[S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu]]\n|0.4688\n|-\n|83\u00ba\n|[[Belterra]]\n|0.4678\n|-\n|84\u00ba\n|[[Alenquer (Par\u00e1)|Alenquer]]\n|0.4678\n|-\n|85\u00ba\n|[[Dom Eliseu]]\n|0.4662\n|-\n|86\u00ba\n|[[S\u00e3o Miguel do Guam\u00e1]]\n|0.4656\n|-\n|87\u00ba\n|[[Augusto Corr\u00eaa]]\n|0.4642\n|-\n|88\u00ba\n|[[S\u00e3o Jo\u00e3o de Pirabas]]\n|0.4628\n|-\n|89\u00ba\n|[[Curu\u00e7\u00e1]]\n|0.4628\n|-\n|90\u00ba\n|[[S\u00e3o Caetano de Odivelas]]\n|0.4625\n|-\n|91\u00ba\n|[[Goian\u00e9sia do Par\u00e1]]\n|0.4605\n|-\n|92\u00ba\n|[[Aveiro (Par\u00e1)|Aveiro]]\n|0.4592\n|-\n|93\u00ba\n|[[Itupiranga]]\n|0.4566\n|-\n|94\u00ba\n|[[Santana do Araguaia]]\n|0.4547\n|-\n|95\u00ba\n|[[Inhangapi]]\n|0.4536\n|-\n|96\u00ba\n|[[Chaves (Par\u00e1)|Chaves]]\n|0.4514\n|-\n|97\u00ba\n|[[Santo Ant\u00f4nio do Tau\u00e1]]\n|0.4504\n|-\n|98\u00ba\n|[[Oeiras do Par\u00e1]]\n|0.4503\n|-\n|99\u00ba\n|[[Cachoeira do Arari]]\n|0.4472\n|-\n|100\u00ba\n|[[Salvaterra (Par\u00e1)|Salvaterra]]\n|0.4470\n|-\n|101\u00ba\n|[[Igarap\u00e9-Miri]]\n|0.4461\n|-\n|102\u00ba\n|[[Rur\u00f3polis]]\n|0.4440\n|-\n|103\u00ba\n|[[Ponta de Pedras]]\n|0.4432\n|-\n|104\u00ba\n|[[Maracan\u00e3 (Par\u00e1)|Maracan\u00e3]]\n|0.4428\n|-\n|105\u00ba\n|[[Pacaj\u00e1]]\n|0.4417\n|-\n|106\u00ba\n|[[S\u00e3o Sebasti\u00e3o da Boa Vista]]\n|0.4417\n|-\n|107\u00ba\n|[[S\u00e3o Jo\u00e3o do Araguaia]]\n|0.4410\n|-\n|108\u00ba\n|[[Eldorado do Caraj\u00e1s|Eldorado dos Caraj\u00e1s]]\n|0.4380\n|-\n|109\u00ba\n|[[\u00c1gua Azul do Norte]]\n|0.4379\n|-\n|110\u00ba\n|[[Vigia (Par\u00e1)|Vigia]]\n|0.4374\n|-\n|111\u00ba\n|[[Bujaru]]\n|0.4343\n|-\n|112\u00ba\n|[[Quatipuru]]\n|0.4339\n|-\n|113\u00ba\n|[[Anaj\u00e1s]]\n|0.4339\n|-\n|114\u00ba\n|[[Santa Maria das Barreiras]]\n|0.4338\n|-\n|115\u00ba\n|[[\u00d3bidos (Par\u00e1)|\u00d3bidos]]\n|0.4330\n|-\n|116\u00ba\n|[[Santa Maria do Par\u00e1]]\n|0.4318\n|-\n|117\u00ba\n|[[Bannach]]\n|0.4312\n|-\n|118\u00ba\n|[[Garraf\u00e3o do Norte]]\n|0.4302\n|-\n|119\u00ba\n|[[M\u00e3e do Rio]]\n|0.4280\n|-\n|120\u00ba\n|[[Santa Cruz do Arari]]\n|0.4254\n|-\n|121\u00ba\n|[[Marapanim]]\n|0.4231\n|-\n|122\u00ba\n|[[Faro (Par\u00e1)|Faro]]\n|0.4224\n|-\n|123\u00ba\n|[[S\u00e3o Domingos do Araguaia]]\n|0.4207\n|-\n|124\u00ba\n|[[S\u00e3o Domingos do Capim]]\n|0.4196\n|-\n|125\u00ba\n|[[Cumaru do Norte]]\n|0.4149\n|-\n|126\u00ba\n|[[Melga\u00e7o (Par\u00e1)|Melga\u00e7o]]\n|0.4132\n|-\n|127\u00ba\n|[[Curu\u00e1 (Par\u00e1)|Curu\u00e1]]\n|0.4117\n|-\n|128\u00ba\n|[[Capit\u00e3o Po\u00e7o]]\n|0.4111\n|-\n|129\u00ba\n|[[Senador Jos\u00e9 Porf\u00edrio]]\n|0.4060\n|-\n! colspan=\"3\" |'''Desenvolvimento baixo'''\n|-\n|130\u00ba\n|[[Muan\u00e1|Muana]]\n|0.3996\n|-\n|131\u00ba\n|[[Tracuateua]]\n|0.3969\n|-\n|132\u00ba\n|[[Limoeiro do Ajuru]]\n|0.3871\n|-\n|133\u00ba\n|[[Aurora do Par\u00e1]]\n|0.3845\n|-\n|134\u00ba\n|[[Gurup\u00e1]]\n|0.3812\n|-\n|135\u00ba\n|[[Ipixuna do Par\u00e1]]\n|0.3755\n|-\n|136\u00ba\n|[[Nova Esperan\u00e7a do Piri\u00e1]]\n|0.3753\n|-\n|137\u00ba\n|[[Bagre (Par\u00e1)|Bagre]]\n|0.3633\n|-\n|138\u00ba\n|[[Jacareacanga]]\n|0.3614\n|-\n|139\u00ba\n|[[Porto de Moz]]\n|0.3589\n|-\n|140\u00ba\n|[[Portel (Par\u00e1)|Portel]]\n|0.3483\n|-\n! colspan=\"3\" |'''Sem dados'''\n|-\n| colspan=\"3\" |[[Mocajuba]]\n|-\n| colspan=\"3\" |[[Palestina do Par\u00e1]]\n|-\n| colspan=\"3\" |[[Curralinho]]\n|}\n{{Refer\u00eancias}}\n==\u00a0Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Lista de munic\u00edpios do Par\u00e1]]\n* [[Lista de munic\u00edpios do Par\u00e1 por popula\u00e7\u00e3o]]\n* [[Lista de munic\u00edpios do Par\u00e1 por IDH-M]]\n* [[Lista de munic\u00edpios do Par\u00e1 por PIB]]\n{{Listas de munic\u00edpios do Brasil/IFDM}}\n[[Categoria:Listas de munic\u00edpios do Par\u00e1]]\n[[Categoria:Sistema FIRJAN]]"}]},"4145078":{"pageid":4145078,"ns":0,"title":"Byst\u0159any","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade da Rep\u00fablica Checa\n|nome = Byst\u0159any\n|nome_oficial = \n|imagem = Byst\u0159any, municipal office.jpg\n|imagem_tamanho =\n|legenda =\n|bras\u00e3o = Bystrany CoA CZ.jpg\n|bandeira = Byst\u0159any vlajka.jpg\n|imagem_mapa = Bystrany TP CZ.png\n|lema =\n|regi\u00e3o = [[\u00dast\u00ed nad Labem (regi\u00e3o)|\u00dast\u00ed nad Labem]]\n|distrito = [[Teplice (distrito)|Teplice]]\n|lat_deg = 50\n|lat_min = 37\n|lat_sec = 42\n|latNS = N\n|lon_deg = 13\n|lon_min = 51\n|lon_sec = 51\n|longEW = E\n|altitude = \n|\u00e1rea = 8.52\n|popula\u00e7\u00e3o = 1859\n|censo = 2011\n|densidade =\n|fuso_hor\u00e1rio = +1\n|placa = TP\n|c\u00f3digo_postal = 417 61\n|c\u00f3digo_estat\u00edstico = 567477\n|site = http://www.bystrany.eu/\n|prefeito = Ivan Vinick\u00fd\n|gent\u00edlico =\n}}\n'''Byst\u0159any''' \u00e9 uma comuna checa localizada na regi\u00e3o de [[\u00dast\u00ed nad Labem (regi\u00e3o)|\u00dast\u00ed nad Labem]], distrito de [[Teplice (distrito)|Teplice]].{{citar web|URL=http://www.czso.cz/csu/2011edicniplan.nsf/engt/600039FEC3/$File/421011112513.xls|t\u00edtulo=Dados do instituto de estat\u00edsticas da Rep\u00fablica Checa|autor=|data=|publicado=|acessodata=|l\u00edngua2=cz}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{distrito de Teplice}}\n{{esbo\u00e7o-geocs}}\n{{Portal3|Geografia|Rep\u00fablica Checa}}\n{{Commonscat}}\n\n[[Categoria:Comunas de Teplice (distrito)]]"}]},"4500976":{"pageid":4500976,"ns":0,"title":"Golpe de Maio (Pol\u00f4nia)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Guerra\n|conflito=Golpe de Estado de Maio
''Przewr\u00f3t majowy''
1926\n|imagem=[[Imagem:Pi\u0142sudski May 1926.jpg|300px]]\n|legenda=[[J\u00f3zef Pilsudski]] e outros l\u00edderes golpistas sobre a Ponte Poniatowski em [[Vars\u00f3via]].\n|local=[[Vars\u00f3via]], [[Segunda Rep\u00fablica Polaca|Pol\u00f4nia]]\n|date=12 \u2013 14 de Maio de 1926\n|resultado= vit\u00f3ria do [[Sanacja]]\n|combatente1=for\u00e7as leais ao [[Sanacja]]\n|combatente2=for\u00e7as leais ao governo\n|comandante1=Marechal [[J\u00f3zef Pi\u0142sudski]]\n|comandante2=Presidente [[Stanis\u0142aw Wojciechowski]],
Primeiro ministro [[Wincenty Witos]]\n|for\u00e7a=12.000\n|for\u00e7a2=6.000-8.000\n|notas='''V\u00edtimas:'''
Militares mortos: 215
Civis mortos: 164
Militares e civis feridos: 920
Total: '''1.299'''\n|}}\n\nO '''Golpe de Estado de Maio de 1926''' (tamb\u00e9m chamado '''\"Golpe de Maio\"'''; {{lang-pl|Przewr\u00f3t majowy}} ou {{lang|pl|''zamach majowy''}}) foi um [[golpe de Estado]] bem sucedido executado na [[Segunda Rep\u00fablica Polonesa]] pelo marechal [[J\u00f3zef Pilsudski]] - um antigo chefe de Estado (1918-1922) - entre os dias 12 e 14 de maio de [[1926]].[[#Bibliograf\u00eda|Rothschild (1990)]], p. 55 O golpe dep\u00f4s o presidente [[Stanis\u0142aw Wojciechowski]] e o primeiro-ministro [[Wincenty Witos]], para substitu\u00ed-lo pelo acad\u00eamico [[Kazimierz Bartel]], um partid\u00e1rio de Pilsudski, como chefe de governo. Pilsudski contou com unidades leais a sua pessoa e com o respaldo de for\u00e7as pol\u00edticas de [[centro-esquerda]] contr\u00e1rias ao governo de [[centro-direita]] surgido das elei\u00e7\u00f5es de novembro de [[1922]].[[#Bibliograf\u00eda|Rothschild (1962)]], p. 241\n\nEste golpe iniciou na Pol\u00f4nia um per\u00edodo do regime denominado ''[[Sanacja]]'', totalmente dominado pela influ\u00eancia e carisma do marechal Pilsudski. Embora inicialmente fosse oferecido a Pilsudski o cargo de [[presidente da Pol\u00f4nia]], este recusou a proposta e solicitou que elegessem para o cargo o acad\u00eamico [[Ignacy Mo\u015bcicki]], outro de seus partid\u00e1rios. No entanto, de 1926 at\u00e9 sua morte em [[1935]], Pilsudski foi o governante ''[[de facto]]'' da Pol\u00f4nia gra\u00e7as a sua reputa\u00e7\u00e3o como um l\u00edder pol\u00edtico e militar, semelhante a um [[ditador]].\n\n\n{{listaref}}\n\n==Bibliografia==\n* [https://web.archive.org/web/20070927011537/http://poland.pl/archives/interwar/article,,id,11624.htm Coup d'\u00e9tat of May 1926]\n* {{Citar peri\u00f3dico\n| autor= Rothschild, Joseph\n| t\u00edtulo =The Military Background of Pilsudski's Coup D'Etat\n| ano =1962\n| jornal= Slavic Review\n| volume =21\n| n\u00famero = 2\n| p\u00e1ginas = 241-260\n| url = http://www.jstor.org/pss/3000631\n}}\n* {{Citar peri\u00f3dico\n| autor= Rothschild, Joseph\n| t\u00edtulo =The Ideological, Political, and Economic Background of Pilsudski's Coup D' Etat of 1926\n| ano =1963\n| jornal = Political Science Quarterly\n| volume =78\n| n\u00famero = 2\n| p\u00e1ginas = 224-244\n| url = http://www.jstor.org/stable/2146124\n}}\n* {{Citar livro\n|sobrenome = Rothschild\n|nome= Joseph\n|t\u00edtulo= East Central Europe Between the Two World Wars\n|url= http://books.google.com/books?id=ytc-muwFT_IC&lpg=PA398&ots=c_zKaJ3R_i&dq=East%20Central%20Europe%20Between%20the%20Two%20World%20Wars&pg=PA398#v=onepage&q=&f=false\n|idioma= ingl\u00eas\n|ano= 1990\n|editora= University of Washington Press\n|isbn= 9780295953571\n}}\n\n[[Categoria:Golpes de Estado na Pol\u00f4nia|Polonia]]\n[[Categoria:Per\u00edodo entreguerras]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria da Pol\u00f4nia]]\n[[Categoria:Conflitos em 1926]]"}]},"1348749":{"pageid":1348749,"ns":0,"title":"Lavallette","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade dos Estados Unidos\n|nome = Lavallette\n|imagem = 10 President Ave, Lavallette, NJ 08735, USA - panoramio.jpg\n|imagem_legenda = \n|estado = Nova J\u00e9rsei\n|condado = [[Condado de Ocean (Nova J\u00e9rsei)|Condado de Ocean]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 2752\n|data_pop = 2006\n|\u00e1rea = 2.1\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 0.3\n|latG = 39\n|latM = 58\n|latS = 6\n|latP = N\n|lonG = 74\n|lonM = 4\n|lonS = 17\n|lonP = W\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = \n|c\u00f3digoFIPS = 39390\n|tipo = distrito\n|mapa_detalhado= \n}}\n'''Lavallette''' \u00e9 um [[distrito]] localizado no [[Estados dos Estados Unidos da Am\u00e9rica|estado]] [[Estados Unidos da Am\u00e9rica|americano]] de [[Nova J\u00e9rsei]], no [[Condado de Ocean (Nova J\u00e9rsei)|Condado de Ocean]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] americano de 2000, a sua popula\u00e7\u00e3o era de 2665 [[habitante]]s.{{citar web |url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |titulo=U.S. Census Bureau. Census 2000 Summary File 1 |acessodata=2007-10-10 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |arquivodata=2010-01-11 |urlmorta=yes }}\nEm 2006, foi estimada uma popula\u00e7\u00e3o de 2752,[http://www.census.gov/popest/datasets.html U.S. Census Bureau. Estimativa da popula\u00e7\u00e3o (julho de 2006)] um aumento de 87 (3.3%).\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de\n2,4 km\u00b2, dos quais 2,1 km\u00b2 cobertos por terra e 0,3 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[Raio (geometria)|raio]] de 8 km ao redor de Lavallette.\n
\n[[Ficheiro:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Ficheiro:Map pointer black.svg|20px|Lavallette]]'''Lavallette'''}}\n{{Image label|x=0.529|y=0.358|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 1785 habitantes (2000)]][[Dover Beaches North (Nova J\u00e9rsei)|Dover Beaches North]] (3 km)}}\n{{Image label|x=0.480|y=0.587|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 1594 habitantes (2000)]][[Dover Beaches South (Nova J\u00e9rsei)|Dover Beaches South]] (2 km)}}\n{{Image label|x=0.139|y=0.661|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 1751 habitantes (2000)]][[Island Heights (Nova J\u00e9rsei)|Island Heights]] (7 km)}}\n{{Image label|x=0.197|y=0.764|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 2076 habitantes (2000)]][[Ocean Gate (Nova J\u00e9rsei)|Ocean Gate]] (7 km)}}\n{{Image label|x=0.487|y=0.658|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|12px|Localidades com 3155 habitantes (2000)]][[Seaside Heights (Nova J\u00e9rsei)|Seaside Heights]] (3 km)}}\n{{Image label|x=0.471|y=0.759|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 2263 habitantes (2000)]][[Seaside Park (Nova J\u00e9rsei)|Seaside Park]] (5 km)}}\n
{{limpar|left}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Lavallette|New-Jersey}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Cidades de Nova J\u00e9rsei]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:10 President Ave, Lavallette, NJ 08735, USA - panoramio.jpg"}]},"6536319":{"pageid":6536319,"ns":0,"title":"Fazenda da Serrinha","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"A '''Fazenda da Serrinha''' \u00e9 um fazenda cafeeira do s\u00e9culo XVIII, localizada no munic\u00edpio de Para\u00edba do Sul.{{citar web |ultimo=Aguiar |primeiro=Domingo Esp\u00edndola de |url=http://www.institutocidadeviva.org.br/inventarios/sistema/wp-content/uploads/2008/06/11_serrinha.pdf |titulo=Invent\u00e1rio das Fazendas do Vale do Para\u00edba Fluminense |data=2008 |acessodata=29-03-2021 |publicado=INEPAC - Instituto Educacional do Patrim\u00f4nio Cultural em parceria com Instituto Light e Instituto Cultural Cidade Vida}}\n\n== Hist\u00f3ria ==\nSup\u00f5e-se que a fazenda foi criada por In\u00e1cio Pereira Nunes, oriundo da cidade do Rio de Janeiro e um dos pioneiros na cultura do caf\u00e9 nas terras de Para\u00edba do Sul. Ela seria resultado do desmembramento de terras de uma fazenda inicialmente chamada fazenda da \"Serra\" e adquiridas na primeira metade do s\u00e9culo XIX.\n\nEra dono de uma fazenda de subsist\u00eancia e olaria na localidade do Inema e tamb\u00e9m atuava como usur\u00e1rio (agiota) e parte das fazendas que ele possu\u00eda vieram da execu\u00e7\u00e3o hipotec\u00e1ria de seus devedores. Tornou-se comendador ap\u00f3s ser condecorado com a Comenda da Ordem de Cristo, por ter deixado as tropas de Caxias ficarem em sua fazenda Cachoeira durante a Revolu\u00e7\u00e3o em Minas Gerias.\n\nO Comendador Pereira Nunes enriqueceu rapidamente com o caf\u00e9, possuindo cerca de 1.000 escravos e quase 300 bestas de carga. Quando faleceu em 28 de mar\u00e7o de 1857, tinha tantas fazendas, que deixou uma para cada filho (tinha quinze no total, sete de seu primeiro casamento e oito de sua segunda n\u00fapcias{{Citar web |ultimo=Ferreira |primeiro=Anamaria Nunes Vieira |url=http://familiavieiraferreira3.blogspot.com/2011/01/pereira-nunes.html |titulo=Antepassados de Honorina Pereira Nunes de Miranda: PEREIRA NUNES |data= 1 de janeiro de 2011 |acessodata=2021-03-29 |website=Antepassados de Honorina Pereira Nunes de Miranda}}) e todas com mais de 100 alqueires de terras. As fazendas originadas em suas terras foram as seguintes: Cachoeira, Caxambu, Santa Tereza, Sossego, Retiro, Fortaleza, Independ\u00eancia, \u00c1gua-Limpa, Santo Andr\u00e9, Serra, Santo Elias, Santa Vit\u00f3ria, Bom Sucesso e Barreira.\n\nSua filha Maria Pereira Nunes ficou com a fazenda da Serra e ela permaneceu em posse desta fam\u00edlia at\u00e9 a primeira metade do s\u00e9culo XX. Em 1920 era seu propriet\u00e1rio Maur\u00edcio Pereira Nunes e, em 1935, Joaquim Xavier.\n\n== Estrutura ==\nPossui uma casa sede simples, um sobrado com dois pavimentos com janelas no modelo guilhotinas, sendo as partes de cima em venezianas de madeira e as de baixo em caixilhos de vidro.\n\nCom cinco quartos e duas salas de estar, \u00e9 uma constru\u00e7\u00e3o simples com aus\u00eancia de forros na maior parte dos c\u00f4modos.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Fazendas de Para\u00edba do Sul]]"}]}}}}